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Produção da videoarte Entrelaços e realização de um circuito artístico homônimo, para a exibição da videoarte em 10 cidades do Estado do Pará: Abaetetuba, Belém, Bragança, Canaã dos Carajás Capanema, Cametá, Marabá, Paragominas, Parauapebas e Tucuruí. Em cada cidade do circuito será realizada uma videoinstalação imersiva que vai explorar as interações complexas entre seres humanos e o ambiente ao seu redor, destacando como essas conexões são moldadas e influenciadas pelo movimento, pela natureza e pela tecnologia.
A videoarte "Entrelaços" busca revolucionar a percepção da relação humana com o mundo que nos cerca por meio de uma abordagem inovadora. Utilizando técnicas visuais e auditivas de vanguarda, esta obra convida o espectador a mergulhar em uma experiência imersiva e singular. A essência deste projeto resulta em uma peça de videoarte que transcende o convencional, oferecendo uma reflexão profunda e multifacetada sobre as intrincadas interações entre o ser humano, o movimento, a natureza e a tecnologia. Cada frame, cada som, cada elemento visual e auditivo será meticulosamente concebido para desencadear uma jornada sensorial que explora os vínculos complexos e sutis entre o indivíduo e o ambiente, destacando como estas interações se entrelaçam e se manifestam em um tecido interconectado de experiências e emoções. "Entrelaços" não é apenas uma obra de arte visual, mas uma experiência transformadora que convida o público a contemplar, questionar e se conectar com a vastidão de relações que moldam nossa existência. É uma tentativa de mergulhar profundamente na essência da nossa conexão com o mundo, levando-nos a uma jornada introspectiva e reveladora sobre o nosso lugar no universo em constante evolução.
OBJETIVO GERAL Produção da videoarte Entrelaços e realização de um circuito artístico homônimo, para a exibição da videoarte em 10 cidades do Estado do Pará: Abaetetuba, Belém, Bragança, Canaã dos Carajás Capanema, Cametá, Marabá, Paragominas, Parauapebas e Tucuruí. Em cada cidade do circuito será realizada uma videoinstalação imersiva que vai explorar as interações complexas entre seres humanos e o ambiente ao seu redor, destacando como essas conexões são moldadas e influenciadas pelo movimento, pela natureza e pela tecnologia. Objetivos específicos 1. Produção, filmagem e edição da videoarte Entrelaços: *Contratar uma equipe de produção que inclua diretores, cinegrafistas, editores e outros profissionais necessários.*Desenvolver um roteiro detalhado que expresse a mensagem e a estética desejadas para a videoarte.*Escolher locais representativos e inspiradores em cada uma das 10 cidades para as filmagens.* Garantir que a edição da videoarte reflita a complexidade das interações entre seres humanos, ambiente, movimento, natureza e tecnologia. 2. Produção do circuito artístico em cada cidade escolhida: * Estabelecer parcerias locais com espaços culturais, museus, galerias ou outras instituições para sediar as videoinstalações imersivas.* Designar equipes responsáveis pela montagem, instalação e operação das videoinstalações em cada cidade.* Criar materiais promocionais e de divulgação para cada evento do circuito, como flyers, vídeos promocionais, posts em redes sociais, etc.* Assegurar que cada videoinstalação seja adaptada ao espaço específico, proporcionando uma experiência imersiva única para o público local.
Utilizar a Lei Rouanet permite que a arte e a cultura sejam acessíveis a um público mais amplo, oferecendo oportunidades para que pessoas de diversas cidades do Pará tenham acesso à videoarte e à experiência artística imersiva proposta no projeto. Além disso, o projeto ganha visibilidade e credibilidade e demonstra o compromisso do Governo Federal com o desenvolvimento cultural e artístico da região.
1. Resolução de Vídeo: gravação em alta resolução, como 4K, para garantir qualidade visual e detalhes nítidos na exibição. 2. Formato de Áudio: áudio de alta qualidade, com suporte para sistemas de som surround, se possível, para imersão sonora. 3. Tempo de duração da videoarte: 1 hora, em looping, podendo variar de acordo com a narrativa desenvolvida e a edição do material, para melhor experiência do público. 4. Técnicas Visuais: efeitos visuais, animações, câmeras lentas e rápidas, sobreposições, entre outras, para criar impacto visual e transmitir a mensagem que desejamos. 5. Narrativa Audiovisual: Estrutura narrativa que guiará a experiência do espectador ao longo da videoarte, explorando os temas de interação humana com o ambiente. 6. Formato de Exibição: Preparação do arquivo final no formato adequado para exibição na instalações imersivas. 7. Equipamento de Exibição compatível com os sistemas de exibição da instalação em cada cidade. 8. Armazenamento e Distribuição: dispositivos físicos, servidores online e outras plataformas de reprodução.
Acessibilidade Física: Espaços Acessíveis: Escolheremos locais que sejam acessíveis para pessoas com mobilidade reduzida, garantindo rampas de acesso, elevadores, corredores amplos e espaços sem barreiras arquitetônicas. Sinalização Adequada: Utilizaremos sinalizações claras e em diferentes formatos (visual, tátil, sonora) para orientar os visitantes nos espaços de exibição e instalação. Áreas de Descanso: Disponibilizaremos áreas de descanso confortáveis para visitantes que necessitem de pausas durante a visita. Instruções Claras: Ofereceremos informações claras e precisas sobre a acessibilidade dos espaços, tanto nas divulgações antecipadas quanto durante o evento, para que os visitantes saibam o que esperar. Acessibilidade de Conteúdo: Legendas e Audiodescrição: Disponibilizaremos legendas para a videoarte, garantindo que pessoas com deficiência auditiva possam acompanhar o conteúdo. Além disso, ofereceremos audiodescrição para pessoas com deficiência visual, descrevendo as imagens e elementos visuais importantes. Intérpretes de Libras: Ofereceremos serviços de interpretação em Língua Brasileira de Sinais (Libras) durante eventos ou atividades complementares para atender às necessidades de visitantes surdos. Conteúdo Multissensorial: Exploraremos a possibilidade de criar experiências multissensoriais que vão além da visualização do vídeo, incorporando elementos táteis, olfativos ou sonoros para enriquecer a experiência de todos os visitantes.
A democratização do acesso à instalação da videoarte será realizada por meio da gratuidade completa para o público. Isso significa que todos terão acesso livre e sem custos para vivenciar a experiência da videoarte em todas as cidades do circuito artístico. Essa decisão visa garantir que a arte seja acessível a todos, sem barreiras financeiras, permitindo que um público diversificado tenha a oportunidade de se envolver e refletir sobre a interação entre seres humanos, ambiente, movimento, natureza e tecnologia, conforme proposto na videoinstalação "Entrelaços".
LORENNA MESQUITA: Diretora Geral da videoarte e da videoinstalação; produtora e realizadora do vídeo e do circuito artístico; performer da vídeoarte. Escritora, editora, atriz produtora cultural, lançou em 2021 o romance Leite Seco, baseado em relatos de mulheres vítimas de agressão psicológica, que também teve sua versão em audiolivro. O livro inspirou a realização da peça-online homônima com total produção artística e técnica de Lorenna Mesquita. Pesquisadora da vida e obra da poeta portuguesa Florbela Espanca, a artista escreveu três livros: “Endiabrada Bela”; “Florbela Espanca – a hora que Passa”, que virou peça de teatro com a qual viajou para 20 cidades portuguesas, Cabo Verde e Estados Unidos; e “Eu quero Amar!”, este último trazendo uma coletânea de 70 poemas e cartas de Florbela. Todas as obras ganharam versões em audiolivro. Ainda no campo literário, Lorenna Mesquita editou o livro “AquarelaBANG, de Isadora Salazar com ilustrações de Thithi Johnson; o infantil “A família de robôs ABC” e sua versão em inglês; e “O Balão Amarelo: uma aventura em cores”. Atualmente está editando do primeiro romance da escritora Josie Conti, responsável pela revista online Conti Outra, artes e afins, que possui mais de dois milhões de seguidores na internet. Nas redes sociais, Lorenna Mesquita mantem um diálogo constante com o público feminino, promovendo lives e sendo convidada para entrevistas para abordar temáticas sobre relacionamentos abusivos e feminismo. Também realiza intervenções artísticas na internet com vídeos experimentais e vídeopoesias no seu canal do YouTube (www.youtube.com.br/LoMesquita), além de leituras de contos e crônicas de grandes escritoras e jovens dramaturgas. No cinema, Lorenna Mesquita dirigiu, filmou e atuou no curta-metragem Água de Mortas, inspirado em livro homônimo de Isadora Salazar; recebeu o prêmio de melhor atriz no II Festival de Cinema de Petrópolis, pelo curta-metragem "Ouija", da Gatacine, com direção de Marcelo Galvão; e participou do 67º Festival de Cinema de Cannes, com o curta-metragem "Epílogo", da Deroul Filmes, com direção da cineasta paraense Simone Bastos. Demais equipe artística e técnica será selecionada entre os profissionais do Estado do Pará, para a realização do projeto e do circuito artístico.
PERÍODO DE EXECUÇÃO DO PROJETO ATUALIZADO.