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PRONAC 242488Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

ÓPERA DAS CORES - II edição

MONTENEGRO PENSAMENTO CRIATIVO PRODUCOES & EVENTOS LTDA
Solicitado
R$ 2,69 mi
Aprovado
R$ 2,63 mi
Captado
R$ 668,4 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (8)
CNPJ/CPFNomeDataValor
03649445000438CBL - COMPANHIA BRASILEIRA DE LOGISTICA S/A1900-01-01R$ 177,0 mil
12919786000124TCP - Terminal de Contêineres de Paranaguá S/A1900-01-01R$ 158,7 mil
10919908000157SIDERAL LINHAS AEREAS LTDA1900-01-01R$ 120,0 mil
47155252000153Via Araucaria Concessionaria de Rodovias S.a.1900-01-01R$ 100,0 mil
75904383000121COAMO Agroindustrial Cooperativa1900-01-01R$ 50,0 mil
75543611000185Helisul Taxi Aéreo Ltda.1900-01-01R$ 39,6 mil
75802041000109Famiglia Zanlorenzi S.A.1900-01-01R$ 20,0 mil
04731861000109INTERALLI GRAOS TERMINAIS S.A1900-01-01R$ 3,1 mil

Eficiência de captação

25.4%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Inclusão da pessoa com deficiência, participação ativa e acessibilidade plena
Ano
24

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2025-10-31
Término

Resumo

A exposição de artes - ÓPERA DAS CORES será apresentada por meio de obras de arte construídas a partir de experimentos sinestésicos com deficientes visuais, músicos, artistas visuais e designers gráficos na leitura de composições musicais instrumentais por meio de cores, formas e movimento. A apresentação do resultado final será realizada em um concerto visual, com representações dos clássicos da música instrumental, por meio obras de artes interativas. Como ação de formação de plateia, um grupo de cegos terá contato com a música por meio de oficinas de música clássica. Os professores da rede pública de ensino participarão de palestras sobre a importância do desenvolvimento artístico e criativo a partir dos sons, nas ações de contrapartida.

Sinopse

A obra final será resultado do trabalho realizado durante as oficinas com criancas autistas, que farão a leitura dos sons por meio de cores e movimentos. Com auxílio da tecnologia, esses experimentos serão traduzidos em contruções artísticas e gráficas que deverão compor a obra representada por obras sonoras e visuais. A apresentação ao público será constituída por 7 obras inéditas produzidas a partir de releituras instrumentais de composições brasileiras: Rosa - Pixinguinha Carinhoso - Pixinguinha Corta Joca - Chiquinha Gonzaga Ô abre alas - Chiquinha Gonzaga Samba da Benção - Vinícius de Moraes A Casa - Vinícius de Moraes Água de Beber - Tom Jobim Aquarela do Brasil - Ary Barroso É d'Oxum - Gerônimo Santana Felicidade -Lupicínio Rodrigues

Objetivos

OBJETIVO GERAL Criar uma exposição de artes que represente a música instrumental em cores, formas e movimento por meio de obras de arte, trazendo ao expectador a conexão entre o visual e o sonoro em uma experiência imersiva. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Realizar uma exposição de artes para 4 mil pessoas; Criação de laboratório de sinestesia musical para estímulo de criação das obras visuais; Como ação de formação de plateia, promover oficinas de música gratuitas para 100 deficientes visuais; Realizar como ação de contrapartida social encontros entre artistas e professores da rede pública de ensino sobre importância do desenvolvimento da música em sala de aula, principalmente no campo do raciocínio lógico, da memória, do espaço e do raciocínio abstrato, de forma online, com público beneficiado de 1000 pessoas. Auxiliar na inclusão de pessoas com deficiência por meio de estruturas que explorem simultaneamente os diversos sentidos de percepção corporal; Possibilitar a aplicação prática da palavra "sinestesia" que remete à percepção de relações entre diferentes sensações que se entrelaçam; Incentivar o fomento à produção de artes visuais; Possibilitar a fruição artística; Instigar a interação do público com as obras; Estimular o debate e a formação crítica a partir de mensagens apresentadas na exposição.

Justificativa

De acordo com a Lei Nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991, do capítulo I, do art1º, o projeto tem a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo que: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; E para cumprimento das finalidades expressas no art 3º desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, os seguintes objetivos: II) fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos. Justificativa do projeto É possível cores e formas de uma pintura sugerirem sons musicais? Para o pintor russo Vassíli Kandínski, sim. Boa parte de sua obra foi inspirada pela música, e ele próprio acreditava que as cores combinadas formavam "acordes visuais". "Nossa capacidade de escutar as cores é tão precisa… As cores são um meio de exercer uma influência direta na alma. As cores são o teclado. O olho é o martelo. A alma é o piano com suas muitas cordas. O artista é a mão que deliberadamente faz a alma vibrar por meio dessa ou daquela tecla. Assim, é claro que a harmonia das cores somente pode ser baseada no princípio de tocar a alma humana." A reflexão acima, concebida pelo pintor russo Vassíli Kandínski (1866-1944), parece ser uma síntese das premissas que norteariam toda a sua produção artística, ao longo de seus 50 anos de carreira como artista. Considerado o pai do puro abstracionismo moderno nas artes, Kandínski produziu uma obra que, por meio de cores e formas, buscava provocar sensações no espectador ou, como se verá, mais propriamente uma mescla de sensações distintas. Como lembra o compositor Gerard McBurney, em seu artigo Wassily Kandinsky: the painter of sound and vision (The Guardian, 2006), explorar a barreira entre o visual e o sonoro não é novidade. O que acontece é que a partir do final do século XIX e início do XX, isso se torna uma espécie de obsessão para artistas _ sobretudo, vanguardistas, interessados em romper com a simples representação do real. Exemplos disso não faltam: Rachmaninoff com seus Études-Tableaux (Estudos-Pinturas, oula um deles abaixo.); Debussy com sua música "impressionista", equivalente sonoro das pinceladas de Monet e outros representantes dessa escola; e Mussorgski com seu Quadros de uma Exposição, representação musical criada pelo compositor inspirada em uma exposição por ele visitada. Isso para citar apenas alguns exemplos. A construção de produções de arte que atendam aos mais variados tipos de público, auxiliando na inclusão de pessoas com deficiência em circuitos artísticos por meio de estruturas que explorem simultaneamente os diversos sentidos de percepção corporal, faz parte da condução desse projeto. Com este intuito recursos tecnológicos serão utilizados em experiências práticas, transformando cenários, em espaços que proporcionem experiências diferenciadas a todo e qualquer indivíduo, independente das dificuldades motoras ou intelectuais de cada um. A palavra "sinestesia" remete à percepção de relações entre diferentes sensações que se entrelaçam. O gosto de um som, a cor do padrão de uma superfície tátil ou o sabor de um aroma encontram-se entre a variedade de relações que podem ser, além de sentidas por pessoas com a habilidade natural, estimuladas através de equipamentos desenvolvidos para tal fim. Sua inclusão no conceito de uma produção de arte torna possível sua fruição por parte de indivíduos privados de algum dos cinco sentidos. A partir de oficinas de música, com utilização de um laboratório de sinestesia musical, o grupo de deficientes visuais participará da construção das obras de arte em conjunto com músicos, artistas visuais e designers gráficos, a partir de referenciais sonoros. A obra final, será apresentada ao público em espaço aberto, com leituras visuais de composições de música clássica por meio de obras visuais inéditas que apresentem o resultado da pesquisa sob a ótica artística.

Estratégia de execução

De acordo com a INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 23 DE ABRIL DE 20193º, no que diz respeito ao limite de 1 milhão de reais, o projeto enquadra-se entre as excessões, a saber: Limitado ao valor da carteira, aplica-se o valor máximo de R$ 6.000.000,00 (seis milhões de reais) por projeto de: I - inclusão da pessoa com deficiência, educativos em geral, prêmios e pesquisas; II - óperas, festivais, concertos sinfônicos, desfiles festivos e corpos estáveis; III - datas comemorativas nacionais com calendários específicos; e IV - eventos literários, ações de incentivo à leitura e exposições de artes visuais

Especificação técnica

Oficinas de Música As oficinas serão desenvolvidas com o objetivo de promover aprendizagens musicais significativas através de atividades em que os alunos participem de práticas musicais, favorecendo a compreensão musical enquanto resultado de reflexões advindas de fazeres musicais musicais autênticos, prazerosos e criativos. O estudo do esquema corporal e o desenvolvimento do senso de estética serão os resultados esperados dessas oficinas. Plano pedagógico: Duração: 8 meses Número de crianças: 150 Tempo da sessão: 40 minutos Conteúdos: Práticas lúdicas Vivências criativas Jogos ritmicos Atividades de improviso Brincadeiras de roda Histórias musicadas Música e movimento Dias: Terças e quintas-feiras Horários: 1 sessão a cada 40 min

Acessibilidade

O projeto em sua totalidade cumprirá os critérios da Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018, no que diz respeito a acessibilidade física. CAPÍTULO IX, DO DIREITO À CULTURA, AO ESPORTE, AO TURISMO E AO LAZER, Art. 42: a pessoa com deficiência tem direito à cultura em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, sendo-lhe garantido o acesso: I - a bens culturais em formato acessível; II - a programas de televisão, cinema, teatro e outras atividades culturais e desportivas em formato acessível; Art. 44. Nos teatros, cinemas, auditórios, estádios, ginásios de esporte, locais de espetáculos e de conferências e similares, serão reservados espaços livres e assentos para a pessoa com deficiência, de acordo com a capacidade de lotação da edificação, observado o disposto em regulamento. § 1º Os espaços e assentos a que se refere este artigo devem ser distribuídos pelo recinto em locais diversos, de boa visibilidade, em todos os setores, próximos aos corredores, devidamente sinalizados, evitando-se áreas segregadas de público e obstrução das saídas, em conformidade com as normas de acessibilidade. § 2º No caso de não haver comprovada procura pelos assentos reservados, esses podem, excepcionalmente, ser ocupados por pessoas sem deficiência ou que não tenham mobilidade reduzida, observado o disposto em regulamento. § 3º Os espaços e assentos a que se refere este artigo devem situar-se em locais que garantam a acomodação de, no mínimo, 1 (um) acompanhante da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, resguardado o direito de se acomodar proximamente a grupo familiar e comunitário. § 4º Nos locais referidos no caput deste artigo, deve haver, obrigatoriamente, rotas de fuga e saídas de emergência acessíveis, conforme padrões das normas de acessibilidade, a fim de permitir a saída segura da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, em caso de emergência. § 5º Todos os espaços das edificações previstas no caput deste artigo devem atender às normas de acessibilidade em vigor. § 7º O valor do ingresso da pessoa com deficiência não poderá ser superior ao valor cobrado das demais pessoas. Acessibilidade da Exposição de Arte: Sendo um projeto expositivo de estímulo sinestésico, a acessibilidade já encontra-se como parte da sua execução. 􀂋 Acessibilidade física: obstáculos nivelados por rampas, vagas de estacionamento reservadas, banheiros adaptados. 􀂋 Equipe orientada: intérprete de libras + audiodescrição 􀂋 Website adaptado Acessibilidade das ações de contrapartida: 􀂋 Acessibilidade física: obstáculos nivelados por rampas, vagas de estacionamento reservadas, banheiros adaptados. 􀂋 Comunicação em audiobook 􀂋 Guia intérprete de língua de sinais Acessibilidade das ações de formação de plateia: 􀂋 Acessibilidade física: obstáculos nivelados por rampas, vagas de estacionamento reservadas, banheiros adaptados. 􀂋 Guia intérprete de língua de sinais 􀂋 Comunicação em audiobook

Democratização do acesso

As ações de democratização de acesso, conforme o art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, compridas nesse projeto serão: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; II - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; IV - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; APLICAÇÕES PRÁTICAS: 1. 30% dos ingressos exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística; 2. 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadores; 3. 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; 4. 30% ingressos a preço popular; 5. Desenvolvimento de plataforma online para divulgação dos conteúdos apresentados nas exposições; 6. Realização de palestras para educadores em FORMATO ONLINE para escolas municipais, com atendimento de 1000 professores. 7. Realização de oficinas de música gratuitas para crianças autistas, com atendimento para 100 deficientes visuais.

Ficha técnica

Coordenação Geral e Coordenação Artística: Carolina Montenegro Tyrka Guanabara - EMPRESA MONTENEGRO PENSAMENTO CRIATIVO & EVENTOS (portfolio anexo) O proponente desempenhará a coordenação geral/ artística / administrativa e financeira do projeto, sendo encarregado da coordenação de toda sua execução artística, operacional, técnica, de comunicação, contábil e financeira. Jornalista e gestora cultural com especialização em marketing, comunicação institucional e práticas dirigidas a elaboração de projetos de incentivo e fomento a cultura, educação e economia criativa. Há 11 anos administra a Montenegro Produções Culturais, com sede em Curitiba, responsável por elaborar, captar e executar projetos proprietários e parceiros. Em seu histórico de produção constam mais de 80 projetos desenvolvidos e aproximadamente 300 investidores. Já produziu sete edições de Festivais de Teatro Infantil, quatro edições do Festival No Improviso Jazz & Blues, a série de encontros Conversarte, exposições artísticas, oficinas culturais, de gastronomia, seminários de sustentabilidade, educação, economia criativa e outros. Traz ainda como experiência o gerenciamento de conteúdos, a publicação de livros, catálogos de arte e revistas. Atualmente também desenvolve projetos voltados para formação e aperfeiçoamento de gestores culturais, na constituição de cursos e oficinas práticos sobre a atuação desses profissionais. Projetos culturais executados: • I , II e III Festival de Jazz e Blues – No Improviso / I Festival de Teatro Infantil – Brinque / II Festival de Teatro Infantil – Era uma, eram duas, eram três / II Festival Brinque / I Conversarte/ II Conversarte/ Exposição de arte Eu vejo assim / III Festival de Teatro Infantil Brinque – Folclore do Brasil / II Festival Era uma vez...eram duas, eram três / Exposição Interafetividade/ Exposição Poty por ti. Projetos culturais em execução: Bibliotecarte/ Mapa da gastronomia/ Pakuá/ Exposição Vida/ III Conversarte/ III Festival de Teatro Infantil Era uma vez, eram duas...eram três/ Casa dos Sentidos PRODUÇÃO EXECUTIVA: CAMILA GUANABARA Comprova sua experiência em trabalhos em produção cultural, executiva e consultoria técnica para projetos artísticos. Atuou como produtora executiva em 3 edições do Festival No Improviso Jazz & Blues, nas 3 edições do Festival de Teatro Infantil - Brinque, Era uma vez...Eram duas...Eram três, Conversarte, Eu vejo assim. Atua na gestão executiva de projetos em captação, tais como Pakuá - Prêmio de fotografia aérea e Conversarte - Geração Z. DESIGNER GRÁFICO: CAIO VITORIANO Atualmente é doutorando em design e lecionou, como substituto, a cadeira de Estética Contemporânea para o Mestrado em Criação Artística Contemporânea na Universidade de Aveiro (UA), em Portugal. Foi professor da graduação e pós-graduação da Universidade Potiguar (UnP) e Estácio (RN). É ex-diretor de criação da Pandora Comunicação (agência que trabalhou por 10 anos), colabora como designer para o selo cultural DoSol, o escritório Z3 Design, dentre outros parceiros culturais e empresas pelo mundo. É graduado em Jornalismo (UFRN, 2000), Publicidade e Propaganda (UnP, 2000), especialização em Design Estratégico (Uni-RN, 2004) e Mestre em Design (UFRN, 2016). Possui prêmios acadêmicos e de mercado publicitário nacionalmente e internacionalmente. ARTISTA CRIAÇÃO: ALEXANDRE ORION Artista visual, muralista e fotógrafo brasileiro. Autor dos projetos Metabiótica e Ossário. Orion trabalhou na direção de arte de revistas, até que em 2002, abriu mão de tudo e retornou para as ruas, onde iniciou um projeto denominado “Metabiótica”, no qual ele escolhe um local da cidade, realiza uma pintura na parede e depois, com uma câmera preparada, aguarda o momento para registrar a interação das pessoas que vão se tornar personagens da fotografia, chegando ao resultado final do trabalho. A série, com quase 20 imagens foi exposta em vários países e virou livro. Em 2004, Orion graduou-se em Artes Visuais na Faculdade Montessóri – Famec , em São Paulo. Em 2005, participou das mostras “Amalgames Brésilliens”, em Mantes-La-Jolie e “Reencontres Parallèles”, no Centre d’Art Contemporain de Bass-Normandie, em Hérouville Saint-Clair, na França. Em 2006, Alexandre Orion iniciou uma intervenção urbana, nas paredes laterais do túnel Max Feffer, sob a Avenida Faria Lima em São Paulo, denominada Ossário. O projeto surgiu após ele descobrir que as paredes eram amarelas, mas estavam impregnadas de fuligem. Com o objetivo de despertar a atenção para a poluição que pinta de preto os túneis da cidade, e o descaso do poder público na manutenção do túnel, com a técnica que chamou de grafite reverso, usando apenas um pano úmido, desenhou imagens de caveiras humanas limpando a fuligem e exibindo as linhas de seu desenho. A intervenção artística teve grande repercussão na mídia e nas redes sociais, mas não durou muito tempo. Após 17 madrugadas de trabalho, em 300 metros de túnel, a prefeitura resolveu lavar apenas as paredes ondes foram realizados os trabalhos. O artista resolveu reproduzir seu trabalho na exposição “Ossário”, no Centro Cultural Banco do Brasil, em São Paulo. Segundo Alexandre Orion, a exposição foi documental, sem intenção de recriar nada. Nela foram expostas fotos, textos, e o vídeo que foi um dos mais vistos no YouTube por um bom tempo. O túnel foi reproduzido e pintado com carvão vegetal para que o artista criasse sua arte transmitindo a sensação do local onde o trabalho havia sido realizado. MAESTRO CONVIDADO: Alexandre Brasolim Alexandre Brasolim vem de uma família de músicos, seu bisavô foi tenor do coro da ópera do Teatro Scalla de Milão, seu avô foi violinista e seus pais são cantores, cresceu num ambiente musical aprendendo desde cedo a ouvir diferentes estilos de música, mas principalmente a brasileira seria marcante na sua vida. Aos 10 anos iniciou seus estudos musicais em composição, regência, arranjo e orquestração com o professor AzorMassambani com quem estudou durante doze anos. Após um ano de estudo em composição e regência, dedicou-se também a flauta e música barroca, nessa mesma época começou a estudar violino na Escola Municipal de Música de São Paulo com o professor Alejandro Ramirez, que o incentivou muito. Foi aluno também dos professores Paulo Bosísio, Airton Pinto e da renomada professora Maria Vishinia. Na área daregência, estudou com Juan Serrano, Flávio Florence, Arlindo Teixeira e Eleazar de Carvalho, por quem criou uma grande admiração. Aos doze anos de idade ingressou na Orquestra Filarmônica Jahn Sorhëin, tornando-se dois anos depois seu arranjador oficial, essa parceria dura até hoje. Aos catorze anos, já na Orquestra Sinfônica Juvenil do Estado de São Paulo, teve a oportunidade de participar de muitas aulas, cursos, palestras e concertos. Atuou em muitas orquestras no Brasil e no exterior, participou de importantes festivais de música, destacando-se os Festivais de Inverno de Campos de Jordão, Oficinas de Música de Curitiba e Encontro Latino-Americano de Orquestras, Críticos e Regentes em La Plata, Argentina. Representou o Brasil no Festival de Orquestras das Américas em San Juan, Porto Rico onde foi concertino da orquestra, teve aulas com músicos da Orquestra Sinfônica Nacional de Washington e masterclass com o maestro e violoncelista Mitslav Rostropovich. Em 2004, participou do Festival de Ravello na Itália junto com a Escola de Balé do Teatro Bolshoi no Brasil. Desde 1984 tem se dedicado acompor, orquestrar e reger as mais diferentes formações musicais. Nos anos em que tocou na Orquestra Jazz Sinfônico do Estado de São Paulo, se desenvolveu muito na área de arranjo musical com os maestros Luiz Arruda Paes, Ciro Pereira e Nelson Ayres. Por último, nessa área, teve aula de orquestração com o arranjador norte-americano Camp Kirkland. Em 1993 mudou-se para Curitiba ingressando na Orquestra Sinfônica do Paraná. A música sacra também ocupa um importante lugar em sua vida, seus arranjos e composições vem sendo tocados por inúmeras orquestras e conjuntos de câmara no Brasil e no exterior. Exerce também uma grande atividade musical como arranjador, maestro e produtor musical em estúdios, escrevendo e gravando para grandes nomes da música erudita, gospel e MPB. Tem regido muitos concertos como maestro convidado possuindo um vasto repertório que engloba vários estilos musicais desde o barroco até o contemporâneo. Foi por muitos anos compositor da Orquestra de Câmara da PUC-PR. Atualmente é concertino da Orquestra Sinfônica do Paraná, professor em seminários eoficinas de música sacra por todo o Brasil, maestro e arranjador da Orquestra da Primeira Igreja Batista de Curitiba, maestro titular e arranjador da Orquestra Filarmônica da Universidade Positivo de Curitiba e maestro e compositor residente da Orquestra LadiesEnsemble.

Providência

Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$76.900,00 em 02/04/2026.

2026-10-31
Locais de realização (1)
Curitiba Paraná