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PRONAC 242669Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Livro: Cultura Adinkra: Símbolismos, Resiliência e Afrofuturo

Instituto Terra Nova
Solicitado
R$ 330,3 mil
Aprovado
R$ 330,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Teresópolis
Início
2024-08-05
Término
2027-05-06
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O Livro: Cultura Adinkra: Simbolismos, Resiliência e Afrofuturo é um projeto antirracista que realizará a criação de uma publicação que elucida os significados das mensagem dos simbolos Adinkras. Estes símbolos gráficos utilizados na África Ocidental são fortemente presentes no mobiliário urbano brasileiro, porém ainda são predominantemente desconhecidos pela nossa população. O projeto enaltecerá a importância da herança africana para a identidade brasileira nos aspectos culturais, sociais e históricos. Promoverá ainda 3 encontros abertos e gratuitos noLaboratório Tecnologias, Diálogos e Sítios (LTDS)/COPPE/UFRJ, para lançamento da publicação, além de 24 visitas culturais na região da Pequena África, no centro do Rio, Patrimônio Cultural da Humanidade e símbolo da diáspora africana no Brasil e nas Américas.

Sinopse

A obra Cultura Adinkra. Simbolismos, Resiliência e Afrofuturo, se inspira na filosofia Sankofa, um ideograma Adinkra que nos convida a retornar ao passado para compreender o presente e construir o futuro. Neste sentido, busca-se contextualizar o sistema de escrita Adinkra, não apenas sob a ótica estética e imagética dos símbolos Adinkra, que muito nos comunica e repleto de intenções e sentidos, mas sobretudo lançar luz à cosmovisão que os permeia, e a vislumbrar um futuro em que a resiliência, a sabedoria e a espiritualidade africana se fundem com as possibilidades infinitas do Afrofuturo.

Objetivos

Objetivo Geral: Este projeto pretende preservar e valorizar os adinkras, símbolos gráficos originários da África Ocidental e rico patrimônio cultural africano e contextualizá-lo em nossa identidade afro-brasileira, promovendo o reconhecimento da importância da diversidade cultural não só no Brasil, mas em todo o mundo. Na diáspora, estes símbolos são usados para transmitir conceitos complexos de uma forma visualmente acessível e carregam consigo séculos de história, tradição e significado cultural. Entretanto, apesar de estarem muito presentes na arquitetura urbana carioca e brasileira, são pouquíssimos conhecidos. Buscamos elucidar a afro-brasilidade, essencial para promover a justiça social e a mentalidade decolonial, combatendo o racismo e construindo uma sociedade mais inclusiva e equitativa, onde todos os cidadãos sejam respeitados e valorizados por sua diversidade e contribuições. Objetivos Específicos: 1 - Criar o Livro: Cultura Adinkra: Símbolismos, Resiliência e Afrofuturo com fotos do artista quilombola Maurício Hora e ilustrações de artistas visuais pretos. 2 - Realizar 3 encontros para lançamento e promoção do livro na Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ com participação da equipe do projeto, artistas e profissionais de notório saber para falar sobre temas como ações antirracistas, diáspora, psicologia Africana, Adinkras, Afrofuturismo, design, sítios simbólicos de pertencimento e inovação social. 3 - Realizar 24 visitas culturais para conhecimento e explanação dos símbolos Adinkras e da memória destes simbolos presentes na arquitetura urbana da região da Pequena Africa, no centro do Rio de Janeiro. Esta ação visa o reconhecimento da Diáspora Africana: O Cais do Valongo é um símbolo da diáspora africana nas Américas, destacando a conexão entre o Brasil e as culturas africanas. Sua preservação e reconhecimento contribuem para uma maior compreensão da diversidade étnica e cultural do país.

Justificativa

A cultura Adinkra esta muito presente por meio de seus símbolos na arquitetura urbana e possuem diversos significados e propósitos, oferecendo uma conexão tangível com a cultura, história e identidade do povo Akan, assim como servindo como uma forma de expressão artística e uma maneira de transmitir mensagens simbólicas. O projeto visa fomentar o senso de pertencimento e orgulho na sociedade brasileira reafirmando nossas raízes africanas culturais e promovendo a diversidade. De acordo com os incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 o projeto Livro: Cultura Adinkra: Símbolismos, Resiliência e Afrofuturo se enquadra com os seguintes incisos: III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores: Os adinkras são parte integrante da cultura africana, especialmente associados à cultura Akan de Gana. Apoiar e valorizar esses símbolos é apoiar e valorizar uma manifestação cultural rica e significativa ligada as raizes da nossa identidade afro-brasileira, além de reconhecer e homenagear os criadores tradicionais desses símbolos. IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional: Embora os adinkras sejam originários da África Ocidental, eles foram trazidos, adotados e valorizados por pessoas em todo o mundo, incluindo o Brasil. Proteger e reconhecer os adinkras é reconhecer e a contribuição dos povos africanos para o pluralismo cultural brasileiro. V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira: A preservação e perpetuação dos Adinkras contribuem para a diversidade cultural e para a preservação das tradições de criação, arte e expressão cultural. Ao reconhecer e valorizar esses símbolos, estamos promovendo o florescimento e a continuidade das formas de vida afro-brasileiras. VI - Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro: O Adinkras fazem parte do patrimônio cultural e da formação da identidade brasileira. Como parte do esforço de preservar e proteger o patrimônio cultural global, é importante reconhecer e valorizar esses símbolos como parte integrante da herança cultural da humanidade, fortemente presentes, por exemplo, no Cais do Valongo, local integrante da lista do Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO). VII - Desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações: Ao valorizar e difundir os Adinkras, estamos promovendo a conscientização internacional sobre a cultura africana e seus símbolos. Isso contribui para o respeito e a apreciação dos valores culturais de outros povos e nações, fortalecendo os laços de entendimento e cooperação entre as diferentes culturas do mundo. De acordo com os objetivos do Art. 3º, o projeto atende: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; O produto principal do projeto trata-se de uma publicação intitulada: Livro: Cultura Adinkra: Símbolismos, Resiliência e Afrofuturo. A obra aborda um tema de extrema relevância para o entendimento da identidade afro-brasileira. III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; Os símbolos adinkras representam uma parte importante do patrimônio cultural global e contribuem para a diversidade e a riqueza das expressões culturais não só no Brasil, mas em todo o mundo. b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;

Estratégia de execução

Sobre a diversidade de grupos étnicos em nossa equipe O projeto irá integrar e priorizar a inclusão de diversos grupos étnicos tanto em sua equipe como em seu público-alvo. Nossa equipe gerencial e de produção inclui diferentes perspectivas advindas de membros de grupos sub-representados que com suas atuações irão enriquecer e fomentar a inovação e a resiliência do projeto. Contamos com uma mulher trans, homens e mulheres PCDS, negros e pardos, de diferentes idades, alem de profissionais integrantes da comunidade lgbtqiap+ assim como pertencentes ao espectro autista. Estes estão representados pelos seguintes cargos: Coordenação geral, produtores executivos, redator, intérprete de libras, palestrantes, assistente de produção.

Especificação técnica

Produto livro Especificações Técnicas do Produto . Capa dura colorida 4/4. Miolo em papel couche 115gr, colorido 4/4, aproximadamente 100 páginas.. Formato 20x20. Acabamentos: Costura Automática, Colar Capa Falsa Finalizações: Colar Guarda,Encadernação, Acondicionamento Produto: Seminário / Simpósio / Encontro / Congresso / Palestra Abordagem temática dos 3 encontros do projeto: Serão realizados 3 encontros, sendo 1 encontro por mês durante os 3 meses da etapa de produção do projeto. Os assuntos em foco serão apresentados caracterizando um link cronológico com a nossa história afro-brasileira e seus aspectos sociais, culturais e históricos seguindo a temporalidade passado - presente e futuro. Inspirados pelos símbolos Adinkras, a temática central do livro, os encontros irão atravessar várias áreas do conhecimento e disponibilizar uma rica fonte de significado e inspiração para todos o publico. O cronograma dos eventos será: Mês 1 - Encontro com o Passado : Resgate do Legado Ancestral, nosso Patrimônio Cultural e o Autocuidado na Diáspora Africana no Brasil Mês 2 - Encontro com o Presente: Construção da identidade brasileira, relações de amor e saúde mental Mês 3 - Encontro com o Futuro: Inovação Social, Tecnologia e AfroFuturo nas artes Tempo de duração: aproximadamente 2h Com classificação etária livre

Acessibilidade

Produto: Livro Acessibilidade de CONTEÚDO Produção de publicação com audiobook: Item da planilha 18: Estúdios de gravação Acessibilidade Física : não se aplica Produto: Seminário / Simpósio / Encontro / Congresso / Palestra Encontros Cultura Adinkra: Simbolismos, Resiliência e Afrofuturo Acessibilidade FÍSICA Os eventos serão realizados em espaços com acessibilidade para publico PCD e com mobilidade reduzida e serão contratados recepcionistas para auxiliarem este publico. Serão realizados encontros destes profissinais com a Coordenadora Tecnica de Acessibilidade para treinamento especifico em acessbilidade. Item da planilha 6: Recepcionistas Acessibilidade de CONTEÚDO Os eventos contarão com interpretes de libras. Item da planilha 4 :Interpretes de libras

Democratização do acesso

Produto: livro DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO Distribuição gratuita do livro em bibliotecas públicas e projetos sociais. Item da planilha 15: Custo distribuição para bibliotecas AMPLIAÇÃO DE ACESSO Será produzida uma versão ebook da publicação para amplo acesso gratuito no site e nas redes sociais do proponente - item da planilha 17: e-book Produto: Seminário / Simpósio / Encontro / Congresso / Palestra Encontros: Cultura Adinkra: Simbolismos, Resiliência e Afrofuturo DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO Os encontros Cultura Adinkra: Simbolismos, Resiliência e Afrofuturo buscam democratizar o acesso à literatura e promover a inclusão de todas as camadas da sociedade no universo literário por meio de 3 encontros abertos e com entrada gratuita para o público. AMPLIAÇÃO DE ACESSO III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; De acordo com o inciso III, serão disponibilizados videos a partir do registro videografico dos encontros mencionados. IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; A equipe de comunicação do projeto irá articular com a UFRJ e veículos de imprensa a possibilidade de captação e veiculação deste conteúdo em meios de comunicação gratuitos diverso

Ficha técnica

Coordenação geral: função desempenhada pelo proponente na figura do presidente Cícero Augusto Nogueira de Brito - Registro ABRAMUS 6380343 - - Mini-Curriculo:Auxiliar de produção na Jobim Music; (2005) Produtor do Projeto cultura viva em Macaé; (2006) Diretor do Teatro Municipal de Macaé; (2007-2008) Editor da produtora Fermento Cultural e Curió editora social (2009- atualmente) Coordenador de projetos na Ação Comunitária do Brasil; (2010-2013) Coordenador do projeto Um Novo Horizonte / Petrobras; (2014-2020) Assessor de projetos no Santuário do Cristo Redentor (2021 a 2023) Judson Nascimento - Autor - Judson Nascimento é pós-doutorando em Engenharia de Produção PEP/COPPE/UFRJ, com ênfase em inovação social. Pesquisador Associado do Laboratório Tecnologias, Diálogos e Sítios - LTDS/UFRJ, com foco em Empreendedorismo Situado e Dir. executivo da Afromarket. Área de atuação: Afroconsumo, Afrofuturismo e Sítios Simbólicos de Pertencimento. Autor do livro Gestão Situada da Incubadora Afro Brasileira. Luciana Meireles - Produtora Executiva Luciana Meireles, publicitária, comunicadora de vocação, tem experiência com produção de eventos e backstage, além de atuar há mais de 15 anos com projetos sociais e culturais. Foi sócia do empreendimento social Retalhos Cariocas e possui larga experiência com empreendedorismo social e interlocução entre empresas públicas e setor privado. Produziu eventos culturais no Brasil e no Reino Unido abordando temas como sustentabilidade, feminismo e ações antirracistas. Algumas das experiências mais recentes foram sua passagem pelo setor administrativo da ong Observatório de Favelas, o monitoramento e avaliação de projetos na Ação Comunitária do Brasil e mais recentemente como Coordenadora Executiva do Projeto Um Novo Horizonte, Patrocinado pela Petrobras, pelo Instituto Terra Nova, no qual também atuou na produção de publicações e atualmente é Coordenadora de Projetos. Luciana Almeida - Produtora Executiva Produtora cultural formada em Gestão Cultural com foco em leis de incentivo pela Fundação Nacional das Artes (FUNARTE) e a Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Há mais de 14 anos no mercado de negócios e projetos sociais, em seu currículo traz experiência em gestão administrativa, gestão comercial, gestão de midias sociais, gestão de site e loja on-line em projetos sociais e de marcas. Atua na produção de e-books, artes gráficas e edição de vídeos comerciais. Desde muito nova, nutre a paixão pelas questões sociais e humanas relacionadas ao empoderamento feminino. Rodrigo Azevedo - Coordenação de Comunicação Flamenguista, salgueirense, apaixonado pela Vanessa, pai da Sol e Toddy Francisco e uma pessoa que sozinho não se basta. Além disso, sou publicitário especializado em Marketing, Comunicação Integrada e Marketing e Inteligência de Negócios Digitais pela Universidade Federal Fluminense (UFF), Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e Fundação Getúlio Vargas. Mestrando em Educação e Comunicação na Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ e em Comportamento do Consumidor na Escola Superior de Propaganda e Marketing - ESPM TECH São Paulo.Pesquisador em Comportamento do Consumidor, docente em Publicidade e Propaganda e Administração e Marketing. Founder CEO da Agência Dona Neia Marketing e Publicidade e Coordenador de Comunicação na Prefeitura do Rio de Janeiro/ SMAS. Phillipa Silveira - Coordenadora de Acessibilidade Phillipa Silveira é carioca e tem origem na zona oeste do Rio de Janeiro. Começou a aprender libras aos 13 anos na igreja batista e a partir daí começou a organizar projetos de cursos, oficinas e palestras em igrejas com temáticas de libras e inclusão de pessoas com deficiência na sua adolescência. Atua como intérprete profissional e hoje possui uma empresa com a qual presta serviços de tradução de libras. Realiza eventos acadêmicos, culturais, políticos e já traduziu materiais de outras naturezas. Atualmente Phillipa está cursando bacharelado em letras-libras e é parceira do Instituto Terra Nova como consultora de acessibilidade em projetos culturais e sociais. Fotografo - Maurício Hora Maurício é quilombola, fotógrafo e líder comunitário da favela Morro da Providência, nascido no Rio de Janeiro. Junto com o fotógrafo francês JR, Maurício é um dos fundadores do Centro Cultural Casa Amarela, localizado na sua comunidade. A história de vida de Maurício foi retratada no livro “Morro da Favela”, ilustrado por André Diniz. O livro foi publicado e lançado na França (Photo de la Favela, Des ronds dans l'O, 2012) e em Portugal (Edições Polvo, 2013). Maurício participou de diversas exposições como fotógrafo, valendo destacar a exposição coletiva "Valongo à Favela: imaginário e periferia" com curadoria de Clarissa Diniz e Rafael Cardoso, realizada no Museu MAR em 2015, e a individual "Morro da Favela à Providência de Canudos" no Centro Cultural do BNDES em 2017.O fotógrafo também é conhecido como ativista e defensor dos direitos de sua comunidade. Junto com a urbanista Theresa Williamson, Maurício publicou um artigo no New York Times sobre as remoções de moradores nas favelas cariocas. Sil Bahia - Palestrante Silvana Bahia é Experimentadora, ativista e pesquisadora, é mestre em Cultura e Territorialidades pela UFF, pesquisadora associada do grupo de arte e Inteligência Artificial da USP. Codiretora executiva no Olabi – organização dedicada a diversificar a cena de tecnologia e inovação no Brasil - coordena projetos como PretaLab – iniciativa de estímulo às mulheres negras no campo da tecnologia – e o Códigos Negros Arte e Tecnologia: Linguagens para cotidianos antirracistas. Considerada uma das 100 pessoas inovadoras mais importantes do mundo pelo The Future Laboratory na Inglaterra, é colunista da Fast Company Brasil, onde compartilha seus insights sobre tecnologia e inovação e Facilitadora Integral certificada pela MetaIntegral Brasil. Em 2021, recebeu o prêmio Protagonista Brasil por sua atuação na transformação digital e inclusiva do país. Em 2023, recebeu o prêmio Destaques da Governança da Internet concedido pelo Comitê Gestor da Internet – CGI.É editora do livro “Pode um robô ser racista?”, o primeiro livro da Coleção Pensando Amanhãs do Museu do Amanhã, lançado em 2023. Renata Codagan - Palestrante Renata Codagan é Arte Educadora, atua há mais de vinte anos em projetos e programas nas áreas da educação, arte e cultura com foco nas infâncias e juventudes. É membro da equipe do Instituto de Artes TEAR desde 1997. Coordenou:1- o Laboratório de Tecnologias Sociais na Universidade das Quebradas, PACC – Programa Avançado de Cultura Contemporânea, UFRJ; 2- o Programa Criança Petrobrás da REDES de Desenvolvimento da Maré; 3- a Agência de Redes para Juventude. No Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase) compôs a equipe técnica do Projeto Juventudes em Movimento e do Projeto Juventudes nas Cidades. Foi membro da CCPC - Comissão Carioca de Promoção Cultural da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro. Rosane Assis - Palestrante Rosane de Assis Barbosa é uma mulher preta neta e filha de migrantes nordestinos. Graduada em Psicologia e Filosofia, pesquisa sobre danças tradicionais e patrimônio material e imaterial de Laranjeiras (Sergipe) e as memórias contidas nestes festejos. Especialista em Arte Ciências, pelo I.O.C FioCruz. É professora no ensino superior e pesquisadora, segue nutrindo encantamento pelos Estudos Culturais Brasileiros e Pela Psicologia Preta/Africana produzida em Diáspora. Tati Vader - Artista Visual Tati Vader, tatuadora, artista visual e ilustradora formanda em Produção Cultural com pesquisa voltada para corpos periféricos nos espaços de arte. No seu trabalho na pintura e ilustração cria cenas onde as mulheres pretas, seus sonhos e anseios são protagonistas, seja de uma forma lúdica ou em cenários do cotidiano, acreditando na potência e na força da delicadeza.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.