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Os Lendeiros - Vivenciando lendas através da arte tem como objetivo uma imersão no folclore brasileiro a partir das artes integradas. A base do projeto é a contação de histórias com apresentações teatrais sobre cinco lendas escolhidas. Logo após as apresentações as crianças terão a oportunidade de vivenciar essas lendas de maneira sinestésica, através do canto, danças típicas, brincadeiras de roda e jogos teatrais embasados pela arteterapia. A proposta consiste em não apenas assistir as lendas e aprender sobre nossa cultura tão rica, mas integrá-las e expressá-las com a sua subjetividade em meio ao coletivo; gerando além do aprendizado intelectual um aprendizado corporal; segundo Henry Wallon, filósofo e psicólogo francês o aprendizado é melhor assimilado unindo afetividade, cognição e motricidade.
Lendeiros - Vivenciando lendas através da arte: Uma experiência única onde teatro, canto, dança e Arteterapia se unem para uma vivência das lendas brasileiras. 🎭🎨 Lendas a serem contadas: Iara: é uma sereia que faz parte do folclore brasileiro. É conhecida por encantar os homens que estão nas margens de rios, levando-os para o fundo d’água. A história de Iara também será trabalhada dando foco a sua voz e seu poder de expressão por meio do canto. Boitatá: O Boitatá é definido como uma cobra de fogo, figura folclórica que protege os animais e as florestas de pessoas malvadas que destroem o meio ambiente. Após a destruição da floresta os animais nativos daquela região se unem para reconstruí-lá Mula sem cabeça: A mula sem cabeça é uma das lendas mais populares do folclore brasileiro e fala de mulheres que foram amaldiçoadas com a capacidade de converter-se em uma mula que possui labaredas no lugar da cabeça. Boto-cor-de-rosa: Lenda do Boto, é uma lenda de origem indígena que faz parte do folclore brasileiro. Ela surge na região amazônica, no Norte do País.Reza a lenda que o boto-cor-de-rosa, animal inteligente e semelhante ao golfinho que vive nas águas amazônicas, se transforma num jovem belo e elegante nas noites de lua cheia. Normalmente ele aparece nas festividades de junho, nas comemorações dos Santos Populares (Santo Antônio, São João e São Pedro), as chamadas Festas Juninas, para encantar mulheres. Curupira: Curupira é o nome de um personagem do folclore brasileiro que surgiu entre os povos indígenas. Essa lenda fala de um ser mítico protetor da floresta que se voltava contra aqueles que entravam na floresta para derrubar árvores ou caçar animais. É uma das lendas mais antigas do nosso folclore Classificação: Livre Indicativa etária: 6 aos 14 anos.
Objetivo geral: O objetivo dos Lendeiros é difundir lendas e conhecimentos culturais de uma forma inovadora, usando e abusando de experiências físicas e sinestésicas. É comprovado que crianças aprendem muito mais brincando e experimentando; os Lendeiros possibilitarão que esses conhecimentos passem a ser mais do que uma história por meio das vivências e comecem a fazer parte dos jogos, brincadeiras, memórias emotivas de cada um. Segundo Peter Slade, "O jogo dramático é parte essencial na vida do jovem. Não é apenas uma atividade de ócio, mas, antes, a maneira da criança pensar, comprovar, relaxar, trabalhar, lembrar, ousar, experimentar, criar a absorver. O jogo é na verdade a vida. A melhor brincadeira teatral infantil só tem lugar onde oportunidade e encorajamento lhe são oferecidos por uma mente adulta" Além disso as práticas arteterapeuticas também foram pensadas de modo que as crianças possam desenvolver sua identidade dentro de um coletivo e possam começar uma jornada de percepção de sentimentos em relação a si e aos outros. Segundo a psicologia infantil estudos artísticos são muito importantes para o desenvolvimento infantil, caminhos criados pela música e pela arte jamais serão desfeitos. Segundo Edinger, "Nascemos em um estado de inflação. Na mais tenra idade não existe ego ou consciência. Tudo está contido no inconsciente. O ego latente encontra-se completamente identificado ao Si-mesmo. O Si-mesmo nasce, mas o ego é construído." Objetivo específico: Serão realizadas 20 apresentações na cidade do Rio de Janeiro, executadas durante uma semana, duas vivências de manhã e duas a tarde contemplando crianças de diferentes contra turnos escolares. A duração da vivência é de 1:30h. O processo de repete nas cidades de: Parati, Duque de Caxias, Petrópolis. Cada vivência abraçará 25 crianças para que possa ser realizado um trabalho profundo com as práticas prospostas, assim a cada dia 100 crianças participarão das atividades, 500 crianças nos cinco dias, 2.000 no Estado proposto. Campina Grande, Conde, Santa Rita. No segundo semestre a mesma dinâmica se repete no Estado da Paraíba, nas cidades de João Pessoa, Conde, Campina Grande Santa Rita. , totalizando 80 vivências no estado PB e abarcando cerca de 2.000 crianças e 4.000 em ambos os Estados de forma mágica e profunda. Através de músicas e apresentações teatrais sobre as lendas do folclore brasileiro, a crianças conhecerão as histórias da nossa cultura, além de poderem ampliar a perspectiva das lendas contadas; as músicas trarão reflexões para além das origens de cada lenda; mas de sua função: que Iara tem muito mais que sua beleza, tem o poder de expressão. O boitatá, a habilidade social de liderar o grupo em prol de um objetivo. Etc. Trabalharemos habilidades emocionais e cognitivas e contaremos com figurinos chamativos e descritivos de cada um dos personagens. Primeiro dia: Apresentaremos tanto na parte da manhã quanto na parte da tarde: Apresentação teatral da lenda folclórica "Boitatá" . Após a apresentação as crianças terão a oportunidade de experimentar os animais citados na lenda em seu próprio corpo, com o auxilio de uma música criada em poesia popular, trabalhando também além da capacidade cognitiva das crianças de fazerem associações, o exercicio de sua subjetividade na maneira única que cada um tem de criar esses animais, em seguida será realizada uma brincadeira em grupo que mostrará as crianças a importância do trabalho em equipe e de encontrar o seu espaço dentro do coletivo, como a própria lenda ilustra. Segundo dia: Apresentaremos tanto na parte da manhã quanto na parte da tarde: Apresentação teatral da lenda folclórica "Boto-cor-de-rosa" . Após a apresentação as crianças aprenderão uma canção com o tema Boto, essa canção será o guia para um exercício de improvisação teatral, que conta o segredo das águas do rio amazonas, nesse exercício também traremos a tona a percepção do outro, faz parte da dinâmica que as crianças possam encontrar alguma qualidade no amigo e trazê-la para jogo; por fim dançaremos a dança folclórica da região de Pernambuco, o caboclinho (dança que será interpretada pelos atores no conto) possibilitando uma experiência completa no conto. Terceiro dia: Apresentaremos tanto na parte da manhã quanto na parte da tarde: Apresentação teatral da lenda folclórica "Mula-sem-cabeça". Após a apresentação, usaremos a analogia da lenda para trabalharmos o sentimento da raiva, que muitas vezes é rejeitado na sociedade. As crianças poderão rasgar revistas de papel, e colocá-las dentro de um saco, o qual se transformará em um saco de socos, para que elas possam se expressar livremente dentro de um ambiente seguro. Haverá também uma conversa sobre a raiva e de que maneira podemos lidar com ela vivendo em sociedade, essa conversa será guiada pela Arteterapeuta e pós graduanda em psicologia infantil Natália Lima que tem experiência com esse tema, além de estudos do mesmo; finalizaremos, brincando de pula na Mula, uma brincadeira de roda que trabalha o cognitivo. Quarto dia: Apresentaremos tanto na parte da manhã quanto na parte da tarde: Apresentação da lenda folclórica "Iara". Após a apresentação da lenda as crianças farão uma brincadeira que tem como foco o canto e o trabalho em equipe. Trazendo também que uma das potencialidades da Iara é a voz que ela coloca no mundo. Dentro dessa brincadeira, além de cantar a música da Iara, o grupo tem como objetivo não deixar que nenhum dos componentes se "afogue", trabalhando a união prol de cumprir esse objetivo; por fim, areterapeuticamente trabalharemos as emoções, que é de suma importância sabermos reconhecê-las e lidar com elas desde a infância, para evitar afogamentos emocionais como o próprio mito trás; dessa maneira usaremos tinta guachê (que remete ao elemento água) e trazendo a livre expressão do que é guardado no coração. Quinto dia: Apresentaremos tanto na parte da manhã quanto na parte da tarde: Apresentação da lenda folclórica o "Curupira". Após a apresentação da lenda as crianças brincarão de pular corda, com canções sobre o Curupira, trazendo as antigas tradições de brincadeiras de rua, além do entendimento cognitivo e de tempo e espaço do outro; por fim utilizando a arteterapia criarão sua "pegada" no mundo, como o curupira, que tem como marca os pés virados para trás. As crianças imprimirão suas pegadas em papel Craft com o uso de tinta, possibilitando-as também a customizar essa pegada com lantejoula, cores de tintas diferente, cola glitter, entre outros elementos que trarão a subjetividade de cada um, finalizando em um grande mural onde todas as pegadas coexistem. Nesse dia também disponibilizaremos a degustação de alguma comida regional como finalização da vivência nessa cidade. Os resultados que esperamos alcançar é que nossas histórias se propaguem e façam parte do dia a dia dessas crianças, uma vez que não serão apenas vistas e ouvidas mas vividas por elas em jogos e brincadeiras, também é esperado uma abertura criativa ainda mais profunda dessas crianças a partir das artes integradas e das brincadeiras, além disso é esperado que as crianças possam ter um reconhecimento maior de seus sentimentos trazendo-os para seus desenhos e criações e por fim o entendimento do seu espaço dentro do coletivo, por meio dos jogos de grupo. A partir de trabalhos realizados anteriormente com muitas crianças percebemos que é possível trabalhar teatro com artes integradas e arteterapia, criando uma experiência profunda e significativa.
"Lendeiros - Vivenciando lendas através da arte" é interessante para ser realizado pela Lei de incentivo a cultura pois traz ganhos sociais e artísticos como difundir lendas e histórias no Nordeste e Sudeste de forma inovadora, por meio de experiências artísticas sensoriais e arteterapeuticas; poder se relacionar com a arte, principalmente de uma forma mágica e imersiva, ampliam os horizontes dessas crianças e permitem que façam viagens sem precisar sair do lugar. Uma história bem contada é uma porta que se abre ao mundo da imaginação e da ludicidade e quanto mais imaginação, mais soluções criativas somos capazes de apresentar em nosso dia a dia. O projeto será completamente gratuito para as crianças abraçando todas as classes sociais, credos e cores. Um segundo ponto importante é que "Lendeiros - Vivenciando lendas através da arte" tem como proposta uma imersão no folclore brasileiro, rico em suas lendas, cantos e danças; os mitos do coletivo, permanecem vivos nas rodas de história de tradição oral e trazem a possibilidade de ampliação de compreensão do mundo. As lendas contam algo de nossas profundezas, pois acessam o inconsciente coletivo, falam daquilo que nos habita. Segundo Bonaventure, "As histórias (como todas as grandes obras de arte) evocam as nossas imagens, pelas suas imagens, porque expressam realidades humanas que sempre existiram. Os símbolos arquetípicos pertencem aos seres humanos". Um outro ganho a se pontuar, é que através da proposta de jogos e atividades em grupo, convidamos as crianças a deixarem o mundo virtual de lado e adentrarem o mundo das relações e brincadeiras, onde a troca acontece frente a frente; dentro de um contexto onde as grandes interações tem ocorrido por meio do plano digital, através de avatares com a distância física e temporal;por meio da internet, a criança e o adolescente consegue fazer contatos pessoais que, fora desse meio, não consegue. Entretanto, esses contatos são "superficiais" e de "falsa intimidade" e facilitam o afastamento social. Na visão de Piaget18, "o homem é um ser essencialmente social, impossível, portanto de ser pensado fora do contexto da sociedade em que nasce e vive. Em outra palavra, o homem não social, o homem considerado como molécula isolada do resto dos seus semelhantes, o homem visto como independente das influências dos diversos grupos que frequenta, o homem visto como imune aos legados da história e da tradição esse homem simplesmente não existe". Dessa forma, voltar às brincadeiras de roda e de união tem uma profunda importância social. E por fim, a possibilidade de trabalhar os arquétipos arteterapeuticamente com o projeto "Lendeiros - Vivenciando lendas através da arte" abriremos portas para que crianças e adolescentes percebam e se conectem com seu mundo emocional, a partir das projeções geradas pela lenda, trazendo e ampliando também sua subjetividade em relação a si e ao coletivo. As práticas serão diversas, desde de pinturas, danças, expressões corporais a brincadeiras de roda que trabalham o cognitivo. Segundo Cunha, "No espaço criado para brincar nessa aparente fantasia, acontece a expressão de uma realidade interior que pode estar bloqueada pela necessidade de ajustamento às expectativas sociais e familiares. A brincadeira espontânea proporciona oportunidades de transferências significativas que resgatam situações conflituosas."
Os Lendeiros - Vivenciando lendas através da arte é uma extensão do projeto que já foi aprovado pelo PROAC ICMS para a realização no Noroeste Paulista, com a Rouanet visamos alcançar outros Estados e levar nosso projeto, avaliado como "inovador" pelos pareceristas para abraçar mais crianças. A escolha da Paraíba foi feita mediante a pesquisa e visita em pessoa da idealizadora do projeto Natália Lima, ques esteje no Conde e percebeu o quão importante seria para aquelas crianças brincaderem e terem acesso a artes integradas de maneira gratuita.
Vivência: Serão realizadas 20 apresentações na cidade de Parati, executadas durante uma semana; duas vivências de manhã e duas a tarde contemplando crianças de diferentes contra turnos escolares. A duração de cada vivência é de 1:30h. O processo de repete nas cidades de: Rio de Janeiro, Petrópolis, Duque de Caxias. Cada vivência abraçará 25 crianças para que possa ser realizado um trabalho profundo com as práticas propostas, assim a cada dia 100 crianças participarão das atividades, 500 crianças nos cinco dias, 2.000 no Estado proposto. No segundo semestre a mesma dinâmica se repete na Paraíba, nas cidades de João Pessoa, Conde, Campina Grande e Santa Rita, totalizando 80 vivências no estado e abarcando cerca de 2.000 crianças e 4.000 em ambos os Estados. Total do projeto: 80 apresentações, 8 cidades, 2 Estados, 4.000 crianças que viverão uma experiência mágica e profunda. O material a ser utilizado será uma livre adaptação das Lendas pelos idealizadores do projeto, após fazerem uma coletânea das melhores formas de contar a lenda para crianças, trazendo as lendas de uma forma mais leve e focadas em habilidades artísticas e humanas.
Haverá a contratação de um consultor de acessibilidade que nos auxiliará a adpatar todas as dinâmicas para os mais diversos públicos; além disso a Arteterapeuta Natália Lima é formada em Arteterapia com ênfase em Arte Reabilitação e possui vivência com público deficiente haverá também a contratação de uma psicologa ou pedagoga local que ficará a disposição desse público para melhor aproveitamento da dinâmica. Cada um dos encontros permite dinâmicas adaptáveis para acolher deficientes físicos, auditivos, visuais e intelectuais e o auxilio do consultor será fundamental nessa adaptação. A escolha dos locais para execução do projeto será realizada de acordo com a capacidade de acessibilidade do mesmo em cada uma das cidades, verificaremos se o espaço possuem estruturas acessíveis para deficientes físicos como rampas, banheiros, etc. Haverá tradução simultânea de libras em pelo menos duas sessões em cada cidade, contratando profissionais locais; podendo ampliar essa ação a depender da necessidade da cidade.
Democratização de acesso: A ação será realizada em espaços públicos sendo cotados em cada cidade mediante ao que for melhor para as crianças e excecução. Para distruibir e convidar para a vivência temos as seguintes propostas: Off-line O projeto será divulgado nas escolas, públicas e privadas de todas as cidades por meio de cartazes contendo a programação, flyers e bilhetes enviados nos cadernos dos alunos Será realizada também uma visita dos atores nas escolas no primeiro dia em cada cidade visitada para despertar o interesse das crianças e reforçar o convite, essa visita terá teatro e música. Haverá também uma ação convite teatralizada no centros dessas cidades. On-line Com perfis no Instagram @leindeiros_arte e no Youtube, buscaremos de maneira interativa unir arte, educação e comunicação, tornando-os um espaço de informação que contém o trabalho de pesquisa sobre lendas folclóricas, utilizando os cincos sentidos dentro da Arteterapia para crianças e adolescentes, divulgando assim nossa pesquisa, fotos e vídeos da vivências e depoimento do público atingido. Publicações patrocinadas serão realizadas para aumentar o alcance e enquetes, caixas de perguntas para a troca com o público, além de lives com conteúdo sobre o Folclore brasileiro e transmissões ao vivo da dinâmica.
A proponente Natália Lima além de idealizadora será uma das atriz, atuando na contação das cinco lendas propostas e também a artetersapeuta que irá conduzir a vivência, com os objetivos já citados no projeto. Natália Lima: Atriz, formada em Comunicação Social e pós graduada em ArteTerapia com ênfase em psicologia analítica pelo Instituto Freedom, pós graduanda em psicologia infantil, autora do artigo científico “ Dos pequenos braços ao abraço - um relato sobre a importância do vínculo no complexo mundo dos sentimentos.” escrito com base em sua experiência de um ano como arteterapeuta e professora de teatro no Centro de Acolhimento “ Lar do Alvorecer Cristão”. Participa da formação "A arte do brincante para educadores" onde mergulha na cultura popular brasileira e em como introduzí-lá na infância. Se aprofundou através de cursos como “ Jung e a criança”; “mitologia grega e psicologia analítica”, “mitologia afro-brasileira e psicologia analítica”, “conto de fadas e a psicologia analítica” entre outros; além de oficinas que abordam o tema cultura popular brasileira como: Cantadas, dançadas e brincadeiras (Grupo Túia); danças brasileiras e danças afro-brasileiras. No audiovisual é Cíntia Abravanel na série que conta a vida do apresentador brasileiro Silvio Santos, o Rei da Tv, disponível no Starplus. Além disso, também integra o elenco de “Setembro” com a personagem Leila, filme que ganhou Paris Play Film Festival e está disponível no Amazon Prime. No teatro, interpretou a personagem Lisístrata na montagem Lisístrata dirigida por Sandra Corveloni; e Rebeca Nurse em Bruxas de Salém uma montagem de Kleber Montanheiro. Atualmente integra a oficina, onde trabalha uma montagem Tennesse Williams, sob direção de Nelson Baskerville. Lisandro Di Prospero Lisandro di Prospero é um dos idealizadores dos “Lendeiros - Vivenciando lendas através da arte” é ator, produtor, publicitário, designer gráfico, diretor de arte e professor de teatro na ONG: Lar da Benção, ministrando uma oficina para crianças carentes dos 6 aos 14 anos; dirigiu em 2019 em parceria com a direção da orquestra um espetáculo chamado “O Mundo é nosso Lar” na sala São Paulo, o elenco era composto de 140 crianças estudantes de escolas públicas paulistanas. Cursou interpretação teatral com Guilherme Sant’anna, Sergio Ferrara, Josemir Kowalick, Juçara Morais, André Garolli e Paulo Marcos Brito. Realizou oficina de roteiro no SENAC. No Grupo TAPA, participou do grupo de estudos de Realismo e Shakespeare. Atuou em diversos curtas-metragens, no longa “A Força de um Sorriso”, deRafael Almeida, na minissérie “Hebe”, com direção Mauricio Farias, além da série “O rei da TV” com direção de Marcus Baldine e Júlia Jordão. Atuou nas peças: “Você nunca me vê de onde eu vejo você”, “Havemos de Hamanhecer” e “Todos os Sonhos do Mundo” de João Paulo Lorenzon, “Malandragem” de Guilherme Sant’anna “Angels inAmerica” de Sergio Ferrara, “O Apocalipse de um Diretor” de Angela Ribeiro e Thiago Franco Balieiro, “Benjamin” de Arthur Hayoran, “Gomorra” de Jean Dandrah, “Ladainha para um defunto morto” de Fernando Neves. Participou do grupo de pesquisa em cinema AP43, ministrado por Nara Sakarê. Atualmente é membro da CiaDois de Teatro e d’A Última Cia. Pedro Pilar: Ator e produtor.Iniciou-se na arte através da formação de interpretação teatral na Escola de Atores Wolf Maya, em 2019-22. Cursou ainda Radio, Televisão e Internet e Produção Cultural, ambos na faculdade Cruzeiro do Sul, entre outros cursos voltados à produção e trabalhos via leis de incentivo na SP Escola de Teatro com Cynthia Margareth e Pedro Leão Desde 2019, como ator e assistente de produção: “Terremotos” dirigido por Marco Antônio Pâmio no SESI Paulista; “Álbum de Familia” dirigido por Jair Assumpção” e “O Pagador de Promessas”, por Marco Antonio Pamio ambos no teatro Nair Bello; “Pluft, o Fantasminha” e “Confissões de Adolescentes”, ambos dirigidos por Henrique Bahia no Teatro BTC; “A Festa de Ridley” dirigido por Mateus Bruza nos teatros Oswald de Andrade e Pequeno Ato. No audiovisual, participou de séries e filmes exclusivamente como ator, onde vale destacar as séries “MCA” e “EXAGERADO”; a WebSerie “Inesquecível” e os filmes “Vermelho Veneno” (longa-metragem) e “Apsiquia” (curta-metragem). Seu trabalho mais recente, em 2024 conta com a direção de Rogério Fabiano no espetáculo “O Futuro da Humanidade”.
PROJETO ARQUIVADO.