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PRONAC 242185Apresentou prestação de contasMecenato

OPERILDA CAI NO CHORO

OASIS EMPREENDIMENTOS ARTISTICOS LTDA
Solicitado
R$ 544,3 mil
Aprovado
R$ 544,3 mil
Captado
R$ 300,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
00000000000191BANCO DO BRASIL SA1900-01-01R$ 300,0 mil

Eficiência de captação

55.1%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Edital de Patrocinio CCBB 2023 - 2025
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-05-01
Término

Resumo

"Operilda Cai no Choro" é um projeto para montagem de um musical infantil inédito sobre a história do Chorinho, com estreia e temporada na cidade de São Paulo. Operilda, uma jovem feiticeira de 250 anos, quer conhecer o Rio de Janeiro dos séculos 19 e 20 para assistir ao nascimento do Choro, estilo musical gerado no Brasil. Ainda sem poderes para voltar no tempo, ela usa sua imaginação para ir até o berço do Choro. Em cena, além da atriz, músicos tocam ao vivo, num conjunto de cordas, sopro e percussão. O objetivo é criar uma obra teatral infantil de qualidade e difundir o chorinho, seus compositores e intérpretes para crianças e para toda sociedade. Texto de Andréa Bassitt, Direção de Regina Galdino e Direção Musical de Chico Macedo. O projeto inclui sessões acessíveis e oficina de música para crianças. A entrada será 100% gratuita.

Sinopse

SINOPSE DO ESPETÁCULO “Operilda Cai no Choro”, espetáculo musical, inédito, tem linguagem múltipla e une teatro, música, dança e informação. Operilda, uma jovem feiticeira de 250 anos, quer conhecer o Rio de Janeiro antigo para assistir ao nascimento do Choro e usa sua imaginação para levá-la até o berço do Choro. A encenação e o texto tem referências a artistas, costumes locais, danças e estilos musicais dos séculos 19 e 20, como lundu, polca, quadrilha, xote, mazurca, tango, valsa, habanera e os batuques dos povos que habitavam nosso país e que criaram um caldo cultural rico e singular. Em cena a atriz e autora Andréa Bassitt interpreta Operilda e é acompanhada, ao vivo, por 4 músicos, 3 nas cordas e percussão e Chico Macedo, diretor musical, nos sopros. A direção geral é de Regina Galdino. Serão 20 apresentações gratuitas no Teatro do CCBB SP, a duração do espetáculo é de 50 minutos e a classificação é livre, com recomendação para crianças a partir de 5 anos.

Objetivos

Objetivo GeralO Chorinho, tema principal desse projeto, é um marco da música brasileira, não apenas por seu estilo singular, mas também por colocar em contato o universo erudito e o popular, a cidade alta e a baixa, o morro e a corte; um tipo de arte acessível, inteligente, miscigenada e agregadora, que derrubou barreiras sociais e culturais. Registrar esse gênero em formato teatral para crianças é uma maneira de difundir valores de nossa cultura original, de valorizar a identidade, autoestima e a capacidade transformação de uma sociedade através da música. A linguagem teatral, lúdica, com instrumentos em cena, atrai a atenção das crianças para músicas de Joaquim Callado, Ernesto Nazareth, Chiquinha Gonzaga, Jacó do Bandolim, Pixinguinha e outros gênios da cultura brasileira, que muitas vezes ficam fora do circuito comercial e educacional. Levar esse registro para as crianças, e adultos também, é uma tentativa de preservação de nossa história musical, de incentivo a profissionais que dão vida a esse gênero. É uma forma de dialogar com os jovens espectadores a fim de que conheçam, valorizem, se integrem e amem sua cultura. Objetivo específico 1) Montagem inédita e 20 apresentações do espetáculo no Teatro do CCBB SP: produzir o musical infantil inédito "Operilda Cai no Choro" e temporada, com música ao vivo, a fim de atingir um público estimado em mais de 2.000 espectadores. 2) Democratização de acesso: os ingressos serão 100% gratuitos, durante as 20 sessões da temporada de São Paulo, facilitando o comparecimento do público, sobretudo o de baixa renda. É importante salientar que a Prefeitura do Município de São Paulo instituiu a Tarifa Zero, para os ônibus que circulam aos domingos na capital, o que facilita acesso das famílias às atividades culturais e de lazer. 3) Sessões acessíveis: haverá 3 sessões com interpretação de libras para pessoas com deficiência auditiva. O Teatro do CCBB-SP possui infraestrutura de acessibilidade física adequada para Pessoas com Deficiência, que também serão contempladas em nosso material de divulgação junto a associações e comunidades de pessoas com deficiências. 4) Realizar 01 oficina musical para crianças: será realizada uma oficina gratuita para crianças, no CCBB SP, que de forma lúdica aprenderão noções básicas referentes ao Chorinho, em uma oficina musical ministrada pelo diretor musical do projeto, Chico Macedo. 07) Promover a inter-relação geracional de músicos: além da pesquisa musical, os arranjos resgatarão importantes compositores e chorões. O grupo de músicos será formado por um ou dois jovens e também por uma pessoa mais velha, figura tão caraterísticas nos grupos de choro, onde o conhecimento musical muitas vezes é passado dos mais velhos para os mais jovens. A ideia é justamente estimular essa troca de experiências entre músicos de diferentes formações e gerações, a exemplo da origem do estilo.

Justificativa

A produção de "Operilda Cai no Choro" se inscreve na Lei de Incentivo à Cultura porque é um projeto cultural que visa a democratização de acesso, através da gratuidade integral, e necessita de recursos mínimos para pesquisa, aquisição de material e contratação de profissionais que tenham competência para realizar um projeto de pequeno porte com a qualidade que um tema como esse exige. Além de entretenimento e diversão, a peça visa oferecer para as crianças um conteúdo educativo diferente de um espetáculo puramente comercial. É através da Lei de Incentivo ou de editais públicos que se torna possível o resgate de nossas raízes culturais e a visibilidade dessa música tão rica. O choro foi perdendo espaço na indústria fonográfica, no rádio e na mídia, para o canto popular, que era mais fácil de ser absorvido pelo grande público e os músicos passaram, já na década de 1930, a acompanhar as vozes da Era do Rádio: Chico Viola, Francisco Alves, Orlando Silva, Silvio Caldas e outros. O chorinho é uma música instrumental, de grande qualidade, surgida no século 19 e pouco conhecida das crianças e adultos, que mesclou instrumentos e danças de salão europeias que vieram para o Brasil junto com a família real, com a música africana e seu batuque. Assim, músicos com violão, bandolim, piano, cavaquinho, clarinete e flauta, tocando valsas, polcas, quadrilhas, schottiches e mazurcas, acabaram conhecendo batuques e lundus, de inspiração africana, forjando o choro - primeiramente como um estilo de como se tocar - e, posteriormente, como um gênero novo, genuinamente brasileiro, com requintes de improvisação musical. Alguns poucos choros tem letra e canto, como "Carinhoso" e "Tico Tico no Fubá", o que facilitou o sucesso junto ao grande público. O antropólogo e pesquisador musical Hermano Vianna diz que o choro é a música do "entre", entre a Europa e o Rio de Janeiro, entre a cultura erudita e o chão do terreiro, juntando os elementos e conseguindo, com isso, superar as barreiras que separavam esses mundos culturais nas décadas de 1870 e 1880 no Rio de Janeiro, cidade onde ocorreu uma efervescência do ambiente em que se encontravam pessoas com origens e extratos sociais bem diferentes. Isso foi fundamental para que o choro tivesse, desde o início, um pé na escola, na academia, e o outro pé no pagode, na boemia, no botequim. A diretora Regina Galdino e a atriz/autora Andréa Bassitt têm uma longa parceria em projetos de pesquisa sobre o Brasil em musicais premiados, entre eles "Operilda na Orquestra Amazônica", que estreou no CCBB SP em 2013 (APCA de Melhor Musical Infantil) e foi visto por mais de 55 mil espectadores, sendo 17 mil crianças de escolas públicas. A personagem Operilda nasceu há 15 anos, quando Andréa participou da série "Aprendiz de Maestro", com João Maurício Galindo e Regina Galdino, na Sala São Paulo. A Direção Musical e Arranjos será de Chico Macedo, Saxofone Barítono da Jazz Sinfônica do Estado de SP, e é a garantia de um resultado de alto nível musical, como deve ser em um trabalho sobre o choro. Além de Chico, o grupo contará com três músicos tocando ao vivo. Dessa forma, a montagem, com estreia no CCBB-SP, seria um passo inicial para a carreira que se pretende percorrer com esse espetáculo, procurando dar continuidade à produção após a primeira temporada, a fim de levar a peça para alunos e crianças de todo o país. Circular e manter um espetáculo em cartaz também colabora para a geração de trabalho para todos envolvidos direta ou indiretamente nas apresentações.

Estratégia de execução

O projeto “Operilda Cai no Choro” está pré-selecionado e em negociações para ser patrocinado pelo Banco do Brasil e entrará em cartaz no CCBB SP, com patrocínio através da Lei de Incentivo à Cultura, a fim de repetir a parceria exitosa que tivemos com nosso musical infantil anterior, "Operilda na Orquestra Amazônica". “Operilda na Orquestra Amazônica”, musical infantil sobre a história da música erudita brasileira, patrocinado em 2013 pelo CCBB SP, ganhou diversos prêmios, foi sucesso de público e de crítica e teve um total de mais de 240 apresentações, atingindo 55 mil espectadores, sendo 17 mil crianças de escolas públicas, com ingressos gratuitos. Teve temporadas em diversos teatros de São Paulo: Teatro CCBB-SP, Oficina Oswald de Andrade, Teatro Eva Herz, TUCARENA, Teatro Porto Seguro, Auditório do Museu Catavento, Teatro Folha, Teatro Cacilda Becker, Teatro Jardel Filho/Centro Cultural São Paulo, Sala Olido, Teatro Arthur Azevedo, Teatro João Caetano, Teatro Alfredo Mesquita e SESCs da capital (Belenzinho, Santana, Itaquera, Interlagos, Pinheiros, Santo Amaro e Campo Limpo) e realizou espetáculos para escolas em diversos teatros. Também circulou pela periferia: Teatro Leopoldo Fróes, Teatro Paulo Eiró, Teatro Zanoni Ferrite-ZL, CEUs (Alto Alegre, Azul da Cor do Mar ZL, Três Pontes ZL e Feitico da Vila-Capão Redondo) e Fábricas de Cultura (Cidade Tiradentes, Itaim Paulista, Vila Curuçá, Sapobemba e Parque Belém). Apresentou-se nos SESCs do interior de São Paulo (Santo André, Santos, Sorocaba, Ribeirão Preto, Piracicaba, Jundiaí e São José dos Campos), no Teatro de Araras, em oito cidades do interior pelo Circuito Cultural Paulista e em Teatros Municipais (São João da Boa Vista, Barueri, São Caetano do Sul, Santo André, Guarulhos, São José do Rio Preto, Votuporanga, Sorocaba e Lençóis Paulista). Realizou espetáculos em festivais: Festival Terra Sem Sombra (Patos de Minas-MG), Festival no Auditório Umuarama (CPFL-Campinas), Festival do Cine Theatro Brasil Vallourec (Belo Horizonte) e Guritiba (Curitiba). Apresentou em capitais: Rio de Janeiro (Auditório do BNDES), Belo Horizonte (Grande Teatro SESC Palladium), Aracaju (Teatro Atheneu), João Pessoa (Teatro de Arena do Espaço Cultural), Natal (Auditório do IFRN) e Recife (Teatro Santa Isabel).

Especificação técnica

“OPERILDA CAI NO CHORO”, musical infantil que necessita de diversos aspectos técnicos e artísticos para ser realizado, tais como: - TEXTO: DRAMATURGIA e PESQUISA HISTÓRICA A autora Andréa Bassitt tem muita experiência em escrever textos para crianças baseados em pesquisas históricas e musicais, pois somente no projeto “Aprendiz de Maestro”, na Sala São Paulo, escreveu 26 textos com os mais temas de música erudita: o guia prático e as cirandas de Villa-Lobos, a diferença entre concerto e sinfonia, a história da orquestra, as famílias da orquestra (cordas, sopros e percussão), compositores (Bach e Mozart), os balés (Bela Adormecida, Quebra Nozes e O Lago dos Cisnes), a ópera Flauta Mágica, etc. Também já pesquisou e escreveu “As Favoritas do Rádio”, sobre as cantoras Emilinha Borba e Marlene e a música popular brasileira na Era de Ouro do rádio. As dificuldades para pesquisar temas brasileiros esbarram na falta de material de pesquisa e poucos livros falam sobre o Choro, por isso o material histórico de apoio conseguido em entrevistas, grupos de choro e universidades será fundamental para embasar a escrita do texto, que buscará alcançar as crianças sem didatismos excessivos, de forma lúdica e divertida, como já é a característica do trabalho de Bassitt e sua personagem Operilda. - REPERTÓRIO: ARRANJOS A definição do repertório será feita por Chico Macedo, em conjunto com a autora e a diretora geral. Macedo fará a direção musical e os arranjos para 4 músicos multi-instrumentistas com a seguinte formação: violão de sete cordas, cavaquinho/bandolim, pandeiro e clarinete/flauta transversal/saxofone. Músicas como Atraente, Corta Jaca, Carinhoso e Tico Tico no Fubá, mais conhecidas do público, deverão estar ao lado de surpresas pouco divulgadas. Macedo faz parte do grupo de choro “Regional Paulistano” e tem uma visão moderna, contemporânea e viva do chorinho, pois a intenção não é tratar do assunto como se o gênero fosse uma peça de museu, parado no tempo. - ENCENAÇÃO: ATRIZ e MÚSICOS Regina Galdino, parceira de Andréa Bassitt há muito tempo, trabalhou na série “Aprendiz de Maestro”, na Sala São Paulo, por 9 anos e tem experiência em musicais brechtianos. A intenção da diretora é que “Operilda Cai no Choro” tenha uma encenação simples, calcada na interpretação e versatilidade de Andréa Bassitt, destacando a personagem Operilda, já conhecida das crianças, interagindo teatralmente com os músicos e a plateia, compondo um espetáculo bem humorado e dinâmico. Os músicos não ficarão em uma posição fixa, surpreendendo as crianças com movimentações que dialogam e se relacionam com a personagem Operilda. - CENOGRAFIA e FIGURINOS: Fabio Namatame realizará um projeto cenográfico de fácil montagem e desmontagem para viabilizar as necessidades de convivência com outros espetáculos durante a temporada, além de dimensionar o armazenamento em um espaço pequeno, considerando as condições objetivas reservadas pelo teatro para o cenário de “Operilda Cai no Choro”. A praticidade e a leveza deverão ser considerados para a criação de um cenário simples, mas que deverá encher os olhos das crianças. A beleza artística é uma marca de seu trabalho e trará cores vibrantes e alegres para a visualidade cênica do espetáculo, trabalhando um cenário sintético, com um traço único que remeta ao Rio de Janeiro e criando um novo figurino para a personagem Operilda, já caracterizada por uma mistura de elementos clássicos e populares, que também é uma marca do chorinho, a mistura do erudito e do popular. Para os músicos, adereços serão criados para auxiliar visualmente o encantamento já provocado pela presença dos instrumentos. - ILUMINAÇÃO: Regina Galdino criará uma iluminação cativante, acompanhando as brincadeiras da feiticeira Operilda, com uma luz intensa, instigante e direta, marcando especialmente os momentos musicais e mágicos, além de transportar as crianças para os tempos antigos de forma divertida e inusitada. A criação da iluminação deve levar em conta adaptar-se às condições de equipamento disponível e à convivência harmônica com os demais espetáculos que estiverem em cartaz no teatro, simultaneamente. - PROGRAMAÇÃO VISUAL: O aspecto visual do material de divulgação será atraente e contemporâneo, dialogando com as novas gerações, motivando o interesse da criança para uma música com uma longa história, porém que se renova até os dias atuais.

Acessibilidade

Serão cumpridas as medidas de acessibilidade para garantir o acesso de Pessoas com Deficiência, idosos e crianças, com segurança e conforto. A recepção do público terá filas preferenciais para idosos e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Ingressos gratuitos: 100% dos ingressos disponibilizados serão gratuitos garantindo o acesso de todas as classes sociais ao espetáculo, atingindo um público diverso. Aos domingos a Prefeitura de São Paulo instituiu a Tarifa Zero no transporte por ônibus, que estimulará o comparecimento dos espectadores de baixa renda. Acessibilidade Física no Teatro do CCBB-SP: As sessões de “Operilda Cai no Choro” serão realizadas no Centro Cultural Banco do Brasil – São Paulo, que funciona de acordo com a Norma Brasileira NBR 9050 da ABTN – Associação Brasileira de Normas Técnicas, que prevê os três pilares da acessibilidade – autonomia, conforto e segurança – fundamentais para garantir que ambientes e serviços sejam inclusivos e acessíveis a todos, especialmente pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, oferecendo facilitadores para a locomoção no espaço físico (elevadores e/ou rampas como rotas de acesso, banheiros adaptados, guias táteis, assentos acessíveis para pessoas em cadeiras de rodas e com mobilidade reduzida). Acessibilidade de Conteúdo: Disponibilização de intérpretes de libras para pessoas com deficiência auditiva em três apresentações do espetáculo em São Paulo. Informações Acessíveis: Divulgação das sessões com intérpretes de libra devidamente sinalizadas nos materiais de programação visual, com datas e horários das apresentações, além de divulgação específica para pessoas com deficiência e idosos.

Democratização do acesso

O campo Acessibilidade deve conter informações quanto à Acessibilidade Física e Acessibilidade de Conteúdo. A Acessibilidade FÍSICA deve oferecer facilitadores para a locomoção no espaço físico (banheiros, rampas, guias táteis). A Acessibilidade de CONTEÚDO deve prever medidas para compreensão do projeto (Libras, Braille, audiodescrição, legenda descritiva, visita sensorial). O projeto "Operilda Cai no Choro" contará com: Democratização de Acesso: 100% de ingressos gratuitos, salientando essa informação na divulgação. Ampliação de Acesso: oficina gratuita de música para crianças, com até 20 vagas, com divulgação em escolas públicas.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA Operilda Cai no Choro De Andréa Bassitt Elenco: Andréa Bassitt, Chico Macedo e três músicos. Direção Artística e Iluminação: Regina Galdino Direção Musical e Arranjos: Chico Macedo Direção de Produção: Andréa Bassitt Cenário e Figurino: Fabio Namatame Fotos: João Caldas Fº Realização: Oasis Empreendimentos Artísticos ATIVIDADES DA PROPONENTE NO PROJETO Andréa Bassitt é autora, diretora de produção e atriz do projeto “Operilda Cai no Choro”. Realizará a pesquisa sobre chorinho, para escrever o texto, coordenará a produção da montagem inédita e atuará, como atriz, no musical. Há 30 anos produz espetáculos, escreve textos teatrais e atua como atriz. É criadora da personagem Operilda, que interpretou por 7 anos no projeto Aprendiz de Maestro, na Sala São Paulo, escrevendo 26 textos sobre música erudita para essa série. Produziu, escreveu e atuou como atriz em “Operilda na Orquestra Amazônica”, espetáculo que ganhou, em 2013, os Prêmios APCA de Melhor Musical Infantil e FEMSA, na Categoria Especial pela Divulgação de Compositores Eruditos e da musica folclórica brasileira. OASIS EMPREENDIMENTOS ARTÍSTICOS LTDA - EPP (Empresa proponente) A Oasis Empreendimentos Artísticos desde 2001 produz espetáculos teatrais e presta serviços artísticos de direção teatral, interpretação e dramaturgia. Produziu: “Alma Despejada”, de Andréa Bassitt, com Irene Ravache, Prêmio Bibi Ferreira de Melhor Texto e Melhor Atriz; “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, de Machado de Assis, com Marcos Damigo, indicado como Melhor Ator para o Prêmio APCA 2017, “Operilda na Orquestra Amazônica”, de Andréa Bassitt, Prêmio APCA Melhor Musical Infantil 2013 e FEMSA na Categoria Especial pela Divulgação da Música Erudita e Folclórica; “Idomeneo”, ópera de Mozart, no Teatro Municipal de São Paulo, com direção de Regina Galdino e dramaturgia e interpretação de Andréa Bassitt; “Filhos do Brasil”, de Andréa Bassitt e Regina Galdino, com Andréa Bassitt, Deborah Serretiello e Pedro Paulo Bogossian (piano e Direção Musical), Prêmio Shell de Melhor Música; “As Favoritas do Rádio”, de Andréa Bassitt, Regina Galdino e Luciana Carnieli, com Andréa Bassitt, Luciana Carnieli, Gerson Steves e Márcia Manfredini. Premiado na Jornada SESC - O Teatro Musical. Prestou serviços, com direção de Regina Galdino, para: “O Pai”, de Strindberg, com Marcos Damigo, Gabriela Rabelo, Gerson Steves, Tatiana Montagnolli e outros; “Chá e Catástrofe”, de Caryl Churchill, com Selma Egrei, Clarisse Abujamra, Chris Couto e Agnes Zuliani; “Casa de Bonecas, Parte 2”, de Lucas Hnath, com Marília Gabriela, Luciano Chirolli e outros; “Os Saltimbancos” e “A Arca de Noé”, com a Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, As Pontes de Madison, com Marcos Caruso e Denise Del Vecchio; “Aprendiz de Maestro”, na Sala São Paulo, com dramaturgia e interpretação de Andréa Bassitt; “As Turca”, de Andréa Bassitt, que também assina a direção de produção e atuou com Claudia Mello e Juçara Morais; e “Intimidade Indecente”, com Irene Ravache e Marcos Caruso. Andréa Bassitt escreveu “Mar de Gente”, para a Cia de Ivaldo Bertazzo; o livro “Miguel Magno, o Pregador de Peças”, para a coleção Aplauso; adaptou o libreto e narrou a ópera “Idomeneo” e escreveu o roteiro e narrou “A Arca de Noé”, com a banda Sinfônica do Estado de São Paulo e atuou em “Morte e Vida Severina”, de João Cabral de Melo Neto, com direção de Elias Andreato. CURRÍCULOS RESUMIDOS DOS PRINCIPAIS PARTICIPANTES DO PROJETO ANDREÁ BASSITT (Autora, Diretora de Produção e Atriz) Atriz formada na Escola de Arte Dramática - EAD/ECA/USP. Autora e produtora de “Alma Despejada” (Prêmios Bibi Ferreira, Melhor Texto e Melhor Atriz/2021) e atriz, autora e produtora de “Operilda na Orquestra Amazônica” (Prêmios APCA de Melhor Musical Infantil e FEMSA na Categoria Especial/2013), “As Turca”, “Filhos do Brasil” (Prêmio Shell 2000 de Melhor Música para Pedro Paulo Bogossian) e “As Favoritas do Rádio” (Prêmio Jornada SESC 1994, Teatro Musical), dirigidos por Regina Galdino. Atuou em “Morte Vida Severina” (2022), de João Cabral de Melo Neto, no Teatro Tuca, Direção Elias Andreato e produção da Morente e Forte. Por sete anos escreveu e atuou em dezenas de espetáculos para a série de concertos infantis Aprendiz de Maestro, sob a regência de João Maurício Galindo, na Sala São Paulo, todos com direção geral de Regina Galdino. Escreveu os roteiros de espetáculos de dança para a Cia de Ivaldo Bertazzo, “Mar de Gente” (2007) e “Próximo Passo” (2017), e a biografia de Miguel Magno, “O Pregador de Peças” (2010), lançada pela coleção Aplauso. REGINA GALDINO (Diretora Artística e Iluminadora) Formada pela Escola de Arte Dramática – ECA/USP, dirigiu, iluminou e cenografou "O Pai" (Strindberg), com Marcos Damigo, Tatiana Montagnolli, Gabriela Rabelo e Gerson Steves; "Chá e Catástrofe" (Caryl Churchill) com Clarisse Abujamra, Selma Egrei, Chris Couto e Agnes Zuliani; dirigiu "Casa de Bonecas – Parte 2" (Lucas Hnath) com Marília Gabriela e Luciano Chirolli. Dirigiu, adaptou, iluminou e cenografou "Memórias Póstumas de Brás Cubas" (Machado de Assis) com Marcos Damigo e dirigiu e adaptou a montagem do mesmo texto com Cassio Scapin. Ainda em teatro, entre outros projetos, dirigiu: "Operilda na Orquestra Amazônica" (Andréa Bassitt), premiado com o APCA de Melhor Musical Infantil; "Intimidade Indecente" (Leilah Assumpção) com Irene Ravache e Marcos Caruso; "As Pontes de Madison" (Robert James Waller) com Denise Del Vecchio e Marcos Caruso; "As Turca" (Andréa Bassitt) com Cláudia Melo, Juçara Morais e Andréa Bassitt; e "Macbeth" (W. Shakespeare) com Evandro Soldatelli e Renata Zanetha. Para o Theatro Municipal de São Paulo dirigiu a ópera "Idomeneo" (Mozart) regência de Rodolfo Fisher. Dirigiu e iluminou "Os Saltimbancos", concerto com a Banda Sinfônica do Estado de São Paulo e o coral de crianças da Escola Municipal de Música, com regências de Mônica Giardini e Regina Kinjo. Criou, com o maestro João Maurício Galindo e o ator Cassio Scapin, a série "Aprendiz de Maestro", dirigindo espetáculos da autora e atriz Andréa Bassitt, por nove anos, na Sala São Paulo. CHICO MACEDO (Direção Musical, Músico e Arranjador) Instrumentista (sax, flauta e clarinete), arranjador e professor, é bacharel em saxofone pela FMU/FAAM. Bolsista do Henry Mancini Institute, UCLA/Los Angeles. Toca Saxofone Barítono na Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de SP. Em 2017 foi o diretor musical e arranjador do concerto “90 anos de Tom Jobim”, no Club Paulistano. Em 2016 tocou no concerto “PROMS 52”, com a OSESP e Big Band da Jazz Sinfônica, sob a regência de Marin Alsop no Royal Albert Hall, em Londres/UK, transmitido pela BBC, e iniciou o projeto “Chico Macedo 4Teto”, apresentando suas composições e arranjos inéditos, com releitura de clássicos da MPB e choros. Realizou projetos de arte-educação no SESI como músico e arranjador (2013/2015). Participou do quarteto de SaxFourSax como músico, arranjador e compositor nos SESCs (1998/2013). Foi regente e arranjador da Orq. Municipal Infanto Juvenil de Itapecerica da Serra, projeto Barracões Culturais da Cidadania (2000/2004). Toca em big bands: InterXchange, Banda Jazzco, Cacique Jazz Combo, Banda Urbana e Nelson Ayres Big Band. Tocou com Eumir Deodato, Spok, Proveta, Vinícius Dorin, Trio Corrente, Roberto Menescal e em shows de Simoninha, Virginia Rosa, Cauby Peixoto e Ivan Lins, entre outros. Tocou instrumentos de madeira (músico titular e substituto) em: “Sweet Charity”, “Os Produtores”, “A Gaiola das Loucas”, “Cabaret”, “A Família Addams”, “A Madrinha Embriagada”, Cantando na Chuva” e “Operilda na Orquestra Amazônica”. Faz parte do grupo de choro “Regional Paulistano”. FABIO NAMATAME (Figurinista e Cenógrafo) Formado em Comunicação e Artes pela FAAP – São Paulo. É figurinista, cenógrafo, visagista e diretor teatral. Criou, entre outros, os figurinos para os seguintes espetáculos: “May Fair Lady”, “Master Class”, “Vermelho”, “O Rei e Eu”, “West Side Story”, “Evita” e a ópera “Madame Butterfly”, dirigidos por Jorge Takla; “Tarsila”, “Cabaret”, “Evangelho Segundo Jesus Cristo”, “A Loba de Ray Ban”, “Emoções Baratas” e as óperas “As Bodas de Fígaro”, “Romeu e Julieta”, “O Guarani” e “Falstaff”, dirigidos por José Possi Neto; “O Libertino”, direção de Jô Soares; Trilogia “Paraíso Perdido”, “Livro de Jó” e “Apocalipse 1.11”, dirigidos por Antonio Araújo; “Além da Linha d’água”, “Folias Guanabaras” e “Mãe Gentil”, dirigidos por Ivaldo Bertazzo; “Uma Relação Tão Delicada” e as óperas “Os Pescadores de Pérolas”, “Olga” e “A Tempestade” dirigidos por Willian Pereira; “Palmas para o Sr. Diretor”, direção de Marília Pera e “Angels in America”, direção de Iacov Hillel. Fez cenário e figurino para “Alma Despejada”, direção de Elias Andreatto, para “Desmedéia”, direção e concepção de Denise Stoklos e para “As Turca”, “Intimidade Indecente” e “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, além do figurino da ópera “Idomeneo”, dirigidos por Regina Galdino. Recebeu diversos prêmios Shell, Apetesp, APCA, SESC de Teatro SP, Cultura Inglesa de Teatro, Carlos Gomes de Ópera, Festival de Cinema de Paulínia e SESC de Dança de Belo Horizonte.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2024-11-01
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo