Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 242391Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

JOÃOSINHO E LAÍLA - RATOS E URUBUS, LARGUEM MINHA FANTASIA

PANENKA REALIZACOES CULTURAIS E ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 354,9 mil
Aprovado
R$ 354,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-10-01
Término

Resumo

Remontagem do premiado espetáculo JOÃOSINHO E LAÍLA _ LARGUEM MINHA FANTASIA para mais uma temporada de 2 meses no Rio de Janeiro (uma em teatro da zona sul, outra em teatro da zona norte) e circulação por mais 4 cidades do Brasil. OBS.: Este projeto visa, inicialmente, o edital da Petrobrás aberto em curso. Dessa forma, a planilha orçamentária contempla itens e critérios obrigatórios solicitados pelo edital, como, por exemplo, a realização em 5 cidades, de, no mínimo, 2 regiões do país, entre outras exigências.

Sinopse

1989 foi um marco para a história do Carnaval carioca. Naquele ano, um enredo polêmico sacudiu a sociedade com um profundo debate sobre a secular questão da desigualdade social no país. O enredo era Ratos e Urubus – Larguem Minha Fantasia, escolhido para o desfile da Escola de Samba Beija-Flor de Nilópolis. Por trás do enredo e da polêmica, João Jorge e Luiz Fernando, dois gênios da arte carnavalesca, notoriamente conhecidos como Joãosinho Trinta e Laíla, respectivamente. Geniais e geniosos, os dois construíram uma trajetória de produção criativa e campeã, e uma relação pessoal repleta de admiração recíproca, de um lado, e de conflitos e embates entre temperamentos e vaidades, de outro. O espetáculo JOÃOSINHO & LAÍLA tem foco nesses conflitos, tendo como recorte temporal o processo de criação do desfile “Ratos e Urubus” e os acontecimentos dele recorrentes (1988-1989), buscando jogar luz nos temperamentos, visões de mundo e de vida de cada um dos artistas. Em cena, Wanderley Gomes e Cridemar Aquino dão vida a Joãosinho e Laíla, respectivamente; Ana Paula Black e Milton Filho desdobram-se em diversos papéis, auxiliados pelo músico Fábio D’Lélis. Junto com outros 3 músicos, o elenco ajuda não apenas a contar a história daquele desfile e seus personagens, mas, também, a levar para o público um pouco da dinâmica dos bastidores do Carnaval, a rotina dos barracões, os sambas de enredo e as figuras que compõem este universo. A MONTAGEM CONTA AINDA COM 03 RITMISTAS DE ESCOLAS DE SAMBA.

Objetivos

O objetivo geral segue sendo homenagear dois grandes nomes da cultura popular carioca e registrar parte importante da história do Carnaval pelo viés da linguagem teatral. Nesta nova etapa, temos como objetivos específicos: - Ampliar o acesso de público à montagem; - Difundir o espetáculo fora da zona sul do Rio e, mesmo, fora do estado; - Dar continuidade ao trabalho dos profissionais envolvidos, gerando renda para dezenas de artistas e serviços diretos e indiretos.

Justificativa

JOÃOSINHO E LAÍLA é um espetáculo que rende homenagem ao samba, ao Carnaval carioca, a esses 2 ícones carnavalescos que foram o Joãosinho Trinta e o Laíla. Porém, mais do que isso, ele resgata um período da nossa história; e ele é um recorte da cultura e da história de comunidades periféricas, que são legitimamente as que produzem esse patrimônio histórico que é o Carnaval. Sob esse aspecto, JOÃOSINHO E LAÍLA é um espetáculo que valoriza e resgata parte da memória e da identidade cultural da população negra e periférica do Brasil. Ao desvendar os bastidores do desenvolvimento de um carnaval, o espetáculo acaba por descortinar para o espectador traços culturais de um recorte da sociedade, que são as comunidades carnavalescas, com suas gentes, características e comportamentos. Outro ponto relevante é o fato de JOÃOSINHO E LAÍLA proporcionar atuação protagonista e não-excludente para uma gama de profissionais, sendo realizado, em sua quase totalidade, por profissionais negros e negros mestiços (apenas o Diretor Musical é branco), bem como por heterossexuais e lgbtqiap+, respeitando individualidades e particularidades, e agregando ao trabalho elementos identitários de populações e cultura negras, e uma multiplicidade de conhecimentos que proporciona a ampliação dos saberes e das trocas entre os componentes do projeto. Essas premissas garantem o viés inclusivo do projeto, porque prioriza o fazer artístico do povo negro. A montagem emprega diretamente 27 profissionais e alcança indiretamente uma média de outros 60, de diversos segmentos, entre fornecedores e prestadores de serviço. Além disso, ao abordar o enredo Ratos e Urubus, o espetáculo obrigatoriamente joga luz sobre questões como desigualdade, classe, raça, identidade, cidadania, entre outros temas sociais inerentes ao enredo daquele Carnaval. Desse prisma, o conteúdo da montagem ajuda na conscientização do público em relação a problemáticas sociais caras, como ética, sustentabilidade, igualdade, por exemplo. Por seu viés carnavalesco, o espetáculo atrai e alcança um público normalmente pouco acessado pelas produções teatrais, que são as comunidades periféricas, compostas, em sua maioria, por pessoas negras e de baixa renda. Nesse sentido, a produção impacta um enorme contingente de pessoas, propiciando que elas possam ver representadas suas histórias e cultura locais. A literatura e o cinema já haviam trazido a público o perfil do genial Joãosinho Trinta. No entanto, até a montagem do musical Joãosinho e Laíla _ Ratos e Urubus, Larguem Minha Fantasia, o carnavalesco Laíla ainda não havia sido devidamente retratado e homenageado, tão pouco o relacionamento entre os dois havia sido contemplado fora do âmbito jornalístico. Essa lacuna foi preenchida no Teatro por meio da nossa montagem, que rende homenagem a essas duas figuras do Carnaval carioca, cujas vidas ajudam a contar parte da história da cidade e, em extensão, do país, dada a importância deste patrimônio cultural popular e histórico que é o Carnaval do RJ.

Especificação técnica

Espetáculo musical em 1 ato de aproximadamente 70 minutos.

Acessibilidade

Considerando as características do projeto, bem como o fato de, no momento desta inscrição, o espaço para as apresentações ser ainda desconhecido, a produção se compromete com as seguintes ações de acessibilidade: i) Comunicacional: Participação, um dia por semana, de um profissional de Língua Brasileira de Sinais – Libras, contabilizando 8 sessões, no Rio de janeiro e 01 sessão em São Paulo (itens presentes na planilha orçamentária). ii) Atitudinal: contratação de equipe para auxílio no deslocamento e acomodação de PcD (despesa própria da produção).

Democratização do acesso

Será disponibilizada uma cota de ingresso (de acordo com a capacidade do teatro) para ações públicas de democratização dos bens culturais produzidos e formação de plateia, como o Programa Passaporte Cultural, por exemplo, da Secretaria de Estado de Cultura do RJ, entre outros. A temporada da zona norte será realizada a preços populares. Ambas as temporadas contarão com ensaio aberto gratuito para o público em geral. SERÃO OFERECIDAS 02 OFICINAS DE PERCUSSÃO, MINISTRADAS PELOS MÚSICOS DO ESPETÁCULO E VOLTADAS PARA JOVENS DE PERIFERIAS DO RIO E DE SÃO PAULO. MINISTRANTES: FÁBIO D’LÉLIS – PERCUSÃO Percursionista, acompanha artistas da MPB, Samba e outras áreas artísticas. Já tocou com Beth Carvalho, Arlindo Cruz, Jorge Aragão, Gabriel Moura, Seu Jorge, Alice Caymmi, Dudu Nobre e outros. Realizou, também, trabalhos em TV, teatro e rádio, acompanhando junto a banda de apoio, gravando programas musicais. No Teatro, fez o musical Quando a Gente Ama, de direção musical de Marcelo Afonso Neves. Participou das gravações dos cd’s e DVD’s de escolas de samba do grupo especial e acesso de 2003 a 2020 e das gravações dos DVD's de artistas como Serjão Loroza, Daniela Mercury, Dudu Nobre e outros. Acompanhou artistas em projetos musicais realizados na Inglaterra, França, Bélgica e Portugal, acompanhando artistas. É Instrutor de Percussão em projetos, como Bloco Batukar, Bloco Turbilhão Carioca, Monobloco, Bloco Empolga as 9, Cufa, Oficina de Percussão Império Serrano, na escola de Percussão Maracatu Brasil, Workshop em Escolas de Samba e Empresas. FELIPE D’LÉLIS Nas artes cênicas, atua no teatro, em comerciais, participações em cinema e Tv. Destaque para: Filme – “EFEITO SANFONA” - Junho a Agosto de 2008, direção de André D’ Lucca; Comercial “Violência contra mulheres” – 2009, direção de Mikair Lopes; Participação “Zorra Total” no Quadro Lady Kate e o Personal Trem – 2010, direção de Maurício Sherman; Minissérie Multishow “Acerto de Contas” de Silvio Guindade. Participação “Corujão do Esporte” da Rede Globo – de agosto a dezembro 2012; Peça “Botequim ou Céu sobre chuva” de Gianfrancesco Guarnieri - Março a Maio de 2013, direção de Antônio Pedro; Peça “Quando a gente ama” texto e direção de João Batista – dez 2013 a julho 2014 E 2018. Filme “E.A.S.” texto e direção de Marcos Dartagnam – maio e junho 2014. Curta “O boneco e o palhaço” texto e direção – Ed Oliveira Show TV “Som Brasil” com Serjão Loroza e Us Madureira LEO ANTUNES Músico e compositor, iniciou sua carreira musical aos 11 anos de idade como ritmista de Escola de Samba até chegar ao cavaquinho participando do Projeto Social Tocando a Vida onde se destacou e ingressou a Orquesta de Cordas Dedilhadas se apresentando em vários eventos culturais e teatros, incluindo Teatro Municipal. Pelo carnaval, após o período como ritmista, passou a exercer a função de músico de Carro de Som passando por Escolas de Samba como Império Serrano (2004 - 2016), Portela (2011 - 2013), Salgueiro (2016 - 2019), Renascer de Jacarepaguá, entre outras. Se apresentou em países como Senegal (Festival das Artes Negras - Dakar), Suíça (Carnaval de Lausanne), França, Espanha, Holanda, Alemanha (Carnaval de Köln) e Argentina (Carnaval de San Luis). Hoje faz parte do Carro de Som da Unidos de Vila Isabel e Unidos de Padre Miguel. Acompanhou artistas como Serjão Loroza, Dona Ivone Lara, Arlindo Cruz. Atualmente faz parte do Projeto Roda de Banjo e é figura cativa nas rodas de Samba. Nos palcos, fez parte do musical “Quando a gente ama” (2013 - 2020).

Ficha técnica

MÁRCIA SANTOS - PESQUISA, DRAMATURGIA E PRODUÇÃO – Recentemente assinou texto e produção de RÁDIO QUITANDA, musical em homenagem aos 80 Anos do Quitandinha, no Sesc Quitandinha, Petrópolis. Está em cartaz com AS PESSOAS, monólogo de sua autoria, premiado com o Prêmio Sesc Artes Cênicas 2022 e circula em SP com Luíza Mahin – Eu Ainda Continuo Aqui, também de sua autoria. É Cientista Política (UniRio); Mestra em Sociologia Política (IUPERJ) e Bacharel em Artes Cênicas (UniRio). IDEALIZAÇÃO, DIREÇÃO E PRODUÇÃO – ÉDIO NUNES Ator, Cantor, Bailarino, Coreógrafo e Diretor Teatral. Participou de mais de 130 montagens teatrais, ao longo de mais de 34 anos de carreira, trabalhando com diretores como Miguel Falabella, Paulo Betti, José Possi Neto, entre outros. Possui Licenciatura Plena em Teatro e Pós-Graduação em Teatro Musicado ambas pela UNIRIO. Premiado como coreógrafo pelos musicais O Choro de Pixinguinha; Forró Miudinho; Sambinha e como Diretor de Satã, o Show de Madame. ATUAÇÃO, CENÁRIO E FIGURINOS – WANDERLEY GOMES Atualmente está indicado ao Prêmio APTR pelos figurinos do musical Zé Ramalho. Premiado com o Shell 2023 por Vozes Negras; com o Shell 2020 e o Obuntu 2019 por Oboró – Masculinidades Negras. Indicado ao Prêmio Shell Rj 2016 pelos figurinos de Else de Arthur Schnitzler. Trabalhou com diretores como Antonio Pedro e José Posse Neto. DIREÇÃO MUSICAL – MARCELO ALONSO NEVES Diretor musical e arranjador, estudou na Berklee College of Music de 1977 a 1979, teve larga atuação como saxofonista nos anos 80 e 90, tendo tocado com Gilberto Gil, Elba Ramalho, Luiz Melodia, Tim Maia, Fafá de Belém e João Donato. Vencedor dos prêmios CESGRANRIO 2016 por Amargo Fruto – A Vida de Billie Holiday e do Shell 2011 por As Conchambranças de Quaderna. CRIDEMAR AQUINO - ATOR Prêmio Shell 2023 de Melhor Ator por JOÃOSINHO E LAÍLA – RATOS E URUBUS, LARGUEM MINHA FANTASIA. Arte educador/Teatro do Projeto Jongo da Serrinha; Produtor executivo do l, ll e lll Fórum Nacional de Performance Negra, Salvador BA, 2005, 2007 e 2009. Atuou nos musicais JURITI, de Viriato Corrêa e em CLEMENTINA e O RANCHO DAS SEREIAS de Nei Lopes, com direção de Emmanuel Santos. MILTON FILHO - ATOR E CANTOR Atualmente participa da novela FUZUÊ (Globo) e da série DOM. Apontado pelo crítico e colunista da UOL Miguel Arcanjo como um dos 50 melhores atores de 2019, pelo personagem Benjamin - o Chefe dos Palhaços, do premiado musical Chaves – Um Tributo Musical. Esteve em cartaz em mais de 25 espetáculos, dentre eles os musicais: As Cangaceiras - Guerreiras do Sertão; Contos Negreiros do Brasil; Sambra; Zeca Pagodinho - Uma História de Amor ao Samba; É Samba na Veia - É Candeia e muitos outros. ANA PAULA BLACK - ATRIZ E CANTORA Formada por cursos e espetáculos com diretores como Antônio Abujamra, João Fonseca, Flávio Marinho, Luiz Fernando Lobo, João das Neves, Hilton Cobra, Marcelo Neves, Gilberto Gawronski. Participou de grupos teatrais como Fodidos Privilegiados, Cia Ensaio Aberto, Cia dos Comuns. Atuou em Meus Cabelos de Baobá; Marrom, nem preto, nem branco?; Chica da Silva – O Musical; Besouro Cordão de Ouro, O Bem do Mar, Theatro Musical Brasileiro III, entre outros. FÁBIO DE L’ÉLIS – ATOR, MÚSICO E CANTOR Percursionista, acompanha artistas da MPB e Samba. Tocou com Beth Carvalho, Arlindo Cruz, Jorge Aragão, Gabriel Moura, Seu Jorge, Alice Caymmi, Dudu Nobre e outros. Realizou trabalhos em TV, teatro e rádio. No Teatro, fez o musical Quando a Gente Ama, com direção musical de Marcelo Alonso Neves. Acompanhou artistas em projetos musicais realizados na Inglaterra, França, Bélgica e Portugal, acompanhando artistas. É Instrutor de Percussão em projetos como Monobloco e Empolga às 9. FELIPE D’LÉLIS - PERCUSSÃO Nas artes cênicas, atua no teatro, em comerciais, participações em cinema e Tv. Destaque para: Filme – “EFEITO SANFONA” - Junho a Agosto de 2008, direção de André D’ Lucca; Comercial “Violência contra mulheres” – 2009, direção de Mikair Lopes; Participação “Zorra Total” no Quadro Lady Kate e o Personal Trem – 2010, direção de Maurício Sherman; Minissérie Multishow “Acerto de Contas” de Silvio Guindade. Participação “Corujão do Esporte” da Rede Globo – de agosto a dezembro 2012; Peça “Botequim ou Céu sobre chuva” de Gianfrancesco Guarnieri - Março a Maio de 2013, direção de Antônio Pedro; Peça “Quando a gente ama” texto e direção de João Batista – dez 2013 a julho 2014 E 2018. Filme “E.A.S.” texto e direção de Marcos Dartagnam – maio e junho 2014. Curta “O boneco e o palhaço” texto e direção – Ed Oliveira Show TV “Som Brasil” com Serjão Loroza e Us Madureira LEO ANTUNES - Cavaco Músico e compositor, iniciou sua carreira musical aos 11 anos de idade como ritmista de Escola de Samba até chegar ao cavaquinho participando do Projeto Social Tocando a Vida onde se destacou e ingressou a Orquesta de Cordas Dedilhadas se apresentando em vários eventos culturais e teatros, incluindo Teatro Municipal. Pelo carnaval, após o período como ritmista, passou a exercer a função de músico de Carro de Som passando por Escolas de Samba como Império Serrano (2004 - 2016), Portela (2011 - 2013), Salgueiro (2016 - 2019), Renascer de Jacarepaguá, entre outras. Se apresentou em países como Senegal (Festival das Artes Negras - Dakar), Suíça (Carnaval de Lausanne), França, Espanha, Holanda, Alemanha (Carnaval de Köln) e Argentina (Carnaval de San Luis). Hoje faz parte do Carro de Som da Unidos de Vila Isabel e Unidos de Padre Miguel. Acompanhou artistas como Serjão Loroza, Dona Ivone Lara, Arlindo Cruz. Atualmente faz parte do Projeto Roda de Banjo e é figura cativa nas rodas de Samba. Nos palcos, fez parte do musical “Quando a gente ama” (2013 - 2020). MARLON JULIO - Violonista Iniciou seus estudos musicais em 1998 aos 9 anos de idade na Sociedade Musical Fraternidade Cordeirense, banda centenária da cidade de Cordeiro-RJ onde teve as primeiras aulas de teoria musical e de violão com o professor Paulo Newton. Em 2002, começou a estudar no Rio de Janeiro na Escola Portátil de Música com os professores Maurício Carrilho, Paulo Aragão e alguns anos depois com João Lyra. Na EPM aprofundou seus conhecimentos no universo do choro e em 2008 passou a fazer parte da equipe de professores da Escola Portátil. Em 2017 formou-se em Licenciatura em Música pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro- (UNIRIO). Atualmente, integra o grupo de choro “Os Matutos” e o “Trio Júlio” ao lado de seus Maycon Júlio (Bandolim) e Magno Júlio (Percussão). Como compositor, já teve algumas de suas músicas gravadas pelos grupos: Regional Carioca, Os Matutos, pelo cavaquinista Lucas Arantes, violonista Rafael Mallmith, bandolinista Luís Barcelos e pela cantora Lucia Helena.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2025-03-14
Locais de realização (2)
Rio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo