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Realização inédita e oportuna de exposição cultural itinerante (abrangendo concurso digital de fotografia temática, a produção e distribuição de catálogo impresso e virtual) que leve à população ribeirinha registros e fragmentos emblemáticos da memória histórico-geográfica colonial e imperial no "Velho Chico", colocando-os ao lado de flagrantes da atualidade, que chamamos aqui de "Novo Chico", destacando desde tradições culturais remanescentes (Bom Jesus dos Navegantes) a flagrantes de avanços e inovações transformadoras da vida da população regional, como a irrigação e cultivo de frutas; a transposição de parte das águas do rio, entre outras inovações (energia eólica e solar) etc.
Será realizada uma exposição fotográfica itinerante que percorrerá três cidades do Nordeste que tem a influência do Rio São Francisco e acompanharam as transformações na vida das pessoas ao longo dos anos. O Velho Chico busca abordar o período colonial e imperial com imagens e relatos de acervos existentes (*vide bibliografia anexada) e para o momento atual – o Novo Chico será realizada uma pesquisa iconográfica atual, das obras da transposição ao término da obra e as alterações nas comunidades.
Objetivo Geral Levar ao público de três cidades ribeirinhas do rio São Francisco a mostra cultural educativa gratuita sobre ícones do Velho e do Novo Chico, para que conheçam um pouco mais da história e o significado cultural e social do rio, de tanta importância para as comunidades ribeirinhas, do passado e presente. A mostra jogará luz dirigida à população regional, reforçando e difundindo os laços históricos culturais dessa população com o Velho e com o Novo Chico. Objetivo específico - Realização de exposição gratuita à população de três em cidades ribeirinhas, com permanência de acesso ao público de 30 dias em cada local. Atendendo a cerca de 12.000 pessoas. - Difundir aspectos históricos emblemáticos culturais e geográficos do rio São Francisco para as comunidades locais e da região, evidenciando como o rio influencia a cultura, a vida e a economia da população, desde tempos coloniais. - Distribuir gratuitamente o catálogo que eternizará a mensagem desta ação cultural, pois permanecerá como obra de referência sobre a região por muitos anos. Esse mesmo catálogo será disponibilizado digitalmente nas redes sociais de interesse do projeto, difundindo a mensagem e o significado da mostra de forma muito mais ampla. Serão distribuídos 720 catálogos por cidade. - Fomentar o acesso das comunidades ribeirinhas à cultura regional, através da visita à exposição, participação em atividades e receber o catálogo ou acompanhar os eventos nas redes sociais. Incentivar o hábito de visitar espaços culturais e exposição. - Realizar concurso fotográfico digital em cada uma das cidades com cerca de 80 participantes por localidade. Os participantes terão acesso a aulas online de prática fotográfica, as melhores imagens enviadas serão postadas nas redes sociais do projeto. E uma seleção das 10 melhores fotos receberá como prêmio um livro já publicado pela Metalivros Patrimônio da Humanidade do Brasil como premiação.
Considerando o produto principal se tratar de uma exposição itinerante gratuita, associada a um concurso de fotografia digital e gratuito, este projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, por meio da itinerância expositiva gratuita; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais, promovendo o concurso com fotógrafos amadores e posterior divulgação em redes sociais do projeto. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores, tanto atendido pela exposição como pela realização do concurso. Para tanto, serão atingidos os seguintes objetivos referidos no Art. 3º da mesma lei: II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; As cidades que receberão a mostra carecem de eventos culturais que falem de sua realidade regional. Sem o apoio da lei federal de incentivo esta ação cultural e educativa, que irá difundir o imenso significado do Rio São Francisco na vida da população e na integração regional jamais aconteceria, por falta de outras fontes de recursos públicos ou privados. Esta realização está plenamente alinhada com os objetivos da Lei Federal de Incentivo à Cultura, pois gerará e difundirá cultura de interesse local para a população de média e baixa renda, sem acesso aos serviços e equipamentos culturais das cidades maiores. Esta iniciativa irá elaborar e executar exposição itinerante original combinada com produtos culturais paralelos (concurso digital de fotografia temática, catálogo impresso e eletrônico e difusão nas redes sociais) que vai levar à 3 cidades do interior nordestino, dentro dos limites Bacia do rio São Francisco, um seleto retrato de iconográfico e fotográfico da região. Na parte histórica contará como fonte de material o vasto acervo iconográfico sobre o tema, de registros de artistas, cientistas e viajantes pela região desde os tempos do Império, inclusive registros de Theodoro Sampaio (1855-1937). Na parte contemporânea o projeto contará com o acervo da Agência Pulsar Imagens, de Delfim Martins, que registra há mais de 35 anos a região do Vale do São Francisco, em especial o sistema de transposição das águas do São Francisco. O Rio São Francisco na vida da população e na integração regional/nacional, em dois tempos: 1) No Século XIX, o Velho Chico como símbolo da integração nacional, quando mais de uma dezena de cientistas e viajantes navegaram ou percorreram vasto território e delinearam os primeiros contornos da geografia natural e humana e da cultura das cidades e dos ambientes cortados pelo rio (MG, BA, PE etc.); 2) No Século XXI, o vasto vale desse rio abriga hoje uma população de economia crescente, cuja bacia hidrográfica é agora integrada com outras na Paraíba, no Rio Grande do Norte e Ceará, que se tornou realidade após a recente finalização da Transposição parcial das águas do Rio São Francisco. A isso se soma natural melhoria da qualidade de vida na região proporcionada pelos projetos de irrigação agrícola, de produção de hidroeletricidade e, também pelo crescente processo de transformação da região em uma imensa usina de energia solar, impulsionando a região em direção a um futuro ainda mais promissor. A mostra será inaugurada em Petrolina (PE) a se confirmar, e permanecerá por 30 dias. O evento de abertura contará com a presença do curador e dos dois autores e de autoridades locais. E seguirá para apresentação em locais públicos de mais duas cidades, Paulo Afonso (BA) e Penedo (AL). Na abertura da mostra haverá palestra da curadoria sobre suas percepções sobre o tema e a atualidade (Colonial e presente). A abertura da primeira mostra será registrada em vídeo. Que será editado e apresentado nas outras aberturas. A mostra contará com o apoio de monitores selecionados localmente e que darão suporte as visitas. Os monitores receberão material de apoio e treinamento online. Teremos 04 monitores por cidade. Resultará na edição e a difusão de conteúdo cultural e social original de interesse das comunidades que vão visitar a mostra e, também, receber o catálogo impresso ou ter acesso ao digital. Será realizada integralmente com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura.
Estrutura gráfica do catálogo: . Formato fechado: 21 x 27cm . Formato aberto: 42 x 27cm . Papel: offset 90 g/m² . Número de páginas: 64 . Impressão: capa e miolo a 4x4 cores . Acabamento: costurado e colado, com capa em brochura (triplex 300 g/m²), sem laminação . Imagens: 50 . Tiragem: 2.400 exemplares, sendo total de 800 para cada cidade (720 de distribuição público em geral e 80 cotas de patrocínios) REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS QUE PODERÃO SER USADAS NA EXPOSIÇÃO PARTE 1: O VELHO CHICO Os principais relatos e iconografia da época colonial sobre a região do vale do Rio São Franciso. 1. Circa 1660: Frei Marinho de Nantes. Francês, Capuchinho. Obra: "relação de uma missão no São Francisco". Ed. Brasiliana 368. 2. https://bdor.sibi.ufrj.br/bitstream/doc/417/1/368%20PDF%20-%20OCR%20-%20RED.pdf 3. Século XVIII: José Vieira do Couto. Brasileiro. Pesquisa minérios no rio São Francisco. 4. 1816: Auguste de Saint-Hilaire (1779-1853). Francês. Veio ao Brasil como parte da Missão Artística Francesa. Realizou extensa viagem pelo Centro Oeste e Sudeste, visitando cabeceiras do rio São Francisco. Naturalista, interessado em botânica. Diversas obras sobre botânica. 5. 1817 – 1820: Spix e Martius (Johann Baptist Von Spix e Carl Von Martius). Originais da atual Alemanha e Áustria). Naturalistas, financiados pela coroa austríaca em função do casamento de D. Pedro I e a arquiduquesa D. Leopoldina. Obra: "viagem ao Brasil". Principais interesses: botânica e zoologia. 6. Década de 1830: George Gardner. Britânico (escocês) Naturalista, botânico. 7. 1820: Eschwege (Wilhelm Ludwig von Eschwege). Alemão. Geólogo. Pesquisa diamantes e produz estudos geológicos. 1. 1835 – 1838: Aristides Franklin de Mornay. Brasileiro, pernambucano. Com seu filho vai de Ouro Preto à foz do São Francisco para estudar a navegação a vapor. 2. 1844 – 1852: José Ignacio de Couto. Estuda a navegação no rio São Francisco. 3. 1842 – 1845: Mariano Joaquim de Cerqueira. Brasileiro, militar. Estuda a navegação no São Francisco. 4. 1852 – 1854: Heinrich Halfeld (Heinrich Wilhelm Ferdinand Halfeld (1797-1873)). Alemão, engenheiro. Financiado pelo Império brasileiro para elaborar estudo sobre o rio São Francisco. Percorreu o rio de Pirapora à foz. Obra: Atlas e relatorio concernente a exploração do Rio de S. Francisco desde a Cachoeira da Pirapora até ao Oceano Atlantico de 1860. 5. 1856: Emmanuel Liais (1826-1900), francês. Naturalista e astrônomo. O Governo Brasileiro o comissionou para mapear o rio das Velhas e o rio São Francisco. Obra: Hydrographie du haut San-Francisco et du Rio das Velhas. 6. 1867: Richard Burton (Richard Francis Burton). Inglês. Militar e escritor. obra: "De canoa de Sabará ao oceano Atlântico". 7. 1875: Comissão Geológica do Império – Hartt, Charles; Derby, Orville, Rathbun, Richard; Smith, Herbert; Casper Branner, John; Ferrez, Marc (fotógrafo) e outros. Exploração do rio São Francisco (baixo S. Francisco). 8. 1879 – 1880: Comissão Hidráulica do Império. William Milnor Roberts (Estados Unidos engenheiro). Obra: Reconhecimento Geral sobre o rio de São Francisco na parte inferior á Cachoeira do Sobradinho. Outros componentes: Antônio Plácido Peixoto do Amarante, Rudolf Wieser, Domingos Sérgio de Sabóia e Silva, Alfredo Lisboa, Miguel Antônio Lopes Pecegueiro, Thomaz de Aquino e Castro Orville Adalbert Derby (norte-americano, geólogo). Obs.: Teodoro Sampaio foi expulso da comissão por ser negro. 9. 1874: James W. Wells (1872-1950). Inglês, engenheiro. Cartografia da região e do rio São Francisco. Obra: Explorando e viajando três mil milhas através do Brasil – do Rio de Janeiro ao Maranhão. 10. 1879 – 1886: Teodoro Sampaio. Brasileiro, baiano. Estuda o rio São Francisco e a Chapada Diamantina. PARTE 2: O NOVO CHICO Os principais indicadores ambientais, culturais, geográficos da vida contemporânea do vale do São Francisco mais próxima do rio. 1. A irrigação e produção agrícola 2. A transposição parcial das águas 3. A hidroeletricidade 4. As cidades ribeirinhas 5. O rio nas festas culturais da região 6. A Caatinga e o Cerrado preservado 7. Energia solar e eólica
Exposição – espaço de 150.00m2 aproximadamente, externamente ao espaço selecionado e em cada local será instalado estrutura/totem contendo as informações gerais/nome/logos do projeto e patrocinadores e que servirá de outdoor da exposição. Internamente será composta de painéis plotados com textos curatoriais e reproduções das imagens selecionadas (cerca de 50 imagens), criando um percurso expositivo que sensibilize o visitante, apresentando o Velho e Novo Chico através das fotografias, mapas, relatos apresentados. Será realizada uma adequação/complementação da iluminação do local e proposta uma comunicação visual que sensibilize o visitante. Catálogo – Será feito um catálogo impresso e digital para dar acesso ao público ao conteúdo da mostra, com os textos dos curadores do evento. Nele todas as 50 imagens do livro serão editadas de maneira a levar a mensagem do evento a outras pessoas e outros locais. Concurso de Fotografia digital – Os visitantes serão convidados a participar gratuitamente de um concurso de fotografia sobre o Rio São Francisco, procurando registrar em fotografias de celular ou outras câmeras digitais, aspectos que foram retratados na mostra no prazo até 10 dias depois do término de cada itinerância. A produção da mostra será responsável por selecionar e depois postar na rede social do projeto o resultado da seleção das melhores fotografias de cada concurso de cada itinerância. Além da postagem virtual das imagens haverá um breve texto sobre cada um dos fotógrafos selecionados. Metodologia e premiação – Na divulgação do evento e em um dos painéis da mostra haverá um convite para os interessados participarem de um concurso de fotografia amadora sobre o tema da mostra. As fotos serão divulgadas nas redes sociais do projeto, os participantes terão direito a quatro aulas hora virtuais sobre dicas de fotografia documental por Delfim Martins. Essas aulas serão postadas na rede, junto com o catálogo virtual e a palestra dos curadores. Dez imagens selecionadas serão divulgadas como vencedoras e seus autores receberão como premiação o livro ilustrado Patrimônio da Humanidade do Brasil, publicado pela Metalivros. Número de participantes do concurso pretendido: 80 a cada cidade.
- Serão selecionados espaços públicos que já disponham de acessibilidade física, tais como rampas de acesso e banheiros acessíveis. - Será produzido a audiodescrição de 10 fotografias selecionadas pela curadoria, com uma introdução do projeto. - Haverá 4 monitores locais que atenderão o público visitante a cada mostra durante o período expositivo. Os monitores receberão treinamento online de forma a serem capacitados a atender diversos tipos de públicos. - Será produzido um mapa em relevo tátil do rio São Francisco e instalado em bancada própria, para deficientes visuais. - Um tablet será disponibilizado para acesso ao conteúdo em libras, e, também, poderá ser visto por QR Code instalado em local visível na exposição.
A exposição terá acesso gratuito, possibilitando que o grande público a visite. A distribuição do catálogo também será gratuita e a participação no concurso de fotografia será realizada a cada itinerância, de forma gratuita também. O evento de inauguração do projeto deverá ser gravado, e contará com a palestra dos pesquisadores e curador que posteriormente será disponibilizada via internet, junto com o resultado do concurso fotográfico. Serão criadas páginas do projeto nas redes sociais para a divulgação do mesmo e do concurso digital proposto.
Arquiprom (produção e projeto expográfico) - Constituída em 1972, a Arquiprom atuou em mais de 50 feiras internacionais patrocinadas pela Divisão de Feiras e Turismo do Ministério das Relações Exteriores. Esses trabalhos, desenvolvidos em 20 países, incluíam a arregimentação de expositores, administração e coordenação de participações, projeto e montagem de pavilhões e estandes. A partir dos anos 1980, já tendo consolidado a sua presença no mercado pelo atendimento aos mais diversos programas nessas áreas, a Arquiprom passou a concentrar seus trabalhos no território nacional e diversificou suas atividades. Nesse sentido, abriu sua atuação para projetos museográficos e culturais, bem como para projetos especiais, eventos/convenções, lançamentos e inaugurações. A partir dos anos 2000 priorizamos nossa atuação na elaboração e gerenciamento de projetos culturais, incentivados ou não. A Arquiprom atua na conceituação, escolha e adequação do local, desenvolvimento de sistema expositivo, projeto, coordenação e execução da montagem, bem como na elaboração de catálogos e peças gráficas. Ao longo de nossa trajetória desenvolvemos inúmeros projetos com itinerância – uma de nossas expertises –, dentre os quais podemos mencionar a versão itinerante do Museu da Língua Portuguesa – Estação da Língua, que percorreu 17 cidades do interior do estado de São Paulo; a itinerância do Museu do Futebol – Na Área, também coordenada pela Arquiprom em sua primeira fase (5 cidades); e diversos outros projetos em parceria com museus e instituições culturais – a Pinacoteca do Estado (São Paulo) e o Museu Internacional de Arte Naïf (Rio de Janeiro), entre outros. Currículos dos curadores Metavídeo SP Produção e Comunicação (Metalivros) (projeto cultural e curadoria), desenvolve e realiza projetos editoriais, expositivos (como O BRASIL DOS VIAJANTES, em 1994) e videográficos, desde 1990, com mais de uma centena de notáveis realizações de referência cultural e cientifica (www.metalivros.com.br). Tem como sócios: 1) Ronaldo Graça Couto, editor e realizador de livros, produtor de exposições e de vídeos, desde 1985. É Bacharel em Ciências Econômicas pela Faculdade de Ciências Políticas e Econômicas do Rio de Janeiro, 1974/1977 e Mestre (M.A.) em Planejamento Ambiental para Países em Desenvolvimento, University of Nottingham, Inglaterra, 1978/1980. 2) Bianka Tomie Ortega, editora, pesquisadora, produtora editorial. É Licenciada em Educação Artística e Artes Plásticas (1999) e Mestre em Artes Visuais (2003), ambas pela UNESP – Universidade Estadual Paulista. Ronaldo, é autor do projeto expositivo, curador geral e coprodutor da mostra. Editará o texto da mostra e do catálogo. Fará a seleção final das fotografias do concurso digital do projeto. Bianka será a gerente editorial do catálogo, tratamento de imagens e edição de texto e do conteúdo da mostra e participará também da produção da mostra. João Meirelles Filho (curadoria) é escritor, pesquisador e ativista socioambiental. É paulistano e reside em Ribeirão Preto, SP. É autor de 16 livros, metade sobre a Amazônia, entre os quais dois livros pela Metalivros (“Grandes Expedições à Amazônia Brasileira – 1500 a 1930” e “Grandes Expedições à Amazônia Brasileira no Século XX”, e “O Abridor de Letras” (2017, Prêmio Sesc de Literatura) e “Viagem à Amazônia” (2021, e-book gratuito). É ativista socioambiental e há 25 anos dirige o Instituto Peabiru www.peabiru.org.br. João fará pesquisa de imagens para o projeto e fará o texto da mostra (e do catálogo) sobre o VELHO CHICO. Estará presente para a abertura da primeira mostra em Penedo, quando gravará uma apresentação da sua parte, que será colocado depois em rede, junto com o resultado do concurso de fotografia. Celso Calheiros (pesquisa) é jornalista, produtor de conteúdo, repórter, colunista e editor no Jornal do Commercio e do Diário de Pernambuco. Colaborador das revistas Carta Capital e Exame, jornais Folha de S.Paulo, Estadão e Agência Estado, além do portal Terra e o site O Eco. Foi assessor de imprensa para o Ministério da Integração Nacional no Projeto de Integração do São Francisco, a obra da transposição. Como produtor de conteúdo, escreveu o livro sobre os 85 anos da Federação das Indústrias de PE e sobre José Gualberto, “inventor” da fruticultura irrigada no Vale do São Francisco. Celso fará a pesquisa e texto sobre o Novo Chico, para a mostra, catálogo e posts. Celso fará o texto NOVO CHICO, e estará presente na abertura da primeira mostra para gravar depoimento sobre sua parte na mostra. Pulsar Imagens (fornecimento de fotografias). É a maior agência fotográfica-documental do país. Pertence Laura Lourenço e o fotógrafo Delfim Martins, que registra a região há 35 anos. Natural de Barcelos, Portugal, trabalha nesta área no Brasil desde 1975. Em 1979 participou da fundação da Agência F4 com Juca Martins, Nair Benedicto e Ricardo Malta. Desde 1984 trabalha na construção de perfis institucionais de empresas (Monsanto, BNDES, Cargill entre outras). Em 1991 funda, juntamente com Laura Del Mar e Juca Martins, a Pulsar Imagens, o mais completo banco de imagens documentais do Brasil.
PROJETO ARQUIVADO.