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PRONAC 242292Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Onírica odisseia: Teat(r)o Oficina em Mutação de Apoteose (módulo 1: São Paulo)

CABRA LTDA
Solicitado
R$ 2,83 mi
Aprovado
R$ 2,83 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

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Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Teatro musical
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-05-22
Término
2025-07-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Temporada popular de Mutação de Apoteose,musical do Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona, em São Paulo. Além da temporada de 2 meses da peça, o projeto prevê 1 mês de atividades de contrapartida (palestras_seminais), dissecando processo de criação, montagem e encenação + a transmissão ao vivo de 7 sessões do espetáculo pela internet e gravação de 20 músicas disponibilizadas gratuitamente em plataformas digitais. Este projeto é um gesto de continuidade e preservação do legado do Teat(r)o Oficina, para a manutenção da linguagem do teatro musical de coros, das óperas de carnaval eletrocandomblaicas e do terreyro eletrônico. Com direção de Camila Mota e dramaturgia de Cafira Zoé, o musical conta com quase 100 pessoas em sua equipe. Este é o primeiro módulo de um projeto maior, entitulado "Onírica Odisseia _ Teat(r)o Oficina em mutação de apoteose pelo Brasil", projeto de encontro do Oficina com diferentes territórios, tendo Mutação de Apoteose como interface de diálogo com as cidades.

Sinopse

1) Mutação de ApoteoseEspetáculo musical em 2 atos.Classificação indicativa etária: 12 anos SINOPSE"Antes do mundo existir, ele existia! Um mundo nasceu do cruzamento do esperma de uma pétala com a pele de uma pedra ovular. Da primeira chuva vieram seres humanos de todas as espécies. Dos granizos nasceram os vales e montanhas graníticas. Das tempestades vieram os seres mais intempestivos." (trecho de dramaturgia do espetáculo Mutação de Apoteose) Terceiro sinal, Cacilda Becker se prepara para encarnar Euclides da Cunha, devorado, estraçalhado, parindo uma Cacilda Cósmica que viaja em uma onírica odisseia pelas Eras geológicas e teatrais. “mutação de apoteose” conta uma história de travessias e metamorfoses. É o teatro em estado de feitiçaria, é uma f(r)icção cósmica que contracena personagens humanas, não humanas, elementos e forças da natureza, seres encantados, oceano cretáceo e inteligência artificial, criando uma bomba de imaginação. São algoritmos antigos de insurreição da terra criando atmosferas de linha direta com o público, em contracenação com um algoritmo colonial. Com direção de Camila Mota e dramaturgia de Cafira Zoé, “mutação de apoteose” é um spin-off vertiginoso criado a partir das dramaturgias de “Os Sertões” e “Odisseia CaciIda”, de José Celso Martinez Correa e Teat(r)o Oficina, com cenas inéditas e outras paragens, celebrando os 65 anos da Cia e a direção de Camila Mota, primeira mulher a dirigir um espetáculo do Oficina, abrindo caminhos para outras direções, como de Marília Piraju e Mayara Baptista, em ritos e shows encenados. Com 100 pessoas na ficha técnica girando a máquina dessa uzyna, “mutação de apoteose” é um espetáculo musical em 2 atos, um acontecimento feiticeiro que opera o terreyro eletrônico na sua máxima potência, desejando acender estados de mutação de apoteose dentro e fora de nós. O espetáculo é uma ode à linguagem do teatro de coros da Cia e conta com homenagens à sua ancestralidade na dramaturgia.2.1) Ciclo de Estudos MetamorfosPalestras–Seminais Classificação indicativa etária: Livre Os seminais fazem parte do ciclo de 7 encontros teórico-práticos abertos ao público, voltados para o conhecimento e experimentação das áreas de criação envolvidas na montagem de Mutação de Apoteose.Numa espécie de barração aberto, artistas e técnicos-artistas do Teatro Oficina falam do processo de criação de suas linguagens no espetáculo. Um teatro de encruzilhada, transmídia – atuação, vídeo, artes visuais, mídia tática, poesia, cosmopolíticas! Comunic(a)ção: o que se passa entre? A contracenação importa. Estar diante de outro e de nós mesmos, abertos. Um teatro de f(r)icções cósmicas. Todos os tabus, nenhuma norma. O teatro e seu duplo. A imaginação importa. As personagens e os coros, a fabulação, as confluências e a diferença: eu é um outro. A dramaturgia como ritual de desmascaramento do teatro das relações sociais. Só a simbiose nos liga. A ancestralidade de tudo importa, na vida e no teatro. Presente, passado, futuros. A invenção de mundos no corpo, na cena, nas palavras e nas imagens. O movimento. Essa é a pedagogia da ação que direciona os temas dos 7 seminais. Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona de encruzilhada é um viveiro para fermentação de multiartistas, tecnoartistas, bárbaros tecnizados, pessoas humanas de todas as espécies, poetas, cientistas, atores-atrizes, cantores, compositores, instrumentistas, gambiarristas, videógrafos, etcetera, interessados nos rituais do teatro total como fio condutor da eletricidade de metamorfose dos corpo, do desejo e da imaginação em estado de mutação de apoteose. Tecnologias de fazer-junto, como os corais das águas salgadas, os fungos, os líquens e os cogumelos, as árvores antigas e as aves, as pedras e as águas: teatro. Nos 7 seminais deste projeto desejamos cultivar as terras machucadas da imaginação, aqui falamos na língua cosmopolítica do teatro e com as suas tecnologias nos colocamos nos frontes do nosso tempo-espaço. Não lacramos nada: abrimos! Viva a encruzilhada! O tema comum a todas as palestras (seminais) é o espetáculo Mutação de Apoteose. 2.2) SEMINAIS–ENCONTROS: RODAS DE CONVERSASeminal–Roda de ConversaClassificação indicativa etária: Livre Realização de 3 rodas de conversas de cuidadores (mães, pais e outras/os/es que cuidam), sobre a invenção de possibilidades de inclusão de artistas com filhos/as/es em projetos culturais, visando a criação de uma rede de cuidados e apoio dentro do processo de criação. 3) GRAVAÇÃO DE MÚSICAS DO ESPETÁCULO Gravação de 20 canções de Mutação de Apoteose para disponibilização gratuita nas plataformas digitais. Classificação indicativa etária: Livre

Objetivos

Objetivo Geral Com essa temporada do espetáculo Mutação de Apoteose, nosso objetivo geral é fortalecer e preservar a linguagem do teatro musical de coros da Cia Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona, promovendo a manutenção de seu legado e profissionalizando um time precioso de jovens artistas com uma multiplicidade de origens, geografias, gêneros, raça/etnias e subjetividades em relação de troca de saberes com as demais gerações da companhia. Objetivo específico1) Produção e temporada de 2 meses do espetáculo Mutação de Apoteose, do Teat(r)o Oficina na sua sede em São Paulo, com 24 apresentações; 2) 7 transmissões ao vivo e gratuitas do espetáculo pela internet; 3) CONTRAPARTIDA SOCIAL: Atividades formativas no formato de seminários abertos ao público _ Ciclo de estudos Metamorfos (gratuito) _ 7 seminais nas áreas de criação que constituem o espetáculo; 4) Gravação em estúdio de 20 músicas do espetáculo para serem disponibilizadas em plataformas digitais

Justificativa

Fundada em 1958 por um grupo de estudantes da Faculdade de Direito do Largo São Francisco, entre eles José Celso Martinez Correa, Etty Fraser, Amir Haddad, Renato Borghi, Carlos Queiroz Teles, Antonio Abujanra, a Companhia Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona é a mais longeva em ação no país, em atividade ininterrupta há mais de 6 décadas. Mais que um grupo, Teat(r)o Oficina é fundamento da cultura brasileira, colocando em cena a arte e a cultura como infraestruturas da vida. O Teat(r)o Oficina é um teatro de encruzilhada, onde diferentes gerações se cruzam e se encontram, f(r)iccionando uma multiplicidade de geografias, territórios, gêneros, raça/etnias, pensamentos e desejos ao longo do tempo. Nos últimos anos a Cia tem ampliado o time de direção, experimentando um retorno ao seu próprio início. A 5ª dentição da Universidade Antropófaga (projeto de 2022) _ prática de troca e transmissão de conhecimentos do Teat(r)o Oficina, radicalizou esse processo, revelando novas direções ao lado de Camila Mota e Marcelo Drummond, como Sylvia Prado, Marília Piraju, Letícia Coura, Cafira Zoé, Nash Laila, Fernanda Taddei, Rodrigo Andreolli, Roderick Himeros e Felipe Botelho. É impossível para um trabalho como esse, e para uma Cia como o Teat(r)o Oficina, sobreviver apenas com a entrada das bilheterias. Com a morte de Zé Celso, o Teat(r)o Oficina vive um momento de reconfiguração, se entendendo cada vez mais como uma companhia de múltiplas direções (encarnadas por integrantes da Cia que trabalham há décadas ao lado de Zé Celso) e muitos tentáculos. Essa temporada no espaço do teatro é muito importante para garantir e proteger a continuidade de uma linguagem do Oficina que Mutação de Apoteose pratica: encenações de grande porte, de teatro de estádio, de coros de multidão, de teatro total e multimídia. Pelo nosso tamanho e grandiosidade plástica_cênica, neste momento da Cia, é quase impossível estar em cartaz sem um aporte financeiro à altura dessa linguagem. Aceitar que a única entrada financeira para o Teat(r)o Oficina venha da bilheteria dos espetáculos é aceitar reduzir os times e comprimir a linguagem. Por isso, está previsto nessa fase inicial, o pagamento mínimo para esse time de quase 100 artistas que mobilizam a máquina teatral, respeitando a integridade do corpo de baile e a própria história do Oficina, sem constrage-la a redução de suas potências. Esse projeto é voltado também à profissionalização de um time que está em processo de formação na linguagem da Cia há quase 2 anos, introduzidos por esse espetáculo, e que trabalhou até aqui em uma primeira temporada grandiosa no ano de 2023, que teve 10 meses de processo, com muita paixão por esse acontecimento cênico, mas sem o aporte financeiro necessário para que essa linguagem e esse corpo artístico pudessem se desenvolver com tranquilidade. Entender que o legado de Zé Celso é o Teat(r)o Oficina e isso engloba, além da montagem dos espetáculos: a manutenção de sua sede tombada; plano anual; conservação e restauro de acervos; difusão de obras audiovisuais; processos de formação abertos ao público; manutenção do trabalho de um núcleo que se dedica às lutas urbanas pelo direito à cidade e os diretos da natureza, através do Parque do Rio Bixiga; entre outras vertentes, nos faz compreender também que várias frentes de financiamento serão necessárias e urgentes para dar conta de toda essa máquina teatral expandida. Esta é uma delas. Esse projeto é realizado em co-produção com a Cabra LTDA, proponente que desde 2001 realiza parcerias com a Associação Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona. Mutação de Apoteose é um espetáculo musical de grandissíssimo porte, são 53 atuadores em cena, com uma banda ao vivo de 10 músicos, mais uma equipe técnica de quase 30 artistas, sem falar no time de apoio e contratações indiretas na produção (pessoas cenotécnicas, costureiras, montadoras de som, luz e vídeo, intérpretes de libras, bombeira...). Muito dificilmente um espetáculo desse porte encontra editais públicos para a sua execução. O Teat(r)o Oficina, além de um viveiro de artistas, é um lugar de formação de público, nossos ingressos precisam ter preços populares, o que torna a bilheteria, como única fonte de financiamento de um corpo técnico-artístico consistente, inviável. A lei de incentivo à cultura é fundamental para que essa temporada popular de Mutação de Apoteose aconteça.

Especificação técnica

1) Mutação de ApoteoseEspetáculo musical em 2 atos. Obra multimídia.Com equipe de 100 pessoasDuração: 2h30Localização: Rua Jaceguai, 520 – Teatro Oficina 2.1) Ciclo de Estudos MetamorfosPalestras–Seminais Os seminais fazem parte do ciclo de 7 encontros teórico-práticos abertos ao público, voltados para o conhecimento e experimentação das áreas de criação envolvidas na montagem de Mutação de Apoteose.Numa espécie de barração aberto, artistas e técnicos-artistas do Teatro Oficina falam do processo de criação de suas linguagens no espetáculo. Carga Horária Geral: 21 horas / 7 seminais com 3h de duração cadaLocalização: Rua Jaceguai, 520 – Teatro Oficina Emenda:Um teatro de encruzilhada, transmídia – atuação, vídeo, artes visuais, mídia tática, poesia, cosmopolíticas! Comunic(a)ção: o que se passa entre? A contracenação importa. Estar diante de outro e de nós mesmos, abertos. Um teatro de f(r)icções cósmicas. Todos os tabus, nenhuma norma. O teatro e seu duplo. A imaginação importa. As personagens e os coros, a fabulação, as confluências e a diferença: eu é um outro. A dramaturgia como ritual de desmascaramento do teatro das relações sociais. Só a simbiose nos liga. A ancestralidade de tudo importa, na vida e no teatro. Presente, passado, futuros. A invenção de mundos no corpo, na cena, nas palavras e nas imagens. O movimento. Essa é a pedagogia da ação que direciona os temas dos 7 seminais. Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona de encruzilhada é um viveiro para fermentação de multiartistas, tecnoartistas, bárbaros tecnizados, pessoas humanas de todas as espécies, poetas, cientistas, atores-atrizes, cantores, compositores, instrumentistas, gambiarristas, videógrafos, etcetera, interessados nos rituais do teatro total como fio condutor da eletricidade de metamorfose dos corpo, do desejo e da imaginação em estado de mutação de apoteose. Tecnologias de fazer-junto, como os corais das águas salgadas, os fungos, os líquens e os cogumelos, as árvores antigas e as aves, as pedras e as águas: teatro. Nos 7 seminais deste projeto desejamos cultivar as terras machucadas da imaginação, aqui falamos na língua cosmopolítica do teatro e com as suas tecnologias nos colocamos nos frontes do nosso tempo-espaço. Não lacramos nada: abrimos! Viva a encruzilhada! O tema comum a todas as palestras (seminais) é o espetáculo Mutação de Apoteose. Palestra–Seminal 1: Dramaturgia e Direção – A cosmogonia de um espetáculoComo nascem as dramaturgias? A quem é dado o direito de inventar mundos? Quais origens de mundo conhecemos? Que mitos constituem nosso inconsciente colonial? Que outros mundos já existem entre nós? Imaginar um mundo é desejo ou privilégio? Essas são algumas perguntas que a dramaturgia nos faz. A imaginação de tudo importa. Sistemas políticos de dominação foram imaginados, desejados e ficcionados ao longo de séculos por modos de vida supremacistas e seguiram retroalimentados por eles. O teatro é uma tecnologia de invenção de mundos. Nós acreditamos na fabulação como prática de vitalidade, friccionando mundos dentro e fora de nós na produção de imagens, corpos,narrativas, forjando nova imaginação coletiva. Palestra–Seminal 2:Atuação – Corpo elétrico em cena. Eros dos coros A catarse importa. O que pode o corpo no teatro de coros? A influência do estilo de interpretação de Cacilda Becker, a potência desenvolvida pela atriz, a eletricidade de sua presença e o encontro com uma perspectiva coral-cosmopolítica para um teatro multiespécie. Palestra–Seminal 3: Iluminação – As estrelas pela primeira vez cintilam vivamenteA luz como protagonista da cena, a construção de atmosferas, estados e alquimias no espaço. A contracenação com a iluminação. De Ziembinski aos moving lights. Palestra–Seminal 4:Sonorização e Música – Só podemos atender ao mundo orecular A devoração da musicalidade de 6 décadas de Teat(r)o Oficina, nos muitos cruzamentos dessa ancestralidade, dando nas canções de Mutação de Apoteose. A fala cantada, expirada, de Cacilda Becker, e sua influência na atuação do espetáculo. O imagiário da construção da trilha sonora do espetáculo e as ações da sonoplastia na cena ativando estados de presença e emoção no teatro. A espacialidade do som e a atuação de um coro acústico. Palestra–Seminal 5: Cinema ao Vivo – Ver com os olhos livresA criação de OAVNIS no Teatro (objetos audiovisuais não identificados), a filmagem viva de um espetáculo e a dança da kinoatuação como tecnologia centaura. A trajetória do vídeo no Oficina dando na videoarte de Mutação. Palestra–Seminal 6: Direção de Cena – Estrelando flores alvíssimasMutação de Apoteose vista da perspectiva dos objetos e das ações da contrarregragem. A poesia plástica movendo a cena. Palestra–Seminal 7:Arquitetura Cênica – Um teatro sem coxiasA encenação ligada à arquitetura cênica do teatro, da árvore Cesalpina à fonte da ethernidade; do jardim à banda; da pista ao teto móvel; dos subterrâneos à rua jaceguai. 2.2) SEMINAIS–ENCONTROS: RODAS DE CONVERSACarga Horária Geral: 9 horas3 seminas-rodas de conversa com 3 horas de duração cada Realização de 3 rodas de conversas de cuidadores (mães, pais e outras/os/es que cuidam), sobre a invenção de possibilidades de inclusão de artistas com filhos/as/es em projetos culturais, visando a criação de uma rede de cuidados e apoio dentro do processo de criação. 3) GRAVAÇÃO DE MÚSICAS DO ESPETÁCULOGravação de 20 canções de Mutação de Apoteose para disponibilização gratuita nas plataformas digitais.Classificação indicativa etária: Livre

Acessibilidade

Nos termos dos arts. 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018, o projeto contempla: I - no aspecto arquitetônico, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida ou idosas para permitir o acesso aos locais onde se realizam as atividades culturais e espaços acessórios como banheiros, áreas de alimentação e circulação; e a) A sala de espetáculo é uma rampa contínua, sendo por si só uma facilitadora de locomoção no primeiro piso; b) Locação de banheiro para PCD; II - no aspecto comunicacional de conteúdo, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiências intelectual, auditiva e visual para permitir o acesso ao conteúdo dos produtos culturais resultantes do projeto.a) Todas as 24 sessões do espetáculo terão tradução em libras; b) Todas as 24 sessões do espetáculo terão audiodescrição; c) Legenda descritiva com acessibilidade nas peças de divulgação do espetáculo nas redes sociais;

Democratização do acesso

Conforme artigo 29 da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024, efetuaremos as seguintes medidas de ampliação do acesso: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, como por exemplo: a) Entrada FREE, dentro da cota de gratuidade, para pessoas trans e não-bináries em situação de vulnerabilidade sócio-econômica; b) pessoas contempladas por projetos sociais e instituições parceiras como: Ocupação 9 de Julho, Casa Chama, Casa 1, Casa Florescer; IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. a) pessoas moradoras do bairro do Bixiga, com apresentação de comprovante de residência, estarão incluídas nos ingressos promocionais - meia-entrada assegurada para estudantes em, no mínimo, 40% (quarenta por cento) do quantitativo total dos ingressos comercializados, conforme o § 10 do art. 1º da Lei nº 12.933, de 2013; e - meia-entrada assegurada para idosos em todos os ingressos comercializados, conforme o art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003. - meia-entrada para acesso a eventos artístico-culturais a estudantes, jovens de baixa renda portadores da Identidade Jovem (ID Jovem) e pessoas com deficiência, em todos os ingressos comercializados, conforme o do Decreto nº 8.537, de 5 de outubro de 2015. Conforme artigo 30 da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024, efetuaremos as seguintes medidas de ampliação do acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; a) 7 sessões do espetáculo transmitidas pela internet, disponibilizando gratuitamente o conteúdo do espetáculo na rede; b) 20 canções do espetáculo disponibilizadas gratuitamente em um álbum distribuido em plataformas digitais; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; a) Ciclo de seminários aberto ao público com temas referentes ao espetáculo e as áreas de criação, como contrapartida; b) Realização de 3 rodas de conversas de cuidadores (mães, pais e outros), sobre a invenção de possibilidades de inclusão de artistas com filhos/as/es em projetos culturais, visando a criação de uma rede de cuidados e apoio dentro do processo de criação;

Ficha técnica

CRIAÇÃO: Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona DIREÇÃO: Camila Mota DRAMATURGIA: Cafira Zoé1º assistente de direção (Conselheira Poeta): Catherine HirschCOMISSÃO TÉCNICA DE TEATRO DE ENCRUZILHADA: Cafira Zoé, Camila Mota, Fernanda Taddei, Letícia Coura, Marília Piraju, Rodrigo Andreolli, Sylvia Prado DIREÇÃO DE MOVIMENTO E PREPARAÇÃO CORPORAL: Cyro Morais, Joel Carlos, Jota Guerreiro, Lucas Andrade, Luciana Froes, Marcio Telles, Nduduzo Siba, Rodrigo Andreolli PREPARAÇÃO DO CORO: Tai Chi Chuan com Gil Rodrigues, Capoeira com Leandro de Souza Leituras e trabalhos de imaginação: com a geral PREPARAÇÃO VOCAL: Letícia Coura, Lucia Gayotto e Tetê Purezempla O CORO: Abmael Henrique, Alexandre Paz, Alex de Tata, Amanda Gabriela, Ana Abbott, Ana Alice Aguiar, Anita Braga, Ayomi Domenica, Bianca Terraza, Bruli Maria, Cafira Zoé, Camila Botelho, Camila Mota, Clara Torres, Cyro Morais, Corisco Amaré Yndio do Brasil, Danielle Rosa, Dan Salas, Fernanda Taddei, Flora Sandyá, Gabriela Campos, Gabriela Costa, Gii Lisboa, Helena Toledo, Henrique Pires, Jennifer Glass, Joana Medeiros, Joel Carlos, Jota Guerreiro, Jozéffa Duarte, Kelly Campello, Klausyuka, Larissa Silva, Leon Oliveira, Letícia Coura, Lucas Andrade, Luciana Froes, Lufe Bollini, Marcelo Dalourzi, Marcio Telles, Marina Menezes, Maurilio Domiciano, Mayara Baptista, Michele Leão, Mila Sequera, Nduduzo Siba, Odá Silva, Paula Bicalho, Pedro Levorin, Raphael Calheiros, Raul Oliveira, Robson Silva, Rodrigo Andreolli, Samurai Cria, Selma Paiva, Tetê Purezempla, Tereza Seiblitz, Vick Nefertiti, Victor Rosa e Viviane Clara. PARTICIPAÇÕES ESPECIAIS: Carmen Silva e Marcelo Drummond DIREÇÃO DE CENA: Anita Braga, Elisete Jeremias, Joel Carlos, Marília Piraju e Pedro Levorin A BANDA: André Santana (Laga) percussão e bateria; Beto Sporleder flauta, clarone, sax; Fefê Camilo percussão; Guina Santos guitarra e cavaquinho; Gustavo Lemos piano e sonoplastia; Letícia Coura voz, cavaquinho e banjo; Maria Bitarello baixo; Moita Mattos direção musical, guitarra, tratamento de som, trilha; Priscila Hilário percussão; Sônia Ushiyama sanfona, Thais Melo trompete, trombone e tuba e Tetê Purezempla flauta, sax barítono e voz VÍDEO AO VIVODireção: Cafira ZoéCâmera ao vivo: Cafira Zoé e Victor RosaImagens adicionais: Klausyuka e Selma PaivaOperação de vídeo ao vivo e video mapping: Renato PascoalPesquisa de imagens: Cafira Zoé, Vitor Rosa, Renato PascoalVideoarte: Cafira Zoé e Renato Pascoal ILUMINAÇÃODesenho de luz: Cyntia MonteiroOperação: Cyntia Monteiro e Angelica TaizeOperadores de foco móvel: Artur Medeiros e Luiz RosaResponsável técnico geral: Renato Banti SOMDesenho de som e operação: Gabriel Vilas e Dj Clevinho DIREÇÃO DE ARTE, PARAMENTOS E OBJETOSDireção Geral: Marília Piraju CRIAÇÃO: Abmael Henrique, Alex Augusto, Amanda Gabriela, Amaré Yndio, Anita Braga, Bianca Terraza, Cafira Zoé, Camila Botelho, Camila Mota, Dan Salas, Fernanda Taddei, Gabriela Campos, Gii Lisboa, Helena Toledo, Henrique Pires, Joel Carlos, Pedro Levorin, Robson Silva, Sylvia Prado, Sônia Ushiyama, Vick Nefertiti, Pitty Ferreira. Desenvolvimento dos figurinos: Abmael Henrique, Dan Salas, Fernanda Taddei, Pedro Levorin e Sylvia PradoParamentos Orixás: Abmael Henrique, Joel Carlos, Robson Silva e Ricardo Costa, Marcio TellesMaquiagem: Sônia UshiyamaModelagem roupa base: Andy LopesCostureiras/os: Eliane Pedreira, Maria de Lourdes Lopes Castilho, Jhonathan Santos, Larissa de Oliveira Alves e Loh GoulartCenotecnia e maquinária: Cássio Omae, José Dahora e Maurilio DomicianoSerralheria: Maurício Batista da SilvaCamareira: Cida Melo PRODUÇÃO: Clara Torres ESTRATÉGIA: Ana Alice Aguiar, Cafira Zoé, Camila Mota, Clara Torres, Fernanda Taddei, Gabriela Costa, Gustavo Lemos, Joel Carlos, Marília Piraju, Pedro LevorinCOMUNICAÇÃOTime de comunicação Uzyna Uzona: Cafira Zoé, Camila Mota e Henrique PiresRedes sociais da Cia: Cafira ZoéReels e vídeos de divulgação: Cafira Zoé, Victor Rosa e Renato PascoalMakumbas gráphykas: Cafira Zoé e Camila MotaAssessoria de imprensa: Canal Aberto - Márcia Marques, Daniele Valério e Flávia Fontes Oliveira FOTOGRAFIA: Buriti Fotografia, Bruno Bou, Giovana Pasquini, Giulia Araújo, Raphael Figueiredo, Matheus Jose Maria ADMINISTRAÇÃO: Anderson Puchetti e Victor Rosa REALIZAÇÃO: Teatro Oficina Uzyna Uzona, Cabra Filmes, arquivo mangue COORDENAÇÃO DO PROJETO: Camila Mota CAMILA MOTAÉ atriz, dramaturga, diretora, produtora, compositora e artista visual. Entrou no Teat(r)o Oficina em 1997, onde atua desde então na criação e concepção de todos os projetos da companhia. Foi co-diretora de "Os Sertões", projeto de transposição do livro de Euclides da Cunha para a dramaturgia e linguagem audiovisual. Faz parte da Coordenação da Universidade Antropófaga – prática de troca e transmissão de conhecimentos do Teat(r)o Oficina. É artista e performer no arquivo mangue (artes visuais e teatro). Fez parte das coletivas "o que não é floresta é prisão política", galeria reocupa, ocupação 9 de julho em são paulo, (2018-2019); “manjar re-conhecimento”, no solar dos abacaxis, rio de janeiro, brasil (2019); “􀀀” na galeria leme, são paulo, sp (2018); “de montanhas submarinas o fogo faz ilhas”, parceria do pivô com a kadist, com a obra comissionada “o que diriam as pedras à marte”, do arquivo mangue. compôs os processos de criação da “autoescola insular”, na 33a bienal internacional de são paulo. em 2019 dirigiu mutação de apoteose, espetáculo de abertura da flip. é diretora do oavni (objeto audiovisual não identificado) AVÁ, que estreou na mostra de cinema de tiradentes 2021 com sessão especial na mostra tiradentes sp (2022) no cinesesc. desenvolve junto com cafira zoé a linguagem do teatro de encruzilhada – um núcleo de criação nascido no Teat(r)o Oficina durante a 5ª dentição da universidade antropófaga (2022). em 2023 estreia mutação de apoteose no Teatro Oficina. CAFIRA ZOÉSapatão não binárie. Cafira Zoé é poeta, ensaísta, dramaturga e artista transmídia, com trabalhos nos campos das artes plásticas, teatro, cinema e videoarte. Desde 2015 faz parte do Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona. Integra também o coletivo multimídia arquivo mangue. É mestre em psicologia clínica e estudos da subjetividade com a dissertação “cerca não prende rio”, com orientação do professor e filósofo Peter Pál Pelbart. MARÍLIA PIRAJUArtista, diretora de arte, arquiteta cênica. Trabalha desde 2011 como arquiteta cênica e diretora de arte no Teatro Oficina em criações e remontagens de 15 peças, como: "Macumba Antropófaga", "Odisseia Cacilda", "O Rei Da Vela" e "Roda Viva". Colaborações de roteiro em: "Rito Cine-teatro-gráfico, Centenário de Lina Bo Bardi, para a exposição "O Interior está no Exterior", curadoria de Hans Ulrich; Na performance “O Corpo Antropófago e a Cidade: Flávio De Carvalho”, na III Bienal de Design de Istambul, em 2016; e nas criações do coletivo Terreyro Coreográfico, sendo a última, a "ATIVAÇÃO DOS PARANGOLÉS" na exposição “HÉLIO OITICICA A Dança Na Minha Experiência”, MASP, em 2020. Participou em 2013 da X Bienal Internacional de Arquitetura, em São Paulo, na elaboração do projeto "Anhangabaú da Feliz Cidade". Em 2017 fez a direção de arte do projeto "Ara Maioʼi", com direção de Daniel Kairoz. Atuou como arquiteta cênica na peça "Os uns e os Outros" com direção de Cibele Forjaz, no Sesc Pompeia. Em 2018 fez o projeto expográfico da exposição "Ser essa terra: São Paulo cidade indígena", no Memorial da Resistência de São Paulo. Deu aulas na Escola da Cidade e Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB), com curso Arquitetura e Urbanismo Cênico. Desde 2011 atua na luta pela criação do Parque do Rio Bixiga. Em 2021, criou roteiro com Daniel Kairoz do filme TERRA CORO, contemplado pelo fomento à dança. Em 2022 dirigiu e criou dramaturgia para o trabalho O Eros Dos Coros, no Teatro Oficina, Universidade Antropófaga.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.