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A presente proposta tem como objetivo a realização de uma exposição fotográfica itinerante sobre as pinturas rupestres da área da Escarpa Devoniana. A exposição revelará em detalhes os grafismos rupestres que se encontram desvanecidos pela ação do tempo, pois utilizará de um conjunto de fotografias que foram tratadas a partir de técnicas atuais de realce de imagens, permitindo a visualização de desenhos, até então, irreconhecíveis. Como produtos de educação patrimonial secundários, este projeto irá disponibilizar gratuitamente um livreto infantil e uma exposição virtual.
Exposição fotográfica itinerante: A exposição itinerante “Patrimônio desvendado: as pinturas rupestres da Escarpa Devoniana em Ponta Grossa (PR)” é resultado de três anos de pesquisas desenvolvidas pelo Grupo Universitário de Pesquisas Espeleológicas (GUPE) envolvendo o inventário das pinturas rupestres na Área de Proteção Ambiental da Escarpa Devoniana no município de Ponta Grossa. Um rico acervo de fotografias tratadas com o uso de técnicas digitais de realce de imagens permite que o público visualize figuras que são imperceptíveis de serem identificadas a olho nu, pois as ações do tempo desbotou a tinta utilizada pelos povos originários para confecção das pinturas. A exposição contará com dois painéis explicativos, com versão em áudio, sobre a exposição itinerante, tendo como objetivos: a) explicar a concepção da exposição; b) os métodos e técnicas utilizados na produção das fotografias; c) explicar brevemente sobre a arqueologia regional e os conceitos abordados e; d) destacar a importância desse patrimônio cultural no contexto da Escarpa Devoniana. Esta exposição tem como objetivo sensibilizar a comunidade em geral sobre a importância do patrimônio arqueológico rupestre da Escarpa Devoniana com foco na preservação e educação patrimonial. Exposição fotográfica virtual: como forma de democratizar o acesso e amplificar a divulgação do conteúdo da exposição itinerante “Patrimônio desvendado: as pinturas rupestres da Escarpa Devoniana em Ponta Grossa (PR)”, uma exposição virtual, contendo as mesmas fotografias presentes na exposição itinerante, acompanhadas de audiodescrição, será disponibilizada em uma página da internet. Livreto infantil e Audiolivro “As aventuras arqueológicas de Ema”: As aventuras arqueológicas de Ema é uma obra com foco na divulgação científica e educação patrimonial para crianças. O objetivo é apresentar, de maneira lúdica e com linguagem acessível, a arqueologia da Área de Proteção Ambiental (APA) da Escarpa Devoniana no município de Ponta Grossa (Paraná). Durante a leitura, as crianças são guiadas por uma personagem baseada em uma pintura rupestre local, a Ema, que explica o que é a arqueologia, o que são os vestígios arqueológicos, detalha sobre as pinturas rupestres e quem as produziu, descreve os abrigos e cavernas onde se situam os sítios arqueológicos, mostra a importância da proteção desse patrimônio e orienta o que se deve fazer ao visitar ou achar um sítio arqueológico. Por fim, este livreto instiga as crianças a disseminar o conhecimento adquirido e apresenta uma atividade didática que estimula a produção de desenhos com a temática arte rupestre.
Objetivo geral Sensibilizar a comunidade em geral do município de Ponta Grossa sobre a importância do patrimônio arqueológico rupestre da Escarpa Devoniana com foco na preservação e educação patrimonial. Objetivos específicos - Realizar uma exposição fotográfica itinerante (com audiodescrição) em oito espaços de circulação pública de pessoas sobre as pinturas rupestres da área da Escarpa Devoniana no município de Ponta Grossa (Paraná); - Disponibilizar a exposição fotográfica em formato virtual, acompanhada de audiodescrição, como medida de ampliação do acesso; - Publicar edição atualizada do livreto infantil "As aventuras arqueológicas de Ema", que trata sobre a arqueologia da área da Escarpa Devoniana, com foco na educação patrimonial para o público infantil, com tiragem de 10.000 exemplares, para distribuição gratuita; - Produzir versão em audiolivro com audiodescrição do livreto infantil, como medida de acessibilidade comunicacional, por meio de inserção de QR Code nas obras.
Durante três anos, o Grupo Universitário de Pesquisas Espeleológicas (GUPE) desenvolveu o "PGRupestre: sítios arqueológicos da Área de Proteção Ambiental (APA) da Escarpa Devoniana em Ponta Grossa: inventário e educação patrimonial", um projeto de pesquisa que realizou levantamento detalhado dos sítios arqueológicos com pinturas rupestres em Ponta Grossa. Ao todo foram 52 sítios arqueológicos identificados e estudados com 277 painéis, contendo um total de 1212 figuras pintadas por povos originários que habitaram a região de centenas há milhares de anos. A maioria das pinturas rupestres da Escarpa Devoniana se encontra desvanecida, ou seja, devido à ação natural do tempo estes grafismos desbotaram. Mas muito daquilo que estava oculto, grafismos que não eram possíveis de serem observados a olho nu, foram revelados com o uso de técnicas de realce de imagens digitais, um método ainda muito pouco utilizado na arqueologia brasileira. Com a aplicação desta técnica de realce, em mais de 14 mil imagens digitais de alta resolução coletadas durante o Projeto PGRupestre, foi possível observar detalhes e até mesmo novas pinturas antes imperceptíveis no suporte rochoso dos vários abrigos estudados. Isso permitiu uma compreensão mais profunda das técnicas de pintura, das sobreposições existentes, das temáticas produzidas e da riqueza deste patrimônio cultural. Assim, um imenso acervo de imagens dos painéis com pinturas rupestres foi produzido, fotografias que chamam a atenção e possuem grande potencial para divulgar o patrimônio arqueológico local, servindo como condutor para ações de educação patrimonial com a comunidade em geral. Por este motivo, justifica-se a realização de uma exposição fotográfica itinerante no município de Ponta Grossa, a fim de expor os painéis rupestres mais expressivos e divulgar a arqueologia da área da Escarpa Devoniana. A Lei de incentivo à Cultura será um mecanismo de fundamental importância para o desenvolvimento deste projeto cultural, pois com o financiamento será possível produzir três produtos culturais (exposição fotográfica itinerante, exposição fotográfica virtual e um livreto infantil sobre arqueologia), tudo disponibilizado gratuitamente para um público diverso (democratizando o acesso), além de garantir a acessibilidade com a disponibilização de audiolivros e audiodescrição da exposição. O presente projeto se enquadra diretamente nos incisos I, III, IV e VI do Art. 1º da Lei 8.313/91, pois visa contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional e; preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro. Esta proposta também está alinhada ao inciso "c" da alínea II do art. 3º da Lei 8.313/91, pois tem como objetivo fomentar a produção cultural e artística, mediante a realização de exposições (neste caso, fotográfica) e apoiar outras atividades culturais e artísticas, mediante ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura, como por exemplo, a produção de material (livreto infantil) para ação de educação patrimonial para crianças. A proposta atende as diretrizes do IPHAN, dispostas na Portaria nº 137/2016, uma vez que busca favorecer relações de afetividade e estima inerentes à valorização e preservação do patrimônio arqueológico localizado em Ponta Grossa.
Tendo em vista que o acesso do público ao projeto é inteiramente gratuito, o mesmo fica dispensado da realização de ações de contrapartida social, conforme artigo 32 da IN n. 11/2024 Detalhamento de alguns itens do orçamento do projeto (que não puderam ser detalhados no orçamento) Material expográfico: - Impressão das fotografias – R$ 2.640,00 (24 uni – papel fotográfico - 50x70 – R$ 110,00 cada) – justificativa do item: conforme cotação orçamentária em lojas de revelação fotográfica a revelação em papel fotográfico de tamanho 50x70 cm custa este valor em média. Buscou-se avaliar os melhores formatos e qualidade de impressão e papel para o material imagético que será apresentado. - Quadros com vidro e moldura – R$ 5.040,00 (24 uni – R$ 210,00 cada) - justificativa do item: a moldura das fotos em quadro com vidro garante maior proteção e estética ao conteúdo apresentado. Conforme consulta em lojas locais, um quadro com vidro e moldura para emoldurar as fotografias de tamanho de 50x70 cm custa R$ 210,00 cada. - Cavalete Porta Quadros Pinus Cor Mogno 1,80mts – R$ 4.800,00 (24 uni – R$ 200,00 cada) - justificativa do item: estes materiais servirão para expor os quadros com as fotografias, facilitando o transporte, a montagem e garantindo uma estética limpa e orgânica. Em pesquisa em lojas locais o custo desse material é de R$ 200,00 cada. - Mesa lateral retangular de madeira – R$ 600,00 (2 uni – R$ 300,00 cada) - justificativa do item: trata-se de mesa lateral retangular de madeira para serem utilizadas nas exposição como local de disposição dos livretos infantil. Pesquisa realizada em lojas de mobiliários (online) indica um preço médio de R$ 300,00 cada. - Painel de madeira adesivado (2 x 1m) – R$ 1.000,00 (2 uni – R$ 500,00 cada) - justificativa do item: trata-se material que será utilizado como conteúdo explicativo da exposição, estarão à mostra junto das fotografias. Pesquisa realizada em lojas de confecção desse tipo de produto indica um preço médio de R$ 500,00 cada peça. - Aluguel do Palladium para exposição – R$ 19.600,00 (28 dias – R$ 700,00 cada) - justificativa do item: este é o principal ambiente de circulação de pessoas no município de Ponta Grossa, por isso a importância de conseguir expor neste shopping, pois o alcance ao público será alto. O valor apresentado é o custo orçado com a empresa responsável pela locação do espaço. - Audidescrição – Exposição (24 fotos + 2 painéis) - R$ 5.500,00 - justificativa do item: a audiodescrição de todo o conteúdo da exposição permite acessibilidade, uma tradução intersemiótica que tem como públicos alvo pessoas cegas e de baixa visão, além de abraçar pessoas disléxicas e idosas. O serviço para audiodescrição inclui: Roteiro, narração, consultoria com profissional cega, estúdio com captação e edição de áudio. O valor apresentado é o custo médio de empresas que prestam esse tipo de serviço em Ponta Grossa. Custos de divulgação: - Assessoria de comunicação – produção, coordenação e revisão de conteúdos – R$ 13.200,00 (12 uni – R$ 1.100,00 cada) - este profissional realizará todo o serviço de assessoria de comunicação do projeto, incluindo o acompanhamento durante produção e lançamentos dos produtos culturais (exposição itinerante, livretos infantis e exposição virtual). O valor indicado tem como base aproximado o valor da bolsa CNPq de Produtividade em Desenvolvimento Tecnológico e Extensão Inovadora. - Impulsionamento de conteúdos – R$ 1.898 (10 publicações impulsionadas – R$ 189,80 cada) - pretende-se aumentar a visibilidade e o alcance dos produtos do projeto, bem como ampliar a divulgação do objeto foco do projeto: as pinturas rupestres da Escarpa Devoniana em Ponta Grossa. Currículo de integrantes colaboradores do projeto Emanuele Rodrigues de Lima (colaboradora): Licenciatura em Geografia, Especialização em Educação de Jovens e adultos de nível Técnico Profissional. Atuando como professora do Ensino Fundamental na Rede Pública do Estado do Paraná, desenvolvendo Oficinas Pedagógicas na área da Educação e Cultura. Cursos concluídos recentemente nas áreas da Educação Especial e Administração de Nível Técnico. Felipe Simão Pontes (coordenação de comunicação): jornalista e doutor em Sociologia Política. Professor do curso de Jornalismo da Universidade Estadual de Ponta Grossa, onde também coordena o Núcleo de Produção Audiovisual. Autor do livro “Adelmo Genro Filho e a Teoria do Jornalismo”, obra finalista do 58º Prêmio Jabuti de Literatura na categoria Comunicação – prêmio promovido pela Câmara Brasileira do Livro. Suplente da Cadeira de Literatura do Conselho Municipal de Políticas Culturais da cidade de Ponta Grossa. Foi Coordenador Geral da TV Comunitária de Ponta Grossa - Canal 17 NET. É presidente da Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo – SBPJor. Coordenador da Equipe de Comunicação do Projeto Espeleopiraí: em defesa do patrimônio cultural de Piraí da Serra/PR. Um dos organizadores e responsável pela revisão do livro fotográfico “Cavidades Subterrâneas de Ponta Grossa”. Um dos escritores do livro infantil: “Guia para conhecer o mundo das cavernas”. Um dos revisores do livro infantil: “As aventuras arqueológicas de EMA”. Foi um dos editores da série de microdocumentários (quatro episódios): EspeleoPiraí: em defesa do patrimônio cultural de Piraí da Serra/PR. Editou e dirigiu documentários pelo Núcleo de Produção Audiovisual, tais como “Quem vê Minha Dor!” e “Feirantes da Economia Solidária: Narrativas de Cooperação e Sustentabilidade”. Jasmine Cardozo Moreira (colaboradora): Turismóloga, doutora em Geografia, é professora e pesquisadora UEPG, na graduação e pós-graduação. Atua como consultora do INEP (Ministério da Educação). Nos últimos 5 anos produziu 2 Livros, 16 Capítulos de livros e 55 artigos publicados. Muitos desses trabalhos enfocam os aspectos culturais. Foi palestrante em eventos como a VII Bienal de Turismo em Espaço Rural – Açores (Portugal), e na 1ª Conferência sobre Parques Nacionais e Recreação (China). Publicou o livro “ Geoturismo e Interpretação ambiental” e coordenou o projeto “Conhecendo o Parque Nacional dos Campos Gerais”, que gerou produtos como um Jogo da Memória e uma cartilha. Recebeu Menção Honrosa do Premio Capes de Tese. É membro da Academia Internacional para o Desenvolvimento da Pesquisa em Turismo no Brasil, e dos Grupos de Especialistas em Turismo em áreas protegidas, e Geoheritage, ambos da IUCN (União Internacional para Conservação da Natureza). Heder Leandro Rocha (colaborador): Membro efetivo do GUPE, Geógrafo, Mestre em Gestão do Território e Doutor em Geografia (com bolsa de doutorado pleno no exterior da CAPES). Realizou estagio de pós-doutorado na Universidad Nacional del Centro de la Provincia de Buenos Aires (UNCPBA) com bolsa do CONICET-Argentina. Integra diversos projetos de pesquisa e extensão vinculados com o patrimônio espeleológico (Brasil e Argentina), cultural e arqueológico (Argentina). Atua também como consultor ambiental e na temática da igualdade e diversidade, além de ter experiencia na docência e na gestão universitária. Autor de vários trabalhos científicos na temática de Gênero, Poder e Espaço; Representações sociais e espaço; Discurso; e também, na Espeleologia. Conceito curatorial e amostras da exposição Acessar conteúdo através do link: https://drive.google.com/file/d/148YJPmOI3cNC6z8mqESlqgmrCgdoAR6R/view?usp=sharing
Exposição fotográfica itinerante: 8 meses de execução (com possibilidade de dilação de prazo mediante existência de outros locais para realizar a exposição) – 24 fotografias (impressão em papel fotográfico - 50x70cm) expostas em quadros com vidro e moldura sobre cavalete porta quadros pinus cor mogno (1,80m de altura) e 2 painéis de madeira adesivado (2 x 1m). Serão produzidos dois painéis explicativos da exposição, em madeira e adesivados, com dimensões de 2 x 1m. O conceito curatorial da presente exposição fotográfica itinerante considerou os seguintes fatores: a) painéis rupestres que contêm as melhores figuras em relação aos aspectos estéticos; b) situações praticamente impossíveis de serem observadas a olho nu, com o foco de mostrar a importância do inventário fotográfico e produção de decalques digitais; c) painéis com figuras curiosas com potencial para a avaliação crítica e imaginativa dos espectadores; d) painéis com pinturas rupestres nítidas e figuras de fácil identificação pelo público e; f) painéis rupestres com elevado número de pinturas. Assim, dos 277 painéis rupestres foram selecionados 24 para serem expostos, conforme projeto expográfico disponivel no link contido na aba "Outras Informações". Livreto infantil “As aventuras arqueológicas de Ema”: 28 Páginas + Capa (Capa: 300x210mm, 4x4 cores, Tinta Seleção em Couchê Fosco Nevia FSC 300g. Miolo: 28 pgs, 150x210mm, 4 cores, Tinta Seleção em Couchê Brilho Nevia 115g. Laminado Fosca, 1 lado(s)(Capa), Verniz Uv Localizado, 1 Lado(s)(Capa), Dobrado(Miolo), Shrink Coletivo) – 10 mil unidades impressas com QR Code para acesso à versão em audiolivro com audiodescrição. Exposição fotográfica virtual: 1 aba em uma página de internet que está em fase de produção, para exposição das 24 fotografias com audiodescrição que estarão disponíveis na exposição itinerante.
EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA ITINERANTE Acessibilidade Física: Todos os espaços previstos para a ocorrência da exposição fotográfica itinerante apresentam acessibilidade arquitetônica, inclusive para áreas acessórias como banheiros, alimentação e circulação. Acessibilidade Comunicacional: Acessibilidade para deficiente visual: As 24 fotografias expostas serão acompanhadas de audiodescrição disponibilizadas por meio de QR Code. Acessibilidade para deficiente auditivo: Trata-se de uma exposição fotográfica, portanto, acessível ao deficiente auditivo Acessibilidade para pessoas com deficiência intelectual (que apresentam síndromes, transtorno do espectro autista ou doenças que gerem limitações de acesso aos conteúdos): A audiodescrição também possibilita o acesso a pessoas com deficiência intelectual, dislexas e idosos. EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA VIRTUAL (MEDIDA DE AMPLIAÇÃO À DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO) Acessibilidade física: não se aplica Acessibilidade para deficiente visual: As 24 fotografias expostas na internet serão acompanhadas de áudio com a descrição do seu conteúdo, a fim de que que pessoas com deficiência visual possam acessar Acessibilidade para deficiente auditivo: Trata-se de uma exposição fotográfica, portanto, acessível ao deficiente auditivo Acessibilidade para pessoas com deficiência intelectual (que apresentam síndromes, transtorno do espectro autista ou doenças que gerem limitações de acesso aos conteúdos): A audiodescrição também possibilita o acesso a pessoas com deficiência intelectual, dislexas e idosos. LIVRETO INFANTIL Acessibilida física: não se aplica Acessibilidade para deficiente audiivo: Trata-se de uma publicação com textos e imagens, acessível para pessoas com deficiência auditiva Acessibilidade para deficiente visual: “As aventuras arqueológicas de Ema” será disponibilizado em versão de audiolivro contendo audiodescrição validada por pessoa cega. Acessibilidade para pessoas com deficiência intelectual (que apresentam síndromes, transtorno do espectro autista ou doenças que gerem limitações de acesso aos conteúdos): A audiodescrição do livreto também possibilita o acesso a pessoas com deficiência intelectual, dislexas e idosos. Nota sobre acessibilidade para pessoas com deficiência intelectual: A audiodescrição é um recurso de acessibilidade comunicacional direcionada a pessoas com deficiência visual, mas que também favorece a compreensão de outras pessoas. É uma técnica que busca descrever em áudio imagens estáticas ou em movimento, o que possibilita o acesso ao conteúdo de pessoas cegas ou com baixa visão, além de ampliar a compreensão de pessoas com deficiência intelectual, dislexia e idosos. Neste projeto, a audiodescrição é a tecnologia assistiva que será utilizada para garantir a acessibilidade ao conteúdo da exposição e ao livreto.
Todos os produtos culturais gerados pelo presente projeto (exposição fotográfica itinerante, exposição fotográfica virtual e o livreto infantil - As aventuras arqueológicas de Ema) serão disponibilizados gratuitamente para o público em geral. Além disso, é importante mencionar que estes produtos também serão disponibilizados gratuitamente em um site que está sendo produzido a partir do projeto de pesquisa “Pinturas rupestres, turismo e uso público: ferramentas de monitoramento” coordenado pela Professora Dra. Jasmine Cardozo Moreira e aprovado pela Chamada CNPq/MCTI nº 10/2023 - Faixa A - Grupos Emergentes (Processo: 401592/2023-5), com o objetivo de ampliar o acesso aos referidos produtos culturais. Ampliação à democratização de acesso: Conforme previsto no artigo 30 a In n.011/2024, inciso III, adotaremos como medida "disponibilizar pela internet a exposição acompanhada por audiodescrição".
Henrique Simão Pontes (coordenador geral - produção, curadoria, articulação e coordenação geral da exposição itinerante, materiais e ações de educação patrimonial): Geógrafo, mestre em Gestão do Território e doutor em Geologia Ambiental, membro efetivo do Grupo Universitário de Pesquisas Espeleológicas (GUPE). Desenvolve projetos de pesquisa e extensão envolvendo o inventário, caracterização e proteção do patrimônio cultural e natural. Já coordenou quatro projetos com financiamento de instituições públicas e privadas. Coordenou projetos classificados em editais do Programa Municipal de Incentivo Fiscal à Cultura (Promific) de Ponta Grossa e do Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura do Paraná (PROFICE). Autor de dezenas de trabalhos científicos que tratam sobre o Patrimônio Natural/Cultural da região dos Campos Gerais. É integrante do Grupo de Trabalho da elaboração das diretrizes de uso e proteção da Área de Tombamento da Escarpa Devoniana. Atuou na geração de informação científica para a inclusão de 45 cavidades naturais subterrâneas no inventário do Patrimônio Cultural do município de Ponta Grossa. Coordenou a exposição fotográfica itinerante “Cavidades subterrâneas de Ponta Grossa e região: um olhar ao desconhecido”. Laís Luana Massuqueto (vice-coordenadora geral): Geógrafa, Mestre em Gestão do Território, Doutora em Geologia e Técnica em Meio Ambiente. Membro efetivo do GUPE. Participou de projetos de pesquisa e extensão envolvendo o inventário, caracterização e proteção do patrimônio cultural e natural. Atuou como vice-coordenadora de projetos de pesquisa com financiamento de instituições públicas e privadas, como projetos classificados em editais do Programa Municipal de Incentivo Fiscal à Cultura (Promific) de Ponta Grossa e do Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura do Paraná (PROFICE). Autora de diversos trabalhos científicos na área natural e cultural, tais como: Projeto PGRupestre: desvendando um patrimônio desconhecido no município de Ponta Grossa (Paraná); Projeto Espeleopiraí: explorando o patrimônio espeleológico e arqueológico da Escarpa Devoniana (PR); O potencial rupestre do núcleo arqueológico Cercado Grande, Campos Gerais do Paraná; A importância das cavidades subterrâneas areníticas do município de Ponta Grossa no contexto de Patrimônio Natural e Cultural dos Campos Gerais do Paraná. Atuou na Exposição: PG Memória – Exposição Grupo Universitário de Pesquisas Espeleológicas e recebeu o 1º lugar do Prêmio Nacional de Espeleologia Michel Le Bret com demais colegas do GUPE. ABC Projetos Culturais Ltda (consultoria especializada em gestão cultural e prestação de contas de projetos culturais): A ABC Projetos foi fundada em 2007 pela jornalista e produtora cultural Alessandra Bucholdz. Nos últimos 16 anos desenvolveu a produção/ coordenação editorial de quase 100 publicações, além de atuar na produção de diversos espetáculos cênicos e produção musical. Paralelamente, a ABC Projetos mantém outras importantes ações e participações no cenário cultural. Fundou e dirige o Museu Cenas de Ponta Grossa, que recupera e divulga a memória da cidade de Ponta Grossa a partir de fotografias históricas, que podem ser acessadas gratuitamente pelo público. Desde 2022 mantém e dirige o Fantástico Ônibus, um projeto permanente que leva ao público espetáculos imersivos dentro de um ônibus. É realizadora do projeto Biblioteca Gralha Azul, uma plataforma digital que irá agregar obras exclusivas de autores paranaenses. Alessandro Giulliano Chagas Silva (assistente de produção: apoio na exposição - transporte, montagem e manutenção): Geógrafo, técnico em Guia de Turismo com especialização no Patrimônio Natural, Cultural e Arte Rupestre, vice-presidente do GUPE. Desenvolve um projeto de roteiros arqueológicos chamado Arqueotrekking, o qual visa o conhecimento, educação e preservação do acervo arqueológico. Participou de projetos de pesquisa e extensão classificados em editais do Programa Municipal de Incentivo Fiscal à Cultura (Promific) de Ponta Grossa e do Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura do Paraná (PROFICE) envolvendo o inventário e caracterização do patrimônio cultural e natural. Participou do Salvamento arqueológico do Gaseoduto Bolívia x Brasil pelo Museu Paranaense. Autor de alguns trabalhos científicos que tratam sobre a arqueologia, em especial a arte rupestre dos Campos Gerais. Angelo Eduardo Rocha (assessor de comunicação – produção, coordenação e revisão de conteúdos): Jornalista, fotojornalista, pesquisador e produtor audiovisual. Bacharel e Mestre em Jornalismo e doutorando em Comunicação. Como produtor audiovisual tem retratado temáticas culturais e ambiental da cidade de Ponta Grossa e região dos Campos Gerais/PR. Tais produções renderam prêmios como: 4º lugar no edital da Lei Paulo Gustavo da Cidade de Ponta Grossa – Média metragem “As pinturas rupestres de Ponta Grossa”; 4º lugar no edital 011/2023 (Projetos de circulação alusivas aos 200 anos de Ponta Grossa) com o projeto de circulação fotográfica em lambe-lambe – 20 Esperanças em 200 anos de Ponta Grossa; Moção de aplausos pela Câmara Municipal de Ponta Grossa pelo documentário 'Borell, uma escola restaurativa'; 1º lugar no edital 014/2019 (Apoio a Projetos de Cinema, Fotografia e Vídeo de Ponta Grossa) com projeto de circulação de micro documentários em escola, ‘Mostra CineJagas’; 1º lugar do 20º Prêmio Sangue Novo do Jornalismo Paranaense, na Categoria Produto Jornalístico para Web - SindiJor PR. Daniella Franzóia Moss (assistente de produção: apoio na exposição - transporte, montagem e manutenção): Bióloga, Mestra em Zoologia e Doutoranda em Ciências Aplicadas, integra o quadro de membros efetivos do GUPE. Coordena um projeto de extensão universitária sobre as minas de areia subterrâneas em áreas urbanas, que objetiva problematizar a relação entre legislação, a percepção de riscos e o gerenciamento do patrimônio cultural/arqueológico. Participou de vários projetos de pesquisa sobre inventario e caracterização de biodiversidade e do patrimonio natural. Tem experiencia nas seguintes temáticas: ecologia, inventario e caracterização do patrimônio natural; Zoologia de invertebrados; Modelos de análise da paisagem; Tecnologias de Informação Geográfica; Biodiversidade e Bioespeleologia. Ana Maria Bourguignon de Lima (assistente de produção: apoio na exposição - transporte, montagem e manutenção): Advogada especialista em Gestão Pública, possui doutorado em Ciências Sociais Aplicadas e mestrado em Sociologia Política. Atua como pesquisadora na área de avaliação de políticas públicas e direitos humanos, trabalha como assistente de projetos culturais, realizando assessoria na elaboração, produção e prestação de contas de projetos para leis de incentivo à cultura. Atuou como assistente editorial da obra “Projeto EspeleoPiraí: em defesa do patrimônio natural de Piraí da Serra/PR” e como revisora e assistente editorial da obra “As aventuras arqueológicas de Ema”.
PROJETO ARQUIVADO.