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Trata-se de uma exposição de 180 objetos de artesanato popular brasileiro, realizada de forma itinerante entre São Paulo, Goiânia e Belém do Pará. O conceito da exposição é explorar a inter-relação das brincadeiras regionais de crianças e a produção artesanal brasileira contemporânea. A curadoria, sob responsabilidade de profissionais locais do artesanato, arte e design, prevê a seleção de 10 objetos de 18 artesãs e artesãos de todo o país, reconhecidos por notório saber, presentes em coleções e acervos públicos e privados. O projeto expositivo prevê a produção de mini documentários, relatando o processo de produção dos artesãos de suas respectivas regiões. Como parte da programação, a exposição oferecerá 24 atividades de formação livre em cultura, guiadas pelo trabalho dos artesãos e dos curadores.
A exposição itinerante 'Palhaçaria' apresenta uma divertida jornada pela riqueza do artesanato popular brasileiro e as relações estabelecidas com as brincadeiras infantis do folclore nacional. Com curadoria criteriosa de especialistas locais, são exibidos 180 objetos brincantes selecionados minuciosamente, representativos do notório saber de 18 artesãos. No campo da educação, Palhaçaria oferece mini documentários sobre o processo de criação desses artesãos, enriquecendo o entendimento sobre suas tradições e salvaguardando técnicas. A exposição proporciona atividades de formação livre em cultura, guiadas pelos próprios artesãos e curadores, promovendo um diálogo vibrante entre técnicas artesanais, brincadeiras e a identidade cultural brasileira vernacular.
Objetivo Geral O projeto visa promover a cultura brasileira por meio de uma exposição itinerante de artesanato popular, inspirado pela Lei Nº 8.313/1991. Busca divulgar, preservar e fortalecer as tradições artesanais do país, conectando o público às raízes culturais e valorizando o artesanato como expressão da identidade nacional. Por meio de exposições, atividades culturais, produção midiática, plataforma digital e catálogos bilíngues, o projeto convida o público a explorar o rico universo do artesanato brasileiro, destacando sua beleza estética e seu significado cultural e social, em meio a um público adulto e infantil, de acordo com o Art. 3º da Lei Nº 8.313, de 23 de Dezembro de 1991: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023) II - fomento à produção cultural e artística, mediante: d) cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a exposições públicas no País e no exterior; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Objetivos específicos Construir projeto expográfico para 180 objetos de artesanato popular brasileiro;Realizar 3 montagens da exposição, em São Paulo, Goiânia e Belém do Pará;Produzir 3 vídeos para a exposição;Oferecer 24 atividades de formação cultural durante a programação;Projetar plataforma digital para acessibilidade do acervo;Editar e imprimir 3600 unidades de catálogo bilíngue.
A relação entre artesãos, artesanato e brincadeiras infantis revela uma interconexão profunda entre tradição cultural, transmissão de conhecimento e preservação do patrimônio imaterial. Como exemplo, a tradição artesanal do miriti atravessa gerações em Abaetetuba, no Pará, onde a produção dos brinquedos é uma atividade familiar. Desde pequenas, as crianças frequentam oficinas, aprendendo a fazer seus próprios brinquedos com pais, avós e tios, verdadeiros mestres de ofício. Destaca-se que essa relação familiar permite a transmissão do conhecimento, mantendo viva a tradição cultural no Município. O envolvimento das crianças que brincam com brinquedos artesanais não apenas preserva a tradição, mas também reforça a importância da Cultura nas identidades locais. Os brinquedos de artesãos são ricos em significados. Retratam a fauna regional, casas, embarcações e, ao mesmo tempo, evoluem para representar objetos e situações contemporâneas. Essa capacidade de reinvenção, aliada à preservação das raízes culturais, faz com que a tradição do miriti permaneça relevante mesmo diante da presença predominante de brinquedos industrializados. A brincadeira conecta com a tradição familiar e também contribui para a preservação do Patrimônio Cultural brasileiro. A Lei Federal de Incentivo à Cultura se faz necessária para financiamento deste projeto, por se enquadrar nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 e objetivos do Art. 3º da referida norma: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3º da Lei Nº 8.313, de 23 de Dezembro de 1991: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023) II - fomento à produção cultural e artística, mediante: d) cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a exposições públicas no País e no exterior; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Plano de divulgação Serviços gerais Designer Junior - 12 mesesAssessoria de Comunicação - 12 mesesAssessoria de marketing digital - 12 mesesAssessoria de imprensa - 12 meses Ações previstas Mídia online: Comunicação pelas redes sociais (Facebook, Instagram, TikTok, LinkedIn e Site) Ação com influenciadores (SP, Goiânia e Belém) Mídia física: MÍDIA EM METRÔ - PAINEL (2,15X1,07M) NA ESTAÇÃO (SP) BUSDOOR - ADESIVAÇÃO DE ÔNIBUS (2,1 X 1,05 M) - JANELA TRASEIRA (SP, Goiânia e Belém) BACKBUS - ADESIVAÇÃO DE ÔNIBUS (2,9 X 2,2 M)- TRASEIRA COMPLETA (SP, Goiânia e Belém) Mídia televisiva: MÍDIA TELEVISIVA - ANÚNCIO EM TV (30 SEGUNDOS) - JORNAL LOCAL À TARDE (1 SPOT por localidade) MÍDIA TELEVISIVA - ANÚNCIO EM TV (30 SEGUNDOS) - JORNAL LOCAL À NOITE (1 SPOT por localidade) Referências bibliográficas BAXTER, Mike. Projeto de Produto. Guia prático para o design de novos produtos. Tradução Itiro Iida. São Paulo: Editora Blucher, 2011. BHABHA, Homi K (1998). O Local da Cultura. Belo Horizonte: Editora UFMG, 1998. BONSIEPE, Gui. Design, Cultura e Sociedade. São Paulo: Edgar Blucher, 2011. BORGES, Adélia. Design + Artesanato: o caminho brasileiro. São Paulo: Editora Terceiro Nome, 2011. BRITISH DESIGN COUNCIL. The Double Diamond: a universally accepted depiction of the design process.Londres: British Design Council, 2004. MANZINI, Ézio. Design when everybody designs: an introduction to design for social innovation. EUA: The MIT Press, 2015 PAPANEK, Victor. Design for the Real World: Human Ecology and Social Change. New York: Pantheon Books, 1973. SARTORELLI, Cesar Augusto. Arquitetura de Exposições: Lina Bo Bardi e Gisela Magalhães. São Paulo: Edições SESC, 2019. Referências de sitesARTE DO BRASIL. Em nome do autor: Benito Campos. ARTE DO BRASIL, s.d. Disponível em: http://www.artedobrasil.com.br/benedito_euclides.html. Acesso em 16/10/2023. ARTESOL. Rede Nacional do Artesanato Cultural Brasileiro: A maior Plataforma de artesanato de raiz cultural do mundo. Artesol, 2022. Disponível em: https://artesol.org.br/rede. Acesso em: 20/11/2023. BRINQUEDO VIVO. Nossa História. Instituto Brinquedo Vivo, 2019. Disponível em: http://www.brinquedovivo.com.br/hist%c3%b3ria.html. Acesso em 17/11/2023. CRISTO, Élida. Os brinquedos de miriti pelo olhar das crianças de Abaetetuba. Lunetas, 2023. Disponível em: https://lunetas.com.br/os-brinquedos-de-miriti-pelo-olhar-das-criancas-de-abaetetuba/. Acesso em 22/11/2023. GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO. Como funciona o ProAC ICMS. Secretaria da Cultura, Economia e Indústrias Criativas do Estado de São Paulo, 2023. Disponível em: https://www.proac.sp.gov.br/faq_icms/como-o-proac-icms-funciona/. Acesso em 15/11/2023. PARAÍBA CRIATIVA. Registro das artes e culturas da Paraíba: Babá Santana. Paraíba Criativa, 2020. Disponível em: https://paraibacriativa.com.br/artista/baba-santana/. Acesso em 15/10/2023. RODRIGUES, Ari. O artesanato e sua importância cultural e econômica, no passado e no presente. Rede Artesanato Brasil, 2021. Disponível em: https://redeartesanatobrasil.com.br/2021/07/24/importanciadoartesanato/. Acesso em 22/11/2023. Referências de filmesBRINQUEDO Vivo - Edilson Bezerra Noca. Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de SP. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=oHCMyNcj7Gc&. Acesso em 10/10/2023. BRINQUEDO Vivo - Paulo Roberto Carneiro. Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de SP. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=HSAYLqYcdZQ. Acesso em 10/10/2023.
Montagem 1: São Paulo - SP Espaço das Artes - USP - Campus Cidade Universitária Datas: 30/03/2025 - 23/05/2025 Montagem 2: Goiânia - GO Campus UFG Datas: 30/05/2025 - 23/07/2025 Montagem 3: Belém - PA Campus UFPA Datas: 30/07/2025 - 23/09/2025 Desmontagem: 23/09/2025 - 30/09/2025 LISTA DE ARTESÃOS E OBJETOS PREVISTOS POR REGIÃO Região:Norte Quantidade de objetos: 40 Mestres/Artesãos/Cooperativas mapeadas: Artesanato Molongó Uarini - AM AAPAM – Associação dos Artesãos Produtores de Artesanato De MiritiAbaetetuba - PA IMMA – Instituto Multicultural Miritis da AmazôniaAbaetetuba - PA DarlindoBelém - PA Região: Nordeste Quantidade de objetos: 40 Mestres/Artesãos/Cooperativas mapeadas: Babá SantanaJoão Pessoa - PB GingaPedra Branca - CE Paulo CarneiroRibeirão - PE Família Cândido Juazeiro do Norte - CE Região: Centro-Oeste Quantidade de objetos: 40 Mestres/Artesãos/Cooperativas mapeadas:Divino Alves FaleirosBrazilândia - DF Instituto de Arte Indígena Brasileira XepíCanarana - MT Carlos Antonio da Silva Aparecida de Goiânia - GO Cleziania RibeiroAlexânia - GO Região: Sudeste Quantidade de objetos: 40 Mestres/Artesãos/Cooperativas mapeadas:Artesanato Pássaros CaparaóDIVINO DE SÃO LOURENÇO - ES Benito CamposSão Luiz do Paraitinga - SP Mestre Alice de OliveiraCampinas - SP Casa do Figureiro Maria da Conceição Frutuoso Taubaté - SP Região: Sul Quantidade de objetos: 20 Mestres/Artesãos/Cooperativas mapeadas: Associação LadrilãPelotas - RS Oilson Luiz Machado Florianópolis - SC
Produto: EXPOSIÇÃO ACESSIBILIDADE FÍSICA: Evento presencial: Rampas e elevadores de acesso, cadeiras adaptadas para pessoas obesas, assentos reservados para mobilidade reduzida e espaços reservados para cadeirantes. Linha: locação de espaço ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O conteúdo das legendas dos objetos será impressa em braile e também será acompanhado por audiodescrição disponibilizada pela plataforma online. Também haverá visita sensorial assistida. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O conteúdo audiovisual será acompanhado de legendas e tradução em libras. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: A visitação será acompanhada de coordenação pedagógica. Produto: PLATAFORMA ONLINE ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: A plataforma será desenvolvida de acordo com a Lei Brasileira de Inclusão e as normas W3C/WCAG 2.1 ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: A plataforma será acompanhada de aplicativo de tradução simultânea de libras. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Programação e conteúdos desenvolvidos com o uso de interfaces simples e previsíveis, botões, ações e opções de menu com rótulos descritivos, sem o uso de cores com excesso de saturação ou artífices que possam causar distrações ou stress. Produto: MINI DOCUMENTÁRIOS ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: A plataforma será desenvolvida de acordo com a Lei Brasileira de Inclusão e as normas W3C/WCAG 2.1 ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O conteúdo audiovisual será produzido com legendas descritivas e tradução em libras. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Conteúdos produzidos sem o uso de cores com excesso de saturação ou artífices que possam causar distrações ou stress. Produto: CONTRAPARTIDA SOCIAL - ATIVIDADES DE FORMAÇÃO CULTURAL ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Acesso regularizado pelo espaço e acompanhamento. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Tradução simultânea de libras. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Acompanhamento de coordenação pedagógica.
Para atendimento ao Art. 21 da IN nº 02/2019 o projeto irá adotar as seguintes medidas como ação de ampliação de acesso: V - Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; Também, o evento será gratuito para acesso, e a participação nos eventos de formação cultural também será gratuita.
Responsáveis: Lucas Furio Melara LM&Companhia Direção Geral Lucas Melara é Mestre em Design pelo Programa de Pós Graduação da FAAC/UNESP Bauru, na linha de Planejamento de Produto, onde também se tornou Bacharel em Design. Faz parte do Grupo de Pesquisa em Design Contemporâneo: Sistemas, objetos e cultura, coordenado pela Profª Drª Mônica Moura, cuidando do Doutoramento Honoris Causa de Adélia Borges em 2021. É colaborador do Laboratório de Design Solidário - LabSol, coordenado pelos Profs. Drs. Claudio Roberto y Goya, Adriana Yumi Sato Duarte e Ana Beatriz Pereira de Andrade. Foi responsável pelo projeto de comunicação cultural e extensionista da Pró-reitoria de Extensão Universitária e Cultura (PROEC/Unesp), realizando projetos com os Espaços Museológicos, Centros de Ciência, Coral da Unesp e a Exposição Rubens Borba de Moraes: Um protagonista invisível, entre a UNESP, USP, UNICAMP, FESPSP e outras, trabalhando na área da curadoria, produção digital e acessibilidade. Lucas pesquisa a relação entre Design, os 17 ODS - Objetivos de Desenvolvimento Sustentável na economia criativa, onde também o faz como designer chefe da LM & Companhia, agência de design, cultura e sustentabilidade, criando e produzindo projetos editoriais e expositivos desde 2018. Jaine SilvaDireção de ProduçãoJaine Silva é produtora cultural desde 1999. Atua na produção executiva, coordenação e organização de exposições, publicações e mesas-redondas na área cultural. De 1999 a 2015 foi coordenadora executiva do museu A CASA - instituição que contribui para o reconhecimento, valorização e desenvolvimento do artesanato e design brasileiro, onde produziu mais de 60 ações culturais. Entre as ações estão a Exposição Renda-se (2015) com curadoria Dudu Bertholini, Exposição Trangressão (2015) com curadoria Renata Piazzalunga, Exposição Sentido Figurado com curadoria de Fernando Penteado (2014), Exposição Prêmio Objeto Brasileiro (edições de 2008, 2010, 2014), Exposição Espedito Seleiro (2013), entre outras. Desde 2018 atua de forma independente como produtora e designer gráfica, tendo prestado consultoria de artesanato para ArteSol / Artesanato Solidário, loja Artiz e loja Paiol. Fez assistência de curadoria para Adélia Borges em vários projetos, tais como a exposição EntreMeadas, realizada pelas unidades Vila Mariana, Guarulhos e Bauru do Sesc-SP (2019-2023), Origem Vegetal - A Biodiversidade transformada, realizada pelo CRAB - Centro Sebrae de Referência do Artesanato Brasileiro (2016) e exposição Cerâmicas do Brasil (2015), realizada pelo museu A CASA. Em 2023 atuou como colaboradora da empresa Amalgama na organização de ações culturais no Sesc Pinheiros e Sesc Vila Mariana. Ricardo Gomes Lima Curador-chefe Doutor em antropologia. Professor do Instituto de Artes e do Programa de Pós-Graduação em Artes e Coordenador de Projetos Estratégicos de Cultura e Articulação Popular da pró-reitoria de Extensão e Cultura da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Pesquisador de cultura e autor de diversos livros e artigos sobre artesanato e artes populares. Bacharel e Licenciado em Ciências Sociais pelo Instituto de Ciências Humanas e Filosofia / UFF (1978). Mestre em Artes Visuais / Antropologia da Arte pela Escola de Belas Artes / UFRJ (1993). Doutor em Antropologia Cultural pelo Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais / UFRJ (2006). Professor Adjunto do Instituto de Artes / UERJ (desde 1995) e do Programa de Pós-Graduação em Artes. Membro do Núcleo de Cultura Popular e co-editor da Revista Textos Escolhidos de Cultura e Artes Populares. Foi pesquisador do Centro Nacional de Cultura Popular / IPHAN / MinC (1983 - 2011), onde foi responsável pelo Setor de Pesquisa e Coordenador da Sala do Artista Popular. Assumiu, no período de 2009 a 2011, a Coordenação Técnica do Promoart / Programa de Promoção do Artesanato de Tradição Cultural. Realiza pesquisas sobre o universo da cultura popular, em especial o campo da arte e do artesanato populares. Foi Diretor do Departamento Cultural da UERJ de 2008 a 2016, e foi coordenador do Ecomuseu Ilha Grande da UERJ no período de 2009 a 2015. Ana Beatriz Pereira de Andrade Coordenação Pedagógica Professora de Fotografia - Design (FAAC/UNESP). Doutora em Psicologia Social - Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ (2009), Mestre em Comunicação e Cultura - Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro - ECO/UFRJ (1999), Bacharel em Comunicação Visual - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro - PUC-Rio (1989). Atualmente é Professora Assistente Doutora no Departamento de Design da Faculdade de Arquitetura, Comunicação e Artes da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (FAAC/UNESP), campus Bauru, onde colabora em atividades de gestão, pesquisa e extensão. Parecerista e avaliadora de projetos de Iniciação Científica (PROPe - PIBIC/PIBITi) e de Extensão (PROEC). Representante da FAAC/UNESP junto à Secretaria Nacional de Ciência e Tecnologia - Seção Bauru, coordenando a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia - Festa da Ciência, Ciência Tour, Ciência vai à Escola (projeto de evento cultural/acadêmico). Integra o Grupo de Pesquisa em Design Contemporâneo: sistemas, objetos e cultura (CNPq / UNESP). Internacionalmente, pela Universidade de Palermo (BA, Argentina), é membro fundadora do Foro de Escuelas de Diseño, do Foro de Escuelas de Arte, da Comisión Latinoamericana de Posgrado, do Observatorio Latinoamericano de Investigación en Diseño, da Red Latinoamericana de Emprendedores Creativos, da Asociación Latinoamericana de Carreras de Diseño Grafico, do Comité Académico del Congreso Latinoamericano de Enseñanza en Diseño e do Consejo de Embajadores del Diseño Latino. Recebeu os títulos honoríficos de membro do Comité de Honor del Diseño Latinoamericano e de Embajador del Diseño Latino. Adão Siqueira Administrador Metro Cenografia Bacharel em Administração pela Universidade Estadual do Paraná e pós graduado em Gestão Empresarial. Sócio e administrador do empreendimento que tem em seu principal objetivo o atendimento da indústria criativa de cultura e de eventos.Com portfólio diversificado e composto por implantação em importantes projetos, temos no âmbito das grandes exposições o museu do Amanhã, Museu da Imigração e Museu Judaico de São Paulo. Na área de eventos a Bienal Internacional de Artes de São Paulo, 7ª edição do Prêmio da Indústria Nacional Marcantonio Vilaça, Festival de Animação da América Latina e as Cerimônias de abertura e encerramento dos Jogos Olímpicos Rio 2016. No ambiente corporativo atuação em projetos como o Espaço Horizontes que conta a história do empresário Abílio Diniz e de sua família, cenário para gravação de filme publicitário da Nike, lançamento da linha Vitreous da Brastemp, Lançamento Fiat Linea, camarote Jack Daniel’s no Allianz Parque, entre outros.
PROJETO ARQUIVADO.