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Em 2024 comemoram-se 50 anos do Grupo de Teatro VentoForte, marcando também 5 anos do falecimento de seu mestre fundador, Ilo Krugli. Para celebrar essa trajetória, o grupo Casa Realejo de Teatro e convidados propõem a montagem e circulação de "História de Lenços e Ventos", primeiro espetáculo cênico do VentoForte. Acompanha a circulação do espetáculo uma mostra expositiva e oficina formativa evidenciando a linguagem, a estética e a pedagogia ventoforteanos, alicerçados na cultura popular, nas danças brasileiras e num teatro integrado à animação de objetos e intensa musicalidade.
Espetáculo Cênico - “História de Lenços e Ventos” O espetáculo se passa num quintal onde lenços, água, fogo, terra e metal ajudam a criar uma história. Dali um lencinho pequeno chamado Azulzinha pega carona num vento forte e sai para provar a liberdade. Todos no quintal têm saudade de Azulzinha e o Papel de Jornal vai em busca da sua amada quando descobre que Azulzinha está presa em um lugar onde tudo é certinho, a cidade Medieval. História de Lenços e Ventos é contada por artistas brincantes que encantam objetos, canções e falas para narrar esse conto de amor e liberdade. Como nos contos de fada, a transformação, os perigos da travessia, os medos na aventura e a vitória do herói, constroem o enredo cantado e brincado por gerações de artistas desde 1974. Os lenços que deram nome ao espetáculo, materializam inúmeras transformações em cena - vão em revoadas, brincam e rodam e, por fim, ajudam a formar um imenso dragão para libertar Azulzinha da Cidade Excessivamente Quadrada. Classificação Livre Mostra Expositiva - Varal de Memórias “O Vento é Forte” A exposição “O vento é forte” acompanhará todas as apresentações do espetáculo “História de Lenços e Ventos”. Montada em uma ante-sala, hall ou sala próxima ao local da apresentação, dois grandes varais serão organizados com 50 fotografias que representem os 50 anos do grupo Teatro VentoForte. A escolha pelos varais se baseia no próprio cenário do espetáculo que será apresentado, agindo como uma interação prévia ou posterior ao contato com a peça. As imagens escolhidas consideram as diferentes gerações em que o espetáculo foi montado, evidenciando similitudes e diferenças que ocorreram e estão presentes na imagética apresentada. Alguns atores do grupo poderão estar se preparando para o espetáculo entre os varais, o que aproximará ainda mais exposição-espetáculo. Além do mais, haverá um recurso audiovisual onde o público com deficiência visual acessará um roteiro da exposição previamente gravado. Os espetáculos que o grupo VentoForte criou no correr de 50 anos de existência carregam intensa criação imagética de bonecos, adereços, objetos cênicos, muitos inspirados no universo da cultura brasileira brasileira e latino americana. Com as imagens expostas nos varais será possível observar a base desse universo poético que o grupo cultivou. Água, bacia, papéis, terra, elementos presentes em “quase todos os quintais” onde as crianças brincam, serão observados integrados a atores brincantes nessas fotografias de um espetáculo nascido em 1974, mas ainda vivo pela força primordial da imaginação e do brincar que dramatiza. “História de Lenços e Ventos” é um espetáculo para 2024 também. Ação Formativa - Oficina VentoForte A Oficina será aberta para artistas da cena, trabalhadores da educação, interessados em geral, que conhecerão um pouco da poética do Teatro VentoForte. No correr de 3 horas, os participantes conhecerão alguns princípios da animação de objetos, do brincar em roda e alguns outros elementos fundantes do espetáculo “História de Lenços e Ventos”. A possibilidade de lidar com coisas simples, transformando objetos e construindo situações dramáticas, estão presentes no brincar, linguagem fundamental das crianças, também base para a dramaturgia e vida em cena dos atores brincantes neste espetáculo. “História de Lenços e Ventos” marcou a história do teatro para criança no Brasil por, um dos motivos, abrir mão de reducionismos que acachapam o imaginário e estereotipam a criação feita com e para criança. Em linha oposta, Ilo Krugli e os tantos artistas que fizeram essa história, apostaram na imaginação criadora, na artesania da cena, na integração de linguagens, na possibilidade de um diálogo com alta potência poética. Um tanto dessas ideias serão partilhadas prática e filosoficamente na Oficina.
A proposta tem como objetivo primeiro celebrar os 50 anos de um dos mais importantes grupos da história do teatro brasileiro, o VentoForte, e marcar os 5 anos sem Ilo Krugli, ator, dramaturgo, poeta e artista plástico argentino-brasileiro, criador e fundador do Teatro VentoForte. Para esta concepção serão reunidas várias gerações de atores/atrizes que atuaram no grupo bem como serão introduzidos novos artistas no teatro krugliano. As ações propostas pretendem reverberar uma linguagem poética integradora, que guarda a força que desperta o sonho, a utopia e a coragem para o enfrentamento das adversidades e das injustiças sociais do mundo de hoje. E, neste sentido, o objetivo primordial do projeto é erguer com firmeza a bandeira poderosa do Teatro Ventoforte, cujo legado é e será, caso o mantenhamos vivo, o estandarte e a força motriz geradores da emancipação social e artística dos indivíduos e da coletividade, pelo exercício da capacidade de sonhar, de exercer reflexão crítica, coroados pela força das utopias e da resistência de nosso povo. É urgente que se reavivem os acervos de Ilo Krugli e do Teatro Ventoforte, especialmente para a criança;, por consequência, para os adultos de nosso tempo e para as populações periféricas que são nosso público alvo neste projeto. Objetivos específicos: 1. Montagem e Circulação de Espetáculo Cênico - Montagem e circulação do espetáculo "História de Lenços e Ventos", com previsão de temporada de 16 apresentações abrangendo as cidades de São Paulo (13), Franco da Rocha (1) e Rio de Janeiro (2), utilizando equipamentos culturais e espaços de acesso público gratuito. 2. Mostra Expositiva - composta por imagens fotográficas, textos e objetos cênicos que integram os acervos do Grupo VentoForte. O varal expositivo acompanhará a circulação do espetáculo nas cidades contempladas e será adaptado aos espaços físicos disponíveis nos equipamentos culturais anfitriões. 3. Oficina Formativa _ com arte-educadores integrantes do elenco do espetáculo, aberta ao público e direcionada, preferencialmente, a grupos e coletivos de teatro das periferias, estudantes e professores de instituições públicas de ensino. Serão realizadas 6 oficinas distribuídas nas cidades contempladas pela circulação, com no mínimo 30 vagas disponíveis em cada uma.
Em 2024 celebra-se o jubileu de ouro do grupo Teatro Ventoforte, marcando também o quinto aniversário de falecimento de seu mestre fundador, Ilo Krugli. 50 anos do Teatro Ventoforte e 5 anos sem Ilo. O Teatro Ventoforte destaca-se como um dos grupos de maior longevidade no cenário teatral brasileiro, recebendo aclamação tanto nacional quanto internacional. Ao longo de sua trajetória, o Grupo não apenas resistiu ao tempo, mas também influenciou e guiou várias gerações de artistas, dando origem a inúmeros talentos e grupos teatrais. A notável obra de Ilo Krugli continua a ser objeto de extenso estudo e aplicação por parte de professores, artistas, educadores e pesquisadores. A sua riqueza artística e cultural justifica uma revitalização, especialmente em um mundo contemporâneo que nos deixa cada vez mais perplexos diante das complexidades da existência. O teatro no estilo Krugliano transcende discursos, ultrapassa limites e ressoa como um manifesto de liberdade, amor e uma capacidade infinita de renovação. Sem dúvida, é imperativo compartilhar esse projeto com instituições afins, dedicadas ao reencantamento do mundo, celebrando Ilo Krugli e seu Ventoforte. Gerar uma nova montagem de "História de Lenços e Ventos", espetáculo que marcou o início do Teatro Ventoforte, é significativo e necessário. Nesse espetáculo, a inspiração é um quintal, onde atores, personagens, objetos e canções reencantam-se para brincar com "o que se tem". "Brincar com o que se tem" sempre foi a premissa máxima de Ilo Krugli. Essa premissa, essa crença, é que garantiu a inserção nos espetáculos de pessoas desfavorecidas, com déficits sociais, que puderam "ser salvos" pela arte ventoforteana. Muitos e muitas se tornaram atores, atrizes, diretores, produtores, artistas completos, além de gerarem novas formações teatrais com a mesma missão do Ventoforte. "História de Lenços e Ventos" nasceu em 1974, em plena ditadura militar brasileira. O espetáculo foi feito e refeito nas décadas seguintes, e é considerado marco no Brasil de uma nova linguagem cênica direcionada à infância. "História de Lenços e Ventos" ajuda a inaugurar novos tempos em que a criança e o teatro são conjugados com inteligente sensibilidade. Refazer o trabalho em 2024, num tempo onde o flerte com condicionamentos culturais se atualiza munido de novas tecnologias, se faz fundamental. Neste contexto, o projeto alinha-se com os princípios consagrados pela Lei 8313/91, conforme estabelecido no Art. 1º. O inciso I destaca a contribuição para facilitar o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, um objetivo que o Teatro Ventoforte sempre buscou ao longo de suas cinco décadas de existência. O inciso II da mesma Lei reforça a importância da regionalização da produção cultural e artística brasileira, valorizando recursos humanos e conteúdos locais. O Teatro Ventoforte, com sua longa trajetória, é uma expressão viva desse compromisso, contribuindo para a diversidade cultural do país. E a presente proposta contempla a regionalização. O inciso VIII destaca a necessidade de estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O Teatro Ventoforte, com sua poética única e atemporal, representa um patrimônio cultural que merece ser disseminado e preservado. Adicionalmente, o Art. 3° da Lei 8313/91, em seus incisos e alíneas, respalda o projeto ao abordar o fomento à produção cultural e artística, incluindo a realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas. O projeto "50 anos de Ventoforte - 5 anos sem Ilo" alinha-se a essas diretrizes ao propor atividades que abrangem espetáculo, mostra expositiva e oficinas, com total gratuidade, enriquecendo o cenário cultural e promovendo o acesso à arte, sobremaneira às populações carentes de arte. Em suma, este projeto não apenas celebra o legado de meio século do Teatro Ventoforte e homenageia Ilo Krugli, mas também se alinha de maneira consistente com os preceitos legais que visam a enriquecer a cultura nacional e promover o acesso amplo e democrático à produção artística.
Ficha Técnica (mini-currículos) ElencoArce Correia - Multiartista Sul-Mato-Grossense e que vive em São Paulo desde 2011, formado pela Escola de ArteDramática ECA/USP com licenciatura e bacharelado em teatro pela Universidade Anhembi Morumbi. Tem mais de 24anos de atuação em teatro, dança, música, cinema, televisão e mais recentemente na literatura lançando seuprimeiro livro de contos, poemas e letras de música “Alinhavo deLírios e açoCenas” Atuou como ator, bailarino,diretor e coreógrafo nos grupos: Teatral Grupo de Risco, Teatro Ventoforte, Circo do Mato e Ginga Cia de dança. Épreparador de expressividade vocal e corporal para atores e pessoas interessadas em comunicação. Criou e atuacom a personagem humorística Maria Quitéria desde 2000. Esteve sob algumas direções como Cristiane Paoli Quito,João Lima, Roma Roman, Ilo Krugli, Silvana Garcia, Mônica Montenegro, Bel Teixeira e Carla Candiotto. Trabalhos derelevância como: Macunaíma um brinquedo, Apareceu a Margarida, Itinerâncias de Graciliano e Baleia, História delenços e ventos, O mistério do fundo do pote, Tá tudo treta e a poesia rege, Dias rasgados um bordado inacabado,O cortiço, Quarto de despejo (onde também compôs músicas e letras), Vorazcidade, Eleutheria, e Cimbeline.Prêmios: Festival Sul Mato-grossense de teatro, Festival Nacional Veiga de Almeida, Festival Nacional de Teatro deDuque de Caxias. Seu mais recente trabalho é o show autoral “Alinhavo” onde apresenta textos e músicas de seulivro. Realiza consultoria e oficinas em EMEB (Escola Municipal de Educação Básica), SPSCAVV (Serviço de ProteçãoSocial à Criança e Adolescente Vítima de Violência), NCI (Núcleo de Convivência de Idoso), entre outras. Eliane Weinfurter - Atriz, diretora, educadora e contadora de histórias. Doutoranda no Diversitas/USP. Mestra emFilosofia/ USP. Formada em Artes Cênicas pela Faculdade Mozarteum de SP. Fez o curso de formação de atores do Teatro Ventoforte de 1993 a 1995. Participou do grupo até 2002, trabalhando nos espetáculos: “Portal dasMaravilhas”, “Mistério das Nove Luas”, “Histórias que o EcoCanta”, “História de Lenços e Ventos”, “Sete Corações,Poesia Rasgada”. Ganhou o Prêmio APCA 1995 de Atriz Revelação pelo espetáculo “Histórias que o Eco Canta”, alémde indicações por outros espetáculos. Participou dos grupos Camaleão, Kaus Experimental, Girabrequim, Caixa deFuxico, Salamandra, Pipa Poesia com os espetáculos “Tudo sob Controle?” e “Histórias de Amar” e Grupo Circo-teatro Ybimarã. No grupo Circo-Teatro Ybimarã e no Grupo Os Cirandeiros, atuou como atriz e diretora nosespetáculos: “Boi Faceiro”, “Tu decides 2”, “Sobre Amor e Liberdade”, “Dois Passos” e “Fantina”. Participou daOficina de Dramaturgia do Ator dirigida por Cacá Carvalho (2014). Estreou o trabalho solo Exílio, além doespetáculo “Aquela Infância Toda”, ambos dirigidos por Cacá Carvalho (2014/2015). Atualmente integra o ColetivoOjuOju em que dirigiu o espetáculo “Eu, Atlântica” inspirado na vida de Beatriz Nascimento. Coordenou o grupo deestudos “Mergulho na Atlântica” também do mesmo projeto. Em cartaz com o espetáculo “CADUCA - O quedevemos lembrar”, com direção de Cintia Alves. Lilian de Lima - atriz, cantora, dramaturga, educadora, diretora e preparadora vocal. É formada em Interpretaçãopela Escola de Arte Dramática-ECA/USP e em Expressão Vocal/Canto pelo Studio Voz em Movimento. No teatro, éatriz da CIA DO TIJOLO com as peças Cantata Para Um Bastidor De Utopias e O Avesso Do Claustro; faz parte dogrupo AS MENINAS DO CONTO, com diversos espetáculos como Mil Mulheres & Uma Noite e Mulheres que ContamMulheres. É fundadora do grupo NÚCLEO TOADA, com shows como: Trilogia Toadas Para João e Maria, O AmorSegundo Chico Buarque e os solos musicais Cor De Chumbo e Pagu, Anjo Incorruptível; Fez parte do TEATROVENTOFORTE e atualmente integra a equipe de outros coletivos, como: CIA MUNGUNZÁ; COLETIVO AMAPOLA DETEATRO & POESIA URBANA; e DESABAFO COLETIVO. Na TV. participou das séries Sentença, Colônia, Psi, Vade Retro,Pedro e Bianca, Brilhante F.C. e Aprender a Empreender; fez Assistência de Preparação Vocal no FAMA 4 da RedeGlobo. No cinema, participou dos filmes Divaldo, Mensageiro Da Paz, Amores Urbanos e Jogo Subterrâneo. Artistas Consultores Rosa Comporte - Atriz e arte-educadora, sua formação teatral vem do Teatro VentoForte, onde atuou durante 18anos em várias peças, principalmente infantis, ministrou cursos e oficinas para crianças e educadores e fezassistência de direção para Ilo Krugli e Paulo Cesar Brito. Atuou também sob a direção de Osvaldo Gabrieli, CarlosAugusto Nazareth e Samir Yazbek. Escreveu e dirigiu a peça “Cobra Grande ou a Velha e o Rio”. Há mais de 30 anosdesenvolve um trabalho de resgate dos brinquedos e brincadeiras do quintal e durante 22 anos foi professora deTeatro na EMIA (Escola Municipal de Iniciação Artística). José Marcos Pires Bueno - Em 1974 entrou no curso de História da Faculdade de Filosofia, Letras e CiênciasHumanas da USP e logo se engajou nas atividades culturais do Campus , tendo criado e coordenado duas MostrasMusicais Universitárias e , também, integrado o Núcleo Teatral da História que realizou o espetáculo “OContestado”. Além de ser um dos fundadores da Revista Literária “Maria”. Após o período universitário começou ase engajar em Grupos de Cultura Popular como o “Teatro Popular Solano Trindade” sob a Direção da Mestra RaquelTrindade, ficando de 1980 a 1982. Em 1983 entrou para o Grupo de Teatro VentoForte, comandado pelo Dramaturgoe Diretor Teatral Ilo Krugli onde permaneceu por cerca de 10 anos participando de mais de Oito espetáculos tantocomo ator, administrador, assistente de direção, cenógrafo, iluminador e dirigente do Grupo bem como participouda elaboração de projetos artísticos pedagógicos para crianças e adolescentes com foco nas culturas popularescomo “ Mitos e Heróis da Transformação” em parceria com a Funarte, “De Quem é a Criança” em colaboração coma Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo” entre outros. Desde 2018 divide suas participações nas danças,festas e eventos populares entre o Grupo Cupuaçu (Festas do Boi, Louvação a São Benedito, Festa das Crianças) e oGrupo Cachuera (Festa do Divino Espírito Santo, Festa de São Benedito). Paulo da Rosa - No teatro desde 1974, participou do Grutemon, Grupo Teatral Monteiro até 1980. Em 1976, estreouprofissionalmente como ator no espetáculo “Lambe beiços e seu criado Cata Farelos”, de Fábio Gaia, produzidopela Cena Sic. Em 77 atua no espetáculo “Aprendiz de gente grande” dirigido por Nídia Lícia e encenado pelaN.A.R. produções artísticas. Entre 1982 e 2002, participou como músico e ator, do grupo VentoForte, integrando oelenco de vários espetáculos. Na década de 80, participa da criação do grupo de choro Bola Preta. Em 2007,graduou-se em Educação Artística com habilitação em música pela Unesp. Desde 2004 trabalha como arte-educadorna Emia, Escola Municipal de Educação Artística. Em 2016, com o Bola Preta, lança o CD “Mandando bala” eposteriormente participa do evento Sesc Instrumental com repertório do disco. Em 2012, juntamente com MathiasAzeslin, professor da escola Rudolf Steiner, cria o grupo de choro “O pulo do gato brasil” e que atualmente éformado pelos músicos Paulo da Rosa, Mathias Zaeslin, Douglas Raton e André Corteze. Consultoria de Designer de Figurinos:Ana Maria Carvalho - Premiada como Mestre de Cultura Popular em 2018pelo Ministério da Cultura, sua origem maranhense revela ritmos tradicionais como o Bumba Meu Boi, Cacuriá,Ladainhas do Divino Espírito Santo, cirandas, acalantos e cantigas de roda. Movida pela arte, percorreu o Brasil comos grupos Cupuaçu e Teatro Ventoforte, atuando em espetáculos e ministrando oficinas em diversos espaçosculturais.
Espetáculo teatral “História de Lenços e Ventos” Tempo de Palco: 1h30 Nº de profissionais em cena: 12 (8 atores/atrizes e 4 músicos) Nº de apresentações: 16 (serão 13 em São Paulo/SP, 1 em Franco da Rocha/SP e 2 na cidade do Rio de Janeiro/RJ) Uma das apresentações em São Paulo terá registro em audiovisual como memória da ação comemorativa Estimativa de público: 1.500 Classificação Livre Mostra Expositiva “Varal da Memória - O Vento é Forte” Nº de ocorrência: 16 Acompanha o espetáculo, ocupando e se adaptando a espaços diversos, como extensão do cenário. Estimativa de público: 1.500 Classificação Livre Ação Formativa - Oficina VentoForte Carga Horária: 3h Nº de Ocorrências: 6 (serão 4 em São Paulo/SP, 1 em Franco da Rocha/SP e 1 na cidade do Rio de Janeiro/RJ) Nº de vagas disponíveis por oficina: 30 Estimativa de público: 180 Classificação Livre
Montagem e Circulação do Espetáculo Teatral “História de Lenços e Ventos” (Produto Principal) Aspecto Arquitetônico: serão critérios de escolha para a circulação do espetáculo, prioritariamente, espaços e locais equipados com rampa de acesso ou plataformas de acessibilidade, que permitam o livre e fácil acesso a pessoas com mobilidade reduzida. Aspecto Comunicacional: a montagem do espetáculo contará com a participação de um(a) ator/atriz em cena portador(a) de deficiência auditiva, responsável por ancorar as ações de acessibilidade junto ao público e orientar o restante da equipe. Com sua comunicação própria (Libras) integrada ao espetáculo, trará uma nova camada não somente de acessibilidade pública, mas também redefinidora da linguagem e estética do espetáculo. Essa abordagem considera a pessoa com deficiência desde a elaboração da obra e não somente um serviço agregado ao produto final. O ator/atriz com deficiência auditiva será responsável pela tradução simultânea do espetáculo em Libras, tornando o espetáculo bilingue. Mostra Expositiva - Varal de Memórias “O Vento é Forte” (Produto Secundário) Aspecto Arquitetônico: com foco em uma expografia inclusiva, considerando padrões ergonômicos de circulação e visão, serão critérios de escolha para montagem da Mostra, prioritariamente, espaços e locais equipados com rampa de acesso ou plataformas de acessibilidade, que permitam o livre e fácil acesso a pessoas com mobilidade reduzida. Aspecto Comunicacional: a exposição contará com um dispositivo multimídia conectado a um fone de ouvido. Nele a pessoa com deficiência visual poderá ouvir um roteiro descrevendo a exposição, contendo informações detalhadas sobre as imagens, bonecos e disposição dos objetos constantes no espaço. A criação do roteiro, consultoria e narração fazem parte do serviço de acessibilidade geral do projeto. Oficina VentoForte – Ação Formativa (Contrapartida Social) Aspecto Arquitetônico: serão critérios de escolha para realização da oficina, prioritariamente, espaços e locais equipados com rampa de acesso ou plataformas de acessibilidade, que permitam o livre e fácil acesso a pessoas com mobilidade reduzida. Aspecto Comunicacional: serão disponibilizadas vagas para PcD (deficiência auditiva), com tradução em Libras.
Todas as atividades propostas serão oferecidas gratuitamente e, preferencialmente, serão realizadas em localidades carentes de atividades artísticas, buscando alcançar comunidades e movimentos sociais menos assistidos ou mesmo excluídos de seus direitos culturais, a exemplo de: Ocupação Nove de Julho (MSTC - São Paulo); Teatro Poeira (RJ), Museu do Inconsciente (RJ); Assentamento Dom Tomás Balduíno (MST - Franco da Rocha) e outros, de forma a ampliar e democratizar o acesso aos produtos gerados pela proposta.
Montagem e Circulação do Espetáculo “História de Lenços e Ventos”Texto: Ilo Krugli (Termo de Cessão de Direitos Autorais anexo) Eduardo Bartolomeu (Proponente/Produção Executiva/Ator) - Ator, arte-educador, palhaço e dramaturgo. Iniciou no teatro na Escola Livre de Teatro de Jales. Cursou o CEFAM (Centro Específico de Formação e Aperfeiçoamento ao Magistério). Trabalhou em mais de 30 espetáculos de teatro, com profissionais como Tiche Vianna. Por 10 anos atuou e colaborou nas artesanias no Teatro Ventoforte, sob a direção de Ilo Krugli, em diversos espetáculos e oficinas. Viajou a diversos estados brasileiros e mais de cinco países se apresentando, destacando a turnê do espetáculo Expresso K., da Cia Paulo D’Arco. É fundador da Casa Realejo de Teatro, onde criou O Tarô dos Loucos, dentre outros trabalhos. Como arte-educador trabalhou em diversos projetos com crianças em variados contextos como o PIÁ (Programa de Iniciação Artística), da Secretaria de Cultura de São Paulo. Atualmente é arte-educador no Projeto Revoada e escreve a dramaturgia para Dom Quixote, com alunos-pesquisadores da USP- SP. Beth Brait Alvim (Produção Executiva/Atriz) - Graduada em Letras Neolatinas pela FFLCH – USP, pós-graduada em Ação Cultural pela ECA – USP, Mestre pelo PROLAM – USP, Programa de Integração da América Latina da Universidade de São Paulo, com o tema Desvelando uma atitude poética para o mundo contemporâneo: experiências com poesia em Diadema(Br) e Catamarca(Arg). Poeta, contista, ensaísta e atriz, tem poemas traduzidos para o espanhol e francês, e obras publicadas em mais de 40 antologias nacionais e internacionais. Tem realizado oficinas, cursos e curadoria de literatura e teatro. Foi programadora de Artes visuais, Cinema, Turismo Social, Literatura e Teatro, Juventudes e coordenou os Cursos de Português para imigrantes e refugiados do Sesc. Atua como diretora e atriz de espetáculos teatrais, destaques para Colônia Cecilia, de Renata Pallottini, direção, sob a supervisão de Ademar Guerra; Ato Cultural, de José Ignacio Cabrujas, atriz, supervisão de Ademar Guerra, Lição longe demais e Os olhos cor de mel de James Dean, de Zeno Wilde, atriz e direção, supervisão do autor; O Labirinto de Januário, de Ilo Krugli, atriz, direção de Luiz Carlos Laranjeiras; Outras 500 histórias, atriz, direção de Diogo Gomes, O Príncipe Feliz, de Oscar Wilde, tradução de Nicolau Sevcenko, adaptação, trilha original e direção. Como atriz, também atuou, em 2018, no espetáculo Mistério do fundo do pote ou Como nasceu a fome, de Ilo Krugli. Em 2021, atuou no elenco, na produção e na adaptação do consagrado texto História de lenços e ventos - o podcast, de Ilo Krugli, para o Sesc São Paulo. Cibele Forjaz (Direção Geral) - É diretora e iluminadora de teatro. Docente e pesquisadora do Departamento de Artes Cênicas e doPrograma de Pós-Graduação em Artes Cênicas da ECA/USP. Em 40 anos de profissão participou de 3 coletivos deteatro: A Barca de Dionisos (1985-1991), Teatro Oficina Uzyna Uzona (1992-2001) e Cia.Livre, onde é diretoraartística desde 1999. Dirigiu mais de 60 espetáculos, entre eles: A Paixão Segundo GH, de Clarice Lispector (1989);Albúm de Família, (1994/98) e Toda Nudez Será Castigada (2000/2002), ambos de Nelson Rodrigues; Woyzeck (1991e 2003) e Arena Conta Danton, livre recriações das peças de Georg Büchner; Vem Vai – O Caminho dos Mortos,Rainha[S], O idiota – Uma Novela Teatral, Na Selva das Cidades, Galileu Galilei, Os Um e Os Outros e a ópera OGuarany, de Carlos Gomes. Ganhou vários prêmios, entre eles, APCA 1989, 1998 e 2010, Mambembe 1996,Qualidade Brasil 2002 e 2015, Shell 2004 e 2007, Prêmio Governador do Estado 2015, Melhor Ópera (PrêmioConcerto 2023/júri popular) e Melhor Produção de Ópera da América Latina 2023 (Ópera XXI) para a montagem de OGuarani, de Carlos Gomes. Rodrigo Mercadante (Direção Geral) - Músico, ator, diretor de teatro, formado pela Escola de Arte Dramática (EAD/ECA-USP). Umdos fundadores da Cia. do Tijolo, coletivo de artistas com o qual desenvolve suas pesquisas há 12 anos. Integroudurante 15 anos o elenco do Teatro Ventoforte. Junto a Ilo Krugli, fundador do coletivo, participou de 18 projetosde montagem, como ator, músico, artista formador, diretor e assistente de direção. Márcia Fernandes (Direção Musical) - É flautista, compositora, cantora, dubladora e atriz, atuando tanto na áreada música erudita como popular. Sob a direção de Ilo Krugli, integrou o Teatro Ventoforte como atriz e musicista emespetáculos por quase 30 anos. Viajou com o grupo pela França, Cuba e Portugal em festivais e projetos especiaisde educação musical e teatro para adolescentes. No Brasil, de norte a sul, em comunidades ribeirinhas do Rio SãoFrancisco no programa Comunidade Solidária e com o Palco Giratório do SESC por estados do sul, entre outros.Desde 1986 é professora de musicalização, flauta doce e transversal, Educação Artística infanto-juvenil e cursos deformação de professores.Atualmente participa de espetáculos teatrais e musicais do repertório da Cia do Tijolo. Paulo Farah (Direção de Arte) - Especialista em arte-educação pela ECA-USP, trabalha há trinta anos comoarte-educador, ator, cenógrafo, diretor e bonequeiro. No Teatro Ventoforte, iniciou seus trabalhos como ator,participando de quatro espetáculos sob direção de Ilo Krugli. Em 2011, com o “Poema sujo”, fundou o Teatro PipaPoesia. Esteve no Salamandra Teatro e Companhia desde sua fundação, participando de seus oito espetáculos. NoCentro Cultural São Paulo (CCSP), trabalhou como coordenador de estagiários de artes plásticas de 1998 a 2000.Deu aulas de artes plásticas, teatro, história do teatro e construção de bonecos em instituições como Senac, SESC,CCSP, Casa das Rosas, Febem e em várias ONGs em São Paulo. Atualmente é professor de teatro na EMIA, EscolaMunicipal de Iniciação Artística. Dirigiu os espetáculos Brecht em Cena (2002), Árvore dos Mamulengos (2002), Oamor de Imaherô (2004), O Fio da Meada (2011), A arte do encontro (2012), Trabalhos que foram apresentados emunidades do Sesc e festivais. Montou cenários de mais de vinte espetáculos para diversos grupos e instituições,como o CCSP, Ventoforte, Teatro Pipa Poesia e já foi escultor em escolas de samba Colorado do Brás e Camisa 12. Atualmente aprofunda seu trabalho com a construção de mais de 50 bonecões. ElencoArce Correia (ator)Beth Brait Alvim (atriz/produtora executiva)Eduardo Bartolomeu (ator/produtor executivo/proponente)Eliane Weinfurter (atriz)Lilian de Lima (atriz)Liz Mantovanni (atriz)Ator/atriz - PcD (deficiência auditiva) - (a contratar)Atriz indígena convidada (a contratar) Músicos Flauta - Márcia FernandesSanfona (a contratar)Violão (a contratar)Percussão (a contratar) Artistas ConsultoresRosa ComporteJosé Marcos Pires BuenoPaulo da Rosa Criação Cenográfica: Paulo Farah e Ademir de CastroConsultora de Designer de Figurinos: Ana Maria CarvalhoFigurinista: Victor AntelmoMídias Sociais e Fotografia: Mandy BarbosaDesigner Gráfico: Karla PêPreparação Corporal: a contratarSuporte em Acessibilidade: a contratarAssessoria de Imprensa: a contratarProdutor Local: a contratarVideomaker: a contratar Mostra Expositiva - "Varal da Memória - O Vento é Forte"Projeto Expográfico: Paulo FarahPesquisa/Concepção/Montagem: O GrupoRoteiro/Audiodescritor: a contratar Ação Formativa - Oficina VentoforteCoordenação: Eduardo Bartolomeu e Beth BraitArte-Educadores: O GrupoIntérprete de Libras: a contratar (profissional local)
PROJETO ARQUIVADO.