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Revelando os Brasis irá promover uma mostra audiovisual (OBRA EXIBIDA) em 20 pequenos municípios brasileiros nas 5 regiões do país, com público estimado em 6 mil espectadores de todas as idades. As sessões abertas e gratuitas serão realizadas em cinema ao ar livre instalado em ruas e praças das cidades onde os filmes foram produzidos. Serão lançamentos dos curtas-metragens feitos por moradores locais selecionados através do concurso nacional de histórias do projeto (OFICINA/WORKSHOP). Os selecionados passam por uma oficina audiovisual, no Rio de Janeiro, com 120 horas de aulas, para aprender a transformar as histórias em filmes. Após as oficinas, cada selecionado retorna à sua cidade para iniciar a pré-produção e realizar as filmagens, com a participação de moradores locais e profissionais do mercado audiovisual, garantindo originalidade, qualidade técnica e multiplicação do conhecimento. Após as filmagens e edição, os curtas ganham tratamento de imagem e som, para serem lançados na Mostra Revelando os Brasis (VII).
Não se aplica OBS: O projeto tem, no geral, classificação livre. Contudo para participar do concurso de histórias/oficinas audiovisuais, o público-alvo são maiores de 18 anos moradores dos municípios contemplados pelo projeto. Na fase da difusão, no circuito de lançamento dos filmes, a classificação é livre, para todos os públicos e de forma gratuita.
Revelando os Brasis (Ano VII) tem por objetivo geral iniciar processos de formação, produção, intercâmbio e difusão audiovisuais direcionados a moradores de municípios brasileiros de até 20 mil habitantes e promover a experiência com a linguagem e as tecnologias do cinema nas pequenas cidades, estimulando a realização e difusão de filmes originais que retratem os universos simbólicos do país e registrem a memória, os costumes, os hábitos, as lendas e as peculiaridades destas pequenas cidades. A mostra Revelando os Brasis contribuirá para o fortalecimento territorial e comunitário ao promover, localmente, o lançamento e intercâmbio dos filmes de autoria dos moradores. Todo o projeto é gratuito e realizado em espaços acessíveis. Os objetivos específicos são: - Criar uma mostra audiovisual itinerante com filmes realizados em pequenas cidades das diferentes regiões do país que representem a diversidade cultural, estética e regional do Brasil (dos brasis); - Promover a circulação e intercâmbio desses conteúdos pelas regiões do Brasil, valorizando a cultura das pequenas cidades brasileiras; - Registrar e criar memória dos brasis das pequenas cidades, por meio do audiovisual; - Promover e divulgar amplamente o concurso nacional de histórias direcionado a moradores de 3.861 municípios com até 20 mil habitantes, acima de 18 anos; - Estimular o resgate e a construção de histórias reais ou inventadas contadas por moradores que vivem nos municípios com até 20 mil habitantes, retratando seus universos simbólicos; - Selecionar as 20 melhores histórias, que serão transformadas em filme pelos próprios autores; - Promover Oficina/workshop/seminário audiovisual para os (as) selecionados (as), com carga horária de 120 horas, no Rio de Janeiro, em forma de imersão audiovisual, com aulas de introdução à linguagem audiovisual, roteiro, direção, direção de arte, produção, fotografia, som, edição, finalização, direitos autorais e mobilização comunitária. - Mobilizar os moradores das 20 cidades selecionadas para participação nas etapas de pré-produção e filmagens e, posteriormente, nos lançamentos dos curtas na mostra Revelando os Brasis; - Realizar 20 filmes de curta-metragem de até 15 minutos, com direção do(a) autor(a) selecionado(a) e a participação de moradores e profissionais do audiovisual na equipe técnica e artística; - Incluir legendas em português, audiodescrição e libras para ampliar a acessibilidade aos filmes realizados no projeto; - Produzir legendas em inglês para ampliar o circuito de possíveis participações dos filmes em festivais internacionais; - Contratar o caminhão-cinema que percorrerá as pequenas cidades nas 5 regiões brasileiras para montar o cinema ao ar livre com telão de 8x6 m, projetor e som digitais, 200 cadeiras, microfones para apresentação da mostra Revelando os Brasis; - Promover a mostra Revelando os Brasis com 20 sessões de lançamento dos filmes em cinema ao ar livre montado em ruas e praças das cidades de origem das histórias e onde foram filmadas; - Registrar em fotos e vídeos todas as etapas do Projeto; - Produzir making ofs das oficinas e da Mostra Revelando os Brasis; - Criar, programar e atualizar o site do projeto Revelando os Brasis; - Divulgar amplamente todas as etapas do projeto; - Produzir um rico acervo de curtas metragens produzidos a partir de histórias originais que marcam os diferentes modos de ser, viver e de pensar de moradores desses municípios, pelo olhar dos próprios moradores; - Valorizar histórias locais, a diversidade e as identidades geográfica, socioambiental, arquitetônica, humanística e cultural de cada município, destacando características, singularidades e potencialidades locais; - Convocar a integração e o comprometimento comunitário durante as etapas de gravação e de exibição das obras na mostra Revelando os Brasis nas cidades; - Fortalecer a autoestima, a altivez e o sentimento de pertencimento dos moradores em relação às cidades; - Possibilitar aos brasileiros o acesso a conteúdos audiovisuais diversificados, plurais, representativos, singulares, produzidos a partir do projeto e exibidos na mostra Revelando os Brasis; - Estimular e difundir o uso das tecnologias de informação e comunicação para expressar ideias e produzir conteúdo com ampla variedade estética e temática. - Destacar o audiovisual como força mobilizadora e transformadora em uma comunidade. - Incentivar a criação de cineclubes nas pequenas cidades; - Estimular o surgimento de novos agentes culturais nas pequenas cidades; - Registrar as etapas do projeto.
Revelando os Brasis (Ano VII) dá continuidade ao bem-sucedido projeto de formação, produção, intercâmbio e difusão audiovisuais que viabiliza 20 filmes em municípios brasileiros com até 20 mil habitantes. Iniciativa pioneira que já possibilitou o lançamento de 195 curtas-metragens de autoria de moradores das pequenas cidades na mostra Revelando os Brasis, que valoriza os criadores, artistas, autores, técnicos e suas cidades, regiões, sotaques, costumes, imaginários, personalidades locais e tradições, transformando olhares, fortalecendo as culturas e singularidades do Brasil plural. O projeto é um estímulo à invenção artística, valorização da cultura local e acesso à cultura e aos meios de produção e difusão audiovisual nas pequenas cidades. Dessa forma, e em sintonia com o Artigo 3º da Lei de Incentivo à Cultura, o projeto vem proporcionando, gratuitamente, o contato de moradores das pequenas comunidades com a formação e as novas tecnologias audiovisuais, os estimulando a utilizar esses meios para contar e dar visibilidade às suas histórias, registrando a memória, criando mundos, mostrando a diversidade do Brasil para os brasileiros, preservando e difundindo o patrimônio artístico, cultural, socioambiental e histórico das localidades. De uma forma democrática, simples e de livre temática, o projeto propõe aos moradores dos municípios com até 20 mil habitantes que contem histórias, reais ou inventadas, e as transformem em filme, junto às suas comuniades, para compor um acervo audiovisual diversificado, plural, singular e original a ser apreciado por milhares de pessoas em sessões de cinema ao ar livre na mostra Revelando os Brasis realizada nas pequenas cidades brasileiras. Os filmes têm grande visibilidade também, após lançamento em suas cidades de origem, quando circulam em mostras e festivais nacionais e internacionais e, posteriormente, quando são disponibilizados no site do projeto. A ideia é oferecer os meios para a produção e difusão de histórias próprias, originais, representativas e incentivar a criação, o imaginário, os sonhos dos moradores dos pequenos municípios, geralmente sem acesso a cursos e salas de cinema. No projeto, a formação, a produção, o intercâmbio e difusão dos filmes são partes do processo de valorização e visibilidade das culturas locais. Na formação, após as aulas teóricas no Rio de Janeiro, cada selecionado recebe em sua cidade os profissionais que irão integrar a equipe técnica da filmagem, composta prioritariamente por moradores locais. Os profissionais atuam também como instrutores da equipe, ampliando a formação para toda a equipe artística local, ao mesmo tempo em que garantem a qualidade técnica de todo o processo de filmagem e edição, junto aos iniciantes. No Concurso Nacional de Histórias, moradores acima de 18 anos interessados são convocados a enviar histórias verdadeiras ou inventadas. O concurso é muito democrático, em um processo simplificado, acessível e amplamente divulgado no país. As melhores histórias são selecionadas após um processo de inscrição destinado exclusivamente a moradores de municípios com até 20 mil habitantes. Durante o período de divulgação das inscrições serão criadas parcerias com sites, rádios locais e regionais. A assessoria de comunicação contacta canais de TV regionais e estaduais para a veiculação da vinheta de inscrição produzida pelo projeto. A divulgação também ganha bastante visibilidade por meio da capilaridade das redes sociais facultando, inclusive, a inscrição online. O objetivo é alcançar também os pontos mais distantes, nos interiores dos municípios, em distritos e comunidades, e estimular os moradores à participação no projeto, democratizando ao máximo o acesso à formação, à produção e à difusão audiovisual em pequenas cidades brasileiras. Os 195 participantes do projeto em edições anteriores tornaram-se fortes comunicadores do projeto, divulgando ao máximo as inscrições em suas redes e contatos locais e regionais. O método de inscrição é mais simples possível, com preenchimento em papel ou pela internet, aumentando as chances de inscrições de qualquer pessoa interessada, acima de 18 anos, alfabetizada, moradora de um dos 3.861 municípios brasileiros com até 20 mil habitantes. Os autores selecionados passam por oficinas gratuitas de iniciação audiovisual, no Rio de Janeiro, com aulas de roteiro, direção, produção, direção de arte, fotografia, som, edição, finalização, direitos autorais e mobilização comunitária. As oficinas audiovisuais são uma rara oportunidade de capacitação audiovisual para moradores dos pequenos municípios, localidades sem oferta de cursos ou salas de cinema. Uma equipe experiente de professores de reconhecimento nacional garante excelência nos conteúdos e métodos. Nesta etapa, junto com os professores, cada selecionado escreve o seu roteiro, o plano de produção, o storyboard e a estrutura completa de realização do curta-metragem, num processo intenso e completo, em 120 horas de aprendizagem e intercâmbio cultural. Ao final das oficinas, os 20 autores têm o filme pronto na cabeça e no papel para, no retorno às cidades, iniciar o trabalho de pré-produção das filmagens, etapa de maior envolvimento da comunidade, quando as oficinas teóricas se desdobram na prática. Após as oficinas de capacitação, dá-se início a etapa de produção dos filmes, que serão dirigidos e produzidos pelos (as) selecionados (as), junto com uma equipe mobilizada na cidade do (a) autor (a), em parceria com profissionais do audiovisual, que orientam na prática o aprendizado das oficinas teóricas. Os profissionais contratados também garantem a qualidade técnica das imagens e som captados. É na etapa de produção que o projeto adquire nuances mais intensas de compartilhamento de aprendizados e experiências com o retorno do selecionado, após as oficinas, para a cidade de origem. Lá, ele irá dividir o que aprendeu com outros moradores, pois a comunidade é envolvida no processo de transformação da história em filme ao assumir funções técnicas ou artísticas. Ou seja, os moradores são convocados a fazer parte de uma produção coletiva através da qual poderão se expressar e desenvolver habilidades. A formação de equipes de filmagem mistas, reunindo iniciantes e profissionais, proporciona a outros moradores das cidades selecionadas o contato com a formação audiovisual e a experiência no set de filmagens. Com a orientação profissional, no período das gravações, a equipe toda é beneficiada, favorecendo a disseminação do conhecimento apreendido na prática e o surgimento de novos interesses e talentos nas pequenas cidades brasileiras. Na formação das equipes, os moradores assumem funções artísticas e técnicas (atores, atrizes, diretores de arte, produtores, cenógrafos, maquiadores, cabelereiros, etc.). Muitos disponibilizam espaços para cenário, figurino, objetos de cena ou mesmo apoio à produção com transporte, combustível, alimentação, hospedagem para a equipe profissional. Para além do (a) autor (a) selecionado (a) no concurso de histórias, o projeto amplifica seu propósito de iniciar um processo de produção nas pequenas cidades ao envolver os moradores, o comércio local, os serviços públicos e demais interessados. Desta forma o projeto reflete plenamente o Artigo 1º ao contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, e ao promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; Nesta fase, a participação das prefeituras também é de extrema importância, como é também no momento de lançamento do filme na mostra Revelando os Brasis, com o cinema ao ar livre instalado em rua ou praça do município. É necessária a autorização para fechamento de uma rua ou local público para as filmagens ou montagem da estrutura de tela, cadeiras e projetor, oferecendo segurança, ponto de luz e pessoal de apoio na montagem. A comunidade e comércio local também são parceiros na produção do filme e na divulgação do evento de lançamento, que reúne plateias médias de 300 espectadores, já tendo atingido públicos de mais de 3.000 pessoas em uma única sessão. Este é o momento de valorização, visibilidade e autorreconhecimento da comunidade, das tradições, dos saberes e fazeres locais, gerando, muitas vezes, novos mobilizadores e iniciativas culturais na cidade. As sessões são abertas e gratuitas para assistir ao lançamento do filme local e outras produções do projeto. A mobilização para as exibições da mostra busca despertar mais uma vez o sentimento de pertencimento das pessoas ao lugar. Esse sentimento é favorecido pela emoção e pelo encantamento provocados pela arte e o cinema. O Nesta etapa, mais uma vez o projeto atende aos propósitos da Lei de incentivo à Cultura ao apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; ao proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; ao salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; ao preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; e sobretudo ao estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Os filmes podem percorrer também o circuito de festivais e mostras de cinema. Ao popularizar e difundir a cultura audiovisual, o projeto dá a essas populações uma nova forma de compreender a realidade - dessa vez tendo a própria comunidade como protagonista. Além dos motivos já apresentados anteriormente para sua realização, o projeto tentará viabilizar sua execução através da captação de recursos com empresas públicas e/ou privadas através do mecanismo de incentivo a projetos culturais/lei de incentivo à cultura. Em relação à lei 8.313/91, o projeto se enquadra nos seguintes artigos/incisos: - em relação ao art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; - em relação ao art. 3º Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais.
Local de Realização: O projeto é realizado em Vitória/ES onde é a sede do Instituto Marlin Azul, que é o ponto de base para todas as atividades de produção a serem realizadas durante a execução do projeto. Um hotel-sede e um espaço a serem escolhidos no Rio de Janeiro também integram um dos locais de realização do projeto, que será a base para a realização das oficinas audiovisuais. Os 20 municípios com até 20 mil habitantes que serão contemplados pelo projeto serão escolhidos a partir da seleção das histórias inscritas no concurso de história do projeto e deverão contemplar as 5 regiões brasileiras.
Concurso de Histórias – divulgação através de assessoria de comunicação do projeto (rádios, jornais, tvs, revistas especializadas) e mobilizadores comunitários locais. Forte investimento na divulgação pelas redes sociais, incluindo impulsionamentos. Fichas de inscrição e regulamento com versão impressa e digital. Oficina audiovisual – terá duração de 15 dias, totalizando carga horária de 120 horas. Ao longo das aulas, os 20 selecionados aprenderão a transformar suas histórias em filmes. As oficinas serão ministradas por profissionais reconhecidos e tratarão dos temas linguagem audiovisual, roteiro, direção, produção, direção de arte, direção de fotografia, som, edição/finalização, direitos autorais, mobilização comunitária. Ao final cada selecionado terá o seu roteiro e plano de produção, para dar início aos trabalhos em sua cidade. Produção dos curtas – serão montadas equipes mistas, compostas por moradores e profissionais do audiovisual. O projeto irá disponibilizar um kit básico de equipamento de câmera e som (câmera HD/4K, lentes, acessórios, equipamento de iluminação básico, microfones direcionais e boom). Cada curta-metragem terá até 15 minutos de duração. As edições serão feitas com o diretor (a) e editor (a) profissional, assim como as finalizações de imagem e som. Mostra Revelando os Brasis – serão realizadas 20 sessões de lançamento dos filmes em cinema ao ar livre instalado em ruas ou praças das cidades onde as obras foram realizadas, com previsão de público total de 6 mil espectadores de todas as idades.
Revelando os Brasis (Ano VII) é um projeto de participação livre para qualquer morador de municípios com até 20 mil habitantes, acima de 18 anos. Os interessados são selecionados por meio de um concurso de histórias amplamente divulgado por meio físico, pelas redes sociais, site do projeto, rádios e imprensa de cada localidade. Todas as etapas de formação e produção do projeto levam em conta a acessibilidade dos selecionados, desde o translado do município de origem ao local das oficinas (o hotel-sede dos selecionados no Rio de Janeiro e o espaço de aulas para a etapa das oficinas possuem rampas e estacionamento para acesso aos portadores de necessidades especiais), até a organização do plano de produção do filme e a escolha dos locais acessíveis para o lançamento do filme. Embora construídos conjuntamente ao longo das oficinas, os projetos são individuais e personalizados, atendendo às necessidades e limitações de cada diretor (a) e suas propostas. Desta maneira, os (as) portadores (as) de necessidades especiais serão atendidos (as) em todas as etapas, através de escolhas conscientes de acessibilidade e de um planejamento compartilhado de forma a viabilizar da melhor maneira o desenvolvimento da produção, adaptando o processo de realização às necessidades específicas. Outra medida de acessibilidade adotada será a inclusão de audiodescrição, legendagem em português e libras nos filmes realizados para lançamento na Mostra e disponibilização no site do projeto. Todo o material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto conterá informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade adotadas para o produto. O projeto também fará a seguinte medida de acessibilidade em seus produtos: - Oficina/workshop/seminário audiovisual: a oficina, será realizada em espaço acessível, amplo, com rampas e/ou elevadores para acesso as dependências onde será realizado, banheiros adaptados. Com carga horária de 120 horas de forma de imersão audiovisual contendo o seguinte conteúdo: introdução à linguagem audiovisual, roteiro, direção, direção de arte, produção, fotografia, som, edição, finalização, direitos autorais e mobilização comunitária, durante as oficinas, caso haja alguma necessidade especial entre os selecionados, o projeto disponibilizará profissionais para atender, como intérprete de libras e audiodescrição. - Filmes/Obra exibida: todos os espaços escolhidos para a sessão de exibição/lançamento dos filmes nas cidades contempladas, são pensadas em total acesso ao público, mais notadamente à espaços físicos com acessibilidade, que serão priorizados espaços com rampas de acesso ou em espaços térreo, sinalização horizontal e espaço reservado para cadeirantes e acompanhante. Os filmes exibidos, que resultaram do projeto, também terão acessibilidade, como legendas descritivas em português, audiodescrição e língua brasileira de sinais.
Todas as etapas/produtos do projeto são gratuitas! Todos os moradores dos municípios brasileiros com até 20 mil habitantes, acima de 18 anos, serão convocados à participação no projeto e poderão ter acesso aos regulamentos e fichas de inscrição de forma física ou digital. Durante o período de divulgação do concurso de histórias será estratégico criar uma rede de difusão por meio de parcerias com rádios comunitárias locais e regionais, envolver, quando possível, as agências dos correios na distribuição dos regulamentos/fichas de inscrição, contactar canais de TV regionais e estaduais para a divulgação do projeto e amplificar a divulgação por meio das redes sociais, facultando a inscrição online ou em papel, pelos correios. As participações das prefeituras, comércios locais, sindicatos rurais, associações e grupos organizados serão essenciais para que a informação tenha abrangência e capilaridade, atingindo também as comunidades rurais e distritos dos municípios. Com um intenso trabalho de assessoria de comunicação (rádios, jornais, tvs, redes sociais), mobilização comunitária e a adesão de parceiros locais fica garantido um grande número de inscrições de histórias. Nesta etapa, o maior desafio é não só fazer a informação chegar aos municípios de forma ampla, mas especialmente sensibilizar pessoas com os mais variados perfis, interesses, profissões, níveis de escolaridade e faixas etárias (acima de 18 anos) para a participação. O envolvimento democrático das populações vai além do autor selecionado no concurso de histórias. Na etapa de realização dos filmes, toda a comunidade é mobilizada para integrar as equipes, ocupando funções técnicas, artísticas ou de apoio nas filmagens. A participação das comunidades começa na pré-produção dos filmes, quando os selecionados mobilizam os moradores por meio de reuniões, palestras e convocações pelas rádios comunitárias ou faixas nas cidades. Todos os interessados são convidados a participar da experiência de realização audiovisual. Na etapa de lançamento dos filmes/Mostra Revelando os Brasis, o projeto levará para os pequenos municípios uma estrutura de tela de cinema 8mx6m, projetor, som, cadeiras, transformando a praça e/ou rua da cidade em um cinema ao ar livre, criando estratégias junto às prefeituras para o transporte de moradores de áreas rurais ou distantes do centro. As sessões de lançamento dos filmes são montadas em pontos centrais e acessíveis das cidades, com acesso gratuito e aberto ao público em geral, reunindo plateias entre 300 e 2 mil espectadores nas cidades. Num segundo momento, os filmes serão disponibilizados no site do projeto através do Youtube (www.revelandoosbrasis.com.br), assim como os registros fotográficos e videográficos do projeto. Em relação a medida de democratização de acesso elencada no artigo 29 da IN 011/2024, o projeto fará o disposto nos incisos I, II e III, a saber: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto. Vale frisar que todas as etapas/produtos do projeto são gratuitas. E ainda o previsto no art. 30, inciso I, a saber: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento). Vale ressaltar que os produtos resultantes do projeto serão distribuídos as escolas, cineclubes, instituições sociais por meio online, através da plataforma do youtube e/ou google drive e no site do projeto.
BEATRIZ LINDENBERG - Função: Produtora Executiva (não remunerada) - Breve currículo: Graduada em Comunicação Social na Universidade Federal do Espírito Santo, com especialização em Literatura Brasileira Contemporânea na Fundação Nelson Abel de Almeida/ES e especialização em Cultura e Educação na Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, a Flacso/Brasil. Atua como gestora de projetos culturais audiovisuais desde 1995, fundadora do Instituto Marlin Azul e coordenadora dos projetos da instituição, com especial destaque para o Revelando os Brasis (iniciado em 2004), Projeto Animação/Cine Animazul (iniciado em 2002), Curta Vitória a Minas, Memória do Barro, Cine Quilombola, Cinema de Griô, Som na Sexta. PATRICIA CORTES FERREIRA - Função: Produtora - Breve currículo: É advogada formada pela UVV. Atuou como assistente/coordenadora administrativa e financeira do Instituto Marlin Azul durante 17 anos, além de exercer atividades na área de produção/coordenação de projetos da instituição como o Revelando os Brasis, Projeto Animação, Curta Vitória a Minas, entre outros. SIMONY LEITE SIQUEIRA - Função: Assessoria de comunicação - Breve currículo: Formada em Jornalismo e Cinema e Audiovisual pela Ufes, com pós-graduação em Gestão de Assessoria de Comunicação pela Faesa. Trabalhou como repórter, produtora e apresentadora na Rádio América. Foi repórter do Jornal A Tribuna e escreveu para revistas segmentadas, e para diversos materiais e publicações institucionais. Ministrou aulas na Universidade Bandeirantes de São Paulo (Uniban). É assessora de imprensa do Instituto Marlin Azul. SILVANA ANDRADE MENDES - Função: Designer gráfica, programadora e assessora de redes sociais. - Breve currículo: Designer formada em Comunicação Visual na escola de Belas Artes Universidade Federal do Rio de Janeiro. Atua em diversas áreas do design gráfico, principalmente em webdesing/design digital e projetos para a indústria do audiovisual como programadora visual e diretora de arte. Desde 2021 presta serviços de webdesign, design gráfico e motion design para o Instituto Marlin Azul. LUELANE LOIOLA CORRÊA - Função: Professora de roteiro e direção para documentário - Breve currículo: Formada em Cinema pela Universidade Federal Fluminense. Dirigiu os documentários “Como se Morre no Cinema”, “Sol de Oro no Festival de Biarritz” (vencedor de 11 prêmios nacionais), “A Cidade e o Poeta”, “Machado de Assis” e “Rio, 39,6 Graus”. Montadora e assistente de direção, trabalha com Nelson Pereira dos Santos desde o filme “Memórias do Cárcere”. Assina a montagem de “A Música segundo Tom Jobim”. Foi diretora assistente nos filmes de Hugo Carvana, com quem trabalhou desde “O Homem Nu”. Recebeu prêmio de Melhor Montagem pelos filmes “Áurea”, de Zeca Ferreira, “O Quinze”, de Jurandir Oliveira e “Rio de Memórias”, de José Inácio Parente. Dirigiu o documentário sobre Hugo Carvana. Atua como orientadora de roteiro e direção do Revelando os Brasis desde a primeira edição do projeto e do Projeto Animação desde 2008. MÁRCIA MEDEIROS - Função: Professora de edição e editora de imagem - Breve currículo: É editora e diretora. Como editora fez os programas globais “Fama”, “The Voice Kids”, as séries do GNT “Bem Estar”, “Que Marravilha!” e “Liberdade de Gênero”, do diretor João Jardim. Ainda na televisão editou as três temporadas de “O Bom Jeitinho Brasileiro” do canal Futura, a série “Capoeira” da TV Brasil e pelo History Channel, “O Infiltrado”. Em 2017, editou ainda a inédita “#DesdeJunho”, feita pela Noix Cultura em parceria com a EBC. No campo documental editou o filme “Uma Família Ilustre”, de Beth Formaggini, ganhador do Festival Internacional de Lanzarote e do Grande Prêmio de Cinema Brasileiro, ambos de 2016 e “Memória para Uso Diário” do Grupo Tortura Nunca Mais, também dirigido por Beth Formaggini, vencedor do prêmio de Melhor Filme do Júri Popular do Festival do Rio de 2007. Ainda neste campo, editou documentários sobre os artistas plásticos Abraham Palatnik, Iole de Freitas e Cildo Meirelles. Editou os curta-metragens “Maria, Ana Maria, Mariana” e O Casamento de Mario e Fia”, dirigidos por Paulo Halm. É professora de edição em programas de capacitação como “Revelando os Brasis”, “Belas Favelas” e “Projeto Memória: HumanizaRio”. ALEX ARARIPE - Função: Professor de fotografia - Breve currículo: Formado em Cinema pela Universidade Federal Fluminense, ministrou aulas de fotografia e iluminação no curso da Universidade Estácio de Sá até 2009. Trabalha para várias produtoras do Rio de Janeiro, atua como fotógrafo freelance nas áreas de TV, publicidade e ficção. ALEXANDRE GUERREIRO - Função: Professor de produção para ficção - Breve currículo: É doutorando em Comunicação pelo PPGCOM/UFF e Mestre em Comunicação desde 2008, também pela UFF. Bacharel e Licenciado em História pela UERJ e Bacharel em Cinema pela UFF. Atualmente, é professor docente I na Secretaria de Educação do Estado do Rio de Janeiro e Coordenador de Produção do projeto Inventar com a Diferença – Cinema, Educação e Direitos Humanos. Produtor Executivo no CINEDUC – CINEMA E EDUCAÇÃO, é também produtor, diretor e roteirista de obras audiovisuais e produtor e curador de mostras e festivais. ANA PAULA CARDOSO - Função: Professora de direção de arte - Breve currículo: Formada em Cenografia pela Escola de Belas Artes(UFRJ), é responsável pela direção de arte e cenografia de oito longas-metragens, dentre eles, “Casa Grande” de Fellipe Barbosa, “Aspirantes” de Ives Rosenfeld, “Avanti Popolo” de Michael Wahrmann, e a cenografia do “Desenrola”, de Rosane Svartman. Fez a direção de arte de mais de 15 curtas-metragens, entre eles “O resto é silêncio”, “Maria, Ana Maria, Mariana”, “Retrato de um Artista com um 38 na mão”, todos dirigidos por Paulo Halm, e o recente “Com os Pés na Cabeça” dirigido por Tiago Scorza. Trabalha também como diretora de arte em publicidade e TV. BETHE FORMAGGINI - Função: Professora de produção para documentário - Breve currículo: Documentarista, pesquisadora e produtora audiovisual. Dirigiu: “Angeli 24h” (2010) 16 com prêmios em festivais; “Cidades Invisíveis” (2009); “Coutinho.doc – Apto 608” (2008); “Memória para Uso Diário” (2007), Melhor Filme eleito pelo Júri Popular do Festival do Rio BR; “Nobreza Popular” (2003); “Walter.doc – O Tempo é sempre Presente” (2000) – com Luís Felipe Sá; “Vida de Criança” (1998); “Pontos de Vista” (1995); “Touche Pas à Mon Pote” (1987) – Codireção, com Henri Gervaiseau, do videoclipe de Gilberto Gil. Produziu os longas: “Paixão e Virtude” (2013) e “Djalioh” (2012) de Ricardo Miranda; “Paralelo 10” (2012), de Silvio Da-Rin; “A Etnografia da Amizade” (2007), de Ricardo Miranda; “Novela na Santa Casa” (2006), de Cathie Levy; “Em Trânsito” (2005), de Henri Gervaiseau; “Bendito Fruto” (2004), de Sérgio Goldemberg; “Joaquim.doc” (2003), de Mário Carneiro; “Peões” (2003), “Edifício Master” (2001) e “Babilônia 2000” (2000), de Eduardo Coutinho; e “Medias: Garrincha Ucellino di Dio” (2001), de Paulo César Sarraceni; “A Terra Prometida” (1997), de Henri Gervaiseau; e séries “A Linguagem do Cinema” (1999), de Geraldo Sarno; “Chatô, Rei do Brasil” (1996), de Walter Lima Jr. GUILLE MARTINS - Função: Professor de som - Breve currículo: Pesquisador e artista da matéria sonora. Há 18 anos trabalha o som no cinema e audiovisual brasileiro, tendo realizado captação, desenho de som e mixagem em diversos curtas e longas-metragens, entre eles o premiado “Carro Rei”, de Renata Pinheiro, vencedor do prêmio de melhor desenho de som no 49o. Festival de Cinema de Gramado. Em suas pesquisas e realizações explora a linguagem do som enquanto matéria vibracional transformadora das imagens e criadora de espaços-tempos poéticos e políticos. Formado em Audiovisual pela ECA/USP, é mestre em Arte e Cultura Visual pela FAV/UFG com a dissertação “Cartofonias: expedições ao território volátil dos sons”. Atualmente é professor do IFG – Campus Cidade de Goiás e leciona nos cursos de Bacharelado em Cinema e Técnico em Produção de Áudio e Vídeo. PAULO HALM - Função: Professor de roteiro e direção para ficção - Breve currículo: Formado em Cinema pela Universidade Federal Fluminense, é diretor e roteirista de cinema e TV. Escreveu, entre outros, os roteiros de filmes como “Dois Perdidos Numa Noite Suja”, “Achados e Perdidos”, “Olhos Azuis”, de José Joffily, “Pequeno Dicionário Amoroso”, “Amores Possíveis”, “Sonhos Roubados”, de Sandra Werneck, “Casa da Mãe Joana 1 e 2” de Hugo Carvana. Em televisão, é um dos autores da 22ª temporada de Malhação e da novela Totalmente Demais. Como diretor, além de vários curtas e medias-metragens premiados, dirigiu “Histórias de Amor Duram Apenas 90 Minutos” e o documentário de longa-metragem “Hijab, Mulheres de Véu”.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.