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O RIO - é a produção de media metragem (filmado e editado em alta resolução) com 52 min, formato documentário, com imagens inéditas e originais que através do trajeto fluvial de rios da divisa entre o Brasil e a Bolivia, no Estado de Rondônia e Mato Grosso, juntos aos rios Mamoré, Guaporé e Madeira, abordará aspectos históricos de sua formação, manifestações culturais e o modo de viver contemporâneo das pessoas que lá vivem.
O RIO Devagar, o tempo transforma tudo em tempo. O ódio transforma-se em tempo. O amor transforma-se em tempo. A dor transforma-se em tempo. Os assuntos que julgamos mais profundos, mais impossíveis, mais permanentes e imutáveis transformam-se devagar em tempo (Peixoto). E é nesse tempo da vida e poesia, que as águas de O RIO, nos conta a história do caminho que faz, desde seu nascimento e encontro com as aguas de tantos rios amazonicos. É em suas margens, em plena Floresta Amazônica, que o rio une culturas, povos e se transforma num território exuberante e único. O rio aqui une dois países Brasil e Bolívia, e é ele o personagem dessa obra. O RIO transforma tudo em tempo, suas manifestações culturais, sua fé, suas lutas históricas e todo o modo do viver contemporâneo de suas populações que vivem às suas margens. É num tempo do rio, por suas águas, correntezas, movimentos, cores, perigos, belezas naturais, que a obra cinematográfica desafia um novo olhar sobre a região e a convivência entre animais, plantas e pessoas. O RIO - é a produção de media metragem (filmado e editado em alta resolução) com 52 min, formato documentário, com imagens inéditas e originais que através do trajeto fluvial de rios da divisa entre o Brasil e a Bolívia, no Estado de Rondônia e Mato Grosso, juntos aos rios Mamoré, Guaporé e Madeira, abordará aspectos históricos de sua formação, manifestações culturais e o modo de viver contemporâneo das pessoas que lá vivem. Será realizado um resgate e registro histórico da formação e ocupação no entorno dos Rios Mamoré, Guaporé e Madeira, junto aos Estados do Mato Grosso e Rondônia e na divisa entre Brasil e Bolívia.
OBJETIVO GERAL O RIO - é a produção de media metragem (filmado e editado em alta resolução) com 52 min, formato documentário, com imagens inéditas e originais que através do trajeto fluvial de rios da divisa entre o Brasil e a Bolivia, no Estado de Rondônia e Mato Grosso, juntos aos rios Mamoré, Guaporé e Madeira, abordará aspectos históricos de sua formação, manifestações culturais e o modo de viver contemporâneo das pessoas que lá vivem. O personagem principal do documentario sao os tres rios que contam historias. OBJETIVOS ESPECI´FICOS: 1. Resgate e registro histórico da formação e ocupação no entorno dos Rios Mamoré, Guaporé e Madeira, junto aos Estados do Mato Grosso e Rondônia e na divisa entre Brasil e Bolívia; 2. Registro cinematográfico representado pelo encontro dos biomas, a Floresta Amazônia e o Pantanal, com imagens dos rios e florestas que compõem a região e divisas e fronteiras; 3. Formação de "novos olhares" num formato pedagógico sobre região de valor estético, cultural e histórico; 4. Propiciar ao telespectador, de forma informativa e como entretenimento, comunicação atraente, democrática e popular sobre conhecimento geográfico e histórico da região; 5. Difusão e visibilidade ao publico em geral, através do conteúdo audiovisual, da dimensão ambiental com seus impactos ambientais e a ação humana que , estimulando-se dessa forma, o conhecimento acerca da complexidade e importância da região; 6. Propiciar e estimular conhecimento à futuras pesquisas quanto a memória, história e belezas naturais da região amazônica nas fronteiras entre dois países latinos: Brasil e Bolívia; 7. Formação de banco de imagens da cultura produzida a partir da Amazônia dos povos dessas localidades fomentando-se dessa forma, o empoderamento cultural das populações envolvidas.
O presente Projeto O RIO se encontra perfeitamente enquadrado junto as diretrizes, objetivos e princípios da Lei 8313/91, que institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura, o qual prevê̂, precipuamente, o fomento à produção cultural e artística brasileira, de forma que cumpra com valores que possibilitem a democratização do acesso à cultura, dos mais variados e diversificados segmentos populacionais brasileiros. Isso equivale a ressaltar que o referido projeto ao produzir o Média Metragem atende os objetivos preceituados na respectiva Lei de Incentivo à Cultura, em seus incisos do art. 1º, quais sejam: " ... I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País". E ainda, o projeto está plenamente enquadrado nas exigências do art. 3o da referida Lei 8.313/91, por se tratar de projeto que incentiva fomento à produção cultural e artística, além do estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante distribuição gratuita e pública do produto cultural a ser produzido, que se dará junto as instituições públicas como escolas, bibliotecas, pontos de cultura dentre outras, ficando em plataforma digital e aberta ao público em geral. Ressalta-se aqui que a Lei 8.313/91, após vigência de mais de 25 anos, é o mais importante e principal mecanismo de promoção da cultura no Brasil. No caso de projetos culturais através do Estado de Rondônia, a Lei de Incentivo à Cultura é o único mecanismo de incentivo à cultura existente, o qual prevê̂ renúncia fiscal, considerando que não há leis de incentivo estadual, nem municipais, que possibilitem aos agentes culturais a realização de seus projetos. É imprescindível o registro da cultura da população tradicional dessa Região visando a preservação da memória e costumes para as presentes e futuras gerações. O histórico da região a ser filmada, remonta ao período do Brasil Colônia, com a conquista e ocupação do território pela metrópole portuguesa e as disputas com a Espanha. Essa intervenção e apropriação do território representou impactos diferentes na construção das identidades culturais. A ocupação se deu através da presença militar com a construção de fortificações e a exploração da mão de obra escrava, com a formação de comunidades quilombolas (Santo Antônio do Guaporé´ e Pedras Negras) provenientes da resistência de escravos fugitivos da construção do Forte Príncipe da Beira (Costa Marques) e posteriormente, do manuseio das seringueiras (extração do látex) e coleta de castanha na Região. A presente região tem ainda, relação profunda com os costumes da população ribeirinha local que vive da pesca e coleta da castanha. Cortada pelos rios amazônicos Mamoré, Guaporé´ e Madeira mantem intensa convivência com o lado boliviano da fronteira e a partir dos últimos anos o cenário na região vive intensa modificação sendo este território, foco de grandes e importantes projetos de desenvolvimento da região. O conteúdo audiovisual "O RIO" a ser captado em formato de alta definição, o qual também será finalizado com a mesma qualidade, onde conterá inclusive mapeamento visual, com intervenção de computação gráfica, mapas históricos, ilustrações iconografias, acervos históricos e imagéticos, dentre outros. O conteúdo audiovisual, a ser produzido é destinado diretamente a Distribuição Gratuita com 52 min. O conteúdo a ser produzido será ainda importante instrumento de democratização cultural. O documentário possibilitará novos olhares no saber e fazer audiovisual, investigando as formas de apropriação da linguagem cinematográfica, como inclusive, ferramenta pedagógica para todas as pessoas. O hábito de ver cinema, televisão, acessar novas plataformas virtuais faz parte da cultura atual. Nesse sentido, o Documentário procurará mostrar de uma forma atraente, o uso desta tecnologia para promover a aprendizagem de forma crítica e atualizada, buscando tratar de assuntos atuais, sejam eles informativos ou de entretenimento. Além do exposto acima, o projeto "O RIO" atende e observa ainda, os impactos positivos sócio econômicos, dessa forma promove: Quanto a utilização de mão de obra local: a produtora por ser da região Norte utiliza-se em seus projetos, costumeiramente, de mão de obra local, especialmente, a exemplo das atividades que envolvem a contratação de produtores locais, motoristas, profissionais do audiovisual, dentre eles, assistentes de câmera, cinegrafistas, iluminadores, operadores de som, editores de imagem, produtor, fotógrafo, auxiliares de produção, administrador, secretária, contador, barqueiros, práticos, tripulantes, cozinheiros, dentre outros, necessários para a execução do projeto. Quanto a contratação de serviços, aquisição de produtos e gastos: Os gastos realizados com o orçamento previsto são efetivados junto à própria região do respectivo Projeto. Dessa forma, passagens aéreas, alimentação, hospedagem, locação de embarcação, combustível, locação de equipamentos, material de divulgação, dentre outros que são realizados de forma integral nas respectivas localidades. Os patrocínios recebidos são em quase 100% investidos nas localidades das atividades do Projeto. Quanto a democratização do acesso e medidas de acessibilidade: O trabalho terá a distribuição gratuita para escolas, bibliotecas e instituições publicas, e será amplamente divulgado em plataforma virtual. Estão ainda garantidas as medidas de acessibilidade, o qual será ainda observado rigorosamente o cumprimento da Lei 13.146 de 06/07/2015, que disciplina a assegurar e promover o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, e para tanto adotará as medidas necessárias a audiodescriça~o, legendagem descritiva e Língua Brasileira de Sinais.
O RIO - produção de media metragem (filmado e editado em alta resolução) com 52 min, formato documentário, com imagens inéditas e originais que através do trajeto fluvial de rios da divisa entre o Brasil e a Bolivia, no Estado de Rondônia e Mato Grosso, juntos aos rios Mamoré, Guaporé e Madeira, abordará aspectos históricos de sua formação, manifestações culturais e o modo de viver contemporâneo das pessoas que lá vivem. O documentario atendera medidas de acessibilidade com distribuicao gratuita via plataforma digital/virtual.
ACESSIBILIDADE Quanto a acessibilidade será observado rigorosamente o cumprimento da Lei 13.146 de 06/07/2015, que disciplina a assegurar e promover o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, e para tanto adotará as medidas necessárias a audiodescrição, legendagem descritiva e Língua Brasileira de Sinais. Dessa forma está previsto junto a planilha orçamentária os custos do respectivo trabalho.
Quanto a democratização do acesso: o trabalho terá a distribuição gratuita para escolas, bibliotecas e instituições publicas, e será amplamente divulgado em plataforma virtual. Estão ainda garantidas as medidas de acessibilidade, o qual será ainda observado rigorosamente o cumprimento da Lei 13.146 de 06/07/2015, que disciplina a assegurar e promover o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, e para tanto adotará as medidas necessárias a audiodescrição, legendagem descritiva e Língua Brasileira de Sinais.
DIRETOR ARTÍSTICO: JOSÉ JURANDIR DA COSTA Nasceu no Estado do Ceará. Cineasta, Diretor e Produtor de Vídeo e Cinema, Publicitário, Curador e Coordenador Geral do CINEAMAZÔNIA – Festival Latino Americano de Cinema Ambiental. FORMAÇÃO ACADÊMICA - 2002-2005 – Publicidade e Propaganda Uniron – Faculdade Interamericana de Porto Velho. FORMAÇÃO COMPLEMENTAR - 2017 – Curso O Processo Criativo na Realização Audiovisual - Com Tizuka Yamasaki. Escola de Cinema Darcy Ribeiro (Rio de Janeiro); 2017 – Curso Desenho de Som – A Narrativa Sonora e a Música dos Ruídos - Com Ricardo Mansur. Escola de Cinema Darcy Ribeiro (Rio de Janeiro); 2017 – Curso Cinema Auto Referencial com Basel Ramsés - Escola Internacional de Cinema e TV de Cuba; 2014 - Patrocínio, Marca e Reputação - CEMEC – Cultura e Mercado SP; 1997 - Curso de Diretor de Fotografia e Montagem - AICTV – Academia Internacional de Cinema. Diretor do VOANDO SOBRE A AMAZÔNIA: RIO GUAPORE (2019); Diretor de QUILOMBAGEM (2007); Diretor do Programa CULTURA EM CENA, TVE MADEIRA MAMORÉ, canal 2, no ano de 1994. Os programas produzidos retratavam obras de artistas locais, músicos, poetas, historiadores, etc. Editor dos fanzines (revistas alternativas) PICADA CULTURAL E MULTIPROPILENENDROXINAMELACRÍLICO, jornais independentes que circulam todo o mundo. Participou do FESTIVAL MUNDIAL DO MINUTO DE 1995 E 1996 com os vídeos: “NA FEIRA...” E “THE COWBOY”. Participou da mostra paralela do XVIII GUARNICÊ DE CINE E VÍDEO em 1995 com o vídeo “RAÍZES - RITA QUEIROZ”. Produziu e dirigiu “PATATIVA DO ASSARÉ” vídeo sobre o maior poeta popular do Brasil, trabalho que participou da mostra paralela do XIX GUARNICÊ DE CINE E VÍDEO em São Luiz - MA. Em 1996 foi premiado em SEGUNDO LUGAR, com THE COWBOY” - categoria ficção - no FESTIVAL NACIONAL DE VÍDEO DE TERESINA-PI.Em97concorreucomovídeo“Morto-Vivo”no FestivaldeCinemaeVídeodeCuritiba, Guarnicê de Cine-Vídeo do Maranhão em junho de 1997, em agosto de 1997 obteve menção honrosa n Em97concorreucomovídeo“Morto-Vivo”no FestivaldeCinemaeVídeodeCuritiba, Guarnicê de Cine-Vídeo do Maranhão em junho de 1997, em agosto de 1997 obteve menção honrosa no Palm Springs International Short Film Festival, Califórnia, USA, foi selecionado para o 5o Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá em novembro de 1997. Concorreu no 5o Festival de Vídeo de Teresina com os vídeos PATATIVA DO ASSARÉ e MUI AMIGO. Competiu no IV FENART - PB com MUI AMIGO, abril de 1998. Em maio de 1998 concorreu com PATATIVA DO ASSARÉ no Fest Cine Vídeo Curitiba. MARCAS DA AMAZÔNIA docudrama concorreu em junho de1998 no XXI Guarnicê de Cine e Vídeo em São Luiz - MA, obtendo prêmio especial do júri (narrativa) e melhor direção de arte. Festival ULAM de vídeos sobre educação ambiental, julho de 98 - Brasília, concorreu com THE COWBOY e NA BEIRA DO RIO MADEIRA. Co-dirigiu o making- of do festival de cinema e vídeo de Curitiba anos de 97 e 98. Concorreu no V Festival Internacional do Chile 1998 com o vídeo “Marcas da Amazônia”. Concorreu com Marcas da Amazônia no Festival de Cinema e Vídeo de Curitiba em maio de 1999, em setembro de 99 concorreu no Festival Internacional de Making Of com o vídeo Festival de Cinema e Vídeo de Curitiba - making of. Participou de UM OLHAR SOBRE A AMAZONIA, em duas cidades na Austria: Graz (Instituto Latino Americano) e Leoben (Universidade de Leoben), em novembro de 1999. Abril de 2000, exibiçãodefilmesamazônicosemGraz,Austria.Evento:500anosdeBrasil VisõesAmazônicas. Produtor da TV Cultura de São Paulo EXPRESSO Brasil Rondônia; Diretor e Produtor do PROJETO DE DOCUMENTAÇAO MUSICAL HISTÓRIAS MAL CONTADAS DIRETOR DE FOTOGRAFIA - JOSÉ EUGÊNIO VELOSO (XENO VELOSO) - Formação; Radialismo: Sindicato dos Radialistas da Bahia - Faculdade Visconde de Cairú. 1994. Iniciou sua carreira no primeiro circuito de TV de rua do Brasil o VT Camaçari, programa informativo do Município de Camaçari, Bahia. Na preparação do projeto participa de curso de roteiro com Doc Comparato e oficina de produção de vídeo, ambos pela Fundação Cultural do Estado da Bahia (1982). A partir de 1984, passa a operar câmeras de video e em 1990 inicia-se no processo de iluminação, atuando como diretor de fotografia no Pernambuco 90, programa informativo do governo de Pernambuco. Auto didata ( período ausente de escolas no Brasil ) participa de várias oficinas práticas de fotografia entre elas: oficina de fotografia de cinema, pelo SATED BA (1996), oficinas de fotografia com Walter Carvalho 1997 e Carlos Ebert em 1998, ambas pela Fundação Cultural do Estado da Bahia. Em 1998 cria a produtora Xeno Produções Audiovisuais. Produz videos institucionais e documentários, atuando como diretor de fotografia e operador de câmera. A produtora se destaca no setor sócio ambiental, atendendo empresas privadas como Petrobras, SESI, Politeno e também entidades como UNEB, Universidade do Estado da Bahia, Prefeitura Municipal de Salvador e blocos afros como Ylê Ayê e Muzenza. A partir do ano 2000 presta serviço de diretor de fotografia em curta metragens, campanhas políticas, comerciais, documentários e series para tv. Referencias Mandinga em Colômbia - Diretor: Lazaro Faria - TV Educativa de Cali – Colômbia; 25 anos da UNEB - Universidade Estadual da Bahia - Diretor Luciano Carcará 500 anos de Brasil - Bahiatursa - Diretor: Kabá Gaudenzi - Sec turismo da Bahia Série Brasil Místico - Diretor: Silvio Tendler – Globosat; Série Brasil - Travessias - Diretor: Silvio Tendler - Canal Brasil Cine TV MONTADOR: JC OLIVEIRA - Editor audiovisual e realizador independente. Como editor, trabalhei em diversos projetos, para cinema e TV, para plataformas como Amazon Prime Video, Globoplay, TV Globo, Multishow, GNT, TV Brasil e outras, além de projetos exibidos e premiados em festivais como Gramado, Festival do Rio e É Tudo Verdade. Em paralelo ao trabalho de edição para o mercado audiovisual, mantenho interesse na realização cinematográfica, com obras de ficção e documentários que passaram em diferentes festivais, no Brasil e no exterior. Dirigi o documentário “Sorriso” (2019), que foi selecionado para o 35th interfilm Berlin, ganhou o prêmio de melhor curta documentário no 14th Belize Int'l Film Festival e também passou no 11th MakeDox, na Macedônia, ShortsAttack, na Alemanha, e London Lift-Off Global Network. Meu último filme é a experiência de dança imersiva “200”, filmada em 360 (VR) e que se encontra em finalização. Além da trajetória profissional, tenho experiência em pesquisa acadêmica e em sala de aula. Atualmente faço Doutorado em Cinema e Audiovisual na UFF (PPGCine-UFF). Sou formado em Cinema também pela UFF, tenho especialização em Roteiro para Cinema, TV e Novas Mídias pela PUC-Rio e Mestre em Mídias Criativas na ECO-UFRJ. COLORISTA - PAULO DE ANDRADE - QUALIFICAÇÕES: Vasta experiência (39 anos) em TV e cinema nas áreas de roteiro, produção, direção e pós-produção – incluindo color grading, finalização, animação, design, compositing e efeitos especiais. Escreveu, produziu, dirigiu, editou e finalizou mais de 1500 programas de televisão, comerciais, clipes musicais, vídeos institucionais, filmes, etc. Colorista sênior há 22 anos nos EUA e Brasil. Único colorista membro efetivo da ABC (Associação Brasileira de Cinematografia) do Rio de Janeiro, e um de apenas quatro no Brasil a receber a sigla da associação. Trabalhou para a Rede Globo de Televisão por um total de 17 anos, tendo começado como diretor assistente no programa piloto Humor Livre (o primeiro no mundo a utilizar todos os cenários feitos em computação gráfica), até escrever o programa dos Trapalhões (média de 48 milhões de telespectadores), durante sete anos e outros programas humorísticos como Turma do Didi, Toma Lá, Dá Cá, Escolinha do Professor Raimundo, e Novos Trapalhões. Também escreveu os roteiros de 7 filmes dos Trapalhões, que figuram entre as maiores bilheterias da história do cinema brasileiro, e produziu efeitos especiais para a Rede Globo e para o cinema. Estudou produção de televisão e cinema em Hollywood, antes de trabalhar para a Rede Globo e, em 1991, retornou aos Estados Unidos onde abriu uma produtora premiada, cujos clientes incluem grandes multinacionais. Especializou-se em finalização e marcação de luz, com cursos na Discreet, Side FX, Softimage e Apple. Teve colunas fixas e escreveu centenas artigos para as maiores revistas de produção de vídeo, televisão e cinema dos Estados Unidos. Foi Produtor Sênior da Digital Media Online e fez parte do painel de experts do maior site de intercâmbio profissional de cinema e vídeo do mundo, o Creative Cow. Conselheiro da diretoria da Associação Brasileira de Cinematografia e Instrutor de diversos cursos presenciais e online sobre Workflow Digital, Edição, e Finalização. Vasta experiência em roteiro, direção e pós-produção de apresentações interativas e vídeo para internet e celulares. FELIPE MERAZZI TAUIL trilha original - Músico, percussionista e produtor musical, iniciou seus estudos aos 12 anos e já passou por principais cidades e países do mundo através da música , sendo a Cultura nacional uma das suas principais inspirações artísticas. Sua experiência profissional possibilita trabalhos tanto no campo erudito como popular. Artistas como, Fátima Guedes, Guinga, Paulinho da Viola, Celso Fonseca, Ivan Lins, Tunai, Antônio Carlos e Jocafi, Monarco, Chico Batera, Leila Pinheiro, Orquestra Petrobras Sinfônica, Orquestra de Solistas do Rio de Janeiro, Banda Filarmônica do Rio de Janeiro dentre outros fazem e fizeram parte da sua trajetória. Com grande conhecimento sobre ritmos nacionais, trabalhou dando aulas sobre cultura brasileira através dos ritmos. Realizou workshop para alunos do curso de percussão da Faculdade de Oberlin em Ohio. Fez um trabalho juntamente com a prefeitura de Rio das Ostras para formação da Banda Municipal da cidade, ministrando aulas de percussão com foco em Bandas Sinfônicas. Foi professor do projeto Aprendiz, ensinando música e percussão para as crianças da rede municipal de ensino da cidade de Niterói. Ministrou workshop no projeto Vila Lobos e juntamente com a prefeitura do Rio de Janeiro fez aulas abertas a comunidade no bairro da tijuca no Centro de referência da música carioca Arthur da Távola.
PROJETO ARQUIVADO.