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PRONAC 242643Arquivado a pedido proponenteMecenato

Beagá Big Band - Turnê de Estreia

INCONFIDENTES PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 3,07 mi
Aprovado
R$ 3,07 mi
Captado
R$ 100,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

3.3%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Espetáculos artísticos / musicais com itinerância mínima em 2 regiões
Ano
24

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2025-01-01
Término
2026-03-30
Locais de realização (10)
Brasília Distrito FederalBelo Horizonte Minas GeraisContagem Minas GeraisIbirité Minas GeraisJuiz de Fora Minas GeraisSão João del Rei Minas GeraisCuritiba ParanáJoão Pessoa ParaíbaBelém

Resumo

O projeto traz um espetáculo musical com a missão de transportar o público para uma viagem pelos ritmos do Brasil - que une elementos cenográficos digitais, dividido em três vertentes: 1) A turnê de estreia da recém criada Beagá Big Band com 10 shows em 9 cidades nas 5 regiões brasileiras: Ibirité, São João del Rei, Juiz de Fora, Belo Horizonte, Contagem (MG), São Paulo (SP), Brasília (DF), João Pessoa (PB), Belém (PA) e Curitiba (PR); 2) A gravação de 6 vídeos profissionais, anteriores à turnê, para larga utilização na divulgação dos shows; 3) 4 Oficinas de instrumentos de sopro, percussão, regência e empreendedorismo cultural em 4 cidades da turnê, em parceria com escolas locais, com preferência para alunos de famílias de baixa renda. Acreditamos que este 'combo' de ações irá atender nosso objetivo de fortalecer a música brasileira, os ritmos de cada região, além de contribuir para a formação e capacitação de jovens para o mercado de trabalho na música.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

Objetivos Gerais - Aprimorar a cena cultural brasileira, promovendo jovens talentos musicais e divulgando a música popular de nosso país; - A Beagá Big Band pretende resgatar o repertório brasileiro de qualidade com uma nova roupagem em seus arranjos, sem esquecer as referências históricas internacionais que fizeram parte da consolidação deste tipo de conjunto, porém, atenta à modernidade, trazendo sempre alguma surpresa em seu repertório; - Adicionalmente, o projeto pretende alcançar jovens de todas as idades, e sobretudo os menos assistidos, e despertar seu interesse pela música, oferecendo no médio prazo uma alternativa enquanto profissão, assim como já acontece com as mencionadas orquestras jovens que se espalharam pelo país nos últimos anos. - Finalmente, o projeto irá viabilizar o acesso de todos à música de qualidade, uma vez que a entrada nos shows será gratuita ao grande público. Objetivos Específicos - Realizar 10 shows com a Beagá Big Band em 9 cidades das cinco regiões brasileiras (Belo Horizonte, São João del Rei, Ibirité, Juiz de Fora, São Paulo, João Pessoa, Brasília, Belém e Curitiba) com média de público de mil pessoas por show;- Realizar 4 oficinas em 6 cidades: de percussão, regência, trompete, trombone, sax alto e sax tenor e empreendedorismo cultural, com média de 20 alunos por oficina, em conjunto com agremiações ou escolas de música locais. A preferência pelas vagas será para alunos de famílias de baixa renda;- Realizar 2 ensaios abertos para escolas da rede pública em cada cidade da turnê, com média de 500 alunos por ensaio;- Lançar 6 vídeos de repertório exclusivo da Big Band nos mais variados formatos (longos, curtos, médios) nas redes sociais Youtube, Instagram e Facebook, o que possibilita atingir um público imensurável em todo o mundo.

Justificativa

Não há dúvidas de que a Lei Rouanet se tornou o principal vetor da cultura no Brasil. Como nosso país não tem a cultura do mecenato individual por grandes detentores do capital, ou mesmo de pessoas milionárias, que em outros países tem o hábito de promover as artes de forma geral, resta a nós, produtores, contar com este mecanismo poderoso de realização de eventos culturais e buscar o tão sonhado patrocínio. Este projeto de criação e turné da BH Big band se enquadra em vários incisos do Art. 1 e 3 da referida lei, a saber: Art. 1°: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; (aqui estamos realmente propondo livre acesso, com entrada franca) II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; (aqui estamos valorizando os recursos humanos locais e estimulando a produção cultural brasileira) III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; (o repertório da BH Big Band vai valorizar o compositor brasileiro e o arranjador, que por sua vez, fará releituras de obras consagradas da MPB) IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3°: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (nosso repertório será gravado para posterior acesso gratuito em plataformas de streamming) c) realização de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos. Primeiramente, a formação em si merece um destaque ao justificar o projeto. O Brasil está num momento de muita atividade de orquestras jovens ou orquestras vinculadas a projetos sociais, por exemplo, o que tem aumentado a demanda por instrumentos como violino, viola e violoncelo. Porém, nossa cultura mais forte está nas bandas de música do interior do país (quase toda cidade possui uma banda de música), onde se aprende flauta, saxofone, trompete, clarinete, trombone, bombardino e percussão - geralmente as crianças mais novas iniciam nesta seção da banda. A Big Band é uma formação posterior à banda de música, um passo além, pois exige uma capacidade técnica adicional para executar os ritmos brasileiros com qualidade e com certo virtuosismo, além de possuir apenas 20 membros, onde todos são solistas e precisam aprender a improvisar. Ou seja, trata-se de outro tipo de educação musical, com um estudo mais amplo de harmonia, ritmo e percepção musical. Além disso, big bands são extremamente versáteis em sua linguagem musical, podendo ir da leveza do jazz, passando pela pegada forte do pop, ou com o peso do rock com guitarra distorcida, ou se dedicando aos ritmos dançantes com swing, como samba, salsa, forró, frevo, maracatu, carimbó, boi-bumbá, bossa nova, etc. As possibilidades de dar uma nova roupagem a qualquer música, de qualquer estilo ou época, são infinitas, além da riqueza de timbres como os trompetes e trombones com vários tipos de surdinas (acessório que muda o som do instrumento), as possibilidades da guitarra, mais lisa ou com distorção, passando pela infinidade de instrumentos de percussão como vibrafone, pratos, pandeiro, e claro, o grande destaque da bateria que é o centro de toda a ação musical em uma big band. Tendo como plano de fundo a intensa atividade de orquestras já patrocinadas no país e a necessidade de uma inclinação e um olhar para outras linguagens musicais, acreditamos no investimento em uma nova big band no país, composta por músicos profissionais que vão se dedicar a fazer música popular com a mesma seriedade e esmero que os músicos eruditos lidam com a música clássica. Big Bands podem ter temporadas anuais fixas, formar academias para ensino aos mais jovens, desenvolver projetos com compositores vivos, e podem se deslocar facilmente entre cidades, dado o seu tamanho e logística favorável. Fora o exposto, existe a questão da valorização da música brasileira de qualidade. Existe um certo consenso hoje de que nossas gerações atuais estão perdendo a referência musical que já tivemos no Brasil, aliás, um fenômeno mundial. A Beagá Big Band tem como missão o resgate da música popular em novas roupagens, divulgando grandes sucessos e grandes compositores para um público amplo, de adolescentes aos mais idosos, com grande apelo visual, uma vez que o projeto prevê apresentações com painéis de LED no palco.

Estratégia de execução

Link do vídeo promocional, com o Medley 14 Bis: https://www.youtube.com/watch?v=SMpf6Q_DuxA Link do segundo vídeo promocional com o Medley Orquestras de Baile: https://www.youtube.com/watch?v=5ltuqfdzemM Algumas ponderações sobre o projeto: 1) Com relação ao desenho do projeto, cabe explicar quanto ao produto Apresentações Musicais: Como se trata de uma turnê, e nossa sede é em Belo Horizonte, todo o planejamento e pré produção estão centralizados em BH, por isso há divergência de valores entre as cidades, onde há a repetição do show. Como o sistema não aceitou 2 shows na mesma cidade, que seria também BH, optamos por escolher Contagem, mas a efetiva realização deve ser em BH, num segundo teatro mais distante do centro, ou mesmo como um evento teste no centro. 2) Com relação ao produto DVD, não localizamos um produto no sistema que fosse somente produção de vídeo para postagem em sites de streaming e não necessariamente a produção de um DVD físico, que aliás, é algo que está desaparecendo do mercado. Porém, os itens de pré produção e produção do produto DVD tem tudo o que necessitamos para os vídeos em streaming. Por essa razão, mantivemos o produto DVD, com a ressalva de que não haverá cópia física, somente acesso gratuito no Youtube. 3) Público total esperado nas 10 apresentações: 10.500 pessoas.

Especificação técnica

1) Vídeos - 6 vídeos profissionais em alta resolução, com duração de 8min cada, retratando uma seleção do repertório da turné, que engloba compilações de compositores brasileiros, ritmos regionais, bandas brasileras, sucessos das big bands do passado, temas de filmes, dentre outros. Serão filmados ao ar livre, em locais turísticos de Belo Horizonte, como o mercado central, mercado novo, Praça da Liberdade, Igreja da Pampulha, dentre outros. 2) Apresentações - duração de 1h30. Repertório: Compilações de compositores brasileiros, ritmos regionais, sucessos das big bands do passado. 3) Oficinas de instrumentos de sopro, percussão, regência e empreendedorismo cultural - duração aproximada de 2h cada, ministradas por integrantes da big band, seu maestro e sua produtora executiva.

Acessibilidade

Acessibilidade: - Escolher teatros que já possuam acessibilidade a cadeirantes e outros tipos de deficiência de locomoção, tanto à área de espetáculos quanto aos banheiros, conforme previsão legal. - Colocar um assistente de produção disponível para prestar orientações às pessoas com deficiência visual, com mobilidade reduzida, idosos e outros que necessitem de algum tipo de ajuda de locomoção e/ou orientação. - Contratar intérprete de Libras. - Imprimir o programa do concerto em braile.

Democratização do acesso

- Entrada Gratuita - 2 Ensaios abertos a alunos de famílias de baixa renda; - Oficinas de instrumentos de sopro, percussão e regência, para alunos das redes públicas de ensino e escolas de música em 6 cidades; - Disponibilição do acesso gratuito aos vídeos profissionais produzidos pelo projeto; - Transmissão das apresentações pelo canal da Big Band no Facebook e no Youtube.

Ficha técnica

Maestro Marcelo Ramos - Elaboração, Direção Geral, Artística e Musical Atua como professor da Escola de Música da UFMG desde 2016, e foi maestro titular da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais por nove anos. Seus trabalhos mais recentes incluem a criação de arranjos para o projeto Sinfônica Pop da Orquestra Sinfônica de MG para o sambista Toninho Gerais (2024), uma parceria inédita com o compositor do Clube da Esquina Toninho Horta para criar arranjos de 15 obras com orquestra (2024), a revisão completa e edição de partituras da ópera Matraga para o Palácio das Artes de Belo Horizonte, do compositor Rufo Herrera (2023), a regência e arranjos para o Projeto 'Olé! É tempo de Música', que realizou apresentações em 7 cidades entre 2019 e 2023 com uma big band profissional e 4 cantores solisats convidados, incluindo Eduardo Dusek e Sidney Magal, e a curadoria das série Praça Sete Instrumental no Cine Teatro Brasil Vallourec desde 2019. Adicionalmente, foi coordenador da Big Band da Escola de Música da UFMG entre 2018 e 2020. É mestre em regência orquestral pelo Cleveland Institute of Music (EUA 2010), e doutor em regência orquestral na Ball State University (Indiana 2014). Com bolsa integral da Ball State University e da CAPES, Marcelo dirigiu concertos óperas como Dido e Enéas (Purcell), Così fan tutte, O Empresário (Mozart), Suor Angelica (Puccini) e O Elixir do amor (Donizetti). O tema de sua dissertação foi a Sinfonia No. 2 'Brasília' de Guerra-Peixe: análise e edição de performance, cujo resultado foi uma edição revisada da obra. Durante o período de mestrado, Marcelo foi também maestro assistente da Cleveland Pops Orchestra além de participar de masterclasses com Michael Tilson Thomas, Kenneth Kiesler, Kurt Masur, David Loebel, Ronald Zollman e Alexander Polistchuk. No Brasil, estudou regência com Eleazar de Carvalho e Dante Anzolini. Participou de importantes workshops nos EUA - com a Sinfônica de Baltimore tendo Marin Alsop e Gustav Meier como instrutores em 2012, e no Aspen Music Festival em 2010, com Robert Spano, Larry Rachleff, Hans Graf e Hugh Wolff. Sua carreira vem sendo desenvolvida seguindo um caminho que começou dentro da própria orquestra como violoncelista (OSESP - 1994 a 1999), passando por regente assistente na Orquestra do Teatro Nacional Claudio Santoro (1999-2001), regente residente da Amazonas Filarmônica em Manaus (2001-2003), e maestro titular da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais (2003-08 / 2013-15). Foi o regente titular que mais tempo permaneceu à frente da Orquestra Sinfônica de MG, e sob sua direção, a OSMG foi convidada pela primeira vez em sua história a se apresentar no Festival Internacional de Campos do Jordão em 2005. Neste período, a orquestra ampliou seu repertório e público, realizando média de 64 concertos anuais, abrangendo o período pós-romântico alemão, obras corais como Carmina Burana, Nona Sinfonia de Beethoven, O Messias, Stabat Mater de Rossini, Grande Missa em dó menor e o Requiem de Mozart, além de realizar primeiras audições de obras emblemáticas em MG com inserções de compositores modernos, música de câmera e música popular. Marcelo também dirigiu grandes produções operísticas: Carmen, Um Baile de Máscaras, Rigoletto, Os Pescadores de Pérolas e Turandot. Na série Sinfônica Pop, dirigiu e fez arranjos para concertos com Luiz Melodia, Milton Nascimento, Gal Costa, Rosa Passos, João Bosco, Lenine, Ivan Lins, Chico César e Elba Ramalho. Nascido em São João del-Rei (MG), Ramos desenvolveu estreita relação com o chamado Barroco Mineiro. Dirigiu e produziu um CD intitulado Marchas Mineiras para Banda, que retrata a diversidade da música mineira para este gênero, desde o século XIX até os dias de hoje. Os compositores abordados são José Lino de Oliveira França, Ribeiro Bastos, Luiz e Irêneo Baptista Lopes, Presciliano Silva, Adhemar Campos Filho, Geraldo Barbosa de Souza, Nelson Salomé, Raimundo Santiago e Pancrácio Loureiro. Em 2004, gravou em CD a série Ofício de Trevas do compositor mineiro Padre José Maria Xavier (1819-1880), que hoje conta com dois volumes. Indicado ao Prêmio TIM 2005, o CD foi gravado com apoio da Lei Rouanet (aprovado como pessoa física) e significou o primeiro registro profissional do compositor. Crítica recentemente publicada nos Estados Unidos no Journal of the Society for American Music pela musicóloga Carol Hess ressalta a importância deste trabalho. Como regente convidado dirigiu as orquestras sinfônicas de Santa Fé e Salta na Argentina, Sinfônica da UFRJ, a Orquestra Experimental de Repertório (SP), Sinfônica do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, OSB Ópera e Repertório, Sinfônica do Espírito Santo, Orquestra Sinfônica Nacional UFF, Orquestra Petrobrás Sinfônica (RJ), Orquestra Sinfônica da USP, Sinfônica de Porto Alegre, Orquestra do Teatro Nacional de Brasília, Sinfônica de Ribeirão Preto, Sinfônica da Bahia, Sinfônica de Campinas, Jazz Sinfônica do Estado de SP, Amazonas Filarmônica, Orquestra de Câmara SESI-Minas, Camerata São Petesburgo e Camerata Fukuda, além das séries de música de câmara da OSESP e do Municipal de SP. Em 2016 faz sua estreia no Teatro Colón de Buenos Aires com sua Orquestra Acadêmica. Marcelo é bacharel em violoncelo pela UnB, onde estudou com Guerra Vicente. Suas primeiras lições musicais foram feitas com seu pai, Geraldo Barbosa de Souza, compositor e multi-instrumentista radicado em São João del Rei desde os anos 60. Estudou violoncelo com Francisco de Assis Carvalho, integrou a Orquestra Lira Sanjoanense e a Associação dos Coroinhas de Dom Bosco, onde aprendeu canto gregoriano. Arranjador de MPB e revisor musical, seus trabalhos de revisão incluem a ópera Moema de Delgado de Carvalho, apresentada pela Orquestra Sinfônica Brasileira em 2013, a Sinfonia Brasília de Guerra-Peixe, e a trilha do filme Ganga Bruta, de Radamés Gnattali, veiculado no Palácio das Artes em 2013. Ana Cláudia Horta - Produção executiva e prestação de contas. Graduada em Comunicação Social pela FUMEC e fez Pós-Graduação Especialização em Cultura: Produção e Crítica no IEC - PUC Minas. Possui curso em Planejamento Estratégico e Gerenciamento da Rotina pela Celcorp. Trabalha como Gestora e Produtora Cultural há mais de 20 anos e, em 2024, fundou sua própria empresa, a Mais Cultura Produções. Possui expertise em gestão e assessoria em projetos culturais para as Leis de Incentivo à Cultura, desde a elaboração até a prestação de contas, e atua na gestão executiva e administrativa de projetos. Possui extensa experiência em produção executiva de eventos artísticos-culturais, curadoria na área de música e consultoria cultural. Jenniffer Barbosa - produção técnica, produção de conteúdo em vídeo e operação de vídeo Formada em Direito pela PUC MG, trabalha com produção de eventos desde os anos 2000.Fundou em 2008 a B.events. com portifólio diversificado de serviços áudio visuais e de produção. Já desempenhou funções na produção executiva, técnica e artística, além de direção de criativa e VJ, executando projetos em boa parte do Brasil além de Portugal, Inglaterra, Austrália e México. Dentre os diversos projetos em que atuou, numa diversa gama de eventos culturais, esportivos, sociais e corporativos, pode-se destacar a participação em eventos de organizações como FIFA, AMBEV, TIM, Nokia, BID Convention, FIVB, Google, FIAT Stellantis, Araujo, MRV, ADEP, AMATRA. Atuou na direção criativa para projetos como o Videomapping para Natal de Tiradentes, Disec CCBB, Funeral da Porca e DVD Camila Campos. Participou da produção de lives e shows de artistas de renome nacional como Skank, Cláudia Leite, Sidney Magal, Samuel Rosa, Ivete Sangalo e Diogo Nogueira. Foi indicada em 2018 ao prêmio SINPARC de Artes Cênicas pela concepção cenográfica do espetáculo de dança Traçado.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

Pará
São Paulo São Paulo