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Exposição individual da renomada artista visual brasileira, Vivian Caccuri, cujo trabalho propõe experimentos que abarcam o visual, o corpóreo e o tecnológico. Por meio de objetos, bordados, vídeos, instalações e performances, a artista lança luz sobre os condicionamentos históricos que assentam distinções entre ruído, música, sons naturais e silêncio, evidenciando o sentido coletivo de expressões culturais. Em seus recentes estudos, Caccuri mergulha na intrincada relação entre seres humanos e mosquitos, desvendando suas influências no desenvolvimento das sociedades latino-americanas. Este projeto engloba uma exposição de três meses, a criação de uma instalação audiovisual inédita e a produção de um catálogo com textos e materiais complementares.
CATÁLOGO O catálogo terá cerca de 100 páginas e contará com textos críticos e imagens das obras de Vivian Caccuri, dando um panorama sobre a exposição e carreira da artista. OBRAS DA EXPOSIÇÃO As obras da exposição serão definidas em período de pré-produção do projeto, pela curadoria. A exposição apresentará uma instalação audiovisual inédita da artista, desenvolvida especialmente para este projeto, consistindo em uma videoarte ficcional que explora os enigmáticos mosquitos azuis do gênero Sabethes. Esses mosquitos, pouco documentados globalmente, tornam esse projeto de grande relevância. Para sua realização, será desenvolvida uma parceria com o Instituto Butantan, que irá desempenhar um papel crucial na coleta e na criação de um viveiro para a captura e gravação desses insetos. Os registros audiovisuais obtidos serão integrados ao acervo do instituto, contribuindo para o conhecimento e pesquisa científica.
Objetivo Geral O projeto tem como objetivo mergulhar o público em uma experiência única que transcende as fronteiras entre som, imagem e interatividade, a partir de uma exposição individual da artista Vivian Caccuri, com duração de três meses. O foco da exposição será a produção artística que aborda os confrontos entre a humanidade e esses insetos, investigando os mecanismos empregados para evitar danos à agricultura, patologias e até mesmo o incômodo zumbido provocado por tais criaturas. A exposição busca provocar reflexões sobre as complexidades da vivência contemporânea no Brasil, promovendo uma compreensão mais profunda das interconexões entre som, sociedade, natureza e emoção. A exposição apresentará uma instalação audiovisual inédita da artista, desenvolvida especialmente para este projeto, consistindo em uma videoarte ficcional que explora os enigmáticos mosquitos azuis do gênero Sabethes. Esses mosquitos, pouco documentados globalmente, tornam esse projeto de grande relevância. Para sua realização, será desenvolvida uma parceria com o Instituto Butantan, que irá desempenhar um papel crucial na coleta e na criação de um viveiro para a captura e gravação desses insetos. Os registros audiovisuais obtidos serão integrados ao acervo do instituto, contribuindo para o conhecimento e pesquisa científica. Um livro-catálogo sobre a exposição e a obra de Vivian Caccuri também será desenvolvido, com o objetivo de registrar o projeto desenvolvido e disponibilizar textos críticos sobre a obra da artista e sobre o processo de desenvolvimento da nova obra, tornando-o um documento importante e relevante, que será distribuído para bibliotecas, instituições nacionais e público em geral. Para além disso, o projeto objetiva: - contribuir para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Objetivos específicos 1) Realizar uma exposição de artes visuais com duração de três meses na cidade de São Paulo. Previsão de 15.000 visitantes. 2) Desenvolvimento de um catálogo‐livro com o conteúdo da exposição e textos e fotografias adicionais. O livro terá tiragem de 500 (quinhentos) exemplares.
A solicitação de apoio ao projeto junto ao Ministério da Cultura, via Lei de Incentivo, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parcerias na iniciativa privada. Dessa forma, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, uma vez que oferece gratuitamente uma exposição de artes e um catálogo. II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais, através da seleção de artistas e profissionais culturais brasileiros para comporem a equipe do projeto. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores, uma vez que trata-se de um projeto de cunho artístico e cultural, onde a artista terá a possibilidade de criar uma obra nova, expor suas obras e falar sobre elas no contexto das exposição e catálogo. IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional, através de uma mostra que além de exibir obras de uma artista nacional irá valorizar o patrimônio histórico material brasileiro, além de fomentar um registro das atividades em um catálogo. V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira, uma vez que o projeto porpõe uma mostra interativa e imersiva, onde o público será convidado a interagir com as obras. VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória, uma vez que se trata de uma mostra de arte com uma artista nacional reconhecida. IX - priorizar o produto cultural originário do País, uma vez que a artista e equipe do projeto são brasileiros. Ademais, o projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8.313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante realização de exposição de artes e catálogo. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante distribuição gratuita e pública de ingressos para a exposição. O projeto se justifica ainda, por realizar uma exposição de artes visuais que foca nos seguintes aspectos: - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, uma vez que busca popularizar a cultura e retirá-la dos circuitos fechados de públicos; - Permitir o contato próximo entre público e obras; - Auxiliar na formação de plateia e público em geral. - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; Considerando as características apresentadas para a realização desta exposição de artes, é possível verificar a imensa capacidade que esta possui para a difusão da arte brasileira no local de sua realização, mais do que isso a exposição vislumbra uma aproximação da arte com o público.
Não se aplica.
CATÁLOGO O catálogo terá cerca de 100 páginas, porém os aspéctos mais técnicos, como papel, tipo de capa e design, serão desenvolvidos em etapa de pré-produção.
Em atendimento ao Art. 27 da Instrução Normativa nº 11 de 30/01/2024, nos termos dos arts. 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018, as seguintes ações serão adotadas para acessibilidade: ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: o local de realização terá estrutura como corrimões, rampas e banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: - Audioguia com roteiro de visitação à exposição, voltado para todos os públicos, em especial aos deficientes visuais. - Acessibilidade de algumas das instalações e conteúdos através de audiodescrição. - Desenvolvimento e produção de objeto(s) tátil(eis) para promover o acesso às pessoas com deficiência visual, a ser(em) utilizado(s) em grupos de atendimentos exclusivos à públicos com necessidades especiais. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: - Acessibilidade de algumas das obras e textos através de interpretação em língua dos sinais gravadas em vídeo e disponibilizadas via QR Code. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: monitores e equipe treinados para auxiliar esse público.
Em atendimento aos Artigos 29, 30 e 31 da Instrução Normativa nº 11 de 30/01/2024, todos os ingressos da exposição serão para distribuição gratuita. Em complemento, iremos adotar as seguintes medidas de ampliação do acesso, conforme estipulado no Art. 30. : IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; Com relação ao catálogo da exposição, o mesmo também terá distribuição gratuita, sendo: I - 10% (dez por cento) dos catálogos serão para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - 10% (dez por cento) dos catálogos serão para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - 10% (dez por cento) dos catálogos serão para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - 70% (setenta por cento) dos catálogos serão para distribuição gratuita para o público em geral.
Beto Amaral - coordenação do projeto e dirigente da Cisma Produções Beto Amaral produziu, entre outros projetos, Insolação (Felipe Hirsch e Daniela Thomas, 2009) que teve sua estreia mundial no Festival de Veneza 2009. Foi corroteirista e produziu Vazante (Daniela Thomas, 2018), que abriu a Mostra Panorama do Festival de Berlin 2017. Colaborou no roteiro e produziu o filme O Banquete (Daniela Thomas, 2018). Produziu o DOC Partida (Caco Ciocler, 2020) que teve sua estreia internacional no Festival de Málaga onde recebeu prêmio de Melhor Documentário. Dirigiu o longa documentário Para onde voam as feiticeiras junto com Eliane Caffé e Carla Caffé, produzido pela Aurora Filmes. Selecionado no Rencontres Cinelatino Toulouse, estreou em circuito comercial em agosto de 2023. Beto dirigiu junto com Sandra Corveloni e Daniela Thomas o documentário Diamantes, ainda em planejamento para distribuição comercial, que será realizada no Brasil pela Descoloniza Filmes. Vivian Caccuri - artista/ direção 1986, São Paulo, Brasil.Vive e trabalha no Rio de Janeiro, RJ. Vivian Caccuri investiga culturas musicais e produções sonoras em sentido amplo, propondo experimentos com o som que ultrapassam o campo auditivo e abarcam o visual, o corpóreo e o tecnológico. Por meio de objetos, instalações, performances e músicas originais, Caccuri cria situações que desorientam a experiência cotidiana e, por consequência, interrompem percepções sedimentadas na cultura e entranhadas às estruturas cognitivas. A artista lança luz sobre condicionamentos históricos e culturais que assentam distinções entre ruído, música, sons naturais e silêncio. As construções de Soundsystems, em diversos materiais e contextos, evidenciam o sentido coletivo e, tantas vezes, o silenciamento em torno de certas expressões musicais. Com isso, seu trabalho assume um forte sentido político. Nos últimos anos, mesclando dados científicos e ficção, Vivian Caccuri tem investigado mitologias que envolvem o mosquito e outros insetos. Narradas em bordados e desenhos, essas obras recontam e atualizam histórias que descrevem a aversão humana a esses animais, tanto como agente epidêmico quanto pelas suas emissões sonoras. Formada em Artes Plásticas em 2007, a artista participou de diversas exposições coletivas no Brasil e no exterior, dentre as quais destacam-se: em 2013, o 33º Panorama da Arte Brasileira no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP); em 2016, na 32ª Bienal de São Paulo – Incerteza Viva; em 2017, Future Generation Art Prize 2017, Victor Pinchuk Foundation, Kiev, Ucrânia; em 2018, participou da 11ª Bienal do Mercosul e da People's Biennale - Kochi-Muziris Biennale 2018, Kochi-Muziris Biennale Foundation, Kochi & Kerala, India; em 2019, Somos muit+s, Pinacoteca do Estado de São Paulo; e The Shape of a Circle in the Mind of a Fish with Plants (General Ecologies Project), com trabalho comissionado na Serpentine Galleries, Londres, Reino Unido. Ainda em 2019, a artista participou da Bienal de Veneza – May you Live in Interesting Times; TabomBass, FAENA Art, Miami, Estados Unidos; As If: Alternative Stories from Then to Now, The Drawing Center, Nova Iorque, Estados Unidos. Em 2020 fez parte de Freedom is outside the skin, Kunsthal 44Møen, Møen, Dinamarca e The Musical Brain, no High Line Arte, Nova York, USA. Caccuri também realizou mostras individuais em galerias e instituições, tais como: em 2018, Água Parada, MAC Niterói; em 2019, A Soul Transplant, Röda Sten Konsthall, Gothenburg, Suíça e, em 2022, Mosquito Revenge, no Kunsthal 44Møen, Møen, Dinamarca. Durante sua carreira, Vivian Caccuri colaborou com diversos músicos, como Arto Lindsay, Gilberto Gil, Fausto Fawcett e Wanlov. A artista escreveu e publicou o livro O que Faço é Música, investigando os primeiros discos de vinil feitos por artistas plásticos no Brasil, em 2013, este livro ganhou o Prêmio Funarte de Produção Crítica em Música. Recentemente, Caccuri lançou também seu primeiro disco de vinil gravado no órgão do conservatório Studio Acusticum no norte da Suécia e o livro Making it Heard: A History of Brazilian Sound Art, uma compilação de textos sobre sonoridades na arte brasileira, publicado pela Bloomsbury NYC. A artista foi vencedora dos prêmios: Rumos Itaú Cultural, em 2008; em 2011, Prêmio Sergio Motta de Arte e Tecnologia; foi nomeada para o prêmio Future Generation Art Prize, 2017 e finalista do Prêmio PIPA, em 2018. Publicações sobre sua obra incluem: Remember Nature - Hans Ulrich Obrist, Estados Unidos, 2021; Entrevistas Brasileiras vol. 2 - Hans Ulrich Obrist, Brasil, 2019 e Making it Heard, Bloomsbury, Nova Iorque, 2019.A obra de Vivian Caccuri integra as coleções públicas do MAR - Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro; Pinacoteca do Estado de São Paulo, São Paulo e do Institute of Contemporary Art, Miami. Dra Flávia Virginio - pesquisa Pesquisadora e Curadora da Coleção Entomológica do Instituto Butantan, desempenha um papel multifacetado na área científica. Suas principais áreas de atuação incluem pesquisa, ensino e publicação, com foco na Saúde Única (One Health) e uma especialização em Entomologia Médica, abrangendo temas como Taxonomia Integrativa, Biodiversidade, Eco-epidemiologia e Curadoria de Insetos de Interesse Médico Humano e Veterinário. Além disso, ela é uma defensora dedicada da Diversidade e Inclusão na Ciência. Como uma das membra-fundadoras e vice-presidente do Capítulo Brasileiro da Women in Global Health, desempenha um papel vital na promoção da igualdade de gênero e oportunidades na área da saúde global. Além disso, ela é membra ativa de várias organizações influentes, como a "Organization for Women in Science for the Developing World", a Planetary Health Alliance e a Rede de Dipteristas do Brasil, bem como da Rede Brasileira de Mulheres Cientistas e outras redes de apoio à participação feminina na ciência. A pesquisadora também coordena cursos de extensão e é parte integrante do corpo docente da Especialização em Animais de Interesse em Saúde: Biologia Animal, uma oferta anual do Instituto Butantan. Sua influência se estende à pesquisa acadêmica como membra do corpo editorial da Seção Especial "Invertebrate Physiology" na prestigiosa revista científica Frontiers in Physiology. Além de sua atuação acadêmica, Flávia dedica-se à divulgação científica, com foco especial em temas relacionados a mosquitos, arboviroses e doenças negligenciadas. Ela é a fundadora e administradora dos perfis de divulgação científica @conhecendoosmosquitos e @entomologuia, que alcançaram reconhecimento por sua capacidade de traduzir a ciência para o público em geral. Julia Borges Araña - direção geral Julia Borges Araña é curadora, pesquisadora e produtora especializada em projetos de arte contemporânea, novas mídias e cultura pós-internet. É diretora da produtora cultural Phi Projetos e do Instituto URBE. Organizou e produziu diversos projetos culturais de amplitude internacional, com destaque para as exposições: Smart Lights - Luzes Inteligentes (Farol Santander São Paulo, 2024 e Porto Alegre, 2023), Movimentos Convexos (CCBB São Paulo, 2023), Banksy (Shopping Village Mall e Shopping Eldorado, 2023), Frida Kahlo (Shopping Eldorado, 2023), Tina Turner (Museu da Imagem e do Som, 2023), Joan Jonas – Cinco Décadas (Pinacoteca, 2020), Björk Digital (CCBB Brasília, CCBB RJ, CCBB Belo Horizonte, 2019/ 2020), Chantal Akerman - Tempo Expandido (Oi Futuro/ 2018-2019), URBE – Mostra de Arte Pública (2016 e 2018), Perfume de Sonho, exposição individual de Sebastião Salgado (Instituto Tomie Ohtake/ 2016), Eija‐Liisa Ahtila ‐ Sobre assuntos desconhecidos, natureza dos milagres e possibilidades da percepção, exposição com curadoria de Catherine de Zegher (Oi Futuro Flamengo/ 2015), Memórias da Obsolecência – com obras de videoarte da coleção de Ella Fontanals Cisneros (Paço das Artes/ 2014), Retumbante Natureza Humanizada, com fotografias de Luiz Braga e curadoria de Diógenes Moura (Sesc Pinheiros – 2014), Rumos Legado, curadoria de Aracy Amaral, Paulo Myiada e Regina Silveira (Itaú Cultural – 2014), Expoprojeção 1973‐2013, curadoria de Aracy Amaral e Roberto Cruz (Sesc Pinheiros ‐ 2013), Bom Retiro e Luz – Um Roteiro, curadoria de Diógenes Moura e Benjamin Seroussi (Sesc Bom Retiro, Pinacoteca e Parque da Luz – 2013), Stanley Kubrick, em parceria com o Deutsches Filmmuseum (MIS ‐ 2013), STILL EM MOVIMENTO: Lição de pintura, curadoria de Berta Sichel (Paço das Artes – 2013), Piotr Kunce (MIS ‐ 2012), Game On, em parceria com o Barbican Center, de Londres (MIS ‐ 2012), VALIE EXPORT: CORPO = LINGUAGEM, curadoria de Berta Sichel (Centro de Arte Contemporânea e Fotografia ‐ 2011), Cinema Sim – Narrativas e Projeções (Itaú Cultural ‐ 2008), Ocupação Rogério Sganzerla (Itaú Cultural – 2010). De 2013 a 2019 foi responsável na América Latina pela The Wrong Digital Art Biennale. De 2004 a 2012 trabalhou na equipe de produção e curadoria do Itaú Cultural e do Museu da Imagem e do Som‐SP. Possui MBA em Bens Culturais: Cultura, Economia e Gestão, pela Fundação Getúlio Vargas e é graduada em Comunicação Social - Cinema pela FAAP. Bernardo Bath - coordenação de produção Trabalha em produção de audiovisual desde 2008. Atuou na equipe de produção em diversos projetos entre eles; “A Festa da Menina da Morta” estreou na mostra Un Certain Regard, "Feliz Natal", "Billi Pig", "Amazônia" e “O Palhaço”, “Elena”; “Onde Quer Que Você Esteja” e “Coração das Trevas”. Com a Cisma Produções, produziu em 2018 o curta metragem “De Volta” dirigido por Daniela Thomas e o lançamento do longa metragem “O Banquete”. Em 2019 produziu PARTIDA dirigido por Caco Ciocler, premiado em 2020 como melhor documentário no Festival de Málaga e melhor filme no festival PORTO / POST / DOC. Em 2021 produziu o curta e série documentário "Origens do ECA" dirigidos por Marco Maida e Edson Cabral. Em 2022 e 2023 produziu o documentário "Diamantes" dirigido por Sandra Corveloni, Daniela Thomas e Beto Amaral, com lançamento previsto para 2024. Em 2023 produziu junto com a Descoloniza Filmes, o lançamento do documentário "Para onde voam feiticeiras" dirigido por Eliane Caffé, Carla Caffé e Beto Amaral.
PROJETO ARQUIVADO.