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A proposta "Ilha do Sol" visa a produção de um curta-metragem de ficção animado, com 15 minutos de duração, no formato 16:9 / 2K. A narrativa da obraé inspirada na vida de Luz del Fuego, uma dançarina, atriz e ativista política famosa nos palcos brasileiros dos anos 50. A históriamistura a biografia de Luz com elementos ficcionais que trazem um tom fantástico ao filme e servem para fomentar a figura misteriosa e mística associada ao seu legado. Para a animação, usaremos diversas técnicas clássicas e modernas para trazer esse mundo à vida. O filme está previsto para lançamento em 2025.
SINOPSE ILHA DO SOL é um curta-metragem de animação de 15 minutos. Misturando técnicas de animação clássicas em 2D com stop-motion e uso maquetes, o filme conta uma história baseada na vida da dançarina, ativista feminista e ícone do movimento naturista do século XX, Luz del Fuego. Pela perspectiva de um grupo de jovens, centrado na figura de Alberta, que assiste a um de seus espetáculos e depois se aventura pela titular Ilha do Sol, a memória e o legado artístico e político de Luz del Fuego são revisitados. ARGUMENTO Centro do Rio de Janeiro, década de 1950. O Teatro João Caetano está prestes a ter uma rara apresentação da bailarina Luz del Fuego. Enquanto um apresentador faz a divulgação do show, a jovem e hiperativa Alberta rouba um dos cartazes na frente do prédio e corre para encontrar seus amigos. Gilberto, Bárbara e Augusto estão conversando em uma cafeteria quando Alberta aparece e tenta convencê-los a acompanhá-la ao espetáculo. Em um primeiro momento céticos, Bárbara e Augusto concordam em ir depois que Gilberto reconta sobre as lendas por trás da dançarina e sobre como ela mora em uma ilha que abriga festas com figurões nacionais e internacionais. Chegando no teatro, os jovens se impressionam com a apresentação de Luz del Fuego, que aparece nua e acompanhada de serpentes. Durante o show, as cobras hipnotizam uma parte do público que perde o controle e tenta invadir o palco, sendo impedido pelos próprios animais de Luz del Fuego. No que o teatro é tomado pelo pandemônio, Luz transporta o lugar inteiro para seu lar, a Ilha do Sol. Alberta e seus amigos aparecem nus e assustados na praia, mas decidem investigar um som que vem de dentro da floresta. Lá, encontram uma festa frequentada por diversos personagens icônicos de meados do século XX, desde James Dean a Vinícius de Moraes. Em certo momento, a própria Luz del Fuego aparece no meio da celebração e um a um os seus convidados são transformados em animais, inclusive os jovens que chegaram na ilha depois do show. Alberta tem uma breve conversa com Luz e se torna um beija-flor que sai voando pela noite. Enquanto isso, dois homens que pescavam na Baía de Guanabara percebem a movimentação da ilha e começam a fazer planos. Ocorre uma elipse no tempo, e Luz del Fuego aparece mais velha, acordando e vivendo um dia normal na ilha em que come seu café da manhã, toma banho de cachoeira e medita. Essa tranquilidade é interrompida quando descobre que os dois pescadores da sequência anterior invadiram sua casa em busca de objetos valiosos. Os dois viram monstros e na subsequente perseguição pela ilha,encurralam Luz contra um penhasco à beira do mar. Antes que os monstros a ataquem, a mulher se vê parada no meio de um palco vazio, agora filmado em live action com Luz sendo o único elemento animado. Luz sai do Teatro João Caetano e não demora até se deparar com uma marcha carnavalesca de animais selvagens celebrando e carregando placas com lemas e palavras de ordem reminiscentes às que a verdadeira Luz usava em seu ativismo político. Em paz, Luz del Fuego fecha os olhos e se encontra afundando oceano adentro. Quando atinge o fundo, sua barriga se abre e dela saem todos os animais que estavam na ilha, inclusive aqueles em que os jovens se transformaram. Os quatro personagens que acompanhamos no início da história vão parar na orla da praia de Copacabana e Alberta, que chora pela morte de Luz, é consolada quando Augusto lhe oferece um dos braceletes dourados que a dançarina usava. A joia vira uma cobrinha que se aninha no cabelo de Alberta, representando o legado que Luz del Fuego deixou para as gerações seguintes. CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA 14 ANOS
GERAL: O projeto "Ilha do Sol" visa produzir e distribuir um curta-metragem animado que combina animações 2D, maquetes, imagens de arquivo e filmagens live-action. O foco está em resgatar não apenas as técnicas e estilos de animação utilizados em meados do século XX, mas também a memória e o legado da protagonista, Luz del Fuego. Nosso objetivo principal é criar um universo animado inovador e fantástico, recontando a vida da artista, ativista e ícone naturista. ESPECÍFICO: Pré-produção e produção: - Realização de 1 (um) curta-metragem mesclando técnicas de animação cutout, frame a frame, filmagens live action e uso de maquetes; - Criação de 5 (cinco) maquetes para utilização no cenário, representando locais históricos do Rio de Janeiro em meados do século XX; Composição da equipe de produção: - Formação de uma equipe experiente em design de personagens, criação de cenários, animação, dublagem, fotografia e captação de som. - Divisão de tarefas da equipe de animação entre um time responsável pela animação 2D e desenho de personagens e outro time incumbido da criação de cenários das maquetes e dos fundos animados. - Priorização da diversidade de gênero, raça e experiências de vida na formação da equipe, refletindo os temas feministas e progressistas do filme, reconhecendo que uma variedade de perspectivas criativas apenas enriquecerá a produção. Distribuição: - Criação de 4 (quatro) cópias de exibição: 1 (um) DCP, 1 (um) digital, 1 (um) DCP com acessibilidade, 1 (um) digital com acessibilidade. - Alocação de parte dos fundos para a participação em festivais de cinema independente. - Planejamento de um período de distribuição de 2 (dois) anos em eventos nacionais e internacionais, presenciais ou virtuais. - Priorização de festivais especializados em animação. - Após o período do circuito de festivais, trabalharemos na venda de direitos e distribuição online. - Interesse em disponibilizar a obra em canais de televisão e plataformas online de cinema independente. - Compromisso em manter "Ilha do Sol" disponível pelo máximo de tempo possível, garantindo acesso amplo ao público.
A Ilha do Sol é um curta inspirado pela vida de Luz del Fuego, dançarina que, além de atrair multidões para seus shows em teatros da América Latina, Estados Unidos e Europa, foi pioneira para o ativismo social; dentre as lutas em que foi precursora, foi defensora do divórcio e de outros direitos para emancipação das mulheres, defendeu uma forma de vida mais ligada à natureza e sua preservação através das teorias do ecologismo, publicando suas idéias sobre filosofia e a sociedade em dois livros, tendo até mesmo fundou um partido político a partir das suas causas naturistas, cujo slogan era: "Menos roupa e mais pão! O nosso lema é ação!". As quebras de paradigmas promovidas por Luz del Fuego foram chocantes para a época, mas até para os padrões de hoje ela é uma figura disruptiva, tendo enfrentado preconceitos que perduraram muito para muito além de sua vida. Embora figurem poucas mídias que representem Luz del Fuego, as causas defendidas por ela continuam relevantes para o Brasil. Os ideais de emancipação e ecologia defendidos pela bailarina se mostram ainda mais importantes nos dias de hoje, frente ao avanço do conservadorismo nos costumes. É precisamente com o intuito de resgatar sua memória e seu legado que veio a concepção de A Ilha do Sol. Em caráter espetacular, mágico e pungente, o curta se utiliza da animação como a principal de suas ferramentas para resgatar as lutas e a vida de uma pessoa cuja presença rompe com padrões enquanto promove a liberdade e a comunhão que alimentam o imaginário cultural brasileiro. Através de uma animação é possível abordar esses temas dialogando também com a história da contracultura no Brasil. Afinal, o projeto se aproveita também das tecnologias contemporâneas para criar uma releitura da arte dos anos 50, através do uso de maquetes para composição dos cenários, e de influências do trabalho gráfico de pessoas como J. Carlos e Péricles, importantes ilustradores contemporâneos à Luz del Fuego. Um projeto como o de Ilha do Sol é fundamental para as telas contemporâneas: apresenta uma figura feminista forte e radical, que quebra com o conservadorismo da sociedade enquanto promove a liberdade de expressão. É uma animação voltada para o público adulto, um produto cultural brasileiro que vem gozando de maior popularidade nos anos recentes, com produções diversas no gênero como A Cidade dos Piratas (Otto Guerra, 2018) e Bob Cuspe - Nós Não Gostamos de Gente (César Cabral, 2021), ambas produções premiadas em festivais especializados em animação no mundo inteiro. Os temas e a linguagem de Ilha do Sol buscam promover elementos pungentes na contracultura do nosso país e entrar em contato com o público interessado em uma abordagem inovadora à vida de Luz del Fuego. Os itens do Art. 1° da Lei 8313/91 em que a proposta se enquadra são: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Os itens do Art. 3° da Lei 8313/91 em que a proposta se enquadra são: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, filmes e outras formas de reprodução fonovideográfica de caráter cultural; a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;
Link para o vídeo de apresentação do projeto: https://youtu.be/LNadA8ggsc4 Link para o documento de apresentação com concepts, storyboard e roteiro do filme: https://publuu.com/flip-book/401867/922205/page/1 Resultado da Lei Paulo Gustavo Niterói 2023 https://publuu.com/flip-book/401867/922212
Produto: Curta metragem de animação Formato: Digital FullHD Técnica mista: Atores e cenários de feltragem reais (live action) e animação stop motion feitos em Computação Gráfica. Gênero: Aventura Duração: 15 minutos Criação de 4 (quatro) cópias de exibição: 1 (um) DCP 1 (um) digital 1 (um) DCP com acessibilidade 1 (um) digital com acessibilidade.
Para proporcionar uma experiência inclusiva e acessível, o projeto "Ilha do Sol" adota medidas abrangentes, incluindo a criação de cópias com audiodescrição, legendas descritivas e tradução simultânea em LIBRAS, facilitando ao máximo de pessoas possível o acesso ao filme.
Durante a fase de distribuição daremos ênfase especial a festivais que celebrem medidas de acessibilidade e a participação de pessoas com deficiência. Após o circuito de festivais, o filme será disponibilizado online em plataformas de cinema independente, promovendo uma distribuição inclusiva. Ao buscar parcerias com plataformas que ofereçam recursos de acessibilidade, como legendas e audiodescrição, o projeto visa garantir que o conteúdo seja acessível a todos os espectadores. Comprometemo-nos também a explorar canais de televisão e outras plataformas, ampliando assim o alcance do filme e tornando-o disponível por um período prolongado. Vale notar que Ilha do Sol produzirá um número de maquetes para serem usadas como cenário. Desejamos doar esses objetos para instituições interessadas que se comprometam disponibilizá-las ao público. Lembramos que essas são propostas já aprovadas pelo edital Paulo Gustavo, o que serve para reiterar nosso objetivo em recuperar a memória e o legado de Luz del Fuego ao maior público possível fornecendo acessibilidade e facilidade a todos. O acesso ao filme será comercializado por meio de sua participação em festivais cinematográficos. Não há previsão de transmissão em plataformas de televisão ou streaming. A estimativa de público para "Ilha do Sol" é de cerca de 5.000 (cinco mil) pessoas. Em complemento, adotaremos as seguintes medidas: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição.
Constantin de Tugny: Diretor de animação Artista multimídia, formado em Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal Fluminense e mestre em Meios e Processos Audiovisuais pela Universidade de São Paulo, atuo sobretudo nas áreas de ilustração e animação, com experiência profissional enquanto produtor de arte. Trabalha como animador há mais de quatro anos, com dois anos de experiência como animador pleno e storyboarder no estúdio Animadíssimos. Co-direção de Eu Sou o Ditador (2017), selecionado no Kinofórum. Direção e animação de Mysha (2019), exibido no Hell de Janeiro. Direção de animação de Como Virar Um Elfo (2021), produzido com recursos da Lei Aldir Blanc. Rodrigo Hubert Leme: Concept Artist, Cenarista, Maqueteiro Formado em Cinema pela UFF e mestre em Artes pela UFMG, dirigiu e roteirizou diversos curta-metragens live action e animação, como Mnema (2022), Ferida (2018), A dança das cores que se esvaem (2017) e Eu Sou o Ditador (2017), exibidos em diversos festivais ao redor do país. É também montador de Broto (2019), ganhador do prêmio aquisição do Canal Brasil pelo edital Elipse 2018, Um Estranho no Escuro (2019), que recebeu prêmio de melhor montagem pelo festival POE de Cinema Fantástico em 2018 e O Capitalismo Matou meus Pais (2022), exibido na Mostra de Cinema de Tiradentes 2023. Trabalhou na equipe de coordenação de pós-produção da O2 Filmes, em obras como Cidade Invisível, Babenco, Marighella, Minha Mãe é Uma Peça 3 e diversas outras. Atualmente trabalha com ilustração e design gráfico, e está produzindo sua primeira Graphic Novel de ficção científica, Irskaal. Matheus Albano: Roteirista, Diretor de Live Action e Dublagem Bacharel em Cinema e Audiovisual pela UFF. Roteirista, Diretor e Montador de publicidade e cinema. Nascido em Manaus-AM e morador de Niterói-RJ desde 2015. Diretor de Um Estranho no Escuro (2019), vencedor de Destaque em Contribuição Técnica no 21° Festival Brasileiro de Cinema Universitário e diretor e montador de Um Punhado de Fotos por Cinco Reais. Assistente de Direção de Ferida (2017) selecionado no Kinofórum. Montador de Toró (2022, em produção) contemplado pela Lei Aldir Blanc. Roteirista da história em quadrinhos Irskaal, contemplado pelo edital geek de Niterói. Felipe Soares Lopes: Produtor Graduado em Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal Fluminense (UFF), com mestrado em Meios e Processos Audiovisuais pela USP. Trabalha com produção de filmes independentes desde 2013. Produziu os curtas-metragens “Obelisco” (2013) e “Onde Vai Ana” (2014), exibidos na Mostra de Cinema de Tiradentes. Produziu também “As Coisas Infinitas: O Menino do Boné Azul” (2018), exibido no Festival de Cinema Luso Brasileiro de Santa Maria da Feira e o média-metragem “Noite Veloz” (2018), exibido no festival Kamera Akcja, na Polônia. De 2019 a 2021 foi membro e produtor na Pena Capital, produtora independente. Débora Vieira: Diretora de Fotografia Estudou Comunicação Social - Publicidade e Propaganda na UFMG e Cinema e Audiovisual na UFF. Possui experiência em sets de filmagem como Diretora de Fotografia e Operadora de Câmera em Websérie, clipes e curtas. Também atuou com operação de câmera e transmissão de lives no Descomplica. Foi Assistente de Câmera em novelas da Globo e em comerciais, longas e séries como o Cangaço Novo da Amazon Prime.
PROJETO ARQUIVADO.