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O projeto BRASIL SEM PONTO FINAL tem por objeto a circulação nacional de espetáculos de dança organizado em dois atos: O ato nº1 chamado Vírgula e o ato nº2 chamado Fio Do Meio/Vertigem, escritos e dirigidos pelo dramaturgo e antropólogo Paulo Emílio Azevedo. Orientado pela perspectiva de um Brasil sem haver ponto final, tal circulação se propõe a atravessar o país dançando o infinito de cada região. Durante a circulação será realizada também Oficinas de Dança chamada de "Corpo-Memória".
Corpo, palavra, gesto, movimento, verbo, dança, musicalidades, pantomima e tantas outras formas de representar a cultura do nosso país. Amparado por essas gramáticas de comunicação e expressão da diversidade humana, o projeto BRASIL SEM PONTO FINAL tem por objeto a circulação nacional de espetáculos de dança/teatro organizado em dois atos, perpassando pelas cinco regiões brasileiras.
Geral Realizar a circulação do projeto Brasil Sem Ponto Final, tendo por objeto a apresentação de espetáculos de dança, atividades formativas e bate papos para público diversificado. O projeto também tem por objetivo, segundo artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; VIII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural. Objetivo específico: Produto Companhia de Dança: Circular por 12 cidades com o projeto Brasil Sem Ponto Final, que é organizado em dois atos, sendo: "ato nº1: Vírgula" e o "ato nº2: Fio Do Meio/Vertigem", totalizando 24 apresentações. Produto Contrapartidas Sociais: Realizar 12 oficinas de dança "Corpo-memória. Ação formativa cultural oferecida como CONTRAPARTIDA SOCIAL: Estabelecimento de um Núcleo de Formação, denominado "Espaço (Des)formação: Desobediência do Corpo". Um local de ensino e pesquisa de dança, teatro e performance que segue a metodologia de Paulo Emílio Azevedo, durante todo o projeto.
O nosso país e cada cultura que o constitui é infinito na sua grandeza, justamente porque segue em processo de construção, no meio, no entre, no percurso e na biografia de cada cidadão. Comentar a criação de novos espaços de cidadania, nos quais podem se revelar e afirmar identidades através do corpo, são formas outras de valorizar e preservar o patrimônio imaterial do nosso povo: os costumes, as línguas, os hábitos e as memórias; essencialmente, as vírgulas que nos atravessam e permitem pausas para contemplar a beleza dessa diversidade cultural. Amparado por esta epígrafe, a justificativa traz em consideração cinco aspectos: 1º - Abrangência e intercâmbio cultural: uma vez compreendido por um lado as dimensões desse país chamado Brasil e, por outro a imensa gama de culturas que o atravessa, não há como recusar a ideia de percorrer maior número possível de lugares que compõe essa travessia. Portanto, estar nas cinco regiões é promover intercâmbios com diferentes matrizes culturais e, também dialogar com um sentido mais amplo das motivações em fazer arte. Arte como tear, compor-se com os tecidos de cada povo na continuidade de nossos corpos. 2º - Democratização e acessibilidade: além de se imaginar a perspectiva inclusiva, compreende-se que é papel de um projeto cultural afirmar o princípio de isonomia na qual pressupõe-se a igualdade de todos para o direito. O direito do acesso, o direito a usufruir de bens culturais, o direito de ver quando não se pode ver, de ouvir quando não se pode ouvir, de chegar quando tantas vezes barreiras não permitem tal chegar. Neste viés, trata-se de uma política de acessibilidade, jamais pautada no favor, tampouco na dó, porém no reconhecimento do direito de sentir, do agir e gozar do direito de viver a arte na veia. Logo, cada detalhe descrito sobre tal política do acesso é sinônimo de dignidade. 3º - Exequibilidade: um projeto desta envergadura e dada a abrangência do mesmo não pode correr o risco de ser apenas alentador na sua ideia e pífio na sua execução. É por conta desta preocupação que ele foi pensado nos mínimos detalhes para que pudesse outrora ser operacionalizado dentro de um panorama concreto, adequado no seu orçamento e real nas suas atividades e ações imaginadas. Sendo assim, ele é viável, versátil, pleno e, sobretudo, exequível. 4º - Experiência da equipe: O projeto Brasil sem Ponto Final teve muito êxito em sua execução no ano de 2023, com patrocínio do Instituto Cultural Vale via Lei de Incentivo a Cultura, quando na ocasião ocupou 11 capitais brasileiras, construindo uma network imensa, com a participação de produtores e profissionais locais, bem como a aderência de um público fiel, não obstante o know-how dos artistas e técnicos que puderam atuar em espaços distintos driblando muitas dificuldades e entraves com excelência. Ainda assim a Expertise passa pela capacidade burocrático-legal da empresa proponente que conseguiu manter exequível todo o projeto, sem ferir nenhuma outra questão, entregando nos prazos os relatórios, prestação de contas e produtos gerados pelo projeto. Por fim, destacamos a profundidade da obra do autor, tendo o mesmo um alcance em mais de 30 países pela sua metodologia, fazendo com que pessoas, tantas das vezes desacreditadas de sua estima, encontrem espaços de expressão e voz. . O projeto se justifica ainda, baseado no Art. 1º da Lei 8313/91, por: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Com isso, atende os seguintes objetivos do Art. 3° da referida norma: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais.
PRODUTO: Companhia de Dança Acessibilidade Física: Os espaços escolhidos para a realização do espetáculo terão rampas de acesso. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Haverão dois outros profissionais disponibilizados pela produção do espetáculo: 1) com experiencia na área de pedagogia e/ou psicologia, a fim de estabecer uma relação mais próxima com toda e qualquer pessoa que apresente espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos do projeto e, 2) profissional com experiência em tradução e que domine bem as linguagens artisticas apresentadas. Item da planilha orçamentária: Consultores PRODUTO: Contrapartidas Sociais Acessibilidade Física: Os espaços escolhidos para a realização do espetáculo terão rampas de acesso. Acessibilidade para Deficientes Auditivos: Interprete de Libras em todas as oficinas Item da planilha orçamentária: Intérprete de libras ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Haverão dois outros profissionais disponibilizados pela produção do espetáculo: 1) com experiencia na área de pedagogia e/ou psicologia, a fim de estabecer uma relação mais próxima com toda e qualquer pessoa que apresente espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos do projeto e, 2) profissional com experiência em tradução e que domine bem as linguagens artisticas apresentadas. Item da planilha orçamentária: Consultores
As oficinas de dança serão gratuitas, como consta no produto CONTRAPARTIDA SOCIAL. Serão disponibilizadas 440 vagas, sendo: 44 para divulgação, 44 para patrocinadores e 352 para a população. Os espetáculos de dança também serão gratuitos. E, baseado no art. 24 da IN nº 01/2022 o projeto propõe: II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; IV - além da Ação Formativa Cultural prevista no art. 25 desta Instrução Normativa, realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como: a) ensaios abertos com rodas de conversas em backstage de forma proporcional a a vinte por cento do tempo de duração e do quantitativo das apresentações;
Ficha técnica/Mini currículo dos artistas Amanda Oli: Bailarina e intérprete-criadora. Atua no campo da dança, da danca-teatro e da performance. Apesar da tenra idade habita o palco há mais de vinte anos. Isa Czar: Intérprete-criadora e performer. Tem sua pesquisa de movimentos em Dance Hall. Integra a Cia Gente e o Movimento JamaiCaxias. Estudante de moda. João Victor: Intérprete-criador e performer. Tem sua pesquisa de movimento na dança breakin’ e atualmente estuda as relações entre dramaturgia, breakin’ clown, integra o coletivo Slum Breakers e a Cia Gente. Salasar Jr: Intérprete-criador, professor, produtor e performer. Tem sua pesquisa de movimento em danças urbanas. Integra a Cia Gente e dirige o Coletivo New Way. Sarah Melissa: Intérprete-criadora, bailarina e performer. Tem formação em dança clássica e contemporânea. Graduanda na faculdade de dança da UFRJ. Rafael Fernandes: Intérprete-criador e performer. Tem sua pesquisa nas danças urbanas e Le Parkour. Integra os coletivos Cia Esquadra e Cia Gente. Pedro Brum: Intérprete-criador, videomaker e performer. Tem sua pesquisa na dança breakin’, consagrando-se campeão em diversas batalhas, bem como atuando junto a RedBull BC One. Integra a Cia Gente. Vinícius de Oliveira: Intérprete-criador, professor e performer. Tem sua pesquisa situada na dança Krump, vencedor do festival Krump vs Krumpin’ no ano de 2019 (Santos/SP). Integra os coletivos Lords of Krumpin’ e Cia Gente. Mariah Castro: Intérprete-criador e performer. Desenvolve pesquisa na dança Vogue além de atuar diretamente na produção de eventos de valorização do gênero no país. Zulu Gregório: Intérprete-criador e performer. Graduando em Dança pela UFRJ, agitador cultural e tatuador; desenvolve pesquisa de movimento a partir das matrizes afro-caribenhas. Figurino Isa Czar: Já destacada acima. Assistente de direção e ensaiadora: Paula Lopes: Professora, coreógrafa e assistente de direção. Graduada na Faculdade de Dança Angel Vianna (RJ), desenvolve pesquisas no campo do corpo e a sonoridade de movimentos Produção executiva Flavia Menezes: Flávia Menezes, formada em Produção e Políticas Culturais. Produtora Cultural, há 25 anos. Atualmente é sócia da articuladora digital Art.Kula, produtora executiva do Projeto: Brasil sem Ponto Final - Zuza Zapata Produções artisticas, e analista de projetos de responsabilidade social do CR Vasco da Gama. Direção técnica Filipe Itagiba: Expoente no campo da criação, Filipe Itagiba transita nos espaços híbridos das expressões artísticas mesclando imagem, som, movimento e grafismo num único ambiente. Cineasta, técnico de som, designer e atuou em cena no campo da dança-teatro por mais de quinze anos. Coordenou diversas turnês como diretor técnico em apresentações internacionais (Áustria, Alemanha e França, 2009 e Suíça, 2014) e em instituições no país como SESC RJ, SESC SP, Lonas Culturais etc. Filmou e dirigiu diversos vídeo artes com ressalvas para a dança e a poesia, além de documentários no formato curtas e média metragens. Sobre esses, o destaque fica para o filme "TAGARELA", o qual recebeu o prêmio de melhor filme em três festivais internacionais (França e Indonésia e Estados Unidos no People´s em Nova Iorque). Criação e direção: Paulo Emílio Azevedo: Professor, Pós Doutor em Políticas Sociais e Doutor em Ciências Sociais com especialização em Antropologia do Corpo e Cartografia da Palavra. Coreógrafo, dramaturgo, escritor, e consultor na área de Educação e Cultura, cuja pesquisa tem por objetivo refletir sobre outras formas de comunicação aos diversos protagonismos e redes de sociabilidade na sociedade contemporânea. Suas criações e pesquisas percorreram mais de 30 países pelo mundo. Recebeu diversos prêmios, entre eles ?Rumos Educação, Cultura e Arte? (2008/10) através do Instituto Itaú Cultural e ?Nada sobre nós sem nós? (2011-12) no âmbito da Escola Brasil/MINC. Coordena a rede Cia Gente. Tem vinte livros publicados e sua produção intelectual vem sendo disponibilizada na plataforma da Fundação PAz. Coordenação Geral: Zuza Zapata: O proponente será responsável por todas as etapas do projeto da pré produção à pós produção. Responsável pelos prazos a serem compridos e por toda documentação que envolve o projeto.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.