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O projeto tem como objetivo desenvolver o Congresso Internacional de Escritores com a presença de renomados artistas nacionais e internacionais visando apreciar, discutir e deliberar sobre pautas que estejam relacionadas aos interesses da cultura, ao incentivo à leitura e à valorização do patrimônio cultural, material e imaterial e ao exercício da atividade do escritor. A programação será composta por plenárias, encontros literários, apresentações musicais e contação de histórias.
O Congresso contará com painéis, palestrantes convidados, sessões plenárias e atividades culturais, será um evento presencial, mas com transmissão ao vivo pelas redes sociais para aqueles que não puderem comparecer no local. O conteúdo ficará disponível após o evento. Classificação etária: livre.
O projeto tem como objetivo o desenvolvimento do Congresso Internacional de Escritores. A ação visa reunir escritores nacionais e internacionais, artistas, pensadores, jornalistas com objetivo de discutir importantes pautas relacionadas à literatura, mercado cultural editorial, história, economia relacionada às artes, entre outros. Com uma programação de 4 dias, serão desenvolvidas as seguintes atividades: 1° dia: - Abertura solene - 1 plenária - 1 apresentação cultural (música) 2° dia - - 4 painéis literários - 3 apresentações de contação de história 3° dia - 4 mesas de debate de assuntos diversos - 3 apresentações de contação de história - 1 apresentação musical 4° dia - - Encontros literários - espaço aberto para apresentações entre editoras, artistas, pensadores, jornalistas e público em geral - 1 apresentação musical - Linguagens artísticas citadas no plano de distribuição: - congresso - contação de histórias (artes cênicas) - música O evento contará com uma equipe curadora de profissionais especializados para a escolha dos autores e mediadores que farão a composição das Mesas Literárias. Esses nomes ainda não estão definidos, e serão publicamente divulgados no primeiro semestre de 2024. Local: biblioteca ou espaço de eventos relacionados à literatura (preferencialmente local público e de fácil acesso por transporte público) Todas as atividades serão gratuitas.
O I Congresso de Escritores, em 1945, foi um marco de grande repercussão e impacto para a democratização do País ao clamar "pelo exercício da soberania popular". Ninguém pode fugir à sombra que o mundo lhe projeta. Nesse chão sem firmeza e por essa cena mal iluminada atravessa o fantasma do intelectual vagamente hamletizado. - Que vens fazer aqui? Perguntará o público-multidão. Resolver os teus problemas ou os nossos? Exibir o teu desespero, agravar as tuas dúvidas? Ou ajudar-nos a encontrar o que nos falta, exprimir o que sofremos, formular o que queremos? É para nos libertar ou para nos explorar que escreves? Anibal Machado Com estas palavras Anibal Machado, em discurso de boas-vindas, daria abertura ao I Congresso Brasileiro de Escritores concebido em São Paulo em janeiro de 1945. As palavras são esclarecedoras sobre a tônica do encontro e sua importância política. O encontro teria importância política e cultural inquestionável. Diariamente a imprensa acompanhava suas atividades e debates durante a semana de 22 a 27 de janeiro desse ano. Paralelo ao evento se realizaria uma programação cultural na cidade voltada para os congressistas visitantes assim como para o público em geral, com apresentação do Grupo Teatro Experimental, exposição de artes, visitas e festejos. A principal motivação de diferentes agentes públicos, da sociedade civil e da academia para realizarem estudos ou ações voltadas à melhoria dos indicadores de leitura no Brasil é a certeza de que ela é a principal ferramenta para a aprendizagem, para uma educação de qualidade, para a plena cidadania e condição essencial para o desenvolvimento social e humano de uma nação. "Um público comprometido com a leitura é crítico, rebelde, inquieto, pouco manipulável e não crê em lemas que alguns fazem passar por ideias". Mario Vargas Llosa A leitura é libertadora e promove o protagonismo no acesso ao conhecimento e à cultura. Ela transforma, informa, emociona e humaniza. Traduz e nos aproxima do que é humano em diferentes tempos, lugares, sentidos, culturas e sentimentos. Os números do Brasil no campo da leitura são estarrecedores. A pesquisa "Retratos da Leitura", do Instituto Pró-Livro, apontou que 58% dos estudantes do Ensino Fundamental I e II dependem das bibliotecas escolares para lerem as obras indicadas pelos professores, mas um levantamento do ministério da Educação apontava, em 2019, que 60% das escolas públicas brasileiras não têm bibliotecas. O que precisa e o que pode ser feito para mudar esse quadro? A pesquisa também mostrou que o Brasil perdeu 4,6 milhões de leitores entre 2015 e 2019, no entanto, pesquisa Nielsen Bookscan, divulgada pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL), mostrou aumento de 30% na venda de livros, em 2021, em relação a 2020. Como interpretar esses números? A feira literária de Frankfurt em 2023, ou seja, neste ano, lançou o seguinte manifesto: A leitura de alto nível é a nossa ferramenta mais poderosa para o pensamento analítico e crítico. Ela exercita a metacognição e a paciência cognitiva, expande nossas capacidades conceituais, treina a empatia cognitiva e a tomada de perspectivas _ habilidades sociais indispensáveis para cidadãos informados em uma sociedade democrática. Os signatários deste manifesto pedem o reconhecimento da relevância permanente da leitura de alto nível na era digital. Como reverter o declínio das habilidades de leitura é um dos desafios urgentes que a sociedade enfrenta atualmente. Para participarmos como cidadãos informados em uma sociedade democrática, precisamos de habilidades de leitura de alto nível e práticas que vão muito além da mera decodificação de textos. A leitura não é apenas o principal caminho para o desenvolvimento pessoal, o alicerce da aprendizagem ao longo da vida e a base de grande parte da nossa troca de informações, mas também é uma dimensão central de interação social e participação. A cada vez mais rápida e maior era das tecnologias de tela trouxe enormes quantidades de conteúdo em áudio, visual e textual ao alcance de nossas mãos. A revolução digital trouxe muitos resultados positivos. Por exemplo, o conteúdo em texto tornou-se mais acessível em áreas desfavorecidas, e as necessidades de leitores com diferentes deficiências e habilidades podem ser melhor atendidas. No entanto, é preciso ter cuidado para que algumas habilidades e modos de leitura não pareçam uma relíquia de uma era mais antiga e em rápida supressão. Isso diz respeito, especialmente, ao livro em formato longo e à leitura alto nível que ele promove. O domínio digital pode fomentar mais leitura do que nunca na história, mas também oferece muitas tentações para ler de maneira superficial e dispersa _ ou até mesmo não ler de forma alguma. Isso coloca cada vez mais em perigo a leitura de níveis superiores. Portanto, pedimos uma reavaliação do papel da leitura de alto nível na era digital. Em um ambiente de informação cada vez mais complexo, os cidadãos informados precisam ser capazes de distinguir fontes válidas de não válidas e ajustar de maneira flexível o comportamento de leitura a contextos variados. O ato de leitura de alto nível é um exercício de atenção e paciência cognitiva, expandindo vocabulários e capacidades conceituais, desafiando ativamente as preconcepções dos leitores. São especialmente os textos de formato longo, como livros, que aprimoram nossas habilidades de leitura. Eles nos treinam para testar diferentes interpretações, detectar contradições, vieses e erros lógicos, e estabelecer as conexões sofisticadas e frágeis entre textos e contextos culturais que precisamos para o intercâmbio de julgamentos e emoções humanas. A leitura de alto nível é a nossa ferramenta mais poderosa para o pensamento analítico e estratégico. Sem ela, estamos mal equipados para enfrentar simplificações populistas, teorias conspiratórias e desinformação, e consequentemente nos tornamos vulneráveis à manipulação. No entanto, os educadores cada vez mais se concentram em mídias multimodais, em detrimento do envolvimento aprofundado com informações textuais. Além disso, devido a uma propensão à eficiência, a complexidade da leitura é vista como um problema a ser resolvido por simplificação, em vez de ser considerada como um espelho da complexidade humana e uma atividade que fomenta o pensamento analítico e estratégico. Por fim, a educação e a avaliação de leitura de hoje também compartilham um foco em habilidades funcionais e informativas básicas. Esse enfoque perde de vista a importância ao longo da vida da leitura em alto nível para o pensamento crítico, que é uma condição prévia para o funcionamento adequado da democracia. Portanto, pedimos educação e promoção de leitura, juntamente com avaliação e pesquisa, para reconhecer a importância da leitura de alto nível como uma capacidade de moldar a vida e a sociedade. A educação e a promoção da leitura precisam ir além do ensino de habilidades funcionais e informativas básicas para crianças em idade escolar e focar no processo de desenvolvimento pessoal ao longo da vida, aprimorado pela leitura. A avaliação da leitura precisa ir além dos testes padronizados e incluir dados qualitativos e descritivos para fornecer um diagnóstico detalhado do estado da leitura de alto nível em nossas sociedades. A pesquisa sobre leitura precisa ampliar seu foco para incluir disciplinas como pesquisa de comportamento informacional, ensino de alfabetização informacional, design de mídia, pesquisa de atenção e neurociência, e moldar um programa de pesquisa sistemático, alinhando perspectivas e superando a fragmentação. O futuro da leitura afeta o futuro das nossas sociedades. Uma sociedade democrática, baseada em um consenso informado de múltiplos interessados, só pode ter sucesso com leitores resilientes, bem versados na leitura de alto nível. Os formuladores de políticas em todas as áreas precisam estar cientes disso. Pois, nas palavras do alerta muito citado de Margaret Atwood, "Se não houver jovens leitores e escritores, em breve não haverá leitores e escritores. O letramento estará morto, e a democracia... também estará morta"." A UBE pretende neste congresso, discutir estas e outras importantes pautas com a presença de grandes nomes da cultura nacional e internacional. Todo o evento será aberto ao público e gratuito.
não se aplica
não se aplica.
Segundo a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência ARTIGO 30: Participação na vida cultural e em recreação, lazer e esporte: 1. Os Estados partes reconhecem o direito das pessoas com deficiência de participar na vida cultural, em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, e tomarão todas as medidas apropriadas para que as pessoas com deficiência possam: a. Ter acesso a bens culturais em formatos acessíveis; b. Ter acesso a programas de televisão, cinema, teatro e outras atividades culturais, em formatos acessíveis; e c. Ter acesso a locais que ofereçam serviços ou eventos culturais, tais como teatros, museus, cinemas, bibliotecas e pontos turísticos, bem como, tanto quanto possível, ter o acesso a monumentos e locais de importância cultural nacional Nos termos dos arts. 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018, esta proposta visa cumprir as medidas de acessibilidade que garantam o acesso à todos, partindo da premissa: As maneiras de se locomover, acessar as coisas, compreender conteúdos e construir sentido são variadas. Os corpos das pessoas são diferentes. O que nos caracteriza como humanidade é a nossa singularidade e a nossa diversidade. O projeto fará uma visita técnica em cada localidade a ser atendida para averiguar se todas as medidas de acessibilidade na escola e nos espaços públicos estão sendo cumpridas. Caso não estejam, teremos 2 opções: se a necessidade requerer obras de infraestrutura, a atividade não será desenvolvida no local escolhido e faremos a seleção de outra escola. Se não requerer obras, nós implementaremos todas as medidas conforme descrito abaixo por produto cultural: PRODUTO: · Congresso para comunicação: · Legendas (auditivos) · Audiodescrição (visuais) · Braille (visuais) · Fonte ampliada (visuais e neuroatípicos) · Linguagem Simples (neuroatípicos) · Comunicação alternativa (neuroatípicos) · Desenhos roteirizados (neuroatípicos) Para o receptivo: · Equipe capacitada para agir de forma proativa diante das diferentes demandas de acesso das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida; · Sanitários acessíveis com trocadores adaptados para pessoas com deficiência acompanhadas de crianças em cada andar da edificação, sempre destrancado e pronto para o uso; (arquitetônico) · Rampas de acesso;(arquitetônico) · Os pisos e passarelas planos, lisos e antiderrapantes;(arquitetônico) · Todas as escadas e rampas com corrimãos dos dois lados e com duas alturas para facilitar o uso por pessoas de baixa estatura;(arquitetônico) · Assentos de descanso em quantidade adequada;(arquitetônico) · Pisos podotáteis para indicar obstáculos e direcionar rotas;(arquitetônico) · Folhetos e mapas informativos do espaço, com informações em Braille e letras ampliadas;(visuais e neuroatípicos) · Sinalização de entrada e saída de acessos, sanitários e serviços claramente identificadas com corpo de letra grande com contraste, placas em Braille e pictogramas (sinais visuais);(visuais e neuroatípicos) · Protetores auditivo (abafadores); (neuroatípicos) · Iluminação nos espaços de circulação suficientes para uma boa acuidade visual; (visuais/ arquitetônico) · Baia de descanso e potes de água para cães-guias. (visuais/ neuroatípicos) Espetáculo de Artes Cênicas Artes Cênicas para comunicação: · Audiodescrição (visuais) · Braille (visuais) · Legendas (auditivos) · Fonte ampliada (visuais/ neuroatípicos) · Linguagem Simples (neuroatípicos) · Comunicação alternativa (neuroatípicos) · Desenhos roteirizados (neuroatípicos) Para o receptivo: · Equipe capacitada para agir de forma proativa diante das diferentes demandas de acesso das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida; · Sanitários acessíveis com trocadores adaptados para pessoas com deficiência acompanhadas de crianças em cada andar da edificação, sempre destrancado e pronto para o uso; (arquitetônico) · Rampas de acesso; (arquitetônico) · Os pisos e passarelas planos, lisos e antiderrapantes; (arquitetônico) · A mobilidade nos espaços fácil, com corredores amplos; (arquitetônico) · Todas as escadas e rampas com corrimãos dos dois lados e com duas alturas para facilitar o uso por pessoas de baixa estatura; (arquitetônico) · As portas com largura suficiente para passagem de pessoas em cadeiras de rodas (manual e motorizada); (arquitetônico) · Assentos de descanso em quantidade adequada; (arquitetônico) · Pisos podotáteis para indicar obstáculos e direcionar rotas; (arquitetônico) · Folhetos e mapas informativos do espaço, com informações em Braille e letras ampliadas; (visuais e neuroatípicos) · Sinalização de entrada e saída de acessos, sanitários e serviços claramente identificadas com corpo de letra grande com contraste, placas em Braille e pictogramas (sinais visuais); (visuais e neuroatípicos) · Protetores auditivo (abafadores); (neuroatípicos) · Iluminação nos espaços de circulação suficientes para uma boa acuidade visual; (visuais / arquitetônico) · Baia de descanso e potes de água para cães-guias. (visuais/ neuroatípicos) · Apresentação Musical para comunicação: · Audiodescrição (visuais) · Braille (visuais) · Legendas (auditivos) · Fonte ampliada (visuais/ neuroatípicos) · Linguagem Simples (neuroatípicos) · Comunicação alternativa (neuroatípicos) · Desenhos roteirizados (neuroatípicos) Para o receptivo: · Equipe capacitada para agir de forma proativa diante das diferentes demandas de acesso das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida; · Sanitários acessíveis com trocadores adaptados para pessoas com deficiência acompanhadas de crianças em cada andar da edificação, sempre destrancado e pronto para o uso; (arquitetônico) · Rampas de acesso;(arquitetônico) · Os pisos e passarelas planos, lisos e antiderrapantes;(arquitetônico) · A mobilidade nos espaços fácil, com corredores amplos;(arquitetônico) · Todas as escadas e rampas com corrimãos dos dois lados e com duas alturas para facilitar o uso por pessoas de baixa estatura;(arquitetônico) · As portas com largura suficiente para passagem de pessoas em cadeiras de rodas (manual e motorizada);(arquitetônico) · Assentos de descanso em quantidade adequada;(arquitetônico) · Pisos podotáteis para indicar obstáculos e direcionar rotas;(arquitetônico) · Folhetos e mapas informativos do espaço, com informações em Braille e letras ampliadas; (visuais/ neuroatípicos) · Sinalização de entrada e saída de acessos, sanitários e serviços claramente identificadas com corpo de letra grande com contraste, placas em Braille e pictogramas (sinais visuais);(visuais/ neuroatípicos) · Protetores auditivo (abafadores); (neuroatípicos) · Iluminação nos espaços de circulação suficientes para uma boa acuidade visual; (arquitetônico) · Baia de descanso e potes de água para cães-guias. (visuais/ neuroatípicos) Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete de Libras Tradução Simultânea - audiodescrição locação de mobiliario - cenografia material de consumo - material pedagógico consultor - treinamento (em cenografia e material de consumo, os valores de acessibilidade estarão inseridos nas linhas - não representam a sua totalidade de valor)
Seção II Das Medidas de Democratização de Acesso Art. 27. O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; Resp: 100% das atividades serão gratuitas II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; Resp: 100% das atividades serão gratuitas III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; Resp: 100% das atividades serão gratuitas - não haverá comercialização de ingressos - participarão alunos da rede pública de ensino, professores e gestores da rede pública de ensino, artistas, pensadores, críticos, jornalistas, escritores, artistas e comunidade em geral Serão cumpridas as seguintes medidas de ampliação do acesso: REf. Art. 28. I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); II - ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27; IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; IX - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público;
Proponente A União Brasileira de Escritores (UBE) é a maior e a mais importante associação de escritores do país. Fundada em 1942 através da fusão de duas entidades preexistentes, uma em São Paulo e outra no Rio de Janeiro, teve como primeiro presidente o célebre crítico Sérgio Milliet. Também a presidiram, entre outros, o talentoso escritor Afonso Schmidt, autor de tantas obras que encantaram gerações de leitores, o Prof. Fábio Lucas, um dos grandes críticos militantes, e o criativo escritor catarinense Péricles Prade. Sua fundação foi uma resposta dos homens de letras ao cerceamento da liberdade de expres00são durante longos anos de ditadura. Desde então tem agitado os meios culturais e promovido a defesa intransigente dos escritores e da livre manifestação do pensamento. Tem associados em todos os recantos brasileiros e até no exterior. Tenho o prazer de pertencer aos seus quadros desde 1980, sendo hoje o mais antigo associado aqui no Estado (Inscrição 1 1 1 0), e fui seu delegado para o Vale do Itajaí. Ela mantém um “site” na Internet.. Foi presidida pelo paulista Joaquim Maria Botelho, em seu segundo mandato, que esteve em nossa cidade, ocasião em que foi entrevistado pelo jornal “Página 3.” Desde 1962 a UBE concede o prêmio Intelectual do Ano, a mais elevada láurea literária brasileira, cujo vencedor recebe o troféu Juca Pato, criação do caricaturista, escritor e jornalista Belmonte (Benedito Carneiro Bastos Barreto). A escolha é realizada através de eleição em que votam todos os associados e já foram contempladas com o prêmio as mais expressivas figuras do meio cultural brasileiro. DIRETORIA EXECUTIVA Presidente: Ricardo Ramos Filho 1º Vice-presidente: Ricardo Assumpção Fernandes 2º Vice-presidente: Paulo Eduardo Mauá Secretário-geral: Carlos Rogério Duarte Barreiros 1º Secretário: Jayme Ribeiro Serva Jr. 2ª Secretária: Vanessa Campos Ratton Ferreira Tesoureiro-geral: Luiz Fernando Dezena da Silva 1ª Tesoureira: Maria Teresa Tavares de Miranda 2ª Tesoureira: Sandra Regina Ferro Espilotro CONSELHO CONSULTIVO E FISCAL Presidente: Erlon Marcos Kirst Secretário-geral: João Batista Moraes de Andrade 1º Secretário: Joaquim Maria Guimarães Botelho CONSELHEIROS José Domingos de Brito José Roberto Torero Fernandes Junior Luis Avelino de Lima Marcelo Nocelli de Souza Milton Hatoum Nicodemos Neves Sena Pierre André Ruprecht DIRETORES DEPARTAMENTAIS Ana Lúcia dos Santos Alexandra Jacob Antonio Carlos Fester Cássia Janeiro Eliakim Ferreira Oliveira José Carlos Sibila Barbosa Meire de Jesus Marion Direção: Ricardo Ramos Filho A equipe de produção será definida após a captação de recursos. Ricardo Ramos Filho é escritor, com livros editados no Brasil e no exterior, publicados em Portugal e nos Estados Unidos. É Professor de Literatura, Doutorando e Mestre em Letras no Programa de Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. Desenvolve pesquisa na área de literatura infantil e juvenil, onde vem trabalhando academicamente Graciliano Ramos, privilegiando o olhar sobre seus textos escritos para crianças e jovens. Ministra diversos cursos e oficinas literárias: como aprimorar o texto, literatura infantil, roteiro de cinema, poesia, conto, crônica, romance. É roteirista de cinema com roteiros premiados. É orientador literário e analista de originais, colaborando com escritores na elaboração de seus livros. É cronista do Escritablog , publicando no espaço Palavra de Cronista, e do InComunidade, revista de literatura do Porto, Portugal. Participa como jurado de concursos literários: Proac, Portugal Telecom, Prêmio São Paulo de Literatura. É presidente da União Brasileira dos Escritores (UBE), São Paulo. Como sócio-proprietário da Ricardo Ramos Filho Eventos Literários cria e produz eventos culturais. Possui graduação em Matemática pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1986). Paulo Eduardo Mauá frequentou o Mestrado em Comunicação Acessível (MCA) na ESECS, entre 2015 e 2017.Coordenador e regente do Música Transformando Vidas e Tutor Virtual da disciplina de Inclusão em Educação Musical na Universidade Federal de São Carlos, é também palestrante do PROMUVI em diversas universidades no Brasil e no exterior, entre muitas outras coisas!Paulo é ainda escritor de livros infanto-juvenis e quando esteve na ESECS em novembro, o CRID lançou o seu título “O CIRCO PANAPANÁ”, nos formatos braile e SPC!Descubra mais em – https://www.facebook.com/paulo.maua E ainda em http://redealumni.ipleiria.pt/testemunhos/2018/03/28/paulo-maua/
PROJETO ARQUIVADO.