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O Projeto "RAÍZES - Artesanato de Origem" é uma exposição fotográfica homenageando 10 artesãos que atuam no estado do Pará, além de expor, no mesmo ambiente, os objetos/produtos criados por eles, as duas exposições se fundem criando um único ambiente que celebra o fazer criativo e artesanal. Contempla ainda um ciclo com 5 oficinas práticas e 1 teórica.
Exposição : exposição fotográfica com 40 imagens dos artesãos homenageados e de objetos criados por eles em um único ambiente, entrada gratuita, com visitas guiadas para deficientes visuais e auditivos. Livre. Ciclo de Oficinas: 5 oficinas práricas e 1 teórica sobre o fazer artesanal. Gratuitas. Vagas limitadas. Livre. Contrapartida Social : 1 oficina de confecção brinquedo de miriti realizada no Movimento República de Emaús, que atende crianças e jovens em situaçao de vulnerabilidade social no bairro Parque Verde, área periférica de Belém.
Objetivo Principal: Valorizar o fazer artesanal e técnicas ancestrais de manualidades de artesãs/artesãos do Pará e, consequentemente, valorizar as identidades culturais locais. Objetivos Específicos: 1, Realizar uma exposição fotográfica focada no fazer artesanal, destacando a trajetória artística de 10 artesãos paraenses; 2. Realizar 6 oficinas focadas no artesanato : 5 práticas e 1 teórica. 3. Realizar uma feira criativa com 15 artesãos e, consequentemente, estimular a economia criativa; 4. Realizar 1 oficina de confecção brinquedo de miriti no Movimento República de Emaús, que atende crianças e jovens em situaçao de vulnerabilidade social no bairro do Parque Verde em Belém. 5. Estimular o consumo consciente e conectado com a preservação da biodiversidade; 6. Qualificar o público consumidor para o fazer artesanal através de 2 (duas) rodas de conversa; 6. Valorizar o trabalho do artesão, muitas vezes colocado como hobby ou ocupação secundária;
O artesanato muitas vezes não é reconhecido como potência criativa, ou mesmo como detentor de valor cultural de primeira grandeza. Um grande equívoco quando, através das mãos de artesãs e artesãos, é possível mediar passado e presente, imortalizar técnicas ancestrais, preservar saberes, memórias e identidades. A Amazônia é celeiro de grandes artistas populares, o artesanato paraense, em especial, tem potencial incrível e ainda não ganhou iniciativas e políticas públicas que reconheçam os artistas e suas criações como devem, as pouquíssimas iniciativas que existem ainda são tímidas. Por isso, entendemos ser de fundamantal importância que o projeto receba investimento via Lei de Incentivo para que as ações propostas possam contribuir e colocar o artesanato produzido no Pará no lugar de destaque que merece. Além de preencher os seguintes pré requisitos da lei 8313, artigo I: II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E ainda no Artigo 3o: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais.
O Projeto Raízes - Artesanato do Origem visa valorizar mestres e mestras de cultura do Pará, todos eles com pelos menos 10 anos de atuação, muitos já atuando no repasse de seus saberes e experiências às novas gerações, todos são reconhecidos por seus pares e por especialistas, porém nunca estiveram juntos em um único projeto onde todos se conectam e colocam o artesanato produzido no Pará em destaque. A curadoria inicial lista 10 Mestres e Mestras de diferentes regiões do Estado, mas com talento e identidade que os aproxima e, mais que isso, dá vida à cultura popular e ancestral da Amazônia.
Exposição Fotográfica - A exposição ficará disponível para visitação durante 10 (dez) dias, além de dois dias para montagem e um de desmontagem. Serão 40 imagens divididas em três formatos : 80x70, 60x70, 50x40. Cada artesão homenageado terá 3 ou 4 imagens/fotografias que representam a vida e obra do artista. Além das fotos, a ideia é expor no mesmo ambiente os objetos criados pelos artistas, as duas linguagens se fundem criando um único ambiente que celebra o fazer criativo e artesanal. Serão realizadas também 3 rodas de conversa entre os homenageados, artesãos convidados e público interessado em cultura popular e artesanato. As rodas serão mediadas pela equipe do projeto, curadora, diretora geral e coordenadora de produção. Ciclo de Oficinas - 5 oficinas práticas, totalizando 40 horas e 54 vagas. 1 oficina teórica - 15 vagas. 6 horas. 1. Abridor de Letras - Oficina sobre técnica dos abridores d eletras, pintores conhecidos por identificarem os barcos que navegam da Amazônia. 6 horas de duraçao. 12 vagas. 2. Brinquedo de Miriti - oficina sobre manuseio do miriti, insumo extremamente maleável que é utilizado - principalmente - na produçao de briquedos encontrados durante a festividade do círio de Nazaré. 8 horas de duraçao. 12 vagas. 3. Cerâmica Utilitária - Oficina/ Vivência em olaria no distrito de Icoaraci, reconhecido pela cerâmica produzida no Pará. 6 horas. 12 vagas. 4. Cerâmica tapajônica/ marajoara - 12 horas. 8 vagas. 5. Estamparia Manual - oficina com tecnicas de estamparia manuall em tecido - 9 horas. 10 vagas. 6. Artesanato e o conceito de preço justo - precificaçao e valorizaçao do artesanato - 6 horas, 15 vagas. Contrapartida Social : 1 oficina de confecção de brinquedos de miriti realizada no Movimento República de Emaús, entidade que há mais de 50 anos atende crianças e jovens em situaçao de vulnerabilidade social no bairro do Parque Verde, área periférica de Belém. 12 vagas. Gratuita.
EXPOSIÇÃO 1. O local escolhido para a exposição vai atender aos critérios de acessibilidade arquitetônica universal; 2. Informaçoes em braile nos textos expositivos e visita sensorial para grupos agendados de deficientes visuais do Instituto Alvares de Azevedo, custo lançado na planilha orçamentária; 4. Visita agendada para alunos do Instituto Felipe Smaldone, instituição de ensino para surdos de Belém, com intérprete de libras, custo na planilha orcamentária; 3. Abertura Exposição: intérprete de libras; 4. A equipe de produçao terá um assistente de produção PCD (pessoa com deficiência). OFICINA 1. Intérprete em libras se houver inscritos com a necessidade; 2. Local da oficina deve oferecer acessibilidade física para cadeirante e pessoas com mobilidade reduzida. Acessibilidade atitudinal - equipe do projeto - produtores, monitores - será orientada para colocar em prática acolhimento de pessoas com qualquer tipo de deficiência.
Exposição - terá entrada gratuita todos os dias e visita guiadas para deficientes auditivos (alunos Instituto felipe Smaldone) e 1 visita guiada para deficientes visuais (Instituto Alvares de Azevedo). Oficinas - Todas as vagas serão gratuitas. 50% delas reservadas para alunos e professores de instituições de ensino público do município e estado. Rodas de conversa - Transmissão on line através das redes sociais do Projeto.
ADELAIDE OLIVEIRA DE LIMA PONTES - Idealizadora, proponente, curadora e Coordenadora Geral do Projeto Raízes. Jornalista formada pela UFPa, Mestre em Artes pelo PPGArtes/UFPa, gestora cultural, curadora da Ygarapé, loja especializada em artesanato amazônico, Coordenadora do projeto Circular Campina Cidade Velha que atua no Centro Histórico de Belém (2021-2024). Experiencia Gestão Pública - Entre 2011 e 2018 presidiu as Emissoras Cultura (Fundação de Telecomunicações do Pará) TV, Rádio e Portal Cultura, neste período se destacam as ações de digitalização do sinal da Tv Cultura em Belém, a expansão da Rede Cultura de Televisão, a entrega da nova sede das emissoras com estúdios novos e equipados (2018), criação do canal no Youtube e a publicação do livro "Catalendas - Uma história de bonecos na TV:; duas edições do Edital Cultura de Audiovisual em parceria com a Agência Nacional de Cinema, coordenou 3 (três) edições do Terruá Pará, projeto de difusão e circulação da música paraense, projeto finalista do Prêmio Bravo (2011) e Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (2013). Ciro Croelhas - Oficineiro/professor Ceramista há 40 anos, co-criador do Eco Museu, proprietário da Olaria do Espanhol que existe há 120 anos no Distrito de Icoaraci, em Belém, um dos principais polos de produção de artesanato em cerâmica da Região Norte do Brasil. A tradição da cerâmica é mantida pelas diversas olarias familiares do Distrito. Em 2022, o artesanato cerâmico de Icoaraci foi instituído como Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial do Município de Belém. José Kaeté - Consultor e Curador Engenheiro de Produção, ativista pelo clima, indígena Tupinambá, comunicador popular. Há mais de 10 anos trabalha em diferentes regiões e comunidades da amazôniaBrasileira. Curador do TEDxAmazonia 2023, Conselheiro Fiscal do Instituto Regatão.
PROJETO ARQUIVADO.