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PRONAC 242569Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

NINAS

MARIA APARECIDA MOREIRA 42857813600
Solicitado
R$ 584,0 mil
Aprovado
R$ 584,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Teatro musical
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-07-01
Término
2025-04-21
Locais de realização (2)
Rio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

NINAS é um espetáculo musical inspirado na história da pianista, cantora, compositora, arranjadora e ativista social afro-americana Eunice Kathleen Waymon, mundialmente conhecida como Nina Simone (1933-2003). Em cena, 5 atrizes negras se dividem e vivenciam as várias fases da vida de Nina Simone, como pianista, cantora, ativista, mãe e esposa. Um ator/músico, além de tocar percussão, interpreta personalidades masculinas que tiveram relevância na vida de Nina, como o ativista Malcom X; o pastor e ativista Martin Luther King; o cantor David Bowie, e Andy Stroud, agente e marido de Nina, com o qual a cantora teve uma filha, e com quem mantinha uma relação conflituosa e violenta.

Sinopse

NINAS aborda as contundentes vida, obra e personalidade de Nina Simone, compositora, pianista, cantora, ativista dos direitos civis contra a segregação racial e mulher revolucionária à frente do seu tempo. Em cena, 4 atrizes-cantoras e 01 pianista-cantora interpretam a artista em diferentes fases de sua vida, apresentando a mulher multifacetada; suas memórias, os percalços de sua carreira; a relação violenta e abusiva com o marido; a exploração por parte dos empresários; os problemas psicológicos que se abateram sobre a artista, mais tarde diagnosticados como transtorno bipolar do tipo 2; e o caráter transgressor da artista e a sua inquietação diante das injustiças do mundo que a cercava. Acompanhadas pelo piano e pela percussão, as atrizes-cantoras apresentam músicas icônicas da carreira de Nina, bem como importantes personalidades e movimentos daquele período histórico, como o movimento negro do Harlem; o jazz, o soul, o encontro determinante de Nina com Malcom X, Martin Luther King, James Baldwin, Lorraine Hansberry, Langston Hughes, Stokely Carmichael, entre outros ativistas importantes que a influenciaram em seu ativismo negro. No roteiro, sucessos como My Baby Don’t Care; I Love You Porgy; Feeling Good, entre muitas outras.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Dar continuidade às apresentações do espetáculo, levando a um número maior de pessoas, estendendo, adicionalmente, o campo de trabalho dos diversos artistas e profissionais envolvidos, direta e indiretamente. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Apresentar Nina Simone, sua importância como representatividade e ativismo de mulher negra e artista, para o fortalecimento da identidade negra; - Contextualizar Nina Simone, sua arte, história e força; suas complexidades e contundência, e seu ativismo na luta pelos direitos civis do povo negro; - Enfatizar a influência de Nina Simone na música, ainda hoje, para o enfrentamento ao racismo, ao machismo e ao sexismo experienciados pelas mulheres negras de várias gerações; - Trazer a riqueza e força dramática das letras compostas por Nina, e como sua arte foi usada como porta voz e denúncia de sociedades violentas e racistas, em seu tempo, e que vigoram ainda nos dias de hoje; - Fomentar o cenário artístico-teatral com uma montagem de qualidade artística, ampliando o contigente de público ao espetáculo.

Justificativa

A importância deste projeto se apoia na citação da própria Nina Simone: "O dever de um artista é refletir o tempo em que vive", à qual nós acrescentamos a de Berthold Brecht: "Que tempos são estes, em que temos que defender o óbvio?". Nosso tempo é aquele que reitera, aprofunda e reproduz um contexto no qual a mulher continua sendo subjugada, assassinada e violentada, numa sociedade onde o racismo estrutural continua massacrando jovens e mulheres, que são vítimas do ódio e da barbárie perpetrada pela supremacia branca. Como artistas, nosso ofício é denunciar essa violência que vem se naturalizando. Por outro lado, vivemos, também, um tempo no qual os negros estão se fortalecendo através do não-silenciamento, rompendo paradigmas por meio do ativismo e das variadas ações de aquilombamento. Começamos a ser protagonistas de nossas histórias, trazendo à tona os nossos heróis ancestrais e o legado de cultura, arte, resistência e sabedoria de que somos herdeiros. Nesse contexto, falar de Nina Simone é reverenciar uma força negra e sua obra. NINAS é a história inspiradora de como uma artista negra desafiou uma indústria de entretenimento profundamente cúmplice da perpetuação de estereótipos racistas. Nina foi precursora de movimentos que, hoje, inspiraram manifestações como Black Lives Matters, ente outras. Seu envolvimento na luta pelos direitos civis e suas composições exprimem a sua alma, enfatizando a força de uma mulher que encontrou no canto seu maior expoente do desejo de liberdade. É de extrema relevância, também abordar os transtornos mentais de Nina, hoje conhecidos por bipolaridade, da qual foi uma vítima incompreendida, assim como tantas mulheres que, ainda hoje, são vítimas desta doença, causadas muitas vezes por seqüelas da infância, de relações abusivas, e da sociedade. Indo além desses pontos de extrema importância, temos a obra de Nina. O espetáculo traz a força e a beleza de suas composições, num repertório que explora os melhores momentos da artista, com canções como a sua versão de I LOVE YOU PORGY, que cativou o público e alcançou o primeiro lugar nas paradas de R&B (rhythm and blues); a aclamada MISSISSIPI GODDAM, que se transformou em hino do movimento negro estadunidense;MY BABY JUST CARES FOR ME; BLACKLASH BLUES; FEELING GOOD, entre muitos outros sucessos. Uma equipe de parceiros talentosos, comprometidos e premiados abraça o projeto, percebendo em Nina Simone um arsenal de possibilidades para a realização de uma obra artística. Édio Nunes e Wladimir Pinheiro na direção artística e musical, Jorge Maia e Wanderley Gomes (vencedor de 2 prêmios Shell como figurinista). O sucesso de público e de crítica da primeira montagem reforça em nós o desejo e a certeza de que ela deve ser levada para o público de São Paulo e de que merece uma nova temporada no Rio de Janeiro.

Especificação técnica

Espetáculo musical em 01 ato de aproximadamente 70 minutos, com música ao vivo.

Acessibilidade

Embora os locais de apresentação ainda não estejam definidos, a produção se compromete, por meio de recursos próprios, com pessoal de apoio paralocomoção e acomodação de pessoas com necessidades especiais. Em todas as temporadas (RJ e SP), a produção realizará um apresentação semanal com a presença de um profissional de LIBRAS, o que será devidamente divulgado com antecedência. Assim, serão ao todo 12 apresentações com a presença de um profissional de LIBRAS.

Democratização do acesso

- Em São Paulo será estabelecido 2 dias de apresentação com cota de ingressos gratuitos para estudantes de escolas públicas (de acordo com a capacidade do teatro) e debates ao fim do espetáculo; - A título de contrapartida, durante a temporada de São Paulo a produção oferecerá 2 oficinas: i) Oficina sobre a História do Teatro Negro e ii) Oficina de Percussão. - Uma das Oficinas será oferecida gratuitamente, também, no Rio. INFORMAÇÕES SOBRE AS OFICINAS PROPOSTAS 1- A CONTRIBUIÇÃO DO CORPO NEGRO NA CONSTRUÇÃO DO TEATRO BRASILEIRO Ministrante: Cyda Moreno Esta oficina se propõe a traçar o percurso e a contribuição do povo negro na construção da história do teatro brasileiro, do século XVII, até a cena contemporânea. Paratanto, serão abordadas uma breve história e personalidades que fizeram desta ferramenta uma luta de resistência contra a opressão, a invisibilidade e o racismo na cenanacional.Por meio de vídeo aula, o debate se dará em torno das primeiras companhias de teatro do século XVII, a personagem negra no século XIX, as Companhias de Revistas dasprimeiras décadas do século XX, o TEN- Teatro Experimental do Negro, a companhia de Solano Trindade, e o legado de Abdias do Nascimento como influência para oscoletivos de teatro negro no século XXI, com destaque para o Bando de Teatro do Olodum.A metodologia se dará através de exibição de imagens, depoimentos, entrevistas, vídeos e pequenos textos. Público alvo: Estudantes e interessados em teatro e dança negra, historiadores, professores e público em geral. Faixa etária: a partir de 16 anos Carga horária: 3 horas 2- INTRODUÇÃO AOS PRINCÍPIOS DA PERCUSSÃO Ministrante: Regina Café Introdução aos princípios básicos da percussão, como o conhecimento dos diversos instrumentos, sua história e confecção, utilidade e sonoridade; conceitos rítmicos, etc. o conhecimento prático em relação ao instrumento, tenham uma vivência pessoal e sensível na sua relação com a sonoridade, estimulando descobertas de suas próprias vertentes, tendências e preferências musicais e instrumentais. Público alvo: Adolescentes, jovens e adultos interessados no contato e no conhecimento do universo da percussão. Faixa etária: a partir de 14 anos Carga horária: 4 horas

Ficha técnica

Idealização, Coordenação de Produção e Atuação - CYDA MORENO Atriz, produtora, pesquisadora do teatro negro, mestre em ensino de artes cênicas, professora de teatro com ênfase em teatro político e projetos sociais. Doutoranda em história do teatro negro pela Unirio. Em 2008, foi convidada a escrever e dirigir um espetáculo em Londres no Teatro Young Vic, com 100 pessoas da comunidade britânica. Trabalhou com Antunes Filho, Ulysses Cruz, Renato Borghi, André Paes Leme, Yara de Novais, Isaac Bernard. Em 1993 foi co-fundadora da Cia. Black Preto produções artísticas, ao lado de lléa Ferraz, Luiz Pilar, Carmem Luz e Naira Fernandes. Últimos trabalhos em teatro: EU AMARELO, monólogo sobre a escritora Carolina Maria de Jesus. Idealizou e produz o espetáculo LUIZA MAHIN, EU AINDA CONTINUO AQUI. OBS: Como dirigente/proponente e coordenadora de produção será responsável pela contratação de pessoal; agenda; pautas; contatos diversos; solução de questões relacionadas à montagem, às viagens e a todo a equipe e fornecedores, sendo neste projeto mensalmente remunerada por essas funções. Texto - JOAQUIM VICENTE Escritor, diretor de teatro, roteirista, letristra, fez trilhas de espetáculos de Sílvio de Abreu, Cláudia Raia e Jorge Fernando e de novelas como Ti ti ti e programas da Angélica. Fez dois cursos de dramaturgia com José Sanchis Sinisterra. Diretor de teatro com vários espetáculos de outros autores como Luiz Carlos Góes, Nicolau Machiavel, Augusto dos Anjos, Tchékhov, Oscar Wilde, Nelson Rodrigues, Isis Baião, Cervantes e Roland Barthes. Trabalhou como roteirista no Domingão do Faustão e no Você Decide. Atualmente está em cartaz com o texto de sua autoria Uma Peça Para Fellini, monólogo com a atriz Marcia do Valle. Direção artística e corporal: ÉDIO NUNES Ator, Cantor, Bailarino, Coreógrafo e Diretor Teatral com mais de 130 montagens teatrais, ao longo de mais de 30 anos de carreira, trabalhando com Miguel Falabella, Paulo Betti, José Possi Neto, entre outros. Participou de Turnês Internacionais aos EUA (NY), Alemanha, França, Suíça, Holanda e outros. Prêmios CBTJ 2017 - Melhor Coreógrafo - O Choro de Pixinguinha CBTJ 2015 - Melhor Coreógrafo - Forró Miudinho CBTJ 2014 - Melhor Coreógrafo - Sambinha FESTART RJ 2014 - Melhor Direção por Satã, o Show de Madame Indicações CESGRANRIO 2017 - Melhor Ator de Musical por Kid Morengueira Botequim Cultural 2017 - Melhor Ator de Musical por Kid Morengueira Botequim Cultural 2017 - Melhor Ator por O Choro de Pixinguinha Direção Musical e Arranjos Vocais - WLADIMIR PINHEIRO Ator, cantor, pianista, arranjador e diretor musical. Participou da masterclass da cantora espanhola Teresa Berganza em Bougival – França, onde cantou o papel de Conde Almaviva, ópera Le Nozze di Figaro. Venceu o concurso Jovens Solistas da Orquestra Petrobrás Sinfônica. Diretor musical da série musical Vozes Negras, da Aventura Entretenimento, indicada ao Shell 2022 de melhor música; de Lapinha indicado ao prêmio APTR de melhor música original, A Borralheira vencedor do prêmio Zilka Salaberry – Melhor Música, O Topo da Montanha com Lázaro Ramos e Taís Araújo, Namíbia Não dir. Lázaro Ramos, O Jornal, Dir. Lázaro Ramos e Kiko Mascarenhas; Os Dez Mandamentos – O musical indicado ao prêmio Bibi Ferreira, Melhor Música Original. Compositor, letrista e produtor musical das novelas A Terra Prometida, O Rico e Lázaro e Gênesis, da Record tv. Preparação vocal: JORGE MAYA Preparador vocal, compositor e diretor musical de Luiza Mahin – Eu Ainda Continuo Aqui, indicado ao Prêmio Shell 2022 - Melhor Música. Atuou nos musicais A Gaiola das Loucas com o personagem Jacob, As Mulheres de Grey Gardens, direção Wolf Maya, Beijo no Asfalto Musical, dirigido pelo João Fonseca, no premiado O Homem de la Mancha, com direção e adaptação de Miguel Falabella e atualmente faz parte do Musical A Cor Purpura, com direção de Tadeu Aguiar. Figurinos: WANDERLEY GOMES Cenógrafo, Figurinista e Ator. Prêmio Shell e Prêmio Ubuntu 2021 pelos Figurinos por Oboró – Masculinidades Negras. Prêmio Shell 2022 de Melhor Figurinos por VOZES NEGRAS. Prêmio APTR 2022 pelos figurinos de VOZES NEGRAS Cenografia - DORIS ROLLEMBERG Doutora em Teatro pela UNIRIO. Graduada em arquitetura pela UFRJ. Artista convidada da Mostra Nacional Brasileira na Quadrienal de Praga 2011: Espaço e Design Cênico com a cenografia de Fábulas Dançadas de Leonardo da Vinci. Expositora da WORLD STAGE DESIGN em setembro de 2013 em Cardiff com a maquete-objeto a partir da sua cenografia para Grafismos. Curadora Adjunta da Representação Brasileira na 13º Quadrienal de Praga: Espaço e Design da Performance (PQ’15) em junho de 2015, Autora do projeto Expográfico da Seção dos Países e Regiões da Representação Brasileira. Recebeu o Prêmio Shell 2019 por A última aventura é a morte. Iluminação - FERNANDA MANTOVANI Indicada ao prêmio CEBETIJ por O Príncipe Poeira e a Flor da Cor do Coração, com direção de Saulo Sisnando e ao prêmio Shell de 2016 por Missa para Clarice, com direção de Eduardo Wotzik. Em 2012 foi indicada aos PRÊMIOS SHELL e APTR pela luz de Breve Encontro, de Eduardo Wotzik; em 2014 ao prêmio Zilka Salaberry, por A hora do Poço ou a boca do céu, em parceria com Tiago Mantovani. Tem mais de 20 anos de carreira, nos quais trabalhou ao lado de Taná Corrêa, Zé Celso, Walter Lima Jr, Nelson Rodrigues Filho, Domingos Oliveira, Karen Acioly. Preparação corporal - CÁTIA CABRAL Dançou em shows de Beth Carvalho e Arlindo Cruz; fez parte do musical Sambra–100 Anos de Samba, viajando o Brasil; coreógrafa do 1º Casal de MS e PB Vila Isabel (2016) e União da Ilha (2017, 2018, 2019). Assistente preparação gestual do Show dos Famosos TV Globo 2021. Bailarina e assistente de coreografia Novela Gênesis 2021 e Série Reis 2022 Record TV. ELENCO Cyda Moreno (Ver acima) Márcia Santos Atriz, Mestra em Sociologia Política pelo IUPERJ/Cândido Mendes; Cientista Política pela UNIRIO, onde também graduou em Artes Cênicas/ Interpretação. Autora da peça Luiza Mahin - Eu Ainda Continuo Aqui. Tem mais de 30 anos de experiência como atriz, produtora e diretora teatral, com expertise em elaboração e gerência de projetos, coordenação de equipes e gestão de patrocínio. Autora do monólogo AS PESSOAS, Prêmio SESC Artes Cênicas 2022. Autora do musical Joãosinho e Laíla, Prêmio Shell 2022 de Melhor Ator. Roberta Ribeiro Cantora, educadora, compositora e atriz. Integrou por 8 anos a Companhia de Arte Negra Kina Mutembua. Sua experiência como intérprete e Backing vocal integra Samba, MPB, Jazz, Soul, Blues, levando a grandes palcos como o Rock in Rio, com nomes como Robertinho Silva, Carlos Malta, Jonathan Ferr, Cidade Negra. Destaques: Musical Vozes Negras - A força do canto feminino. Em 2022, teve seu show solo no Festival de Blues de Buenos Aires e no Festival Cosquin Rock, em Córdoba. Tati Christine Cantora e Atriz do musical A COR PÚRPURA, de Tadeu Aguiar. Transita por diversos gêneros musicais como o Gospel, Pop, Black, Soul e o Popular Brasileiro. Já se apresentou em locais renomados como Sala Cecília Meireles e Beco das Garrafas. Em 2024, integrou o elenco de Menino Mandela, com direção de Arlindo Lopes. Atuação e percussão - FÁBIO D’LÉLIS Percursionista, acompanha artistas da MPB, Samba e outras áreas artísticas. Participou como ator, cantor e músico do musical Joãosinho e Laíla, em 2022. Já tocou com Beth Carvalho, Arlindo Cruz, Jorge Aragão, Gabriel Moura, Seu Jorge, Alice Caymmi, Dudu Nobre e outros. Percussão: Regina Café Atriz e percussionista no espetáculo Solano Vento Forte Africano, indicado ao prêmio Shell, melhor ator - encenado por Vai Perré. Trabalhou com Alcione, Luiz Melodia, Teresa Cristina e Banda Semente, Seu Jorge, Reppolho, Selma Reis, Xiomara Fortuna (República Dominicana), Jads Macalé, Ivo Meirelles. Realizou workshops de percussão e percepção musical na Bélgica, Holanda, Alemanha, Egito, Suíça, Noruega, França, República Dominicana, Costa Rica.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.