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Realizar circulação da Ópera Dulcineia e Troncoso em 10 cidades do Brasil situadas na região nordeste, norte e sudeste e como contrapartida social ocorrerão 10 oficinas de elaborfação de projetos pela Lei Federal de Incentivo à Cultura com enfoque em produção musical.
Unindo elementos da cultura ibérica e do Nordeste brasileiro, a ópera tem como protagonista Trancoso, cuja missão é defender duas rochas mágicas (A Pedra do Reino) contra dragões, que, como em Dom Quixote, existem apenas em sua imaginação. Após perder a vida, junto com sua amada Dulcinéa, na batalha contra os dragões, Trancoso ressurge de dentro das pedras destruídas – numa alusão à lenda do Rei português Dom Sebastião, morto em uma das cruzadas cristãs – para eliminar a miséria do povo do sertão brasileiro. A música adentra diversos universos sonoros, incluindo manifestações populares do Nordeste e alusões à música ibérica da Renascença. Cenas CENA 01 - Dono do Circo, Ariano e Cervantes CENA 02 - Trancoso e Bozo CENA 03 - A Morte CENA 04 - A Compadecida CENA 05 - Dulcinéa CENA 06 - Encontro de Dulcinéa e Trancoso CENA 07 - Lampião e Maria Bonita CENA 08 - A Batalha CENA 09 - O Fuzilamento CENA 10 - A Ressurreição CENA UM Abre-se a cortina como um show apresentado e presidido pelo Dono do Circo, uma espécie de Deus, espécie de Lux in Tenebris no mau sentido. Ele está no sertão, porque ali tem um imenso público: a multidão que chega para ver o famoso megálito se abrir, desencantando, de dentro dele, El Rei Dom Sebastião e a fartura total que ele deve trazer para a caatinga miserável. No grande espetáculo épico em que se torna a obra do gigantesco picadeiro, surge o próprio romancista e dramaturgo Ariano Suassuna como um profeta, cantando suas árias secundado, em dueto, por ninguém menos que seu grande ídolo, Miguel de Cervantes Saavedra, E lá está, magnífica e sinistra, ao fundo, a Pedra do Reino presidindo o cenário CENA DOIS Ah, claro que nesse circo fabuloso em que Cervantes nos visita, não poderia faltar a imensa figura de seu superstar Dom Quixote, aqui, na verdade, Pixote, dançando um xote, acompanhado pelo indefectível Sancho Pança, na verdade São Chupança. Tal Quixote-Pixote, no entanto, não poderia limitar sua referência à Espanha, daí que nosso herói não é mais do que uma performance do ator Trancoso, nome que nos remete a Gonçalo Fernandes Trancoso, o pioneiro da contística lusitana, célebre por suas estórias fantasiosas, donde o rótulo de História de Trancoso para todo relato de sertanejo, que não passe de flagrante mentira, como toda esta ópera. CENA TRÊS Mas eis que entra em cena, também, a nossa grande, insuperável vilã: A Morte, que traz em sua comitiva toda uma tropa do exército que vem dinamitar a Pedra do Reino e desmantelá-la com suas escavadeiras sombrias, para dar fim ao que considera puro fanatismo da récua ignara. E, como contraponto, surge Dul-ci-neia!!! Uma camponesa horrorosa em que o cavaleiro do Rocinante vê uma linda donzela? Exatamente! E nós também. Como? Ah, fazendo-lhe a transformação em cena, graças ao banho de loja a que ela – como toda mulher – se entrega, mais suas manicures, cabeleireiros e pedicures, ao adivinhar a chegada do amado. CENA QUATRO Oh, e eis que Trancoso, em lugar de botar na cabeça a bacia de barbeiro (que é o elmo de Quixote), põe, por engano, o chapéu de Lampião, com o que imediatamente entra em transe... e o que vê e vemos com ele? A fabulosa Pedra se abrindo, revelando a maravilhosa Catedral que há dentro dela, da qual saem a Compadecida e seu coro de anjos para falar com nosso ator. E o que ela quer com ele? Que lidere o povo contra a Morte e suas tropas, prometendo-lhe, em troca, Dulcineia! CENA CINCO Dulcineia, enquanto isso, aguarda, ansiosa, pelo amor à primeira (e última) vista. CENA SEIS Não há dúvida de que o encontro dos dois é uma tremenda maldade criadora de Ariano para o Dono do Circo, pois o casal é logo levado à Morte, a fim de que o sangue dos dois banhe a Pedra que, finalmente, deve se escancarar para o Milagre. CENA SETE, OITO, NNOVE E DEZ - A prefiguração da tragédia: Cervantes também tem uma visão... e o que vê – e nós com ele - é o casal Lampião e Maria Bonita – que Dulcineia tem como modelo – atravessando o São Francisco e, em seguida, sendo morto com seu bando e degolado na Grota dos Angicos!e desfecho da profecia
Objetivo Geral Realizar apresentação de da ópera Ducineia e Troncoso em 10 cidades do Brasil. Objetivos específicos Realizar 10 oficinas de produção cultural a Lei Federal de Incentivo à Cultura
A ópera Dulcineia e Troncoso se enquadra nos artigos 1º nos inscisos I, II, III, IV, V, VIII, IX e no Art. 3o nos incisos II e IV da lei 8.313/91. Referente ao art. 1º inciso I se informa que toda as realizações serão oferecidas de forma gratuita para amplo público com enfase em rede pública de ensino das localidades. Como se trata de uma obra que transita entre a obras clássicas medievais e os simbolos do Movimento Armorial, tanto o compositor da obra musical Eli-Eri de Moura e o escritor W.J. Solha e ainda considerando os músicos, bailarinos, coro e produtores são ou atuam no Nordeste e em João Pessoa-PB, assim enquadrados no que tange o inciso II que trata de recursos humanos e conteúdos locais. Inbinvcado no inciso anterior a realização destas apresentações está coberta pelo insiso III que diz respeito a difundir as manifestações culturais e seus criadores, já que a Ópera Dulcineia e Troncoso pelos elementos que a inspiram trazem a simbologia do medievo para o imaginário do Sertão Nordestino. O insiso IV que trata do pluralismo cultural e formação da sociedade brasileira é também um forte elemento desse trabalho, já que a origem de muitos elementos da cultura braisileira passam pelos ocorrências históricas do Nordeste e assim é uma referência de coesão cultural nacional. Atrela-se essa proposta no inciso VIII e IX por se tratar de uma obra original, baseada no Movimento Armorial concebida por Ariano Suassuna e que tinha esse preceito de originalidade da cultura nordestina sem perder suas origens e base na cultura ibérica. Em se referindo ao objetivos do Art. 3º da referida norma serão alcançados através do incico II, alínea e sobre a reslização cultural de artes cências, eneste caso a ópera e no Inciso IV em relação a oferta gratuita de todos os produtos aqui apresentados a Ópera e a Oficina em 10 cidades do Brasil. Incisos integrais do Art. 1º em que se apoiam esta justificativa I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Incisos integrais do Art. 3º em que se apoiam esta justificativa II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Esta Ópera é uma adaptação do libreto de Dulcineia e Trancoso escrito J. W. Solha que inspirada no universo ficcional do mentor intelectual do Movimento Armorial, Ariano Suassuna. A ópera Dulcineia e Trancoso tem como compositor Eli-Eri Moura para um único ato, dividido em dez cenas, tendo como pano de fundo um circo fantástico, mágico, presidido pelo seu Dono Ariano e Cervantes. No picadeiro surgem dois profetas que revelam a destruição da Pedra do Reino, mas que ocorrerá um milagre. Troncoso é instado desse milagre a defender seu povo da Morte tendo em troca sua amada Dulcineia. O universo do social do Nordeste se mescla com a obra de Miguel de Cervantes. Em sonho de Cervantes há uma revelação que Troncoso e Dulcineia se encontram e se desenrola a tragédia da morte dos apaixonados que representam Maria Bonita e Lampião e com o sangue de ambos a Pedra do Reino é preservada. Ocorre a batalha de Trancoso liderando o povo pela Pedra do Reino contra a Morte e a batalha é perdida. Troncoso e Dulcineia surgem no alto da Pedra do Reino, mas são condenados ao fuzilamento. O sangue de ambos cobre a Pedra do Reino e ocorre o milagre. O espetáculo foi estreado mundialmente em dezembro de 2009 e apresentado apenas 2 vezes durante o XII Festival Virtuosi. É importante salientar que o espetáculo mescla chapéu de couro com projeção e animação usando uma tecnologia high-tech. Todo cenário é projetado numa grande tela ao fundo do palco e os atores interagem com a projeção em animação.“Além de um libreto original (original no sentido de que não foi adaptação de obra literária já existente), rico em referências da cultura ibérica e nordestina, de métricas perfeitas e falas inesquecíveis - méritos para Waldemar José Solha - a música, a cargo de Eli-Eri Moura, teve a virtude de imprimir pelo menos uma melodia memorável em cada uma das dez cenas da tragicomédia do palhaço Dom Pixote, encarnado pelo ator Trancoso, e sua amada e descabelada Dulcineia, na batalha contra as retroescavadeiras que ameaçavam destruir a Pedra do Reino conforme as visões de Cervantes e Ariano. Mais além: talvez pela primeira vez em uma ópera nacional, os problemas de adequação da prosódia do português brasileiro ao canto operístico italiano foram resolvidos, não tendo havido nenhuma sílaba tônica em desencontro com tempos fortes, importações artificiais, ou discrepância da letra com a extensão das frases melódicas. O indefectível Vixe, Maria de Dulcineia, no início da cena cinco, sintetizou bem a solução do compositor para tal problema e arrancou gargalhadas do público nas duas receitas. Por fim, a menção é mais do que justa por Dulcineia e Trancoso ter devolvido a Pernambuco a alegria de se ver retratado não só na música popular mas na erudita também. As inspiradas estilizações de maracatu nação, xote, xaxado, cantoria, caboclinhos e frevo ainda se somaram a passagens extremamente românticas (como na valsa com solo de violino da cena três, quando Trancoso procura por Dulcineia, com uma lamparina na mão), outras circenses e algumas mais austeras, como na cena oito, em que o casal protagonista lidera a marcha em defesa da Pedra do Reino. Post scriptum para os solistas, que encarnaram seus papéis a tal ponto que uma nova encenação pode fazer os ouvintes terem saudades dos intérpretes da première: do Cervantes de dicção hispânica perfeita; do Ariano que deixa sua obra como quem deixa pele de cobra; da Compadecida tão radiante quanto a do seriado da TV; do Trancoso mui habilitado a dançar xote; do dono do circo de discurso tão carismático quanto o de um apresentador de TV; da Dulcineia medrosa e ingênua, que não havia como ser feia como o libreto dizia; e do palhaço Bozo, cuja arieta cômica na cena nove deu o tema heroico que desfecha o trágico fim dele e do casal principal na cena dez. Dulcineia e Trancoso merece ser encenada várias vezes para o público - e mesmo arriscar uma viagem pelos palcos de fora do Estado. A montagem de um opera é realmente um projeto enriquecedor para a cultura do nordeste e porque não dizer do país.
I - Produto realização Ópera A Ópera Troncoso e Dulcineia é uma obra em um ato e dez cenas. Nesta produção o corpo de orquestra com 30 componentes e um regente. Serão oito solistas e um corpo de coro 20 componentes e corpo de dança com oito componentes. Todo a cenografia será através de projeção mapeada (video mapping) com duração de 2 horas. II - Oficina de Elaboração de Projetos Lei Federal de Incentivo à Cultura - Música Atividade será realizada para profissionais em produção musical como forma de ampliar a qualificação da cadeia da economia criativa e mobilização de recursos através de Leis de Incentivo. Vagas ilimitadas para cada localidade duração de 8 horas Objetivo: Compartilhar informações sobre a elaboração de projetos musicais de pequeno a grande porte em sentido favorecer profissionais e interessados na produção musical Método: Será o modo de rodas de diálogo, com exposição oral e apresentação de projetos de música centrados nas demandas de leis de incentivo. Tendo como abertura para perguntas e adequação ao que os inscritos desejam em suas carreiras ou serviços que prestam. Parte 1 (4 horas) - Será aberta a plataforma Lei Rouanet e se fará a inserção de dados de uma proposta. Os interessados em fazer projetos próprios levarão seus computadores pessoais e poderão rascunhar suas ideias. Serão informados aspectos que podem auxiliar na inserção de propostas, tutoriais de auxílio e estabelecer mentorias. Parte 2 (4 horas) - Será dada continuidade ao trabalho da primeira parte, mas solicitando que os presentes esbocem dúvidas, dificuldades e se falará da captação (mobilização de recursos). Será tratado os assuntos de acessibilidade, democratização de acesso, justificativa baseada na lei, o que são os custos vinculados, diligências e sobre projetos enquadrados nos artigos 18 e 26. Apresentar a plataforma Versalic para consultas e aprendizados com projetos existentes
As ações de acessibilidade adotadas serão as seguintes: Física: I - todos os 10 teatros e locais de oficinas serão espaços selecionados e contratados por terem adaptações de rampas, banheiros e outros equipamentos adequados às leis vigentes de acessibilidade a que se refere a barreiras físicas, incluindo banheiros específicos para pessoas com mobilidade reduzida II- Monitores de acessibilidade - serão pessoas responsáveis por atender público de Pessoas com deficiência. Os itens orçamentários referentes a estes profissionais estão inseridos na execução/produção sob os números em planilha: 46, 77, 101, 132, 163, 193, 225, 256, 287 e 318 Conteúdo: III - Interpretes de libras: serão pessoas responsáveis por atender público de Pessoas com deficiência auditiva durante as apresentação e segundo as inscrições em oficinas. Os itens orçamentários referentes a estes profissionais estão inseridos na execução/produção sob os números em planilha: 39, 70,108, 139, 170,200, 232, 263, 294 e 325
Das Medidas de Democratização de Acesso regidas pela IN 01/2023 a que se refere Art. 27 e 28, segue que esta apresentação de opera e oficinas oferecidas em 10 cidade dos Brasil serão todas oferecidas de foram gratuita, portanto contempla os incisos I, II, III do Art. 27 e como não haverá a comercialização não se incorre ao inciso IV e suas parametrizações sobre ingressos. Ressalvando o fato que a prioridade será de recebimento de escolas da rede pública previamente contatadas e o restantes das cadeiras serão destinadas a público em geral, buscando a proporção de 70% estudantes e 30% público em geral com retirada prévia de ingresso. Em se referindo ao Art. 28. se recorre ao inciso I que será contemplado pela gratuidade para todo o público, mas com enfase ao infanto juvenil previsto adiante no inciso VII. Também se recorre ao inciso IV já que se permitirá a gravar e fotografar a apresentação desde que sem a opção flash. Da mesma forma será permitida a gravação das apresentações por redes públicas regradas no inciso V. Em relação às oficinas será também gratuita destinada a profissionais e interessados na produção cultural em música referente à Lei Rouanet prevista no inciso VI e que incorpora o inciso IX sobre capacitação de agentes públicos.
Hector Jorge Rossi: Coordenador Geral Professor música aposentado da Universidade federal da Paraíba - UFPB (1978-2003), Mestre em Educação (UFPB), com especialização em Filosofia da Música (Universidade Católica de Buenos Aires) e Graduação em Educação Musical e Contrabaixo Acústico (Conservatório Municipal de Música Manuel de Falla, Buenos Aires). I° Contrabaixista da Orquestra Sinfônica Nacional Argentina 1977. I° Contrabaixista da Orquestra Sinfônica da Paraíba (1980-2012). Membro da Orquestra Filarmônica do Norte-Nordeste (1997-2000) e Orquestra de Câmara Internacional “I Virtuosi” (1998-2002). Realizou atividades adaministrativas como Diretor Financeiro da Orquestra Filarmônica Norte-Nordeste (1998-2002). Antonio Sobreira – Produtor Executivo Formação em Geografia Graduação UPPB, mestrado UFPE, Doutorado UNESP/PP). Produtor cultural desde 2009 foi gestor de Ponto de Cultura Prudente em Cena em Presidente Prudente SP (2010-2013) e Responsável Técnico pelo Ponto de Cultura Centro Interativo de Circo em João Pessoa (2017-2019). Foi servidor da Secretaria de Estado da Cultura da Paraíba de 2015 a 2018 no setor de análise de prestação de contas de Pontos de Cultura e equipe de planejamento e convênio. Desde 2018 é Micro Empresário de Individual para curso e realização de eventos culturais. Foi proponente do Projeto Pronac 204756 Encanta Cordel em 2022. André Sousa: Produtor 1 e contrabaixo Bacharel em música pela Universidade Federal da Paraíba, com Hector Rossi e Luciano Carneiro. Contrabaixista da Sinfônica da Paraíba e Orquestra de Câmara da Cidade de João Pessoa. Estudou com Tibo Delor em Campinas-SP onde realizou um trabalho de aperfeiçoamento. Convidado para integrar a renomada Opera national de Paris na temporada de 2011. Em 2012 ao lado do contrabaixista Romain Lecuyeir gravou a trilha sonora do curta metragem da mexicana Lilian Gomez la casa de Rita no centre Ponpidou em Paris. Atuou ao lado de Artistas consagrados da música popular brasileira como Sivuca, Ney Matogrosso, Milton Nascimento. Professor dos festivais Carlos Gomes em Campinas, Fimsc em São Carlos e festival de inverno de Jaguariúna. Professor de contrabaixo da escola de música de Campinas e do conservatorio Carlos Gomes, foi primeiro contrabaixo da orquestra de São Carlos na temporada de 2013 a 2014. Atualmente desenvolve um trabalho de pesquisa de música moderna INARA MARQUES DE MELO- Produtora 2Formada em Administração na UNIPÊ com pós graduação em gestão de projetos em segurança em eventos pela Estacio, atua há mais de 20 anos no mercado. Realizando eventos para SEBRAE, SENAR, FAEPA, AND, Space Today, COOPERAR, CANDELIGHT, CRC-PB, ENERGISA entre outros, somando mais de 350 eventos. Evana Arruda – Direção Cênica Iniciou seus estudos de dança em 1980 no Ballet Studio José Enoch e desde 1988 integrou a Sem Censura Cia de Dança no período de 1988 a 2016.Nos Estados Unidos participou de cursos na Alvin Ailey School, Broadway Dance Center e Steps on Broadway. Sua atuação na “Sem Censura Cia de Dança” lhe rendeu diversos prêmios como melhor bailarina e atualmente é a coreógrafa residente dessa companhia. Desde 1996 vem desenvolvendo coreografias de grande repercussão a exemplo do espetáculo “ Auto de Deus” (2003 e 2004), “Labirinto” (2003) que na Mostra Estadual de Teatro e Dança daquele ano ganhou o prêmio de Melhor Coreografia, “Luz” (2004), espetáculo criado em parceria com o músico Rucker Bezerra, que compôs a trilha sonora executada ao vivo com o Quinteto Uirapuru. . Em 2011 estreou o espetáculo “Libertango”, que foi vencedor da XVI Mostra Estadual de Teatro e Dança da Paraíba. No ano seguinte, esse mesmo espetáculo foi vencedor do Prêmio Klauss Vianna da Funarte no Rio de Janeiro Desde 2006 é sócia e diretora artística da Jazz & Cia junto com Stella Paula. Desde 2021 é coreógrafa residente e professora de Jazz e Contemporâneo da Cia Municipal de dança de João Pessoa. Rucker Bezerra de Queiroz: Direção Artística e violinista Graduado pela UFPB (1991), Mestre (2002) e Doutor (2014) pela Unicamp - SP, foi spalla da Orquestra Sinfônica da Paraíba, Orquestra Sinfônica da AMUSA-PB e spalla da Orquestra Filarmonia-RJ, além de professor visitante na Universidade Federal do Amazonas e na Universidade estadual do Pará. Foi aluno de Yerko Pinto, Andzej Grabiec e Erick Friedman. Foi solista de várias orquestras no Brasil atuando com regentes como Eleazar de Carvalho, Elena Herrera, Carlos Veiga, Per Brevig, Paolo Bellomia, dentre outros. Apresentou recitais em todo Brasil, Estados Unidos, Europa e Emirados Árabes,sempre focando na pesquisa da Música Brasileira com ênfase na Música Armorial. É membro fundador do Quinteto Uirapuru. Vencedor do prêmio Tim, categoria música instrumental com o CD Sivuca & Quinteto Uirapuru. Rosemary Oliveira - Regente Coordenadora de Música Bacharel em música pela STBNB e pós graduada em musicoterapia pela FACHO, cursou ainda Técnica Vocal na Universidade de Dallas (EUA). Atuou como professora de música e regente de coral em diversas instituições, além de realizar trabalhos voluntários em creches, presídios, etc. Ingressou no Aria Social desde a sua fundação, em 2004, vindo a implantar o núcleo de música desta instituição, onde hoje é responsável pela coordenação da atividade.
PROJETO ARQUIVADO.