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O projeto irá contemplar formações coletivas (workshops de danças afro-brasileiras e dos Orixás), oficinas de percussão e culinária, saraus, rodas de conversa, bate papo e palestras. Um universo complexo, profundo e rico se encontra dentro de um terreiro de matriz africana _ a simplicidade, sabedoria e respeito do Candomblé e toda sua ancestralidade.
O projeto Ancestralidades - Visitando o Terreiro! irá pesquisar as memórias das relações com a história, antropologia e os elementos da natureza e ancestralidade no Brasil. Para tanto o projeto é composto por três eixos: pesquisa, criação e formações coletivas, vivências e comunicações. A pesquisa se dá artística e academicamente sobre as memórias da nossa cultura, tradições e religiosidade, e na construção da sociedade brasileira, buscando na ancestralidade o fio condutor da nossa história e multiplicando esses saberes através do Projeto. Um resgate de aspectos da Cultura que já estão na nossa memória ancestral. Como as memórias estão no corpo e o corpo fala, o processo de pesquisa irá culminar com intervenções urbanas: I - Formações coletivas: As formações coletivas são parte do processo de pesquisa e criação artística, através de WORKSHOPS de Danças Afro-brasileiras e dos Orixás e oficinas de percussão, cujo objetivo é proporcionar as pessoas interessadas o caminho para o entendimento desse Universo encontrado nos terreiros de matriz africana. Também acontecerão oficinas de culinária (tradição de matriz africana). II - VIVÊNCIAS sobre artes visuais, literatura, música e dança, no formato de SARAUS. III - Rodas de Conversa, Bate Papo e Palestras com pessoas de diversos saberes, convidades para expor opiniões, polemizar, discutir e ensinar – presencial e virtual. Bate papos de mestres do saber dos povos e comunidades de matriz africana com o público presente e também em formato de live, com interação com o público que esteja assistindo.
Objetivo Geral Salvaguarda e preservação da cultura dos povos e comunidades tradicionais de matriz africana Objetivo Específico - Fomento, promoção e difusão da cultura negra · Visibilidade e inserção de novos talentos em todas as áreas e âmbitos na pluralidade do universo da cultura negra, preta e afro · Valorização da cultura afro-brasileira, negra, popular e tradicional · Compartilhar de conhecimentos e sabedorias ancestrais através de mestres do saber · Possibilidade do público em geral ter contato com uma grande diversidade de arte e cultura, através da música, dança, vivências, saraus, oficinas, workshops, culinária e conhecimento dos mestres do saber (tanto presencial quanto online) · Visibilidade e inserção de novos talentos em todas as áreas e âmbitos na pluralidade do universo da cultura negra, preta e afro · Incentivo ao desenvolvimento de uma grande rede envolvendo moradores próximos ao local de realização das atividades, artistas, acadêmicos, religiosos, sociedade civil como um todo, trazendo sua participação, inclusão e oferecendo formações, pesquisas e intervenções · Quebra de preconceitos e de intolerâncias Oficina /Workshop/Seminário Audiovisual · 12 aulas de 2 horas cada sobre Danças afro-brasileiras com limite de 20 vagas · 12 aulas de 2 horas cada sobre Dança dos Orixás com limite de 20 vagas · 12 aulas de 3 horas cada - oficina de percussão com limite de 20 vagas · 12 aulas de 3 horas cada _ oficina de culinária com limite de 20 vagas· 4 saraus contemplando música, dança, literatura e artes visuais Contrapartidas Sociais · Realização de 6 rodas de conversas com convidades variados ligados à temas pertinentes da cultura negra/preta e afro (duração total de 3 horas cada roda de conversa) · Realização de 2 rodas de conversa virtuais pelo YouTube no mesmo formato acima (duração de 3horas cada) · 8 ações de bate papo de mestres do saber com o público (totalizando 3 horas cada) · 2 ações de bate papo dos mestres do saber com o público de forma virtual pelo YouTube (totalizando 3 horas cada) · Realização de 4 palestras (sendo 2 presenciais e 2 online) com mestres de cultura popular _ limite presencial: 20 vagas.
Segundo IBGE de 2021 _ 56,1% da população brasileira se declara preto/pardo. O Atlas da Violência de 2021 traz a estatística de que 77% das vítimas de homicídio são pretos/pardos. Infelizmente, os casos de intolerância religiosa tem crescido, embora existam mais leis de combate, e mais leis que garantem a liberdade de crença. O Brasil é um Estado Laico, mas percebemos as pessoas mais radicais, dando vazão a seu lado preconceituoso, racista, homofóbico, misógino e intolerante de todas as maneiras, como uma das principais a intolerância religiosa. Abaixo notamos alguns dados estatísticos estarrecedores: Entre 2019 e 2021, a Secretaria da Justiça e Cidadania do Estado de São Paulo (SJC) registrou aumento de 1.135% nas denúncias de intolerância religiosa. Elas saltaram de 17 casos em 2019 para 210 em 2021. (fonte _ Alesp 2021) Brasil registra três queixas de intolerância religiosa por dia em 2022; total já chega a 545 no país. Estado com mais registros é São Paulo, com 111 denúncias, seguido do Rio de Janeiro, com 97, Minas Gerais (51), Bahia (39), Rio Grande do Sul (26), Ceará (11) e Pernambuco (13). (fonte _ G1) Denúncias de intolerância religiosa cresceram 141% no Brasil em 2021. (fonte _ Metrópole) Mais ainda, analisando os casos de intolerância religiosa, percebemos um número muito maior (mais da metade) sendo contra as religiões de matriz africana, e isso deve ao fato do racismo estrutural e preconceito atuante no Brasil desde séculos atrás que permanece até os dias atuais. Com isso, urge que sejam feitas ações de combate à intolerância religiosa, e de reeducação acerca do respeito para com a crença ou não crença de todo e qualquer ser humano que vive em nosso país. E ações que sejam feitas aliado à arte e cultura sempre surtem mais efeito, abrindo espaço também para que as pessoas em sua mais completa diversidade e pluralidade com essência na tradição negra, preta, afro, possa receber estas oportunidades de mostrar o seu talento, ter impacto na sociedade, e ganhar visibilidade. O projeto traz a valorização da identidade, cultura e tradições dos povos negros, afros, negro-brasileiros, e de matriz africana, em geral, no que tange também sua religiosidade. Preservação da memória, e construção de narrativas que evidenciem o papel do negro e afro na sociedade, valorizando toda riqueza cultural de suas tradições. É de extrema importância ações que valorizem e mostrem a beleza e riqueza da cultura negra e afro, sobretudo em momentos atuais como o que estamos passando, com o crescimento do racismo, preconceitos e intolerância. É de muita relevância também que se faça um resgate da cultura e tradições afro, por meio da música, dança e instrumentos, a fim de que a história e o passado possa ser honrado e respeitado, o que fatalmente aponta para um futuro também de respeito, por se ter o conhecimento, e não pré-conceitos.
O projeto Ancestralidades - Visitando o Terreiro! irá pesquisar as memórias das relações com a história, antropologia e os elementos da natureza e ancestralidade no Brasil. Para tanto o projeto é composto por três eixos: pesquisa, criação e formações coletivas, vivências e comunicações. A pesquisa se dá artística e academicamente sobre as memórias da nossa cultura, tradições e religiosidade, e na construção da sociedade brasileira, buscando na ancestralidade o fio condutor da nossa história e multiplicando esses saberes através do Projeto. Um resgate de aspectos da Cultura que já estão na nossa memória ancestral. Como as memórias estão no corpo e o corpo fala, o processo de pesquisa irá culminar com intervenções urbanas: I - Formações coletivas: As formações coletivas são parte do processo de pesquisa e criação artística, através de WORKSHOPS de Danças Afro-brasileiras e dos Orixás e oficinas de percussão, cujo objetivo é proporcionar as pessoas interessadas o caminho para o entendimento desse Universo encontrado nos terreiros de matriz africana. Também acontecerão oficinas de culinária (tradição de matriz africana). II - VIVÊNCIAS sobre artes visuais, literatura, música e dança, no formato de SARAUS. III - Rodas de Conversa, Bate Papo e Palestras com pessoas de diversos saberes, convidades para expor opiniões, polemizar, discutir e ensinar – presencial e virtual. Bate papos de mestres do saber dos povos e comunidades de matriz africana com o público presente e também em formato de live, com interação com o público que esteja assistindo. As formações serão abertas ao público em geral, as articulações estão em diálogo com os processos de pesquisa e criação artística e formações coletivas. Será incentivado o desenvolvimento de uma rede, onde haverá articulação com moradores do território em torno ao terreiro, artistas, acadêmicos, religiosos e todes que se interessarem pelo tema, tanto para as formações, quanto para as pesquisas e intervenções. O projeto aborda os sons, movimentos, cores, sabores e saberes, resgatando a ancestralidade, e aliando à modernidade, no que tange o compartilhar desta sabedoria para as redes sociais, trazendo um acesso democrático, gratuito e permanente para o público em geral. · 12 aulas de 2 horas cada sobre Danças afro-brasileiras com limite de 20 vagas · 12 aulas de 2 horas cada sobre Dança dos Orixás com limite de 20 vagas · 12 aulas de 3 horas cada - oficina de percussão com limite de 20 vagas · 12 aulas de 3 horas cada – oficina de culinária com limite de 20 vagas · 4 saraus contemplando música, dança, literatura e artes visuais · Realização de 6 rodas de conversas com convidades variados ligados à temas pertinentes da cultura negra/preta e afro (duração total de 3 horas cada roda de conversa) · Realização de 2 rodas de conversa virtuais pelo YouTube no mesmo formato acima (duração de 3horas cada) · 8 ações de bate papo de mestres do saber com o público (totalizando 3 horas cada) · 2 ações de bate papo dos mestres do saber com o público de forma virtual pelo YouTube (totalizando 3 horas cada) · Realização de 4 palestras (sendo 2 presenciais e 2 online) com mestres de cultura popular – limite presencial: 20 vagas. O Ilê está localizado num bairro de classe média, mas com regiões próximas de classe baixa. Aberto ao público, e sempre com interação com a comunidade, as ações são sempre baseadas na cultura de paz, quebra de preconceitos, combate à intolerância religiosa, promoção, fomento e difusão da cultura negra/preta, cultura popular, matriz africana e povos e comunidades tradicionais.Respeito, valorização do talento das pessoas, incentivo, e programas de inclusão são realizados com pessoas com deficiência, LGBTQIAPN+, mulheres, povo preto/negro, baixa renda, entre outros.
Não se aplica.
ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, corrimão, banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em todas as sessões. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Monitores treinados para auxiliar esse público durante todas ações do projeto. Contratação de profissionais sensibilizados e especializados no trato com pessoas PCD; contratação de PCD para fazer parte da equipe de produção (assistente de produção). As Contrapartidas sociais também irão contar com as acessibilidades citadas acima.
Todas as atividades do projeto são gratuitas, e contarão com certificado. Workshops de danças afro-brasileiras e dos Orixás, oficinas de percussão e culinária, saraus, rodas de conversa, bate papo e palestras.
Silvana Carnicelli Dantas Função: Coordenadora Breve Currículo: Formada em culinária pelo SENAC, Terminou o ensino médio em 1982 no EE. Ródão Lopes de Barros na Vila Mariana. Atuou como bancária por 10 anos e mãe a vida toda. Em 1986, assume a liderança da Casa de Candomblé, e foi fortalecendo o Ilê Ase Afeemojumo até os dias atuais . Liderança da comunidade ligada ao Ilê, desenvolve aulas regulares para formação de pessoas na religião. Estuda ritos e mitos de orixás e como eles afetam na rotina do Ilê. Atua na luta a favor do fortalecimento da luta pelas religiões de matriz africana . Ana Lucia de Camargo Função: Diretora Artística Breve Currículo: Mestra em Humanidades (2018) - FFLCH /USP através do Núcleo de Estudos das Diversidades, Intolerâncias e Conflitos - DIVERSITAS - USP, possui graduação em História e Geografia licenciatura pelo Centro Universitário Assunção (1989) e graduação em Bacharel em História pelo Centro Universitário Assunção (1988), duas especializações na área de Globalização e Cultura (2004) e Gestão Universitária (2012). Atualmente coordenadora de Polo, atuando no Projeto Garoto Cidadão/ Fundação CSN, desenvolvendo atividades em Centros de Criança e Adolescente (CCA) e na sede do Projeto atendendo adolescentes com arte educação. Trabalhou na construção do Projeto de Curso de Direito da Faculdade Associada do Brasil - EAD. Trabalhou como assessora da diretoria do Sindicato dos Bancários de São Paulo, onde foi responsável pelo projeto de educação superior, de educação profissional e de formação sindical. Participou da administração da Faculdade 28 de Agosto, Centro de Pesquisas 28 de Agosto e do CFP (Centro de Formação Profissional), como diretora administrativa e coordenadora pedagógica. Trabalhou como Coordenadora Geral do Fórum Diásporas Negras da FEAFRO- Feira afro étnica, comércio, cultura e arte. Desenvolveu atividades como formadora em Economia Criativa pela ADESAMPA (Agência de Desenvolvimento da Cidade de São Paulo). Na arte, participa como dançarina a treze anos do Grupo Názira. Atua como Professora de Dança Cigana e Dança do Ventre, na Casa de Cultura Chico Science, desde 2014, com oficinas e eventos. Participa da Coordenação do Coletivo Mulheres da Casa, Grupo Luna, Coletivo Educulturapopular e Coletivo Okun. Atua como percursionista no Bloco Ilu Obá de Min e no Bloco Deu no que Deu. Já participou do Carimbó Paidegua, do Grupo de Estudos do Jongo Negro Nagô e da Congada da Vovó Benedita e São Benedito. Participa da Diretoria do CCCASP (Centro Cultural Casa de Angola São Paulo). Ama a fotografia e atualmente se dedica a registrar momentos únicos, com olhares diferenciados, através da etnografia. Isabel Guandalini Teixeira Função: Produtora Breve Currículo: COMPETÊNCIAS PESSOAIS Habilidade de reconhecer e definir problemas, equacionar soluções, pensar estrategicamente, introduzir modificações no processo organizacional, atuar preventivamente, transferir conhecimento e exercer em diferentes graus de complexidade, o processo de tomada de decisão. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Cart. Identidade: 27.190.711-3 |CPF: 270.206.798-03 | Disponibilidade viajar. DADOS DE ESCOLARIDADE Graduação: Pós Graduação em gestão de pessoas e processos. Conclusão: Julho/2003 Instituição: UNIP SP Graduação: Pós Graduação em gastronomia Conclusão: Dezembro/2003 Instituição: Anhembi Morumbi Graduação: Pós Graduação em nutrição clínica Conclusão: Dezembro/2003 Instituição: Centro Universitário São Camilo Graduação: Graduação em nutrição e dietética Conclusão: Dez/2001 Instituição: Centro Universitário São Camilo EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL Indra – Caixa Econômica Federal Cargo: Consultora em treinamentos Endereço: Largo da Concórdia – Brás – SP Admissão: Nov/2014 – Jan/2017 Laboratório e Farmácia Alquimia Cargo: Gerente de Unidade Endereço: Avenida Dom Pedro II, 505 – Bairro Jardim - Santo André Admissão: Jul/2012 – Agosto/2014 Puras do Brasil Sociedade Anonima Cargo: Gerente de Região Endereço: Rua João Bissoto Filho, 368 – Bairro Ribeiro – Valinhos Admissão: Junho/2008 – Abril/2010 Gran Sapore Br Brasil Cargo: Supervisora Operacional Endereço: Avenida das Comunicações – Centro - Osasco Admissão: Março/2008 – Junho/2008 Puras do Brasil Sociedade Anonima Cargo: Gerente de Região Endereço: Rua João Bissoto Filho, 368 – Bairro Ribeiro – Valinhos Admissão: Janeiro/2002 – Março/2008 Vinicius Alves da Silva Função: Professor Vinicius Alves da Silva (Vinicius Ofá) é Professor, Ator, Diretor e Dançarino (DRT 38.480/SP) graduado em Pedagogia pela Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP (2013 – 2018), atualmente é Professor de Educação Básica da rede de São Bernardo do Campo - SP, atuando na EMEB Professor Paulo Teixeira de Camargo que atende Ensino Fundamental I. É ums dos fundadores do Grupo Quilombo de Teatro (desde 2014) e do Coletivo Okun de Artes e Comunicação (desde 2019). Esteve em Angola através do II Intercâmbio Cultural Brasil e Angola (07/2019) representando o Grupo Quilombo de Teatro e Coletivo Okun de Artes e Comunicação, participando de ações n o Centro de Animação Artística do Cazenga (Animart) onde ministrou a oficina “Vivências do Grupo Quilombo de Teatro e Coletivo Okun de Dança”; IX Bienal dos Jovens Criadores da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) onde performou sobre as simbologias dos Orixás; e na União de Escritores Angolanos (UEA) onde dançou junto com grupos de dança locais. Recebeu no Brasil (11/2019) através do II Intercâmbio Cultural Angola e Brasil o grupo de dança Bismas das Acácias de Benguela – Angola e Inocêncio Oliveira que participaram do II FESCALA - Festival de Cinema, Arte e Literatura Africana na cidade de São Paulo. Produziu a roda de conversa “Independência De Angola” com Moisés Marques (Professor da Faculdade 28 de Agosto BR), Manuel dos Santos (Jornalista do El País Angola AGO) e Isaias Lemos (Antropólogo e linguista AGO). Fundou o projeto FACES da Cultura Popular Brasileira (11/2018 – 12/2019) com oficinas de Danças dos Orixás, Carimbó e Capoeira em parceria com o Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região, Carimbó Pai d’Égua, Grupo Quilombo de Teatro, Escola de Capoeira Negro Nagô, Coletivo Educultura Popular e Coletivo Okun de Arte e Comunicação. Iniciou sua formação artística na Associação Parnasiana Paralelo de Educação e Benemerência em atividade extracurricular de iniciação teatral de 2009 a 2011, atuando em espetáculos anuais dirigidos por José Lima. Em 2014 se tornou professor de teatro na própria instituição para crianças e adolescentes do Ensino Fundamental I e II e Ensino Médio onde trabalhou até o primeiro bimestre de 2019. Foi professor de Educação Infantil (mini grupo I crianças de 2 e 3 anos) no CEI Emílio Antônio de Carvalho (04/2019 – 01/2020) da Associação São Sabas de Filantropia. Onde também ministrou o mini curso “Corpo Brincante do Professor de Educação Infantil” (10/2015), mini curso preparatório para o “Projeto Festejos com Maracatú” (07/2017) e fez contações de histórias para os mini grupos 1 e 2 (08/2018). Foi pesquisador e intérprete na iniciação científica de Vinícius Brasileiro “Pesquisa e criação: possibilidades entre Dança-Teatro na encenação de uma dramaturgia” (07/2018 – 12/2018) na Escola Superior de Artes Célia Helena que culminou em apresentações de “(des)memória” de Vinícius Brasileiro na Escola Superior de Artes Célia Helena (12/2018) e na São Paulo Escola de Teatro (12/2019).
PROJETO ARQUIVADO.