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PRONAC 241957Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Festival Multicultural Confluir: Amefricanidades Amazônidas

KEYSE VALADARES E VALADARES
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 200,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Gastronomia de valor cultural
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Quilombolas
Ano
24

Localização e período

UF principal
PA
Município
Belém
Início
2025-03-05
Término
2025-06-30
Locais de realização (1)
Belém Pará

Resumo

O Festival Confluir é um levante cultural das juventudes amazônidas do Pará que se (re)conectam pelas ruas, rios e periferias de Belém. Visa celebrar as expressões artísticas e as r-existências culturais dos povos amazônidas que constroem a diversidade das periferias de Belém do Pará, reivindicando o direito à cidade, conectando histórias e co-criando um espaço seguro e de livre manifestação das potencialidades artístico-culturais dos povos e comunidades tradicionais que coabitam o município. O Festival promoverá a multiculturalidade da Amazônia por meio de shows, pocket shows, rodas de conversa e feiras gastronômicas e de economia criativa.

Sinopse

O Festival Multicultural Confluir é um levante cultural dos povos amazônidas do Pará que se (re)conectam pelas ruas, rios e periferias de Belém “negritando” suas r-existências por meio da arte. A juventude quilombola, indígena, ribeirinha, periférica, negra de todos os cantos do estado escolhem Belém como casa para estudar, trabalhar e empreender e são acolhidos por Mairi Tupinambá/Belém do Pará como filhas e filhos dessa terra afro-indígena. O festival é um manifesto político-cultural que demarca a resistência de povos e territórios em um movimento de (re)conexão ancestral e denuncia as violências historicamente vivenciadas. Para esse grande ato, escolhemos Belém do Pará, mais especificamente o Bairro do Guamá para ecoar nossas vozes e expressões de luta e de vida. O Festival Confluir apresentará a potência da multiculturalidades dos povos, territórios, ruralidades e urbanidades por meio: Espaços de escuta, diálogo e apresentação de trabalhos acadêmicos e comunitários na temática das amefricanidades amazônidas: Abertura de incrições para apresentações de trabalhos comunitários e acadêmicos e co-criação de rodas de conversa abertas à população a serem realizadas em espaços culturais do bairro do Guamá. Feiras gastronômicas e de economia criativa: Articulação com microeemprendedores locais oriundos das comunidades quilombolas, indigenas e das periferias de Belém para a comercialização de produtos diversos. As feiras possibilitarão o fortalecimento da economia local e a potencialização das iniciativas artísticas e gastronômicas. Democratização do acesso e promoção de iniciativas de acessibilidade: Criação de estratégias e produtos de comunicação para atender às demandas e especificidades das pessoas com deficiência e população em geral, nas redes sociais e presencialmente. Contratação de profissionais e de serviços para adaptação de estruturas e espaços para garantir inclusão e equidade. Realizar pocket shows de autoria dos artistas amazônidas: Co-criação de espaços culturais de preparação e chamamento para o evento principal. Serão realizadas inscrições e convites para artistas indígenas, quilombolas e periféricos para composição das apresentações nos pockt shows. Apresentações artístico-culturais: Realização de um grande show de celebração das amefricanidades amazônidas por meio de apresentações de grupos musicais e artistas de diversos segmentos culturais a partir do protagonismo negro, indígena, quilombola e periférico. Com serviços que garantam acessibilidade. Entrada gratuita para todas as faixas etárias e arrecadação de alimentos para doação às comunidades quilombolas do Território Quilombola de Jambuaçu, Moju-Pará.

Objetivos

Objetivo geral: Celebrar as expressões artísticas e as r-existências culturais dos povos amazônidas que constroem a diversidade das periferias de Belém do Pará, reivindicando o direito à cidade, conectando histórias e co-criando um espaço seguro e de livre manifestação das potencialidades artístico-culturais dos povos e comunidades tradicionais que coabitam o município. Objetivos específicos: Realizar pocket shows de autoria dos povos amazônidas em espaços culturais do bairro do Guamá; Promover espaços de rodas de conversa, escuta e diálogo e apresentações de trabalhos acadêmicos e comunitários na temática das amefricanidades amazônidas; Fortalecer a economia local por meio da realização de feiras gastronômicas e de economia criativa que contarão com a participação de microempreendedores das periferias de Belém e das comunidades tradicionais do estado do Pará; Garantir acessibilidade e democratização de acesso por meio das ações de comunicação e produção do evento; Promover apresentações artístico-culturais protagonizadas por artistas negros, indígenas, quilombolas e periféricos.

Justificativa

O Festival Confluir será uma manifestação ativa e potente da pluralidade de povos, corpos, subjetividades, culturas, resistências e expressões de vida que ocupam as periferias de Belém do Pará. Se configura como um espaço para ecoar vozes, apresentar as potencialidades dos quilombos, aldeias, favelas e comunidades da Amazônia Paraense e de chamar atenção para as problemáticas vivenciadas no estado do Pará e no munícipio de Belém, com enfoque no Bairro do Guamá. O Bairro do Guamá é um grande quilombo urbano, é terra indígena banhado pelas águas do Rio Guamá e pelas histórias de enfrentamento ao racismo e às múltiplas faces da violência. É o bairro mais populoso da capital, com pouco mais de 100 mil habitantes, e tem sua origem marcada pela segregação de um povo majoritariamente negro que resistiu e resiste até os dias atuais. É no Guamá que está localizada a maior universidade do Norte do país, a Universidade Federal do Pará, onde milhares de estudantes quilombolas e indígenas oriundos de diversos quilombos e aldeias constroem e contam suas histórias. O bairro é apenas uma parte de Belém, mas reflete a realidade de diversos bairros e municípios dos estado e abriga histórias de luta, afeto, suor e resistência. O Festival conectará narrativas, vivências e r-existências dos povos dos rios e das florestas, dos povos da cidade, das favelas e comunidades em uma grande confluência de vida, arte e cultura às margens do rio Guamá. Diante disso, se reconhece a importância da Lei de Incentivo à Cultura para tornar possível a realização desse ato político-cultural dos povos da Amazônia que habitam a terra fértil de Mairi-Tubinambá/ Belém do Pará. A população negra, periférica, indígena e quilombola que reside no Bairro do Guamá, e/ou em outras periferias de Belém, sofre com o abandono do poder público, com a falta de saneamento básico, ausência de moradia de qualidade, precarização de serviços e com o racismo estrutural, institucional e ambiental que fere, mata e viola direitos. É necessário abrir caminhos para a livre expressão das multiculturalidades desses sujeitos, para o livre exercício do direito à cidade, do direiro à vida, e isso só sera possível por meio da democratização do acesso à políticas públicas que fomentem à arte, cultura, educação e saúde, por meio de financiamento que considere as demandas das comunidades e povos tradicionais e da população negra e periférica. Firmamos esta proposta para promover a inclusão e equidade em todas as suas dimensões e também como estratégia de movimentar a criatividade e a economia dos povos que residem nas periferias de Belém. Deste modo, estamos contribuindo para a inserção político educacional de grupos historicamente excluídos dos processos políticos e sociais. Lançamos o festival Confluir como um chamento para toda a população, para os trabalhadores, estudantes, moradores que desmarcam diariamente sua r-existência e escrevem suas histórias pelas ruas e rios de Belém. A Lei de Incentivo à Cultura representa uma oportunidade de viabilizarmos e potencializarmos a celebração da vida e a manifestação das expressões artístico-culturais dos povos e territórios da Amazônia paraense que se (re)conectam em Belém.Para a realização do Festival Confluir, nos apoiamos nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Considerando a multiplicidade de frentes e caminhos a trilhar antes, durante e após a realização do festival, apontamos os seguintes objetivos presentes no inciso e alínea do Art. 3° da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; d) cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a exposições públicas no País e no exterior; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. do Pará se encontra.

Especificação técnica

Pocket show: Será realizado em um dia (data que atecederá o show principal), 4 horas de duração. Materiais: estrutura de palco, som e luz, técnicos especializados para gerenciar os equipamentos, equipe de trabalho para organização e realização. Articulação de espaço para realização do evento. Rodas de conversa, escutae diálogo e apresentações de trabalhos comunitários e acadêmicos: Será realizado em um dia (data que atecederá o show principal), 5 horas de duração. Materiais: Equipamentos de som (caixa de som, microfone, cadeiras e mesa, material de papelaria (folders e crachás). Articulação de espaço para realização da atividade. Apresentações artístico-culturais - Evento principal- Festival - (grande show de celebração das amefricanidades amazônidas): Será realizado em uma dia, 8 horas de duração. Materiais: estrutura de palco, som e luz, led, técnicos especializados para gerenciar os equipamentos, equipe de trabalho para organização e realização. Articulação de espaço para realização do evento. Banheiros químicos, bebedouros, nove tendas para feira de economia criativa e gastronomia e vendas de bebidas.

Acessibilidade

Pessoas com deficiência visual:Comunicação com utilização de recursos como o “Pra cego ver”.Utilização do recurso Braille em exposições e comunicação de espaços e acessos.Permissão para a entrada de cães-guia. Pessoas com deficiência auditiva:Interprete de LIBRAS para a comunicação geral e apresentações. Pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida:Área reservada para melhor visibilidade de palco e espaços de exposição.Garantia de maior e melhor mobilidade. Público em geral:Garantir o acesso de todos os públicos que se sintam atraídos pelo tema sem distinções.Curadoria inclusiva para a contratação de artistas que comporão o conjunto de atividades que serão entregues ao público participante.Utilização de protetores auriculares para pessoas com algum tipo de sensibilidade ou que precisem desse item para melhor convivência nos espaços e acompanhamento das atividades propostas.

Democratização do acesso

Para garantir o acesso a democratização no Festival, vamos oferecer para o público entrada gratuita em troca de um quilo de alimento não perecível - e logo após o festival, distribuir os produtos de forma gratuita para famílias do Território Quilombola de Jambuaçu, Moju-Pará. Iremos também, disponibilizar nas redes sociais e outros meios de comunicação materiais audiovisuais (panfleto, vídeo-manifesto, lives, cartazes e entre outros), antes, durante e após o festival, para que possamos alcançar a nossa audiência. Para além disso, viabilizaremos a realização de Rodas de Aquilombamento, espaços de escuta, apresentação de trabalhos acadêmicos e comunitários na temática das amefricanidades amazônidas, Pocket shows de forma acessível a toda a população.

Ficha técnica

A proponente, Keyse Valadares, é responsável pela gerência do festival, participando de reuniões, oficinas, organizando, e realizando a gestão financeira. Gestão de projeto e financeiro - Keyse Valadares e Valadares - mulher, preta, Quilombola, amazônida, poeta, palhaça, contadora de Histórias e Secretária do Perpetuar. Graduanda em Ciências Sociais pela UFPA e militante da juventude Quilombola de Jambuaçu. O principais profissionais envolvidos no planejamento e execução da proposta são: Assistente: Samilly Valadares Soares - Mulher negra, quilombola e amazônida. Psicóloga formada pela Universidade Federal doPará. Educadora Popular, pesquisadora e ARTivista, Contadora de Histórias e Palhaça. Mestranda em Direitos Humanos e Cidadania pela UNB, pós-graduanda em Psicologia Social e Comunidades (Instituto Parentes) e pós-graduada em Psicopedagogia (ESAMAZ). Fundadora do Projeto Perpetuar – Iniciativa coletiva de fortalecimento das identidades, ancestralidades e territorialidades quilombolas por meio da educação, arte e cultura. Embaixadora da Juventude pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime – UNODC/ONU Brasil. Militante do Movimento da Juventude Quilombola de Jambuaçu e da Juventude da CONAQ. Assistente: Reyssan Valadares Soares - Quilombola do Quilombo Oxalá de Jacunday, negro, estudante do 7º semestre de Ciências Sociais na Universidade Federal do Pará, Gestor Financeiro do Projeto Perpetuar, Bolsista do Programa Prosseguir e Pesquisador do Coletivo Nacional de Realizadores Quilombolas audiovisuais. Assistente: Maurício Fernandes da Costa - Negro, ator, produtor cultural, educador social, palhaço, produtor de marketing de mídias sociais, profissional de marketing, pai, Filho, irmão de seis, voluntário do Projeto Perpetuar e sócio produtor do Bloco dos Americanos.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.