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PRONAC 242683Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Quarteto Nume

MARCAL PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 378,4 mil
Aprovado
R$ 378,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SC
Município
Florianópolis
Início
2024-07-01
Término
2025-07-01
Locais de realização (1)
Florianópolis Santa Catarina

Resumo

Com este projeto, o Quarteto Nume visa proporcionar ao público um contato mais próximo com a música de câmara através de 12 concertos gratuitos em diversas cidades da Mesorregião de Florianópolis. O objetivo é cultivar plateias por meio da apresentação de um repertório especialmente selecionado para quarteto de cordas. Além disso, a iniciativa inclui a realização de dois concertos gratuitos em hospitais e/ou instituições dedicadas a crianças, adolescentes e idosos, como creches, orfanatos e asilos. Essa ação representa a contrapartida social do proponente, sem acarretar custos adicionais para o projeto..

Sinopse

Aqui será descrito os quatro exemplos de repertórios que poderão ser apresentados pelo Quarteto Nume durante o decorrer da temporada. Repertório 1 Joseph Haydn (1732 - 1809) Quartet No. 62 in C major, Op. 76 Franz Schubert (1797 - 1828) Quarteto de cordas nº 14 em ré menor - A Morte e a Donzela Repertório 2 Wolfgang A. Mozart (1756 - 1791) String Quartet No. 19 K. 465 Claude Debussy (1862 - 1918) String Quartet in G minor, Op. 10 Repertório 3 Johannes Brahms (1833 - 1897) String Quartet Op. 51 No.1 in C minor Heitor Villa-Lobos (1887 - 1959) Quarteto nº 17 Repertório 4 Coletânea de arranjos para para quartetoMPBsTangos

Objetivos

Objetivo Geral: Proporcionar ao público a oportunidade de desbravar um repertório musical menos explorado fora das principais capitais do país, a música de câmara, oferecendo experiências de alta qualidade por meio de 12 concertos apresentados pelo Quarteto Nume. Objetivos Específicos: - Realizar 12 concertos de música de câmara de excelência, com entrada gratuita, na Mesorregião de Florianópolis. - Fomentar o conhecimento sobre os diversos tipos de música de câmara por meio de uma cuidadosa seleção de repertório em cada concerto, explorando diferentes formações musicais, que incluem solos, duetos, trios e, naturalmente, quartetos. - Apresentar uma variedade de estilos musicais ao longo dos séculos, abrangendo desde o período Barroco, Clássico e Romântico até arranjos de músicas regionais brasileiras e internacionais, como MPB e Tango. - Realizar esses concertos em teatros, igrejas, auditórios ou outros espaços adequados, na Mesorregião de Florianópolis, alcançando diversas microrregiões sem incorrer em custos adicionais com deslocamento.

Justificativa

A Música de Câmara, composta para pequenos grupos de instrumentos, é um gênero amplamente explorado pelos principais compositores globalmente, desempenhando um papel crucial na formação de músicos e plateias ao longo dos séculos. Ao contrário da música orquestral, que é bastante difundida na região sul do Brasil, a música de câmara é notavelmente escassa, o que ressalta a importância de incentivar um quarteto dedicado a esse gênero. A falta de acesso e conhecimento sobre música de câmara destaca a necessidade de fomentar um grupo que se dedique quase integralmente a esse estilo musical. Assim como as diversas orquestras itinerantes que existem na região sul, que facilitam o acesso à música orquestral, um quarteto de música de câmara oferece muitas outras vantagens, sendo as principais o baixo custo e a facilidade de deslocamento, devido ao seu tamanho reduzido. Comparativamente, o investimento em música de câmara é muito mais modesto, sendo capaz de atingir números semelhantes de público, mesmo sendo um grupo menor. Além disso, a flexibilidade desse grupo permite adaptação a diversos ambientes, levando a música de câmara a locais com infraestrutura limitada. O projeto atende aos incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 ao: I. Facilitar o livre acesso às fontes da cultura, promovendo a entrada franca em todas as apresentações e sendo o único grupo nesse formato em SC, tornando o acesso mais amplo. II. Estimular a regionalização da produção cultural, destacando que todos os artistas envolvidos são residentes locais, muitos nascidos em SC. De acordo com o Art. 3º dessa lei, o projeto também se alinha ao: II. Fomento à produção cultural e artística, mediante a realização de concertos de música. IV. Estímulo ao conhecimento dos bens culturais, proporcionando a distribuição gratuita e pública de ingressos para os espetáculos culturais e artísticos, reforçando a política de entradas francas em todas as apresentações.

Estratégia de execução

Dado que o Quarteto utiliza seus próprios instrumentos e o concerto é acústico, os requisitos técnicos e recursos para a realização do evento são mínimos, resumindo-se a: Iluminação ambiente adequada.4 estantes de música (proprias).4 cadeiras adequadas(geralmente os locais possuem).Espaço suficiente para acomodar os ouvintes. O registro sonoro profissional dos eventos, comumente chamado de Registro de Audio, foi previsto no projeto como Gravador de Som, na falta item nos itens orçamentarios. A solicitação de inclusão foi feita ao Mic atraves da plataforma. Todos os custos do projeto estão relacionados no plano de distribuição referente a cidade de Florianopolis, pois todos os fornecedores sao da cidade do Florianopolis, mesmo o serviço sendo realizado em outras cidades dentro da mesoregião. Apesar de visitarmos outros cidades dentro dessa mesoregiao, nao haverá custos adcionais ao projeto referente ao deslocamento.

Especificação técnica

Serão realizados até 4 repertórios, distribuitos entre os 12 concertos. Cada um dos 12 concertos terá a duração aproximada de 50min. Disponibilizaremos um programa online para cada repertório a ser realizado, assim evitamos o desperdício de impressões em papel bem como ampliamos a acessibilidade das informações, possibilitando que o público em geral acesse facilmente de qualquer dispositivo eletrônico. Além disso, a atualização instantânea do programa e a inclusão de links interativos oferecem uma experiência mais dinâmica e informativa, enquanto demonstra um compromisso com a sustentabilidade. A facilidade de compartilhamento e a capacidade de incorporar elementos multimídia enriquecem ainda mais a experiência dos participantes, promovendo um evento mais inclusivo, sustentável e interativo.

Acessibilidade

Em concordância com a IN MinC nº 11, de 30 de janeiro de 2024 Art. 27. Acessibilidade Física: Sem custos na planilha orçamentária; daremos prioridade a locais e ambientes que já possuam acessibilidade para portadores de necessidades especiais (físicas), como teatros, estúdios e igrejas que contam com estrutura de locomoção e assentos apropriados. Acessibilidade Visual: Sem custos na planilha orçamentária; ofereceremos explicações prévias sobre o repertório a ser apresentado, atendendo às necessidades de portadores de deficiência visual que não podem ler programas. Este item não acarreta custos adicionais. Acessibilidade para Deficientes Auditivos: Sem custos na planilha orçamentária; reconhecemos que em eventos musicais, não há intervenções específicas a serem realizadas para deficientes auditivos. Contrapartida Social: Acessibilidade Física: Sem custos na planilha orçamentária; daremos prioridade a instituições que já possuam acessibilidade para portadores de necessidades especiais (físicas) na realização dos concertos, eliminando a necessidade de despesas adicionais. Contrapartida Social: Acessibilidade Visual: Sem custos na planilha orçamentária; forneceremos explicações prévias sobre cada peça do repertório a ser apresentado, atendendo à necessidade de portadores de deficiência visual que não podem ler programas. Contrapartida Social: Acessibilidade para Deficientes Auditivos: Sem custos na planilha orçamentária; reconhecemos que em eventos musicais, não há medidas específicas a serem tomadas para deficientes auditivos. Essas ações refletem nosso compromisso em tornar as apresentações acessíveis a todos os públicos, promovendo inclusão e equidade, sem gerar custos adicionais na planilha orçamentária.

Democratização do acesso

Democratização de Acesso: A entrada franca nos concertos será implementada para promover a democratização de acesso. A divulgação ocorrerá de maneira abrangente, incluindo contato com fundações culturais municipais nas cidades da Mesorregiao de Florianópolis e a busca por cobertura na mídia espontânea através da Assessoria de Imprensa. Contrapartida Social: Planejamos realizar 2 concertos gratuitos em hospitais e/ou instituições voltadas para crianças, adolescentes e idosos, como creches, orfanatos e asilos. A cada seis concertos realizados pelo projeto realizaremos 1 (um) concerto beneficente, sem incorrer custos adicionais ao projeto. Art. 30 VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; IX - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela CNIC; Através da Contrapartida Social, onde planejamos realizar 2 concertos gratuitos em hospitais e/ou instituições voltadas para crianças, adolescentes e idosos, como creches, orfanatos e asilos. A cada 6 concertos realizados pelo projeto realizaremos 1 (um) concerto beneficente, sem incorrer custos adicionais ao projeto.

Ficha técnica

Principais participantes e funções: Mario Marçal Jr. (Marçal Produções Ltda.) - Violinista, Produtor e Gerencia de Projeto Mário Marçal Jr. é Mestre em Música – Performance em Violino, pela University Of New México, onde se Graduou sob orientação do prof. Dr. Carmelo de Los Santos. Nos EUA integrou a University of New México Symphony e além de ter realizado trabalhos artísticos de música de câmara atuou também como músico convidado das orquestras Roswell Symphony, Santa Fé Symphony e Opera Southwest. Concluiu seu Bacharelado em Música – Violino, na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, onde se formou sob orientação da Professora, Hella Frank em Porto Alegre RS. Ainda em Porto Alegre estudou com os Professores Fredi Gerling, Eliane Tokeshi, Rodrigo Bustamante, Emerson Kretshmer e Marcelo Guerchfeld. Em Porto Alegre, no ano de 2002, ingressou na Orquestra de Câmara Sesi-Fundarte e em 2004 na Orquestra de Câmara do Theatro São Pedro (OCTSP), nas quais realizou concertos e gravações junto a vários artistas e maestros nacionais e internacionais, tendo se apresentado por mais de duzentas cidades do estado do RS. Na Grande Porto Alegre também fez parte da Orquestra Sinfônica da Unisinos em 2004 e 2005, e realizou trabalhos como musico convidado junto a OSPA (Orquestra Sinfônica de Porto Alegre) e a Orquestra Sinfônica da UCS (Universidade de Caxias do Sul). Em Santa Catarina nos anos 2000 e 2001 atuou como professor na Fundação Cultural de Lages, onde foi também idealizador, coordenador e violinista do Quarteto de Cordas Municipal. Ainda em SC realizou trabalhos artísticos junto a varias orquestras, dentre elas a Orquestra Sinfônica de Santa Catarina, Camerata Florianópolis, Orquestra de Camara de Blumenau, Filarmonia Santa Catarina,Orquestra Filarmônica SCAR de Jaraguá do sul, dentre outras. Em 2009 foi fundador do trio de música de Câmara SC Piano Trio, com o qual realizou recitais em diversas cidades do Sul do país, além de oferecer Master Classes para estudantes nas cidades visitadas. Em 2013 foi idealizador do Festival Internacional Musica na Serra, festival realizado todos os anos em Lages-SC. Atualmente, além de dar continuidade ao seu trabalho como interprete de música de câmara, atua na Orquestra Camerata Florianópolis, e realiza diversos trabalhos como produtor cultural e musical, desenvolvendo diversos projetos culturais em Santa Catarina. Iva Nunes Giracca - Violino, Diretora Artistica e Musical Graduou-se bacharel em violino no ano de 2001 pela Universidade Federal de Santa Maria sob orientação da professora Yara Quercia Vieira. Iniciou seus estudos no violino aos quatro anos de idade com a professora Maria Wilfried, responsável pela implantação do método Suzuki no Brasil. Participou de masterclasses no Brasil e no exterior com diversos professores nacionais e internacionais, aos quais se destacam Jorge Rizzi (Uruguai-Mexico-Itália), Levon Ambatsumian (Rússia–EUA), Richard Yung (EUA). Integrou desde os 11 anos a Orquestra Sinfônica de Santa Maria e a partir do ano de 1999, passou a Spalla da orquestra. Com essa orquestra teve uma média de 20 concertos anuais, em diversas cidades do RS. Ministrou desde 1995 aulas de violino no curso Extraordinário da Universidade Federal de Santa Maria até mudar-se para Florianópolis e desde 2005 faz parte do corpo de professores da Camerata Florianópolis. Integra o Quarteto Bello Canto, banda Anjo Mal e a Orquestra Camerata Florianópolis sendo spalla desta entre 2006 e 2010 e de 2014 em diante. Com esta orquestra esteve em turnê pela Europa na Espanha, França e Alemanha em 2005, e em 2006 pelo Brasil, tendo se apresentado no Rio de Janeiro na sala Cecília Merieles e recebendo elogios por seu desempenho como spalla e solista nessa ocasião. Ainda com a Camerata Florianópolis tem tido a oportunidade de desenvolver sua ecleticidade musical, tocando diversos estilos musicais com artistas de renome nacional e internacional como Ze Ricardo, Paulinho Moska, e Lenine. Em 2008 classificou-se na Filarmónica de Jalisco - México - através do concurso para músicos como chefe de naipe e no mesmo ano foi convidada a fazer parte do “projeto serioso” pelo professor Richard Yung no festival de música de Jaraguá do Sul. Apresentou-se no Rock in Rio 2015 sendo convidada pelo próprio Steve Vai a dividir um solo com ele em uma das músicas em 2017 foi convidada novamente a participar do Rock in rio, desta vez como destaque com a banda Republica. Gravou diversos CDs e DVDs e em diversas oportunidades e solista com a Camerata, tendo apresentado-se dessa forma em SC e RS. Violinista muito atuante, e muito requisitada para diversas apresentações de músicas que vão desde rock, reggae, mpb, eletrônica a erudita, desenvolve um trio com a cantora Carla Domingues e o pianista Marcos Rocha com o recital de música POP, onde além de tocar o violino também atua. É spalla da Camerata Florianópolis e professora da escola Camerata Florianópolis, além de ministrar aulas particulares e em master classes em outras cidades além das aulas a longa distância pelo Skype para alunos de outras cidades. Mariana Monte Barardi - Viola, Produtora e designer grafico Natural de São Paulo - SP reside em Florianópolis desde 1990. Iniciou seus estudos musicais na escola Waldorf Anabá aos 7 anos de idade com a flauta-doce. Passou a estudar violino em 1993 com a professora Maria Aparecida dos Anjos e depois com o maestro Jeferson Della Rocca. Estudou violino em Sydney, Austrália com a professora Patricia Moran onde também participou de festivais obtendo aulas com o renomado professor Yasuki Nakamura. Passou a estudar viola em Florianópolis em 1999 com Umberto Frantz Grillo, Leonardo Piermartiri, Marcelo Lemos e Oliver Yatsugafu. Participou de diversas oficinas de música e master-classes com professores como Koiti Watanabe, Paulo Bosísio, Mark Neumman (Canadá-EUA), Emerson De Biaggi, Ori Kam (Israel-Alemanha), dentre outros. Integrou o Quarteto UDESC de 2008 a 2009. Participa do naipe de violas da Camerata Florianópolis desde 2000, sendo chefe de naipe de 2013 a 2018, com a qual atuou em todas as temporadas de concertos, gravou CDs, DVDs e trilhas sonoras, participou das turnês estaduais, nacionais e pela Europa, do rock in rio em 2015 e shows com grandes nomes da MPB. Paralelamente a carreira de musicista atua como projetista gráfica desde 2006. É bacharel em Design pela Universidade Federal de Santa Catarina e desenvolve todo o projeto gráfico e identidade visual da Camerata Florianópolis, Polyphonia Khoros, Cia Ópera de Santa Catarina, comunicação visual de artistas, outros importantes projetos culturais desenvolvidos em Santa Catarina e do projeto VIA da Universidade Federal de SC desenvolvendo projetos gráficos em inovação e empreendendorismo. Gabriela Bock - Violoncelo e produtora De uma família de musicos, frequentou aulas de musicalização desde seus dois anos de idade com a professora Vera Catarina de Los Santos, que também foi responsável por ensiná-la suas primeiras lições ao piano. Com seis anos, escolheu o violoncelo como instrumento principal, ao qual se dedica até hoje. Desde muito cedo esteve presente em importantes festivais de música pelo Brasil, incluindo Encontros de Violoncelo de Porto Alegre, Festivais Internacionais Suzuki, Festival de Inverno de Campos do Jordão, FEMUSC, Neues Jahres Festival - Berlin, Festival SESC Pelotas, Festival Internacional de Violoncelos de Ouro Preto – MG, que proporcionou o contato com renomados instrumentistas e maestros do mundo todo, agregando conhecimento do mais elevado nível técnico e artístico. Aos oito anos de idade, integrou a Orquestra Camerata da Escola de Música Tio Zequinda, migrando aos dez anos para a Orquestra Sinfônica Jovem do Conservatório Pablo Komlós a convite do maestro Tulio Belardi, nas quais realizou concertos importantes com repertório desafiador, também atuando como solista e chefe de naipa, sempre com notória desenvoltura. Foi finalista do Concurso Natan Schwartzman em Juiz de Fora, MG, na categoria até 18 anos. Graduou-se bacharel em violoncelo pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, sob os ensinamentos da prof. Milene Aliverti. Durante este período e após, ministrou aulas particulares e também no Curso de Extensão da UFRGS. Deu continuidade aos seus estudos na Alemanha, na Westfälische Wilhelms-Universität, orientada pelo professor Mathias de Oliveira, onde também desenvolveu seus conhecimentos camerísticos atuando em trios com piano e quartetos de cordas, buscando alto grau de performance, com colegas de todos os continentes e orientação de músicos renomados. No Brasil e no exterior, atuou profissionalmente em diversas orquestras de câmara e sinfônica, como Orquestra Unisinos Anchieta, OSPA, Orquestra Filarmônica da PUCRS, Orquestra das Nações (Berlin, Alemanha), Orquestra Sinfônica Jovem de Munique (Alemanha), realizando concertos de caráter erudito, óperas e populares com artistas como Milton Nascimento, Paulinho da Viola, Maria Rita, Vanessa da Mata (...) pelo Rio Grande do Sul e outros estados brasileiros, Alemanha e Itália. Atualmente, é integrante da Camerata Florianópolis e violoncelista do Quarteto Nume, tendo realizado concertos eruditos e populares na Grande Florianópolis e outras cidades do estado de Santa Catarina.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.