Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
"ORIKI ORI OKAN - Canto aos Orixás" é o projeto de circulação do espetáculo musical de Iara Rennó que une os repertórios dos discos irmãos Oríkì (indicado ao Latin Grammy 2022 na categoria Melhor disco de Raiz em Língua Portuguesa) e Orí Okàn (lançado em 2023), com a participação de Thalma de Freitas, Zé Manoel - artistas que participaram dos álbuns - além da mestra griô Egbome Cici, mais conhecida como Vovó Cici. Os álbuns, cada um à sua maneira, abordam o tema da cultura de Orixá - influência fundamental na cultura brasileira - especialmente na música e lingua. Enquanto Oríkì tem canções que nasceram dos oríkì - poemas de saudação, um importante pilar na cultura da tradição milenar yorubá, Orí Okan retrata a vivência subjetiva da artista com a cultura do Candomblé.A circulação do espetáculo musical "Oriki Ori Okan - Canto aos Orixás" prevê um show em cada uma destas cidades: Rio de Janeiro, Salvador, Recife, Brasília e Belém, a preços populares.
Objetivo principal: Produzir o espetáculo musical "Oriki Ori Okan - Canto aos Orixás", que prevê um show em cada uma destas cidades: Rio de Janeiro, Salvador, Recife, Brasília e Belém, a preços populares, com público previsto de 5 mil pessoas. Objetivos específicos: - Realizar a oficina "Poética dos Orikí", ministrada por Iara Rennó, que parte da profunda relação que a artista tem com a literatura, com a qual o diálogo com a música foi fundamental para a realização de seus mais importantes projetos, como "Macunaíma Ópera Tupi", "Oríkì" e "Afrodisíaca", associada aos seus estudos e vivências com a cultura nagô. A oficina será realizada em cada uma das 5 cidades do projeto, com público previsto de 150 pessoas.
A MacunaÓpera Produções Artísticas, proponente deste projeto, foi fundada em 2009, pela produtora executiva e administrativa Paloma Espíndola e pela cantora e produtora musical Iara Rennó. Está há 15 anos no mercado cultural propondo projetos musicais e apoiando a carreira de artistas, produzindo álbuns, shows e administrações diversas. A palavra Oríkì pertence à língua yorubá e nasce da contração entre o verbo ku = ki (que significa saudar) e o substantivo Orí (cabeça), o que podemos traduzir em síntese como 'saudação à cabeça'. Poesia de saudação, uma tradição milenar da cultura nagô, que, assim como boa parte da cultura africana em diáspora, sofreu o processo de apagamento. Um poema longo e versificado? Um épico, um epíteto ou um aposto? De onde exatamente vem os oríkì? Como praticar um orikí? Além de abordar estas questões por meio de uma pequena introdução à cultura yorubá, na oficina ministrada por Iara Rennó - Poética dos Orikí, os participantes terão a oportunidade de analisar, escrever e recitar poesias do gênero. A circulação do espetáculo musical "Oriki Ori Okan - Canto aos Orixás" prevê um show em cada uma destas cidades: Rio de Janeiro, Salvador, Recife, Brasília e Belém. O formato mais próximo ao espetáculo aqui proposto aconteceu apenas uma vez em São Paulo - no Itaú Cultural, em maio de 2023. Trata-se de um show dois em um, onde do Orí Okàn em pleno palco transforma-se no show Oríki. Sua realização envolve uma equipe grande e requer uma estrutura técnica complexa, por isso se faz necessário o aporte através deste pleito para que o espetáculo possa ser finalmente levado a outros estados brasileiros, passando pelas regiões Norte e Nordeste, aonde o público não tem acesso a tantas opções culturais de qualidade. Além da excelência artística, o projeto está munido de representatividade e diversidade, trazendo maioria negra ao palco, assim como equipe criativa e marcante presença de mulheres em todos os processos. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercíciodos direitos culturais.VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.
PRODUTO: APRESENTAÇÃO MUSICAL ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: os locais a serem escolhidos para os shows dispõe de elevador e rampa de acesso que atendem aos portadores de deficiências físicas. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: disponibilizaremos folders com escrita em libra. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: haverá interpretes de libras em cada um dos shows.
A palavra Oríkì pertence à língua yorubá e nasce da contração entre o verbo ku = ki (que significa saudar) e o substantivo Orí (cabeça), o que podemos traduzir em síntese como 'saudação à cabeça'. Poesia de saudação, uma tradição milenar da cultura nagô, que, assim como boa parte da cultura africana em diáspora, sofreu o processo de apagamento. Um poema longo e versificado? Um épico, um epíteto ou um aposto? De onde exatamente vem os oríkì? Como praticar um orikí? Além de abordar estas questões por meio de uma pequena introdução à cultura yorubá, na oficina ministrada por Iara Rennó - Poética dos Orikí, os participantes terão a oportunidade de analisar, escrever e recitar poesias do gênero. Metodologia e estrutura da Oficina: Parte I: apresentação - definição e origens dos Oríki Parte II: entrando em contato diretamente com o material - letura, audição, interpretação Parte III: identificando os aspectos lítero-musicais nos textos Parte IV: praticando Oríki Parte V: criando ou re-criando Oriki 1 encontro com carga horária de aproximadamente 120 minutosA oficina poderá ser ministrada numa sala multi-uso, com estrutura para áudio e vídeoCapacidade para até 30 pessoas por encontroPublico: estudantes de língua e literatura, artes, música e interessados em geral Bibliografia: - Oríki Orixá: Risério, Antônio; - Ogum - Dor e júbilo nos rituais de morte: Sàlámì, Síkírù; - Exu e a Ordem do Universo, Sàlámì, Síkírù; - A Mitologia dos Orixás Africanos, Sàlámì, Síkírù; - História e Cultura Africana e Afro Brasileira: Lopes, Nei; - Ifá Lucumi: O resgate da Tradição: Lopes, Nei.
Nome: MacunaÓpera Produções Artísticas fundada em 2009, pela produtora executiva e administrativa Paloma Espíndola e cantora e produtora musical Iara Rennó, está há 15 anos no mercado cultural produzindo projetos musicais e apoiando a carreira de artistas, produzindo álbuns, shows e administrações diversas. Será também a responsável pela gestão do processo decisório neste projeto. Função no projeto: Produção Executiva. PRINCIPAIS PROJETOS DE ATUAÇÃO ÚLTIMOS ANOS: - 2023 - Realização do segundo álbum Ori Okàn, o projeto Oriki Ori Okan, contemplado na edição Proac Edital 2021. O show duplo de lançamento foi realizado no Itaú Cultural com entrada gratuita. - 2022 - Realização do primeiro álbum Oriki, do projeto Oriki Ori Okan, contemplado na edição Proac Edital 2021. O projeto Oríki Ori Okàn, de Iara Rennó, apresenta não apenas um, mas dois álbuns inéditos: uma díade musical que tem como inspiração e temática a cultura mítica dos Orixás. Com participação de diversos artistas e músicos de destaque na cena nacional, como Tiganá Santana, Thalma de Freitas, Curumin, Anelis Assumpção, Criolo, entre outros. - 2021 - Realização dos projetos Sala de Casa e Pra Te Abraçar de Iara Rennó, através da Lei Aldir Blanc 2020, da websérie de 30 músicas foi realizado o álbum Pra Te Abraçar com 12 músicas lançado em todas as plataformas digitais. Estreia o filme, “Transflorestar - ato l”, de Iara Rennó na 19a Festa Literária Internacional de Paraty, realizada entre 27/11 e 05/12 - 2020 - Lançamento do álbum digital Afrodisíaca, a partir do livro LINGUABRASA CARNEFLOR, em que a própria autora, Iara. O álbum contem alguns de seus principais poemas do livro musicados e interpretações sonorizadas com participação de diversos artistas como: Arnaldo Antunes, Ava Rocha, Negro Leo, Alice Ruiz, Alzira E, Tetê Espíndola, Anelis Assumpção, Leo Cavalcanti, Arrigo Barnabé, Gustavo Galo e Tulipa Ruiz. - 2019 - Foi realizado no Sesc Vila Mariana, o grande espetáculo Macunaíma Ópera Tupi_Transcriação, o Macunaíma em formato de opereta com 22 pessoas no palco, incluindo performance de Jaider Esbell, Aretha Sadick, o ator Pascoal da Conceição, e convidados como Negravat, Curumin, Simone Sou, um corpo de baile com 8 dançarinas. - 2018 - Lançamento do Cd Iara Rennó “Iaiá e os Erês” projeto voltado ao público infantil, o qual gerou trilha para o programa de tv (Pratinho da Iaiá - Tv Rá Tim Bum/ Tv Cultura), realizou diversos shows e participou do Festival TIC Fortaleza/Ceará. Nome: Iara Rennó Função no projeto: Intérprete e Direção Musical Currículo: Nascida em São Paulo, filha dos compositores Carlos Rennó e Alzira Espíndola, iniciou a carreira apresentando-se ao lado da mãe, em 1994. Mais tarde, entre 1998 e 2001, integrou a banda de Itamar Assumpção. De 1998 a 2002 cursou a Faculdade de Letras da FFLCH, USP. Em 2000, recebeu o prêmio de melhor compositora do Projeto Nascente USP/Editora Abril, pelas músicas Som não cabe em nenhum nome, Leve (parceria com Alice Ruiz) e Pimenta no seu reino (com Anelis Assumpção). Uniu-se então à cantora Andreia Dias para formar a banda DonaZica. Em 2003, ainda no DonaZica, compôs Macunaíma, inspirada no primeiro capítulo do romance homônimo. Era o embrião de um projeto que levou cinco anos para ser concluído: o CD Macunaó.peraí.matupi ou Macunaíma Ópera Tupi. O álbum, baseado na obra de Mário de Andrade, contou com participações de artistas como Tom Zé, Siba, Barbatuques e Arrigo Barnabé.Ela também participou do álbum de estreia da cantora Tulipa Ruiz (Efêmera, de 2010) e do CD Treme (2012) de Gaby Amarantos. Em junho de 2016 lançou os álbuns gêmeos ARCO e FLECHA (ybmusic/ Selo Circus), com excelente repercussão na mídia e público, sendo o FLECHA produzido em parceria com Curumin. No final de 2013 lançou IARA (Jóia Moderna) com produção de Moreno Veloso e banda formada Ricardo Dias Gomes (banda Cê, de Caetano Veloso, e Do Amor) e Leo Monteiro (Orquestra Imperial e Duplexx). Com Cibelle, Ruben Jacobina e o Do Amor, apresenta o disco de marchinhas autorais A.B.R.A. Pré-Cá (ST2, 2012). Em 2008 foi a vez do grande Macunaíma Ópera Tupi (selo SESC, 2008), disco temático feito a partir de fragmentos de Macunaíma - o Herói Sem Nenhum Caráter, de Mario de Andrade, que conta com a participação de artistas como Tom Zé, Siba e Barbatuques, entre muitos outros. A produção se transformou no musical Macunaíma no Oficina – Ópera Baile, montada em 2010 no antológico teatro de Zé Celso. Iara Idealizou e realizou o projeto multimídia ORIKI IN CORPORE – Instalação Sonora, exposição de 12 partes somando 400 metros quadrados no Museu Afro Brasil em 2009. Com DonaZica – banda encabeçada por Iara, Andreia Dias e Anelis Assumpção - lançaram os álbuns Composição e Filme Brasileiro, de 2003 e 2005, respectivamente. Em Junho de 2015 Iara Rennó lançou sua primeira aventura literária, o livro de poemas eróti-cômicos Lingua Brasa Carne Flor (Editora Patuá). Ainda em 2015 circulou com o espetáculo DRAMA – interpretando álbum original de Maria Bethânia. Iara iniciou sua carreira cantando com a mãe, Alzira E, além de ter integrado a banda de Itamar Assumpção por três anos como vocalista. Compositora, cantora, instrumentista, produtora musical, performer, atriz e poeta, Iara Rennó tem mais de 100 músicas gravadas e lançadas, tendo entre seus intérpretes Elza Soares, Ney Matogrosso, Gaby Amarantos, Jaloo, Ava Rocha, etc. Nome: Paloma Espíndola Função no projeto: coordenação de produção Currículo: Produtora Cultural, Administradora e Gestora Financeira, atua na área cultural desde 2009 quando fundou a empresa Macunaópera Produção, na Produção Executiva e Administrativa, em parceria com Iara Rennó, cantora, compositora e diretora musical. Teve contemplada as produções que inscreveu no Edital Expresso 2021 Ori Okan Oriki de Iara Rennó (Gravação e apresentação do álbum produzidos em 2022/2023); Catopléia de Luz Marina (licenciamento infantil) e no Edital Direto 2021 Uma cidade chamada eu mesmo de Dani Black; Em 2021 realizou a produção executiva e administração do projeto audiovisual Iara Rennó - Transflorestar, co-produzida pela Macunaópera para o FLIP (Festa literária Internacional de Paraty) realizado em dezembro de 2021; assistência de Produção Executiva Jornada do Patrimônio 2021 - Realizada pela Secretaria Municipal de Cultura Prefeitura de São Paulo e produção da Estúdio Crua; gestão financeira do Festival dos Direitos Humanos realizado pelo Instituto Museu Itamar Assumpção em dezembro de 2023. Sua atuação no campo de produção se estende a diversos artistas como Tetê Espíndola, Jerry Espíndola, Carlos Navas, Dani Black entre outros. Nome: Sergio Luiz Conti de Morais Função: Coordenador do projeto Atuação profissional: Coordenador de inúmeros projetos culturais para editais da Fundação Cultural de Curitiba e da Secretaria de Cultura do Paraná, bem como de projetos apoiados pela Lei Rouanet. Escritor da coluna cultural Frente Fria no jornal HOJE PR. Funcionário do Banco do Brasil por 30 anos, tendo se aposentado como Superintendente Regional. Escritor com diversos livros de poesia publicados e relevante atuação cultural no Paraná. Cantor dos grupos de rock curitibanos Contrabanda e Beijo AA Força, de 1981 a 1984. Atualmente é vocalista da banda Orquestra Sem Fim. Compositor com várias obras gravadas em 9 álbuns de bandas de rock curitibanas. Escritor e poeta com 9 livros de Poesia publicados. Em 2014, foi incluído na antologia 101 poetas paranaenses, organizada por Ademir Demarchi, para a Biblioteca Pública do Paraná. Em 2018, foi coordenador de produção da SÉRIE DE APRESENTAÇÕES EXTRAVAGANTES- FILME CONCERTO, aprovado pelo Ministério da Cultura,em que a Orquestra Sinfônica do Paraná acompanhou ao vivo a trilha sonora do filme City Ligths, de Charles Chaplin, no Teatro Positivo. Em 2019, foi coordenador de produção de TEMPOS MODERNOS e CLÁSSICOS UNIVERSAIS,projetos aprovados pelo Ministério da Cultura e executados pela Orquestra Sinfônica do Paraná.
PROJETO ARQUIVADO.