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PRONAC 242333ArquivadoMecenato

Caixa da Alegria

JOAO PAULO GOMES MAFORTE
Solicitado
R$ 223,9 mil
Aprovado
R$ 223,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2024-04-16
Término
2024-09-16
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais

Resumo

Caixa da Alegria é um projeto de produção de um curta-metragem de ficção, com 15 minutos de duração, no formato 4K, que tem como objetivo a interação direta com o público-alvo (crianças, pré-adolescentes, adolescentes e famílias). O curta tem uma narrativa e temática que valoriza as brincadeiras e jogos ancestrais com o intuito de manutenção e salvaguarda de saberes tradicionais. Como produto secundário será realizada uma Oficina Recreativa e Cultural que tem como intuito estimular os alunos a criação de jogos e brincadeiras ancestrais, com base nos recursos didáticos disponibilizados.

Sinopse

CURTA-METRAGEM: O curta-metragem de ficção Caixa da Alegria levará as crianças para um lugar calmo e tranquilo, mas cheio de aprendizado. De férias na casa dos avós as crianças descobrem, após uma chuva muito forte, uma caixa, cheia de brincadeiras, que foi passada de geração em geração. Com classificação indicativa livre, o curta, com 15 minutos de duração, tem o intuito de contribuir para a valorização das brincadeiras e jogos que marcaram gerações. OFICINA: A Oficina Recreativa Caixa da Alegria é uma ação formativa que busca, em 3h, disponibilizar contação de histórias, jogos interativos e brincadeiras de forma, essencialmente, prática, com a metodologia experienciada pelo profissional contratado. Procuraremos dar ênfase em histórias humanas, jogos e brincadeiras que resgatam a amizade, memória e o coletivo valorizando a memória e contribuindo para a salvaguarda de saberes culturais contidos nessa formação. Com ênfase em recursos de pausa, ritmo, gesto e memorização. Além de fundamentos sobre a origem e o tipo de histórias e suas características, a oficina traz a Caixa da Alegria disponibilizada a todos os alunos participantes. A caixa contará com recursos complementares de execução da oficina e jogos para a fixação do aprendizado, após a aplicação da ação formativa.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: 01 - Contribuir para o acesso à cultura previsto no Art 215 da Constituição Federal, por meio de uma obra audiovisual e uma oficina recreativa cultural. 02 - Desenvolver caixas recreativas junto aos alunos contendo brincadeiras ancestrais e mecanismos sensoriais para complementar a narrativa da obra audiovisual, por meio da Oficina Recreativa Caixa da Alegria. 03 - Contribuir por meio da Oficina Recreativa Cultural com a valorização e manutenção de saberes tradicionais contidos nas brincadeiras e jogos ancestrais. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: CURTA METRAGEM: - Gravar um curta metragem de 15 minutos, em formato 4K, com a temática de valorização de jogos e brincadeiras ancestrais, para ser exibido duas vezes para cerca de 750 alunos da rede pública de ensino do município de Belo Horizonte. - Fazer a contratação de no mínimo 50% da equipe técnica residente ou domiciliada no estado de Minas Gerais. CONTRAPARTIDA SOCIAL: - Realizar a Oficina Recreativa para cerca de 300 alunos da rede pública de ensino do município de Belo Horizonte, com a distribuição de 300 caixas com materiais complementares (recursos didáticos), para a execução dos jogos e brincadeiras. - Fazer a contratação de no mínimo 50% da equipe técnica residente ou domiciliada no estado de Minas Gerais.

Justificativa

O projeto justifica-se por atender incisos do Art. 1o da Lei 8313/91, que são eles: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; O projeto Caixa da Alegria emerge como uma iniciativa inovadora e inclusiva no cenário cultural, contribuindo para a democratização do acesso de obras audiovisuais para crianças e adolescentes da rede pública de ensino. A proposta não apenas é uma ação educativa, mas também busca quebrar barreiras socioeconômicas, garantindo que crianças e adolescentes de todas as camadas sociais tenham acesso a produções cinematográficas enriquecedoras. A Oficina Recreativa Caixa da Alegria permite que os estudantes não só assistam ao filme, mas também fomenta o desenvolvimento cognitivo e criativo deles. Assim, o projeto não apenas oferece uma obra audiovisual, mas cria uma ponte para a participação efetiva e inclusiva no universo da brincadeira e, também, cinematográfico. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Ao enfocar a interação direta com o público-alvo, o projeto Caixa da Alegria não só produzirá um curta-metragem, mas também atuará como um veículo de valorização do trabalho artístico cultural regional. Ao incorporar elementos locais na narrativa, o projeto ressalta a riqueza e diversidade da cultura da região, proporcionando uma representação autêntica e única. A interação com o público-alvo não só fortalece a identidade cultural local, mas também promove um diálogo enriquecedor entre os artistas e a comunidade. IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto Caixa da Alegria se destaca pela produção de um produto cultural brasileiro e também pela priorização da geração de emprego e renda nos locais de atuação da iniciativa. Ao envolver profissionais locais, desde roteiristas e cineastas, até profissionais responsáveis pela confecção da Caixa, a iniciativa impulsiona a economia criativa em nível regional. Essa abordagem enriquece a qualidade artística do projeto, pois incorpora talentos locais e também contribui para a sustentabilidade econômica das comunidades envolvidas. O projeto também se justifica no Art. 3º da Lei 8313/91 por meio das normas onde se lê: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001)

Estratégia de execução

A proposta é de ficção sem animação.

Especificação técnica

CURTA-METRAGEM: Câmera Sony a7sIII; lente canon 50mm 1.4 e lente canon 24-105mm 4; lentes fixas 28, 50 e 35 mm para Sony; estabilizador webill-s; tripé Benro; 2 baterias sony np-fz 100; cartões Sandisk 128gb; jogo de lâmpadas de led. Produto final a ser entregue:O curta-metragem Caixa da Alegria será captado em 4 k e finalizado (colorização e finalização de áudio) também. Após a montagem e finalização, o filme será exibido em escolas da rede pública do Estado de MG, à priori na capital. O produto final possui classificação indicativa livre, com 15 minutos, sobre a valorização de jogos e brincadeiras ancestrais. Projeto Pedagógico - CONTRAPARTIDA SOCIAL - Oficina Recreativa Caixa da Alegria. Título da oficina: Oficina Recreativa Caixa da Alegria Ementa: A Oficina Recreativa Caixa da Alegria é uma ação formativa que busca, em 3h, disponibilizar contação de histórias, jogos interativos e brincadeiras de forma, essencialmente, prática, com a metodologia experienciada pelo profissional contratado. Procuraremos dar ênfase em histórias humanas, jogos e brincadeiras que resgatam a amizade, memória e o coletivo valorizando a memória e contribuindo para a salvaguarda de saberes culturais contidos nessa formação. Com ênfase em recursos de pausa, ritmo, gesto e memorização. Além de fundamentos sobre a origem e o tipo de histórias e suas características, a oficina traz a Caixa da Alegria disponibilizada a todos os alunos participantes. A caixa contará com recursos complementares de execução da oficina e jogos para a fixação do aprendizado, após a aplicação da ação formativa. Carga Horária: 3 horas Número de alunos: 300 alunos Público Alvo: Alunos da rede pública de ensino. Objetivos: - Realizar a Oficina Recreativa para cerca de 300 alunos da rede pública de ensino do município de Belo Horizonte, com a distribuição de 300 caixas com materiais complementares (recursos didáticos), para a execução dos jogos e brincadeiras. PROFISSIONAL RESPONSÁVELJoão Paulo Gomes Maforte, popularmente conhecido como Maforte, é formado em Educação Física, com diversas formações e experiências em arte-educação. É fundador da Arca da Alegria, onde desenvolve projetos consolidados de recreação, que envolve apresentações teatrais, dança, artes integradas e oficinas de percussão, argila, contação de histórias e desenhos. SITE: https://www.arcadaalegria.com.br/quem-somosINSTAGRAM: https://www.instagram.com/arca.daalegria/ CONTEÚDO PROGRAMÁTICO - Contação de história.- Conceito dos jogos e brincadeiras.- Experimentação dos jogos e brincadeiras. RECURSOS DIDÁTICOS A SEREM UTILIZADOS A Caixa da Alegria é recheada de atividades lúdicas e criativas: bolinha de gude, receitas, livros e materiais reciclados para construção de brinquedos. Cada caixa tem todo material que a criança precisa para desenvolver cada brincadeira. DEMOCRATIZAÇÃO E ACESSIBILIDADE: Todas as atividades desta proposta serão cedidas de forma gratuita em regiões de vulnerabilidade social ou de mais fácil acesso a esse público. LOCAL DE REALIZAÇÃO: Escolas públicas do município de realização da proposta.

Acessibilidade

A acessibilidade do projeto como um todo, incluindo produto principal e secundário, se dará por meio de disponibilização de: CURTA METRAGEM - EXIBIÇÃO: ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas de acesso e corrimão durante as exibições em escolas públicas. As exibições em escolas já contarão com essa medida de acessibilidade, pois a adaptação do espaço no quesito arquitetônico é uma exigência das secretarias de educação. ACESSIBILIDADE AUDITIVA: intérprete de libras para PCD 's auditivos durante as exibições. O produto audiovisual também será gerado com legendas descritivas e audiodescrição. CONTRAPARTIDA SOCIAL - OFICINA: ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas de acesso e corrimão durante a aplicação das oficinas em escolas públicas. Geralmente as escolas já contam com essa medida de acessibilidade, pois a adaptação do espaço no quesito arquitetônico é uma exigência das secretarias de educação. Porém, caso não houver, o projeto prevê uma adaptação momentânea em rubrica estrutural. ACESSIBILIDADE VISUAL: Todo material gráfico produzido para a oficina, contará com impressão em braille. ACESSIBILIDADE AUDITIVA: intérprete de libras para PCD 's auditivos durante a oficina.

Democratização do acesso

O projeto possui como principal mecanismo de democratização o acesso à concessão da obra de forma gratuita GRATUITA à comunidade escolar, ou seja, a exibição será realizada em ESCOLAS. Com foco em instituições de ensino públicas e de preferência em periferias. Não haverá exibição em TV e não será exibido nas mídias sociais. Ao todo, pretende-se atingir cerca de 300 estudantes da rede pública de ensino com a exibição do produto principal, de forma gratuita. O mesmo se enquadra no inciso no Artigo 28 da IN 01/2023 onde se lê: Art.28 da IN 01/2023. X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC). Demais medidas se enquadram nos seguintes incisos: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; Disponibilizar na internet os bastidores/processo de filmagem do curta. Isso permitirá que pessoas de diversas regiões do país, inclusive aquelas que não têm condições de deslocamento físico, possam ter acesso aos conteúdos produzidos, por meio das redes sociais. Essa disponibilização online também promove a preservação da memória cultural, permitindo que o público tenha acesso a registros que podem estimular outras produções semelhantes ao redor do país. VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Palestras com a equipe em exibições sobre o processo de produção do filme. O enquadramento no Artigo 27 da IN 01/2023 não se aplica devido ao fato desta norma se tratar dos quantitativos referente a projetos com cobrança de ingresso. Com relação a contrapartida social, ela também atingirá 300 alunos da rede pública de ensino, sendo as oficinas realizadas nas próprias escolas.

Ficha técnica

NOME: João Paulo Gomes Maforte FUNÇÃO: Coordenador Geral e Produtor Executivo MINI CURRÍCULO: João Paulo Gomes Maforte, popularmente conhecido como Maforte, é formado em Educação Física, com diversas formações e experiências em arte-educação. É fundador da Arca da Alegria, onde desenvolve projetos consolidados de recreação, que envolve apresentações teatrais, dança, artes integradas e oficinas de percussão, argila, contação de histórias e desenhos. SITE: https://www.arcadaalegria.com.br/quem-somos INSTAGRAM: https://www.instagram.com/arca.daalegria/ NOME: Luciano Silva de LimaFUNÇÃO: Diretor cinematográfico MINI CURRÍCULO: Ator e músico tricordiano graduado em Produção Cultural pela Universidade de Franca. Integra as peças teatrais "Aqui Jaz uma Fofoqueira", "Quem Conta Um Conto, Aumenta Um Ponto" e "Sem Querer Militei", ambas como ator, músico e produtor cultural. Compõe o núcleo dos coletivos Marginália Filmes, Quintal Produções Artísticas e Viraminas Associação Cultural. É pós graduando em Gestão de Projetos Culturais e integra o corpo de prestador de serviços da Criape Brasil, como Analista de Projetos Culturais e Esportivos. Cursou Produção Audiovisual (Tecnólogo- incompleto) e cursos livres de formação audiovisual. Integrou como diretor de gravação o projeto Biblioteca de Todo Mundo (2021), Oficina de Criação de Fantoches (2023), Cura (2020), Essas Flores Não Murcham (2021), onde foi premiado como Best Drama no Vegas Movie Awards. Atuou também de 2020 a 2021 como assistente de produção e fotógrafo still no núcleo audiovisual Marginália Filmes. NOME: Ana Paula Guimarães Valois FUNÇÃO: Direção de Produção MINI CURRÍCULO: Com mais de 20 anos de mercado, Ana Paula Valois tem pós-graduação em cinema e especialização em roteiro. Experiência em TV, especialmente em direção, coordenação e produção de programa diário e produção, roteiro e direção de séries. Atuação, também, em produtoras, como produtora audiovisual e roteirista. Elaboração e coordenação de projetos aprovados em Leis de Incentivo. Produtora de conteúdo, locutora e, ainda, passagem por empresas nas áreas de comunicação interna e externa.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.