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Continuidade durante o ano de 2025, das atividades da Orquestra Jovem de Lages, projeto sociocultural que pretende ampliar seu atendimento para 200 crianças e adolescentes. No conjunto de ações desenvolvidas, teremos: Aulas de música (teoria, percepção musical e instrumentos) e ensaios semanais da orquestra com alunos avançados e orquestra com alunos iniciantes.2 Masterclasses de instrumentos com 5 professores convidados em cada, 2 Masterclasses de Orquestra com maestros convidados. 5 edições do Café da Tarde Musical (evento de formação de plateia com apresentações dos grupos de música de câmara) e 5 Concertos da Orquestra Jovem de Lages. Todos os produtos serão distribuídos gratuitamente.
não se aplica
OBJETIVO GERAL Promover à crianças e adolescentes desenvolvimento educacional, integração social e cultural, a partir de um conjunto de ações desenvolvidas no Programa Orquestral, amplamente fundamentadas na metodologia do ensino coletivo de instrumentos musicais. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Produto: Curso/Oficina/Estágio: Aulas de música (teoria, percepção musical e instrumentos) e ensaios semanais da orquestra com alunos avançados e orquestra com alunos iniciantes. - Ofertar 10 meses de atividades para 200 crianças e adolescentes na Orquestra Jovem de Lages, as atividades são semanais sendo 2 dias dedicados aos alunos iniciantes e 2 dias dedicados a alunos avançados, cada turno de aula tem a duração de 3 horas e 15 minutos. - Iniciar um Programa de Canto Coral como atividade de musicalização para crianças de 6 e 7 anos, as atividades são semanais e com 2 dias de aulas e cada turno tem a duração de 3 horas e 15 minutos. - Oportunizar mensalmente 16 Bolsa-Auxílio para 16 estudantes monitores das aulas de instrumentos durante os 10 meses da etapa de produção do projeto; - Produto: Oficina/Workshop/Seminário Audiovisual: 2 Masterclasses de instrumentos com 5 professores convidados em cada, 2 Masterclasses de Orquestra com maestros convidados. - Promover 2 Masterclasses de aperfeiçoamento para os estudantes com 10 professores convidados, cada masterclass tem 3 dias de atividades (de sexta-feira a domingo) em regime intensivo com 6 horas de atividades por cada dia de masterclass. - Promover 2 Masterclasses de Orquestra e dois concertos com maestros convidados, cada masterclass tem 3 dias de atividades (de sexta-feira a domingo) em regime intensivo com 6 horas de atividades por cada dia de masterclass. - Produto: Apresentação Musical: 5 edições do Café da Tarde Musical (evento de formação de plateia com apresentações dos grupos de música de câmara) e 5 Concertos da Orquestra Jovem de Lages. - Realizar 5 edições do ‘Café da Tarde Musical’, com entrada gratuita, evento esse que é ponto central do processo pedagógico, de comunicação e formação de plateia da Orquestra Jovem de Lages; - Realizar 05 Concertos da Orquestra Jovem de Lages, com entrada gratuita, para diferentes públicos;
Em todo o mundo, crescem em número e importância as iniciativas de integração social por meio de instrumento de orquestra para crianças e jovens de acordo com a edição de 2012 do anuário VIVA MÚSICA! Que dedicou integralmente a edição do referido ano para esboçar o panorama das orquestras inseridas em projetos culturais e sociais e o impacto que as mesmas vem causando no cenário cultural do país. Inspirados pelo "El Sistema Nacional de las Orquestas y Coros Juveniles e Infantiles de Venezuela", muitos projetos sociais têm incorporado a prática orquestral às suas atividades. O "Milagre musical venezuelano" causou um grande impacto social e cultural principalmente em países que buscam reduzir os níveis de pobreza, analfabetismo, marginalização e exclusão em sua população infanto-juvenil. Os projetos sociais de música clássica já se tornaram uma instituição de valor reconhecido pela sociedade brasileira e de grande presença na mídia. A região serrana de Santa Catarina, como sendo a região com IDH mais baixo do estado, necessita de um grande número de projetos sociais que atendam a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social, ações que reforcem a necessidade e importância de um processo educacional pleno. As atividades serão fundamentadas na metodologia do Ensino Coletivo de Instrumento Musical (ECIM). Acredita-se que o ECIM, a partir da condução do professor, pode configurar-se como metodologia integradora propiciando que o aluno seja um articulador dentro da sua comunidade, reforçando seu protagonismo na formulação de novas soluções para problemáticas individuais e/ou coletivas e no desenvolvimento de novas atitudes e habilidades. Nesse sentido, o ECIM possibilita o desenvolvimento cognitivo musical e o desenvolvimento social do aluno, transformando-o como indivíduo e este, intervindo no seu meio poderá transformá-lo e consequentemente, a sociedade. O espaço social de um grupo musical (a orquestra) promove a integração entre seus membros, a afetividade, as amizades e o crescimento pessoal, constituem fator determinante para que os pais e a comunidade tenham interesse e o valorizem como um ambiente saudável, capaz de manter os alunos longe da violência urbana (Campos, 2009). A prática musical, na forma de orquestra, é um meio de tornar a aprendizagem musical uma atividade social, acredita-se que cada estudante ao tocar a sua parte da música percebe sua importância na orquestra como integrante de um todo que realiza algo maior, com isso entende seu papel social dentro do grupo musical. Nas apresentações musicais, os estudantes se sentem valorizados pelo público e sua prática musical ganha um novo sentido, e essa atividade possibilita trocas entre a orquestra e o público num contexto educacional, artístico e social. Quanto ao seu enquadramento na Lei de Incentivo à cultura, o projeto se enquadra no inciso I do art. 1º, da Lei 8313/91, que traz a seguinte redação: "Contribuir para facilitar a todos os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais". Atendemos o disposto no inciso, através da realização das atividades pedagógicas em música erudita (prática orquestral e canto coral) para um público-alvo que geralmente não tem oportunidades de acesso a uma atividade cultural e também com a realização de concertos abertos ao público e os eventos de formação de plateia, intitulados "Café da Tarde Musical" e nesse sentido também é visto seu enquadramento no inciso II do art. 1º, da Lei 8313/91 que ressalta a importância de: "Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais". Já foi exposto neste texto que a região onde este projeto encontra-se inserido é a região com menor IDH do estado e nesse sentido iniciativas que estimulem a produção cultural regional são fundamentais para o desenvolvimento cultural local. Quanto aos seus objetivos, o projeto tem enquadramento nos seguintes incisos do art. 3º da Lei 8313/91: I _ Incentivo à formação artística e cultural, mediante: a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil; c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; O Projeto concederá mensalmente 16 bolsa-auxílio para alunos(as) monitores durante o período de produção do projeto, com o intuito de prover uma experiência e formação pré-profissional a esses adolescentes, além do mais todas as atividades do projeto são gratuitas e a formação artística, cultural e educacional do público-alvo são a grande prioridade do projeto. II _ Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; O projeto em questão prevê a realização de cinco concertos gratuitos realizados no estado de Santa Catarina. Também temos a série "Café da Tarde Musical" como um evento direcionado a formação de plateia e terá cinco edições no decorrer do projeto. IV _ Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Todas as atividades do projeto são gratuitas oportunizando assim as famílias dos estudantes atendidos pelo projeto e toda a comunidade o acesso aos concertos. Importante frisar que a Orquestra Jovem de Lages, é um projeto que, por ser totalmente gratuito, só é possível realizar através da Lei de Incentivo à Cultura. O projeto conta com variadas atividades gratuitas em sua programação, seja para formação de plateia, seja para o aperfeiçoamento musical e artístico dos estudantes, por ter o apoio de patrocínios captados através da Lei de Incentivo à Cultura. Assim, o apoio da Lei é fundamental e sem o incentivo fiscal não seria possível oferecer este projeto à população, nem mesmo ofertar aos estudantes todos os benefícios advindos do estudo de música no contexto coletivo de prática orquestral. A partir desses pressupostos se justifica a relevância desse projeto sociocultural para a cidade de Lages.
Projeto pedagógico 1 - Orquestra A formação da Orquestra já inicia simultaneamente ao início das aulas de música, independentemente do nível musical dos alunos. A prática orquestral é tratada nesse contexto como um instrumento musical a ser aprendido. Da mesma forma que se aprende a tocar violino se aprende a tocar numa orquestra, não sendo necessário primeiramente aprender a tocar o violino para somente depois de muito tempo começar a fazer música em um grupo musical – a orquestra. Para que esse objetivo seja alcançado faz-se necessário uma metodologia onde professores de música e regente da orquestra trabalhem em sintonia e seguindo um mesmo planejamento onde o ensaio da orquestra reforce os conceitos aprendidos em aula e vice-versa. Os ensaios não enfocarão apenas o ensino instrumental, mas também a formação da mentalidade, da personalidade e integração em grupo do aluno como elemento ativo, bem como integrado a um processo de busca a compreensão e conhecimento crítico da realidade cultural da nossa sociedade. Cada estudante ao tocar a sua parte da música deve perceber sua importância na orquestra como integrante de um todo que realiza algo maior, com isso entender seu papel social dentro do grupo musical. Nas apresentações musicais, os alunos se sentem valorizados pelos espectadores e sua prática musical ganha um novo sentido, por isso os projetos que vem atuando nesse sentido estão alcançando grandes resultados com um nível artístico surpreendente. Além das aulas de orquestra faz-se necessário as aulas de teoria e percepção musical. O estudo da teoria e percepção musical tem um objetivo principal: compreender o que ouvimos. A percepção musical busca produzir um ouvinte/executante que pode perceber o som como padrões repletos de significados - desenvolvendo uma mente que escuta e um ouvido que pensa. Isto é obtido através do desenvolvimento paralelo de dois tipos de atividades: audição e execução. Atividades de audição incluem reconhecimento de eventos musicais, ditados melódicos e percepção de progressões harmônicas. Atividades de execução incluem leitura rítmica e solfejo à primeira vista. O estudo da Percepção Musical serve para compreender o que se escuta, tal compreensão é necessária para que se possa fazer música em conjunto (nesse caso a orquestra), avaliar e corrigir a sua execução (e a de outros), comparar interpretações musicais diferentes, assim como possuir uma experiência musical mais completa. Para o desempenho da Orquestra é necessário que o aluno tenha essas habilidades em desenvolvimento, essas aulas proporcionarão aos alunos os conhecimentos e habilidades necessárias para o desempenho da Orquestra. 2 - Aulas de Instrumentos As aulas de instrumento serão realizadas com base na metodologia do Ensino Coletivo de Instrumento Musical (ECIM), para que desde as primeiras aulas o aluno esteja se habituando a fazer música em conjunto. Sobre o ensino coletivo de instrumentos musicais Cruvinel (2009, p. 254) considera que, por meio do ECIM, o aluno é convidado a construir seu conhecimento musical, tornando-se sujeito ativo no processo de ensino-aprendizagem. O professor desempenha o papel de mediador, provocando situações de aprendizagem. Acredita-se que o ECIM, a partir da condução do professor, pode configurar-se como metodologia integradora propiciando que o aluno seja um articulador dentro da sua comunidade, reforçando seu protagonismo na formulação de novas soluções para problemáticas individuais e/ou coletivas e no desenvolvimento de novas atitudes e habilidades. Nesse sentido, o ECIM possibilita o desenvolvimento cognitivo musical e o desenvolvimento social do aluno, transformando-o como indivíduo e este, intervindo no seu meio poderá transformá-lo e consequentemente, a sociedade. O enfoque de educação musical do projeto direcionar-se-á a uma intensiva prática de conjunto desde cedo e ao compromisso de manter sempre presente a alegria e a diversão advindas da aprendizagem e da criação musical. 3 - Canto Coral O Programa de Canto Coral será voltado para a musicalização de crianças na faixa etária dos 6 e 7 anos e terá como objetivos o aprendizado do canto coletivo, a sensibilização, sociabilização e integração; promover o enriquecimento cultural através da prática do Canto Coral. Desenvolver conhecimentos musicais, como instrumento de inclusão social. Aprendizado do dinamismo, espontaneidade, sociabilização e integração; promover o enriquecimento cultural praticando a diversidade musical. Desenvolver e aprimorar a sensibilidade auditiva, afinação vocal, aperfeiçoando conhecimentos sobre o aparelho respiratório, fonador e auditivo. Aperfeiçoar e praticar a postura correta. Ampliar nível de conhecimento musical, apresentando elementos básicos da teoria musical: escrita e significado. Aprimorar o canto coletivo e individual, como forma de integração e valorização pessoal, contribuindo para a construção da auto estima. Dominar o repertório desenvolvido, apurando a afinação vocal e postura; favorecer e estimular a criatividade. Quando a criança completar 8 anos ela ingressara nas aulas de instrumentos tendo já uma rica experiência musical através da prática coletiva de canto coral.
Produto: Curso/Oficina/Estágio – Compreende as aulas de música (teoria, percepção musical e as aulas de instrumentos) e os ensaios das orquestras iniciante e avançada. Acessibilidade no aspecto arquitetônico: As atividades pedagógicas do projeto, serão realizadas na Universidade do Planalto Catarinense, que atende em sua estrutura física todos os requisitos de acessibilidade, como rampas, corrimão, elevador, piso tátil, banheiros adaptados, indicação das salas e locais da universidade em braille, oportunizando assim entre o público-alvo a participação de alunos com deficiências ou mobilidade reduzida. Acessibilidade para deficientes visuais: A universidade possui piso tátil em toda sua estrutura física e indicação das salas e demais locais em braille. A professora de cordas - violino e viola, e o professor regente da orquestra possuem o curso de "musibraille" para escrever partituras em braille, atendendo essa demanda caso tenha algum aluno deficiente visual inscrito no projeto. Caso tenhamos algum estudante inscrito que possua deficiência visual, o setor pedagógico da universidade, disponibiliza ao projeto, capacitação com os profissionais do setor para audiodescrição e demais medidas de inclusão. Acessibilidade para deficientes auditivos: Pela particularidade desse produto, dificilmente haverá algum estudante com deficiência auditiva, inscrito para aulas de música, mas caso aconteça, será contratado interprete de Libras para a tradução das aulas e ensaios para esse estudante. Acessibilidade para deficientes intelectuais: Temos uma equipe pedagógica capacitada e experiente para atender a esse público e contamos com o suporte do setor de apoio pedagógico da universidade com profissionais especialistas. Produto: Oficina /Workshop/Seminário Audiovisual – Compreende os 2 Masterclasses de instrumentos e os 2 Masterclasses de Orquestra. Acessibilidade no aspecto arquitetônico: As atividades pedagógicas do projeto, serão realizadas na Universidade do Planalto Catarinense, que atende em sua estrutura física todos os requisitos de acessibilidade, como rampas, corrimão, elevador, piso tátil, banheiros adaptados, indicação das salas e locais da universidade em braille, oportunizando assim entre o público-alvo a participação de alunos com deficiências ou mobilidade reduzida. Acessibilidade para deficientes visuais: A universidade possui piso tátil em toda sua estrutura física e indicação das salas e demais locais em braille. A professora de cordas - violino e viola, e o professor regente da orquestra possuem o curso de "musibraille" para escrever partituras em braille, atendendo essa demanda caso tenha algum aluno deficiente visual inscrito no projeto. Caso tenhamos algum estudante inscrito que possua deficiência visual, o setor pedagógico da universidade, disponibiliza ao projeto, capacitação com os profissionais do setor para audiodescrição e demais medidas de inclusão. Acessibilidade para deficientes auditivos: Pela particularidade desse produto, dificilmente haverá algum estudante com deficiência auditiva, inscrito para aulas de música, mas caso aconteça, será contratado interprete de Libras para a tradução das aulas e ensaios para esse estudante. Acessibilidade para deficientes intelectuais: Os professores e maestros convidados para essas atividades são capacitados e experiente para atender a esse público e contamos com o suporte do setor de apoio pedagógico da universidade com profissionais especialistas. Produto: Apresentação Musical – Compreende as 5 edições do Café da Tarde Musical (evento de formação de plateia com apresentações dos grupos de música de câmara) e os 5 Concertos da Orquestra Jovem de Lages. Acessibilidade no aspecto arquitetônico: As apresentações do projeto, serão realizadas na Universidade do Planalto Catarinense e no Teatro do Colégio Bom Jesus, que atendem em sua estrutura física todos os requisitos de acessibilidade, como rampas, corrimão, elevador, piso tátil, banheiros adaptados, indicação das salas e locais da universidade em braille, oportunizando assim entre o público-alvo que irá assistir as apresentações a participação de pessoas com deficiências ou mobilidade reduzida. Acessibilidade para deficientes visuais: A universidade possui piso tátil em toda sua estrutura física e indicação das salas e demais locais em braille. Além disso haverá um profissional capacitado em audiodescrição em todas as apresentações. Esse profissional responsável pela audiodescrição do concerto, já estará a postos na recepção dos locais dos concertos (universidade ou teatro), buscando identificar pessoas com deficiência visual, para encaminhá-las ao lugar reservado e fazer a audiodescrição do concerto. Acessibilidade para deficientes auditivos: Será contratado interprete de Libras para a tradução em todas as apresentações. Esse interprete já estará identificado na recepção dos locais dos concertos (universidade ou teatro), para identificar já na chegada do público, alguma pessoa com deficiência auditiva e encaminhá-la ao lugar reservado. Acessibilidade para deficientes intelectuais: Equipe de recepção para atendimento do público com deficiências e também para auxílio da acomodação do público idoso. Considerações Gerais sobre Acessibilidade Para pessoas com deficiências físicas, sensoriais ou cognitivas se observará o que dispõe a Lei nº 13.146 de 06 de Julho de 2015 principalmente o Artigo 44: § 1o Os espaços e assentos a que se refere este artigo devem ser distribuídos pelo recinto em locais diversos, de boa visibilidade, em todos os setores, próximos aos corredores, devidamente sinalizados, evitando-se áreas segregadas de público e obstrução das saídas, em conformidade com as normas de acessibilidade. § 3o Os espaços e assentos a que se refere este artigo devem situar-se em locais que garantam a acomodação de, no mínimo, 1 (um) acompanhante da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, resguardado o direito de se acomodar proximamente a grupo familiar e comunitário. Todo material de divulgação do projeto atenderá a exigência do § 2º do Artigo 27, da Instrução Normativa nº 11 de 30 de janeiro de 2024.
Neste projeto a própria delimitação do público-alvo já se torna uma medida de democratização de acesso, pois busca levar a um público em vulnerabilidade social, a oportunidade de estarem participando ativamente de um projeto cultural, aprendendo um instrumento musical e fazendo parte de uma orquestra. O local de realização das aulas é um local de fácil acesso, pela proximidade da universidade com os bairros várzea, habitação, popular e o próprio bairro universitário, que são bairros com alto índice de vulnerabilidade social, possibilitando assim a participação do público-alvo sem a necessidade de transporte. As apresentações que serão realizadas pela orquestra também terão uma atenção a democratização do acesso pois além de serem gratuitas, haverá lugares reservados para familiares dos alunos. Não é raro encontrar em uma comunidade em vulnerabilidade social pessoas que nunca tiveram a oportunidade de entrar em um teatro para assistir uma apresentação artística. Um dos Concertos realizados na cidade de Lages será na Praça CEU e também objetiva alcançar um público que raramente tem acesso a uma apresentação artística, levando a apresentação para o bairro, fazendo uma apresentação in loco para a comunidade que está sendo atendida pelo projeto, pois a Praça CEU fica no bairro universitário, próximo aos limites dos bairros, várzea, popular e habitação, que são os bairros onde se espera que seja a grande maioria do público-alvo. Dessa forma quem não puder ir ao teatro poderá assistir à apresentação próxima a sua casa. Atendendo ao Artigo 30 da IN nº 11 de 30 de janeiro de 2024 que determina a adoção de, pelo menos, uma das medidas de ampliação de acesso expostas em seus incisos, adotaremos as seguintes: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com Libras e audiodescrição; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;
Proponente: André Chiomento Produções Musicais LTDA. Dirigente: André da Silva Chiomento André da Silva Chiomento, desempenhará as funções de Coordenação Geral do projeto e também será o Regente da Orquestra de alunos avançados e a Orquestra de alunos iniciantes. É Bacharel em Música pela Universidade Federal de Santa Maria - UFSM. Especialista em Música pela Universidade Futura - ICETEC. Tem experiência na área de Música, com ênfase em Ensino Instrumental e Formação de Grupos Instrumentais. Atualmente é Professor no Curso de Música - Licenciatura, da Universidade do Planalto Catarinense – UNIPLAC, desde 2017 e Assistente de Direção do Festival Internacional Música na Serra. Foi Trombonista da Orquestra Sinfônica de Santa Maria no período de 2010 a 2015. Foi professor substituto do curso de bacharelado em música da Universidade Federal de Santa Maria de 2019 a 2021. Na área de Produção Cultural, vêm atuando desde 2016 na produção do Festival Internacional Música na Serra. Ainda na área da produção cultural produziu em 2023 o XXIX Festival Brasileiro de Trombonistas e II Encontro Catarinense de Trombonistas em Itajaí via o Programa de Incentivo à Cultura - PIC e é o produtor executivo da Orquestra Filarmônica de Blumenau. Em 2021 foi contemplado com a Lei Aldir Blanc para a realização da oficina “Fundamentos da Técnica Específica para Instrumentistas de Metais”. Também já foi contemplado com o Prêmio Elisabete Anderle, por duas vezes, em 2021 e 2023 respectivamente. Desde o ano de 2022 vem desenvolvendo o trabalho de difusão e fomento de novas obras camerísticas originais para quarteto de trombones, juntamente com outros trombonistas do estado com o “Quarteto Catarinense de Trombones”. No ano de 2022 fundou a Orquestra Jovem de Lages, projeto sociocultural que proporciona desenvolvimento artístico, educacional e cultural para crianças e adolescentes. Durante o ano de 2023 a Orquestra Jovem de Lages teve suas atividades viabilizadas via Programa de Incentivo à Cultura. Maurício Tietboehl Nascimento e Souza - Professor de Contrabaixo Doutor e Mestre em Contrabaixo pela University of Georgia. Integrou as orquestras Charleston Symphony, Macon Symphony, Albany Symphony. No Brasil, participou da OSPA, Orquestra Filarmônica da PUCRS, Orquestra do SESC-RS, Orquestra do Theatro São Pedro, Camerata Florianópolis. Estudou com nomes como Francesco Petracchi, Giuseppe Ettorre, Timothy Cobb, Barry Green, Alberto Bocini, Betram Turetsky, Tom Sharpe. Fundador da Orquestra Floriparte, iniciativa que promove o ensino de cordas coletivo. Ainda na área da educação, Maurício é colaborador internacional e jurado do Concorso Internazionale di Música Città di Stresa e tem ministrado aulas de orquestra e masterclasses de contrabaixo nos EUA, Itália e Brasil. É membro da associação Opus Lago Maggiore (Itália). Raphael Buratto – Professor de Violoncelo Raphael Buratto graduou-se bacharel em violoncelo pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná e é mestre em interprétation du violoncelle pela Université de Montréal – Canadá, orientado por Johanne Perron. Recebeu orientações em festivais e masterclasses de inúmeros professores, entre eles destacam-se os violoncelistas: Fábio Presgrave, Mark Kosover (EUA), Anatoli Krestev (Bulgária), Ina-Esther Joost (Alemanha), Michael Haran (Israel), Pjotr Meshvinski (Rússia), Yuli Turovsky (Rússia-Canada) e Romain Garioud (França). Raphael Buratto foi integrante da Orquestra Sinfônica de Santa Catarina, Camerata Florianópolis, Orquestra de Câmara de Blumenau, Orquestra de Câmara da PUCPR, Orquestra Filarmonia Santa Catarina e entre 2004 e 2008 participou regularmente como músico convidado da Orquestra Sinfônica do Paraná (OSP), trabalhando com importantes maestros e solistas. Em 2009 trabalhou como professor substituto de violoncelo e música de câmara na Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), na cidade de Florianópolis. Em Montreal, teve uma intensa atividade musical, participando de inúmeros grupos de câmera e orquestras. Foi integrante do C4 Quatuor de Violoncelle, Ensemble Arkea e da I Celliste Orchestra, a convite de Velitchka Yotcheva (diretora artística da Société de Musique de Chambre de Montréal). Além da experiência como chefe de naipe, teve a oportunidade de solar com importantes orquestras Catarinenses, dentre elas destacam-se a Camerata Florianópolis, Orquestra de Câmara de Blumenau, Camerata Dona Francisca, e a Orquestra Filarmonia SC e Orquestra de Camara Andante. Simone Pires Vargas Chiomento - Professora de Violino e Viola Bacharel em Música habilitação em Violino pela Universidade Federal de Santa Maria; Especialista em Educação e Direitos Humanos pela Faculdade Palotina de Santa Maria; Licenciada em Música pela Universidade do Planalto Catarinense; Especialista em Musicoterapia pelo Centro Sul Brasileiro de Pesquisa Extensão e Pós-Graduação LTDA, CENSUPEG; Especialista em Educação Musical e Ensino de Artes, FAVENI - Faculdade Venda Nova do Imigrante; Michael Fragomeni Penna – Coordenação de Oficinas Atua como professor e regente da Orquestra Jovem Recanto Maestro, projeto promovido pela Fundação Antonio Meneghetti, que atende mais de 150 crianças e jovens. Bacharel em Ontopsicologia pela Antonio Meneghetti Faculdade. Mestre em Educação pela Universidade Federal de Santa Maria. Violista da Camerata OntoArte, participou em 2018 da turnê de estreia da ópera O Quatrilho. Em 2016, realizou com a soprano Carla Maffioletti turnê por vários estados brasileiros, resultando na gravação de CD com obras do compositor Vagner Cunha sobre poemas do artista italiano Antonio Meneghetti. Violinista do Conjunto de Câmara Recanto Maestro, participou em 2017 como grupo residente do VI Festival de Música Barroca na cidade de Sucre-Bolívia. Também atuou como regente e professor de diversas orquestras jovens no Brasil e na América Latina. Na esfera educacional, é coordenador de projetos do programa Cultural e Educacional da Fundação Antonio Meneghetti, com destaque para o projeto Estamos Juntos de formação continuada para mais de 500 professores da rede pública de 12 municípios da região central do Rio Grande do Sul. Professor titular de Arte e Cultura Humanista do Bacharelado em Ontopsicologia da Antonio Meneghetti Faculdade. Regina Kinjo Coordenação Pedagógica – Programa Canto Coral Regente coral, atualmente professora do Coral Infantojuvenil na Escola Municipal de Música de São Paulo. Regente do Coral Infantil no projeto AMIS – Associação Morumbi de Integração Social e grupo vocal Madrigal “Sempre en Canto” desde sua formação. Licenciada em Música. Já trabalhou em diversos projetos e instituições como: Projeto Guri, ULM-Emesp Tom Jobim- Santa Marcelina, Meninos do Morumbi, Instituto Baccarelli, Coral Porto dos Anjos em Santos. Com experiência diversificada na área musical, ministrou aulas de Canto Coral Infantil e Infanto Juvenil no Festival de Inverno de Campos do Jordão e Regência na Oficina de Música de Curitiba, Coral Infantil e Adulto no Festival de Artes de Itu, Festival de Artes em Bragança Paulista, Festival Internacional de Música nas Montanhas em Poços de Caldas e Festival Internacional Música na Serra em Lages - Santa Catarina, além de Workshops diversos. Recentemente com seu Coral Infantojuvenil da Escola Municipal de Música, participou das óperas: Turandot, João e Maria, A Danação de Fausto, La Bohème, Pagliacci, Otello, L’enfant et les sortilèges, Poranduba (Theatro São Pedro). Os concertos: Requiem (Andrew Lloyd Webber), Carmina Burana (Carll Orff), Missa (Leonard Bernstein), El Niño (John Adams), Sinfonia nº8 (Gustav Mahler), no Theatro Muicipal de SP. Junto à Banda Sinfônica do Estado, realizou os concertos Os Saltimbancos e A Arca de Noé (MASP, Auditório do Ibirapuera e Sala São Paulo), também participou do concerto Carmen, a convite da OSUSP na Sala São Paulo.
PROJETO ARQUIVADO.