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PRONAC 242505Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Hamlet

ANJOS DE TODAS AS CORES PRODUÇÕES ARTÍSTICAS LTDA.
Solicitado
R$ 722,6 mil
Aprovado
R$ 722,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-07-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Este projeto tem por objetivo a produção e temporada do espetáculo teatral Hamlet, de William Shakespeare, com direção de Marco Antônio Pâmio e temporada de 8 semanas (24 apresentações) em São Paulo, em teatro ainda a ser definido com lotação aproximada de 280 lugares.

Sinopse

Após terminar seus estudos, Hamlet, príncipe da Dinamarca, retorna ao palácio de Elsinore e encontra seu tio Claudio casado com sua mãe, a rainha Gertrudes. Bernardo, Horácio e Marcelo, amigos de Hamlet, falam a ele sobre a recente aparição de um fantasma nos arredores do palácio, de grande semelhança física à de seu pai, falecido há poucos meses. Hamlet acaba vendo o fantasma e o segue. Nesse encontro o fantasma pede vingança, pois quem o matou hoje usa a coroa do rei. O pai revela a seu filho que, de uma única vez, tudo lhe foi arrancado: a vida, a coroa e a rainha. Hamlet jura vingança. Quando seu tio, agora rei, e sua mãe convocam Rosencrantz e Guildenstern, amigos do jovem príncipe, para verem o que está acontecendo com ele, este assume o papel de louco como estratégia. Faz então alguns atores representarem a peça “A Morte de Gonzaga” para os moradores do palácio. A obra, com algumas modificações, se assemelha bastante ao episódio do assassinato de seu pai. A reação de Claudio ao assistir à peça comprova que ele realmente matou seu irmão soberano. A vingança torna-se agora somente uma questão de tempo, mas com ela várias tragédias estão reservadas para Elsinore. Entre elas a de Ofélia, filha de Polônio, conselheiro-chefe do rei, e irmã do jovem Laertes. Ela se declara apaixonada por Hamlet e disposta a tudo pra ficar com ele. No entanto, é proibida por seu pai de viver esse amor e arde em febre de desilusão, caindo em delírios. Levado por sua sede de vingança, Hamlet mata Polônio por engano, acreditando tratar-se de seu tio Claudio ouvindo às escondidas uma discussão acalorada entre ele e a rainha sua mãe. Ao mesmo tempo, uma guerra está acontecendo nos entornos do palácio. Hamlet e os amigos Rosencrantz e Guildenstern são enviados pelo rei Claudio em uma viagem de navio à Inglaterra, na tentativa de se ver livre do príncipe enlouquecido. Mas a viagem não chega ao fim. Ao fazer contato com seu melhor amigo Horácio, Hamlet descobre que sua amada Ofélia se matou. Imerso em tristeza, retorna ao palácio. No velório de Ofélia, o jovem príncipe é apontado por seu tio como o culpado por toda essa série de tragédias. É então declarado um duelo de espadas entre Hamlet e o enlutado e enfurecido Laertes. Num golpe sujo, Claudio tenta envenenar Hamlet, mas acaba matando sua própria esposa que, ao brindar ao rei, bebe o veneno da taça por engano. Em uma troca de golpes finais, Laertes e Hamlet caem mortalmente feridos. Porém a vingança finalmente se completa quando Hamlet, pouco antes de seu último suspiro de vida, acerta enfim o derradeiro golpe em Claudio e o mata.

Objetivos

Objetivo Geral: O projeto visa a produção, ensaios e temporada de oito semanas (24 apresentações) do espetáculo Teatral Hamlet, de William Shakespeare na cidade de São Paulo. Objetivos Específicos: Realização de temporada de oito semanas (24 sessões) em São Paulo, em Teatro a ser definido com capacidade de aproximadamente 280 lugares. Ofereceremos uma sessão de Audiodescrição; duas sessões contarão com acessibilidade de Libras; serão distribuídos 10% do total de ingressos gratuitamente com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29 da IN 11/2024, totalizando 20% (vinte por cento); 20% do total de ingressos será comercializado a preços populares. Contrapartidas Sociais: realizaremos 2 debates após a apresentação do espetáculo e 1 ensaio aberto.

Justificativa

Em primeiro lugar, é oportuno sempre, em qualquer momento, remontar os grandes clássicos, como pedras fundamentais que são de nossa tradição cultural, obras eternas e universais oferecendo novas riquezas a cada nova época em que são revisitadas. Dentre essas, as criações de Shakespeare constituem um vasto repositório de noções, conceitos, imagens e percepções, uma extraordinária revelação de significados e formas de apreensão da realidade. Seu universo imaginário reflete _ no duplo sentido de espelhar e pensar sobre _ os mistérios da alma, as convulsões do mundo, o ridículo social, a tragédia e a comédia da existência, com uma radicalidade que subverteu e redimensionou a visão de seus contemporâneos e, quatro séculos depois, ainda nos surpreende. No dizer de Harold Bloom, uma das maiores autoridades sobre a obra do bardo de Startford-upon-Avon, o teatro shakespeareano é uma das fontes espirituais formatadoras de nossa civilização, ao lado da Bíblia ou da epopeia homérica, matriz e motriz das futuras conquistas da sensibilidade e do conhecimento humano. Ao falar especificamente sobre HAMLET, Bloom é categórico: "É, com toda certeza, a obra mais extraordinária da literatura ocidental já escrita em todos os tempos". Tudo isso já bastaria para que uma nova montagem de HAMLET, no Brasil de hoje em dia, encontrasse sua justificativa sólida e plenamente embasada. Mas talvez a razão maior para que, mais uma vez, um coletivo de artistas venha a se reunir e se debruçar sobre essa obra majestosa, seja a de que ela própria pode vir a ser a transcrição poética e metafórica deste mesmo Brasil de hoje em dia: uma nação em crise. Que vive o dilema constante de como dar fim a seu mar de angústias. Que há séculos sofre na alma pedradas e flechadas do destino feroz. Que diariamente sofre a afronta do opressor, as delongas da lei e a prepotência do mando. O famoso solilóquio iniciado por "Ser ou não ser, eis a questão" continua a fazer o maior sentido no Brasil de hoje em dia. Mas HAMLET não é apenas a obra definitiva sobre a crise existencial do ser humano em sua jornada pelo planeta Terra. É também uma história com uma trama maravilhosamente urdida, que envolve suspense, intriga, traições, paixões e revelações, vivida por personagens fascinantes e banhada pelas palavras mais sublimes que já foram escritas. Por isso, faz-se nosso dever como artistas, seres sociais e arautos do nosso tempo, encenar essa obra tão fundamental e necessária aos espectadores de todas as gerações do Brasil de hoje em dia.

Estratégia de execução

Não se aplica

Especificação técnica

CÁLCULO UTILIZADO PARA ESTIMATIVA DE PÚBLICO DO PRODUTO PRINCIPAL: Baseado em 280 lugares para teatros que serão pleiteados para a exibição do espetáculo, forma calculados: Local Lotação Qtd Sessões TOTAL SP 280 24 6,720

Acessibilidade

O Teatro a ser escolhido deverá apresentar condições ideais e infra-estrutura para acomodar portadores de necessidades especiais (como rampas com elevação e largura adequadas, portas e salas com largura e espaço adequados, assentos adequados para deficientes e assentos diferenciados para pessoas obesas). Além disso, serão realizadas 2 sessões com um intérprete de libras, visando estimular a participação do público com deficiência auditiva e 1 apresentação com Sistema de Audiodescrição

Democratização do acesso

Atendendo ao Artigo 29 da Instrução Normativa nº 11, de 30 de janeiro de 2024: • 20% do total de ingressos será distribuído gratuitamente com caráter social ou educativo: Aproximadamente 672 ingressos em São Paulo; os produtores se comprometem a contatar escolas públicas, ONGs e entidades que prestem assistência a pessoas carentes com a finalidade de distribuir esses ingressos. • 10% do total de ingressos será distribuído para patrocinadores e divulgadores. • 20% do total de ingressos será comercializado com valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação desta proposta. A saber, R$ 40,00 o preço normal e R$ 20,00 o preço da meia entrada: Aproximadamente 1.344 ingressos em São Paulo. Com relação aos 50% do total de ingressos destinados a comercialização praticaremos durante as 24 sessões da temporada de São Paulo o valor de R$ 80,00 a inteira e R$ 40,00 a meia entrada. (meia-entrada assegurada para estudantes em, no mínimo, 40% (quarenta por cento) do quantitativo total dos ingressos comercializados, conforme o § 10 do art. 1º da Lei nº 12.933, de 2013; meia-entrada assegurada para idosos em todos os ingressos comercializados, conforme o art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003; meia-entrada para acesso a eventos artístico-culturais a estudantes, jovens de baixa renda portadores da Identidade Jovem (ID Jovem) e pessoas com deficiência, em todos os ingressos comercializados, conforme o do Decreto nº 8.537, de 5 de outubro de 2015.) Além disso, em respeito ao artigo 32 da IN no. 11/2024, como ação de contrapartida social, realizaremos 2 debates após a apresentação do espetáculo (expectativa total 560 pessoas) e 1 ensaio aberto (280 expectadores) e garantiremos a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos.

Ficha técnica

Texto: William Shakespeare Direção: Marco Antônio Pâmio Preparação Corporal: Inês Aranha Cenário: Chris Aizner Figurino: Fábio Namatame Design de Luz: Aline Santini Trilha Sonora: Gregory Slivar Programação Visual: Denise Bacellar Produtora: Selene Marinho - SM Artecultura Elenco: Ailton Graça Alef Barros Felipe Hintze Felipe Ramos Giovana Cordeiro Leopoldo Pacheco Marcelo Villas Boas Martha Meola Regina Maria Remencius Sidney Santiago Kuanza Curriculos: Marco Antônio Pâmio - É ator, professor e diretor teatral. Estudou no Centro de Pesquisa Teatral (CPT) e no Drama Studio London, Inglaterra. Estreou profissionalmente no papel de Romeu na montagem de “Romeu e Julieta”, de William Shakespeare, dirigida por Antunes Filho, trabalho que lhe valeu o Prêmio APCA como ator revelação de 1984. Sob a direção de Antunes, também atuou em “Macunaíma” e “Nelson 2 Rodrigues”, em temporada de repertório no Teatro Sesc Anchieta de São Paulo e turnês na Europa, Austrália, Estados Unidos e Israel. Destaca-se por sua atuação na cena teatral paulistana, em montagens dirigidas por Jô Soares (“A Noite de 16 de Janeiro”, “Troilo e Créssida”), Naum Alves de Souza (“Longa Jornada de um Dia Noite Adentro”, “Mediano”, “Operação Trem Bala”), Elias Andreato (“A Língua em Pedaços”), Ron Daniels (“Macbeth”, “Medida por Medida”), Gabriel Villela (“Macbeth”), Bete Coelho (“Um Número”), Zé Henrique de Paula (“Ou Você Poderia me Beijar”, “Preto no Branco”), Sérgio Ferrara (Antígona”, “O Senhor Paul”, “Pobre Super Homem”, “A Última Viagem de Borges”, “O Casamento Suspeitoso”), Aderbal Freire-Filho (“Céus”) e Nelson Baskerville (“Cock”), entre outras. Recebeu outros três Prêmios APCA de teatro: melhor ator em “Edmond” (2006), melhor diretor por “Assim É (Se lhe Parece)”(2014) e melhor ator em “A Herança” (2023), dirigida por Zé Henrique de Paula, trabalho pelo qual também está concorrendo ao Prêmio Shell de melhor ator. Foi indicado outras três vezes ao Prêmio Shell: melhor ator em “Um Número” (2004), melhor diretor por “Assim É (Se lhe Parece)” (2014), e melhor diretor por “Playground”(2016). Outras direções suas incluem “A Profissão da Sra. Warren” (com Clara Carvalho), “Jardim de Inverno” (protagonizada por Andréia Horta na primeira temporada em 2019 e Bianca Bin na segunda, em 2022), “Consertando Frank”, “Propriedades Condenadas”, “Noites Sem Fim”, “Cobra na Geladeira”, “Ator Mente”, “A Catástrofe do Sucesso” e “Baixa Terapia” (com Antonio Fagundes, espetáculo que permaneceu 6 anos em cartaz). Em 2022 dirigiu “Terremotos”, no Teatro Popular do SESI-SP, que lhe valeu o Prêmio Bibi Ferreira de melhor diretor de peça teatral do mesmo ano. Na TV, integrou o elenco de novelas e minisséries, entre elas “De Quina Pra Lua”, “Memórias de um Gigolô”, “Mandala” e “JK” (Globo); “Sangue do Meu Sangue” e “Corações Feridos” (SBT); “Água na Boca” (Band); “Onisciente” (Netflix); “Assédio”(Globoplay); “Terra Dois” (TV Cultura) e “Sessão de Terapia” (GNT). Em 1997, foi tradutor e intérprete dos workshops de Cicely Berry (então preparadora vocal e diretora associada da Royal Shakespeare Company), durante o II Fórum de Teatro Anglo-Brasileiro no Rio de Janeiro. É professor de teatro na Faculdade de Direito da FAAP-SP e de interpretação e montagem teatral na Escola de Atores Wolf Maya. Inês Aranha - Atriz formada em 1992 pela “Cívica Scuola D’Arte Drammatica Paolo Grassi – Piccolo Teatro di Milano”. Trabalhou com os diretores: Antunes Filho, Eduardo Tolentino, Roberto Lage, Zé Henrique de Paula entre outros. Como preparadora de atores, trabalhou com: Francisco Medeiros, William Pereira, Zé Henrique de Paula, Antonio Araújo, Joaquim Goulart, Marco Antonio Braz, Sandra Corveloni entre outros. Em 2003 criou a Cia Nua e dirigiu os espetáculos: Sete contra Tebas, Oceano Mar, Minha Mãe e Desatino. Como diretora convidada, dirigiu: O Anjo de Pedra, de Tennessee Williams e Água de Cinzas, de Ivo Bender. É professora de Interpretação do Indac – Escola para atores, desde 1997. É preparadora de atores e atriz do Núcleo Experimental desde a sua criação. Chris Aizner - Atua no Cenário Lírico e Teatral da cidade de São Paulo como Cenógrafo e Figurinista. Contemplado pela Crítica a Indicações e Premiações de Cenografia e Figurino, dentre eles os Prêmios APCA, SHELL E FEMSA, BIBI FERREIRA tem em sua carreira artística mais de uma centena de Espetáculos. Na volta aos teatros pós pandemia, assinou a cenografia de “Sueño” de Newton Moreno, “Cock” e “Anjo de Pedra” de Nelson Baskerville e “O Bem Amado”, concepção de Cassio Scapin e Ricardo Grasson. Também conta no seu currículo: “Sínthia” e “Cais ou da Indiferença das Embarcações” de Kiko Marques; “Wiosna” de Leonardo Moreira para o Teatrstudio, em Varsóvia/Polônia; Histeria, Tróilo e Créssida, e “A Noite de 16 de Janeiro” de Jô Soares. Em 2018 assina os figurinos para Odisseia - Cia Hiato e estreia em Atenas. Fabio Namtame - Formado em Comunicações e Artes pela FAAP. No teatro desenhou os figurinos para: Master Class, Uma relação ao tão delicada, Joana Dark, Paraíso Perdido, Evangelho Segundo Jesus Cristo, Memórias póstumas de Braz Cubas, O Libertino, Vermelho, Sobre Ratos e Homens, Love Love Love, Ira de Narciso entre outras. Para óperas sob direção de Jose Possi Neto: Bodas de Figaro, Romeu e Julieta, O Guarani, Faustaff, direção de Willian Pereira: O pescador de Pérolas, Olga, A Tempestade, de Jorge Takla: Madame Buterfly, A viúva Alegre. Recebeu os premios APETESP, APCA, Sesc de Teatro SP, Premio Shell de Teatro, Premio Cultura Inglesa de Teatro, Prêmio Carlos Gomes de Opera, Festival de Cinema de Paulinia, Prêmio SESC de dança de Belo Horizonte. Aline Santini - Graduada em Artes Visuais e Pós Graduada em Lighting Design na Faculdade Belas Artes em 2016. Estudou com o fotógrafo Carlos Moreira e foi assistente do iluminador Wagner Pinto e Gerald Thomas. Trabalha com iluminação há 23 anos e realizou trabalhos com grandes diretores, companhias, artistas de teatro, dança, performance e artes visuais em São Paulo. Também executa projetos de iluminação para exposições. Atua como performer e cria instalações visuais e realiza direção cênica de espetáculos das artes do palco. Indicada seis vezes ao prêmio Shell na categoria Iluminação e vencedora do prêmio Denilto Gomes no ano 2017 com o a luz do espetáculo de dança SHINE. Indicada duas vezes ao prêmio APCA de dança. Em 2019 foi uma das artistas selecionadas a representar o Brasil na Quadrienal de Praga. Ministra oficinas de iluminação cênica em Oficinas Culturais, Sesc e SP Escola de Teatro. Participou de festivais nacionais e internacionais de teatro e dança na Alemanha, Croácia, Argentina, Bolívia, Portugal, Irlanda e França. Gregory Slivar - Graduado em Composição (Música) pela Unicamp. Mestrado pela Usp na àrea de Sonologia (Música). Foi mestre formador na Escola Livre de Teatro de Santo André e artista docente em Sonoplastia na SP Escola de Teatro. Atua nas áreas de composição musical, direção musical em espetáculos teatrais, interações entre musica e vídeo, performance, tecnologia aplicada a música e trilhas para cinema. Tem como principal atividade o desenvolvimento de trilhas tocadas ao vivo em espetáculos teatrais. Vencedor do 24 Prêmio Shell Teatro, categoria Música pelo espetáculo “Prometheus – A tragédia do fogo” da Cia Balagan. Indicado ao 30º Prêmio Shell de Teatro, categoria Música pelo espetáculo “Tchekov é um Cogumelo” da Cia. Lusco Fusco.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.