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PRONAC 242016Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Borboleta Azul

G PIXELS PRODUTORA AUDIOVISUAL E ARTISTICA LTDA
Solicitado
R$ 936,7 mil
Aprovado
R$ 936,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-09-02
Término
2024-10-28
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

A proposta visa a produção de um média-metragem de ficção, com aproximadamente 30 minutos de duração, no formato 4K, sobre a complexidade das relações familiares entre duas irmãs diante da adversidade e traumas da vida. A narrativa destaca sobre saúde mental, dualidade humana, a resiliência e a busca pela luz nas sombras mais profundas. Como contrapartida social será realizada uma mostra do média-metragem para alunos do Ensino Médio de escolas públicas em um teatro.

Sinopse

Em 'Borboleta Azul', acompanhamos a jornada intricada das irmãs Sarah e Larissa após a trágica perda dos pais na infância. Sarah, marcada por transtorno pós-traumático, surtos psicóticos, esquizofrenia e borderline, torna-se uma carga emocional para Larissa, sua irmã mais nova e dedicada cuidadora. A trama atinge seu ápice quando Sarah, envolta em um surto avassalador, enfrenta a escuridão de sua própria mente, desafiando a linha tênue entre a vida e a morte. Larissa, apesar do desgaste na relação, emerge como a âncora vital entre a tragédia iminente e a esperança resiliente. A complexidade das relações familiares é explorada em meio às adversidades, revelando os altos e baixos de uma conexão profunda. O filme destaca a dualidade humana, expondo as lutas internas e externas, enquanto a busca incessante por luz nas sombras mais profundas ecoa como tema central. Nesse contexto, 'Borboleta Azul' não apenas mergulha nas complexidades dos transtornos mentais, mas também tece uma narrativa que ressoa com a essência humana. A resiliência, o amor e a busca pela compreensão mútua são postos à prova, oferecendo uma experiência cinematográfica envolvente e provocativa. Classificação indicativa: 16 anos, de acordo com o Ministério da Justiça.

Objetivos

OBJETIVO GERAL "Borboleta Azul" emerge como um poderoso instrumento de conscientização e desmistificação das questões ligadas à saúde mental, notadamente os transtornos de esquizofrenia e borderline. Em sintonia com a Lei de Acesso a Informações Relativas à Saúde (Lei nº 13.787/2018), almejamos oferecer uma narrativa que desvende a complexidade dessas condições, desafiando estigmas e ampliando o entendimento do público. Nosso propósito se entrelaça com a Política Nacional de Prevenção da Automutilação e do Suicídio (Lei nº 13.819/2019), buscando não apenas sensibilizar, mas também prevenir. "Borboleta Azul" aspira inspirar empatia e solidariedade, abordando a importância do apoio emocional na prevenção de situações críticas. Advogando pela saúde mental, o projeto se alinha com a Lei de Reforma Psiquiátrica (Lei nº 10.216/2001), que preconiza o respeito à dignidade das pessoas com transtornos mentais. Por meio da história de Sarah e Larissa, buscamos promover o diálogo, quebrar estigmas e estimular uma compreensão mais profunda e compassiva em relação à saúde mental. Ao compartilhar essa narrativa, "Borboleta Azul" visa não apenas entreter, mas também gerar reflexão, contribuir para a construção de uma mentalidade mais inclusiva e, acima de tudo, ser uma voz em prol da importância do cuidado e respeito às questões de saúde mental. OBJETIVO ESPECÍFICO O projeto "Borboleta Azul" tem como principal objetivo explorar, de maneira sensível e empática, a trajetória das irmãs Sarah e Larissa após a trágica perda dos pais. Com foco na irmã mais velha, Sarah, que enfrenta transtornos como esquizofrenia e borderline, a narrativa busca abordar de forma cuidadosa as complexidades das condições de saúde mental. Ao longo do Média-metragem, a dinâmica familiar será explorada, destacando a significativa responsabilidade assumida por Larissa, a irmã mais nova, na assistência e apoio a Sarah. O intuito é criar conexões emocionais entre os personagens e o público, buscando momentos que ressoem com a experiência do espectador e gerem empatia e compreensão. A história abrangerá desde o momento da perda dos pais até o presente, percorrendo diferentes fases da vida das irmãs e mostrando como a família enfrenta os desafios com resiliência. Elementos informativos sobre os transtornos mentais serão introduzidos de maneira pontual, equilibrando o caráter informativo com a narrativa emocional. Além disso, o projeto pretende promover a reflexão sobre a importância do apoio familiar e do tratamento adequado, integrando naturalmente recursos de apoio e tratamento na trama. A contextualização temporal será crucial para narrar a história de forma abrangente e compreensiva. Ao incorporar elementos que estimulem a abertura de diálogos sobre saúde mental e incentivem a quebra de estigmas, "Borboleta Azul" almeja não apenas contar uma história impactante, mas também contribuir para uma compreensão mais profunda dos desafios enfrentados por pessoas como Sarah e Larissa. Em Contrapartida Social será realizado uma mostra do filme para 2 escolas públicas de Ensino Médio. A mostra será realizada em um teatro onde será reproduzido o média-metragem em um telão abordando o tema de saúde mental e relações familiares. O mesmo tem como objetivo alcançar de 60 a 100 jovens.

Justificativa

A concepção do Média-metragem "Borboleta Azul" surge como resposta imperativa à urgente demanda de abordar e sensibilizar a sociedade sobre os desafios enfrentados por indivíduos com transtornos mentais, especialmente no contexto familiar. Este projeto, fundamentado nos valores de empatia, educação e inclusão, busca preencher uma lacuna crítica na compreensão pública sobre transtornos mentais, destacando as experiências das irmãs Sarah e Larissa após a trágica perda dos pais. Os transtornos mentais, como esquizofrenia e borderline, são condições que impactam significativamente o desenvolvimento emocional e comportamental das pessoas. No entanto, a falta de conhecimento e conscientização persiste, resultando em estigmas, isolamento social e dificuldades no acesso a serviços e apoio adequados para aqueles que vivem com essas condições. As irmãs desempenham papéis cruciais na vida daqueles que enfrentam transtornos mentais. Larissa, a irmã mais nova, assume a responsabilidade de cuidadora, refletindo a dinâmica desafiadora enfrentada por muitas famílias em situações semelhantes. A falta de compreensão e recursos adequados coloca um fardo extraordinário sobre essas irmãs, que frequentemente enfrentam isolamento, exaustão e estresse crônico. Nesse contexto, o Média-metragem "Borboleta Azul" busca atender a várias necessidades críticas: 1. Conscientização e Desmistificação: O projeto visa informar o público sobre os transtornos mentais de maneira acessível e envolvente, apresentando as histórias das irmãs. Isso permite que os espectadores se conectem emocionalmente com o tema, promovendo uma compreensão mais profunda e compassiva dos desafios enfrentados por quem vive com transtornos mentais. 2. Empoderamento e Resiliência: O filme destaca a resiliência das irmãs, mostrando como enfrentam adversidades e buscam a superação. 3. Inclusão e Aceitação: "Borboleta Azul" enfatiza a importância da inclusão e aceitação de pessoas com transtornos mentais na sociedade, destacando como o apoio das famílias e da comunidade pode fazer uma diferença significativa. 4. Mudança na Percepção: O Média-metragem desafia estereótipos relacionados aos transtornos mentais, demonstrando que essas condições não definem uma pessoa. Cada pessoa tem potencial único e contribuições valiosas para oferecer à sociedade. 5. Sensibilização para Profissionais de Saúde: O projeto "Borboleta Azul" visa influenciar positivamente a percepção do público sobre profissionais de saúde que cuidam de pessoas com transtornos mentais. Ao retratar de forma envolvente e realista o impacto do trabalho desses profissionais na vida das pessoas, a obra busca proporcionar um benefício tangível ao destacar a dedicação e o impacto positivo desses cuidadores. A intenção é que o público desenvolva uma compreensão mais profunda e apreciativa do desafiador trabalho dos profissionais de saúde, promovendo uma valorização mais ampla de seu papel crucial na sociedade. 6. Estímulo ao Diálogo: "Borboleta Azul" busca promover discussões abertas e construtivas sobre transtornos mentais, incentivando a sociedade a se envolver em questões relacionadas a essas condições e buscar maneiras de criar um ambiente mais inclusivo e acolhedor para todos. Em resumo, "Borboleta Azul" é uma iniciativa cultural e social de extrema relevância. Ele aborda uma questão profundamente impactante, mas frequentemente negligenciada, de maneira fictícia, compassiva e informativa. Ao contar a história do filme "Borboleta Azul", este projeto se propõe a melhorar a vida das pessoas com transtornos mentais e de suas famílias, promovendo uma sociedade mais inclusiva, empática e justa. Por meio do poder do cinema, ele pretende tocar os corações e mentes de todos os espectadores, unindo comunidades em torno de uma causa única: entender e apoiar aqueles que enfrentam transtornos mentais.

Estratégia de execução

O projeto "Borboleta Azul" se distingue ao colocar em foco não apenas a experiência da pessoa com transtornos mentais, como Sarah, mas centraliza-se na dinâmica familiar, destacando especialmente o papel de Larissa como cuidadora e as complexidades enfrentadas por ela. Ao contrário de abordagens convencionais, esse projeto aprofunda a perspectiva sobre a influência desses transtornos também no contexto familiar. Uma justificativa primordial para essa abordagem única reside na diferenciação em relação a outros filmes que tangenciam o tema. "Borboleta Azul" não se limita à representação da condição individual, mas mergulha nas ramificações familiares, explorando as tensões, desafios e o papel crucial de quem assume o cuidado. Ao incluir os desafios vividos por Larissa, o projeto humaniza ainda mais a narrativa, mostrando as camadas emocionais e a sobrecarga enfrentada por quem assume a responsabilidade de cuidar. Isso contribui para uma representação mais completa e autêntica da experiência humana diante dos transtornos mentais. Ao considerar as leis e dados sobre saúde mental, "Borboleta Azul" não apenas ilustra uma história envolvente, mas também se conecta diretamente com o contexto legislativo e estatístico que envolve essas questões. Isso confere à obra uma dimensão social e educativa, alinhando-se não apenas aos anseios artísticos, mas também às demandas urgentes de conscientização e compreensão no âmbito da saúde mental.

Especificação técnica

Média-metragem com duração de aproximadamente 30 minutos, assume um papel educativo vital ao disseminar conhecimento e abordar uma temática muitas vezes negligenciada. O projeto abraça o compromisso artístico do cinema, buscando expressar e explorar nuances que podem ser retaliadas ou discriminadas.A relevância do filme se destaca diante da necessidade de elucidar as complexidades dos transtornos mentais, incluindo o transtorno pós-traumático, surtos psicóticos, esquizofrenia e borderline enfrentados pela personagem Sarah. Este cenário se alinha com a urgência social, evidenciada pelas leis vigentes, como a Lei de Acesso a Informações Relativas à Saúde (Lei nº 13.787/2018), que visa ampliar o acesso à informação na área da saúde.Além disso, o projeto dialoga diretamente com a Política Nacional de Prevenção da Automutilação e do Suicídio (Lei nº 13.819/2019), abordando as nuances delicadas dessas condições e contribuindo para a conscientização e prevenção desses desafios.A obra também se alinha à Lei de Reforma Psiquiátrica (Lei nº 10.216/2001), que preconiza uma abordagem humanizada no tratamento de transtornos mentais, promovendo a inclusão social e a valorização da autonomia dos indivíduos."Borboleta Azul" transcende a narrativa cinematográfica, transformando-se em uma ferramenta poderosa para fomentar a compreensão e empatia em relação aos desafios enfrentados por aqueles que lidam com transtornos mentais. Este Média-metragem busca contribuir significativamente para a conscientização pública, alinhando-se ao propósito educativo e esclarecedor proposto, enquanto eleva a discussão sobre saúde mental e relacionamentos familiares em nossa sociedade.

Acessibilidade

O Média metragem terá na tela, em seu canto direto os sinais de libras, dentro dos padrões exigidos pela legislação brasileira e também acompanhado de legendas, o que permitirá aos deficientes auditivos a total compreensão do filme. O produto passará por circuito de lançamento passando por universidades publicas, universidades privadas e instituições benificentes, sendo sua premiere promocional em local apropriado para o livre acesso de cadeirantes e deficientes visuais com rampas e guias táteis, assim como banheiros adaptados.

Democratização do acesso

Plano de DistribuiçãoO média-metragem "Borboleta Azul" prioriza a democratização e ampliação do acesso aos produtos culturais produzidos, conforme as disposições dos artigos 29, 30 e 31 da IN11/2024. As estratégias de distribuição foram elaboradas de forma a contemplar diversas formas de acesso do público-alvo, visando a disseminação ampla e efetiva do conteúdo. Exibição em Sala de Cinema - Produto Principal:O lançamento do filme ocorrerá em sala de cinema, com duas sessões que contarão com a presença de 600 pessoas (total). Destas, 20% serão vendidos a preço popular, permitindo uma ampla participação da comunidade. Exibição em Locais Públicos - Produto Secundário :Além da exibição em sala de cinema, esta prevista exibição em um teatro com capacidade para 80 pessoas (13% do Produto Principal), permitindo que jovens de escolas públicas tenham acesso ao conteúdo de forma gratuita. Gratuidade e Comercialização:- Produto Principal: Terá 20% dos ingressos para exibições disponíveis a preço popular e 30% de distribuição de ingressos gratuitos. - Produto Secundário: A quantidade de ingresso distribuído será 13% do Produto Principal. Plataformas que usaremos: - Instagram do proponente: @gpixels_oficial- Site do proponente: gpixels.com.br Para este projeto adotamos os seguintes incisos do art. 30 da IN nº 11/2024: II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela CNIC;

Ficha técnica

Direção Geral - Rodrigo Segadilha Pacheco Rodrigo Segadilha, é Produtor e Diretor Audiovisual cursando cinema na UNESA. Em artes possui 14 anos de carreira, começando no teatro aos 6 anos e entrando nos bastidores do audiovisual aos 14 anos. Atua como Produtor, Assistente de produção, Diretor, Assistente de direção, Preparação de elenco em produtos de cinema, streaming e teatro. Trabalhou com nomes como Cininha de Paula, Alexandre Barillari, Cristina Bethencourt, Simone Beghinni, Bia Bertu. Formado em 5 cursos na Academia Internacional de Cinema, nas áreas de direção, produção e finalização. Trabalhou em diversos segmentos do audiovisual, como em filmagens de broadcast para o Praticamera e em gravação de curtas e web séries para empresas como Cn Artes, além de curta metragens e telefilmes. Com trabalhos para para Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, transmitido na a TV Aparecida, Rede Canção Nova. Na Estácio foi membro da Agência Experimental de cinema Maracanã e aluno colaborador da Nucine Filmes Maracanã, participando da produção do vídeo clipe "Sempre o Mesmo" e liderando uma equipe na organização da SECINE - Semana Acadêmica de Cinema Estácio Maracanã. Atualmente está envolvido em projetos em fase de desenvolvimento da G Pixels. Direção Artistica e Roteiro - Maria Julia Guimarães Alves Maju Alves é roteirista, diretora e editora cursando cinema na UFF. Na área artística possui carreira extensa, começou no teatro aos 9 anos e migrou para os bastidores em 2019. Em 2023, dirigiu e editou um documentário sobre as mulheres do audiovisual brasileiro para a PUC-rio, chamado “Maria Maria”. Além de atuar na área da direção e roteiro em publicidade para marcas como LUPO, LEV, NEMA, SLOW BACKERY, ZEREZES, e entre outras junto com a produtora Boa ideia, ao lado do diretor e roteirista Lucas Vasconcelos.Já trabalhou com nomes como Simone Beghinni, Beatriz Bertu, Pedro Vasconcelos, Cininha de Paula, Cristina Bethencoutt, Lucas Vasconcelos e entre outros. Atualmente, atua principalmente como assistente de direção em curtas universitários, edição para a publicidade e escrita criativa. Diretor de fotografia - Guilherme Pedro Araújo da Silva Guilherme Pedro, CEO, Diretor Cinematográfico, Diretor de Fotografia, Editor e Roteirista, formado na faculdade de Cinema e Audiovisual pela Universidade Estácio, formado em Direção Cinematográfica pela Academia Internacional de Cinema e tendo produzido mais de 10 curtas metragens, dentre eles A Ponte, vencedor do festival FJU CURTA, nas categorias de Voto Popular e Seleção Oficial, o documentário A Fé que Vence o Tempo para o UniverVideo, transmitido na Record TV e na CNT e a série documentário História e Arte para Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, transmitido na a TV Aparecida, Rede Canção Nova, Rede Vida e WebTV Redentor. Experiência na direção de comerciais para o Banco BC3 Bank, vídeos institucionais para a Rádio Catedral, Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, Museu do Amanhã, um quadro esportivo para a Band “Sem Limites” e diversos conteúdos para a Record Entretenimento, acrescentam-se ao know-how do supracitado. A fluência na língua inglesa, aprimoram a possibilidade de atuar em produções bilingues ou estrangeiras. Atuando pela G Pixels Audiovisual, somam-se 6 anos de experiência profissional, com portfólio disponível no site “gpixels.com.br”. Gaffer - Charles Lopes de Mendonça Diretor de fotografia e cinegrafista com experiência em vários produtos tais como: séries além do tempo (Recordtv) acesso total (Globo play) Michael Sulivan (Globo play). DVDs: monobloco, Osvaldo Montenegro, Milton nascimento, Diogo Nogueira, Geraldo avezado entre outros. Trabalhos corporativos e atendendo várias agências e produtoras do Rio de Janeiro e São Paulo. Montador e Editor - Jonathan Gomes da Rocha dos Santos Designer e Editor de vídeo, atuo na área há 4 anos. Experiência em edição de vídeos para eventos (Políticos, religiosos e casamentos), experiência em edição de entrevistas, podcasts e matérias jornalísticas. Diretor de Som e Pós-produção - Vercino Vidal Mota Cinegrafista da área jornalística, produtor musical, e editor de áudio, além de atuar também em nas áreas de áudio para cinema, SFX, Sound Design e Engenharia de Áudio. Possuo uma empresa de produção musical, produção audiovisual e pós-produção de áudio. Está atuando a mais de 5 anos no mercado audiovisual. Produtora Responsável - G Pixel - gpixel.com.br Sendo o proponente deste projeto possui total e única responsabilidade pela gestão do processo decisório, incluindo a atividade técnico-financeira. Com mais de 6 anos atuando no mercado cinematográfico e de audiovisual, premiada com diversos trabalhos, possui uma série de produtos voltados ao mercado do audiovisual. Para conferir: gpixel.com.br

Providência

PROJETO ARQUIVADO.