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PRONAC 242515Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

MOSTRA | PEÇAS PARA MULHERES QUE QUEBRAM A BANCA

BREJEIRA PRODUCOES CULTURAIS SCA LTDA
Solicitado
R$ 1,74 mi
Aprovado
R$ 1,74 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festivais/Mostras
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-01-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O projeto tem como PRODUTO PRINCIPAL a produção de uma FESTIVAL | PEÇAS DA AUTORA JANE SHEPARD, chamado PEÇAS PARA MULHERES QUE QUEBRAM A BANCA. Iremos produzir, 3 peças da autora americana JANE SHEPARD. Serão duas temporadas, com 4 apresentações por semana. Um mês em Teatros da Prefeitura e dois meses em Teatros Privados. Dois dias as peças AMIGAS DO FALECIDO (20 min de duração) e O COMEÇO (50 minutos de duração) que serão apresentadas no mesmo dia, e dois dias a peça NOVE (60 min de duração). E como PRODUTO SECUNDÁRIO será realizado como CONTRAPARTIDA SOCIAL, três workshops de formação artística na periferia de São Paulo com as diretoras dos espetáculos, e um DEBATE SEMANAL com a renomada jornalista Cristina Fibe, autora do livro "João de Deus — O abuso da fé", que é amplamente reconhecida por seu incansável trabalho em prol das mulheres e do feminismo e um convidado diferente a cada semana.

Sinopse

"NOVE", começa sob a imagem de duas mulheres acorrentadas. Presas numa espécie de porão. Sem roupa, água e comida. Não conseguimos saber se é dia ou noite, nem mesmo há quanto tempo elas estão lá. Só temos a certeza de que, a qualquer momento, um homem vai entrar naquele “não lugar” e vai arrastá-las pra fora. Serão espancadas, violentadas e torturadas das piores maneiras possíveis. Elas não se conhecem, mas sofrem o mesmo tipo de violência repetidamente durante a peça. Elas não sabem nada uma da outra, mas é nesse ambiente extremamente hostil e nada humano, que elas criam uma relação. Um laço mais forte que o desejo delas, imposto pela circunstância que estão vivendo. O texto de Jane Shepard é uma metáfora à violência que nós mulheres vivemos diariamente. Uma matáfora ao perigo de estar viva, simplesmente pelo nosso gênero. Afinal, a presença e o lugar da mulher são moldados pela sociedade em que estamos inseridas. E essa sociedade ainda nos vê como objetos sem desejos, inteligência, poder ou discernimento. Um lugar onde apenas obedecemos e temos de viver sob as regras masculinas. Jane faz uma crítica severa ao machismo, à misoginia e à nossa sociedade, discutindo em NOVE a temática do feminismo e da violência sexual contra mulheres. “AMIGAS DO FALECIDO”, discute, com humor sarcástico, a traição, as diversas formas que temos de lidar com a dor da perda e traz aspectos importantes sobre a o companheirismo, empatia e união entre as mulheres dentro de uma trama surpreendente e inusitada. “O COMEÇO” combina humor com questões complexas de identidade e sexualidade, explorando com profundidade e graça o tema. É uma obra importantedo teatro contemporâneo, que tem sido encenada em todo o mundo desde sua estreia em 1987 e inédita no Brasil.

Objetivos

O objetivo Geral: Produzir o FESTIVAL | PEÇAS PARA MULHERES QUE QUEBRAM A BANCA com 3 peças. Realizando 3 meses de temporadas com 4 apresentações por semana, 2 apresentações para cada um dos 3 espetáculos. Sendo 1 Mês de temporada em teatros da prefeitura com sessões gratuitas e 2 meses de temporada em teatros privados com uma porcentagem de ingressos com valor que não ultrapasse o valor do Vale Cultura. Realizar 3 workshops gratuitos para formação artística na periferia com as diretoras dos espetáculos, além de realizar um Debate por semana ao final das apresentações com a jornalista Cristina Fibe. Objetivos específicos: -Produzir TRÊS ESPETÁCULOS: AMIGAS DO FALECIDO; O COMEÇO; e NOVE. -Realizar 1 TEMPORADA de DOIS MESES em TEATROS PRIVADOS, com 04 SESSÕES por semana, sendo 2 sessões para AMIGAS DO FALECIDO e O COMEÇO, que serão realizadas no mesmo dia, e 2 SESSÕES do espetáculo NOVE, com uma estimativa de público de 300 pessoas por sessão, ou seja, um TOTAL DE 9.600 pessoas. Sendo que 20% dos ingressos serão vendidos a preços populares que não ultrapassem o valor do VALE CULTURA. -Realizar 12 debates SEMANAIS com a JORNALISTA CRISTINA FIBE e com a presença de uma CONVIDADA DIFERENTE a cada semana. Durante os debates Cristina Fibe receberá mulheres influentes que são líderes na luta em prol do empoderamento das mulheres, para um diálogo enriquecedor ao final da apresentação, envolvendo tanto o elenco quanto a plateia. Com uma média de 300 pessoas por sessão, prevemos um público TOTAL para os debates de 4000 PESSOAS. -Realizar 3 WORKSHOPS DE CONTRAPARTIDA na periferia de São Paulo de forma GRATUITA com as diretoras do espetáculo. Cada workshop terá a duração de 2 dias, com 7h de encontro cada um, totalizando 42 horas de workshop. Serão contemplados 20 pessoas para cada workshop, contemplando um TOTAL de 120 artistas. - Realizar 1 TEMPORADA DE 1 MÊS em TEATROS DA PREFEITURA DE FORMA GRATUITA. Sendo 2 sessões para AMIGAS DO FALECIDO e O COMEÇO, que serão realizadas no mesmo dia, e 2 SESSÕES do espetáculo NOVE, com uma estimativa de público de 300 pessoas por sessão, ou seja, um TOTAL DE 4.800 pessoas.

Justificativa

A importância da obra de Jane Shepard está na sua capacidade de abordar temas complexos e controversos com profundidade e sensibilidade. É uma contribuição importante para o teatro feminista e LGBTQIA+. Suas peças dão voz à personagens que tradicionalmente foram marginalizadas e estereotipadas, levando o público a refletir sobre questões fundamentais da condição humana. Os textos de Shepard tratam de questões sociais importantes, como a violência sexual, o racismo, a misoginia e a homofobia. Montar essas peças curtas pode ser uma maneira eficaz de promover a conscientização e a reflexão sobre esses temas. Além disso, a obra da autora, que nunca foi montada no Brasil, é desafiadora e provocativa, explorando questões complexas de identidade, traumas, gênero e poder. O livro é uma chancela ao trabalho visionário de Jane Shepard, e continua a inspirar e desafiar artistas, público e crítica em todo o mundo.

Estratégia de execução

Clipping - Jornalista Cristina Fibe Colunas no UOL, em vídeo e texto: https://www.youtube.com/playlist?list=PLwf14xKyKJ73s37-YioIZBoZwmmTF4Y7a https://www.uol.com.br/universa/colunas/cristina-fibe/ Quadro “Metendo a Colher”, em que tira dúvidas sobre temas relacionados a violência contra a mulher https://www.youtube.com/playlist?list=PLwf14xKyKJ71zPqwN7PkOq9YTMGCP9zEq Participações em podcasts Par ou Ímpar https://www.youtube.com/watch?v=45yQdo82yO8&t=1s É noia minha? https://podcasters.spotify.com/pod/show/-nia-minha/episodes/No-desconversa-assdio-e2e8nj2/a-aar1f0d Isso não é Noronha https://www.youtube.com/watch?v=Dfx_jjDvMmg&t=78s Senta Direito Garota https://www.youtube.com/watch?v=2Bg2roVOfN8&t=2891s https://www.youtube.com/watch?v=CS0o0-RgRVc&t=92s Crítica do livro “João de Deus — O Abuso da Fé” na Folha de S.Paulo https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2021/10/livro-acerta-ao-mostrar-como-joao-de-deus-se-cercou-de-politicos-e-artistas-para-se-safar.shtml

Especificação técnica

NOVE é um espetáculo com 60 minutos de duração. AMIGAS DO FALECIDO é um espetáculo com 20 minutos de duração. O COMEÇO é um espetáculo com 60 minuntos de duração.

Acessibilidade

De acordo com o Art. 25 da Instrução Normativa nº 01/2023, o proponente se compromete em adotar as seguintes medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto sempre que tecnicamente possível, conforme a Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018: PRODUTO PRINCIPAL: FESTIVAL | PEÇAS PARA MULHERES QUE QUEBRAM A BANCA (ESPETÁCULO TEATRAL) DEFICIENTES VISUAIS: Disponibilizar narração em audiodescrição em língua portuguesa para 12 SESSÕES, sendo 8 em Teatros Privados e 4 em Teatros da Prefeitura. DEFICIENTES AUDITIVOS: Disponibilizar intérprete de LIBRAS (Linguagem Brasileiras de sinais) para 12 SESSÕES, sendo 8 em Teatros Privados e 4 em Teatros da Prefeitura. PRODUTO SECUNDÁRIO: CONTRAPARTIDA SOCIAL/DEBATE COM CRISTINA FIBE DEFICIENTES AUDITIVOS: Disponibilizar interprete de libras pra a realização dos 3 workshops que serão realizados na periferia de São Paulo, bem como para todas os 12 debates que serão realizados durante a temporada. *Todo material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto irão conter informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade adotadas para o produto.

Democratização do acesso

O proponente se compromete a adotar como ação de democratização de acesso as seguintes medidas de acordo com o Artigo 28 da Instrução Normativa nº 01/2023: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; - Serão Realizados 12 debates SEMANAIS com a JORNALISTA CRISTINA FIBE e com a presença de uma CONVIDADA DIFERENTE a cada semana. Durante os debates Cristina Fibe receberá mulheres influentes que são líderes na luta em prol do empoderamento das mulheres, para um diálogo enriquecedor ao final da apresentação, envolvendo tanto o elenco quanto a plateia. Com uma média de 300 pessoas por sessão, prevemos um público TOTAL para os debates de 4000 PESSOAS. - Serão Realizados 3 WORKSHOPS DE CONTRAPARTIDA na periferia de São Paulo de forma GRATUITA com as diretoras do espetáculo. Cada workshop terá a duração de 2 dias, com 7h de encontro cada um, totalizando 42 horas de workshop. Serão contempladas 20 pessoas para cada workshop, um TOTAL de 120 artistas.

Ficha técnica

CLARA CARVALHO - DIRETORA Atriz, diretora e tradutora. Por suas atuações, Clara foi indicada 5 vezes ao Prêmio Shell, tendo vencido com "Órfãos de Jânio", em 2002. Ganhou também o Prêmio Qualidade Brasil de Melhor Atriz em 2002 ("Major Bárbara"), o Prêmio APCA de 2003 ("Frankensteins"), o Prêmio Mambembe em 1998 ("Ivanov"), o Prêmio Aplauso Brasil (“A Profissão da Sra. Warren”), além de três outras indicações ao APCA e a outros prêmios como Quem e APTR. Clara também atuou em séries como Sentença, (Amazon Prime, 2022); O Anjo da Hamburgo (TV Globo, 2021); PSI (O2 Produtora, 2013); Descolados (Multishow, 2007) e na novela Aventuras de Poliana (SBT, 2019). Dirigiu peças como “Escombros”, de Dennis Kelly (2023) SESC Pompéia; “O Dilema do Médico”, de Bernard Shaw (2023), auditório do MASP; “Escola de Mulheres”, de Molière (2022), Teatro Aliança Francesa), indicado ao Prêmio de Humor Fabio Porchat; “Ricardo III ou Cenas da Vida de Meierhold”, de Matei Visniec (2019, CCSP), ator Rogério Brito indicado ao prêmio Shell de melhor ator; “Condomínio Visniec” (2019, SESC Ipiranga), indicado ao prêmio APCA de melhor direção; indicado ao Prêmio Aplauso Brasil nas categorias direção, espetáculo, elenco e produção independente; “A Máquina Tchekhov”, de Matéi Viscniec, em parceria com Denise Weinberg, em 2015 (indicada ao Prêmio APCA 2015 de melhor Direção e Melhor Espetáculo e Prêmio Aplauso Brasil 2015 de Melhor Espetáculo e Melhor Elenco); entre muitas outras. SANDRA CORVELONI Sandra Corveloni é atriz, diretora e professora. Com 30 anos de experiência profissional na área teatral, trabalhou como atriz em vários espetáculos infantis e adultos nos quais também atuou como produtora. No Grupo TAPA trabalhou por 10 anos como atriz e diretora e como professora trabalhou nas áreas de interpretação e montagem nas escolas Macunaíma, Celia Helena, Vento Forte, Oficinas do Grupo TAPA, Uniban, TUCA, Instituto Intercultural e Escola Wolf Maia. A partir de 2007 iniciou sua carreira cinematográfica com o filme Linha de Passe de Daniela Thomas e Walter Salles, pelo qual ganhou o Palma de Ouro no Festival de Cannes de 2008 e o prêmio do Festival de Havana. Desde então já atuou em mais de 10 longas metragens como atriz, produtora de elenco e preparadora de elenco. A atriz ganhou vários outros prêmios e indicações ao longo de sua carreira. Em 2010 fundou uma Cia de Teatro, a Cia D’Alma, onde é responsável pela pesquisa de linguagem e direção dos espetáculos. A Cia possui 2 montagens que realizaram mais de 2000 apresentações em São Paulo, interior e outros estados. Em sua carreira de diretora, trabalhou na em diversos filmes e espetáculos renomados, dentre os quais podemos citar o documentário “Fóssil de Desmontagem”, de 2021, com Roteiro de Marina Corazza, Natalia Gonsales e Sandra Corveloni; o curta-metragem “Peixe Cabeça de Cobra” de 2020, roteiro de Giovani Tosi; o espetáculo “Fóssil”, 2019 de Marina Corazza, a “Operetinha do Sapato Falador” da Cia D’alma, 2016, “Doente”, onde assinou roteiro e direção, também da Cia D’alma, o L’Illustre Molière, 2011, onde assina roteiro e direção, também da Cia D’Alma, que venceu 3 prêmios Shell-2013 ( Ator, figurino e direção Musical); Amargo Siciliano, 2008; IL Raconto sul vestito incantato, 2004, na Itália, onde assinou roteiro e direção, além de também ter trabalhado como atriz, As Viúvas, 1999, dentre outros. Cristina Fibe – JORNALISTA que fará os DEBATES Jornalista com 20 anos de experiência em veículos de comunicação, majoritariamente nos jornais Folha de S.Paulo (2004-2011) e O Globo (2011-2021). Foi correspondente em Nova York pela Folha, repórter especial de cultura, chefe de reportagem e editora adjunta de Ilustrada (Folha), Segundo Caderno e Sociedade (O Globo), tendo coordenado equipes de até 40 pessoas na cobertura de eventos como o Rock in Rio e participado da edição de cadernos especiais dedicados à Copa do Mundo e à pandemia da Covid-19, entre outros temas. No Globo, especializou-se na cobertura da violência contra a mulher, e foi a primeira jornalista a apurar os casos de abuso sexual cometidos pelo ex-líder espiritual João Teixeira de Faria, em Abadiânia (GO). É colunista de Universa, editoria de gênero do UOL, e autora do livro “João de Deus — O Abuso da Fé”, ampla investigação criminal e biográfica, publicada em outubro de 2021 pela Globo Livros.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.