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PRONAC 242701Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

Geração Flica vai à Escola

CALI CACHOEIRA LITERARIA PRODUCOES E EDICOES LTDA
Solicitado
R$ 6,00 mi
Aprovado
R$ 6,00 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Event Literá/Ações Edu-Cult Incen Leitu/SlamSarau
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Açoes de incentivo à leitura
Ano
24

Localização e período

UF principal
BA
Município
Cachoeira
Início
2025-01-13
Término
2025-11-19
Locais de realização (40)
Alagoinhas BahiaAmélia Rodrigues BahiaAndaraí BahiaAntônio Gonçalves BahiaAporá BahiaAracatu BahiaAramari BahiaBarra do Choça BahiaBarreiras BahiaBoninal

Resumo

Geração Flica vai à Escola é a versão itinerante da programação juvenil da Flica-Festa Literária Internacional de Cachoeira, voltada ao público de 13 a 21 anos. Percorre 40 municípios do interior da Bahia, abrangendo todos os quadrantes do estado. No interior dos auditórios das escolas modelo da rede estadual de ensino, voltadas para o Ensino Médio, ocorrem em cada município oito mesas literárias, com um a dois autores e um mediador em cada mesa, distribuídas em dois dias de evento, totalizando 80 dias de programação. Cada etapa terá a participação de pelo menos dois autores internacionais, sendo um deles obrigatoriamente de um dos três países principaís da Diáspora Africana ao Brasil: Nigéria, Angola e Moçambique, trazendo contribuições das culturas dos antepassados da maior parte da população baiana (iorubás, haussás, bantos, ibos), outro alternadamente das Américas, Europa e Ásia. Participarão ainda autores de projeção nacional, regional e local.

Sinopse

Festa literária voltada ao público juvenil: 13 anos de idade ou mais. Total de mesas literárias do projeto: 320, compreendendo portanto 480 horas de programação. Registro audiovisual de todo conteúdo, com posterior disponibilização na íntegra nas redes sociais, em especial no YouTube. Atrações: 13 a 16 autores literários e 8 mediadores por etapa. Cidade-base do projeto: Feira de Santana-BA.

Objetivos

Objetivo geral A realização da Geração Flica vai à Escola destina-se a levar a todos os quadrantes do interior da Bahia recorte juvenil do aclamado e reconhecido evento literário Flica-Festa Literária Internacional de Cachoeira, realizado desde 2011 no Recôncavo Baiano. São 40 municípios diretamente visitados, com eventos abertos também a plateias de outras localidades. Com uma programação focada na diversidade de expressões, traz autores literários dos países correspondentes à área de maior concentração da Diáspora Africana ao Brasil, notadamente Nigéria, Angola e Moçambique, matrizes das raízes étnicas dos antepassados, e também da Ásia, Europa e Américas, autores que tenham como público preferencial adolescentes e jovens. A diversidade é completada pela presença de autores de projeção nacional, regional e local. Promover a literatura ao público juvenil num formato experimentado, estimulante, participativo, com uma proposta de curadoria a estabelecer o diálogo entre o global e o local, entre questões identitárias e vivências cotidianas, propicia experiência nova e potencialmente rica a quem toma parte, ativamente, na plateia da Geração Flica vai à Escola. Ao privilegiar como espaço a escola pública de ensino médio, as sucessivas etapas do evento promovem a visibilização de estudantes e professores da rede, contribuindo para a autoestima desses partícipes e para o diálogo entre as comunidades e a escola. Objetivos Específicos - Realizar, em auditórios próprios das escolas-modelo da rede estadual de ensino, com capacidade média para 400 espectadores sentados, 320 mesas literárias, em programação distribuída por 40 municípios, com oito mesas literárias em cada um deles, todas voltadas ao público juvenil (a partir de 13 anos de idade). Acesso gratuito. - Registrar em vídeo a íntegra das 480 horas de atrações e publicar, também integralmente, o registro em redes sociais, especialmente no canal do evento no YouTube. - As mesas literárias terão duração aproximada de 90 minutos e serão compostas por um mediador e um ou dois autores. - Um autor poderá participar de até seis etapas, sucessivas ou alternadas, porém com recortes diversos em cada participação (variadade de temas, mediadores ou codebatedores). Estarão na programação pelo menos sete autores literários diferentes dos países correspondentes a maior parte da Diáspora Africana ao Brasil: Nigéria, Angola e Moçambique; sete autores da Ásia, Europa e Américas alternadamente; 30 autores residentes fora da Bahia; completando a grade de programação autores residentes na Bahia, inclusive locais. Se não houver, para cada etapa, autor literário local com livro publicado, serão selecionados previamente autores locais não publicados que se disponham a dialogar com outro autor da programação. Se, ainda assim, não se encontrar quem se disponha a ocupar esse espaço, selecionar-se-á autores dos municípios do entorno. - Enfatizar as contribuições étnicas para a formação do povo baiano, especialmente da rica trajetória e vivências atuais de iorubás, bantos, haussás, ibos, entre outros povos africanos, bem como raízes nativas e europeias, em diálogo permanente, reforçando a identificação pelos baianos de toda a riqueza de suas expressões. - Para abrigar quem não consiga lugar no auditório e para suprir o caso de auditórios com menos de 400 lugares, projetores serão instaladas em dependências da escola que sediar cada etapa. - Proporcionar a visitação escolar originada de outras escolas do mesmo município ou de municípios do entorno em cada etapa. - Dar visibilidade às escolas, municípios e microrregiões que sediarão as etapas do evento.

Justificativa

A promoção da literatura pela via das festas literárias tem sido uma das principais diretrizes das instâncias governamentais empenhadas na promoção e no apoio a produções culturais no Brasil. A experiência da convivência em pares e coletiva entre autores e leitores, estes também criadores em potencial, demonstrou-se pelo suceder de eventos dessa natureza o quanto pode ser estimulante para a promoção da leitura, especialmente entre os jovens e adolescentes. A presença em eventos de natureza cultural, por sua vez, constitui talvez oportunidade inaugural ou única para o habitante do interior baiano, tão sedento de superar as barreiras de sua invisibilidade relativa e de encontrar identidades que o impulsionem a participar de soluções aos desafios que se apresentam a sua comunidade. Noutro viés, etnia é cultura, o étnico se manifestando com vigor na arte literária, expressão de sentimentos e relações com o outro. Sendo falsa a noção substantiva de cultura, como algo que se ganha ou se perde, os conceitos do étnico, da identidade, no sujeito são ressignificados pela interação com a literatura, contato que nada tem de passivo, pois cada leitor reescreve em si o lido. Assim, quanto mais diverso, mais rico e mais intenso o contato com a palavra lida, mais alvissareira a continuação dessa relação do sujeito com a palavra escrita na forma de arte literária. Geração Flica vai à Escola vem para otimizar o oportuno encontro entre a palavra e o diálogo, otimizar pela itinerância, se fazendo presente em 40 municípios do interior da Bahia, para um público presencial total de 128 mil espectadores, muitos mais pelas transmissões simultâneas e pelas publicações na íntegra dos registros das etapas do evento nas redes sociais. Vai-se aonde se faz mais necessário, vai-se longe, 7.250 quilômetros na soma das distâncias entre uma etapa e outra. Geração Flica vai à Escola necessita captar via leis de incentivo federais, via o presente instrumento para o qual inscreve este projeto. E o faz afirmando que se enquadra em critérios legais objetivos, como se pode constatar a seguir. Facilita o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais (inciso I do art. 1 da lei 8.313/1991), pois dá acesso gratuito a todas as atrações, sem distinções. Promove e estimula a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais (inciso II do art. 1 da lei 8.313/1991), promovendo o diálogo entre autores locais, de um estado do Nordeste, de municípios do interior do Nordeste, e o público leitor, entre autores locais e autores dos grandes centros do país e africanos, latino-americanos, norte-americanos, europeus e asiáticos. Apoia, valoriza e difunde o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores (inciso III do art. 1º da lei 8.313/1991), ao dar voz a autores de poesias, de romances, de contos, a criadores literários, muitos deles exaltando a cultura local e suas ricas manifestações culturais. Salvaguarda a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira (inciso V do art. 1º da lei 8.313/1991), por registrar em áudio e vídeo toda a programação, em seguida disponibilizada em meios públicos, o processo de criação do artista literário traduzido pelo próprio artista literário na forma de sua participação no evento. Desenvolve a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações (inciso VII do art. 1º da lei 8.313/1991), ao dar voz a criadores literários estrangeiros, pondo-os em contato com autores nacionais e com o público brasileiro, não apenas no evento, mas pela internet através do registro e difusão em áudio e vídeo. Estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória (inciso VIII do art. 1º da lei 8.313/1991), por seu foco na literatura, bem cultural de valor universal, formador e informador de conhecimento, cultura e memória sem par, dando voz e presença ao público de autores de todos os quadrantes. Prioriza o produto cultural originário do país (inciso IX do art. 1º da lei 8.313/1991), ao valorizar a edição brasileira de livros, tanto de autores nacionais quanto de internacionais presentes ao evento. Sessões de autógrafos, além das apresentações em si, são momentos de apoio significativo para o produto cultural livro originário do Brasil. Em linha com disposições do art. 3º da lei 8.313/1991, é uma ampla exposição de criação literária artística, aberta ao público, com acesso gratuito a todos, garantindo o fomento à produção cultural e artística e o estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais. Assim, solicitamos o apoio do Ministério da Cultura, via mecanismo de incentivo a projetos culturais, à Geração Flica vai à Escola, 1ª edição, 2025.

Estratégia de execução

O projeto prevê ações de neutralização de carbono, administradas por empresa especialmente contratada para esse fim. Os deslocamentos são estimativas. Trechos de ida e volta listados como apenas numa direção para fins de simplificação da planilha. Orçamento: custos gerais de todas as etapas que não faz sentido separar por etapas listados na etapa inicial, em Feira de Santana-BA.

Especificação técnica

Mesas literárias com um mediador e um ou dois autores literários, uma hora e trinta minutos de duração cada mesa. São quatro mesas por dia de evento, oito mesas por etapa. Os horários serão adaptados à realidade local, em diálogo com as escolas que sediarem cada etapa, mas em princípio ocorrerão às 14, 16, 18 e 20 horas. Haverá sessão de autógrafos dos autores participantes após cada mesa. O espaço da plateia e do palco das mesas literárias será tenda padronizada, climatizada, com capacidade para 400 espectadores sentados na plateia. A tenda será montada em área da escola pública que sediar cada etapa. Em não havendo espaço suficiente, poderá ser instalada nas proximidades da escola. Espaços próprios da escola sediante da etapa receberão por cabo áudio e vídeo das mesas de forma simultânea, utilizando projetores para permitir que quem não conseguiu espaço na plateia por conta de lotação esgotada possa acompanhar as mesas. Calendário das etapas, todas realizadas no ano de 2025, em municípios do estado da Bahia. Etapa 1 – Feira de Santana – 17 e 18/03Etapa 2 – Amélia Rodrigues – 20 e 21/03Etapa 3 – Pojuca – 24 e 25/03Etapa 4 – Camaçari – 27 e 28/03Etapa 5 – Jaguaripe – 31/03 e 01/04Etapa 6 – Valença – 03 e 04/04Etapa 7 – Camamu – 05 e 06/05Etapa 8 – Itacaré – 08 e 09/05Etapa 9 – Ilhéus – 12 e 13/05Etapa 10 – Itabuna – 15 e 16/05Etapa 11 – Prado – 19 e 20/05Etapa 12 – Porto Seguro – 22 e 23/05Etapa 13 – Ibicuí – 26 e 27/05Etapa 14 – Jequié – 29 e 30/05Etapa 15 – Vitória da Conquista – 02 e 03/06Etapa 16 – Aracatu – 05 e 06/06Etapa 17 – Pindaí – 09 e 10/06Etapa 18 – Boninal – 12 e 13/06Etapa 19 – Formosa do Rio Preto – 07 e 08/07Etapa 20 – Barreiras – 10 e 12/07Etapa 21 – Andaraí – 14 e 15/07Etapa 22 – Caculé – 17 e 18/07Etapa 23 – Barra do Choça – 21 e 22/07Etapa 24 – Maracás – 24 e 25/07Etapa 25 – Remanso – 28 e 29/07Etapa 26 – Juazeiro – 31/07 e 01/08Etapa 27 – Antônio Gonçalves – 04 e 05/08Etapa 28 – Presidente Dutra – 07 e 08/08Etapa 29 – Serrolândia – 11 e 12/08Etapa 30 – Quijingue – 14 e 15/08Etapa 31 – Euclides da Cunha – 18 e 19/08Etapa 32 – Tucano – 21 e 22/08Etapa 33 – Cipó – 25 e 26/08Etapa 34 – Crisópolis – 28 e 29/08Etapa 35 – Aporá – 01/09 e 02/09Etapa 36 – Aramari – 04 e 05/09Etapa 37 – Alagoinhas – 08 e 09/09Etapa 38 - São Francisco do Conde – 11 e 12/09Etapa 39 – Ipecaetá – 15 e 16/09Etapa 40 – Santo Amaro – 18 e 19/09

Acessibilidade

- As escolas que sediarão as etapas dos eventos dispõem dos equipamentos necessários à locomoção das pessoas com deficiência, como rampas e pisos táteis. São escolas-modelo, de construção ou reforma recentes. - Os banheiros serão os das escolas municipais que servirem de sede. São elegíveis para sede apenas as escolas que tenham equipamentos para pessoas com deficiência em seus banheiros, além das demais medidas obrigatórias de acessibilidade. - O modelo da programação do festival prescinde de audiodescrição, pois todas as apresentações são faladas ou cantadas. - Todas as atividades terão intérpretes em libras (item orçamentário incluído em todas as etapas).

Democratização do acesso

O acesso a toda programação é gratuito. Terão preferência até 80% da lotação os estudantes e professores da escola pública que sediar cada etapa, aberta 20% para visitação escolar (de escolas outras) e público em geral. Projetores instalados em salas de aula (equipamento em geral tido pelas próprias escolas) e outros espaços da escola transmitirão a programação em tempo real. Toda programação será registrada em áudio e vídeo e postada integralmente em redes sociais de acesso gratuito, em especial no YouTube. É livre o registro audiovisual por terceiros do conteúdo da programação.

Ficha técnica

Instituição proponente: A Cali Cachoeira Literária foi detentora da marca Flica-Festa Literária Internacional de Cachoeira, com suas marcas agregadas, como Fliquinha e Geração Flica, de 2013 a 2023. Tendo passado por mudanças societárias, atualmente tem como sócios-administradores, em proporções iguais, Marco Schommer e Jomar Lima, ambos com experiência em produção cultural, especialmente em eventos literários. Embora a Cali tenha passado o domínio sobre as marcas Flica e associadas a Schommer Produções, de Túlio Schommer, tem a permissão deste para propor e realizar o presente projeto. Marco Schommer, sócio-proprietário da instituição proponente (Coordenador Geral) Natural de Barreiras-BA e radicado em Valença-BA. Produziu e gerenciou a livraria oficial da Festa Literária Internacional de Cachoeira em 2015 e coordenou o mesmo evento em 2023. Tem experiência como editor de livros entre 2013 e 2015, pela Selo A Editora, em Valença, desde a editoração, design de capa e diagramação até a publicação do impresso; Foi também, entre 2017 e 2018, produtor audiovisual pela Texugos Produções, em Salvador. Marco também tem experiência com comunicação e marketing, tendo atuado no ramo político e esportivo, como assessor de marketing e gestor de mídias sociais. Emmanuel Mirdad (Coordenador Geral) Baiano de Salvador, de outubro de 1980, formado em Jornalismo pela Facom/Ufba, é empresário cultural, escritor, compositor e editor, sócio-diretor da Mirdad Cultura. Produtor cultural desde 1999, realizou diversos projetos com patrocínio público-privado, via leis de incentivo, como festivais, shows, premiações e gravações de álbuns, além de ter sido sócio das produtoras Putzgrillo Cultura (2008 a 2012) e Cali (2013 a 2021). O produto mais reconhecido é a Flica (Festa Literária Internacional de Cachoeira), a 1ª festa literária da Bahia e a maior do Norte-Nordeste, em que foi criador, sócio da marca e coordenador geral de 2011 a 2021 (além de ter sido curador de quatro edições da festa). Mirdad é especialista em criação, elaboração e prestação de contas de eventos; contratação e coordenação de serviços e fornecedores, atrações e equipe para a realização de todas as etapas dos eventos em execução; gestão de conteúdo dos eventos (curadoria e coordenação da campanha promocional, redes sociais, registros audiovisuais e fotográficos); gestão de risco dos eventos; e captação de recursos via leis de incentivo, editais e mercado. Autor do romance “oroboro baobá” (Penalux, 2020), finalista do Prêmio São Paulo de Literatura 2021, tem livros de contos, memórias e poemas lançados. Compositor e produtor musical, possui mais de 60 músicas gravadas, entre rock, reggae, blues e pop, com destaque para as bandas Orange Poem e Orange Roots, e o disco “Silent Dreams” do reggae star Jahgun (disponíveis nas plataformas digitais). A sua composição “Illusion’s Wanderer”, com os versos e a voz do poeta Ildegardo Rosa, acompanhado pelo tincoã Mateus Aleluia, atingiu a marca de mais de 300 mil views no YouTube em 2023, sem nenhum impulsionamento ou divulgação. Jomar Lima sócio-proprietário da instituição proponente (Produtor Executivo)Natural de Cachoeira, Recôncavo Baiano, formado em Museologia pela UFRB, especialista em gestão de projetos pela FGV e políticas e gestão cultural pelo CECULT/UFRB, mestrando em História da África/UFRB, é gestor, produtor e empresário cultural. Autor dos livros “Ars Moriendi” e “O recôncavo no olhar”, foi organizador das publicações “Flor de São Miguel” e “100 Anos – Hansen Bahia”. Como produtor cultural, organizou eventos, exposições, feiras, seminários, simpósios, trabalhos técnicos e científicos. Trabalhou como coordenador de produção local da Flica desde a 1ª edição em 2011. A partir de 2020, torna-se sócio-diretor da produtora Cali, que realiza a Flica ao lado da produtora Icontent. Como museólogo, realizou e realiza curadorias de acervos e coleções, documentação e inventário de acervos institucionais, executou e executa projetos culturais, realizou exposições em diversas cidades da Bahia, Brasil e no exterior, com destaque para Macau, na China. Como acadêmico, escreveu papers, artigos, resumos, livros, participou de coletâneas, avaliador de TCC de graduação e pós-graduação. Foi Presidente do Conselho de Políticas Culturais de Cachoeira, por dois mandatos, e Prior da Ordem 3º do Carmo de Cachoeira. Atualmente, é Presidente do Conselho de Turismo do mesmo município e assessor da Irmandade da Boa Morte. É Membro da ABEC – Associação Brasileira de Estudos Cemiteriais. Faz parte do Conselho Curador e é o Gerente Técnico da Fundação Hansen Bahia, com sede nas cidades de São Felix e Cachoeira. O percurso pessoal e profissional alicerçado em um pressuposto ético, social, cultural e artístico fundamentado nas diferentes linguagens. Atua como gestor/produtor cultural, fotógrafo, curador e museólogo. Deko Lipe (Curador) Deko Lipe é soteropolitano, ator, escritor agenciado pela Increasy Consultoria Literária e criador de conteúdo agenciado pela Tambor.biz no Primeira Orelha, onde fala sobre literatura infantil, infantojuvenil e com representatividade LGBTQIAP+. É autor do livro infantojuvenil “Meus pais e eu” (2019) e do infantil ilustrado “O brincoder de Pepe” (2022), além de ter participações nas coletâneas "Vozes Nordestinas" (2021), "Gordes" (2021), entre outras, e tem contos publicados na Amazon. Deko Lipe já teve participação em eventos como a Bienal do Rio, Bienal do Livro Bahia, Flipelô, Arte da Palavra SESC “Circuito de Autores”, Flica, FLITA, FLIPF, FLIS, Festival Lusoteropolitana, Flipop, Flap Araras, LiteraCaxias, Felica, Rio Festival de Cinema LGBTQIA+, é um dos co-organizadores da II Mostra Literária de Salvador, um dos organizadores do Festival On-line de Literatura LGBTQIAP+, o FliCadê, curador da Vila Literária da Flipelô e idealizador do Encontro Literário de Autores LGBTQIAP+ de Salvador, contemplado pela Lei Aldir Blanc. Roberta Gurriti (@thegurriti) - Curadora É mulher preta, baiana, tem 21 anos, é escritora, graduanda do curso de Jornalismo, cria conteúdo literário desde 2019 em seu perfil no Instagram, com a missão de furar a bolha do Bookgram e apresentar todo tipo de público para o mundo da literatura. Colunista de da Capricho e do iBahia, Roberta fala sobre livros, adaptações e tudo que tem haver com entretenimento com muita criatividade e sem fugir do assunto principal de seu nicho. Conhecida por produzir conteúdo com qualidade, amor, carinho e muita criatividade, seu público está sempre engajado e ansioso pelos seus próximos projetos. Escreve desde seus 14 anos e as suas primeiras publicações foram no Wattpad. Em 2022, voltou a escrever e idealizou uma antologia de natal chamada: “6 Desejos de Natal”, que contou com 6 histórias de autores pretos, recebendo boas críticas da mídia especializada. Em breve, seu livro solo de estreia será publicado.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

Bahia
Caculé Bahia
Camamu Bahia
Camaçari Bahia
Cipó Bahia
Crisópolis Bahia
Euclides da Cunha Bahia
Feira de Santana Bahia
Formosa do Rio Preto Bahia
Ibicuí Bahia
Ilhéus Bahia
Ipecaetá Bahia
Itabuna Bahia
Itacaré Bahia
Jaguaripe Bahia
Jequié Bahia
Juazeiro Bahia
Maracás Bahia
Pindaí Bahia
Pojuca Bahia
Porto Seguro Bahia
Prado Bahia
Presidente Dutra Bahia
Quijingue Bahia
Remanso Bahia
Santo Amaro Bahia
Serrolândia Bahia
São Francisco do Conde Bahia
Tucano Bahia
Valença Bahia
Vitória da Conquista Bahia