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Realizar a produção e temporada da peça MEU REMÉDIO de Mouhamed Harfouch, com direção de João Fonseca na cidade do Rio de Janeiro.
EU REMÉDIO” é uma comédia dramática teatral que parte de uma história real acerca de um ator e os seus conflitos com a sua origem, mostrando que a aventura do auto-conhecimento e a aceitação da nossa história, da nossa origem e de quem somos, pode ser a chave, ou melhor, pode ser o remédio para a realização dos nossos sonhos e desejos. Através de uma saga muito divertida e particular, um filho de imigrantes sírios, nascido no Brasil, crescido no Rio de Janeiro na década de 80, se confronta com várias adversidades de ordem cultural, social e pessoal,as quais o seu nome, aqui tão diferente, mas pelo mundo afora o mais comum, podem lhe trazer. Um nome que naturalmente sempre o colocou em evidência, para o bem ou para o mal, seja por uma simples chamada de turma, seja pelas dificuldades acerca da pronúncia correta - a qual ele mesmo se confunde - seja pelas oportunidades e desafios impostos a quem carrega um nome forte, repleto de significados, estigmas, intolerância e preconceito. Tudo isto contado em primeira pessoa, pelo próprio ator que credita até mesmo a sua escolha profissional ao seu nome de batismo, conferido pelo pai em um arranjo familiar. Mas antes de entramos em detalhes tão íntimos, é melhor que o apresente: Seu nome é Mouhamed, ou como o porteiro do prédio do seu melhor amigo insistentemente o chamava: Meu Remédio!
Objetivos do projeto: Realizar a produção e temporada da peça MEU REMÉDIO de Mouhamed Harfouch, com direção de João Fonseca na cidade do Rio de Janeiro. O Objetivo geral da comédia dramática Meu Remédio é não só entreter, mas provocar reflexões acerca das nossas origens, mostrando que a aceitação da nossa história pode ser a chave para a realização dos nossos sonhos e desejos. Objetivos Específicos: Realizar 24 apresentações do espetáculo na cidade do Rio de Janeiro 2 ensaios abertos gratuitos para 400 espectadores 08 Debates com convidados : O projeto realizará vários debates com o ator principal e convidados após a sessão do espetáculo para falar sobre o papel da imigração árabe e de outras culturas na construção da identidade brasileira, fortalecendo a importância do respeito à diversidade.
Em épocas de guerras, extremismos, xenofobia, intolerâncias, preconceitos e tanta desinformação, a arte viva e presencial do teatro carrega a potência de nos levar a refletir sobre perguntas centrais e fundamentais da nossa existência: Quem somos? De onde viemos? Para onde vamos? A partir dos anos de 1920, em que datam as primeiras aparições de imigrantes sírios e libaneses em solo carioca, a cultura árabe ajudou a desenvolver e fomentar diversos setores de nossa sociedade, tais como: Economia, gastronomia, agricultura, comércio, arquitetura e artes, e influenciando os modos de viver dos cidadãos e cidadãs cariocas. Como filho de imigrante sírio, nascido e criado na cidade do Rio de Janeiro, o meu próprio nome de batismo, repleto de significados, estigmas e estereótipos, carrega também a história dos que me antecederam e que aqui chegaram, me fazendo ter a certeza da relevância e da necessidade em resgatar, através do teatro, a consciência da importância deste intercâmbio cultural no fortalecimento da diversidade, pluralismo, e construção de nossa identidade social. O projeto se enquadra: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; § 1o Os incentivos criados por esta Lei somente serão concedidos a projetos culturais cuja exibição, utilização e circulação dos bens culturais deles resultantes sejam abertas, sem distinção, a qualquer pessoa, se gratuitas, e a público pagante, se cobrado ingresso. (Renumerado do parágrafo único pela Lei nº 11.646, de 2008) Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
O Brasil nasceu de uma mistura de povos vindos de todos os lugares do mundo. Além dos indígenas que já habitavam o continente inteiro, há povos africanos, portugueses, árabes, japoneses, italianos, alemães e espanhóis. Todos esses povos trouxeram seus costumes diversos que se espalharam por todo o território brasileiro e foram incorporados na nossa cultura de uma forma tão intensa que podemos ficar surpresos ao descobrir que outros países são os inventores de algo comum no nosso dia a dia. "Como assim o cafezinho é de origem árabe?" E o que caracteriza a identidade cultural brasileira, ou, em uma palavra, a brasilidade? É possível defini-la em um traço, uma cor ou etnia? O antropólogo Darcy Ribeiro disse: “a sociedade brasileira assumiu diversas formas, variantes no tempo e no espaço, como modos sucessivos de ajustamento a distintos imperativos externos e a diferentes condições econômicas e ecológicas regionais.”O contato e o conflito entre diferentes povos e culturas presentes em nosso vasto território deram origem a diferentes maneiras de se organizar socialmente, se relacionar com o meio ambiente, expressões linguísticas, artísticas, crenças, hábitos e costumes muito diversos. Mas afinal, quem somos nós? De onde viemos? Para onde vamos? “MEU REMÉDIO” é uma comédia dramática teatral inédita que nos levará a refletir sobre essas questões e a nossa identidade. A partir de uma história real acerca de um ator brasileiro com ascendência árabe e os conflitos com a sua origem, o auto -conhecimento e a aceitação da nossa história e de quem somos, surgirá como uma chave, ou melhor, como um remédio para a realização dos nossos sonhos e desejos como indivíduos e sociedade. “MEU REMÉDIO” revelará histórias sobre as influências em nossa brasilidade, como por exemplo, que a partir dos anos 20, em que datam as primeiras aparições de imigrantes sírios e libaneses em solo carioca, a cultura árabe ajudou a desenvolver e fomentar diversos setores de nossa sociedade, tais como: economia, gastronomia, agricultura, comércio, arquitetura e artes, influenciando os modos de viver dos brasileiros e brasileiras. Como filho de imigrante sírio, nascido e criado na cidade do Rio de Janeiro, o próprio nome de batismo do ator e autor de “MEU REMÉDIO” é repleto de significados, estigmas e estereótipos, carregando também a história dos que o antecederam e que aqui chegaram, trazendo a certeza da relevância e da necessidade em resgatar, através do teatro, a consciência da importância deste intercâmbio cultural no fortalecimento da diversidade, do pluralismo e da construção de nossa identidade. O projeto poderá realizar debates com o ator principal e convidados após a sessão do espetáculo para falar sobre o papel da imigração árabe e de outras culturas na construção da identidade brasileira, fortalecendo a importância do respeito à diversidade.
Inciso V do artigo 30 da IN 01/2023 referente à ação formativa cultural oferecida como medida de ampliação de acesso: II – Oferecer ensaios abertos e palestra. Realizar 02 ensaios abertos para 400 participantes. Realizar 08 debates com o autor e ator Mouhamed Harfouch e convidados.
PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO O espetáculo será realizado em um teatro que possua acessibilidade para deficientes físicos. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Serviço de audiodescrição onde iremos disponibilizar a deficientes visuais, áudios que serão narrados em tempo real com as cenas do espetáculo. Nesse material o narrador irá descrever a história do espetáculo, as cenas, cenografia, quantidade de artistas em cena, com todo detalhamento necessário para a compreensão do espetáculo. Serão realizadas 02 sessões com audiodescrição. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em 06 sessões do espetáculo realizadas em tempo real. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Disponibilizaremos protetores auriculares em todas as sessões para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO As ações da contrapartida social serão realizadas em um local que possua acessibilidade para deficientes físicos. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Uma palestra com audiodescrição. Prioridade no acesso para as palestras e assentos reservados próximos ao ator/autor e convidados ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras nos debates que serão realizados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Disponibilizaremos protetores auriculares para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA).
Art. 30. As propostas culturais com comercialização de ingressos ou produtos culturais deverão apresentar ações formativas culturais obrigatórias, adicionais às atividades previstas, em território nacional, preenchendo o produto cultural secundário Contrapartidas Sociais no Plano de Distribuição, com rubricas detalhadas na Planilha Orçamentária. Realizar: 2 sessões gratuitas para 400 participantes e 08 debates após a sessão com co ator/autor e convidados. Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: Realizar: V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;
PROPONENTE: ALADIM RIO PRODUÇÕES ARTÍSTICAS LTDA. será COORDENADOR GERAL, GERENCIA FINANCEIRA e ATOR (MOUHAMED HARFOUCH) MOUHAMED HARFOUCH – AUTOR, ATOR E COORDENADOR Ator premiado, começou a fazer teatro ainda criança. Iniciou a carreira no teatro em 1994, em "Estação Baixo Gávea". Ganhou o Prêmio Maria Clara Machado, na Categoria Especial Preparação Corporal, com o espetáculo "A Menina Que Perdeu O Gato Enquanto Dançava O Frevo Na Terça-Feira de Carnaval". Em 2002, foi o vencedor do Prêmio Shell na mesma categoria com a peça "Auto do Novilho Furtado". Em 2004 fez "A Zeropéia" e eleito Melhor Ator no 32° Festival de Ponta Grossa com "A Aranha Arranha A Jarra A Jarra Arranha A Aranha". Sua estreia na televisão aconteceu em 1997, protagonizando o episódio "Meu Guri", do programa Você Decide, da Rede Globo. Em 2007, atuou na novela "Pé na Jaca" como o árabe Houssein, deste ano em diante, atuou em diversas novelas da Rede Globo, como: "Cordel Encantado", "Amor à Vida", "Malhação", "Órfãos da Terra" e a mais recente, "Amor de mãe" em 2020. Participou também das séries "Dupla Identidade" e "Verdades Secretas", ambas na Rede Globo. Como músico participou do programa Popstar, da Rede Globo, em 2018. No teatro, estreou sua primeira peça em 1994, na "Estação Baixo Gávea". Depois emendou vários espetáculos e foi premiado pelas peças "A Menina Que Perdeu O Gato Enquanto Dançava O Frevo Na Terça-Feira de Carnaval" e "Auto do Novilho Furtado". Atualmente Mouhamed está no ar em “Rensga Hits!”, série da Globoplay. JOÃO FONSECA - DIREÇÃO Paulista de Santos, nascido em 19/08/1964, Iniciou sua carreira como ator em São Paulo no Centro de Pesquisas teatrais de Antunes Filho. Em 1993 se muda para o Rio de Janeiro e estreia como diretor de teatro no na companhia Os Fodidos Privilegiados, grupo fundado pelo grande diretor Antônio Abujamra, onde co-dirigiu com seu mestre alguns espetáculos marcantes, tais como: O Casamento de Nelson Rodrigues (Prêmio Shell 1997), Auto da Compadecida de Ariano Suassuna (1998) e Tudo no Timing de David Ives (1999). Nos seus 25 anos de carreira tem em seu currículo mais de 70 espetáculos de todos os gêneros e diversas indicações / premiações como melhor diretor, entre os quais o Prêmio Shell, Prêmio Bibi Ferreira e Prêmio Cesgranrio, Dirigiu alguns dos principais sucessos dos palcos e da TV no Brasil nos últimos anos, entre eles os musicais "Tim Maia: não Vale Tudo" de Nelson Motta (2011), “Cazuza – Pro Dia Nascer Feliz, o Musical" (2013) de Aloísio de Abreu, e os espetáculos "Minha Mãe é uma Peça" de Paulo Gustavo (2006) que se tornou filme, e “Maria do Caritó” de Newton Moreno (2010) com Lilia Cabral, que lhe deu seu segundo Premio Shell. Na televisão dirigiu oito temporadas de "Vai Que Cola", programa de TV do canal Multishow e “A Vila”, no mesmo canal. Em 2020, fez sua estreia na direção de longa-metragens com “Não Vamos Pagar Nada”, com Samantha Schmutz e Edimilson Filho que é a primeira adaptação para cinema da obra do prêmio Nobel de literatura, Dario Fo. Seus trabalhos mais recentes incluem um musical da broadway sobre Bonnie e Clyde, um musical inédito de Rafael Primot “Kafka e a boneca viajante” e uma série jovem para Netflix intitulada “ Sem Filtro”. NEY MADEIRA - FIGURINISTA Ney Madeira, figurinista, cenógrafo, arquiteto (EAU – UFF) e mestre em teatro (UNIRIO), tem atuação na área teatral desde 1990 em todos os gêneros de espetáculos cênicos. Sócio da cenógrafa e figurinista Dani Vidal. Juntos formam a Espetacular Produções e Artes. Conquistaram os prêmios de Melhor Figurino na área teatral, como: Prêmio Botequim Cultural de Teatro de 2019 por “A Cor Púrpura, O Musical” também indicado para os prêmios APTR e Cesgranrio; Prêmio Shell de Teatro de 2018 por “Bibi, Uma Vida em Musical”, também indicado para Prêmio Cesgranrio de Teatro, Prêmio APTR, Prêmio Reverência, Prêmio Brasil Musical e Prêmio A Broadway é Aqui; APTR de 2009 por “O Santo e a Porca”; 9a Edição do Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro Infantil de 2015 por “A Conferência dos Pássaros”; Troféu Mambembe de 1997 por “Tuhu, o Menino Villa Lobos” e “Quem Segura Esse Bebê”; Prêmio Coca-Cola de 1992 por “Tartufo” e de 1998 por “Viva o Zé Pereira”. Destacam-se ainda as indicações: 8a Edição do Prêmio Zilka Sallaberry 2014 e Prêmio CBTIJ de Teatro para Crianças 2014 de Melhor Cenário por “Sambinha”; 8a Edição do Prêmio Zilka Sallaberry na categoria Melhor Figurino por “O Jardim Secreto”; Prêmio Shell de Melhor Cenário de 1993 por “Os Dois Cavalheiros de Verona”, de 2007, por “Besouro Cordão de Ouro” e de Melhor Figurino de 1995 por “As Armas e o Homem de Chokollate”, de 2001 por “Clara Nunes - Brasil Mestiço” e de 2007, por “A Hora e Vez de Augusto Matraga”. DANI SANCHEZ - ILUMINADORA Iniciou sua carreira com Antonio Abujamra na cia fodidos privilegiados, onde fez inúmeros trabalhos ao lado deste, e de Joao Fonseca. Atualmente tem assinado grandes shows ( Martnalia) e grandes musicais, tais como BettleJuice, e Leci brandão, por este ultimo esta indicada ao Premio Shell de 2023. NELLO MARRESE - CENÓGRAFONello Marrese CenógrafoResumo: Iniciou sua carreira com Antonio Abujamra na cia fodidos privilegiados, onde fez inúmeros trabalhos ao lado deste, e de Joao Fonseca, de quem é parceiro constante. Tem mais de 80 espetáculos no seu currículo e diversos prêmios, tais como o Premio Cesgranrio e o premio Aptr. Seu ultimo trabalho com Joao, Kafka e a boneca viajante, lhe rendeu uma nova indicação ao Premio aptr 2023. EDMUNDO LIPPI - DIREÇÃO DE PRODUÇÃO Em 1991 funda ao lado de Marcelo de Barreto, Gláucia Rodrigues, Wagner Campos e Cristiane D´Amato a Cia Limite 151 encenando a peça “Os Sete Gatinhos” de Nelson Rodrigues, com direção de Marcelo de Barreto. No mesmo ano produz o infantil “Dom Quixote” de Miguel Cervantes. Com adaptação de Wagner Campos e Direção Cláudio Torres Gonzaga. A partir de 1992 produz os espetáculos: “A Comédia dos Erros” de William Shakespeare; “O Mercador de Veneza” de William Shakespeare; “À Margem da Vida” de Tenesse Williams; “Frankenstein” de Mary Shelley; “As Malandragens de Scapino” de Molière; “O Olho Azul da Falecida” de Joe Orton, direção Sidnei Cruz; “O Avarento” de Molière; “A Moratória” de Jorge Andrade; “As Eruditas” de Molière; “Thérèse Raquin” de Émile Zola, direção de João Fonseca; “Auto Compadecida” de Ariano Suassuna; “O Doente Imaginário” de Molière, direção de Jacqueline Laurence; “Vaidades&Tolices” de Anton Tchekov; “O Casamento Suspeitoso” de Ariano Suassuna e “Hybris” de Wagner Campos É responsável pela Direção de Produção dos espetáculos “As Armas e o Homem” de Bernard Shaw, (1995); “Seria Trágico... Se Não Fosse Cômico” de Frederich Dürrenmatt, direção de Luiz Arthur Nunes (1996/98); “Bonifácio Bilhões” texto e direção de João Bethencourt (1999); “Um Maridão Na Contramão” de Ray Cooney, direção de João Bethencourt (2000), “O Santo e O Bicheiro” de João Bethencourt, direção José Renato, com Rosane Gofman, Monique Lafond, Gustavo Ottoni, entre outros. (2000); “Bonifácio Bilhões” de João Bethencourt, direção de Jacqueline Laurence (2001); “O Doente Imaginário”, de Molière, tradução de João Bethencourt, direção de Jacqueline Laurence (2002); “Ladrão em Noite de Chuva”, de Millôr Fernandes, direção de João Bethencourt (2005); Amor Perfeito” de Denise Crispun, com direção de Beto Brown (2008), “O Especulador”, de Honoré de Balzac, direção de José Henrique (2009); “A Varanda de Golda” de William Gibson, direção de Ary Coslov (2011); “O Canto do Cisne” de Anton Tchékhov, direção de José Henrique (2013/14) e “Fazendo História” de Alan Bennett, direção de Gláucia Rodrigues (2014); “Tem um Psicanalista na nossa cama“ de João Bethencourt e “Gays: Modos de Amar” de Flávio Braga, direção de Gláucia Rodrigues (2022) Foi responsável pela produção das tournées dos espetáculos “A Importância de Fiel” “A Mandrágora” e “Major Bárbara” do GRUPO TAPA.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.