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Realização do curta-metragem O Silêncio da Carranca, com 15 minutos de duração, em formato 4K. Realização de oficina de produção audiovisual para 30 pessoas da comunidade local. Circulação de exibição do filme em 05 comunidades tradicionais ribeirinhas.
SINOPSE DA OBRA AUDIOVISUAL De férias em uma pequena Ilha no Interior do Espírito, Marcelo e Antônio vêem o sossego desaparecer em um clima de tensão gerado pelo desaparecimento de uma moça da comunidade. Conforme a busca pela jovem se inicia, todos são considerados culpados. CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA ETÁRIA - NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 06 ANOS DE IDADE ( Classificação realizada de acordo com o Guia Prático – 2012 da Secretaria Nacional de Justiça/MJ.)
OBJETIVO GERAL Realização do curta-metragem O Silêncio da Carranca, com 20 minutos de duração, em formato 4K, desenvolvido juntamente com a comunidade de pescadores artesanais e de grupos tradicionais de cultura popular locais, como forma de ampliar o acesso a essa população a bens culturais e atuar na difusão cultural de grupos históricamente excluídos. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Realização de curta-metragem com cerca de 20 minutos de duração e de alta qualidade técnica e artística, fomentando a diversidade cultural, fortalecendo o cenário cultural e cinematográfico capixaba com produções que remetam à valorização da cultura e costumes tradicionais da identitaria regional e difundindo o patrimônio intelectual e imaterial da cultura capixaba. Realização de oficina cultural de formação cultural e produção audiovisual com duração de 02 meses, direcionadas gratuitamente para cerca de 30 pessoas das comunidades abrangidas pelo projeto, com foco principal em alunos e professores de instituições públicas de ensino e na população de pescadores artesanais, promovendo o acesso de moradores locais em processos de aprendizagem e formação cultural, exercendo forte papel da cidadania e inclusão social através da arte e educação. Fomentar a formação de platéias através de 05 exibições do filme finalizado em locais públicos e com acesso a pessoas portadoras de necessidades especiais, Promovendo também a difusão de bens culturais imateriais da cultura regional, valorizando-os e trazendo à tona o sentimento de pertencimento da comunidade com a sua cultura e suas raízes. Distribuição gratuita de 150 DVDS para a rede de ensino público e participantes do projeto, auxiliando em processos educacionais e culturais e difundindo a cultura local, da pesca artesanal, do Jongo do Sudeste e do folguedo Reis de Boi.
O SILÊNCIO DA CARRANCA é um projeto de curta-metragem de 20 minutos em formato digital, com ideia original de Rogério Sagui e Roteiro de Thiago Rabelo. O projeto foi concebido para realização na Ilha de Guriri e regiões adjacentes, local instrisicamente ligado com as culturas tradicionais culturais que moldaram a identitária regional. A Ilha de Guriri tem importância vital para a história e identidade do Município de São Mateus e consequentemente para o Estado do Espírito Santo. A localidade remonta a história do próprio Brasil e foi o palco da Batalha do Cricaré, entre nativos e portugueses, no ano de 1558, que resultou em um genocídio,ocasionando a morte de 6 mil indígenas. Dentre os movimentos sociais e símbolos que compõem sua trama histórica, social e cultural, podemos destacar comunidades ribeirinhas, como as Barreiras, Meleiras e Pontal Sul, caracterizadas pela diversidade sociocultural resultante da miscigenação entre indígenas, primeiros habitantes do território, colonizadores brancos e, posteriormente, pessoas em condição de escravidão. Esse fato é observado nas comunidades por meio do modo de vida (baseado na pesca artesanal), da culinária típica, do uso de plantas e ervas (medicina caseira), das crenças religiosas, das festividades e das manifestações folclóricas do Jongo e Reis de Boi. O Jongo do Sudeste é uma forma de expressão afro-brasileira que integra percussão de tambores, dança coletiva e práticas de magia. É praticado nos quintais das periferias urbanas e em algumas comunidades rurais do sudeste brasileiro, como por exemplo: na Ilha de Guriri, mais precisamente nas Barreiras, comunidade abrangida na produção do projeto. O Jongo foi inscrito no Livro das Formas de Expressão, do IPHAN em 2005. Existem também muitas pesquisas sobre o jongo capixaba, diversos e extensos trabalhos academicos acerca do tema, porém, apesar do grande valor artístico inquestionável para a memória capixaba e nacional, é quase inexistente a realização de obras cinematográficas ficionais que tratem temática do Jongo como fio condutor de uma trama de cinema,portanto o nosso projeto atendende claramente ao Art. 1º da Lei n° 8.313/91, inciso, IX - priorizar o produto cultural originário do País. Os principais personagens da comunidade, são gente simples; um mestre de Jongo, líder da comunidade, sua filha, professora e brincante do jongo e pescadores artesanais. Tendo como pano de fundo os principais símbolos e referências culturais do Espírito Santo; a pesca artesanal, os povos dos manguezais, folguedos de Reis de Bois e o Jongo com os seus "Eternos Brincantes", atendendo ao Art. 1º da Lei n° 8.313/91, inciso VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro. É de grande importancia a produção do curta-metragem O SILÊNCIO DO CARRANCA, que consequentemente preencherá essa lacuna na cultura capixaba, estreitando ainda mais os laços de pertencimento da comunidade com as suas raízes culturais. Visto posto que por muitas vezes o conceito de salvaguardar um patrimônio ainda está muito ligado à preservação de bens edificados e tombamentos, distanciando-se por muitas vezes de salvaguardar as manifestações culturais tradicionais, ricas e belas que compoem toda a beleza dos bens imateriais que dão contorno e vida à nossa cultura. A difusão das práticas e saberes tradicionais e ancestrais através de obra cinematográfica inédita, como é o caso do nosso projeto, nos leva a um patamar de consciencia social e auxilia na fruição muito relevante do patrimônio ciltural imaterial brasileiro. Diante do exposto acima justifica-se a produção do curta-metragem O SILÊNCIO DA CARRANCA, indo ao encontro com o Art. 1º da Lei n° 8.313/91, inciso IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; Para além disso, o projeto também se justifica no entendimento que para se fazer o bom uso do bem público é também democratizar o acesso aos moradores locais dessa referida comunidade, através de ações realmente afirmativas, inserindo-os em todo o processo a começar ofertando oficina de produção audiovisual, com abrangência de 30 pessoas, visando a formação cultural e profissional, troca de valores e conhecimentos e que de uma maneira sólida e real crie impacto social e econômico regional além de transcender à realidade desses grupos sociais, abrindo um novo horizonte e perspectivas de vida para os moradores da comunidade local e adjacente, atendendo o Art. 1º da Lei n° 8.313/91, nos incisos I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;
Visão do Diretor Filme: O Silêncio da Carranca PLANO DE DIREÇÃO "O Silêncio da Carranca" filme que se passará na paradisíaca ilha de Guriri, em São Mateus, situada no litoral norte do Espírito Santo. A produção envolverá os moradores por meio de oficinas na pré-produção, enriquecendo a narrativa e fortalecendo os laços com a comunidade. A fotografia desta produção será marcada pela beleza das praias, rios e mangues, criando um clima tropical que contrasta com os conflitos da narrativa. A luz desempenhará um papel crucial, com oitenta por cento dela sendo natural nas cenas externas, moldando o visual do filme. Para as locações internas, faremos uso de refletores, asters de LED e alguns fresneis. O objetivo é capturar a atmosfera natural das locações, destacando as cores azuis, verdes e douradas. Os personagens são tridimensionais, psicologicamente complexos, e o ambiente social, incluindo as comunidades ribeirinhas e as ruas típicas de Guriri, contribui para a autenticidade da história. “O Silêncio da Carranca" será um drama de suspense com uma estética poética, explorando a ilha e a cultura local como um elemento central. O filme convida à reflexão sobre a busca emocional de Santo Reis por sua filha desaparecido. Ele se vê envolvida em uma trama com que incitara o seu lado mais brutal. Santo não descansará até descobrir o paradeiro de sua filha. Não há respiros nesta trama. Ela introduz de forma eficaz o par protagonista, que se vê envolvido em situações extremas para proteger um segredo que pode custar-lhes a vida. De turistas, eles se transformam em alvos, perseguidos por homens, pela moralidade, pela consciência entorpecida pelo álcool e pelo passar lento das horas que os sufoca. É um filme que aterroriza pela sua capacidade de gerar identificação, alimentada pela estética sombria que expressa a insegurança e a sensação constante de perigo. O filme convida à reflexão sobre a busca emocional de Santo Reis por sua filha desaparecido. Ele se vê envolvida em uma trama com que incitara o seu lado mais brutal. Santos não descansará até descobrir o paradeiro de sua filha.
O Projeto O SILÊNCIO DA CARRANCA PREVÊ UMA FORMAÇÃO DE PRODUÇÃO AUDIOVISUAL DIRECIONADA AOS MORADORES LOCAIS COMO FORMA DE OFERTAR ACESSO A BENS CULTURAIS ATRAVÉS DE AÇÃO SOCIOEDUCACIONAL E PROMOVENDO A INSERÇÃO DE NOVOS ATORES ECONÔMICOS NO MERCADO DA ECONOMIA CRIATIVA ATRAVÉS DE CAPACITAÇÃO NA ÁREA AUDIOVISUAL. A OFICINA SERÁ MINISTRADA POR DIRETOR DE CINEMA ATUANTE E DE RELEVÂNCIA NO CENÁRIO CINEMATOGRÁFICO NACIONAL, PRORIZANDO ASSIM QUE TODA A AÇÃO POSSA TER UM IMAPCTO POSITIVO SOBREMANEIRA DENTRO DA COMUNIDADE ABRANGIDA PELO PROJETO. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: *Oficina de Direção: Explorando o Universo da Direção Cinematográfica* *Objetivo:* Introduzir os participantes ao mundo da direção cinematográfica, abordando conceitos fundamentais, técnicas de decupagem e a importância do estilo na narrativa cinematográfica. *Duração:* 08 encontros de 2horas/aula, totalizando 16 horas de curso - Vagas: * Seão ofertados 30 vagas dentro da comunidade abragida pelo projeto *I. Introdução - Boas-vindas aos participantes.- Breve apresentação do diretor Rogério Sagui e sua experiência na indústria cinematográfica.- Contextualização sobre a importância da direção no processo cinematográfico. *II. Conceitos Fundamentais - Definição de direção cinematográfica e seu papel na criação de um filme.- Exploração das escolhas que um diretor enfrenta ao conduzir um projeto, incluindo seleção de elenco, tom de cena e estética visual.- Discussão de exemplos de filmes emblemáticos para ilustrar a influência da direção na narrativa e no estilo. *III. Técnica de Decupagem - Explicação detalhada sobre o processo de decupagem de um roteiro antes das gravações.- Demonstração prática de como realizar uma decupagem, destacando as escolhas técnicas envolvidas, como planos de câmera, movimentos e enquadramentos.- Exercício prático: os participantes terão a oportunidade de realizar a decupagem de uma cena curta, sob orientação do diretor Rogério Sagui. *IV. Estilo na Narrativa Cinematográfica - Exploração do conceito de estilo na direção cinematográfica e sua importância na construção da narrativa.- Análise de diferentes estilos de direção e como cada um contribui para a identidade visual e emocional de um filme.- Debate sobre a relação entre estilo e mensagem, e como a escolha estilística afeta a interpretação do público. *V. Conclusão e Debate - Recapitulação dos principais pontos abordados na oficina.- Espaço para perguntas e respostas com o diretor Rogério Sagui.- Encerramento e agradecimentos aos participantes. *Recursos Necessários:*- Projetor e tela para apresentações.- Material de escrita (canetas, lápis, papel) para os participantes.- Roteiros de filmes para análise durante a oficina.- Exemplos de cenas cinematográficas para demonstração prática.- Espaço adequado para a realização do exercício prático de decupagem. *Observação:* Esta oficina destina-se a fornecer uma introdução ao universo da direção cinematográfica e oferecer aos participantes a oportunidade de explorar conceitos, técnicas e estilos sob a orientação de um diretor experiente.
O filme será finalizado com audiodescrição, legendagem descritiva, Linguagem simples e com interpretação em Libras. Os locais de exibição públiica do filme nas comunidades preveem todas as medidas de acessibilidade e locomoção.
O projeto prevê a realização de oficina de produção audiovisual ofertada de forma gratuita com 30 vagas para moradores da comunidade local, e com 50% das vagas destinadas às mulheres e as outras vagas com preferencia para estudantes e professores da rede pública de ensino. Para a ampla Democratização de acesso, o projeto prevê a contratação de assistentes de produção locais, assim como a inserção de quase todo o elenco, membros da própria comunidade, assim como na contratação de fornecedores locais durante a realização do filme. Entendemos assim, ser a melhor forma de ampliar o acesso desses moradores que irão participar diretamente na produção do filme, possibilitando receber formação em audiovisual de uma equipe tecnica altamente experiente no ramo cinematográfico. Todos os ensaios serão abertos ao público, sem restrições, possibilitando que a comunidade acompanhe de perto as fases de uma produção de um filme. O produto gerado pelo projeto ( FILME FINALIZADO) será distribuído em DVDS para escolas, comunidade e assossiações locais, gratuitamente. Está previsto também a itinerância de exibição do filme, na comunidade de realização do projeto e em mais quatro espaços públicos de comunidades adjacentes, ampliando sobremaneira acesso a cinema e entedendo que por muitas vezes mebros dessas comunidades nunca tiveram a oportunidade de acessar cinema em suas vidas.
THIAGO GOMES DE MELO RABELO - FUNÇÕES NO PROJETO - DIRETOR CINEMATOGRÁFICO - ROTEIRISTA - COORDENADOR DO PROJETO Proponente e Coordenador do projeto, vai atuar na Direção cinematográfica, com conjunto com Rogério Sagui. Irá participar de todas as etapas com todas as frentes de trabalho, da pré à pós produção, até a finalização do objeto e entrega do relatório final ao MINC. RESUMO: Desde 1996 tem se dedicado à arte do mosaico e tambémna confecção de painéis de pintura e esculturasde parede, quase sempre focado às obras públicas de arte. A fragmentação transformada em unidade no mosaicode Thiago Rabelo, é percebida também quando pensamosnapluralidade de suas obras, que, por mais que apresente diferentes temas,como arte sacra, representações cotidianas e abstrações, todas estão intrinsecamenteligadas aomodo de viver e ver o mundo do artista, sempre à luz de manifestações culturais e religiosas. Por esse prisma, fica claro perceber o porquê de seus trabalhos estarem dispostos em locais tão distintos, como igrejas cristãs, mercados recheados de cultura africana, museus que abrigam obras de arte, teatros e até muros de casase hotéis. A sua arte está inserida no primeiro catálogo de produtos culturais do Espírito Santo, realizado em2005. Tendo participado de várias exposições individuais e coletivas, além de realização de sarause eventos de ações culturais, o artista busca sempre o diálogo através da multidiversidade das linguagens artísticas, ondepasseia pelo cinema, fotografia e produções culturais, sempre buscando reunir e aglutinar vários segmentos artísticos como forma de ampliar as experimentações e vivências artísticas.Possui trabalhos públicos e privados de grande relevância e tem na sua maior forma de expressão a arte sacra. Direção de Fotografia no filme BURUNGA, O HOMEM DA MULHER DE PAU (2016), operador de câmera no curta ENTRE DOIS PLANOS(2015), Direção de Fotografia no doc. longa metragem CONSTRUINDO SONHOS, CONQUISTANDO DIGNIDADE (2021) Coodenador do PONTO DE MEMÓRIA NATIVA ILHA de museologia Social, Direção de fotografia no documentário BENEDITO MEIA-LÉGUA (2024) ROGÉRIO SAGUI - FUNÇÕES NO PROJETO - DIRETOR CINEMATOGRÁFICO, ROTEIRISTA E CONSULTOR AUIDOVISUAL Rogério Sagui é um diretor, roteirista, cineasta e produtor baiano que tem se destacado tanto no cenário nacional quanto internacional. Em 2022, seu filme de longa-metragem intitulado "Rosa Tirana"recebeu cinco indicações ao prêmio Fantlatam, considerado o Oscar latino do cinema fantástico. O filme foi reconhecido nas categorias de Melhor Filme, Melhor Roteiro, Melhor Direção, Melhor Atriz e Melhor Ator. Essas indicações são um testemunho do bom trabalho de Sagui como diretor e roteirista, além de destacar a bela trajetória do seu filme independente. Além de seu sucesso no cinema, Rogério Saguitambém teve uma experiência bem-sucedida na televisão.Ele dirigiu a novela "Mar do Sertão", que foi um grande sucesso na rede Globo, a Série "Luz" da Netflix e atualmente, Sagui está dirigindo a novela "Dona Beja" para a HBO MAX. Esse projeto demonstra sua versatilidade como diretor, explorando um novo formato e plataforma. OSCAR LATINO: Rogério Sagui, obteve um feito impressionante ao ser duplamente indicado no renomado Grande Prêmio Fantlatam de 2022, considerado o Oscar do cinema fantástico. Suas indicações foram nas categorias de Melhor Diretor e Melhor Roteirista pelo longa-metragem "Rosa Tirana". O filme, que também recebeu outras cinco indicações, incluindo Melhor Atriz para baiana Kiarah Rocha, Melhor Ator para o paraibano Zé Dumont e Melhor Filme, foi amplamente reconhecido por sua qualidade e originalidade. Rogério Sagui, com sua visão e habilidade na direção e escrita, conquistou seu merecido destaque no cenário cinematográfico, sendo reconhecido por seu trabalho excepcional em "Rosa Tirana". Suas indicações nas categorias de Melhor Diretor e Melhor Roteirista atestam a sua capacidade de contar histórias cativantes e envolventes. FILMOGRAFIA: 2023-Luz (série-Netflix)- Diretor - 2022/2023-Mar do Sertão (Novela-Globo)-Diretor - 2021-Rosa Tirana (Bra), 72min-Roteiro/Direção - 2020-Cavaleiro Solitário (Bra), 5min-Roteiro/Direção - 2020- Automedicação (Bra), 4min-Roteiro/Direção - 2019- As Memórias de um Quilombo (Bra),30min-Roteiro/Direção - 2017- Affonso Manta ( Bra), 50min-Roteiro/Direção - 2015- Cangaço Negro (Bra), 5min-Roteiro/Direção DANIEL PAULINO - FUNÇÕES NO PROJETO - DIRETOR DE FOTOGRAFIA - OPERAÇÃO DE CÂMERA Profissional com 20 anos no audiovisual, iniciou sua carreira em 2004 como estagiário na TV Globo. Atuou como assistente de câmera, técnico de luz, gaffer. Participou da oficina de câmera. Até a sua promoção para fotógrafo em 2015, participou de produções indicadas ao EMMY (Totalmente Demais, Cara e Coragem e a vencedora Império).Saiu da TV Globo em busca de desafios, após um convite para fotografar uma série para Netflix. Atualmente está na produção de Dona Beja, Novela produzida para o streaming. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL: Diretor de fotografia - Dona Beja / HBOMAX 2023 - Luz / Série Netflix 22/23 - Cara e Coragem / Novela TV Globo 2022 - Quanto Mais Vida Melhor / Novela TV Globo 2021 - Passport to Freedom / Série Sony/TV Globo 2020 - Falas Negras / Documentário TV Globo 2020 - Filhas de Eva / Série TV Globo 2019 - Orgulho e Paixão / Novela TV Globo 2018 - Pega-Pega / Novela TV Globo 2017 - Justiça / Série TV Globo 2016 - Totalmente Demais / Novela TV Globo 2015 - FORMAÇÃO - Pós Graduado em Cinema(Universidade Estácio de Sá) 2018 - Formado em Fotografia (Universidade Estácio de Sá) 2014 CURSOS - Direção de Fotografia Profissional (Academia Internacional de Cinema) 2009Operador de Câmera (Academia Internacional de Cinema) 2009 - Linguagem Cinematográfica (Academia Internacional de Cinema ) 2009 - Cinematográfica / Carlos Ebert, ABC 2014Final Cut (Academia Internacional de Cinema) 2013 - Luminotécnica (Estácio de Sá) 2007 - Estética da Fotografia (J.R. Duran) 2015 SOLANGE SOUZA LIMA MORAES " SOL MORAES" - FUNÇÕES NO PROJETO - PRODUTORA EXECUTIVA Com mais de 30 anos de experiência no mercado audiovisual é uma das referências do cinema brasileiro. Coordenou a produção do primeiro longa-metragem baiano no período que marcou a volta da produção audiovisual brasileira depois da ditadura - 3 Histórias da Bahia - em 2001, produzido pela Truq Filmes e Vídeos. Foi responsável pela produção em Salvador do vídeo clip Eles não olham pra nós (They Don't Care About Us) de Michael Jackson com direção de Spike Lee. Agitadora cultural, criou junto com seu sócio Geraldo Moraes, a CBDC – Centro Brasileiro Pela Diversidade Cultural, responsável por organizar o I Encontro Internacional da Diversidade Cultural, iniciativa que reuniu, em 2009, representantes de organizações culturais de mais de 40 países. Solange também foi presidenta da Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-Metragistas (ABD Nacional) por duas gestões (4 anos). Foi Diretora de Regionalização e Descentralização da Associação de Produtores e Cineastas de Longa-Metragem do Norte-Nordeste (APCNN). Foi fundadora e Fundadora e Diretora da Associação Baiana de Cinema e Vídeo – APC - Bahia. Integrou o Conselho Consultivo do Congresso Brasileiro de Cinema (CBC). Também foi titular no Conselho Superior de Cinema (CSC), no Conselho Consultivo da SAV (CCS) e do Conselho Nacional de Políticas Culturais (CNPC) do MinC. Hoje com três longas para distribuição em 2024, A PELE MORTA Direção Denise Moraes e Bruno Torres, LONGE DO PARAISO Roteiro e Direção Orlando Senna E NINA Direção Paulo Alcântara; e em produção de mais três DOCs é membro da Academia Brasileira de Cinema e Presidente da Coalizão Brasileiro Pela diversidade Cultural. Com uma estendida experiência em Produção e comercialização atuou na produção de diversos curtas e longas de ficção e documentários. Leva na bagagem não só o aprendizado prático de anos de produção, mas o amor e a paixão pelo cinema.
PROJETO ARQUIVADO.