| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 07570962000125 | EMBALAGENS ALLBOX LTDA | 1900-01-01 | R$ 85,0 mil |
| 76093731000190 | COPACOL-COOPERATIVA AGROINDUSTRIAL CONSOLATA | 1900-01-01 | R$ 53,7 mil |
| 10193702000192 | ROMPLAS INDUSTRIA E COMERCIO DE LAMINADOS PLASTICOS LTDA | 1900-01-01 | R$ 40,0 mil |
| 18009420000102 | HOGARTH WORLDWIDE PUBLICIDADE BRASIL LTDA. | 1900-01-01 | R$ 39,0 mil |
| 09091465000170 | ID PUBLICIDADE E PROPAGANDA DIGITAL LTDA. | 1900-01-01 | R$ 38,4 mil |
| 04854278000187 | Isolectric do Brasil Ltda | 1900-01-01 | R$ 32,0 mil |
| 04203885000187 | ETEK NOVARED BRASIL LTDA. | 1900-01-01 | R$ 25,0 mil |
| 01181242000191 | COMPWIRE INFORMATICA LTDA | 1900-01-01 | R$ 25,0 mil |
| 07295196000138 | INVOLV LABELS LTDA. | 1900-01-01 | R$ 15,0 mil |
| 47066774000189 | J MARINO AGRO E LOCACOES LTDA | 1900-01-01 | R$ 13,6 mil |
| 23314398000136 | HOGARTH WORLDWIDE PRODUÇÃO LTDA., | 1900-01-01 | R$ 9,6 mil |
| 93763555000176 | ALPHA QUIMICA LTDA | 1900-01-01 | R$ 4,4 mil |
| 75222901000127 | Itamaraty Industria e Comercio S/A | 1900-01-01 | R$ 1,0 mil |
| ***020749** | Isadora Hofstaetter Pitella | 1900-01-01 | R$ 1,00 |
| 32138431000105 | KEEPCLEAR LICENCIAMENTOS E SERVICOS LTDA | 1900-01-01 | R$ 0,01 |
Este projeto prevê a publicação da segunda edição dos livros infantis "Nenhum beijinho à força", e "Nenhum carinho à força" (traduções livres do título original), da autora alemã Marion Mebes e da ilustradora Lydia Sandrock. O projeto prevê também contações de histórias com foco na temática das obras publicadas, voltadas para famílias atendidas por instituição hospitalar pediátrica.
As publicações Nenhum beijinho à força e Nenhum carinho à força, da autora alemã Marion Mebes, trazem por meio de ilustrações e linguagem adequada, uma maneira de conscientizar as crianças sobre as relações que podem ser estabelecidas entre as pessoas. Nos livros, definições claras e espaço de reflexão por meio de exemplos simples e cotidianos. Com exemplos divertidamente ilustrados por Lydia Sandrock, há intenção de ajudar a criança a estabelecer limites e a identificar ameaças. Essa é uma forma potente de assegurar que as crianças entendam os limites do que são relacionamentos saudáveis e seguros. O conteúdo dos livros visa despertar a importância do autocuidado e dar leveza a um tema que sempre é difícil e muitas vezes um tabu. Todas as crianças têm o direito de crescerem com proteção e educação e é preciso que mais pessoas fiquem alertas à negligência, ao abandono e à violência contra crianças e mobilizem-se. A publicação da segunda edição desses dois volumes pretende ampliar acesso a estas obras fundamentais sobre tema urgente e, ao mesmo tempo, com escassez de recursos para reflexão. Tratam-se de ferramentas para, por meio da literatura dirigida ao público infantil, auxiliar na busca pela garantia de direitos.
Objetivo Geral: Por meio da publicação da segunda edição dos livros infantis ilustrados "Nenhum beijinho à força" e "Nenhum carinho à força" e das contações de histórias promovidas pelo projeto, estimular o debate acerca da infância e da violência contra a criança, fomentando o conhecimento e a autonomia do público impactado. Todas as ações do projeto serão oferecidas gratuitamente. Objetivos Específicos: . Publicar 3.000 exemplares dos livros 'Nenhum beijinho à força' e 'Nenhum carinho à força', ambos de autoria de Marion Mebes. *Seguindo projeto gráfico original, as obras serão encadernadas em uma mesma publicação* .Distribuir gratuitamente a publicação: 1.890 exemplares para o Hospital Pequeno Príncipe e Fundação de Ação Social de Curitiba; 1.000 para escolas públicas e bibliotecas, como forma de democratização de acesso; 100 para patrocinadores e 10 para imprensa; .Realizar gratuitamente 16 contações de histórias com foco no tema das obras publicadas, voltadas para pacientes e familiares de instituição hospitalar pediátrica e escolas públicas, impactando cerca de 320 pessoas.
Marion Mebes, com as obras Nenhum Beijinho à Força e Nenhum Carinho à Força, encontrou uma maneira de conscientizar crianças e famílias sobre a construção de relações saudáveis, o estabelecimento de limites pelas próprias crianças e, também, o entendimento de situações em que as famílias precisas estar alertas. Uma forma potente de assegurar que as crianças tenham ferramentas inteligíveis para refletir e agir quando os relacionamentos deixam de ser saudáveis e seguros. A tradução de ambos os títulos para o português e seu lançamento em 2024 abriram caminho para o debate e a reflexão sobre estes temas pelas famílias brasileiras. De acordo com o Estatuto da Criança e do adolescente, Art. 3º: "A criança e o adolescente gozam de todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sem prejuízo da proteção integral de que trata esta Lei, assegurando-se-lhes, por lei ou por outros meios, todas as oportunidades e facilidades, a fim de lhes facultar o desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, em condições de liberdade e de dignidade". Acreditamos que a conscientização das crianças por meio da literatura ajuda a promover o bem-estar infantil e colabora com as chances de um desenvolvimento sadio e harmonioso. A arte e a cultura são direito de todos, e ao propor a distribuição gratuita de 3.000 exemplares da segunda edição dos dois títulos , o projeto possibilita não só a ampliação do acesso à literatura, como também a uma ferramenta de apoio ao combate à violência sexual contra crianças. De forma leve, poética e repleta de ilustrações infantis, os livros trazem o tema em uma linguagem acessível às crianças, ajudando-as a entender as situações em que é necessário estabelecer limites e dizer não. No ano de 2019, o Hospital Pequeno Príncipe, uma das instituicões beneficiadas pelo projeto, registrou um aumento de 39% nos atendimentos a crianças vítimas de violência sexual. Segundo dados da instituição, foram 689 casos de meninos e meninas vítimas de maus-tratos e violência atendidos. A maior parte deles_ 73,8% _ aconteceu no ambiente doméstico e 457 registros foram de violência sexual. As meninas foram as vítimas mais frequentes _ 66,7% dos atendimentos _ e, em 65,9% do total de casos atendidos, os pacientes estavam na Primeira Infância; ou seja, tinham até seis anos de idade. Em 2020, quando a pandemia começou, o mundo se viu em um contexto diferente, de isolamento social, que acabou tornando as crianças ainda mais vulneráveis a abusos. A rapidez na distribuição total da primeira edição das obras traduzidas, bem como o interesse do público impactado indicam a importância e pertinência de propormos a segunda edição dos títulos. Até os sete anos de idade, as crianças não têm, na maioria das vezes, ferramentas para compreender quando estão sofrendo abuso, e por meio da literatura infantil, de forma leve e carinhosa, torna-se possível abordar esse tema tão difícil. Ao incentivar as crianças a confiarem em suas emoções por meio da literatura, podemos prevenir abusos. Segundo a Organização Mundial da Saúde (WORLD HEALTH ORGANIZATION -WHO, 1999): "abuso sexual infantil é todo envolvimento de uma criança em uma atividade sexual na qual não compreende completamente, já que não está preparada em termos de seu desenvolvimento. Não entendendo a situação, a criança, por conseguinte, torna-se incapaz de informar seu consentimento. (...)". No Brasil, alguns estudos apontam que a violência contra mulheres, crianças e adolescentes atinge todas as camadas sociais e toda a diversidade cultural presente em nossa sociedade, assumindo um papel crescente nas estatísticas. Por se tratar de um tipo de violência que ocorre primordialmente em âmbito familiar e que, portanto, é historicamente silenciada, torna-se imprescindível contribuir, por meio da informação e de outras ferramentas deconhecimento, para o reconhecimento de situações violentas por parte das vítimas e, portanto, para sua proteção e, em âmbito mais geral, para a possibilidade de transformação sociocultural. Alinhado com o Plano Nacional de Alfabetização que prevê incentivo à produção e à edição de livros de literatura para diferentes níveis de literacia, este projeto se propõe ainda democratizar o acesso ao livro e incentivar a leitura, de duas maneiras: pela proposta de uma leitura poética que pode ser compartilhada e pela distribuição gratuita e direcionada. Segundo a Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, há um problema de acesso aos materiais de leitura, especialmente ao livro. Entre as alegações de não leitores 33% dizem respeito à falta de acesso real ao livro. Outro dado que chama a atenção é que 86% dos não-leitores nunca foram presenteados com livros na infância, enquanto no universo dos considerados leitores esse índice cai para 48%. Contribuindo com o acesso ao livro e formação de novos leitores, estaremos abrindo portas para a equidade e diálogo, permitindo a inclusão sociocultural. Quando motivado pela curiosidade, pelo desejo de crescer, o homem se renova constantemente, tornando-se cada dia mais apto aestar no mundo, capaz de compreender até as entrelinhas daquilo que ouve e vê do sistema que está inserido. Sendo um projeto que tem produtos com distribuição inteiramente gratuita, não prevê rentabilidade com venda e não possui apelo mercadológico e de divulgação, só é possível viabilizá-lo por meio de lei de incentivo à cultura. Dentre os incisos do Art. 1 da Lei 8313/91 a proposta se enquadra em: I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; uma vez que prevê a distribuição gratuita das obras publicadas. III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; - uma vez que promove a produção de valor humanístico e literário; VIII. estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; - uma vez que a infância e adolescência são valores universais;_________________________________________________________________________________________________________Lei 8.313/91 Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; uma vez que o projeto tem como objetivo publicar a segunda edição de duas obras literárias. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos - uma vez que haverá distribuição gratuita da obra e contação de histórias. (todos os produtos do projeto)
Livro- Dois volumes - Encadernação Única 3.000 unidades 15.6 x 0.8 x 21.8 cm 24 pgs + capa Capa - Supremo Duo Design, 250g, impresso 4 x 4 cores Miolo - Couchê matte, 90g, impresso 4 x 4 cores Contação de histórias 16 Contações de histórias de textos infantis e infantojuveis apresentados com duração aproximada de 40 minutos.
LIVRO Acessibilidade Física Por se tratar de produto impresso, não limita o acesso a deficientes físicos; Acessibilidade de Conteúdo Disponibilizar o pdf acessível da obra e sua versão em áudio, de forma gratuita, em ambiente on-line, viabilizando acesso a deficientes visuais (produtos já produzidos na primeira edição, não geram custo em planilha);Por se tratar de produto impresso, não limita o acesso a deficientes auditivos (não gera custo em planilha);Sendo parte significativa de sua distribuição realizada em instituição hospitalar pediátrica, o livro também tem possibilidade de impactar pessoas com deficiência intelectual (não gera custo em planilha). CONTAÇÕES DE HISTÓRIAS Acessibilidade Física Produto realizado em instituição hospitalar pediátrica, que conta com todo o aparato necessário de acesso a deficientes físicos, como banheiros adaptados, rampas, elevadores e outros equipamentos (não gera custo em planilha); Acessibilidade de Conteúdo Aspectos audíveis das contações de histórias - principal conteúdo - são acessíveis ao público cego e com baixa visão (não gera custo em planilha orçamentária);Tradução em Libras nas contações de histórias (item tradução em libras na planilha orçamentária);Realizar contações de histórias em instituições hospitalar pediátrica assegura acesso e participação a pessoas com deficiência incluindo deficiências intelectuais (não gera custo, não consta em planilha orçamentária).
Democratização de acesso, conforme o art. 30 da IN nº11/2024 do MinC, o projeto irá: * Distribuir 1.000 exemplares para escolas públicas e bibliotecas, por meio dos respectivos órgãos gestores, atendendo o inciso I: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento); Distribuição dos exemplares: Distribuir de forma gratuita, 3.000 unidades contendo ambas as publicações, sendo: 1.890 para o Hospital Pequeno Príncipe e Fundação de Ação Social de Curitiba; 1.000 para escolas públicas e bibliotecas, como forma de democratização de acesso; 100 para patrocinadores e 10 para imprensa; o critério de seleção para esta distribuição foi atender de forma abrangente a instituições que acolhem, educam e tratam da saúde de crianças. Entende-se que impactar o público do Hospital Pequeno Príncipe está de acordo com a alínea I do artigo 31 da IN 11/2024 do MinC, na medida em que a instituição destina 60% de seu atendimento ao atendimento de crianças e adolescentes oriundos do Sistema SUS. Além disso crianças hospitalizadas e suas famílias encontram-se em situação de vulnerabilidade e risco. * Realizar ações voltadas para público infantil - livro e contações de histórias, atendendo ao inciso VI: VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil.
Coordenação geral (proponente): Coisas da Vida / diretora Maria Gloss A coordenação geral será responsável pelo planejamento e gerenciamento do projeto como um todo, contratando, articulando e supervisionando todas as equipes envolvidas na realização de cada um dos produtos previstos. Irá coordenar o projeto de modo a garantir o cumprimento das atividades e prazos, bem como a adequação de todos os processos às especificidades exigidas pela Lei de Incentivo à Cultura, incluindo o gerenciamento de prestação de contas e administração financeira do projeto. *o proponente do projeto irá receber a rubrica destinada a esta função. > Professora com especialização em Gestão em Humanização- Pós graduação em Gestão em Humaização (2014)> Atuação profissional: Orientação do Setor de Educação e Cultura no HPP desde 2005, Educadora -25 anos de a tuação em educação infantil e ensino fundamental (ensino das artes, educação ambiental, regência de turma); atuação com crianças internadas desde 2005> Orientação do Setor de Educação e Cultura no HPP desde 2005> Condução de trabalho por projetos de pesquisa *Mediação de rodas de conversa desde 2009> Coordenação da construção coletiva do Código de Conduta do Hospital Pequeno Príncipe> Orientação de oficinas de arte e educação
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.