Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O projeto compreende a realização da 26ª edição do FMM _ FESTIVAL MÚSICA NAS MONTANHAS, que tem como objetivo incentivar e promover a música de concerto no país através de concertos diários, gratuitos, voltados para a comunidade, contribuindo para a formação de público, assim como para que Minas Gerais se consagre como polo irradiador de música de qualidade e referência cultural para o país.
Concertos Noturnos: duração de 1 hora, classificação indicativa: livre. Concertos Acadêmicos: duração 1 hora, classificação indicativa: livre. Concertos Especiais: duração 1 hora, classificação indicativa livre. OFICINAS INSTRUMENTOS: duração 3horas, classificação indicativa livre.
OBJETIVOS GERAIS O projeto compreende a realização da 26ª edição do FMM _ FESTIVAL MÚSICA NAS MONTANHAS que tem como objetivo incentivar e promover a música de concerto no país através de concertos diários, gratuitos, voltados para a comunidade, contribuindo para a formação de público numa região distante dos grandes centros e carente de ações culturais que contribuam significativamente para o desenvolvimento da comunidade. OBJETIVOS ESPECÍFICOS A) PRODUTO: APRESENTAÇÃO MUSICAL _ CONCERTOS NOTURNOS: promover 7 Concertos Noturnos, de 11 a 17 de janeiro de 2025, no Teatro da URCA em Poços de Caldas - MG, com capacidade para 500 espectadores. Os concertos serão gratuitos e abertos ao grande público. A classificação etária é livre, e o tempo de duração do concerto é em média de 1h30min. A1) PRODUTO: APRESENTAÇÃO MUSICAL _ CONCERTOS ESPECIAIS: promover uma série de 7 concertos ESPECIAIS e/ou COMUNITÁRIOS, realizados fora das salas de concertos tradicionais e em lugares diferenciados como feiras livres, hospitais, praças públicas, Igrejas. Locais de realização: Hospital Santa Lúcia, Asilo São Vicente de Paulo _ Associação Damas de Caridade, Restaurante Popular, Thermas Antônio Carlos, Fonte do Leãozinho, Igreja São Domingos, Museu Histórico e Geográfico Data da realização: 13 a 17 de janeiro. Os concertos serão gratuitos, a classificação etária é livre e o tempo de duração do concerto é em média de 1h. A2) PRODUTO: APRESENTAÇÃO MUSICAL - Concertos Acadêmico/Didáticos: promover uma série de 3 concertos acadêmico/didático no palco do Teatro da URCA, com a participação dos alunos de música de câmara. Local da realização: Casa de Cultura de Toledo Data da realização: 14, 15 e 16 de janeiro às 18h. Os concertos serão gratuitos, a classificação etária é livre e o tempo de duração do concerto é em média de 1h30. B) PRODUTO: OFICINA: promover nos dias 12 a 16/01/2025, 5 dias de oficinas no formato MASTER CLASS dos instrumentos de Orquestra. Serão oferecidas oficinas nas áreas de cordas, madeira, metais, percussão, piano, canto e coral adulto e infantil, e orquestra sinfônica com carga horária total de 15horas. Locais de realização: Teatro da URCA, Escola Davi Campista, Conservatório Municipal, 1ª Igreja Batista, SESC, VIVACE _ Movimento Artístico e Musical, Sede do Coral Municipal, Programação: Aulas em forma de masterclass, diárias das 14h às 17h. Perfil do aluno: alunos estudantes de cada um dos instrumentos, categoria ouvinte ou ativo. Inscrição: o aluno pode se inscrever gratuitamente na categoria ativo ou ouvinte. Oficina Orquestra Sinfônica: ensaios no período da manhã das 09h às 12h. Todos os alunos inscritos nas oficinas de instrumentos participam gratuitamente. Local da realização: TEATRO DA URCA PRODUTO: CORO INFANTIL E TERCEIRA IDADE : promover nos dias 12 a 16/01/2025, 5 dias de oficinas voltadas ao público infantil ou infantojuvenil. Locais de realização: praça do Museu Histórico e Geográfico Programação: aulas diárias das 14h às 17h. Perfil do aluno: alunos atendidos por projetos sociais como Lar Criança Feliz, Semear e Casa do Menor. Inscrição: os alunos dos projetos sociais são convidados a participar.
O Festival de Música nas Montanhas é uma iniciativa que surgiu, primeiramente, da necessidade de se capacitar músicos para a Orquestra Sinfônica e Banda Municipais de Poços de Caldas. Foi proposto em função da observação de que faltam projetos que contribuam com formação, capacitação e especialização dos profissionais de música clássica, do Brasil e no Estado de Minas Gerais, em geral e em Poços de Caldas, mais especificamente, o que se somou à ideia de ampliação do mercado de trabalho, espaço para os profissionais de música e professores. Possuindo uma Orquestra Sinfônica, uma Banda e um Conservatório Municipais e inúmeras escolas de música, Poços de Caldas deparou-se com acentuada demanda por formação musical clássica. Isto somado ao fato de que a região é carente de formação específica como esta, justificando-se realizar um festival deste porte numa cidade que tem vocação para ser um polo regional, tanto econômico quanto cultural. Juntando-se essas duas primeiras necessidades ao fato de que projetos dessa natureza e com este propósito, em geral, são inéditos no interior do país, percebeu-se a potencialidade de realizá-lo numa cidade turística, internacionalmente conhecida como Poços de Caldas, expandindo a cultura musical para além dos grandes centros e possibilitando ainda aos alunos que sejam multiplicadores desse trabalho ao regressarem para seus locais de origem. Para tanto o festival reuniu em sua 15ª edição (2014) aproximadamente 1200 músicos de todo o Brasil e do exterior (Mercosul e EUA). O projeto é agendado para o mês de janeiro para permitir aos alunos oportunidade de ampliar seus conhecimentos em época de férias escolares, além de dar oportunidade de trabalho aos professores, músicos profissionais que enfrentam um mercado de trabalho reduzido nesta época do ano. O fato do Festival ser proposto, organizado e dirigido por pessoas intimamente ligadas à área do ensino de música e com sólida formação acadêmica, contribui para reforçar o caráter artístico-pedagógico do projeto. Raquel Mantovani, representante legal e diretora administrativa e Andréa Turato, assistente administrativa do festival, são professoras de música e artistas atuantes. Aproximadamente 80% da equipe que organiza e realiza o festival são formados por professores de música e músicos profissionais e amadores. Contando com um corpo docente extraordinário do qual fazem parte alguns uns dos melhores músicos do país como Flávio Augusto e Ney Fialkow (piano), Ana Valéria Poles (contrabaixo), Carlos Tarcha (percussão), Elisa Fukuda (violino), Francisco Campos (canto), Marcelo Jaffé (viola), Betina Stegmann (violino), Robert Suetholz (violoncelo), Luis Afonso Montanha (clarineta), dentre outros, o Festival de Música nas Montanhas é considerado um dos mais expressivos festivais do gênero em todo o país, que incentiva e promove a música erudita, contando com oficinas de aperfeiçoamento em todos os instrumentos que integram a orquestra sinfônica, piano, saxofone, coral adulto, terceira idade e infantil. Como efeitos multiplicadores das edições anteriores do Festival, já se constatam resultados concretos. Dados de instituições de ensino de música da cidade revelam que, desde o ano de 2000, o número de alunos que procuram aulas de instrumentos como clarinete, fagote, violoncelo, dentre outras, vem se multiplicando massivamente. Hoje temos uma Orquestra Sinfônica, uma Banda Sinfônica Municipal, uma Camerata Clássica, inúmeras Bandas Marciais Estudantis e aproximadamente 12 corais infantis, 8 corais adultos, grupos de câmara, orquestra de câmara, cantores eruditos e vários alunos da cidade cursando Universidade de Música em grandes centros como Campinas e São Paulo. Neste sentido o festival procura favorecer também alunos provenientes de famílias de baixo poder aquisitivo, da cidade ou oriundos de várias partes do país e do estrangeiro, que, de outra forma, não poderiam estar presentes no Festival, oferecendo-lhes bolsas de estudo completas, incluindo estadia e alimentação, promovendo assim a democratização do acesso ao aprendizado musical de qualidade. Outro aspecto relevante que justifica este projeto é com relação à formação de público. Afastada da Capital Belo Horizonte e relativamente distante de outros grandes centros, o público poços-caldense e da região raramente tem contato com espetáculos de música clássica, sendo o Festival uma oportunidade de exposição massiva do público aos espetáculos, criando hábito e gosto pelo gênero musical erudito. Isto democratiza o acesso das classes menos privilegiadas da população, dando-lhes acesso à música de concerto, que é apresentada de forma atraente e desmitificada, incentivando a formação de público em Poços de Caldas e municípios circunvizinhos. Para atingir este objetivo promovem-se 20 concertos gratuitos voltados para a comunidade, atingindo um público da ordem de 15 mil pessoas e contribuindo sobremaneira para a tão necessária formação de público e levando a música erudita para uma enorme diversidade de espaços alternativos como shopping center e áreas públicas como praças, museus, Igrejas, hospitais, asilos, creches, comunidades de bairro, entre outros, o que, certamente promove a apreciação musical para leigos e proporciona o acesso democrático da população à música clássica, caracterizando-se como disseminador desse gênero musical, seja no incentivo aos jovens músicos, seja na formação de ouvidos e plateias. O Festival envolve praticamente toda a classe artística da cidade que, ou participa tomando aulas ou se envolve nos eventos de alguma maneira. Além disso, conta com a disposição de inúmeras entidades públicas e particulares de ensino regular e musical, que cedem seus espaços para aulas e ensaios. Há também o envolvimento de técnicos em sonorização, agências de publicidade, veículos de comunicação e imprensa como tvs, rádios, jornais e revistas da cidade e região, movimentando todos os meios socioculturais do município e região. O Festival valoriza o patrimônio cultural em pelo menos dois aspectos. Primeiro que atrai as pessoas para os museus, casas de cultura, teatros, salões e demais prédios públicos tombados pelo patrimônio histórico, que abrigam em geral as audições, aulas, ensaios e concertos. Por outro lado a música mineira é valorizada já que, tradicionalmente, nas audições do Museu Histórico e Geográfico de Poços de Caldas, todas as apresentações são dedicadas à música barroca mineira, seja em sua versão instrumental, seja através do canto. O resgate da Música Barroca Mineira é feito ainda através da inclusão da execução de peças musicais deste gênero em concertos de Orquestra e Câmara, além de incluir o canto folclórico mineiro nas apresentações dos corais adulto e infantil formados pela população local no âmbito do evento. Na edição de 2018 o Festival contou com a participação de IVAN VILELA, músico, compositor, arranjador mineiro, que reuniu cerca de 80 "violeiros" (instrumento tão presente na cultura mineira) da região no workshop oferecido. Na edição comemorativa de 20 anos, tivemos como um dos convidados especiais, o músico mineiro, Dinho Nogueira, violonista com especialização em Choro, estilo musical muito presente em nossa cidade, que conta com vários chorões e grupos de Choro, que juntamente com o violão de sete cordas do aclamado músico Zé Barbeiro, fizeram a estreia mundial de uma sinfonia, de sua autoria, para Grupo de Choro e Orquestra de Cordas, apresentada na abertura do festival. Além disso, o evento incentiva a música contemporânea, com apresentação de obras de compositores vivos. Em 2020 tivemos o concerto do museu, com a classe de canto, onde se privilegiou o repertório das cantigas mineiras. Tivemos ainda a presença e participação do professor de contrabaixo da UFMG, no Encontro De Contrabaixos, como professor, na série concertos noturnos, com o grupo "DuContra" e como solista da abertura, junto à Orquestra Versatilis. E ainda a Roda de choro no IMS, como resultado do workshop de improvisação em choro, coordenado pelo músico e compositor mineiro Dinho Nogueira, onde se trabalhou repertório tradicional de choro, modalidade tão presente na região do sul de Minas, que conta com inúmeros músicos desse estilo e o concerto na série Lançamentos, dos músicos mineiros Alexandre Braga ( primeiro Flautista da Orquestra Filarmônica de MG) & Elvira Gomes, com o lançamento do CD "Sarau", com refinado repertório de polkas, modinhas, maxixes, de vários compositores e também do mineiro Dinho Batistão. Por ser realizado com seriedade e profissionalismo, o Festival Música nas Montanhas já é um projeto sustentável e perene e conta com sólidos patrocinadores, possuindo o respeito e a aceitação da crítica e do público. Hoje, caminhando, ininterruptamente, para sua vigésima sexta edição, é um evento maduro, e por isso conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Poços de Caldas, desde a sua primeira edição, beneficiado pela Lei Rouanet e Lei Estadual de Incentivo à Cultura e patrocinado pelas empresas DME - Departamento Municipal de Eletricidade, Alcoa Alumínio S.A., Mineração Curimbaba e ICASA Cerâmica Andradense, tendo atraído parceiros relevantes na área cultural. A potencialidade do festival de estabelecer parcerias institucionais e financeiras e de captação de recursos em fonte de financiamento comprovadas vem do fato de que as citadas empresas e instituições fazem questão de apoiar o evento por já terem compreendido sua relevância, seus aspectos culturais sociais e econômicos. Ele integra as áreas de Turismo, Educação e Cultura da cidade, promovendo a elevação do padrão educativo-cultural e atraindo o turismo e incrementando o setor de comércio e serviços local, o que hoje não é mais uma hipótese; é um fato. Ser realizado em janeiro é fator primordial para o sucesso do festival porque une a disponibilidade de professores, alunos, técnicos, voluntários e profissionais em geral à disponibilidade do público que se encontra em férias e praticando turismo. Adequado e inserido no Calendário Municipal de Eventos, o Festival de Música nas Montanhas já foi percebido pela classe política da cidade como um evento tão relevante que, continuados governos, de diferentes colorações político-partidárias, nestes últimos 25 anos, têm feito questão de manter o Festival em seus calendários, visto que este já deixou de ser parte de uma política de cultura eventual para ser parte de uma política de cultura perene do município, integrando e gerando divisas, além de projetá-lo inclusive para fora das fronteiras do próprio estado de Minas e do país, já que o festival tem em suas últimas edições envolvido considerável número de professores, alunos e artistas estrangeiros. Tal fato repercute no interesse das autoridades estaduais e federais envolverem-se no projeto num conjunto esforço de realizar o festival anualmente sem interrupções. E por atender ao Art.1º nos incisos I, II e VII e no artigo 3º inciso I, letra a, inciso II letra c, inciso IV letras a e b e inciso V, letra b; acreditamos que este projeto se justifique.
1) Oficina: Área de Cordas: violino, viola, violoncelo, contrabaixo, Harpa, Piano Professores: Betina Stegmann, Nelson Rios, Marcelo Jaffé, Robert Suetholz, Sérgio de Oliveira e Marcos Machado, Suelem sampaio, Flávio Augusto e Ney Fialkow 2) Oficina: Área Madeiras: flauta transversal, oboé, clarineta, fagoteProfessores: Claudia Nascimento Ricardo Barbosa, Bruno Guirardi, Ronaldo Pacheco3) Oficina Área de metais: Trompa, Trompete, Trombone, TubaProfessores Mário Rocha, Bruno Lourensetto, Donizetti Fonseca 4) Oficina Área de PercussãoProfessor Carlos Tarcha 5) Oficina Canto Professor Francisco Campos Ementa: Com o formato de Masterclass, as oficinas visam o aprimoramento do estudante do instrumento. Tendo aulas individuais bem como assistindo às aulas dos outros estudantes, terá num espaço de 07 dias, de uma forma muito intensa, informações, troca de experiências, acesso a repertório que poderá ser trabalhado ao longo do ano.Carga Horária :15 horasPerfil: Alunos Estudantes de cada um dos instrumentos, categoria ouvinte ou ativo.Recursos Didáticos a serem utilizados: Por se tratar de cursos de aperfeiçoamento, os recursos didáticos utilizados são, ao longo de 07 dias, trabalhar o repertório do estudante, apresentando a técnica ideal para se atingir a excelência de execução bem como propor novos caminhos, orientando e indicando repertório novo que norteará seus passos ao longo do ano.Programação: Aulas individuais em forma de master class, diárias das 14h às 17h. No período da manhã os alunos participam da Orquestra Acadêmica e Orquestra SinfônicaDemocratização e Acessibilidade: O aluno poderá se inscrever GRATUITAMENTE na categoria ouvinte ou ativo. 6 Título Oficina: Orquestra SinfônicaProfessores: Jean Reis Ementa: Com o formato de Masterclass, a oficina visa o aprimoramento do estudante do instrumento. Tendo aulas individuais bem como assistindo às aulas dos outros estudantes, terá num espaço de 07 dias, de uma forma muito intensa, informações, troca de experiências, acesso a repertório que poderá ser trabalhado ao longo do ano.Carga Horária: 15 horasPerfil: Alunos Estudantes de cada um dos instrumentos, categoria ouvinte ou ativo.Recursos Didáticos a serem utilizados: Oferecer os recursos adequados e meios para se formar e participar de uma Banda, Orquestra Sinfônica e Orquestra Acadêmica a partir da prática, tocando ao lado de profissionais experientes. Apresentação de repertório sinfônico, orquestra e banda. Programação: Ensaios no período da manhã e tarde: das 09h às 12h.Democratização e Acessibilidade: Todos os alunos inscritos nas oficinas de instrumentos participam gratuitamente. 7 Título Oficina: Coro Infantil e Coro Terceira Idade ou TERcencantoProfessores: Jean Reis Descrição Detalhada da Atividade A formação cultural oferecida como contrapartida social do Festival Música nas Montanhas de Poços de Caldas se dá a partir da ação complementar a ser detalhadas a seguir: 1. Oficina Didática de Coro Infantil A proposta de oferecer a formação dos “coros do festival” baseia-se nos benefícios que esta atividade oferece tanto a quem canta quanto a quem toca algum instrumento e deseja desenvolver o canto como atividade complementar. É de consenso geral entre educadores e estudiosos da arte a importância do aprendizado e prática do canto coral na infância, bem como nas demais faixas etárias, incluindo a terceira idade. Como importante atividade de integração e inclusão social, podemos elencar algumas de suas várias características e benefícios para os seus integrantes, tais como: 1. Estimulação da socialização, por ser uma atividade coletiva. 2. Estimulação do espírito de equipe. 3. Integração de pessoas em suas diferentes atividades sociais e profissionais. 4. Fortalecimento da autoestima e criação de laços emocionais. 5. Redução de sintomas como ansiedade e estresse. 6. Melhora do sistema imunológico. 7. Melhora da respiração. 8. Melhora da articulação da fala. 9. Estimulação da concentração. 10. Aprimoramento do desenvolvimento cognitivo e motor. 11. Liberação dos hormônios do bem-estar. 12. Estimulação da criatividade. 13. Exercício da memória. 14. Melhora do estado de pessoas com o mal de Parkinson. 15. oportuniza o aprendizado de vários idiomas. 16. oportuniza o conhecimento diferentes gêneros musicais. 17. Aprimoramento da percepção musical (melódica, harmônica e rítmica). 18. Ampliação do vocabulário de termos exigidos na leitura musical. As propriedades da música através do canto coral servem, portanto, à formação de crianças e adolescentes já que, além da socialização e desinibição, a prática contribui como desenvolvimento cognitivo, do foco nas atividades, da atenção e disciplina, inclusive melhorando a performance e rendimento escolar. A oficina têm, portanto, o objetivo de estimular essa importante atividade para crianças e professores que não se enquadram no perfil das classes instrumentais oferecidas pelo festival, integrando membros da comunidade local e do próprio Festival, além de despertar o interesse para a formação de corais e de público para esta manifestação artística já que envolve as famílias dos participantes, seus amigos e público geral interessado. O impacto social dessa oficina, implantada no festival há 15 anos, trouxe frutos significativos para a cidade, pois desde então há cerca de 10 projetos de música em instituições sociais, o que contribuiu sobremaneira para a humanização, através da música, dessas instituições e das regiões comprometidas onde essas crianças vivem. Muitas crianças, oriundas de projetos sociais, que neste período de férias se encontram sem atividades, participam da oficina e, juntamente com os idosos, já integram a agenda de concertos do Festival. Gratuitas e abertas também para professores e estudantes de música que desejam aprender a didática de coro infantil essas oficinas tem tido como contrapartida social contribuído sobremaneira para o crescimento do número de corais na cidade. Os educadores musicais que participam das oficinas se tornam multiplicadores, uma vez que são estimulados para a prática de canto em grupo e formação de corais, atividade que vem perdendo espaço e interesse nas nossas escolas na atualidade. O conteúdo programático do trabalho para Oficina Didática de Coro Infantil (Terceiro Encanto), em 2021 será o seguinte: 1- Relaxamento e postura. O relaxamento corporal se faz necessário ao nosso instrumento - a voz - assim poderemos usufruir plenamente dos benefícios da musculatura relaxada, interagindo à postura correta; 2- Exercícios de Dicção/ Emissão/ Respiração. Saúde vocal é essencial para nós que trabalhamos com a voz em tempo integral, e alguns cuidados garantem que suas cordas vocais fiquem sempre saudáveis. Conhecendo o aparelho fonador e respiratório, o aluno entenderá o processo da emissão vocal, os benefícios da respiração correta e da boa dicção. 3- Concentração / Desenvolvimento Auditivo / Prontidão / Coordenação Motora. É importantíssimo o desenvolvimento da concentração em todas as atividades do canto. Com a concentração bem treinada, podemos obter bons resultados no treinamento auditivo, prontidão, e também nas atividades de coordenação. 4- Noção de teoria musical / História / Estilo. A teoria musical na aula de Canto Coral deve ser aplicado de forma prática e dinâmica. Para que isso aconteça, a utilização de partituras é fundamental. O objetivo do canto coral não é meramente cantar as canções, mas desenvolver a musicalidade, conhecimento teórico-musical, o desenvolvimento da história com seu estilo e compositores variados. As oficinas formativas de canto coral apresentam as seguintes atividades diárias: 1. Exercícios de relaxamento; 2. Exercícios de respiração; 3. Exercícios de dicção; 4. Exercícios de afinação e vocalizes. Para cada faixa etária, ainda que seguido este roteiro, há adaptações de atividades e repertório correspondentes. Por exemplo, a atividade para crianças privilegia repertório infantil adequado e a dinâmica da oficina obedece a padrões concernentes a idade de crianças e pré-adolescentes. O mesmo se dá com o coral dos senhores, cujo repertório e atividades são adaptados a seu gosto e possibilidades.
PRODUTO - APRESENTAÇÃO MUSICAL = CONCERTOS NOTURNOS: todos os concertos são gratuitos e abertos ao público, permitindo desta forma o acesso a todas as pessoas, independente de sua renda, classe social ou idade. Ações para portadores de necessidades especiais: ACESSIBILIDADE FÍSICA: o teatro municipal conta rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para idosos e etc. ACESSIBILIDADE AOS DEFICIENTES AUDITIVOS: legendagem, intérprete de libras. ACESSIBILIDADE AOS DEFICIENTES VISUAIS: programa impresso em braile. Obs.: a despesa deste material está inclusa na despesa de divulgação. ACESSIBILIDADE AOS DEFICIENTES INTELECTUAIS: concerto lúdico, como prelúdio, exclusivo para os portadores de deficiência intelectual e familiares no teatro onde se realizam os concertos noturnos. O repertório será específico para este público, com narrativa e tempo de duração do concerto estimado entre 20 e 30 minutos. Idosos, doente e carentes em regiões longínquas: o Festival conta com uma Série de concertos denominada CONCERTOS ESPECIAIS, desenvolvida para atender especificamente aqueles que não dispõe de meios para assistir aos concertos no teatro. Esta série é desenvolvida onde o público está, ou seja, na fazenda onde tem a Escola Pública, no conjunto habitacional, nos asilos, hospitais e etc. PRODUTO – OFICINAS/WORKSHOP: o conteúdo das oficinas será acessível aos portadores de deficiência visual através de locução. Ao deficiente auditivo será oferecido o mesmo conteúdo com a diferença que o aluno terá contato com o instrumento através do TATO para que ele possa sentir a vibração da música. ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados ACESSIBILIDADE AOS DEFICIENTES AUDITIVOS: contato físico com o instrumento. ACESSIBILIDADE AOS DEFICIENTES VISUAIS e DEFICIENTES INTELECTUAIS: disponibilidade de vagas para alunos ouvintes.
Produto Apresentação Musical: todos os concertos são gratuitos e abertos ao público, permitindo desta forma o acesso a todas as pessoas, independente de sua renda, classe social ou idade. Em atendimento ao Art 29 da IN 11, 30 janeiro de 2024: O projeto contempla: Produto: Apresentação Musical: os ensaios da Orquestra do Festival são realizados no Teatro da URCA e são abertos ao público. Produto: Oficina /Workshop/Seminário Audiovisual: as oficinas são gratuitas a todos os alunos interessados. Produto: Coro Infantil - produto destinado ao público infantil e infanto juvenil com gratuidade e transporte dos alunos até o local das aulas.
JEAN REIS - DIRETOR ARTÍSTICO E PEDAGÓGICO Mestre em Música pela Andrews University e University of Redlands em Regência Orquestral e Violino. Esteve à frente da Orquestra Arpeggione (Áustria), Mont Blanc Chamber Orchestra (França), Banda Sinfônica da Cidade de Buenos Aires, Orquestra Filarmonica de Mendoza, Northwest Florida Ballet, Northwest Florida Symphony Orchestra, Sinfonia Gulf Coast, University of New Mexico Symphony Orchestra and Choir, Orquestra Sinfonia Cultura, Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo, Orquestra de Câmara Eleazar de Carvalho, Orquestra Sinfônica de Campinas, University of North Dakota String Orchestra, University City Symphony em Missouri, Ho Chi Minh City Ballet Symphony Orchestra and Opera (HBSO - Vietnã) e o concerto de abertura do Premier Orchestral Institute em Jackson nos EUA. Regendo a Symphony of Americas, estreou mundialmente a Sinfonia Brasileira de Arthur Barbosa e o Concerto para Piano e Orquestra de Guilherme Bernstein Seixas no Broward Center em Fort Lauderdale. Estreou o Concerto para Violino e Orquestra de Arthur Barbosa junto a University of Southern Mississippi Symphony Orchestra onde atuou como maestro assistente tendo possibilitado vários jovens músicos brasileiros a continuarem seus estudos nos EUA. Foi violinista das principais orquestras de São Paulo, incluindo a Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo. Maestro convidado do Hot Music Festival em Arkansas em 2009, gravou o Concerto para Violoncelo e Orquestra de Alan Shulman interpretado pelo Cellista Wesley Baldwin. Foi maestro convidado no The Nacional Music Festival nos EUA e Espressivo Music Festival na República de Montenegro. Por dois anos foi convidado da Ecole Normale de Musique de Paris a compor a banca para concessão de Diploma de Concertista da classe de Violino. Jean Reis tem atuado como Diretor Artístico e idealizador de mais de 70 Festivais de Música no Brasil, dentre eles, Festival Internacional de Canto de Curitiba (FICC) em 2015 e Festival de Ópera do Paraná em 2016-2017, Diretor Artístico e maestro do Festival Internacional de Música de Maranguape em 2013, Festival Internacional de Música de Maringá (FIMMA) em 2015 e 2016, Festival Internacional de Canto e Cordas de Aracajú (FICCA) em 2016, Festival Internacional de Música do UNASP-SP (MUNASP) de 2013 a 2017, Festival 3 Nações (Foz do Iguaçu-PR) em 2017, Brasil Instrumental Andradas (BIA) de 2006 a 2017 e Festival Internacional de Música de Ivoti (RS) em 2018 e 2022. Maestro Jean Reis foi agraciado com o título de Cidadão Poços Caldense por sua atuação na cultura. Recebeu da Sociedade Brasileira de Artes, Cultura e Ensino a Ordem do Mérito Cultural "Carlos Gomes" no grau de Comendador, a mais alta distinção honorífica concedida, pelos seus méritos em favor da música. Foi homenageado com a Medalha Cinquentenário da Forças de Paz do Brasil, outorgada pela Associação Brasileira das Forças Internacionais de Paz da ONU. Jean assina a direção artística e rege as orquestras do circuito de festivais desde 2000. Em 2023 o circuito acontece em três estados brasileiros: Festival Internacional Música na Serra (Lages-SC), MUSIVOTI - Festival Internacional Música de Ivoti (Ivoti -RS), e Festival Música nas Montanhas (Poços de Caldas-MG). É maestro fundador e diretor musical da Orquestra Versatilis, Orquestra Versatilis Filarmônica Mineira, violinista do Ensemble Versatilis e DuoAR com o pianista Flávio Augusto. RAQUEL BARBOSA MANTOVANI – PROPONENTE E DIRETORA ADMINISTRATIVAPós-graduada em Educação Musical pelo Conservatório Brasileiro de Música; Aluna especial do Mestrado em Musicologia na ECA-USP; Cursos de extensão universitária nas áreas de canto e regência na ECA-USP; Formada pelo Conservatório Musical de Campinas sob a orientação das professoras Olga Normanha e Maria Inês Lobão. Pedagoga especializada em Orientação e Administração Escolar; Participou de diversas oficinas e cursos internacionais de música nas áreas de piano, canto, regência e educação musical com os professores: Flávio Augusto, Flávio Varani, Mara Campos, Maria José Carrasqueira, Francisco Campos Neto, Dulce Primo, Prof. Laslo (Hungria) dentre outros. Atividades: 2024 – Empreendedora e Diretora Administrativa do FMM – Festival Música nas Montanhas em suas 19 edições, na cidade de Poços de Caldas-MG 2010 A 2018: Diretora Administrativa das nove edições do FIMP - Festival Internacional de Música no Pampa (Bagé-RS) 2017: Diretora Administrativa do BIA - BRASIL Instrumental Andradas em sua 8 edições. 2010: Cantora e Preparadora Vocal do Musical "Tributo a Ópera do Malandro" 2019: regente do Coral “Lar Criança Feliz" e desenvolve intenso trabalho na VIVACE- Movimento Artístico Musical, integrando os grupos de Câmara Vivace e Vocal Vivace, sendo sua preparada vocal. Regente do grupo "Madrigal Vivace" 2000 a 2018: Diretora Administrativa do "Festival Música nas Montanhas"; 2006: Produtora, preparadora vocal e integrante do musical "Era de Ouro do Rádio"; 2004: Produtora e integrante do musical "Maria-Maria"; 2000 a 2001: Produtora e integrante do elenco do musical "Tributo à Ópera do Malandro", de Chico Buarque de Holanda; Produtora e integrante do elenco da "Opereta Forrobodó" de Chiquinha Gonzaga; Regente por 10 anos do Coral Infantil da Escola "externato Maria de Lourdes Freitas, tendo em 1998 participado da gravação do CD "Os Quatro cantos de Poços', com iniciativa e patrocínio da Alcoa Alumínio S/A. Ex-regente do Coral Municipal de Poços de Caldas, já participou de vários encontros e laboratório-coral, tendo em 1980, feito uma turnê pela América do Sul. Coordenadora das oficinas de Educação Musical “Encantando I, II, III, IV e V, ministrado pelas professoras Dulce Primo e Lydia Hortélio. CLAUDIA NASCIMENTO – PROFESSORA DE FLAUTA Nascida em São Paulo, a flautista Cláudia Nascimento integra a Osesp desde janeiro de 2015. É bacharel pela Unesp e foi bolsista da Fundação Vitae em Paris, onde estudou com Philippe Pierlot e Michel Moraguès. Já trabalhou com maestros como Lorin Maazel, Kurt Masur e Semyon Bychkov e atuou como solista frente às orquestras Sinfônica Brasileira, Experimental de Repertório e Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo. Recebeu diversos prêmios e integrou a Orquestra Sinfônica Brasileira, entre 2008 e 2014. . RICARDO BARBOSA – PROFESSOR DE OBOÉ Ricardo Barbosa teve suas primeiras aulas de oboé com Alexandre Barros, em Ribeirão Preto. Mais tarde, ingressou na Universidade Livre de Música, atual EMESP, e posteriormente na Academia de Música da Osesp sob orientação de Joel Gisiger. Cursou Mestrado e atualmente é aluno do Doutorado na classe do Professor Christian Wetzel em Colônia na Alemanha. Foi vencedor do Prêmio Prelúdio, da TV Cultura e do Prêmio Eleazar de Carvalho no Brasil; venceu o concurso de oboé da Escola Superior de Música de Colônia, na Alemanha e também é vencedor do Concurso Internacional de Praga (Prague Spring Competition). Atualmente é oboísta da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP); da Camerata Aberta, grupo de música contemporânea da EMESP e exerce várias atividades com pianistas e grupos de câmara. RONALDO PACHECO – PROFESSOR DE FAGOTE Natural de Belém do Pará, estudou com Afonso Venturieri. Iniciou sua graduação na Unicamp sob orientação de Paulo Justi, graduando-se na Faculdade Carlos Gomes (SP). Venceu os concursos Jovens Solistas de Piracicaba e Jovens Solistas da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. Iniciou sua carreira profissional aos 16 anos como fagotista da Orquestra Sinfônica de Campinas e atualmente ocupa o cargo de primeiro fagote das Orquestras do Theatro Municipal de São Paulo e Sinfônica de Santo André. Foi solista frente à Orquestra Sinfônica Jovem Eleazar de Carvalho, Orquestra Acordes Pão de Açúcar e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal de São Paulo, tendo como regentes Konstantin Becker e Leon Spierer. Excursionou durante nove meses com a montagem de A História do Soldado, de Igo Stravinsky, sob regência de Flavio Florence. É frequentemente convidado a participar das mais importantes orquestras brasileiras, tendo se apresentado com os maestros Isaac Karabtchevsky, Diogo Pacheco, Jamil Maluf, Roberto Tibiriçá e Ligia Amadio, dentre outros. Integra o quinteto de sopros Conclave, em atividade desde 1987, com o qual já realizou turnês pelo Brasil e Alemanha. Na área pedagógica, lecionou nos festivais de Campos do Jordão, Festival Música nas Montanhas e Festival Internacional Música na Serra. É professor do Instituto Baccarelli. MARIO ROCHA – PROFESSOR DE TROMPA Mario Rocha iniciou seus estudos musicais aos oito anos de idade orientado pelo pai. Cursou o Conservatório Dramático e Musical de Tatuí, sua cidade natal. Estudou com Enzo Pedini, na Escola Municipal de Música de São Paulo, estudou ainda com Daniel Havens e Charles Cornish. É Bacharel em trompa pela Faculdade Mozarteum de São Paulo. Atualmente é 1ª trompa da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, professor de trompa do Instituto Baccarelli e monitor do naipe de trompas da Orquestra Sinfônica de Santo André. BRUNO LOURENSETTO – PROFESSOR DE TROMPETE Aclamado como "impressionantemente seguro" pelo New York Times e "simplesmente estupendo" pelo jornal inglês Arts Desk, Bruno Lourensetto é trompetista convidado da OSESP, professor substituo da USP Universidade de São Paulo e co-diretor artístico da Sociedade Boliviana de Musica de Câmara. Ganhador do Chicago Brass Competition, BBC Music Magazine Award, Grammy Latino e finalista do National Trumpet Competition, Bruno foi primeiro trompete das Orquestras Sinfônicas de Miami nos Estados Unidos, Queretaro e Guanajuato no México. Também foi membro associado da Chicago Civic Orchestra, finalista da New World Symphony e convidado das orquestras Allentown Symphony, Garden State Philharmonic, Louisiana Philharmonic, Mississippi Symphony, Orquestra Mineria, Sinfônica do Theatro Municipal de São Paulo e Filarmônica de Minas Gerais. Em demanda por sua versatilidade na performance de diferentes estilos, Bruno toca trompete natural com a orquestra Barroca de Portland, liderada por Monica Hugget, além de frequentemente integrar as Orquestras Barrocas do Pacífico, Seattle, Indianápolis, Minnesota, Borboun Baroque, Bach Colleguiem San Diego e Forth Wayne, Juilliard415 e OperaMission New York, colaborando com Jordi Saval, Richard Eggar, John Butt, Steve Stubbs e Matthew Halls. Também atua anualmente como camerista e solista em festivais como Staunton Music Festival, MostArts Festival NY, Bach Oregon Festival nos Estados Unidos, MusicaOcupa no Equador e Festival Internacional de Musica de Saint Malo no Paramá. Bruno foi professor assistente da University of Southern Mississippi, professor do New York Conservatory em Long Island, Harmony Program NYC e programa Esperanza Azteca no México. Também foi membro do Global Leaders Program, atuando como teaching artist e empreendedor social em projetos artisticos no continente Americano e China. Integrou a Orquestra Jovem das Américas, Britten-Pears Young Artitst Program, Music Academy of the West. Recebeu diplomas de performance pela Mannes College em Nova York e Indiana University Jacobs School of Music, mestrado pela University of Southern Mississippi e bacharelado pela Universidade de São Paulo. DONIZETI FONSECA – PROFESSOR DE TROMBONE/TUBA Bacharel em composição e regência pela Universidade Estadual Paulista (UNESP - 1987), especialização em Eufônio pelo Conservatório Musical Chopin (1975), especialização em Trombone pela Fundação das Artes de São Caetano do Sul (1979) e especialização em Trombone pela Escola Municipal de Música (SP - 1982). Foi professor no Conservatório Musical Brooklin Paulista e atualmente é professor de trombone na Universidade de São Paulo, Escola Municipal de Música (SP) e Instituto Baccarelli. Donizetti é chefe do naipe de trombones da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo e trombonista da Orquestra Filarmônica de São Bernardo do Campo. Donizeti Fonseca é professor de Trombone na Escola Superior de Música da Faculdade Cantareira. CARLOS TARCHA – PROFESSOR DE PERCUSSÃO Natural de São Paulo, estudou percussão com Ernesto De Lucca, na Escola Municipal de Música de São Paulo e com Christoph Caskel, na Escola Superior de Música de Colônia, Alemanha. Foi timpanista da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, atuando ainda como convidado nas principais orquestras brasileiras e também junto à World Philarmonic Orchestra, B.B.C. Symphony Orchestra e Orquestra de Câmara da Filarmônica de Berlim. Apresentou-se como solista à frente da Orquestra Sinfônica Municipal, American Composers Orchestra, Orquestra Jazz Sinfônica e Banda Sinfônica do Estado de São Paulo. Atualmente integra o Duo Clarinete Baixo/Percussão com Luis A. Montanha, que tem realizado concertos no Brasil e na Europa, além da gravação de um CD com obras brasileiras dedicadas ao duo, no projeto Música de Câmara Brasileira (LAMI–USP/Petrobras). Sua discografia inclui ainda o CD Contemporary Percussion Music from Brazil, (selo G.H.A, 1995), participações em trabalhos dos compositores E. Seincmam, O. Lacerda, G. Mendes, F. Menezes, E. Widmer, A. Barnabé, P. Chagas e Gil Jardim, e também em produções das orquestras Jazz Sinfônica e Sinfônica Municipal de São Paulo e do Ensemble musikFabrik NRW. Desde 2001 é professor Titular de percussão na Escola Superior de Música de Colônia, Alemanha (Hochschule für Musik Köln). Tem atuado em séries de concertos e festivais nos Estados Unidos e Europa em diversas formações camerísticas, com Ensembles como musikFabrik NRW, Trai I Tempi, E MEX e KaG (Bélgica). BETINA STEGMANN – PROFESSORA DE VIOLINO Nasceu em Buenos Aires e iniciou seus estudos de violino em São Paulo com Lola Benda continuando-os com Erich Lehninger. Diplomou-se pela Escola Superior de Música de Colônia onde cursou a classe de violino de Igor Ozim e a classe de música de câmara do Quarteto Amadeus. Seguiu logo após para Tel Aviv – Israel e aperfeiçoou-se com Chaim Taub. Mais tarde freqüentou cursos ministrados por Pinchas Zukerman e Max Rostal. Como recitalista e solista apresentou-se em várias cidades do Brasil, Argentina, Itália, Alemanha, Estados Unidos e Bélgica. Realizou gravações nas rádios WDR (Alemanha) e na RAI – Trieste (Itália) estreando entre outras, obras de compositores contemporâneos. Participou de vários festivais no Brasil e exterior. Integrante do Quinteto D’Elas com quem ganhou em 1998 o Prêmio Carlos Gomes na categoria de música de câmara, é spalla da Orquestra de Câmara Villa-Lobos, professora de violino na Universidade Cantareira e membro do Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo NELSON RIOS – PROFESSOR DE VIOLINO Iniciou sua formação musical na Escola de Música de Piracicaba sob orientação de Maria Lúcia Zagatto e posteriormente de Elisa Fukuda.Participou dos principais festivais de música no Brasil (Campos do Jordão, Brasília, Londrina, Curitiba) e em Mendoza, Argentina. Como bolsistada Fundação Vitae, freqüentou a Carnegie Mellon University em Pittsburgh, PA, EUA, em 1996.Integrou a orquestra Sinfônica da Paraíba, de Câmara de Blumenau, e a Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo, entre outras. Como professor lecionou na Escola Municipal de Música e em importantes Festivais de Música no Brasil e no exterior. Membro do Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo. MARCELO JAFFÉ – PROFESSOR DE VIOLA Aos seis anos de idade, orientado por seu pai, Alberto Jaffé, inicia o estudo de violino. Em 1977, aos 14 anos, passa a tocar viola, ganhando, no mesmo ano, o 1º Prêmio no Concurso Nacional da Universidade de Brasília. Após aperfeiçoamento na Universidade de Illinois e no Centro de Música de Tanglewood, nos Estados Unidos, apresenta-se em vários países, participando de destacados conjuntos camerísticos e orquestrais. Atuou como Maestro da Kamerata Philarmonia e foi Diretor Artístico da Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo. Atualmente, residindo em São Paulo, é professor de viola da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (Departamento de Música), apresentador da Radio Cultura e membro do Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo. ROBERT SUETHOLZ – PROFESSOR DE VIOLONCELO Natural de Milwaukee, Wisconsin, EUA. Trabalhou sob orientação de George Sopkin, membro-fundador do Quarteto Fine Arts, seu sucessor Wolfgang Laufer, e Uzi Wiesel, ex- violoncelista do Quarteto de Cordas de Tel-Aviv, Israel. Obteve seu Mestrado em Violoncelo em 1998, sob a orientação de Hans Jørgen Jensen, da Universidade de Northwestern, em Chicago (EUA) e seu Doutorado em Música pela USP em 2011. Atuou em várias orquestras internacionais, como a Israel Sinfonietta (spalla dos violoncelos) e a Orquestra Sinfônica de Milwaukee (EUA), entre outras. Residindo no Brasil desde 1985, foi spalla dos violoncelos das orquestras sinfônicas da USP, do Estado de São Paulo e da Sinfonia Cultura - Orquestra da Rádio e TV Cultura. Foi violoncelista do Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo durante 25 anos, se desligando deste no final de 2016. É professor de violoncelo no Departamento de Música da Escola de Comunicações e Artes da USP desde 1989. Em 2015, lançou o livro Técnicas de reeducação corporal e a prática do violoncelo e em 2018, em parceria com Luiz Amato, a tradução do livro de Leopold Auer intitulado O violino segundo meus princípios, ambos pela Editora Prismas. MARCOS MACHADO – PROFESSOR DE CONTRABAIXO Marcos Machado desenvolve carreira internacional atuando como solista, professor e músico de câmara. Reside nos Estados Unidos há 19 anos onde é professor de contrabaixo erudito e jazz na University of Southern Mississippi desde 2005. Fundador do Southern Miss Bass Symposium, em sua 6a edição nos Estados Unidos. Aperfeiçoou-se em Paris com François Rabbath, considerado o mais importante contrabaixista da atualidade. Marcos é o único sulamericano que recebeu os diplomas de Performance e Professor pelo Rabbath International Institute. Sua formação em contrabaixo teve início com Milton R. Masciadri (1931-2009) na Escola da OSPA, continuando os estudos nos Estados Unidos na UGA com o Dr. Masciadri. Marcos é doutor em música (DMA) pela University of Illinois em Urbana-Champaign com o prof. Michael Cameron. Realizou diversas turnês pela Itália, França, Suíça, Alemanha, Inglaterra, Brasil, Uruguai, Argentina e Peru. Já se apresentou no Montreux Jazz Festival (Suíça), Vienne Jazz Festival (França), Victoria Bach Festival-Texas, Bonneville Chamber Music Festival-Utah, Premier Music Festival-Mississippi, FestivalSouth, Northern Lights Music Festival-Minessota, Spoleto Festival-South Carolina, Oficina de Música de Curitiba, FEMUSA-MG, FIMMA-CE, Festival Internacional de Música Unisinos, Encontro de Cordas da Amazônia-PA, Festival SESC Pelotas, South Carolina Chamber Music Festival, Raymi Bass – Festival de Contrabajo (Lima, Peru), MUNASP, Festival Internacional Música na Serra-SC, Festival Música nas Montanhas-MG, etc. Foi contrabaixista com a orquestra de câmara russa ARCO, do violinista Levon Ambartsumian, gravando dois CDs com o grupo. Em 2014, Marcos recebeu aprovação do sabático da University of Southern Mississippi, e dedicou seu tempo para finalizar o livro de técnica de contrabaixo e gravar um CD com o pianista Ney Fialkow, lançado em maio de 2015. Em 2014, Marcos Machado foi artista em residência do Conservatório Nacional de Música em Lima, Peru. SERGIO DE OLIVEIRA – PROFESSOR DE CONTRABAIXO Nascido em São Paulo, iniciou seus estudos de contrabaixo no Conservatório de Tatuí com o Prof. Nicolaus Schevtschenko. Em 1983 foi premiado com uma bolsa de estudos para ingressar na Karajan Stiftung (Academia da Filarmônica de Berlin) para se aperfeiçoar com o primeiro contrabaixista, professor Rainer Zepperitz, durante 5 anos, apresentando-se com a referida orquestra sob a regência de maestros como: Herbert Von Karajan, Cláudio Abbado, Seiji Osawa, Carlo Maria Giulini, Ricardo Mutti, Eugen Jochum, André Previn, entre outros. Participou de gravações com a Filarmônica de Berlin, destacando-se entre elas as Sinfonias número 4 e 7 de Beethoven sob a regência de Karajan, a Sinfonia número 3 de Lutoslawisky, sob regência do próprio autor e a Sinfonia em Ré Menor de César Frank, com Carlo Maria Giulini. Também tocou na Deutsche Oper Berlin durante um ano, participando de uma tournée pelo Japão por cinco semanas. Retornando ao Brasil foi solista de importantes orquestras brasileira, tais como Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, Orquestra Sinfônica do Paraná, Orquestra Sinfônica de Brasília, Orquestra Sinfônica de Santo André, Orquestra de Câmara de Curitiba, Orquestra Bachiana Filarmônica, Orquestra de Câmara de Tatuí e Orquestra de Câmara Villa-Lobos com a qual foi solista em tournée pela Argentina. Foi também professor em diversos festivais de música: Festival de Campos do Jordão, de Londrina, de Curitiba, de Tatuí, de Poços de Caldas e do "Primeiro Festival Instrumenta Verano de Puebla" - México, ao lado de um renomado corpo docente internacional. Em dezembro de 2012, tocou na Philarmonie em Berlim como Primeiro contrabaixista convidado da Orquestra da Rádio de Berlim (DSO) e no concerto de comemoração dos 40 anos da Karajam Akademie, a oitava Sinfônia de Bruckner sob a regência de Simon Rattle. Atualmente é Primeiro Contrabaixista da Orquestra Bachiana Filarmônica SESI SP. ELEONORA MACHADO – DIRETORA ARTE Em 1994 completou o ursode arquitetura e urbanismo na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo Ritter dos Reis/ Porto Alegre. O projeto de graduação foi finalista do concurso Ópera Prima 95 e publicado na revista Projeto. Esse trabalho de graduação teve como projeto a reciclagem de um casarão dos anos 30 na cidade de Bagé?RS. Em 1995, o projeto foi o único representante do estado do Rio Grande do Sul . Em 2001 completou o mestrado nos Estados nidos na University of Georgia, no College of Environment and Design. Seu interesse tanto nas áreas de arquitetura, programação visual e paisagismo a levaram a desenvolver uma tese dedicada a programação visual no meio ambiente. A tese demosntra como o desenvolvimento de uma programação visual para a cidade ajuda a preservar a identidade local e utiliza bagé como laboratório. Em 2000 foi premiada na revista profissional - LANDSCAPE ARCHITECTURE - por ter desenvolvido a identidade visual do programa de estudos na Àfrica (Gana). Após a conclusão dos mestrado Eleonora começou a trabalahar no UGA CENTER FOR COMMUNITY DESIGN PLANNING AND PRESERVATION, que desenvolve projetos nas areas de preservação historica, urbanismo e programação visual. Lecionou na Universaty of Georgia entre ao anos de 2001 a 2004. De 2001 a 2007 foi coordenadora de design no Center of community Design, Planning na Preservation, nos Estados Unidos, onde era responsável por desenvolver e coordenar a produçãod epublicações para todos os programas de extensão e ONGs do Centro e design charrete worshops com cidades do estado da Georgia . Em 20117 tornou-se responsável pelo material gráfico da galeria de arte do College of Environment and Design e todos os deparatmentos, como curso de mestrado e Preservação Histórica e também "Landscape Architecture". Desde 2006 pe Diretora de Arte do Southern Miss ass Symposium da Univerity of Southerm Mississippi. Desde 2010 é Diretora de Arte dos seguintes Festivais: FMM - Festival Musica nas Montanhas - POços de Caldas – MG; FIMP - Festival Internacional de Música no Pampa - Bagé - RS ; BIA - Barsil Instrumental Andradsa - Andradas - MG e ainda desenvolveu as artes para os Festivais de Maraguape (Ceará); Paraná, Festival de Contrabaixo no Peru e etc. Desde 2015 é Diretora de Arte do Festival de Música na Austria (Bad Gastein) - Music in the Alps e trabalha com a gravadora americana lue Griffin onde é responsável pelo design dos CDs lançados pela gravadora. ANDREA TURATO – ASSISTENTE ADMINISTRATIVA Concluiu o curso técnico de piano em 1983 sob a orientação da Professora Olga Rizzardo Normanha, em Campinas e bacharelou-se em 1996 pelo Conservatório Brasileiro de Música do Rio de Janeiro. Participou de inúmeros cursos de aperfeiçoamento com renomados do mundo pianístico, como Caio Pagano, Gilberto Tinetti, Flávio Augusto, Flávio Varani, Graham Griffthis, Cláudio Richerme, Eloísa Lopes, entre outros. Premiada com terceiro lugar e prêmio de melhor Intérprete de Música Estrangeira no Concurso de Piano Lorenzo Fernandez, em Montes Claros (MG) em 1992. Periodicamente acompanha cantores, instrumentistas e corais em recitais e audições. Ministra aulas de piano e teoria musical, bem como desenvolve intenso trabalho com corais da cidade. Regente do Coral Municipal em Poços de Caldas. Regente do Coral da cidade Caldas/MG Integra o duo de piano “Turato Mantovani” há 19 anos. 2000 a 2024: Assistente Administrativa do "Festival Música nas Montanhas"; 2010 a 2018: Assistente Administrativa do "FIMP – Festival Internacional de Música no Pampa". 2007 a 2017: Assistente Administrativa do Bia: Brasil Instrumental Andradas. NEIDE ZANETTI DOS REIS E SILVA – DIRETORA DE PRODUÇÃO Formação continuada em GESTÃO CULTURAL pelo IFSUL DE MINAS, 2013; Extensão Universitária em Gestão Administrativa - UNICAMP - 1996; Graduação em Administração de Empresas - Autarquia Municipal Ensino Poços de Caldas – 199. Técnico em Contabilidade - Colégio Pio XII - Poços de Caldas – 1987 Corresponsável pela elaboração e prestação de contas dos projetos nos mecanismos de Lei em que se enquadram, sendo eles: LEI ROUANET, LEI ESTADUAL DE INCENTIVO A CULTURA, LEI MUNICIPAL DE INCENTIVO A CULTURA E EDITAL DME: FESTIVAL MÚSICA NAS MONTANHAS – 2009 a 2024. FESTIVAL MÚSICA INTERNACIONAL ARAUCÁRIAS DO PARANÁ - 2024 BIA – BRASIL INSTRUMENTAL ANDRADAS, 2011 A 2017. FIMP – FESTIVAL INTERNACIONAL MÚSICA NO PAMPA – 2008 a 2018. ÓPERA EM TRES ATOS, 2013,2014; OPERETA FORROBODÓ, 2012, 2013; A ERA DE OURO DO RÁDIO – 2ª e 3ª edições - TRIBUTO À ÓPERA DO MALANDRO – 2ª e 3ª edições - MARIA, MARIA – 1ª e 2ª edições, Livro - HERANÇA - PUBLICADO EM AGOSTO/2006 - AUTOR: NIVALDO DIVANY SILVA Responsável pela elaboração e prestação de contas do projeto: ESCOLA DE MÚSICA SÃO JOSÉ – 2010/11. Assistente da Secretaria do Festival Música nas Montanhas de 2008 a 2020. Assistente da Secretaria do Festival Internacional Música no Pampa, edições 2010 a 2013.
PROJETO ARQUIVADO A PEDIDO DO PROPONENTE PELO CANAL SOLICITAÇÕES. RECURSOS TRANSFERIDOS PARA O PROJETO 257144.