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Esta proposta tem por objetivo realizaro festival de música regional "FESTIVAL CARIOCA DE CHORO" com espetáculos públicos de rodas de Choro em bairros cariocas e um grande show de Choro na Quinta da Boa Vista. Além das apresentações de música regional, durante o FESTIVAL CARIOCA DE CHORO será realizado um seminário sobre a importância do choro para a cultura nacional, produzidoum vídeo com as gravações dos espetáculos e um catálogo fotográfico sobre os eventos do festival.
O FESTIVAL CARIOCA DE CHORO é um festival de música regional, com apresentações de rodas de Choro em praças públicas, um grande show de Choro na Quinta da Boa Vista e um seminário sobre a importância do choro para a cultura nacional. Também serão produzidos um vídeo com as gravações dos espetáculos e um catálogo fotográfico sobre a história do Choro e os registros do Festival. O Festival será realizado no mês de junho de 2024, com doze apresentações de roda de Choro em locais escolhidos por sua tradição em manter viva a cultura do choro: Laranjeiras (Praças General Glicério e São Salvador); Glória (Praça Paris); Olaria (Reduto Pixinguinha); Engenho de Dentro (Praça Rio Grande do Norte); Madureira (Parque Madureira); Gávea (Praça Santos Dumont); São Cristóvão (Quinta da Boa Vista); Bangu (Praça 1º de Maio; Irajá (Beco da Cirrose); Jacarepaguá (Praça Seca); Campo Grande (Samba na Feira); e Ilha do Governador (Choro da Ribeira). No encerramento do Festival haverá o maior evento de Choro já ocorrido no país, na Quinta da Boa Vista, que celebrará o reconhecimento do Choro como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. A programação do Festival contempla, ainda, a realização de um Seminário Nacional sobre a importância do Choro para a cultura brasileira, om a presença de pesquisadores, gestores culturais e artistas. Estão previstas palestras, debates apresentações de grupo de choro no encerramento das atividades. Visando a formação de novas platéias, serão realizadas dez apresentações de rodas de choro em escolas públicas e/ou instituições sociais de atendimento às crianças e aos adolescentes, apresentando assim a magia do Choro à parcela jovem da populaçãoe, ao mesmo tempo. Além dos espetáculos, o projeto contempla também o registro das apresentações (incluindo o making-off) em vídeo, que será disponibilizado gratuitamente para a população pela internet, ampliando o acesso aos espetáculos àqueles que não puderam comparecer ao evento. Outro produto do Festival é a produção de um Catálogo Fotográfico impresso e com capa dura, com cobertura dos eventos, seus personagens e também fotos históricas acompanhadas de textos de especialistas no tema. O catálogo terá a tiragem de 1000 exemplares. Além da versão impressa, o catálogo também estará disponível na versão eletrônica, na internet.
OBJETIVO GERAL: Realizar o FESTIVAL CARIOCA DE CHORO em comemoração à declaração do choro como Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1) Realizar 12 Rodas de Choro em locais públicos, escolhidos por sua tradição em manter viva a cultura do choro. 2) Realizar um grande Show de Choro na Quinta da Boa Vista 3) Produzir um Catálogo Fotográfico com a cobertura dos eventos, seus personagens e também fotos históricas acompanhadas de textos de especialistas no tema 4) Produzir um Seminário Nacional sobre a importância do Choro na cultura nacional com a presença de pesquisadores, gestores culturais e artistas. 5) Produzir um Vídeo sobre o Festival, documentando todas as atividades desenvolvidas.
Tido como a primeira música regional urbana a expressar a identidade brasileira, a história do Choro está historicamente ligada à chegada da Família Real da Família Real portuguesa ao Brasil em 1808, quando o Rio de Janeiro passa por uma reforma urbana e cultural. Com a corte portuguesa, vieram instrumentos de origem europeia como o piano, clarinete, violão, flauta, bandolim e cavaquinho, bem como seus instrumentistas, e vieram também as danças de salão como a valsa, quadrilha, mazurca e polca, que viraram moda nos bailes da época. Segundo José Ramos Tinhorão, pesquisador e historiador da música popular brasileira, o Choro nasce no Rio de Janeiro por volta de 1870. Com suas origens na fusão do Lundu, ritmo de inspiração africana à base de percussão, com os gêneros europeus, inicialmente o Choro não era um gênero musical mas uma forma de tocar. O jeito "choroso" era o estilo de interpretação que os músicos populares do Rio de Janeiro imprimiam à execução das danças de salão europeias. Com a vinda da corte portuguesa para o Rio, houve também um consequente aumento da vida cultural e boêmia carioca, onde multiplicaram-se as rodas musicais de Choro nos bares e esquinas. Nesse período, destacavam-se os talentos do flautista Joaquim Calado (1848-1880), que compôs o clássico Flor Amorosa; do músico Henrique Alves de Mesquita, autor do primeiro tango brasileiro: Ali-Babá; e da primeira maestrina do Brasil, a pianista e compositora Chiquinha Gonzaga. Dono de uma obra que transcende o estilo, Pixinguinha é um dos maiores compositores da música brasileira de todos os tempos e a sua contribuição para o Choro é um divisor de águas tanto no Brasil como no exterior. O autor de Brasileirinho, juntamente com o seu grupo Os Oito Batutas, fazem turnê pela Europa em 1922 e assim o choro ganha o mundo e cruza também os caminhos do ragtime, do jazz americano, e abraça a música clássica através de Villa-Lobos. De dificílima execução, o Choro ao longo do tempo nos revelou verdadeiros virtuoses nos seus instrumentos como: Joel Nascimento, Dino 7 Cordas, Rafael Rabelo, Dirceu Leite, Jorge Simas, Jorginho do Pandeiro, Hamilton de Holanda e tantos outros. O Choro integra a nossa personalidade cultural como brasileiros, é um gênero totalmente nosso e pode ser considerado a "Monalisa" da música, é um clássico. Waldir Azevedo, o Mago do Cavaquinho, é um dos maiores exemplos de artista cuja trajetória e contribuição foram definitivos para a história e popularização do Choro. Compositor de clássicos como Delicado e Pedacinho do Céu, o músico e compositor carioca é seguramente o autor do Choro mais popular já composto, gravado e regravado infinitas vezes, sucesso nacional e internacional: o Brasileirinho, hino de todos os chorões. Ao longo da história, o Choro ganhou espaço, abrangência e profundidade, tanto nas rodas de choro em praças públicas como nos cursos de graduação e pós-graduação das universidades. A rede de clubes e rodas de choro reforçam a sua capilaridade e capacidade de resistência, como um fio condutor que conecta passado, presente e futuro. Esses grupos não apenas honram o legado dos músicos anteriores, mas também refletem a busca contínua por compartilhar o Choro com o público e manter suas tradições vivas. No Rio de Janeiro, as Rodas de Choro tradicionais sobrevivem ao passar dos anos, agregando as pessoas silenciosamente em um movimento de resistência cultural e preservação da tradição. Considerando que a cultura é algo vivo, percebemos que no mundo globalizado é comum os ataques às culturas locais pelas manifestações artísticas de lugares hegemônicos, que querem ocupar todos os espaços, e que é fundamental o movimento de resistência e a reinvenção diária para não se perder a conexão com as tradições. Na perspectiva do Poder Glocal, do geógrafo e pensador Milton Santos, onde as idéias de globalização e localização enfatizam como as dinâmicas globais afetam os contextos locais e vice-versa, a preservação do Choro pode ser abordada considerando tanto a sua conexão com as raízes culturais locais quanto a sua capacidade de projeção no cenário global. Na perspectiva local, Milton Santos valoriza a importância dos lugares e histórias do lugar, argumentando que a globalização não deve resultar na perda da identidade cultural das comunidades. A preservação do Choro envolve a consideração de seu papel na formação da identidade dos subúrbios cariocas, mantendo vivas as tradições e valores associados a esse gênero musical. Por outro lado, o poder glocal também enfatiza como as manifestações locais podem ter impacto global. O Choro, ao longo dos anos, ganhou reconhecimento internacional e influenciou outros gêneros musicais ao redor do mundo. A preservação do Choro não implica apenas em manter as suas raízes locais, mas sim em uma oportunidade para que todas as camadas da sociedade carioca, independentemente de sua origem social, possam desfrutar e participar desse patrimônio cultural. Também implica não apenas em manter suas raízes locais, mas permitir que ele continue a evoluir e se fortalecer, se conectando com outras tradições musicais globalmente por meio de colaborações internacionais, intercâmbios e eventos que ampliem o seu alcance. Na perspectiva da acessibilidade, o poder glocal também destaca a importância da valorização e do acesso equitativo à cultura. A preservação do Choro não deve ser uma prática elitista, mas uma oportunidade para que toda a sociedade possa participar por meio de programas educacionais, eventos públicos e acessíveis. Por fim, na perspectiva da inovação cultural, Milton Santos argumenta que as comunidades não devem ser vistas apenas como passivas diante das influências globais, mas como agentes ativos na criação de novas formas de cultura. A preservação do Choro pode ser acompanhada pela exploração de novas abordagens, experimentações e fusões musicais que mantêm os elementos essenciais do gênero, ao mesmo tempo em que o rejuvenescem para atrair novas gerações. De seu passado, o resgate de acervos e a codificação de seus conhecimentos em pesquisas e obras, entre as ações em destaque estão a sua declaração como Patrimônio Cultural Carioca em 2012, através do decreto Nº 35.550/12. Outra mobilização, mais recente, do Clube do Choro de Brasília, do Instituto Casa do Choro do Rio de Janeiro, do Clube do Choro de Santos e de chorões e choronas de vários cantos do país através de inúmeros abaixo-assinados, contribuiu para a declaração do Choro como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, na 103ª Reunião Ordinária do Conselho Consultivo, o órgão colegiado de decisão máxima do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), no dia 29/2/2024. Apesar das recentes conquistas, há a necessidade de somar esforços para tornar o choro mais acessível e apreciado, de continuar trabalhando para expandir seu alcance com a formação de novas plateias. A dedicação dos músicos cariocas em preservar e divulgar o choro nos serve como um lembrete inspirador de como a música tem o poder de unir, transmitir tradições e enriquecer a vida das pessoas. Neste sentido, o FESTIVAL CARIOCA DE CHORO vem contribuir para o fortalecimento da política do Patrimônio Cultural Brasileiro, tornando-o mais conhecido e admirado por novas plateias, com as rodas de choro se efetivando como verdadeiros instrumentos de educação patrimonial, visando a proteção e promoção desse valioso patrimônio cultural. A realização do Festival através do incentivo proporcionado pela Lei Rouanet, vem ao encontro das políticas públicas nacionais para o fortalecimento da cultura. A utilização dos recursos da Lei Rouanet neste projeto está baseada no disposto no Art. 1º, Incisos I, II, III, IV, VI e IX, da Lei 8.313/91, transcritos a seguir: "Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional ... VI - Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; ... IX - Priorizar o produto cultural originário do País." O projeto atende também ao Inciso II do Art. 3º da Lei Nº 8.313, DE 23 DE DEZEMBRO DE 1991, transcrito abaixo: "Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: ... II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: ... c) Realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; "
O Festival será realizado conforme abaixo: 1. APRESENTAÇÕES MUSICAIS - RODAS DE CHORO EM LOCAIS PÚBLICOS. Serão realizadas treze espetáculos de Choro , com 1:30 h de duração cada. Os bairros/locais sugeridos, foram escolhidos por sua tradição em manter viva a cultura do Choro: Laranjeiras: Praças General Glicério e São Salvador Glória: Praça Paris Olaria: Reduto Pixinguinha Engenho de Dentro: Praça Rio Grande do Norte Madureira: Parque Madureira Gávea: Praça Santos Dumont São Cristóvão: Quinta da Boa Vista Bangu: Praça 1° de Maio Irajá: Beco da Cirrose Jacarepaguá: Praça Seca Campo Grande: Samba na Feira Ilha do Governador: Choro da Ribeira Os Artistas: Alguns dos principais grupos e solistas, serão as atrações: Conjunto Época de Ouro; Conjunto Galo Preto; Choro Novo; Orquestra Carioca de Choro; Choro na rua; Choro na feira; Alceu Maia e Choro Elétrico; Ernesto´s no Choro; Pixinbodega; Luciana Rabello; Nilze Carvalho; Daniela Spilmann; Andrea Ernest Dias; Maria Teresa Madeira; Carlos Malta; Joel Nascimento; Silvério Pontes; Hamilton de holanda; Yamandu Costa e Jovi Jovinianno. 2. SEMINÁRIO Será realizado um Seminário Nacional sobre a a importância do Choro para a cultura nacional com a presença de pesquisadores, gestores culturais e artistas. O Seminário terá um dia de duração, com palestras, debates e apresentações de rodas de Choro no encerramento dos trabalhos. As atividades do Seminário serão registradas em vídeo e divulgadas na internet, visando atingir maior abrangência de público. 3. VÍDEO Será produzido um vídeo sobre FESTIVAL com o registro dos melhores momentos, uma versão resumida das ações realizadas. Todas as apresentações serão gravadas e disponibilizadas gratuitamente pela internet. 4. CATÁLOGO Será produzido um Catálogo Fotográfico impresso e com capa dura, com cobertura dos eventos, seus personagens e também fotos históricas acompanhadas de textos de especialistas no tema. O catálogo terá quarenta páginas e tiragem de 1.000 exemplares. Além da versão impressa, também estará disponível a vaersão eletrônica do catálogo na internet.
PRODUTO: FESTIVAL/MOSTRA ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas de acesso, espaço reservado com cadeiras, banheiros adaptados, cadeiras de rodas ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: linguagem oral, tradução em libras PRODUTO: APRESENTAÇÕES DE MÚSICA REGIONAL ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas de acesso, espaço reservado com cadeiras, banheiros adaptados, cadeiras de rodas ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: linguagem oral, tradução em libras PRODUTO: CATÁLOGO FOTOGRÁFICO ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: não aplicável ao produto ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: audiodescrição na versão eletrônica PRODUTO: SEMINÁRIO ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas de acesso, espaço reservado com cadeiras, banheiros adaptados, cadeiras de rodas ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: linguagem oral, tradução em libras PRODUTO: VÍDEO ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: não aplicável ao produto ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: linguagem oral, tradução em libras
Atendimento aos incisos I, II, IV e VI do art. 28 da IN nº 01/2023, transcritos abaixo, serão adotadas as seguintes medidas de ampliação do acesso ao projeto: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); Medidas: Acesso gratuito ás apresentações de música regional, seminário e distribuição gratuita do Catálogo Fotográfico impresso II - ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27; Medidas: Acesso gratuito às apresentações e ao seminário IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; Medidas: Serão disponibiliados pela internet o vídeo das apresentações, das palestras do seminário e o catálogo fotográfico em versão digital. VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Medidas: Será realizado um Seminário, com entrada gratuita
A empresa Veredas Gestão Cultural LTDA é administrada pelos seus sócios Ângela da Silva Leonício e Cláudio Jorge da Silva Soares - Sócio Administrador. A empresa, através do seu Sócio Administrador, será responsável pela coordenação administrativa e gestão do processo decisório do projeto. Produtora reconhecida pela diversidade de shows, a Veredas tem em seu histórico produções na área de eventos, shows, coordenação e execução de projetos socioculturais, prestação de serviços de produção e eventos on-line. Entre os eventos produzidos pela Veredas, destacamos: Baile de Carnaval do Hotel Copacabana Palace (produção musical e executiva); Asfoc/FIOCRUZ – Fundação Oswaldo Cruz (15 shows); Circuito de Shows SESC Velha Guarda da Portela 2002-2016 (mais de 100 shows); 1º Encontro Funemac da Conciência Negra 2013; 1º Encontro Funemac da Conciência Negra 2013, em parceria com o Grupo 100% Suburbano; Roda de Choro do Reduto Pixinguinha 2016-2019; Viradão Cultural Suburbano 2019-2020; Carnaval Infantil 2020 da praça do Reduto Pixinguinha; Homenagem ao Dia da Consciência Negra 2020; Homenagem ao Dia Nacional do Samba 2020-2021; Série de lives Canal Iaras e Pagús 2021-2020 (mais de 40 programas); Live do Dia do Trabalhador 2021, com show de Neguinho da Beija Flor e convidados; Live do Dia do Bancário 2021, com o Grupo Revelação e convidados. Na organização de eventos corporativos, prestamos serviços para os seguintes clientes: ABL Eventos, ADPERJ, Agência UM, Carlson Wagonit Travel, Eleganza Eventos, Gauche Eventos, Hotel Rio Internacional, Hotel Sheraton, Icatu Hartford, Capitalização, Incentive House, Jornal o Dia, Okasion Eventos, Matriz de Eventos, Promeeting e Sapoti Eventos. Para a direção artística do projeto, a Veredas convidou o reconhecido produtor e diretor artístico Fernando Gama, responsável por uma série de eventos que surgiram no Rio de Janeiro voltados ao grande público, como a criação do Reveillon de Copacabana (20 anos); o projeto “Rio com Açúcar”, atraindo multidões nos finais de semana e feriados à Praia de Ipanema, o Pontal da Marina da Glória; a Casa Rosa; os 200 anos da Revolução; os 90 anos da Avenida Rio Branco; a inauguração da Linha Vermelha; e a “Semana Cultural em Santa”, em Santa Teresa e Lapa. Atuou na coordenação do Carnaval, desde a inauguração do Sambódromo, organizou durante anos bailes populares em mais de 60 locais da cidade e lançou, em 1989, o “Rio Folia” espetáculos alternativos realizados durante o Carnaval, que incentivaram o surgimento de bandas e a formação de novas plateias, contribuindo para a retomada da Lapa como coração artístico da cidade. O Diretor de Produção do Festival será Didu Nogueira. Produtor Musical, cantor e compositor com 33 anos de experiência na área, Didu atuou na gerência de projetos na Secretaria de Estado da Cultura do Rio de Janeiro (2007-2015), na gerência de eventos da da RIOTUR - Empresa de Turismo do Município do Rio de Janeiro (2003). Em produção cultural atuou na UERJ - Universidade Estadual do Rio de Janeiro (1996-1998), na RIOTUR - Empresa de Turismo do Município do Rio de Janeiro (1990-1991), Clube do Samba (1983-1987) e Bandola Produções Artísticas e Culturais Ltda (1979-1982). Principais PROJETOS: Projeto Geografia Musical do Estado com shows nas cidades de Macaé, Nova Iguaçu e Rio de Janeiro (2022); Direção Artística do Show ‘Os Outros Batutas’ (SESC Pompéia - 2022); Shows com Maria Teresa Madeira, Hamilton deHolanda, Orquestra Carioca de Choro e Quintal do Pagodinho (2016-2017); Dia Nacional do Choro no Parque Garota de Ipanema (Rio de Janeiro) (2013); Direção do Caruru do João (2011-2012) ; Dia Nacional do Choro (2012); Canta Jovelina (2012); Viradão Carioca. Coordenação de produção (2010); Domingueira no Bonifácio, no centro Cultural José Bonifácio (2009); Conversa de Botequim (2006); Caravana Tim (2005); Grande Roda de Samba na Praia do Flamengo com mais de 50 sambistas (2004); Réveillon da Cidade do Rio de Janeiro nas praias Ipanema, Flamengo, Ilha do Governador, Ilha de Paquetá, Barra da Tijuca (2003); Festival “Fábrica do Samba”, no Maracanãzinho (2003);
PROJETO ARQUIVADO.