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PRONAC 242266Projeto em execução - Encerrado prazo de captaçãoMecenato

Projeto Acalanto - risos, afetos e encontros

GAVIOLE PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 250,6 mil
Aprovado
R$ 257,9 mil
Captado
R$ 257,9 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Petrópolis
Início
2025-07-07
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Petrópolis Rio de Janeiro

Resumo

Realiza??o de interven?es c?nicas de palha?aria, oficinas formativas em palha?aria e publica??o de almanaque ilustrado sobre a experi?ncia.

Sinopse

O Projeto Acalanto realiza visitas com a linguagem da Palhaçaria em hospitais públicos e instituições de acolhimento à pessoas em tratamento de saúde na cidade de Petrópolis. Tem a proposta de aliviar as tensões e angústias das pessoas em situação de vulnerabilidade hospitalar, em busca da leveza no encontro com o "outro" através do riso. O público contemplado pelo projeto é de qualquer idade. 02 instituições serão escolhidas em parceria com a secretaria de Saúde de Petrópolis; O processo continuo de capacitação/formação dos Palhaços e Palhaças contempla encontros da equipe uma vez por mês durante o período de realização do projeto. O Projeto também vai oferecer oficinas de iniciação à Palhaçaria para o público em geral; oficina de palhaçaria em hospital para alunos da área da saúde; e vivênvias em palhaçaria para a equipe de saúde dos territórios de atuação (Instituições beneficiadas).

Objetivos

Objetivo Geral:Realizar interven?es art?sticas com a linguagem da Palha?aria em 01 Hospitais p?blico da cidade de Petr?polis RJ e 01 intitui??o de acolhimento ? pessoas em tratamento de sa?de;OBJETIVOS ESPEC?FICOS -1. Almanaque:Produzir e distribuir digitalmente Almanaque Acalanto.2. Espet?culo de artes c?nicas:Realizar 40 interven?es de palha?aria em ambiente hospitalar (2 unidades p?blicas), atendendo aproximadamente 2.000 pessoas.3. Curso / Oficina / Capacita??o:Realizar 05 treinamentos de elenco para os palha?os do projeto ACALANTO;Realizar 01 oficina de palha?aria com 20 horas de carga hor?ria para 15 alunos da ?rea da sa?de;Realizar 02 viv?ncias em palha?aria com 02 horas de carga hor?ria para as institui?es beneficiadas (01 viv?ncia em cada institui??o) com 15 participantes (total de 30 pessoas somando as duas institui?es),Realizar 01 oficina de palha?aria com 04 horas de carga hor?ria para 15 participantes, p?blico em geral;Realizar treinamento em LIBRAS e Audiodescri??o para os palha?os do projeto ACALANTO;

Justificativa

O territ?rio hospitalar ? um espa?o de grande vulnerabilidade psicol?gica. Os?corredores compridos, as macas e leitos, o soro e o bipe s?o ambienta?es muito espec?ficas de um local de estresse elevado. A instabilidade dos rumos poss?veis e?improv?veis das condi?es de sa?de no dercorrer dos tratamentos, dilatam a?inseguran?a dos pacientes e seus acompanhantes que vivem per?odos intensos e de?percep??o temporal distorcida pela realidade de sua rotina virada do avesso. A?palha?ada nesse espa?o ? uma ferramenta que destensiona o ambiente e subverte?os simbolos que estigmatizam o hospital como um local de sofrimento e dor.?Os protocolos e procedimentos caracter?sticos desse ambiente seguem um rigor?institucionalizante que estrutura e robotiza a equipe de sa?de. O Palha?o vem para?intervir tamb?m no distanciamento e mecaniza??o do profissional da sa?de,?provocando o riso e procurando o sens?vel, a empatia e a humanidade naqueles que?lidam diariamente com as pessoas submetidas a experi?ncia da enfermidade.?O riso ? uma a??o natural que nos da prazer e sensa??o de al?vio. O riso auxilia no?tratamento de pessoas hospitalizadas ou em processos diversos de recupera??o?cl?nica, ? tamb?m um aliado na manuten??o do bem estar di?rio das pessoas. O riso?passou a ser novamente uma poss?vel ferramenta de cura ? medida que os?profissionais da ?rea m?dica come?aram a se conscientizar de que a sa?de, o?equil?brio, o humor e a alegria est?o interligados? (Holden, 2005, p 11). Num mundo?cada vez mais imbu?do pela tristeza, a arte de fazer rir se torna cada dia mais?uma necessidade vital. Algumas regi?es cerebrais tamb?m s?o acionadas pelo riso.?Segundo Capela ?Para a percep??o do humor, dependendo do tipo de humor?envolvido e seu modo de transmiss?o, o c?rtex frontal direito, o c?rtex pr?-frontal?medial, regi?es temporais e, possivelmente, o cerebelo podem estar envolvidos. [..] O?riso estimula a produ??o de endorfinas que diminui ou previne a dor, diminui press?o?sangu?nea, diminui doen?as card?acas, diminui horm?nios do estresse e?consequentemente, o estresse?. (Capela apud Berk, 2011, p 178, 179).?A Lei de Incentivo ? Cultura tem o papel fundamental de viabilizar projetos que?colaboram para o desenvolvimento socio-cultural dos indiv?duos, das comunidade e?da sociedade de um modo geral.?O Projeto "Acalanto" assim como previsto no Art. 1? da Lei 8313/91, contribui para?facilitar, a todos, os meios para o livre acesso ?s fontes da cultura e o pleno exerc?cio?dos direitos culturais oferecendo interven?es art?sticas para popula??o sem distin??o?de nenhuma inst?ncia; Promove e estimula a regionaliza??o da produ??o cultural e?art?stica brasileira, com valoriza??o de recursos humanos e conte?dos locais?remunerando artistas residentes da cidade de Petr?polis, desta forma tamb?m?prioriza o produto cultural origin?rio do Pa?s.?De acordo com o Art. 3? o projeto: Incentiva ? forma??o art?stica e cultural,?mediante instala??o e manuten??o de cursos de car?ter cultural ou art?stico,?destinados ? forma??o, especializa??o e aperfei?oamento de pessoal da ?rea da?cultura, com os processos de forma??o/capacita??o continuada dos Palha?os e?Paha?as atuantes no projeto. Assim como: fomenta a produ??o cultural e art?stica,?financiando interven?es de artes c?nicas e rentabilizando atores e atrizes?profissionais, valorizando o seu fazer art?stico.

Especificação técnica

O projeto tem a previsão de 05 meses da etapa de Produção: Realização das visitas Visitas no território: Hospital / Instituição de saúde. Serão definidas 02 instituições para realização do projeto. Cada instituição receberá em média 2 visitas por semana. Os horários serão definidos junto a Gestão de cada instituição e equipe de saúde. As visitas serão realizadas por dupla ou trio de Palhaços/as, que contam com os recursos cênicos de teatro, circo, música, manipulação de fantoches, contação de histórias, mágicas, entre outras técnicas. Capacitação/formação dos Palhaços e Palhaças Os profissionais contratados para o elenco terão uma vivência de capacitação na etapa de pré-produção. Para mediação desse processo será convidado um artista formador na área de palhaçaria em hospital; Durante a etapa de Produção, já com as visitas acontecendo, serão realizados encontros com a equipe uma vez por mês. Esses encontros têm a proposta capacitar e aperfeiçoar a performance artística e fortalecer os laços entre a equipe. Oficina de iniciação a palhaçaria para o Público em geral -04 horas de carga horária; -15 vagas para inscrição. Oficina de palhaçaria para alunos da área da saúde -06 Encontros;-20 horas de carga horária; -15 vagas para inscrição. Vivência em Palhaçaria para as equipes de saúde dos territórios de atuação -02 viências/encontros: 01 vivência em cada instituição beneficiada (são duas instituições); -02 horas de carga horária; -15 vagas para inscrição.

Acessibilidade

1. Almanaque Acalanto• Deficiência visual – versão digital EPUB acessível com audiodescrição de todas as imagens.• Deficiência auditiva – QR Code para vídeo‐resumo em Libras com legendas; conteúdo principal já é textual.• Deficiência física – distribuição em formato digital para leitura em dispositivos; barreiras físicas mínimas.• Deficiência intelectual – texto em linguagem simples, frases curtas e iconografia de apoio em todas as seções.2. Espetáculo de Artes Cênicas – Intervenções hospitalares de palhaçaria• Deficiência física – hospitais e instituição beneficiadas já seguem normas de acessibilidade;• Deficiência visual – audiodescrição ao vivo no caso de apresentação especial para público com deficiência visual; “reconhecimento tátil” dos principais adereços durante a performance focada no paciente ou acompanhante com deficiência visual.• Deficiência auditiva – Recursos cênicos não verbais como expressão corporal dilatada, mímica, mágica, malabares, entre outros, que facilitam a fruição.• Deficiência intelectual – linguagem da palhaçaria é de fácil compreensão por sua proximidade ao universo infantil, expressão corporal clara e de fácil compreensão. Equipe de Palhaços treinada para atendimento adaptado narrativo com ou sem diálogo (mímica, mágica, malabares, música); facilitador acompanhante para mediação quando necessário.3. Curso / Oficina / Capacitação • Deficiência física – local com rampas; sanitários acessíveis.• Deficiência visual – apostilas digitais compatíveis com leitores de tela; descrição verbal de demonstrações; materiais táteis (bolas, narizes de palhaço, adereços).• Deficiência auditiva – intérprete de Libras em tempo integral; gravação das aulas com legendas; grupo de WhatsApp emitindo avisos escritos.• Deficiência intelectual – metodologia multissensorial (mímica, jogos, cores); linguagem simples e recursos visuais de passo a passo; monitor de apoio.Obs: as medidas de acessibilidade do item 3. Curso / Oficina / Capacitação, não se aplicam ao treinamento/capacitação destinado aos palhaços e palhaças do elenco do projeto ACALANTO pois não constam Pessoas com Deficiência no elenco.

Democratização do acesso

Serão adotadas as seguintes medidas de ampliação do acesso previstas no art. 47 da IN 23/2025: I – “doar 10 % (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20 % (vinte por cento)”; V – “realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas.” Serviços e Informações do Brasil.Todas as intervenções cênicas, oficinas e o almanaque já serão 100 % gratuitos, cumprindo o inciso I. As oficinas e vivências formativas do projeto atendem integralmente ao inciso V, ampliando o acesso de públicos prioritários.

Ficha técnica

Coordenação Geral: Léo Gaviole Coordenação Artística: Madson José Direção Artística: Andressa Hazboun Direção Musical: Dalus Gonçalves Produção Executiva: Renata Alves Elenco: Léo Gaviole, Madson José, Andressa Hazboun, Dalus Gonçalves, Renata Alves. Registro audio visual: Gregori Bastos Registro fotográfico: Mari RochaTreinamento de Elenco: Guilherme Miranda Treinamento em LIBRAS: Clévia Sies Parceria: Grupo Palhastônicos Currículo dos principais envolvidos: LÉO GAVIOLE - Coordenação Geral e Elenco Palhaço, Circense, Ator e Professor. Equilibrista no início de carreira, começou sua caminhada na Arte Circense com técnicas de Perna de Pau e Malabares, habilidades adquiridas na ENC no ano de 2006 (Escola Nacional de Circo/RJ). Formado em Arte dramática (em 2015 pelo ITB Petrópolis/RJ) e Pedagogia (UCP- 2020). Desenvolve pesquisa na arte do riso e palhaçaria para alunos universitários que atuam no ambiente hospitalar - Mestrado de Ensino das Artes Cênicas da UNIRIO. Trabalhou no setor de Projetos e Extensão da UNIFASE/FMP (Faculdade de Medicina de Petrópolis) onde coordenou o projeto "Extensão do Riso", que introduz alunos da área da saúde na linguagem da palhaçaria e realiza visitas periódicas no Hospital de Ensino Alcides Carneiro (Petrópolis/RJ). Circulou com a associação Doutores da Alegria Oficial com seu espetáculo solo "Circo do Seu'Leo" pelos hospitais do Rio de Janeiro com o edital "Plateias Hospitalares" no ano de 2022 e 2023. Integrante dos Palhaços Sem Fronteiras, atuou na ajuda humanitária às vítimas das tragédias climáticas de 2022 em Petrópolis. MADSON JOSÉ - Coordenação Artística e Elenco Ator, diretor e palhaço. Iniciou sua formação em 1989, no curso básico de formação de atores, da UFF. Coordena e dirige os trabalhos do Teatro Circense Andança desde a sua criação, em 1993. Participa da pesquisa sobre a técnica O ESTADO DE SER DO ATOR, junto ao ator-pesquisador Carlos Simioni – LUME Teatro. Integra o APA – Ateliê de Pesquisa do Ator, sob a orientação de Carlos Simioni e Stephane Brodt. Atua no projeto Paiol de Histórias da Fundação Cultural Casa Lygia Bojunga coordenando e dirigindo oficinas teatrais. É membro do Centro de Defesa dos Direitos Humanos de Petrópolis onde foi responsável pela formação teatral em vários projetos da referida instituição, de 1993 até 2006. Participou de oficinas com Amir Addad; Roberto Malé; Alain Alberganti; Augusto Boal; Beti Rabetti; Tascábile de Bergamo; Ói Nóis Aqui Traveiz; Teatro Vento forte; Grupo Galpão; Imbuaça; Grupo Moitará; Teatro de Anônimo; Grupo Udi Grudi; LUME Teatro; entre outras. Participou de projetos como: Em Cena Brasil, patrocinado pelo Ministério da Cultura e “Semanas de Um Mundo Único e Solidário”, realizado na Itália e na Áustria, promovido pela entidade Empezamos. Foi premiado como diretor dos 6 espetáculos: A Última História, pelo IV Festival Campista de Teatro Infantil; Himmelsrichtungen, pelo VI Festival Nacional de Teatro de Juiz de Fora e Depois da Chuva, pelo IV PROFESTeatro. Entre seus diversos trabalhos como diretor, encontram-se os espetáculos: É Palhaço Mesmo!; O Palhaço Só; O Palhaço e a Bailarina; O Auto do Boi; O Teatro de Serafim; Trincheira de Momo; O Cortiço; A Última História; Himmelsrichtungen; Depois da Chuva; Corda Bamba; Flor de Cacareco; Chororô do Rio; Entre o Céu e a Terra; Da outra margem do rio e Um Réquiem para Esmeralda - Livre adaptação de O Corcunda de Notre Dame. ANDRESSA MOREIRA HAZBOUN - Direção Artística e Elenco DRT: 0001679 – SATED-RN. Iniciou a carreira artística em Natal-RN, no Grupo de Ópera Canto Dell’Arte, onde atuou como cantora e roteirista- 2007 à 2011. Como atriz, trabalha desde 2008, destacando-se os musicais “Studio Ribeira” de João Júnior e “Beco da Alma” de Danillo Guanais e João Marcelino e o espetáculo premiado duas vezes pelo Myriam Munyz “Cravo do Canavial” do grupo Pele de Fulô (RN), integrou o elenco de “Shakespeare é Brasileiro” (Cia Os Cilomáticos e a diretora norte-americana Rebecca Clarck) e participou das performances “Daughter” e “Buried” da diretora galesa Jill Greenhalgh. Atualmente, reside em Petrópolis - RJ e é uma das fundadoras da Cia Palhastônicos, realizadora do Festival Riso Solto, primeira mostra de circo e palhaçaria de Petrópolis. Possui dois prêmios como dramaturga e seu último trabalho foi a peça Q-20 inspirada em histórias reais vividas durante a Quarentena da pandemia da covid-19, também atuando na leitura dramatizada online. É idealizadora dos projetos com protagonismo feminino: “Mães Palhaças” e “Las Terapias”. DALUS GONÇALVES - Direção Musical e Elenco Violinista, Violonista, Guitarrista e Produtor Musical. Bacharel em Música e Tecnologia pelo Conservatório Brasileiro de Música. Licenciatura em Música no Conservatório Brasileiro de Música CBM-CEU. Tocou em diversos espetáculos, com diretores como Monah Delacy, Mario Mendes, Marco Aurêh, Miguel Velinho, Josué Soares, Zé Zuca. Foi professor de Música na Ação Social pela Música (RJ). Apresentou-se no Centro Cultural Carioca, CCBB-RJ, Centro de Cultura de Petrópolis, Circo Voador, T. Municipal RJ, T. Municipal de Petrópolis, T. das Artes, Sala Baden Powell, SESC E SESI, São João do Maranhão, Back2Black edição Londres, Jazz Club 606 em Londres, Concha Acústica Museu Imperial, Palácio de Cristal. Gravações: CD Roda de Cantigas /Zé Zuca, CD Canto Sem pressa/ Natasha Llerena. Trilhas para Espetáculos: Vassalisa de Monica Alvarenga, A menina que mofou nas férias de Laura Nessimian. Prêmio Paschoalino (FETAERJ) de melhor trilha sonora com a peça Coiteiros de Paixões. Trilha e Direção musical do espetáculo Um Réquiem para Esmeralda – Livre adaptação de O Corcunda de Notre Dame. RENATA ALVES - Produção Executiva e Elenco Atriz, palhaça, contadora de histórias e pesquisadora. É uma das fundadoras do Grupo Teatro Circense Andança. Desde 1993 atua na área do Teatro e da Palhaçaria, apresentando espetáculos, ministrando oficinas e pesquisando essas duas linguagens. Participou de várias oficinas com mestres do Brasil e do exterior. Participou em 2002 da Semana de Um Mundo Único na Itália e na Áustria com os espetáculos “O Grande Circo do Meio Dia” e Depois de Quinhentos Anos Que Brasil Queremos?” Integrou, de 2014 à 2019, o Ateliê de Pesquisa do Ator do Sesc Paraty sob a orientação de Carlos Simioni - Lume Teatro e Stephane Brodt - Amok Teatro. Participou de diversos festivais e mostras de arte pelo Brasil. Se dedica à pesquisa, à experimentação, à criação e à prática como possibilidades, cada vez maiores, de descoberta, aprofundamento e encontro. CLÉVIA SIES - Treinamento em LIBRAS Professora da UERJ e da UNIFASE Coordenadora da pós graduação em Psicologia do Esporte. Ed. Física/Libras/ Psicologia. Coordenadora do curso de Letras Libras - Faculdade Única.

Providência

Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$7.315,79 em 07/01/2026.