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Conexão Abayomy trata-se de uma intervenção cultural com oficinas de música, video-mapping e produção, sempre culminando em um show do grupo Abayomy, totalmente gratuito e acessível.O grupo comemora quinze anos em 2024 e se prepara para lançar seu terceiro disco, sempre repleto de participações especiais e uma musicalidade alegre, dançante sem perder a verve política que é uma característica do Afrobeat.Serãocincoapresentações, com pelo menos uma em cada região do país, estão previstos Rio de Janeiro, Brasília, Porto Alegre, Recife e Belém. Abayomy em iorubá significa "aquele que traz alegria" ou "bons encontros" e a ideia é exatamente essa, possibilitar novas perspectivas através de encontros artísticos. Os shows contarão com participações especiais de artistas locais, fomentando também o intercâmbioatravés de encontros únicos e originais. Alguns artistas que já se apresentaram com o grupo: Ney Matogrosso, MC Tha, Tássia Reis, Céu, Orlando Julius, Otto e tantos outros.
SHOW ABAYOMY Abayomy Afrobeat Orquestra completa 15 anos em 2024 e pra celebrar essa banda nada debutante no contexto de pós pandemia renovamos a nossa sonoridade, ainda mais mergulhada na música brasileira, explorando ritmos do Norte e Nordeste do país. Expandimos nossas experimentações dentro da música africana, e aprofundamos a crítica social sem perder a verve dançante e divertida característica do Afrobeat.. A Abayomy nasceu no Rio de Janeiro como um tributo ao criador do afrobeat, o nigeriano Fela Kuti. Alguns dos 13 músicos já se conheciam, outros se conheceram nos ensaios. O que nenhum deles podia prever naquela época é que o show no primeiro Fela Day realizado no Brasil, em 2009, seria um sucesso e despertaria em todos uma vontade irresistível de levar o projeto a outro patamar. O primeiro álbum lançado em 2012, "Abayomy" (que em iorubá significa “encontro feliz"), é um disco de afrobeat brasileiro, com acento próprio, e com produção musical de André Abujamra. O grupo já sinalizava que tinha muito mais a explorar e no álbum "Abra Sua Cabeça" de 2016, traz a energia, o ritmo e a crítica às desigualdades raciais e sociais típicas do afrobeat, agregado a sonoridades brasileiras, funk, rock e influências de outros países africanos. Em seu processo coletivo de criação, "Abra Sua Cabeça" contou com colaborações de peso: o baterista nigeriano Tony Allen e o guitarrista Oghene Kologbo, parceiros de Fela Kuti; os músicos Otto e Céu; o produtor e baterista Pupillo e o vocalista Jorge Du Peixe, ambos da Nação Zumbi. Com bastante material inédito de composições que foram feitas à distância durante a pandemia, nasceram canções tão políticas quanto extremamente poéticas e até românticas. Os laços criativos e afetivos se reforçaram e dessa distância surgiu a semente de um trabalho que fala de fé, de questões sociais, seja de maneira crítica ou como protesto, e segue tentando espelhar o mundo e o país aonde vivemos, e ao mesmo tempo usar a arte como filtro e fonte de energias, mas também como ferramenta de transformação. Duração do Show: 90 minutos OFICINA DE PERCUSSÃO Através do manuseio de instrumentos e técnicas pertinentes à pesquisa musical e teórica sobre cultura africana, objetiva-se ressaltar a influência daquelas tradiçõescomo símbolo de afirmação da identidade negra na sociedade brasileira, despertando o respeito à diversidade étnico-musical-religiosa. O músico/educador/etnomusicólogo Alexandre Garnizé utiliza a música percussiva como viés para a formação de valores sociais em adolescentes em constante situação de risco. -"O futuro não é uma coisa escondida na esquina. O futuro, a gente constrói no presente." (Paulo Freire) OFICINA DE VIDEO MAPPING A arte de projetar imagens, o conceito por trás da narrativa imagética que se faz das músicas, o tempo da imagem no show. Uma perspectiva ritmica da imagem e a força cenográfica das imagens, uma prespectiva sobre as teconolias e a prática de uma VJ, seja para shows ou intervenções artísticas. OFICINA DE PRODUÇÃO Todo mundo pode produzir, o papel do produtor numa perspectiva de produção artística que conciste em realizar projetos não importanto o perfil de projeto, o nicho ou o poder comercial do projeto, o produtor enquanto realizador, um fazedor e provedor de cultura.
Objetivo Geral: Difundir a cultura do afrobeat à brasileira em diferentes territórios do país através de encontros musicais multiplataforma, com a realização de oficinas, intercâmbios musicais e shows, refletindo sobre as consonâncias entre um gênero originalmente Nigeriano e que encontra na música brasileira acentos únicos através do grupo Abayomy, que comemora 15 anos em 2024 e é uma referência do gênero no Brasil e no Mundo. Objetivos específicosOferecer para a população local de forma totalmente gratuita oficinas de percussão, video mapping e produção em cada localidade onde o evento acontecerá (Rio de Janeiro, Porto Alegre, Brasília, Recife e Belém). Serão três dias de oficinas presenciais em cada localidade com pelo menos duas horas de duração por dia para cada tema. Totalizando em torno de noventa horas de oficinas, alcançando presencialmente mais de trezentas pessoas. Captar e divulgar publicamente trechos dessas oficinas com melhores momentos e dicas valiosas sobre cada tema, exponenciando o alcance da informação e da difusão de conhecimento através de nossos canais em plataformas como youtube e instagram. Realizar shows gratuitos e com intérprete de libras do grupo Abayomy para as populações locais em cada localidade onde o evento acontecerá (Rio de Janeiro, Porto Alegre, Brasília, Recife e Belém), sempre com ao menos duas participações especiais de artistas da região, estimulando a presença do público e o intercâmbio entre artistas de regiões diferentes do país. Esperamos alcançar nesses shows uma média de oitocentas pessoas por apresentação Viabilizar a produção de shows independentes através do engajamento do público, gerando leads através de plataformas de ingresso como Sympla para que futuros shows sejam mais bem prospectados através de malas diretas. Mostrar ao público toda a potência musical de um grupo formado com base na diversidade e representatividade, uma vez que a banda hoje conta com homens e mulheres em sua formação e equipe técnica, além de pelo menos metade das pessoas envolvidas no projeto são negras.
O projeto Conexão Abayomy, que visa promover a cultura do Afrobeat através de shows gratuitos e acessíveis, com inclusão de intérprete de libras e oficinas de percussão, video mapping e produção, merece ser incentivado por financiamento público por diversas razões. Primeiramente, o Afrobeat é uma expressão cultural e musical profundamente enraizada na história e na identidade afrodescendente, não apenas no Brasil, mas em todo o mundo. Ao apoiar este projeto, o financiamento público estaria contribuindo para preservar e promover uma parte importante do patrimônio cultural brasileiro. Além disso, ao oferecer shows gratuitos e acessíveis, o projeto Conexão Abayomy garante o acesso à cultura para pessoas de diversas camadas sociais, incluindo aquelas que normalmente não teriam recursos para participar de eventos culturais pagos. Isso promove a inclusão e a democratização do acesso à cultura, que é um direito fundamental de todos os cidadãos. A inclusão do intérprete de libras nos shows também é um aspecto crucial do projeto, pois garante que pessoas surdas ou com deficiência auditiva possam desfrutar plenamente da experiência musical, promovendo a acessibilidade e a igualdade de oportunidades para todos. As oficinas de percussão, video mapping e produção oferecidas pelo projeto não apenas capacitam os participantes com novas habilidades, mas também estimulam a criatividade, promovem o empreendedorismo cultural e incentivam o desenvolvimento de talentos locais. Isso pode ter impactos positivos de longo prazo nas comunidades onde as oficinas são realizadas, contribuindo para o fortalecimento da economia criativa e para a promoção do desenvolvimento local. Além disso, ao levar o projeto para diferentes cidades, como Rio de Janeiro, Porto Alegre, Brasília, Recife e Belém, o financiamento público estaria promovendo a descentralização cultural e contribuindo para a diversidade cultural do país, enriquecendo o cenário cultural dessas regiões e ampliando o acesso à cultura em áreas que muitas vezes são negligenciadas pelos grandes centros culturais. Em resumo, o projeto Conexão Abayomy justifica o apoio através de financiamento público por sua importância na preservação e promoção da cultura afrodescendente, sua contribuição para a inclusão e democratização do acesso à cultura, seu impacto positivo nas comunidades locais e seu papel na promoção da diversidade cultural em diferentes regiões do Brasil.
SHOW ABAYOMY OFICINA DE PERCUSSÃO 3 dias de oficina para até 25 alunos Disponibilidade de aparelhos de TV, DVD, CD, instrumentos diversos, entre eles: 12 alfaias, 01 gonguê 03 ilús, 04 caixas, 03 mineiros (ganzá), 03 agogô de 04 bocas, 04 agbes.Com seleção de melhores momentos para difusão em nossas redes sociais de conteúdo didático, prático e informativo O workshop pretende desenvolver-se com os adolescentes através dos seguintes tópicos: -Aprender a ouvir;-Desenvolver a expressão musical através da voz e de instrumentos de percussão;-Identificar e entender as propriedades dos sons;-Aprimorar a linguagem musical percussiva;-Resgatar, respeitar e valorizar as tradições da cultura afro descendente; OFICINA DE VIDEO MAPPING 3 dias de oficina para até 25 alunosCom seleção de melhores momentos para difusão em nossas redes sociais de conteúdo didático, prático e informativo Disponililidade de pelo menos um lap top e projetor HDMI de 3500 LumensO workshop pretende desenvolver-se com os adolescentes através dos seguintes tópicos:- Narrar através da Imagem- Sensibilidade narrativa- Ritmo- Especificações Técnicas - Iluminação, Equipamentos e Aplicativos OFICINA DE PRODUÇÃO3 dias de oficina para até 25 alunosCom seleção de melhores momentos para difusão em nossas redes sociais de conteúdo didático, prático e informativo O workshop pretende desenvolver-se com os adolescentes através dos seguintes tópicos:- A produção artística- A produção como agente de transformação- A produção de Guerrilha- Produzindo em diferentes meios (música, audiovisual e eventos)
Todas as apresentações contarão com intérprete de Libras e Audiodescrição ao vivo.Todo conteúdo publicado em nossas redes sociais referentes ao projeto contarão com legenda descritiva das imagens.
Oficina gratuita de Percussão: Com turmas de no máximo 25 alunos durante 3 dias Oficina gratuita de Videomapping: Com turmas de no máximo 20 alunos durante 3 dias Oficina gratuita de Produção: Com turmas de no máximo 30 alunos durante 3 diasTODAS as oficinas contarão com seleção de melhores momentos para difusão de conteúdo didático nas redes sociais do projeto.TODAS as apresentações serão gratuitas
Monica Avila (Sax Alto/Flauta) - Mulher Negra Atuante no mercado a mais de trinta anos, já acompanhou vários cantores e bandas no Brasil e exterior, já tocou com Blitz, Gérson King Combo, Da Ghama, Gabriel Moura, Criolo, Baia, Fernanda Abreu, entre outros. Integrante/fundadora da banda Abayomy e Safofonista/Flautista de bandas como Jazz das Minas e Orquestra Lunar. Thiago Queiroz (Sax Barítono/Direção Musical) - Homem Branco É membro do grupo de Gilberto Gil (2017). Participou das turnês internacionais Refavela40, Show de Sucessos, OkOkOK e Aquele Abraço (2023) e dos discos OkOkOK e "Gil" (trilha do Grupo Corpo) Diretor musical da Cia de Mysterios Diretor Musical do show Coração Bifurcado de Jards Macalé Formado em Música na Uni-Rio, foi aluno de Saxofone dos mestres Paulo Moura, Carlos Malta e Paulo Sérgio Santos e de Flauta de Dirceu Leite (popular) e Laura Rónai (barroca). Kátia Preta (Trombone) - Mulher Negra Pioneira no mundo dos shows, bailes e gravac?o?es. Uma das primeiras mulheres no Brasil a iniciar os estudos no trombone de vara. Comec?ou sua carreira aos 15 anos, cursou Conservato?rio Brasileiro de Mu?sica estudou com o professor de trombone Oscar Brum na OSB (Orquestra sinfo?nica Brasileira), fez cursos livres de trombone com os professores Jack Jesten, Consta?ncio e Sergio de jesus. Joana Saraiva (Sax Tenor / Flauta) - Mulher Negra Flautista e saxofonista, educadora e pesquisadora. Licenciada e doutora em música pela UNIRIO. Atua há mais de 15 anos como musicista em diferentes projetos e formações instrumentais, com ênfase na música popular brasileira e latinoamericana. Teve contato com o mundo do choro em 2005, através da Escola Portátil de Música, integrando a orquestra Furiosa Portátil durante anos, com a qual gravou o CD Furiosa & Camerata Portatil (2009). Como professora ministrou oficinas e workshops na Suécia (2011), França (2011, 2016, 2019), Uruguai (2006) e Argentina (2018). Anderson Ferraz (Trompete) - Homem Negro Iniciou no universo da música aos 8 anos de idade, aprendendo a tocar saxofone. Nesse período era acompanhado pelo pai, músico militar e instrumentista de diversos músicos da época. Os estudos perduraram até os 12 anos, quando, por questões financeiras, o instrumento precisou ser vendido e o aprendizado foi interrompido. Mas o destino conspirou a seu favor, por intermédio de um tio, um trompete antigo foi deixando em sua casa na mesma semana da venda do sax, e os estudos puderam ser retomados, agora com um novo instrumento. Alexandre Garnizé (Percussão/Oficineiro de Percussão) - Homem Negro - Professor de Percussão sobre Cultura Afrobrasileira nos países: Portugal, França, Alemanha, Bélgica, Cuba, Espanha, Itália, entre outros, de 1998 a 2009; - Educador Programa PETI _ Programa de Erradicação do Trabalho Infantil, Camaragibe/PE, de 1996 a 2000; - Membro do PERCUBA – Associação de Percussionistas de Havana/Cuba, 2000 a 2004; - Diretor Musical do Grupo Cultural Afro Reggae, Rio de Janeiro/RJ, de 2006 a 2009; - Gravou e/ou excursionou em turnê, como percussionista, com Marisa Monte, Manu Chao, WyzarBakongo, MiniluSidibé, SorybáKoynayte, Silvia Machete, Jam da Silva, Otto, entre outros; - Professor de Música na Escola de Percussão Maracatu Brasil, Rio de Janeiro/RJ, desde 2008. Rodrigo La Rosa (Percussão) - Homem Branco Percussionista e Arte-Educador (Formado em licenciatura em Artes). No teatro destacam-se três trabalhos: o premiado musical Gota D’agua (Vencedor do prêmio Shell- Música) de Chico Buarque, dirigido por João Fonseca, Ondeia (toda encenada debaixo dágua), e o polêmico Sobre Um, dirigido por Ney Matogrosso. Na música participou da Banda “É com esse que eu vou” e dividiu o palco com mestres como Elton Medeiros, Wilson Moreira, Carlinhos Vergueiro, Seu Jair do Cavaquinho, Délcio Carvalho e que teve o disco “Samba do Baú”( com músicas inéditas de Cartola, João Nogueira, Nelson Cavaquinho entre outros) indicado ao prêmio TIM. Também é membro fundador da banda Abayomy, primeira banda de afrobeat no Brasil, onde dividiu palco com inúmeros artistas como Criolo, Otto, Ney Matogrosso, Di Melo, Sean Kuti, Tony Allen, entre outros. Claudio Fantinato (Percussão) - Homem Branco Músico, cozinheiro, marceneiro, padeiro, luthier e biólogo. Nascido em 15 de outubro de 1976 em Pirassununga/SP, autodidata em todos os ofícios que exerce. Em 2000 muda se para o Rio de Janeiro onde inicia a produção de trilhas sonoras para teatro; na preparação musical de atrizes e atores e na musicalização de crianças e adolescentes no Solar Meninos de Luz (Pavão/Pavãozinho). Pouco depois começa a integrar bandas da cidade do Rio de Janeiro e de fora da cidade. Foi membro da banda paraibana Cabruera, com quem viajou por quase todo nordeste e Brasil, além de boa parte da Europa. Gabriel Loddo (Baixo) - Homem Negro O arranjador, compositor e multi-instrumentista Gabriel "Loddo" Menezes atua há dezessete anos nas mais diversas vertentes da cena musical carioca. Cria do bairro de Fátima, logo cedo se aclimatou no ambiente sonoro do samba como cavaquinista e percussionista, mais tarde se envolvendo com o Jazz, o Rock e o Soul como baixista, percorrendo todo o circuito musical da zona sul e centro do Rio de Janeiro. Bacharelando em arranjo pela UniRio, Loddo já atuou com grandes nomes da música brasileira: Elza Soares, Eduardo Neves, Mauricio Carrilho, Abayomy Orquestra, Mestre Monarco. Pedro Fonte (Bateria) - Homem Branco Com uma carreira diversa e vibrante, Pedro Fonte se tornou uma referência como baterista ao colaborar com nomes como Rubel, Cícero, Illy, Abayomy Afrobeat Orquestra, Jorge Mautner, Domenico Lancelotti, Baco Exu do Blues, Emicida, Luedji Luna, Liniker, Nina Becker, Ana Frango Elétrico, Kassin, Clarice Falcão, AnaVitória, Erasmo Carlos, Vanessa da Mata, Cátia de França, Orlando Julius (Nigéria), Stéphane San Juan, Alberto Continentino, Gabriel Gezsti, Fattu Djakité (Cabo Verde), Eric Duncan (EUA) e Beatriz Pessoa (Portugal). Gustavo Benjão (Guitarra) - Homem Branco Músico dos projetos Abayomy Afrobeat Orquestra, Moreno Veloso, Rodrigo Amarante, Cibelle, Totonho e Os Cabra, Lucas Santanna e Seleção Natural, Nina Becker, Nervoso e Os Calmantes, Jonas Sá, Domenico+2, Quito Ribeiro, Max Sette, Rubinho Jacobina, Carne de Segunda, Thais Gulin, Flora Uchoa, Tono Compõe trilhas pra cinema, TV e Teatro Atua como produtor musical e técnico de som desde 2004 Fábio Lima (Guitarra) - Homem Branco Atuou no espetáculo “Água de beber”, vencedor do prêmio Myriam Muniz, dirigido por Cláudio Baltar, com temporada no 8º Festival Premiers Pas do Théâtre du Soleil, em Paris. Cantor, Saxofonista/Guitarrista do grupo Abayomy. Participou dos grupos Letuce, Rocha, Binário, e Ordinário Groove, e já tocou com grandes nomes da música Brasileira como Ney Matogrosso, Criolo, Erasmo Carlos, Letieres Leite, Marku Ribas, B Negão entre outros. Tem vários discos lançados com diversos grupos, no Brasil e no exterior.Mario Rocha (coordenação Geral / Oficineiro de Produção) - Homem Branco LGBTQIA+ Graduado em Cinema (Universidade Estácio de Sá) Pós Graduado em Comunicação e Imagem (Puc- Rio) Mestrado não completo em Educação Audiovisual e Multimídia pela Universittà Degli Studi di Padova (Itália) Produtor executivo da artista Maria Rita e das bandas Abayomy, Maíira Freitas e Jazz das Minas e Gangrena Gasosa. Produtor de shows, turnês e eventos com diversos projetos aprovados em editais e leis de incentivo. Raina Rosa (VJ / Oficineira de Video Mapping) - Mulher Negra LGBTQIA+VJ da banda Baiana System, Maíra Freitas e Jazz das Minas, Liniker e do grupo Abayomy
PROJETO ARQUIVADO.