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A presente proposta visa fazer uma circulação a nível nacional de espetáculos de música instrumental e de oficinas de formação musical. Os trabalhos artísticos e educativos do projeto serão dirigidos e ministrados por mulheres instrumentistas e educadoras musicais da cidade de Belém do Pará que compõem o Quinteto Cordas Brasile com a multi-instrumentista e educadora musical Carol Panesi que é oriunda da cidade do Rio de Janeiro. Nas apresentações musicais, as musicistas paraenses convidam a musicista carioca a uma imersão nos ritmos, melodias, estilos e linguagens da música amazônica,assim divulgando e difundido um pouco da música feita na Amazônia brasileira. Para as oficinas de formação musical as educadoras artísticas irão realizar um conjunto de atividades de formação de curtíssima duração em que vão abordar diversos temas do campo da educação e da sociologia musical, economia criativa e produção cultural. Todas as atividades serão disponibilizadas de maneira gratuita.
O presente projeto propõe uma circulação nacional com concertos de música instrumental apresentados pelo Quinteto Cordas Brasil e a Multi-instrumentista Carol Panesi, para 07 (sete) municípios brasileiros que receberão 01 (uma) apresentação musical cada, a saber: Belém (PA); Manaus (AM), Parauapebas (PA); Carolina (MA); Porto Nacional (TO); Pirenópolis (GO) e Rio de Janeiro (RJ). Onde serão executadas de maneira instrumental obras musicais de compositores oriundos da Amazônia brasileira. Para o projeto as obras musicais serão arranjadas para uma pequena formação com instrumentos de cordas friccionadas como a viola, o violino, o violoncelo, o contrabaixo e a rabeca. As apresentações ao vivo terão duração até 02 (duas) horas de espetáculo podendo ocorrer em espaços abertos como praças públicas ou ambientes fechados como teatros, ginásios e auditórios. Evidentemente que observando atentamente protocolos sanitários, segurança, acessibilidade e sustentabilidade. Além disso, serão oferecidas 01 (uma) oficina com a temática da música universal para estudantes e professores de escolas públicas e demais membros da comunidade de cada cidade que o projeto circular, 01 (uma) palestra/roda de conversa/mesa-redonda falando sobre desafios e estratégias de mulheres na produção cultural e na música. Será realizada 01 (uma) contrapartida social a se realizar na Comunidade do Acajatuba município de Iranduba, região metropolitana de Manaus no estado do Amazonas na qual irá ocorrer 01 (uma) oficina de musicalização infantil e apresentações musicais de curta duração em espaços da comunidade. Todas essas atividades terão classificação indicativa etária livre e serão ofertadas de maneira totalmente gratuitas.
OBJETIVO GERAL Divulgar e difundir o trabalho de musicistas e a música oriundas da Amazônia brasileira. A realização deste projeto e de suas atividades inerentes encontram legitimidade nos Incisos I, II, III, IV... do Artigo 3º do Decreto nº 11.453, de 23 de março de 2023 conforme a seguir in verbis: Art. 3º Os mecanismos de fomento cultural contribuirão para: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e a sua difusão em escala nacional; IV - promover o restauro, a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em suas dimensões material e imaterial; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais; OBJETIVOS ESPECÍFICOS APRESENTAÇÕES MUSICAIS Realizar 07 (sete) apresentações musicais da Multi-instrumentista Carol Panesi com o Quinteto Cordas Brasil em diferentes cidades, estados e regiões do país; OFICINAS/PALESTRAS Realizar 07 (sete) oficinas de música universal; Realizar 07 (sete) mesa-redondas com a temática dos desafios e estratégias de mulheres na produção cultural e na música. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Realizar 01 intervenção cultural na comunidade na Vila de Acajatuba no município de Iranduba-AM, com a realização de 01 (uma) oficina de musicalização infantil com até 03 dias de duração e a realização de apresentações musicais curtas em espaços públicos da comunidade.
JUSTIFICATIVA A intenção de realizar esse projeto se originou a partir de um encontro em que o "Quinteto Cordas Brasil" convidou a multi-instrumentista Carol Panesi vinda da cidade do Rio de Janeiro para uma participação no I Encontro de Cordas realizado no Conservatório Carlos Gomes na cidade de Belém em dezembro de 2023. Na ocasião as instrumentistas compartilharam experiências e sonoridades, foi uma ocasião de aprendizados mútuos tanto para Carol Panesi que na oportunidade teve um primeiro contato com um repertório de autores e autoras amazônicas, quanto o Quinteto Cordas Brasil que também teve a oportunidade de experimentar e tocar um repertório com fortes influências da denominada "música universal" a qual tem como maior expoente o músico Hermeto Paschoal na qual Carol Panesi é uma das suas principais seguidoras e discípulas. O Quinteto Cordas Brasil é formado pelas jovens musicistas Jade Guilhon (viola), Sara Moraes (violino), Nathália Vidal (violino), Ingryd Santos (violoncelo), Ludhiana Vigário (contrabaixo) Todas são egressas das mais conceituadas instituições de ensino musical do Estado do Pará como o Conservatório Carlos Gomes, a EMUFPA (Escola da Música da Universidade Federal do Pará) e o Curso de Licenciatura em Música da Universidade do Estado do Pará, com uma sólida formação musical e atuações importantes em orquestras, conjuntos de câmeras, grupos de música popular, dentre outros. Todas vivem em Belém do Pará, mas já circularam por diversos estados brasileiros e outros países participando de projetos individuais e coletivos. Além de ser considerada uma das mais eminentes seguidoras e discípulas da música universal e de ter tocado e estudado com os músicos Hermeto Paschoal e Itiberê Zwrag a multi-instrumentista Carol Panesi, radicada na cidade do Rio de Janeiro, também estudou no Conservatório Brasileiro de Música e em seus mais de vinte anos de carreira já gravou cinco álbuns e já participou dos maiores festivais de música instrumental do Brasil, e já fez diversas turnês mundo afora. Tendo sido bastante proveitosa, satisfatória e integrativa as experiências e trocas de sabres entre as instrumentistas, neste projeto a ideia é fazer uma circulação por algumas cidades brasileiras levando um espetáculo e atividades educativas a fim de mostrar a música amazônica e o trabalho dessas mulheres instrumentistas do mais alto gabarito. A realização deste projeto se legitima em razão de muitos fatores que envolvem tanto questões artísticas, culturais, sociais e econômicas. Diríamos que um primeiro fator de legitimação se dá em razão de pretender de alguma forma levar para várias partes do território brasileiro conteúdos artísticos, educativos, bens culturais que de uma maneira em geral boa parte da população brasileira não tem acesso em razão de que os meios aos quais acessam, geralmente meios de comunicação de massa e setor de entretenimento, disponibilizam predominantemente conteúdos que não tem muitas variedades e diversidades educativas, estéticas e artísticas. Um segundo ponto de legitimação que este pretende também levar para mais lugares sonoridades, linguagens e musicalidades inerentes da música produzida na região norte do país, que mesmo essa região tendo uma importância territorial, ambiental, social e econômica para o país ainda existem muitas dificuldades de artistas e trabalhos artísticos do Norte ampliarem os raios e universos de divulgação de seus trabalhos e produções artísticas. Isso inclusive de certa forma se manifestou recentemente nas próprias linhas de ação do Ministério da Cultural com a abertura do Edital Rouanet Norte que objetiva proporcionar mais oportunidades de acesso a políticas públicas e programas de fomento e apoio a artistas e produtores culturais dessa região. Um terceiro fator que justifica este projeto se dá em razão de que será um projeto produzido, dirigido, administrado e executado predominantemente por mulheres. Pois, o projeto não pretende se inserir apenas em questões territoriais e de acesso a bens culturais, mais do que tudo ele se insere num universo mais global e quem tem relações muito diretas com as disparidades e relações de poderes assimétricas entre homens e mulheres na sociedade brasileira. Isso porque segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) pouco mais da metade da população brasileira é composta por mulheres, sendo que essa maioria numérica não se traduz em outras dimensões da nossa vida social, política e cultural. A exemplo disso são a participação minoritária destas em cargos de liderança, políticos e também nas instituições e espaços de produção e difusão cultural, isso é tão latente que nos últimos tempos tem surgido movimentos artísticos culturais, ações governamentais e legais para que se ampliem e se construam novos espaços para que mais e mais mulheres também produzam trabalhos nos campos das artes e da cultura. Evidentemente que se para mulheres de outras localidades onde a produção e o acesso a bens culturais são bem menos complicados e mesmo assim estas enfrentam ainda muitas e grandes dificuldades imaginem como são as dificuldades de mulheres artistas que vivem e produzem arte e cultura na Região Norte do Brasil. Acredita-se que o encontro e a parceria entre o Quinteto Cordas Brasil e Carol Panesi neste projeto será uma experiência de bons resultados artísticos, sonoros e culturais. Evidentemente que respeitando a todos os parâmetros e requisitos legais em especial os inerentes as legislações de incentivo à cultura como a Lei nº 8.313 de 23 de dezembro de 1991 e o Decreto nº 11.453, de 23 de março de 2023. Nesse sentido o projeto fora elaborado atentando minuciosamente para o enquadramento em finalidades da legislação mencionada como por exemplo as que constam nos Incisos I, II, III, IV, VII e IX do Artigo 1º da Lei nº 8.313 de 23 de dezembro de 1991 conforme a seguir in verbis: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País Certamente essas finalidades serão cumpridas mediante o atendimento também de objetivos contidos na alínea "C", do Inciso II do Artigo 3º da Lei nº 8.313 de 23 de dezembro de 1991 que nas suas devidas proporções a presente proposta se enquadra, a medida em que pretende fazer: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Diante destes elementos históricos, institucionais, artísticos e legais colocados não nos resta dúvida que a proposta é viável e interessante do ponto de vista local, regional e nacional em diversos aspectos como: o artístico, o social e o econômico. Na sua realização serão estabelecidas muitas boas conexões, sejam elas locais, globais, reais ou virtuais. Além de que surgirão excelentes oportunidades de trabalho, conhecimento, entretenimento, pois acima de tudo pretende ser um projeto de promoção e oportunidade de acesso a bens culturais que boa parte do público alvo certamente não tem. Contudo, para a realização deste projeto os incentivos culturais e fiscal são fundamentais e é nesse diapasão que confiamos e esperamos a sua aprovação e realização.
Por ser um projeto que vai percorrer uma vasta parte do território nacional evidentemente que serão inevitáveis a aquisição de passagens aéreas e neste contesto certamente toda a equipe de produção e as artistas do projetovir a ser beneficiárias destas tasi como: Amanda Costa; Janaina Amorim; Natacha Barros; Carol Panesi; Adriana Kelly dos Santos Rodrigues; Camila Alves; Jade Guilhon; Sara Moraes; Nathália Vidal; Ingridy Santos; Ludhiana Vigário; Dentre outras e outros que poderão surgir ao longo da execução do projeto.
Em todas as etapas do projeto o grupo musical Quinteto de Cordas Brasil e a multi-instrumentista Carol Panesi realizarão conjuntamente através de uma formação de quinteto de cordas mais solista uma apresentação musical com obras de compositores oriundos e atuantes na região amazônica em especial no Estado do Pará. O Quinteto de Cordas Brasil tem na sua formação um conjunto de instrumentistas com sólida formação musical e que atuam em diversos outros projetos e instituições musicais como orquestras, grupos de música de câmera e grupos de música popular. Carol Panesi com mais de vinte anos de carreira tem cinco álbuns gravados é uma das principais divulgadoras da vertente “música universal” a qual é influência direta de seus mestres Hermeto Paschoal e Itiberê Zwarg. Nesse projeto as instrumentistas se unem para fazer um trabalho de divulgação da música feita na Amazônia brasileira e também de seus trabalhos enquanto instrumentistas e educadoras musicais. Em cada cidade que o projeto ocorrer também serão realizadas uma oficina sobre a música universal, palestras/mesa-redonda sobre desafios e estratégias de mulheres na produção cultural e na música. Além de uma atividade contrapartida social na Vila do Acajatuba no município de Iranduba no Estado do Amazonas. Um elemento comum para a escolha das cidades onde o projeto vai ocorrer é a proximidade e a relação destas com águas. A primeira cidade onde o projeto acontecerá é Belém (PA), cidade onde vivem as instrumentistas do Quinteto de Cordas Brasil, localizada as margens da Baía do Guajará e entrecortada pelo caudaloso Rio Guamá. Em seguida o projeto segue para a capital do Estado do Amazonas a cidade de Manaus localizada no encontro do Rio Amazonas e do Rio Negro, paralelo a esta parada em Manaus o projeto dá uma esticada até o município de Iranduba na Vila do Acajatuba, que fica as margens do Rio Solimões, para realizar atividades de contrapartida social do projeto, depois de realizar as atividades previstas no Estado do Amazonas o projeto retorna para o Estado do Pará. Nesta etapa o projeto desembarca no município de Parauapebas, cidade que é entrecortada por diversos igarapés e pelo rio que dá nome a cidade, o Rio Parauapebas. Após esta etapa o projeto segue para a cidade de Carolina no Estado do Maranhão, cidade esta que fica localizada às margens do Rio Tocantins e é um dos principais centros do Parque Nacional da Chapada das mesas que reúne um complexo com mais de cem cachoeiras. Em seguida o projeto segue para o município de Porto Nacional no Estado do Tocantins, a cidade fica localizada às margens do rio que dá nome ao estado da federação em que se localiza. Na sequência o projeto segue para a cidade de Pirenópolis no Estado de Goiás, cidade esta cortada por pequenos rios e rodeada por um complexo de cachoeiras. Após percorrer um extenso território dos sertões brasileiros o projeto irá ser finalizado na cidade do Rio de Janeiro que é um dos principais centros culturais do país, cidade que tem no seu nome um tipo de curso d’água, é banhada pelas águas da Baía de Guanabara, conhecida também por suas famosas praias e é a cidade onde vive a Multi-instrumentista Carol Panesi. Certamente que o projeto percorrendo essas cidades, estados e regiões, realizando suas atividades da maneira mais satisfatória possível não há dúvidas que seus objetivos gerais serão alcançados, tendo em vista que estes perpassam pela divulgação e difusão de obras musicais feitas na Amazônia brasileira, além de o trabalho das instrumentistas envolvidas no projeto também serem divulgados e difundidos para mais pessoas e lugares.
MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE 1. Apresentação Musical - Produto Principal 1.1 Acessibilidade Física: De modo a promover acessibilidade para pessoas com deficiência física, as ações do projeto serão realizadas em local com estrutura técnica necessária para o acolhimento desse público, com: rampas de acesso, banheiros adaptados, áreas reservadas para pessoas com deficiência, equipe de apoio. 1.2 Acessibilidade de Conteúdo: As apresentações contarão com monitores treinados para atendimento de pessoas com deficiência visual, auditiva e cognitiva; serão oferecidas tradução e interpretação de LIBRAS e Narrador de Audiodescrição durante os concertos musicais. 1.3 Itens na planilha orçamentária: Locação de estruturas metálicas, locação de cadeiras, banheiros tipo PNE; Locação de teatro, Interpretes de LIBRAS; Narradores de audiodescrição, recepcionistas, bombeiros civis. 2. Oficinas 2.1 Acessibilidade Física: Os locais de realização das oficinas serão escolhidos espaços que ofereçam ou sejam equipados com medidas que possibilite da melhor forma possível o acesso de pessoas com dificuldade de locomoção, como idosos, e também, deficientes físicos. Desta forma, o espaço oferecerá: piso tátil, rampas de acesso e banheiros adaptados. 2.2 Acessibilidade de Conteúdo: Além de contar com Intérprete de Libras para o acesso de pessoas com deficiência auditiva, narradores de audiodescrição para atendimento de pessoas com deficiência visual e ainda disponibilizará monitores treinados para atendimento de pessoas com deficiência cognitiva. 2.3 Itens na planilha orçamentária: Interprete de LIBRAS; Narrador de audiodescrição; Monitores. 3. Contrapartida Social 3.1 Acessibilidade Física: De modo a promover acessibilidade para pessoas com deficiência física, as ações do festival serão realizadas em local com estrutura técnica necessária para o acolhimento desse público, com: rampas de acesso, banheiros adaptados, áreas reservadas para pessoas com deficiência, equipe de apoio. 3.2 Acessibilidade de Conteúdo: As apresentações contarão com monitores treinados para atendimento de pessoas com deficiência visual, auditiva e cognitiva; serão oferecidas tradução e interpretação de LIBRAS e Narrador de Audiodescrição durante os concertos musicais. 3.3 Itens na planilha orçamentária: Interprete de LIBRAS; Narrador de audiodescrição; monitores.
Conforme visto nos objetivos específicos, no plano de distribuição e na sinopse do projeto todas as atividades serão disponibilizadas à comunidade de maneira gratuita, além de garantir medidas de acessibilidade, segurança, conforto e sustentabilidade para todos. Entretanto, para além disso a fim de ampliar o acesso por meio das medidas de sua democratização conforme exige o Artigo 27 da Instrução Normativa Minc Nº 11 de 30/01/2024 o projeto se compromete a aderir os ditames dos Incisos IV,V e VI do Artigo 30 da referida Instrução Normativa, conforme a seguir in verbis: Art. 30. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;
AMANDA COSTA – COORDENADORA GERAL Proprietária da empresa proponente do projeto, fará a coordenação geral do projeto. É Graduada em Ciências Sociais com ênfase em Antropologia pela Universidade Federal do Pará – UFPA; Foi colaboradora nos projetos: Programa de Bolsa de Iniciação Científica (PIBIC) com o tema Diversidade Religiosa e Espaço Público Escolar em Marabá, e o Programa Nacional de Incentivo à Leitura, Comitê PROLER Marabá; Bolsista nos programas: Programa de Extensão do Núcleo de Educação Especial e Núcleo de Acessibilidade do Campus de Marabá/PIBEX/UFPA, e em Vivenciando Corporeidade e Musicalidade Afro-Brasileira com o Grupo De Ação Cultural do Bairro São Félix; e ainda foi monitora e colaboradora no Grupo de Extensão do Núcleo de Educação Especial (NEES) da Universidade Federal do Pará. Atuou nas equipes técnicas e de produção do Projeto Marabá Jazz Festival - PRONAC 203357, Projeto Marabá Jazz Festival – 2º Edição - PRONAC 221608 e Projeto Orquestra Vai à Praça - Concerto com a Big Band Carajazz Marabá Orquestra Popular – PRONAC 221289. É a produtora executiva do Projeto Circuito Carajás do Choro – PRONAC 221605. ADRIANA KELLY DOS SANTOS RODRIGUES – PRODUÇÃO EXECUTIVA Estudou Gestão Empresarial na Universidade da Amazônia, atuou em empresas de produção e execução de eventos entre os anos de 2007 a 2019 (Alvo Eventos e Servicos LTDA - CNPJ: 83.331.009/0001-02 -; Castrus Servicos de Produções e Locações LTDA - CNPJ: 09.382.697/0001-87; e W. Alves da Costa LTDA - CNPJ raiz: 13.689.408) CNPJ: 09.382.697/0001-87) desempenhando atividades de administração de recursos materiais, financeiros e humanos. no ano de 2020 fundou a empresa 40.116.009 ADRIANA KELLY DOS SANTOS RODRIGUES a fim de atuar no ramo de produção cultural e eventos. também foi servidora pública temporária nas áreas de tributação e assessoramento político nas prefeituras de Parauapebas e Curionópolis no Estado do Pará. Atou na coordenação do Projeto Orquestra Vai à Praça - Concerto com a Big Band Carajazz Marabá Orquestra Popular – PRONAC 221289. É a coordenadora geral do Projeto Circuito Carajás do Choro – PRONAC 221605. Será a produtora executiva do projeto. NATACHA COLLY BARROS MARTINS - DIREÇÃO DE ARTES Designer com Bacharel em Projeto de Produto pela Universidade do Estado do Pará (2008- 2011, Belém), com pesquisa em Comunicação Expográfica, onde se concebe o design como ferramenta estratégica no desenvolvimento da relação público, acervo e instituição, operando nos níveis de gerenciamento de informação e na criação de estruturas organizacionais que se convertam em políticas de acesso à comunidade. Em design, possui as experiências em: gestão, ambiente e gráfico. Foi diretora artísticas dos projetos Marabá Jazz 1º e 2º Edição – (PRONAC’s – 203357, 221608) e do Projeto Orquestra Vai à Praça - Concerto com a Big Band Carajazz Marabá Orquestra Popular – PRONAC 221289. É a diretora de artes do Projeto Circuito Carajás do Choro – PRONAC 221605. Será a diretora de artes do Projeto. JANAINA LOPES AMORIM - COORDENAÇÃO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL Jornalista de formação, atualmente é doutoranda em comunicação pela Universidade Federal do Pará, foi por sete anos assessora de comunicação da Secretaria de Estado da Infraestrutura, Governo do Estado do Maranhão realizando atividades como: elaboração de matérias, acompanhamento de entrevistas e de outras agendas, como de vistorias e entrega de obras, com cobertura para as redes sociais e para a imprensa, com textos e fotografias. Planejamento estratégico da comunicação. Atuou também como produtora de jornalismo na TV Difusora Sul em Imperatriz Maranhão. Em 2021 recebeu o I Lugar no Mulheres Cientistas da FAPEMA na categoria Dissertação de Mestrado, possui especialização em Assessoria de Comunicação Empresarial e Institucional pela Universidade Federal do Maranhão. Foi diretora de comunicação dos projetos Marabá Jazz 2º Edição – (PRONAC 221608) e do Projeto Orquestra Vai à Praça - Concerto com a Big Band Carajazz Marabá Orquestra Popular – PRONAC 221289. É a diretora de comunicação do Projeto Circuito Carajás do Choro – PRONAC 221605. Será a diretora de comunicação Projeto. CAROL PANESI – DIREÇÃO MUSICAL Aos 11 anos e idade ingressou no Conservatório Brasileiro de Música (CBM) onde concluiu o curso técnico de piano. Com Bernardo Bessler, aprofundou os estudos de violino. Após anos de vivência intensa no CBM, Carol conheceu o multi-instrumentista e compositor Itiberê Zwarg. Esse encontro determinou os rumos da sua trajetória musical e tornou-se sua principal fonte de inspiração. Passou a integrar a Itiberê Orquestra Família e o Itiberê Zwarg & Grupo. Com esses projetos, viajou por vários lugares do Brasil e do mundo. Após algum tempo, passou também a compartilhar seus conhecimentos como monitora do projeto didático idealizado por Itiberê, a Oficina da Música Universal, onde trabalhou por 7 anos. Multi-instrumentista, vencedora do Prêmio Toca Compositoras 2023, Prêmio Profissionais da Música 2018 e 2019 na categoria Autora e Instrumentista Feminino e vencedora do Prêmio MIMO Instrumental 2018, gravou CDs, DVDs e dividiu o palco com grandes nomes do cenário musical brasileiro e internacional, entre eles Hermeto Pascoal, Daniela Spielmann, Quinteto da Paraíba, Léa Freire, Nicolas Krassik, Ricardo Herz, Clarice Assad e Jongo da Serrinha. Lançou, em 2018, seu primeiro álbum autoral, “Primeiras Impressões”, com participações de Hermeto Pascoal e Léa Freire e, em 2019, o segundo álbum, “Em Expansão”, pelo selo BALXTREAM, ambos com sua banda Carol Panesi & Grupo. Em fevereiro de 2021, lançou seu terceiro álbum, o EP "Carol Panesi e Eleva Big Band”, projeto realizado à distância durante a pandemia do Covid 19 com uma big band feminina de Córdoba/Argentina, contemplado pelo projeto IBERMÚSICAS e FUNARTE. Em junho do mesmo ano lançou seu quarto álbum "Arte é Oração", em duo com o guitarrista Fabio Leal. Em agosto de 2023 lançou seu quinto álbum autoral "Natureza é Casa". A identidade musical dessa multi-instrumentista destaca-se pela capacidade de fazer soar as nuances dos mais variados contextos e estilos por onde ela transita. Ao violino, piano ou trompete, a música é o farol que guia Carol. Com esse currículo mais do que tudo universalmente musical será a diretora musical do projeto. CAMILA ALVES - DIRETORA DE PRODUÇÃO Bacharel em direito e técnica em violão, violonista, educadora musical e produtora cultural, foi professora substituta de violão clássico e popular no conservatório Carlos Gomes entre os aos de 2012 e 2014, foi professora de música entre os anos de 2012 - 2014 e oficineira de violão popular da Fundação Curro Velho e Casa da Linguagem entre os anos de 2014-2016 – advogada civil, consumerista, constitucional e administrativo, professora de violão da Fundação Carlos Gomes, projeto Música e Cidadania 2018, participou no projeto Música na Estrada, shows e oficina de violão brasileiro 2021. Produtora da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz entre os anos de 2021-2022. Violonista dos grupos Charme do Choro e Quinteto Caxangá. Será a diretora de produção do projeto.
Projeto arquivado a pedido do proponente.