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PRONAC 242651Projeto não executado por insuficiência de captação de recursosMecenato

Oficinas Percussão Catarina Especial: a música ao alcance de todos

LUCIANO DA SILVA CANDEMIL 82413711953
Solicitado
R$ 461,9 mil
Aprovado
R$ 461,9 mil
Captado
R$ 13,3 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

2.9%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Educativos em geral
Ano
24

Localização e período

UF principal
SC
Município
Balneário Camboriú
Início
2025-01-01
Término

Resumo

Realização de 40 oficinas de percussão em instituições catarinenses especializadas em educação especial, como as APAEs e congêneres. As oficinas serão gratuitas e destinadas aos alunos adultos de cada unidade. A proposta visa desenvolver o aprendizado musical como uma ferramenta de comunicação e expressão. Cada oficina terá 2 módulos totalizando 3 horas. A formação será conduzida pelo proponente com auxílio de dois professores assistentes, visando atender pequenos grupos e/ou naipes de instrumentos e solucionar questões específicas dos alunos. Além disso, contará com um intérprete de Libras ou assessoria para comunicação inclusiva, conforme a necessidade de cada turma. A produção se encarregará de providenciar e transportar os instrumentos musicais necessários para os alunos utilizarem nas aulas, incluindo materiais para adaptação. A proposta inclui a elaboração de um site e um perfil em redes sociais onde serão disponibilizados os registros das futuras oficinas realizadas.

Sinopse

Inicialmente, a metodologia a ser aplicada nas oficinas de percussão levará em conta o contexto escolar e o nível de eficiência dos alunos inscritos em cada instituição, considerando as classificações recomendadas pela Federação Catarinense de Educação Especial no que se refere aos tipos de deficiência intelectual. O processo de ensino/aprendizagem ocorrerá de forma coletiva, ao mesmo tempo que haverá atendimentos individualizados e por grupos menores. As dinâmicas de aprendizagem serão adaptadas conforme a situação de cada espaço e quantidade de alunos presentes, levando sempre em conta o interesse e autonomia dos alunos. Para facilitar a aprendizagem dos ritmos, as oficinas serão realizadas em formato de roda, podendo ser ministradas tanto em sala de aula ampla, espaços maiores como ginásios, quadras de esporte, além da possibilidade de atividades em espaços externos. Para alcançar os objetivos propostos, conceitos recentes relacionados com o ensino coletivo de instrumentos musicais, dos quais fazem parte os aspectos pedagógicos e sociológicos, serão utilizados como referência para a realização das aulas coletivas. Tipos de atividades a serem ministradas: - Realização de oficinas coletivas em formato de roda. - Breve demonstração técnica, sonora e visual dos instrumentos de percussão. - Execução de ritmos com paisagem sonora. - Experimentação livre dos instrumentos. - Explicação rápida e prática da técnica de execução de cada instrumento. - Uso de onomatopéias e de percussão corporal como estratégia cognitiva. - Utilização de apitos e linguagem visual para a regência do grupo. - Utilização de cantigas populares para estimular a prática da percussão. - Espaço para perguntas e respostas (interatividade).

Objetivos

Objetivo Geral Proporcionar momentos de fruição artística e de aprendizado musical para as pessoas com deficiência intelectual e/ou física, por meio de oficinas práticas de percussão popular, como uma ferramenta de comunicação e expressão, visando contribuir para seu aprimoramento nas dimensões física, cognitiva, pessoal e social. Objetivo específico - Realizar 40 oficinas de percussão com duração de 3 horas/cada. - Adquirir 1 domínio de internet, com duração de 5 anos, para hospedagem do site do projeto. - Criar um site para disponibilizar materiais sobre o tema do projeto, agendas e registros das oficinas. - Elaborar 20 artes gráficas para divulgação das oficinas. - Imprimir 3 banners. - Imprimir 1200 certificados de agradecimento de participação - Produzir 200 camisetas contendo o nome do projeto e as logomarcas oficiais. - Elaborar 10 clipagens mensais de mídia. - Produzir um vídeo teaser com fotos das oficinas realizadas

Justificativa

Dados iniciais da Justificativa - Incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 contemplados neste projeto: I, II, III, VIII e IX. - Objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91 a serem alcançados neste projeto: I (c), III (d), IV (b) e V (c). Por que a Lei de Incentivo à Cultura? A inclusão social e cultural é um direito legal garantido para as pessoas com deficiência, tornando-se um alicerce fundamental para uma sociedade mais justa e equitativa. Diferente de muitos projetos culturais que apenas se voltam para esse público nas ações de contrapartida ou em algumas soluções de acessibilidade, a presente proposta é voltada exclusivamente para as pessoas com deficiência intelectual e/ou física, matriculadas nas instituições catarinenses especializadas em educação especial. Desse modo, neste projeto, essas pessoas são consideradas como parte includente da sociedade e não como uma parte excludente da mesma. Sendo assim e indo direto ao ponto, a Lei de Incentivo à Cultura torna-se um dos poucos senão raros mecanismos potentes de fomento capazes de possibilitar a execução de um projeto cultural dessa natureza artística e envergadura; e totalmente gratuito. É importante salientar que os atuais editais de cultura de nível municipal ou estadual não dão conta da amplitude proposta aqui. Por isso, se faz necessário, realizar o presente projeto por meio de uma ferramenta de incentivo federal. Por outro lado, contribui para que a Lei Federal de Incentivo à Cultura cumpra seu papel de fomentar a cultura, mas também de promover a inclusão e igualdade de oportunidades. Outros pontos que merecem destaque é a possibilidade de compartilhar a experiência docente e de pesquisa do proponente, o professor ministrante, acumulada em mais de 12 anos como professor de música da APAE de Balneário Camboriú para muitas APAEs e instituições congêneres situadas em muitas cidades catarinenses, contemplando assim uma grande quantidade de alunos e alunas, gerando reflexos na comunidade local; como também pela possibilidade de realizar um projeto totalmente gratuito e dedicado para esse público. Além disso, e não menos importante, temos também a visão profissional e artística de considerar esses alunos como alunos-artistas, como pessoas que também produzem arte, mesmo que seja dentro de uma unidade escolar. Em outras palavras, extrapolando o estereótipo de projetos de socialização, a presente proposta não trata o aluno com deficiência como um ser dissociado da produção cultural regional e sim como partícipe, como ser criativo e capaz, como aluno-artista. Existem poucos estudos abordando a criatividade de pessoas com deficiência, porém algumas pesquisas apontam que estes sujeitos também são criativos, o que se pretende evidenciar por meio deste projeto. A relação entre criação artística e distúrbios mentais surge em diversos níveis e em pesquisas por todo o mundo. Estudos de neuroimagem sugerem que a criatividade e inteligência não estão intimamente ligados no cérebro. Tarefas envolvendo inteligência levam a um aumento em certos neurotransmissores, enquanto as tarefas criativas causam o aumento de diferentes produtos químicos. A criatividade pode depender dos processos cerebrais de outras maneiras. Segundo Sloboda, grande parte do desenvolvimento da criatividade é motivado pelas experiências artísticas promovidas pelo ambiente sócio cultural [Lehmann, A., Sloboda, J. A. & Woody, J. (2007). Psychology for musicians: understanding and acquiring the skills. Oxford: Oxford University Press.] O projeto justifica-se ainda pela oportunidade de identificar, divulgar e potencializar fazeres artísticos para uma grande comunidade. Será mais um exemplo da comprovação de que a aprendizagem de ritmos populares por meio da fruição estética e dos instrumentos de percussão, contando com técnicas adequadas e com um processo bem estruturado conduzido por profissionais habilitados, tem a capacidade de transformar qualquer ser humano. Sobre o Projeto Percussão Catarina O Projeto Percussão Catarina teve origem em 2010, a partir da pesquisa do músico Luciano Candemil, que por meio da Bolsa de Iniciação Científica do Curso de Bacharelado em Música da Univali (Itajaí), com orientação do professor Dr. Rodrigo Paiva, catalogou 100 instrumentos de percussão que são utilizados nas manifestações folclóricas catarinenses. Desta pesquisa, surgiram iniciativas de divulgação e compartilhamento com a comunidade em geral, em especial por meio da Lei de Incentivo à Cultura da Fundação Cultural da cidade de Balneário Camboriú. Em 2014 foram oferecidas 10 oficinas de construção destes instrumentos com materiais reciclados para alunos da rede municipal. Em 2015, o projeto ganhou forma de uma Aula-Show em que os instrumentos eram apresentados com suas canções características e foi levado a cinco escolas públicas municipais. No ano seguinte foi realizado o lançamento do Livro Musical Didático "Percussão Catarina", distribuído gratuitamente às escolas públicas, centros culturais, instituições e projetos que trabalham com educação musical. Em 2023, o proponente executou oficinas em cidades com baixo IDH, por meio do Prêmio Elisabete Anderle do governo do Estado de Santa Catarina, e percebeu a demanda que há pela temática e técnica de estudo com instrumentos percussivos. A presente proposta é uma extensão do trabalho que vem sendo realizado pelo proponente, com ênfase no ensino de ritmos populares no universo da educação musical especial. A escolha por este tema parte da observação sobre a escassez de iniciativas no Estado de Santa Catarina que se voltem para este perfil de público alvo. A família dos instrumentos de percussão é território fértil: são muitas as formas de obtenção sonora, cores timbrísticas, materiais que percutem e que são percutidos, ritmos, sensações que são despertadas e que remetem a linguagens, lugares e tradições culturais diretamente conectadas ao universo percussivo. Portanto, este projeto também aborda uma grande diversidade de instrumentos de percussão, com inúmeras possibilidades de execução e o que é mais importante nesse caso, com muitas opções de adaptação, garantindo a inclusão. Finalizando, é oportuno acrescentar que o projeto é amparado pela trajetória, capacidade técnica e experiência do proponente, gerando um produto cultural de qualidade e que tem sua continuidade proposta pelo cunho formativo. Luciano Candemil é compositor reconhecido com diversos prêmios, discos gravados, composições interpretadas por outros artistas e também tem um trabalho de extrema relevância na área acadêmica, como também no âmbito da educação musical especial. É formado em Bacharelado e Licenciatura em Música pela Univali, tem Especialização em Educação Musical pela mesma universidade, é Mestre em Música pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e Doutor em Música pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Projetos realizados pelo proponente com recursos incentivados nos últimos 5 anos -Percussão Catarina: Oficinas de ritmos afro-brasileiros. PIC - Programa de Incentivo à Cultura. Fundação Catarinense de Cultura. 2023-2024.- Livro digital e audiolivro: Histórias Especiais Vol.3. Lei de Incentivo à Cultura de Balneário Camboriú. 2023.-EP autoral Um sonho para toda vida. Lei de Incentivo à Cultura de Balneário Camboriú. 2023..-Percussão Catarina: Oficina de ritmos afro-brasileiros. Prêmio Elisabete Anderle 2022. Fundação Catarinense de Cultura.-Livro digital e audiolivro: Histórias Especiais Vol.2. Lei de Incentivo à Cultura de Balneário Camboriú. 2022.-EP autoral Dois de Fevereiro. Lei de Incentivo à Cultura de Balneário Camboriú. 2022.-Oficina de Percussão Afro-Brasileira. Edital Aldir Blanc SC 2021.-Livro digital e audiolivro: Histórias Especiais. Lei de Incentivo à Cultura de Balneário Camboriú. 2021.

Estratégia de execução

Contrapartida Financeira e/ou Social Todas as ações do projeto serão oferecidas gratuitamente e, ao fim do projeto, será produzido um vídeo com imagens e dados das apresentações para ser veiculado nas redes sociais do proponente e produtora. Conforme dito anteriormente em outras seções da presente proposta, por conta da natureza das atividades e produtos, de fato este projeto se configura como uma grande ação de contrapartida. Em outras palavras, o projeto é uma ação de contrapartida. Estimativa de Trabalho e Renda O projeto envolverá diretamente ao menos 30 profissionais que receberão remuneração de acordo com valores praticados no mercado. De forma indireta, o projeto alcança ainda cerca de 240 profissionais das áreas de transporte, hotelaria, alimentação, técnicos e limpeza, incluindo também os produtores locais. Estrutura e Organização Para a realização das oficinas faz-se necessário uma sala ampla, com cadeiras sem “braços” para o número de inscritos e devidamente adequada para as questões de acessibilidade. A produção se encarrega de levar os instrumentos e demais materiais de apoio para uso dos alunos. Continuidade do projeto cultural O presente projeto também pretende promover a continuidade do desenvolvimento educacional e artístico na área da música, tanto para os educandos e membros da equipe técnica das instituições parceiras, como para todos os interessados em trabalhar musicalmente com pessoas com deficiência intelectual e/ou física. Desse modo, almejando multiplicar os efeitos da presente proposta, espera-se que os educandos participantes e os professores ministrantes se mantenham incentivados e inspirados a continuarem seus estudos e práticas musicais. Ao participar das aulas, o grupo técnico envolvido deve sentir-se encorajado e motivado a explorar novos horizontes na área da percussão ou música de maneira geral. Essa continuidade pode abrir portas para oportunidades profissionais, crescimento pessoal, integração social e maior apreciação da arte nas comunidades em que estão inseridos. Existem exemplos inspiradores, como o GPI - Grupo de Percussão de Itajaí e o GLiP - Grupo Livre de Percussão em Florianópolis, que surgiram a partir de iniciativas semelhantes de cursos e oficinas. Esses grupos hoje se destacam como formações artísticas profissionais, demonstrando o potencial transformador e inclusivo da educação musical especial.

Especificação técnica

Ao iniciar o projeto serão definidas as cidades e as instituições especializadas em educação especial que receberão as oficinas de percussão, levando em conta questões de logística, interesse, calendário letivo e espaço adequado para as aulas. O projeto preferencialmente contemplará cidades de pequeno porte (até 100 mil habitantes) em quatro mesorregiões do estado de Santa Catarina: Vale do Itajaí, Grande Florianópolis, Sul Catarinense e Norte Catarinense. O local das aulas será viabilizado em parceria com as instituições locais, sendo necessária uma sala ampla, com cadeiras sem braço e que atendam todas as necessidades previstas para a acessibilidade. OFICINAS Cada oficina será conduzida pelo proponente com auxílio de dois professores assistentes, a fim de que se possa trabalhar em pequenos grupos e/ou naipes de instrumentos e solucionar dúvidas específicas dos alunos em atendimentos individualizados. Além disso, contará com um intérprete de Libras ou assessoria para comunicação inclusiva, conforme a necessidade de cada turma. A produção se encarregará de providenciar e transportar os instrumentos musicais necessários para os alunos utilizarem nas aulas, incluindo materiais para adaptação. Cada oficina ocorrerá em 2 módulos seguidos, com 90 minutos cada, separados por um breve intervalo, num mesmo turno letivo (matutino ou vespertino), conforme horário de funcionamento de cada instituição, totalizando 3 horas de oficina. Exemplos de organização: Matutino -Módulo 1/Turma 1 08:00 - 09:30 -Módulo 2/Turma 2 10:00 - 11:30 Vespertino -Módulo 1/Turma 1: 13:30 - 15:00 -Módulo 2/Turma 2: 15:30 - 17:00 Vagas: 30 por oficina. Observação: Nas instituições parceiras que não tenham espaços amplos para comportar simultaneamente 30 alunos, as 30 vagas disponíveis poderão ser adaptadas para 2 turmas de 15 alunos, sendo nesse caso, uma turma para cada módulo, Turma 1 e Turma 2. Público-alvo: pessoas com deficiência intelectual e/ou física, com idade acima de 18 anos. Total de oficinas: 40 oficinas, média de 4 por mês (estimativa a ser aplicada a partir do 3º mês do cronograma) Instrumentos musicais que serão utilizados nas oficinas: - Instrumentos de percussão popular de tamanhos variados, com grande variedade de timbres, diversidade na forma de tocar e com possibilidades de adaptação: bongô, cajon, cajon de colo, tumbadoras (congas), atabaques, cowbells, agogôs, caxixis, xequerês, tambores graves diversos (ex. surdos de samba, alfaia, etc). - Instrumentos de efeitos sonoros: pau-de-chuva, guizos, chocalhos diversos, maracas, móbiles diversos, reco-recos e objetos sonoros que imitam sons da natureza. - Baquetas, conforme cada instrumento. - Talabartes (cintos), conforme cada instrumento. SITE O site será uma ferramenta para disponibilizar materiais sobre o tema do projeto, agendas e registros das oficinas. Será desenvolvido uma identidade visual para o site, além do registro e compra de domínio para até 5 anos.

Acessibilidade

De acordo com a presente proposta, todas as atividades serão realizadas gratuitamente em instituições catarinenses especializadas em educação especial, como APAEs, AMAs, Amor pra Down. Mesmo sabendo que suas unidades devem estar fisicamente adequadas às normas de acessibilidade, será feita uma consulta prévia, bem como será escolhido o local mais apropriado para a execução das oficinas de percussão. Sendo assim, as atividades serão ministradas em locais com acesso livre para cadeirantes, pessoas com pouca mobilidade e idosos. Além disso, é oportuno ressaltar que o ministrante das oficinas, tem formação acadêmica em música (gradução, especialização, mestrado e doutorado) e experiência de mais de 12 anos como professor de música da APAE de Balneário Camboriú (SC). Serão também consideradas as seis dimensões da acessibilidade (barreiras: arquitetônica, atitudinal, comunicacional, metodológica, instrumental, programática), conforme a Lei Federal de Acessibilidade (Decreto-Lei 5296 de 2 de dezembro de 2004) que regulamenta as Leis 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica; e 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade em todos os espaços culturais. PRODUTO: OFICINAS (É importante destacar que a maior parte do tempo das oficinas será dedicada para a prática musical, na qual a comunicação também acontece pela linguagem de gestos corporais e de regência musical). ACESSIBILIDADE FÍSICA: Utilização de sala ampla e térrea, com acesso sem barreiras e obstáculos, com corrimão, possibilitando participar das oficinas com segurança e autonomia; bem como, contando com banheiros acessíveis nas proximidades. Disponibilidade de instrumentos musicais variados, com inúmeras possibilidades de manuseio, incluindo a explicação da sua utilização, e que garantam a participação na execução musical coletiva. Também serão disponibilizados materiais de apoio, como cintos (talabartes) de diversos tipos e tamanhos, apoio para pés, apoios para cabeça, placas emborrachadas, almofadas, plataformas móveis, bancadas, assim como, baquetas de vários tipos e tamanhos. Item da planilha orçamentária: os recursos, conforme foram previstos, fazem parte e estão inclusos nos seguintes itens do Orçamento: 3-Prudutor Executivo. 4-Coordenação Pedagógica. 7-Palestrante. 8-Produtor. 9-Professor. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição (descrição do ambiente, autodescrição da equipe ministrante e descrição dos instrumentos musicais). Disponibilidade de instrumentos musicais adaptados e apropriados que garantam a segurança dos alunos, incluindo o uso de cartelas coloridas e/ou táteis, bem como, a explicação da sua utilização. Item da planilha orçamentária: os recursos, conforme foram previstos, fazem parte e estão inclusos nos seguintes itens do Orçamento: 3-Prudutor Executivo. 4-Coordenação Pedagógica. 7-Palestrante. 8-Produtor. 9-Professor. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Contratação de um intérprete de Libras ou assistente de comunicação inclusiva conforme a necessidade de cada turma a ser trabalhada. Explicação gestual sobre o manuseio dos instrumentos. Uso de instrumentos musicais específicos que garantam a participação pela vibração sonora como o cajon ou cajon de colo, tambores graves, ou outros tipos apoiados em plataformas de madeira. Item da planilha orçamentária: os recursos, conforme foram previstos, fazem parte e estão inclusos nos seguintes itens do Orçamento:3-Prudutor Executivo. 4-Coordenação Pedagógica. 6-Intérprete de Libras. 7-Palestrante. 8-Produtor. 9-Professor. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Contratação de um assistente de comunicação inclusiva conforme a necessidade de cada turma a ser trabalhada. Uso de linguagem de comunicação adequada pelo ministrante, bem como, uso de recursos, instrumentos musicais específicos e de estratégias metodológicas que garantam a participação. Adequação dos conteúdos ministrados visando a participação na execução musical coletiva. Item da planilha orçamentária: os recursos, conforme foram previstos, fazem parte e estão inclusos nos seguintes itens do Orçamento: 3-Prudutor Executivo. 4-Coordenação Pedagógica. 6-Intérprete de Libras. 7-Palestrante. 8-Produtor. 9-Professor. PRODUTO: SITE Conforme consta nos objetivos específicos, a criação do site visa disponibilizar materiais sobre o tema do projeto, agendas e registros das oficinas e palestras, entre outros materiais em diferentes formatos, com o intuito de aumentar a visibilidade. Em outras palavras, conforme planilha orçamentária, o site é um dos produtos de divulgação. Tendo em vista que o foco das oficinas é a interação presencial, e que o projeto em si tem caráter de contrapartida, os materiais disponíveis no site visam atender outros públicos, em especial aqueles com problemas de locomoção e que se interessam pela tema. Item da planilha orçamentária: 1-Webdesigner. CONTRAPARTIDA Conforme consta em "Outras Informações", todas as ações do projeto serão oferecidas gratuitamente. Sendo assim, conforme Instrução Normativa, não haverá a necessidade de propor outras atividades, pois o projeto em si, já se configura como uma grande ação de formação cultural.

Democratização do acesso

Todas as ações do projeto serão oferecidas gratuitamente, sendo as oficinas de percussão destinadas exclusivamente para alunos e alunas de instituições catarinenses especializadas em educação especial, como APAEs, AMAs, Amor pra Down; as quais ocorrerão durante horário letivo. Vale frisar que, normalmente, estas unidades já se encontram em locais de fácil acesso. Portanto, não haverá nenhum tipo de comercialização. A produção também se encarrega de providenciar e transportar todos os instrumentos musicais necessários para os alunos utilizarem nas aulas, incluindo materiais e instrumentos de percussão com várias possibilidades de adaptação. A elaboração de um site onde estarão disponibilizados materiais sobre o tema e registros das oficinas realizadas, são ações que colaboram para democratizar o acesso. Medidas de ampliação do acesso No que se refere ao Art.29 da Instrução Normativa nº 11/2024, neste projeto serão adotadas os seguintes medidas de ampliação do acesso: II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; Todas as ações da presente proposta cultural são gratuitas e destinadas para pessoas com deficiência. Ou seja: 100% de distribuição gratuita com caráter social ou educativo. III - meia-entrada para acesso a eventos artístico-culturais a estudantes, jovens de baixa renda portadores da Identidade Jovem (ID Jovem) e pessoas com deficiência, em todos os ingressos comercializados, conforme o do Decreto no 8.537, de 5 de outubro de 2015. Meta da presente proposta: 100% para pessoas com deficiência. No que se refere ao Art.30 da Instrução Normativa nº 11/2024, neste projeto serão adotadas os seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento); Todas as ações da presente proposta cultural são gratuitas e destinadas para pessoas com deficiência. Ou seja: 100% de distribuição gratuita com caráter social ou educativo. II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes. - É importante ressaltar que todas as ações do projeto serão oferecidas gratuitamente, sendo as oficinas de percussão destinadas exclusivamente para alunos e alunas de instituições catarinenses especializadas em educação especial, como APAEs, AMAs, Amor pra Down; as quais ocorrerão durante horário letivo. Vale frisar que, estas unidades educacionais já se encontram em locais de fácil acesso e possuem transporte próprio e gratuito para seus educandos. III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas. Ressalta-se novamente que, a presente proposta está totalmente configurada com uma grande contrapartida social e cultural para pessoas com deficiência.

Ficha técnica

Luciano da Silva Candemil, na condição de responsável legal da MEI Luciano da Silva Candemil 82413711953, e considerando sua experiência, será o responsável pela gestão do projeto, contemplando todos os encaminhamentos que envolvem o Ministério da Cultura. Além disso, conforme plano de trabalho e orçamento do projeto, e respeitando o limite máximo permitido ao proponente, será o coordenador geral do projeto e o professor ministrante das oficinas. Luciano Candemil - Coordenador e Professor Ministrante: atua como músico, percussionista, compositor, professor, pesquisador e produtor musical. Luciano Candemil é doutor em música pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e mestre em música pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). Na Universidade do Vale do Itajaí (UNIVALI) tem as seguintes titulações: Especialização em Educação Musical, Licenciatura e Bacharelado em Música. Atua na música popular, em especial com os ritmos de matrizes africanas, participando de shows, gravações, elaboração e execução de projetos culturais, oficinas e workshops. Na área acadêmica tem trabalhos realizados em congressos nacionais e internacionais, bem como, artigos publicados nas principais revistas acadêmicas de música no Brasil (OPUS, ABEM, ORFEU). Em 2016 lançou o livro Didático Musical Percussão Catarina. Nos últimos anos teve diversos trabalhos culturais realizados por meio de editais de fomento cultural:LIC de Balneário Camboriú (2023, 2022, 2021, 2016, 2015, 2014), Lei Aldir Blanc (2021/2022) e Prêmio Elisabete Anderle (2022/2023). Lieza Neves - Produção Executiva: Jornalista e produtora cultural há mais de 15 anos, com experiência na elaboração e execução de eventos culturais, como a Feira do Livro de Brusque (2009 - 2017), a Feira Caravanserai (2012 - 2015) e a Mostra Jogral (2017). Na produção executiva de projetos - da escrita aos relatórios - aprovou pelo edital Elisabete Anderle da Fundação Catarinense de Cultura a Circulação do espetáculo “Linhas e Tramas” (2017), a Pesquisa e Publicação “Vozes e Memória: o que os antigos falavam” (2019) e na edição de 2022 os projetos “Edino menino e seu violino” e “Vozes e Memória - Museu virtual ”, “Sobre Romeu e Julieta” e “Percussão Catarina”. Em 2021 aprovou 8 propostas no edital da Lei Aldir Blanc de Santa Catarina e em 2020 foram 7 no edital da Lei Aldir Blanc de Brusque. Bárbara Kristensen - Professora Assistente: Mestra em Educação pelo Instituto Federal Catarinense, capoeirista, percussionista, compositora, educadora e produtora cultural. Formada em Percussão pelo Conservatório de Música Popular de Itajaí Carlinhos Niehues e especialista em Metodologia do Ensino da Música pela Faculdade UniBF. Em 2020, produziu o disco “Sons da Capoeira Ecos de Santo Amaro”, contemplado pelo Prêmio Elisabete Anderle de incentivo à cultura em 2021 e em 2020, escreveu o livro “Capoeira Afinada”. Faz parte dos coletivos musicais “Ecos de Santo Amaro”, “Ayomidê”, formado por mulheres capoeiristas e Trio Cangoma. Marcos Renato da Silva - Professor Assistente: Participa do carnaval de Florianópolis desde 2011, no qual foi diretor de bateria das agremiações Nação Guarani (2016 - 2018) e SRCS Embaixada Copa Lord (2019 - 2022). Graduado como Bacharel em Música pela UNIVALI (06/08/2018). Trabalha com diversos artistas de Florianópolis, São José, Itajaí e região. Atualmente é integrante da Banda de Música da 5° Região Militar - Exército Brasileiro. Marcelo Fernández - Professor Assistente: Autodidata na percussão do ritmo afro uruguaio do Candombe participa de vários grupos em Uruguay onde realiza apresentações como percussionista mestre de bateria de Candombe. Artesão mestre na confecção de tambores de diversos ritmos e culturas. Cursa atualmente o Conservatório de música popular de Itajaí, “Carlinhos Niehues” no terceiro período. Em 2023 recebeu premiações pelos projetos apresentados na Lei Paulo Gustavo municipal, a cidade de Penha e o prêmio mérito á trajetória cultural pela Lei Paulo Gustavo estadual em Santa Catarina. Claudio Oss - Professor Assistente: Residente em Palhoça , natural de Porto Alegre/RS atua como músico percussionista, professor de musicalização infantil, professor de percussão, autodidata, participou como músico percussionista dos grupos Turucutá Batucada Coletiva Independente de Poa/RS ( 2014 a 2017) Bloco da Laje Poa/RS (2014 a 2019) participando de gravações musicais, shows e festivais, fundador do coletivo Batucada Maré Cheia na Guarda do Embaú, na qual ministra oficina de percussão semanal permanente Marcelo Almeida - Professor Assistente: atua como Mestre de Capoeira, percussionista em grupo performático de Boi de Mamão tanto na música como nos bonecos. Experiência de dois anos e meio em Nova York, ensinando Capoeira e fazendo shows de Cultura Brasileira. Mestre Bolha, como é conhecido na Capoeira tem uma sede em São Francisco do Sul, onde ensina Capoeira, Maculelê, percussão geral, toques de atabaque para terreiros. Mestre Bolha é diretor de arte na Escola de Samba Imperadores do Samba. Maria Fernanda d'Ávila - Orientação pedagógia: atua com produção artística e cultural, artista visual. Tem experiência com curadoria de exposições de arte, arte gráfica de álbuns musicais, assessoria de comunicação e pedagógica de projetos culturais. Mestre em Educação na área da Educação Infantil, com graduação em Pedagogia (UNIVALI). Professora na Universidade do Vale do Itajaí das disciplinas de Fundamentos e Metodologia das Linguagens Artísticas, Jogos e Brincadeiras na Infância, Laboratório de Aprendizagem entre outras, contribuindo para a formação de professores, estudos e projetos de arte para a infância em escolas públicas e privadas. Bell Bandeira - Produção das oficinas: Artista, empresária e produtora da A Braço Arte e Educação. Contadora de histórias, musicista e educadora atua desde 2008 no estado de Santa Catarina na formação de público e na capacitação de educadores. Em 2016 criou a empresa A Braço Arte e Educação onde desde então tem tratado suas produções e contratações artísticas de forma direta e profissional por prefeituras e instituições na realização de eventos de entretenimento e formação cultural e disciplinar no domínio da medição cultural e literária, musical e da cultura popular brasileira. Marcio Rodrigo Souza e Silva - Design gráfico: Formado em Música/Percussão (UFSM-2003) e atua na pesquisa e realização de projetos de edição sonoros e visuais. Realiza gravações em home studio para composições musicais e locução. Fez a captação de voz e mixagem da audiodescrição do filme “Por onde você anda?” (2022), da revista em quadrinhos “Cura”, do filme documentário “Canto ao Mar”, de 5 vídeos do 3° FestiRua Online (2021), e do filme “Vento Solar” (2019). Fez a edição de imagens e sonorização do vídeo “Pequenos Estranhos”, que integrou a Maratona Virtual de Florianópolis em 2020. Thiago Furtado - Assessoria de imprensa: Jornalista formado pela Universidade do Vale do Itajaí (Univali). Entre 2014 e 2015, assinou a coluna Varal Cultural, no Jornal O Combativo, com circulação nas cidades de Itapema, Bombinhas e Porto Belo, em que realizava entrevistas com artistas e produtores culturais, escrevia perfis de agentes de cultura, publicava crônicas e poemas. Possui trabalhos na área do jornalismo documental, com foco na preservação e valorização do patrimônio imaterial – sobretudo através do projeto Retratos de Porto Belo. Mariana De Castro Da Silva: Atua como fotógrafa desde 2021, com experiência em Ensaios Fotográficos, Fotografia de Shows/Eventos e Fotojornalismo, com suas fotografias publicadas em mais de 50 matérias. Experiência em voluntariado com cerca de três anos nas áreas de Produção Audiovisual, Marketing Digital e Social Mídia, na Instituição de apoio à criança e o adolescente, Instituto Sorrir. Atualmente cursa “Fotografia Como Negócio”, ministrado pela fotógrafa Isis Castro. No ano de 2023, participou de projetos culturais: PIC/FCC/SC e LIC de Balneário Camboriú.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2025-12-31
Locais de realização (1)
Balneário Camboriú Santa Catarina