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PRONAC 242451Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

LIBERTA – A Arte Que Cura

Janice de Matos Pires
Solicitado
R$ 312,7 mil
Aprovado
R$ 312,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2024-07-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais

Resumo

Este projeto consiste na realização de oficina de dança, artes plásticas, música e circulo de leitura, direcionadas às mulheres internadas em casa de dependência quimíca.

Sinopse

As oficinas propostas neste projeto serão direcionadas, gratuitamente à instituições de acolhimento e recuperação voluntária de mulheres dependentes do álcool e outras drogas, da Grande BH.

Objetivos

São objetivos deste projeto: GERAIS: - Utilizar as artes como processo terapeutico para mulheres com dependência química; - Fazer do espaço das oficinas, o espaço da liberdade, da criatividade e de liberação de sentimentos e emoções da mulher em situação de dependência do alcool e outras drogas; - Democratizar a cultura, com oficinas gratuítas, para mulheres com pouco ou nenhum acesso, enquanto internadas. ESPECÍFICOS: - Realizar 02 horas por semana, oficina de dança, na cidade de Belo Horizonte. Assim teremos 80 horas/ano de oficina de dança; - Realizar 02 horas por semana, oficina de artes plásticas (desenho, pintura, cerâmica e artesanato), na cidade de Belo Horizonte. Assim teremos 80 horas/ano de oficina artes plásticas; - Realizar 02 duas horas por semana, oficina de música, na cidade de Belo Horizonte. Assim teremos 40 horas de música/ano. - Realizar 02 duas horas por semana, oficina de Leitura (literatura, escrita e formação do pensamento). Assim teremos 40 horas de leitura(Circulo)/ano; - Realizar 02 apresentações de dança, resultado das oficinas, para o público em geral. P.S.: 1) O projeto atenderá a uma instituição de acolhimento e recuperação voluntária de mulheres dependentes do álcool e outras drogas, podendo ser direcionado a outra instituição de igual forma de atuação. 2) As oficinas serão gratuitas; 3) Considerando a rotatividade e tempo de internação das casas de recuperação de depedência química, teremos um público atendido de até 100 pessoas/ano.

Justificativa

Conforme critérios da Lei 8.313, este projeto se justifica, pois: I - contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promove e estimula a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; V - salvaguarda a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, o projeto cultural em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderá o seguinte objetivo: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; POR QUE A LEI DE INCENTIVO À CULTURA? 1) O projeto é ofertado 100% de forma gratuita e, por isso, não gera qualquer receita. Assim, seria inviável a sua realização sem a utilização da lei de Incentivo. 2) A Arte terapia é o termo que designa a utilização de recursos artísticos em contextos terapêuticos.Ela utiliza a expressão simbólica, de forma espontânea, sem preocupar-se com a estética e propicia resultados em um breve espaço de tempo. Ela visa estimular ampliar a consciência do indivíduo sobre si e sobre sua existência e facilita a resolução de conflitos interiores e o desenvolvimento da personalidade. A arte como processo terapêutico trabalha temas como a auto-imagem, família, corpo, comunicação, relacionamentos, amor, doença, vida e morte. Refaz idéias e conceitos, liberando o indivíduo de suas amarras, fazendo-o reconhecer a si mesmo como o seu "curador". A Arteterapia tem como principal objetivo promover a liberação de conteúdos internos agradáveis ou desagradáveis, facilitando o contato com o potencial de desenvolvimento e cura, presentes em todo individuo, aumentando a motivação, a criatividade, a auto-estima, proporcionando um bem-estar físico e psíquico. Diante dessa problemática atual em que cada vez mais pessoas se envolvem com a drogadição fica evidente a importância conhecer quais os tipos de tratamentos para os dependentes químicos que buscam auxílio em unidades de saúde, incluindo a questão de gênero e suas particulariedades. O fenômeno da drogadição é complexo e multifatorial. Discutir e cuidar da dependência química na atualidade é encará-la dentro do modelo biopsicossocial de saúde, considerando o paciente em sua totalidade, encarando-o como um ser ativo. Os cuidados assistenciais nesta área ainda estão repletos de estigma, preconceito e despreparo dos profissionais. A importância desses fatos contrasta com a carência de estudos sobre a eficácia das técnicas terapêuticas utilizadas. A recuperação necessita de uma abordagem tão ampla quanto à complexidade da doença. Variadas abordagens podem ser utilizadas na abordagem do dependente químico e é nesse sentido que diversos recursos terapêuticos podem ser importantes, inclusive a Arteterapia.A arteterapia direciona o seu caminho para um processo terapêutico decorrente da utilização de várias modalidades expressivas artísticas comopintura; modelagem; colagem; desenho; tecelagem; expressão corporal; sons; músicas; criação de personagens, a escrita, dentre outras, em especial as artes plásticas. Por meio destas é que que expressam e representam níveis profundos e inconscientes da psique, permitindo o confronto, no espaço interno, destas informações posterior transformação e expansão da consciência. A arteterapia, aplicada ao dependente de drogas e de acordo com os novos paradigmas de atenção em saúde mental é um processo terapêutico predominantemente não-verbal, por meio de recursos artísticos, que acolhe o ser humano com toda sua diversidade, complexidade, dinamicidade e o auxilia a encontrar novos sentidos para sua vida, objetivando a reinserção e inclusão social A arteterapia pode ajudar o dependente a liberar sua energia criativa, e colocá-la como aliada na busca do fortalecimento do desejo de recuperação. Desta forma, o projeto Liberta- a arte que cura, vem atuar como um recurso poderoso para a recuperação da mulher em situação de dependência química, entendendo que suas particularidades, identidade e demandas exigem novas formas de abordagens, mais humanistas, dentro do espaço terapêutico. O projeto propoe atendimentos contínuos, com profissionais da psicologia e da arte-educação, de mulheres entre 18 e 80 anos, em sistema voluntário de internação, três vezes na semana, com duas horas de atendimento coletivo, além de horas de planejamento didático-pedagógico, avaliação dos processos coletivos e individuais, adaptação de demandas e retornos. Para tanto, será estabelecida uma parceria de trabalho, entre a Instituição e o proponente, adequando-se o programa institucional à metodologia do projeto. A proposta é que a arte como instrumento terapêutico possa se articular aos princípios do tratamento e torna-se um suporte eficiente de atendimento à mulher, com oficinas de arte regulares, direcionamentos individuais e produção coletiva, além de estimulhar a economia criativa no ambiente terapêutico e a profissionalização destas para sua reinserção social.

Especificação técnica

Oficina de Dança: A dança ativa o centro de prazer do cérebro, assim como uma barra de chocolate, liberando a dopamina, substância que gera a sensação de bem-estar. Ou seja, acalma, relaxa e estimula a memória. Ela também devolve a energia vital, por meio de fortalecimento muscular e cardiovascular. A dança auxilia na perda de peso, diminui estresse, além de melhorar a resistência, força e flexibilidade do corpo.Os mais variados estilos de dança fazem parte deste processo, porém a dança como processo terapêutico não pressupõe a construção coreográfica mas a vivência de arquétipos, culturas e gestuais distintos, onde a mulher se expressa livremente, sem se preocupar com conceitos morais ou estéticos contidos na dança. A dança ministrada em forma de oficina, respeita as limitações individuais de cada um. Por isto, estilos distintos de passos e movimentos de dança são passados como vivência, de forma a abranger um expectro maior de identidades. A dança trabalha questões relevantes como consciência espacial, limites, paciência, consciência social, empatia e valores culturais. Também são ensinadas técnicas de alongamento e relaxamento, respiração, fortalecimento muscular e consciência corporal - essenciais para correção de dores e desconfortos gerados pelas obrigações rígidas e diárias nos centros de acolhimento. Ainda não vivemos uma cultura de olhar para o corpo da mulher em tratamento de dependência química com mais cuidado. O próprio gênero já pede um olhar diferenciado por si só. O corpo fala sobre muitas queixas e emocões contidas, personalidade e limitações individuais não verbalizadas pela escrita ou fazer artístico. O ato de dançar e pensar esse corpo dentro de um processo terapêutico é essencial para o auto-conhecimento da mulher, sua recuperação, fortalecimento vital e autoestima. São ministradas danças sagradas circulares, étnicas e folclóricas como fonte de aprendizado de memórias coletivas. Também é dado espaço para a criação espontânea individual na dança, inspirada pela música, pelas cores e outras atividades integradoras do processo. A dança espontânea, mediada pela instrutora, favorece o reconhecimento das identidades dentro do grupo, o riso e a alegria - qualidades essenciais de uma atividade promotora do bem estar e de curas reais. Oficina de Música: A música estará presente ao longo de todo o processo, como suporte de estímulo emocional e cognitivo nas oficinas, independente do recurso técnico e artístico utilizado no dia. A música é uma experiência sensorial que pode ativar todas as áreas do cérebro simultaneamente. Portanto, é útil na terapia porque desencadeia o funcionamento do cérebro no sentido emocional, cognitivo e físico.Aspectos sensoriais: trabalhando na capacidade de responder aos estímulos sensoriais recebidos. Aspectos motores: coordenação, equilíbrio e mobilidade do paciente. Aspectos cognitivos: memória, aprendizado, imaginação ou atenção. Aspectos socioemocionais: trabalha com inteligência e controle das emoções, bem como expressão emocional ou autoconhecimento das emoções. A música é uma função básica do nosso cérebro. Em tenra idade, as mães costumam acalmar seus filhos com “nanas” (canções de ninar). Isso mostra que o cérebro das crianças pequenas já tolera muito bem a música e seus benefícios. As cantigas de roda também fazem parte o do universo destas mulheres, relembrando contextos de afeto passadas por uma mãe, pai ou avó, resgatando o sentimento de pertencimento ao mundo e a um grupo social específico. A troca destas experiências permite que a aluna consiga, muitas vezes se colocar no lugar do outro, em situações e realidades históricas distintas, uma vez que um dia, todos fomos crianças e todos seremos idosos. Neste sentido, a Oficina de música acontece paralelamente à outras atividades integradas como a dança e a pintura ou desenho. Muitas vezes, a música estimula o cérebro a produzir imagens de um inconsciente, até então adormecido. São trabalhados consciência ritmica, a exemplo da percussão sagrada dos tambores que simulam as batidas do coração, as festas e o culto à colheita e à terra mãe em culturas diversas. Par isto também serão utilizados instrumentos rítmicos como pandeiros e tambores de afinações diversas, além de outros instrumentos criados de forma criativa com recursos sustentáveis, pelas próprias alunas, como reco-reco, triângulo, caxixi, pau de chuva, e outros instrumentos sensoriais. Por outro lado, a consciência melódica de uma música estimula a capacidade de percepção e intensão, o controle do tempo e importância dele. Para isto o projeto prevê a participação de artistas apresentados para a demonstração de obras tocadas no violino, gaita, acordeon, flauta e outros. Também permitirá à aluna estabelecer uma identidade maior ou menos com determinado instrumento de acordo sua personalidade, sentimento ou energia que lhe agrada ou lhe falta. Também são observadas e escolhidas músicas com vibração positiva e intensidade variadas. A física quântica já provou como as ondas sonoras vibram sobre nossos corpos, assemelhando-se à frequência das cores. Cada frequência sonora, de músicas diversas compostas por músicos clássicos e populares do mundo, atua sobre um processo mental ou cognitivo nosso. Perceber essas flutuações de emoções e sentimentos por meio da música é um grande passo para o auto-conhecimento, auxiliando diversas propostas terapêuticas, em especial, as que lidam na saúde mental com sentimentos de rejeição e abandono, muito comuns nas mulheres envolvidas com o álcool e outras drogas. Oficina Artes Plástica (desenho, pintura, cerâmica e artesanato): Enfrentar uma folha ou tela em branco é complicado. No começo, pode até ser estressante se tivermos a parte criativa mais sonolenta. No começo, as idéias podem não chegar até nós e isso também nos frustra. Portanto, um livro em branco para colorir pode ser o lugar para classificar idéias e sair do bloco. Pode contribuir para nossa liberação de ansiedade e despertar nossa criatividade para dormir. E, com isso, viajar além de nossos pensamentos diários. As oficinas de desenho e pintura, como processo terapêutico, tem a princípio, o objetivo de trabalhar a espontaneidade, sem preocupação com a técnica acadêmica, embora por meio do desenho e/ou pintura, sejam trabalhadas referências matemáticas de ordem e espaço, consciência espacial, cognição e motricidade fina. Elas ocorrerão, muitas vezes em espaços abertos ou ao ar livre para entrarmos em contato com a natureza, respirarmos profundamente, encher nossos pulmões e nos libertar através do desenho. Podemos escolher entre delinear uma memória, uma imagem ou algo que temos diante de nossos olhos e que queremos capturar em uma folha de papel ou uma tela. O desenho/pintura oferece ao aluno a oportunidade de sentir-se crianças novamente. Porque permite que ele brinque com os caminhos e a recreação dos sentidos em uma atividade que evoca estágios iniciais da sua infância. É uma maneira de voltar no tempo, onde os problemas poderiam ser relativizados ainda mais. Ela ajuda a aliviar o estreesse e liberta a mente das exigências da vida cotidiana. Pelo desenho e pela pintura, a mulher em situação de dependência química, consegue expressar sentimentos concretos, muitas vezes, experimentando a colagem de imagens, palavras e a escrita no contexto da criação. A diversidade de texturas e possibilidades de recursos para o desenho e a pintura, permitem a expressão de subjetividades ligadas à sua identidade e realidade momentânea. São utilizados para esta oficina recursos como o giz de cera, pastel a óleo, pastel seco, lápis de cor, lápis de cor aquarelado, hidrocor, carvão, teças, tintas e lápis grafite. Todos tem significado terapêuticos semelhantes. Nesta oficina, a coordenação motora fina é bastante trabalhada, portanto o controle é essencial, não só o motor, mas principalmente o intelectual. A atenção, a concentração e o contato com a realidade são explorados. O desenho ou pintura de cópia, enfoca a atenção na realidade exterior, e é indicado em pessoas que fantasiam, sonham, obrigando-as a perceber e reproduzir a realidade tal como ela é. A imensa dificuldade que encontram em reproduzir, não é só o medo de errar, é a própria dificuldade de dar direcionamento em sua vida. No desenho ou na pintura livre, as alunas entram em contato com sua realidade interna, deixando fluir conteúdos que estejam ao ponto de emergir. Nos desenhos e nas pinturas dirigidos, aqueles feitos a partir de um tema que o Arteterapeuta escolhe, os indivíduos entram em contato com sua realidade, mobilizando emoções bloqueadas que precisam vir à tona. Indicados para pessoas deprimidas, com tônus vital rebaixado. Quando preferimos os desenhos monocromáticos, trabalhamos com emoções superficiais, a nível periférico; e quando utilizamos o colorido, lidamos com os profundos. O desenho das Mandalas, entra como um dos principais instrumentos no processo. Abordagem teórica sobre a mandala e seu significado tem ajudado a inúmeros pacientes em saúde mental. Pelas mandalas podemos trabalhar arquétipos e sentimentos cíclicos. Ao longo da história da humanidade as mandalas foram associadas aos símbolos de poder. O desenho das mandalas, permite à aluna trabalhar o empoderamento de seu feminino e conhecimento de sua energia vital.Um bom exemplo do trabalho psicoterapêutico por meio das mandalas e do desenho espontâneo veio com o Estudo de Nise da Silveira, com a saúde mental, onde os pacientes, encontravam na arte uma possibilidade de expansão do insconsciente de melhoras da cognição e relaçao social. Na pintura individual, elas tem a possibilidade de exercitar seus sentimentos mais profundos que normalmente não expressam no coletivo e trabalham sua identidade individual, a capacidade de superação de si mesmas e descoberta de potenciais adormecidos. Outra técnica trabalhada é a elaboração de tintas orgânicas. Por esta técnica, trabalhamos conceitos de sustentabilidade e proporcionamos o contato mais intímo da pintura com a aluna. É um momento de conexão, de auto-aceitação e harmonia com o seu interior que o ajudará no seu crescimento pessoal. Colocar a própria pele em contato com a tinta é um dos exercícios de arteterapia que facilita a conexão consigo mesmo. A cerâmica pode ser feita com massa caseira, argila, biscuit, cera de abelha, plasticina, papel machê e massa de modelar. O efeito da modelagem atua nas sensações físicas (leva ao relaxamento) e viscerais, como também no sentimento e cognição. A técnica exige uma canalização de energia adequada, por partir do nada para a criação de algo podendo ser livre ou dirigida. Pessoas rígidas ou ansiosas, tem ganhos muito grandes. A técnica mais utilizada neste processo é a argila, por ela trazer elementos minerais da Terra, dialogando com nossa temperatura interna e nossas repulsas. A sensação de estar em contato com o barro, pode ser muito gratificante ou não. A argila age como transformadora, de um estado de desencontro para um estado de equilíbrio, podendo trazer à tona conflitos internos indesejáveis. Por ser moldável, integra o ser com o mundo exterior, mostrando-o que pode adaptar-se às situações, sendo fluida, recebe projeções e é dominada, favorecendo ao manipulador, a libertação das tensões, fadigas e depressões, pois é um material vivo e de ação calmante. No físico, trabalha questões ligadas a estruturação e coordenação motora. No emocional mobiliza sentimentos e emoções primitivas, para que possam ser conhecidas e trabalhadas. Nos casos de negação e resistência à argila, oferta-se o papel machê ou a massa de farinha de trigo, pois de início não devemos forçar, e com a adaptação a estes recursos, aos poucos inclui-se o barro. Oficina de Leitura (literatura, escrita e formação do pensamento). A oficina de circulo de leitura, trabalha com a produção coletiva espontânea e a leitura poética. Pensar as palabras boas ou ruins dentro do contexto da arte, permite que elas se expressem com palavras de forma mais livre e confiante. Para isto, terá a literatura poética, frases reflexivas, as cartas escritas temáticas e endereçadas, a simbologia das palavras dentro de contextos e culturas diversas, as referência literárias como busca de identidade e a gramática da fantasia de Gianni Rodari (técnica criada pelo educador italiano que usa as palavras como fonte de criatividade e histórias coletivas).

Acessibilidade

A Acessibilidade deste projeto, se dará: Nas Oficinas: ACESSIBILIDADE FÍSICA: o local onde acontecerão as oficinas, terão necessariamente, rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: teremos intérprete de libras e audionarração. Nas apresentações ACESSIBILIDADE FÍSICA: a apresentação será realizada em local com acessibilidade à portadores de necessidades especiais com rampas, banheiros adaptados , corrimão,etc. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: teremos monitor especial para espectros especiais (custo nas planilhas de apresentação de Dança).

Democratização do acesso

A democratização deste projeto, se dará: - Todas as vagas oferecidas são gratuitas. - Apresentações serão gratuitas e aberta ao público em geral. Art. 29 da IN nº 11/2024 abaixo será adotada no projeto: II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; Art. 30 da IN nº 11/2024 . Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento);

Ficha técnica

JANICE DE MATOS PIRES: o proponente realizará a função de Coordenador Geral, sendo também responsável pela total gestão do processo decisório do projeto. Para tal, receberá pela rubrica “Coordenação Geral”. Formação acadêmica• Administração – habilitação em Promoção de Eventos Lazer e Esportes (Bacharelado)• Gestão Pública – Escola de Governo FJP (especialização).• Especialização em PQV - Programa de Qualidade de Vida do CEFET - CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃOTECNOLÓGICA: Vivência Pedagógica e de Gestão em PQV e desenvolvimento de monografia, 2008 a2010.• Ensino de artes – Universidade Cândido Mendes (pós graduação)• Gestão Educacional – Faculdade Metropolitana de São Paulo – (pós graduação)• MBA Segurança Pública e DN – IMES (Instituto Mineiro de Educação Superior)HONRA AO MÉRITO em reconhecimento ao Trabalho em Prol da Arte e Cultura no Brasil, concedidopela OFHM - Ordem Federativa de Honrarias ao Mérito (Instituição de Utilidade Pública signatária dopacto global da ONU)Dança• Aprovada como bailarina clássica da Fundação Clovis Salgado-Palácio das artes, em 1983, sob direçãodo professor Carlos Leite.Profissional de DANÇAS FOLCLÓRICAS DO ORIENTE MÉDIO, DANÇAS DO FOLCORE LATINO AMERICANO,FOLCLORE ITALIANO, FOLCLORE MINEIRO e brasileiro, DANÇA CIGANA e DANÇA-TERAPIA.• Experiência em danças de Arkadá (dança Israeli) com o professor Fernando Davidovitsch em 2010.-Experiências em Tango e folclore argentino com o embaixador do Tango e folclore argentino Manuel Ortizdesde 2010, folclore Gaúcho e latino americano com os Grupos Relâmpago de Malambo de 1007 a 2012e Pasion Gaúcha RS 2022 - Experiências em dança contemporânea brasileira com Izabel Costa (Fundadorado Grupo Corpo de belo Horizonte), dança afro com Evandro Passos, dança Cigana com KarinaTchagnazaroff, dança egípcia e Folclore Árabe com Daise Faria( precursora da dança árabe em MinasGerais e fundadora da Academia Internacional de Ballet de Minas Gerais), dança havaiana(com Maristelaknowles), dança flamenca, consciência corporal, expressão corporal, entre outros.• Atuou como coordenadora da Comissão de Esportes lazer e Cultura da Justiça Restaurativa- TJMG em2015 e 2016• Dançou em tournée em 2022 com o grupo Pasion Gaúcha do Rio Grande do Sul, por diversos Estadosbrasileiros. Cofundadora do grupo “DESGARRADOS Gaúchos” de dança e música do Folclore Gaúcho eLatino americano em BHte, MG em 2022.• Bailarina convidada especial pela Cia. de Dança Flamenca de Fátima Carretero – dança solo: "concertoandaluz" no espetáculo "Legado Andalusi" em 2015 - reinauguração do teatro Francisco Nunes ereapresentação no Sesc Palladium• Fundadora e diretora da CIA. CARAVANA NÔMADE de dança étnica-contemporânea em 2014, com osartistas Marco Herrera e Walkitor Washhab, apresentando-se para o Consulado da Índia em BeloHorizonte e comunidade árabe em Belo Horizonte.• Bailarina e colaboradora na divulgação da CIA. HULA DANCERS, desde 2012.• Bailarina do STUDIO DE DANÇA IZABEL COSTA de 2013 até a presente data• Bailarina e diretora artística do grupo CONGÁ DE DANÇAS FOLCLÓRICAS (grupo de Utilidade Pública deMG decreto de lei Estadual) desde 2004 e pesquisadora das manifestações populares tradicionais.• Bailarina e coordenadora do grupo de Utilidade pública da cultura italiana em MG “LA SERENÍSSIMA”danças folclóricas – fundado pela AMICI (Associação Amigos do Vêneto de Minas Gerais) de 2010 a 2016• Instrutora do programa QUALIDADE DE VIDA do CEFET-MG (Centro Federal de Educação Tecnológica deMinas Gerais) de 2008 a dezembro de 2010.• Ministrante da oficina "TUMBAITÁ EM MOVIMENTO - de danças tradicionais mineiras" para o edital do43º Festival de Inverno de Itabira em julho de 2017 a convite da Fundação Carlos Drummond deAndrade. Elaboração, formatação e apresentação do projeto de oficina.• Idealizou, produziu e apresentou-se com o projeto: “Mulheres, pássaros e palavras” para o semináriode filosofia da FAJE Faculdade Jesuíta de MG, com performance cênica de dança, música, poesia eliteratura em 2015• Facilitadora de processo terapêutico com a dança em parceria com o Instituto Biaggi de Psicanálisedesde 2014 até a presente data.• Professora e coreógrafa da ESCOLA PÁTIO ESPANHOL, 2011 a setembro de 2012.• Ministrou o curso “Sapateados e suas origens”, junto ao professor Jarbas Cardoso, no projeto “Oficinapara Todos” do Centro Cultural da UFMG em 2011.• Criou e ministrou o Projeto de extensão em DANÇA-EDUCAÇÃO: Técnicas egípcia, árabe e cigana dedança para o Gênero na Educação Corporal do Gênero Feminino, no COLTEC- UFMG.• Participou de eventos de arte-educação em vários eventos do COLTEC e outras unidades da UFMG.• Propôs e ministrou a oficina “Confecção de adereços folclóricos” para o Espaço escola- COOPEN, 2011• Promoveu o evento “A Arte de Bailar” - danças folclóricas argentinas, com Manuel Ortiz em março de2012 – apresentação artística e palestra sobre dança, dança-educação e inclusão social através da arte.- Integrou o corpo de baile da Cia Hula Dancers de Maristela Knowles, em 2012- Ministrou aulas de expressão corporal para a televisão para a cantora Morena Mônaco em outubro de2012• Professora de arte-educação e dança - projeto RECONSTRUIR - entidade sem Fins Lucrativos: Cavernade Adulão, para crianças de 6 a 12 anos - maio e junho de 2017• Performance de dança, interpretação Cênica e poética no "INSTANTES POÉTICOS" de Luiz OtávioBrandão, na Galeria Arte e Cultura BH, 2014.Atuou com a dança em:• Centro Cultural da UFMG, Escola de educação da UFMG, Colégio Técnico da UFMG(COLTEC) e Centro deEducação tecnológica do Estado de MG(CEFET-MG)• Teatros Palácio das artes, Marília, Casa nova, Maçonaria, entre outros.• Centro de Tradições mineiras da Secretaria de cultura de MG.• União Israelita de Belo Horizonte• Comunidades árabes de Belo Horizonte (Lar Druzo de Belo Horizonte, clube Sírio Libanês) e das cidadesde Governador Valadares e Teófilo Otoni.• Diversas escolas de dança de Belo Horizonte• Secretaria de Cultura do Estado de Minas Gerais e Saúde do Estado de Minas Gerais• Clube dos Oficiais da Polícia Militar• ACM – Associação Cristã de Moços• Museu do Tropeiro de Ipoema, Itabira• Fundação Carlos Drummond de Andrade de Itabira• Empresas privadas e entidades sem fins lucrativos• Instituições públicas e particulares de ensino• Feiras e Shoppings, canais de TV da rede pública e privada, eventos sociais, culturais, políticos e devoluntariado.Atuou em diversas montagens de espetáculos, eventos e produções artísticas como bailarina,coreógrafa, cerimonial, coordenadora, diretora artística, produtora e/ou promotora.Produção Cultural e Gestão de Projetos• Idealização, promoção e realização de projetos culturais e oficinas da UNIVERSIDADE FEDERAL DEMINAS GERAIS, no CENTRO CULTURAL da UFMG, COLTEC/UFMG, Escola de Educação da UFMG nas áreasde dança e educação desde 2003.• Realiza consultorias em Qualidade de Vida (QV), apresentações artísticas, ministra aulas e elaboraprojetos de dança e arte-educação.• Participou como bailarina, professora e promotora de eventos e ações sociais, culturais e de arteeducação em instituições públicas e privadas, a citar: CLUBE DOS OFICIAIS DA POLÍCIA MILITAR DE BELOHORIZONTE (2000 A 2002), ACM (Associação Cristã de Moços de Minas Gerais, LAR BENEFICENTE DRUSOBRASILEIRO de Belo Horizonte, SECRETARIAS DE CULTURA E SAÚDE do Estado de Minas Gerais, entreoutros.•Idealizadora e coordenador do projeto LIBERTA – a arte que cura, projeto aprovado pela Lei Federal deincentivo à cultura – foco no gênero feminino em tratamento da dependência Química em MG, saúdemental e arte 2019 -2021• Elaboração de projeto do Grupo Folclórico CONGÁ de Utilidade Pública Estadual para o edital municipalde Incentivo à cultura de Belo Horizonte LMIC 2019- exercício 2020. Apoio de coordenação e elaboraçãode projetos, documentos e portfólio para o Grupo CONGÁ de danças folclóricas (grupo de UtilidadePública Estadual).• Elaboração do PROJETO "TRADIÇÃO DAS GERAIS" para o edital Cenamúsica da FUNDAÇÃO MUNICIPALDE CULTURA de Belo Horizonte (projeto aprovado e executado entre agosto e dezembro de 2013).• Criação de obras artísticas da Cultura Popular Tradicional para organizações da sociedade civil.• Coproduziu, elaboração de pauta de cerimonial e organização do 1º Fórum da Mulher Cidadã na Câmarados Vereadores de Belo Horizonte. Atuou neste também como mestra de cerimônia e palestrante com oTema; A Arte como mecanismo de inclusão social na dependência química” e montagem de exposição deartes plásticas para o evento com artistas convidados 2019• Membro (coordenadora) da Comissão de Esporte, Lazer e Cultura da Justiça Restaurativa do TRIBUNALDE JUSTIÇA DE MG, de 2014 a 2015- Participa da idealização de projetos de artes integradas, junto ao jornalista, fotógrafo e poeta, professorJoão Evangelista Rodrigues e outras personalidades de Minas Gerais.• Coproduziu o projeto “Semana da Mulher” para o Programa do Governo Federal “Justiça pela Paz emcasa” de contenção da violência doméstica do TJMG- Artista convidada especial da Orquestra clássica:" Vinício Tiso e seus Violinos" em dezembro de 2017(voz, percussão e dança) para apresentações no Hospital Life Center• Produção, cenografia e atuação de espetáculo de danças étnico- contemporâneas no Teatro FranciscoNunes em 2017 pelo programa “Terça da Dança” da Fundação Municipal de Cultura de Bhte.• Participou da Conferência Internacional "Deus(es) na Literatura", coma performance Cênico-poética:"MULHERES, PÁSSAROS E PALAVRAS" de Janice Pires (Evento organizado pela Faculdade de Letras daUFMG em parceria com a Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia.) Agosto de 2017.• Elaboração e apresentação DO PROJETO "VIVA TUMBAITÁ" - Resgate e manutenção do grupo de dançasfolclóricas da Fundação Carlos Drummond de Andrade de Itabira. MG. Aprovado (em andamento)fevereiro de 2017• Assistente de produção do espetáculo "Sangre de Tango" (direção Manuel Ortis), TEATRO ALTEROSA,Belo Horizonte, 2012.• Coordenou o evento e palestrou sobre o tema: “O feminino na dança” no projeto “Sócrates ao café”, doInstituto Biaggi de psicanálise, em julho de 2011• Coordenação e formatação da programação da SEMANA DA MULHER do TJMG para o projeto ColorindoVidas para a Coordenadoria da Mulher em situação de violência (COMSIV) em março 2016.• Idealizadora do projeto "SOLOS POÉTICOS" de dança, música, artes visuais e poesia em 2015.• Conceito, formatação e coordenação do projeto "Águas poéticas" de arte-educação para a PBH diamundial da água 2015, pelo movimento artístico e cultural Café com Poemas.• Atuou como assistente de produção no espetáculo Internacional “Sangre de Tango” em 22 de novembrode 2012, Belo Horizonte• Vice-Presidente da CIRCOLO SARDO DI MINAS GERAIS (Associação Cultural Ítalo-Brasileira), agosto de2012 a 2016.• Produziu e promoveu a exposição da artista plástica Eni d’ Carvalho na semana do meio ambiente naFaculdade Promove em 2002• Coordenou o projeto “Tradução das Tradições “do Grupo Congá, junto ao professor Jarbas EustáquioCardoso no Centro Cultural da UFMG• Coordenou, junto a Cássia Araújo o projeto “Colorindo Vidas” no CIA (Centro Integrado de Atendimentoao Adolescente Autor de Ato Infracional) desde setembro de 2012• Foi vice-presidente do Circolo Sardo di Minas Gerais, fundado por seu pai Jaime Balmes Pires Sanna,atuando nas funções de organização dos eventos, planejamento estratégico, marketing institucional esecretariado.• Realizou assessoria de imprensa e divulgação da Sabah Escola de Dança, captação de patrocínios emaquiagem profissional de bailarina em 2001.Música• Piano Clássico (Denise Brescia) de 1982 a 1993• Bumbo Leguero (Manuel Ortiz)• Percussão árabe (snujs, derbake e daff) e flamenca (cajon e castalholas)caixa de folia, bumbo Leguero e boleadeiras.Artes Cênicas • "Teatro-dança-criatividade" - Centro Cultural da UFMG - ministrante: prof Alexandrino Ducarmo, doutorem dança pela Universidade dos EUA, 2010 • "Interpretação para a Televisão" - ministrante Frederico Mayrink (Rede Globo de Televisão), 2001 • Qualificação profissional para Cinema e Televisão (Breno Milagres). Figuração no Programa Linha-diretada TV Globo. • Atriz da teledramaturgia “CONTOS DE MINAS” da Rede Minas de televisão, com o cineasta Breno Milagrese em produções do diretor e dramaturgo Elvécio Guimarães, a citar:Personagem Justine da minissérie “Quando fui morto em Cuba” de Roberto Drummond• Produção “Até o Santo Perdeu a cabeça” de Breno Milagres interpretando o Personagem “amiga daDorinha” no filme.• Dança-teatro com o Diretor Ítalo- espetáculo Salomé no Palacio das Artes em 1993Interpretação cênico-poética para a seminários da Faculdade Jesuíta de Belo Horizonte.• Ensaios de produção teatral com Helvécio Guimaraes para obras do Diretor no Teatro• Apresentações Cênica e Teatral de interpretação de textos bíblicos com o artista plástico e Diretor deTeatro Golb Carvalho.Artes Plásticas• Atua na produção de obras de arte (pintura acrílica sobre tela), para exposições desde 2011• Realiza projetos e exposições individuais e coletivas desde 2012.• Em 2019 Trabalhou para o Instituto Yara Tupynambá, com projetos de Qualificação Profissional,Patrimônio Cultural e montagem de exposições de arte.• Em 2021 realizou a Exposição “sustenidos” no Ajê Bistrô bar em Belo Horizonte, tendo todas as suasobras vendidas.• Idealizadora e instrutora do projeto: “O acaso como parte da obra” - pintura coletiva para o FestivalRhema em Goiânia 2019• Expositora no CIA-BH (TJMG) DE 2013 A 2016 pelo projeto “Colorindo Vidas”. CIA BH• Exposição cenográfica de obras na performance de dança e música da Semana da Mulher TJMG 2016• Em 2013 foi a artista mineira convidada para abrir a MOSTRA INTERNACIONAL DE "ARTE ÍTALOBRASILEIRA" tendo duas obras chanceladas pela Embaixada Italiana em Brasília, atualmente expostas nasala consular.• Expositora no projeto “ESQUINA DA ARTE”, na Praça da Savassi, 2013 até presente data.• Produziu a Exposição “LIBERTA – Um olhar feminino sobre as cores e a Liberdade” como artista plásticaem julho de 2012 no restaurante Casa dos Contos com curadoria de Glauco Moraes• Expositora no CIA-BH (TJMG) DE 2013 A 2016 pelo projeto Colorindo Vidas• Exposição cenográfica de obras na performance de dança e música da Semana da Mulher TJMG 2016• Produziu o espetáculo beneficente de Sérgio di Nápoli: “Música Popolare Brasiliana” na Assembleialegislativa de Minas Gerais em junho de 2012, com vídeo-projeção, recepção, cenografia e cerimonial.• Curadoria e exposição permanente nos restaurantes Osteria Degli Angeli e Armazém do árabe, BeloHorizonte.• Produção e Execução da exposição "O que nos tece" para CENTRO CULTURAL YVES ALVES - SESITiradentes 2014/2015Gestão de Eventos EsportivosParticipou de diversas palestras e seminários sobre Gestão de eventos culturais e esportivos, Turismoe Sustentabilidade, Economia e Políticas Públicas entre 1999 e 2022• Desenvolveu diagnóstico para a área de Recursos Humanos em Eventos esportivos Off Road, estágiocurricular no evento “Iron Biker Brasil” - Projeto de conclusão de curso como Bacharel em Administraçãoem 2003.• Promoveu a palestra sobre Marketing esportivo com Fábio Cruz, doutor em direito esportivo, nadisciplina de marketing esportivo para a Faculdade Promove em 2002• Estagiou na ACM (Associação Cristã de Moços de Minas Gerais) pela federação dos clubes de MinasGerais, onde também trabalhou como professora e promoveu eventos de dança.• Atuou como Promotora da equipe mineira de Motocross, com patrocínio da empresa Gerais) pela em2001• Coproduziu o evento “Fut Verde”, campeonato de futebol de salão entre empresas para o DeputadoLeonardo Mattos, com formatação do projeto, apoio organizacional, captação de parcerias e cerimonial,2004.• Estágio em Administração de Recursos Humanos em Eventos Esportivos - IRON BIKER BRASIL - projetode conclusão de curso de administração Faculdade PromoveSaúde • Pranic Healing - Institute for Inner Studies, Filipinas – 2016• SENAC Profissional - Shiatsu terapia 2008• Formação livre em Arteterapia - Lourdinha Maciel 2012Literatura• Cocoordenadora em BH do Movimento artístico-cultural "Café com poemas"• Participa de antologias e produções literárias pela Agilite Produções Literárias e da editora Cogito desde2014.• Publicação literária de "O amor e outros personagens" - Projeto de antologia poética do MOVIMENTOCULTURAL CAFÉ COM POEMAS. Textos e obra de ilustração de capa.Algumas Publicações na área• PIRES, Janice. Artes Integradas. Artigo acadêmico. Universidade Cândido Mendes. Ed. InstitutoProminas, 2018. 12p.• PIRES, Janice; et al. Infraestrutura no Custo Brasil. Política e Estratégia. ADESG-MG, 2018. 169pgs• PIRES, Janice de Matos. Qualidade de vida no trabalho: estudo de caso do programa de qualidade devida do CEFET/MG. Belo Horizonte: Fundação João Pinheiro, 2011. 118p.• FARIAS, C.; SALÉH, BUONO,F.; SANTOS, G.;PIRES,J. Entrelinhas e Reticências... Projeto Cartas eDepoimentos. Ed. Agilite. 2014. 93ps.• PIRES, Janice. Dançando a vida: Um novo olhar para a Qualidade de Vida no Trabalho. 2012. Disponívelem: https://www.webartigos.com/artigos/dancando-a-vida-um-novo-olhar-para-a-qvt-qualidade-devida-no-trabalho/96993#ixzz5KInBij8w• FARIAS, C.; SALÉH, BUONO,F.; SANTOS, G.;PIRES,J. Entrelinhas e Reticências.... Projeto Cartas eDepoimentos. Ed. Agilite. 2014. 93p• PIRES, Janice; et al. Antologia Poética Internacional – Ed. COGITO, Bahia. 2019.• PIRES, Janice; et al. Mulher Poesia – Ed. COGITO, Bahia.2019

Providência

PROJETO ARQUIVADO.