| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33000167000101 | PETROLEO BRASILEIRO S A PETROBRAS | 1900-01-01 | R$ 1,30 mi |
| 30822936000169 | BB GESTAO DE RECURSOS - DISTRIBUIDORA DE TITULOS E VALORES MOBILIARIOS S.A. | 1900-01-01 | R$ 900,0 mil |
| 42786803000163 | Iupp S.a. | 1900-01-01 | R$ 400,0 mil |
| 93015006000113 | COMPANHIA ZAFFARI COMERCIO E INDUSTRIA | 1900-01-01 | R$ 200,0 mil |
| 92665611000177 | DIMED S.A Distribuidora de Medicamentos | 1900-01-01 | R$ 174,0 mil |
| 94995693000143 | RBS ADMINISTRACAO E COBRANCAS LTDA | 1900-01-01 | R$ 23,8 mil |
O Porto Alegre em Cena - Festival Internacional de Artes Cênicas, um dos maiores e mais importantes festivais internacionais do gênero da Ame´rica do Sul, após a catastrofe vivida no Estado do Rio Grande do Sul, no mes de maio de 2024, configura-se uma edição inédita, somente com espetáculos de artistas gaúchos, potencializando toda a arte produzida no estado, com foco nas artes cênicas. Ale´m disso, inclui na sua programaça~o atividades formativas e educativas, um plano de acessibilidade, ingressos a preços populares e ampla poli´tica gratuidade. Parte das sesso~es sa~o gratuitas e as apresentaço~es ocorrera~o em diversos espaços culturais da cidade.
Sobre a programação do evento, a programação encontra-se em fase de análise pela equipe curatorial. Mas antecipa-se que, visto a situação econômica atual, a intenção deste ano é realizar cerca de 30 apresentações, sendo algumas internacionais, nacionais e locais. Abaixo apresentamos alguns espetáculos que foram pré-selecionados (estes espetáculos estarão sujeitos à substituição sendo que a programação completa só teremos após o final da seleção realizada pela curadoria e captação de recursos. Fenômeno da literatura francesa, ‘Teoria King Kong’, Adaptação para o teatro da obra de Virginie Despentes tem dramaturgia de Márcia Bechara e direção de Yara de Novaes. No elenco, as atrizes Amanda Lyra, Ivy Souza e Verónica Valenttino. Teoria King Kong é um espetáculo com uma dramaturgia não-realista, onde três atrizes buscam, através de suas traduções e vivências, trazer para a realidade brasileira alguns temas abordados pela escritora francesa Virginie Despentes. O espetáculo apresenta –– numa espiral cheia de humor e acidez, reflexões para um possível pacto civilizatório. Protagonizam a montagem três das mais brilhantes atrizes da nossa geração, Amanda Lyra, Ivy Souza e Verónica Valenttino, sob a direção de Yara de Novaes. Com a dramaturgia construída a partir das memórias da atriz Zahy Tentehar, este solo autobiográfico resgata a sua vivência com a mãe, Azira’i Guajajara, a primeira mulher pajé da reserva indígena de Cana Brava, no Maranhão, onde ambas nasceram. ‘Azira’i’ é um espetáculo biográfico que aborda a relação de Zahy Tentehar com a sua mãe, Azira’i, primeira mulher Pajé da reserva de Cana Brava (MA), que ocupou a categoria dos Pajés Supremos dos povos Tentehar, destinado apenas a pessoas com sabedorias medicinais e espirituais extremamente desenvolvidas. A relação entre mãe e filha se dá num contexto necessariamente conflituoso, em um interior nordestino extremamente patriarcal e em uma cultura tensionada entre a preservação de seus valores ancestrais e a absorção de dinâmicas e mazelas de um sistema de civilização globalizado. Ao mesmo tempo em que Zahy é a filha escolhida por sua mãe para herdar os dons de pajelança e comunicação com os Mairas, é também nela que Azira’i descarrega as frustrações de existir num ambiente colonial e opressor. O espetáculo A LUTA segue sua trajetória de sucesso nos palcos cariocas, agora com a indicação de AMAURY LORENZO ao Prêmio Cesgranrio de Teatro como melhor ator. Com direção de ROSE ABDALLAH e dramaturgia de IVAN JAF, A LUTA é um monólogo teatral baseado na terceira parte do livro Os sertões, de Euclides da Cunha (1866-1909), que transforma o ator em um rapsodo que conta, em uma longa prosa épica, as batalhas ocorridas em Canudos, em 1896, entre os homens e mulheres chefiados por Antônio Conselheiro e as forças militares da República, recém-proclamada no Brasil (1889). Da mesma maneira que os rapsodos cantavam a Ilíada e a Odisseia de Homero, mantendo essas longas epopeias vivas pela fala e a memória, antes de poderem ser escritas, pode-se imaginar a Guerra de Canudos, segundo a visão de Euclides da Cunha, sendo narrada por um “contador de História” diante de uma plateia. Um só ator, usando a fala e o corpo, conta as sucessivas investidas do exército brasileiro contra o arraial e a reação de seus habitantes. Nessa terceira e última parte de Os Sertões Euclides criou uma simbologia poderosa, abandonando a linguagem acadêmica para traduzir jornalisticamente uma guerra de ideias: a luta entre as forças republicanas, que traziam a modernidade, contra o obscurantismo religioso, que alicerçava a monarquia; os brasileiros do litoral contra os do interior; as elites contra o povo; a fé contra a
Objetivo geral Realizar o Porto Alegre Em Cena - Festival Internacional de Artes Cênicas, na cidade de Porto Alegre (RS), oferecendo espeta´culos de artistas do próprio estado e atividades formativas paralelas em varios espaços culturais da capital gau´cha. O Festival Porto Alegre Em Cena atende a pelo menos três incisos do art. 2o do Decreto 10.755 de 26/07/21, que prevê que, na execuça~o do PRONAC, devera~o ser apoiados programas, projetos e aço~es culturais destinados às seguintes finalidades: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas va´rias matrizes e formas de expressa~o; V - incentivar a ampliaça~o do acesso da populaça~o à fruiça~o e à produça~o dos bens culturais; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura. O Festival, nesta edição, representa a valorizaça~o das artes cênicas do Estado do Rio Grande do Sul, amplia o acesso à cultura ao oferecer programaça~o diversificada nos teatros, praças, escolas, abrigos, a preços populares e ações grtuítas, ale´m de contribuir para a articulaça~o da cadeia produtiva das artes, criando ainda oportunidades de trabalho e renda para mais de uma centena de pessoas envolvidas na produça~o e na realizaça~o dos espeta´culos da programaça~o. Objetivos especi´ficos Realizar 31 (trinta e um) apresentações de artes cênicas em diversos espaços culturais da cidade de Porto Alegre (RS); Realizar 01 (uma) apresentação de espetáculo musical em espaço cultural na cidade de Porto Alegre (RS); Realizar contrapartida social com 10 palestras sobre artes cênicas tendo como pu´blico alvo preferencial professores e estudantes de escolas pu´blicas.
Criado em 1994, o Porto Alegre em Cena — Festival Internacional de Artes Cênicas traz à capital gaúcha, anualmente, alguns dos mais importantes artistas e grupos do teatro, da dança e da música do Brasil e do mundo, colocando à disposição do público o melhor da produção teatral contemporânea, em sua plenitude e diversidade de estilos. Mesmo nos momentos de tensionamentos políticos e econômicos, o festival permanece firme no que acredita: a programação sempre se destaca pela pluralidade, pela ousadia e pelo ineditismo, priorizando produções marcadas pela pesquisa de novas linguagens cênicas, considerando excelência técnica, originalidade e criatividade. Trazendo à cidade de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, alguns dos grupos e artistas mais significativos dentro do teatro e da dança, não só do Brasil, mas do mundo. Sendo o festival referência cultural e artística de Porto Alegre, gera o estímulo à produção e difusão dos bens culturais relacionados as artes cênicas, formando público e apoiando a renovação do fazer artístico relacionado as mais diferentes áreas da cultura nacional. Consolidado na rota dos grandes festivais de artes cênicas do continente e do país, o Porto Alegre em Cena, tendo atraído mais de 700.000 espectadores para suas mais de 3.000 apresentações, chega à sua 31ª edição trazendo uma programaça~o que tem como norte tema´tico de sua curadoria, a vocaça~o de ser um dos principais festivais do país pela excelência de grandes espetáculos oportunizados ao público gaúcho. Nestas três de´cadas de existência, o Festival ja´ apresentou espeta´culos com artistas vindos de pai´ses como Argentina, Chile, Uruguai, Colômbia, França, Ita´lia, Estados Unidos, Canada´, Inglaterra, Alemanha, Lituânia, Espanha, China, Sui´ça e Japa~o, bem como levou a Porto Alegre os grandes nomes nacionais e internacionais da criaça~o teatral: Peter Brook, Pin a Bausch, Jose´ Celso Martinez Corrêa, Fernanda Montenegro, Marieta Severo, Andrea Beltrão, Amir Haddad, Ute Lemper, Grupo Galpão, Cia Armazem, Grupo Tapa, Cia dos Atores, entre muitos outros. O projeto caracteriza-se por ser uma grande plataforma de acesso as artes cênicas, brindando ao público muitas vezes uma chance única de prestigiar diferentes trabalhos artísticos, que caso não sejam abraçados por Festivais com esta força e potência, seriam impossíveis de circular Brasil afora. Uma vez que o Porto Alegre em Cena oferece um guarda-chuvas completo para o recebimento do grupo, garantindo a sua logística, espaço adequado para apresentação, equipamentos, pessoal, divulgação etc. Festivais com este porte e histórico também oportunizam a criação de janelas para a formação de plateia e de construção de eixos que geram novas oportunidades não apenas no campo do fazer artístico, mas também no aperfeiçoamento da mão de obra local, qualificando desde técnicos, produtores e fornecedores. Devido a ser um projeto de largo alcance e que atinge diferentes camadas do fazer artístico e fruição _ apresentação de espetáculos teatrais em formato de festival, formação de plateia, formação de mão de obra, debates, palestras, workshops, intercâmbio artístico _ para o Porto Alegre em Cena é imprescindível a parceria do Ministério da Cultura, através da Lei Rouanet, para sua realização. O Festival, por criar uma ampla programação cultural, acessível e democrática a população, não pode ser efetivamente realizado apenas com verbas geradas pela prefeitura, pela bilheteria (na qual aplica preços populares) e com verbas diretas de patrocínio ou outras fontes, uma vez que por suas próprias características intrínsecas já citadas não o permitem. Sendo assim, por sua natureza cultural, pelo esforço de manutenção e de criação de uma agenda com esta expressividade em um local fora do eixo Rio-SP no Brasil é extremamente importante contar com o mecanismo de apoio e fomento como a Lei Rouanet. Colaborando de forma efetiva com a formação de público, os ingressos os valores dos ingressos vão de R$ 60,00 a R$ 10,00. Como o projeto ainda está em fase de inscrições nas Leis de incentivo e captação de recursos, ainda não se tem a grade da programação do evento. Dessa forma, a arrecadação de bilheteria ainda não é precisa, mas estimada de R$ 30.000,00. Em maio de 2024, a crise climática assolou o estado do Rio Grande do Sul e diversos municípios, inclusive a capital, Porto Alegre. Nesse cenário de tristeza e destruição, o Porto Alegre em Cena quer ser um grande abraço à cidade e ao estado. Para isso, nossas mãos se entrelaçam às mãos de muitos artistas da cena, nesta edição em que a arte produzida aqui é a protagonista. O 31º Porto Alegre em Cena se apresenta, disposto a criar outros sentidos para o mundo, a cantar nossas dores e alegrias, a dançar nossas águas represadas, malabarizar e contar nossos feitos produzindo afeto, solidariedade e afirmando os laços que nos fazem comunidade, território e povo. O Teatro produzido no Rio Grande do Sul sempre foi referencial, no entanto seus artistas e técnicos foram mais uma vez golpeados, ao serem atingidos pelas enchentes da crise climática. Por isso, em 2024, o Porto Alegre em Cena realiza essa edição exclusivamente voltada às artes da cena do estado do Rio Grande do Sul, contribuindo para reerguer de forma potente o teatro, a dança e o circo do estado. Uma ação artística voltada à saúde mental de uma população flagelada, que precisa recuperar a esperança para superar suas enormes adversidades. Subverter o desencanto através de um sentido de invenção e de reconexão com o mundo, com o lugar em que vivemos, afirmando a importância da vida em todas as suas formas. Conceber uma edição integralmente realizada com ARTISTAS GAÚCHOS é a diretriz da 31ª edição do Porto Alegre em Cena. Ancorada na tríade excelência técnica, originalidade e criatividade, a seleção de espetáculos priorizará a escolha de produções marcadas pela pesquisa de novas linguagens e grandes montagens que alimenta artística e culturalmente nossa cidade, colocando Porto Alegre no mapa do cenário cultural do mundo. Pelo acima exposto, entende-se a importância da realização do 31º Porto Alegre Em Cena, bem como sua relevância _ seja pela trajetória já desenvolvida, seja pela perspectiva de novas contribuições para o enriquecimento cultural da sociedade. Dessa forma, ale´m de atender ao propugnado no Inciso I da Lei 8.313/91, o Festival Porto Alegre Em Cena tambe´m contribui para promover e estimular a regionalizaça~o da produça~o cultural e arti´stica brasileira, com valorizaça~o de recursos humanos e conteu´dos locais (Inciso II); com apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestaço~es culturais e seus respectivos criadores (Inciso III) e ainda ao estimular a produça~o e difusa~o de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memo´ria (Inciso VIII). Contempla tambe´m o artigo 3o da referida lei em seus incisos: II - fomento à produça~o cultural e arti´stica, mediante realizaça~o de espeta´culos de artes cênicas; e IV - esti´mulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante distribuiça~o gratuita e pu´blica de ingressos para espeta´culos culturais e arti´sticos. Em si´ntese, o Porto Alegre em Cena mante´m vivo o objetivo de aproximar as artes cênicas da populaça~o gau´cha ao oferecer espeta´culos de reconhecida qualidade por preços acessi´veis ha´ três de´cadas, valorizando obras que sensibilizam e impactam os mais diversos pu´blicos, contribuindo para a formaça~o da cidadania e para o desenvolvimento cultural do pai´s. SITE DO FESTIVAL: https://www.portoalegreemcena.com/
ESPETÁCULOS de ARTES CÊNICAS: ACESSIBILIDADE FÍSICA: Todos os locais de realização do espetáculos serão acessíveis e sinalizados, identificando os lugares de cadeirantes, idosos, gestantes e deficientes físicos. ACESSIBILIDADE de CONTEÚDO: 05 apresentações do Festival contarão com serviço de audiodescrição. 10 apresentações do Festival contarão com serviço de tradução em libras. CONTRAPARTIDA SOCIAL E ATIVIDADES FORMATIVAS: ACESSIBILIDADE FÍSICA: Todas as ações educativas/formativas do Festival serão realizadas em local acessível, contando com sinalização. ACESSIBILIDADE de CONTEÚDO: Todas as ações formativas do Festival terão à sua disposição serviço de libras, sempre que identificada a necessidade.
Sabe-se que nem todos os indivíduos têm o costume de frequentar espaços que promovam atividades artísticas. A dificuldade do acesso à eventos culturais é um problema em nosso país e, por esse motivo, são importantes as Leis de Incentivo à Cultura. Por meio delas, é possível oferecer, de forma crescente, programações artísticas com acesso democratizado e para públicos diversificados. PRODUTO ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS E FESTIVAL/MOSTRA: Além da prática de preços populares, o projeto executa todas suas atividades em conformidade com a lei da meia-entrada, tal como prevê a legislação vigente. Ampliando as possibilidades de acesso a fruição, existirão diversas outras modalidades de desconto, tais como 50% para a classe artística. § 3o A parametrização estabelecida no sistema observará o que segue: I - meia-entrada assegurada para estudantes em, no mínimo, 40% (quarenta por cento) do quantitativo total dos ingressos comercializados, conforme o § 10 do art. 1o da Lei no 12.933, de 2013; e II - meia-entrada assegurada para idosos em todos os ingressos comercializados, conforme o art. 23 da Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003. III - meia-entrada para acesso a eventos artístico-culturais a estudantes, jovens de baixa renda portadores da Identidade Jovem (ID Jovem) e pessoas com deficiência, em todos os ingressos comercializados, conforme o do Decreto no 8.537, de 5 de outubro de 2015. § 4o Separadas as cotas previstas nos incisos I, II, III e IV do caput, os ingressos ou produtos culturais restantes poderão ser comercializados em valores a critério do proponente, desde que o preço médio do ingresso ou produto se limite a R$ 250,00 (duzentos e cinquenta reais). Art. 29. O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Art. 30. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; PRODUTO CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: - Serão ministradas bate-papos sobre produçao e criaçao teatral para professores e alunos de instituições públicas, ONGs, Casa de acolhimento (500 pessoas).
Primeira Fila Produções/ Letícia Vieira Função no projeto: COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO A Primeira Fila Produções é a produtora licitada pela Prefeitura de Porto Alegre para representar o Porto Alegre em Cena junto às leis de incentivo à cultura e aos patrocinadores, bem como para realizar a 31ª edição do Festival. A empresa possui um extenso histórico de atuação na área de gestão e produção cultural sendo a responsável pela execução da edição anterior do POA em Cena de 2017 a 2021 e por diversos outros projetos nas áreas de artes cênicas, música, audiovisual, e literatura. Para a realização do Porto Alegre em Cena, foram constituídas duas equipes de profissionais, a equipe de Coordenação de Produção e a Direção Artística. Esta última é composta por 4 integrantes com notória especialização na área, sendo a responsável pela curadoria dos espetáculos que formam a programação. A Primeira Fila Produções surge no ano de 2013 com uma proposta diferenciada: agregar múltiplos parceiros, profissionais qualificados e com atuação destacada nas mais diferentes áreas da cultura, desenvolvendo um rico portfólio em termos de planejamento cultural, produção e realização de produtos e projetos artístico-culturais. LUCIANO ALABARSE Função no projeto: COORDENAÇÃO GERAL - Não remunerado por este sistema Diretor teatral há 50 anos, cursou o Departamento de Arte Dramática da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Além de encenar clássicos da tragédia grega e de William Shakespeare, levou aos palcos textos de autores gaúchos como Lya Luft, João Gilberto Noll e Caio Fernando Abreu. As direções mais recentes são “Sangue e Pudins e” Esperando Godot” que abriu a sequência de temporadas no Teatro Oficina Olga Reverbel no complexo do Multipalco do Theatro São Pedro. Estreou em 2022, com a Cia Teatro ao Quadrado, O Inverno do Nosso Descontentamento – Nosso Ricardo III e Gabinete de Curiosidades. Foi titular da Coordenação de Artes Cênicas da Secretaria Municipal de Cultura e diretor da Usina do Gasômetro. Também foi diretor do festival Porto Alegre em Cena, referência no Brasil e no mundo como um dos principais eventos do setor. Em 2013, esteve à frente da então gestão, da Secretaria de Cultura de Canoas e em 2017 assumiu a Secretaria de Cultura de Porto Alegre, até final de 2020. FERNANDO ZUGNO - CURADORIA Graduado em teatro pelo Teatro Escola de Porto Alegre – TEPA (2005) e em Comunicação Social - jornalismo, pela PUCRS (2010). Coordenador do Porto Alegre em Cena de 2017 a 2021, tem no seu currículo projetos como a Corpo Futuro e a Mostra Internacional de Arte Contemporânea - MIAC.Desde 2012, produz espetáculos e eventos independentes. Já montou obras como Inimigos de Classe de Nigel Williams, Marxismo, Ideologia e Rock’n’roll de Tom Stoppard, O Lugar Escuro de Heloisa Seixas, trabalhou com a Cia. Brasileira de Teatro de Marcio Abreu, Sarau Produções com a obra Gonzagão a lenda de João Fonseca, eventos como Canoas Tango, Canoas Jazz, Godspell, A Esperança e o concerto Bibi Ferreira em Concerto de Natal e Em Nome do Jogo da Em Cena Produções com direção de Gustavo Paso.Nos últimos anos, participou de seminários, reuniões e e foi curador de alguns festivais nacionais e internacionais. VIKA SCHABBACH - CURADORIA Vika Schabbach é atriz, dramaturga, professora e diretora. Formada em Interpretação e Licenciatura em Artes Cênicas. Mestre e doutoranda em Teatro pelo PPGAC/UFRGS. Trabalhou com rádio-teatro em espetáculos do Grupo Cuidado que Mancha, tanto para o público infantil quanto adulto. É professora no curso de especialização em teatro - CENSUPEG e na Faculdade Monteiro Lobato. Participa do coletivo As DramaturgA e, em 2018, lançou sua primeira publicação, o texto dramático Virginias pela Edipucrs. MARCELO RESTORI - CURADORIA Marcelo Restori - pai do Fredericco e da Anita - diretor de teatro, ator e cineasta, formado na PUCRS, como aluno do ProUni. Considerado precursor do teatro performático no Rio Grande do Sul. É integrante do Coletivo Teatro da Crueldade, fundado em 2016, após a violenta expulsão do Falos & Stercus da ocupação cultural do Hospital Psiquiátrico São Pedro pelo governo do estado do Rio Grande do Sul, o que precipitou o fim do Falos e fez surgir o Coletivo, a fim de preservar a identidade de um teatro que vive riscos por não abrir mão de realizar os princípios de uma arte de inovações disruptivas e ousadias estéticas. Há de se ressaltar que, em 26 anos de existência, o Falos realizou feitos que nenhum outro grupo do RS realizou, por sua postura de ousadia e pela busca por desenvolver uma linguagem própria. Desenvolve sua arte em ambiente coletivo, o que possibilitou promover uma das mais profícuas investigações cênicas em espaços alternativos e empreender uma das maiores revoluções cênicas da história do teatro gaúcho. Sua carreira profissional iniciou aos 13 anos de idade, como radialista, na rádio Independência FM de Caxias do Sul. Iniciou no teatro no ano de 1987, no extinto grupo de teatro Pé-de-Palco, em 1991 criou o lendário Falos & Stercus, em 2016, o Coletivo Teatro da Crueldade. Com seu curta Placebo, realizado na faculdade, ganhou o prêmio kodak de melhor curta brasileiro de 2007 e o segundo melhor da América Latina. De 1993 a 1998 cursou Arte Dramática na UFRGS. Foi curador e produziu o Rua em Cena, festival de teatro de rua organizado dentro do POA em Cena nas edições de 1999 e 2000
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.