Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 242708Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Exposição de artes visuais Caudal

MARCELLE DAYANE DO NASCIMENTO VIANA
Solicitado
R$ 115,2 mil
Aprovado
R$ 115,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
24

Localização e período

UF principal
PA
Município
Belém
Início
2024-11-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Belém Pará

Resumo

Este projeto prevê a realização da exposição de artes visuais Caudal.

Sinopse

-produto PESQUISA: realizar pesquisa em artes visuais, contando com a produção de pinturas em diferêntes superfíces com geotinta e esculturas em argila, assim como a produção autoral de geotintas com terras/argilas coletadas na região pesquisada; - Produto EXPOSIÇÃO DE ARTES: A exposição Caudal trata-se do resultado de uma pesquisa artística em pintura com geotinta sob diferêntes suportes que aborda o tema de gestar, parir e cuidar de subjetividades pelo eixo do gênero. Assim, buscando pela linguagem visual exercitar uma estética decolonial e regional de ampliação das narrativas sobre reprodução além da imposição capitalista sobre as mulheres cis e ampliando este tema como uma possibilidade além de gênero. Desta maneira, investiga-se uma autonomia subjetiva de linguagem acerca do desejo de reproduzir e uma reconexão com este fato social. Evento gratuito; - produto OFICINA: realizar oficina de introdução à pintura com geotinta (tinta produzida de maneira orgânica com base de terra/argila), totalizando 04 aulas de 8h, durante a execução do projeto para uma turma de alunos de escola pública à definir. Oficina gratuita.

Objetivos

Objetivo Geral O objetivo deste projeto é a realização da exposição Caudal na cidade de Belém/PA em reflexão dos gestos de reprodução (gestar, parir e nutrir), além da imposição capitalista de gênero, ampliando a percepção do tema pela intersubjetividade ligada às múltiplas cosmopercepções culturais regionais/tradicionais. Objetivo Específico -produto PESQUISA: realizar pesquisa em artes visuais, contando com a produção de pinturas em diferêntes superfíces com geotinta e esculturas em argila, assim como a produção autoral de geotintas com terras/argilas coletadas na região pesquisada; - Produto EXPOSIÇÃO DE ARTES: realizar uma exposição de pinturas, esculturas e instalações da artista Marcelle Nascimento na cidade de Belém/PA. A exposição ficará disponível para visitação durante 30 dias, aberta de segunda-feira a sexta-feira, com entrada gratuita; - produto OFICINA: realizar oficina de introdução à pintura com geotinta, totalizando 04 aulas de 8h, durante a execução do projeto para uma turma de alunos de escola pública; - CONTRAPARTIDA SOCIAL: realizar oficina de introdução à pintura com geotinta, totalizando 04 aulas de 8h, durante a execução do projeto.

Justificativa

O sistema colonialista de poder operante no Estado Brasileiro, atrelada à modernidade e ao capitalismo, organiza a sociedade com uma racionalidade binária, hegemônica e hierárquica para legitimar o seu poder, como afirma a antropóloga María Lugones (2020). Neste sentido, a autora identifica gênero, raça, etnia e classe como marcadores sociais desta racionalidade, e que estes geram desigualdades sociais. Acerca destes marcadores sociais, a autora Silvia Federici (2017) aprofunda que mulheres (principalmente as racializadas e de regiões subalternizadas) são transformadas, compulsoriamente, nas responsáveis pela reprodução social (natalidade e cuidado) do sistema capitalista. Esta responsabilidade, como afirma a autora, é trabalho assalariado de responsabilidade do Estado Brasileiro. Segundo dados de 2023 da Oxfam Brasil "90% do trabalho de cuidado no Brasil é feito informalmente pelas famílias _ e desses 90%, quase 85% é feito por mulheres.", os dados também afirmam que "mulheres e meninas ao redor do mundo dedicam 12,5 bilhões de horas, todos os dias, ao trabalho de cuidado não remunerado _ uma contribuição de pelo menos US$ 10,8 trilhões por ano à economia global _ mais de três vezes o valor da indústria de tecnologia do mundo.". Esta problemática trás alguns reflexos negativos para a sociedade como o cerceamento violênto dos corpos de mulheres cis, assim como, o condicionamento produtivo, de forma intersubjetiva e material das mulheres cis e da sociedade como um todo, do significado de reprodução e de relações sociais. Tais problemáticas, entre outras questões, homogeneizam as diferentes cosmopercepções culturais com a relação social de gestar, parir e cuidar. Neste sentido, o projeto Caudal propõe uma reflexão decolonial sobre os gestos de gestar, parir e cuidar, mediante uma pesquisa interdisciplinar entre artes visuais e história. Tal pesquisa visa fazer um levantamento bibliográfico/iconográfico sobre as diversidades de relações com o ato da reprodução social pelas sociedades tradicionais e povos indígenas do território da Amazônia brasileira em diferentes períodos históricos, buscando ampliar a percepção do tema pela regionalização e valorização da sociodiversidade. Desta maneira, também descentralizando a relação da reprodução social com o gênero mulher. Em conjunto com a pesquisa histórica, será realizada a pesquisa em artes visuais que irá investigar/refletir/imaginar novas possibilidades representacionais de relações sócio-culturais com o tema de pesquisa, tendo a referência visual e o recorte sócio-cultural regionalizado na Amazônia brasileira/Norte. Portanto, esta etapa propõe uma crítica material e subjetiva à homogenização capitalista da relação compulsória entre reprodução social e mulheres cis. A pesquisa artística será em pintura, com produção autoral de geotintas (com o material orgânico coletado regionalmente, que possui baixo impacto ambiental), e escultura em argila (com argila produzida na Olaria de Icoaraci-Belém/PA, local que também será realizada a queima das peças). A produção desenvolvida na etapa da pesquisa culminará em uma exposição com a duração de 30 dias e será aberta gratuitamente ao público, tendo a disponibilidade do serviço educativo de mediação guiada para grupos de pessoas e para grupos de alunos/as de escolas públicas da cidade de Belém (contando com acessibilidade). Assim, esta etapa do projeto visa democratizar o acesso ao resultado da pesquisa, assim como, dialogar publicamente reflexões acerca da pesquisa e das questões levantadas pela temática. A exposição será livre para todos os públicos. O projeto Caudal se enquadra no Art. 1º da Lei 8313/91 nos incisos: - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira. O projeto proposto tem como objetivos os seguintes incisisos do artigo Art. 3° da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil. II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura.

Especificação técnica

-produto PESQUISA: Catalogação e produção de geotintas; produção de pinturas e esculturas em argila; expografia de instalações artísticas; pesquisa bibliográfica/iconográfica sobre as relações sociais da Amazônia com a temática de reprodução social.- Produto EXPOSIÇÃO DE ARTES: realizar uma exposição de pinturas, esculturas em argila e instalações da artista Marcelle Nascimento. Mediação de arte-educação. Livre para todos os públicos.- produto OFICINA: objetivos gerais: - Estimular a autonomia de criação em diversas etapas artísticas das artes visuais ensinando a produzir a sua própria tinta; - Refletir sobre a consciência ambiental durante a produção das geotintas; - Estimular a ludicidade e criatividade. - Objetivos específicos: - Produção de geotintas; - Produção de pinturas em tela. -Justificativa: Considera que aliar arte e ensino do solo é uma estratégia importante para incentivar abordagens que possibilitem a renovação de posturas ambientais tanto quanto para fortalecer a busca pelo conhecimento de práticas de conservação e proteção do solo, além de ser uma importante possibilidade de geração de trabalho e renda a partir das descobertas artísticas que a pintura com a tinta de terra pode proporcionar aos participantes. - Carga horária: 8h (4 aulas) -Público-alvo: Jovens e adultos. Mulheres cis/tras; pessoas pertecentes à comunidade LGBTQIAPN+; pessoas negras; deficientes físicos ou com dificuldade de locomoção; aos deficientes visuais; deficientes auditivos e deficientes intelectuais. - Metodologias de ensino: Aula Expositiva-dialogada e prática. - Material didático: terra/argila, peneira, cola pvc, água, pincel, tela para pintura e apostila. - Conteúdo a serem ministrados: Escala cromática; introdução à pintura; bases químicas de produção de tinta.- Profissionais envolvidos: Marcelle Viana e Beatriz Paiva.

Acessibilidade

- Produto EXPOSIÇÃO DE ARTES: MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, banheiros adaptados episo tátil.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: audiodescrição (com acesso por QRCODE).ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: monitores treinados. - Produto OFICINA: ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de libras.ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: monitores treinados. - CONTRAPARTIDA SOCIAL:ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de libras.ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: monitores treinados.

Democratização do acesso

- Entrada gratuita; - Disponibilidade de medida educativa de mediação guiada para grupos de pessoas e para grupos de alunos/as de escolas públicas da cidade de Belém; - Site com informações dos serviços; - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais da exposição, referente ao produto principal; - realizar, gratuitamente, oficinas como atividade paralela ao projeto: . OFICINA: realizar oficina de introdução à pintura com geotinta, totalizando 04 aulas de 8h, durante a execução do projeto para uma turma de alunos de escola pública;. CONTRAPARTIDA SOCIAL: realizar oficina de introdução à pintura com geotinta, totalizando 04 aulas de 8h, durante a execução do projeto.

Ficha técnica

1. Artista-Pesquisadora; Oficineira: Marcelle Dayane do Nascimento Viana (mulher cis; LGBTQIAPN+) Mini-Currículo: Nascida em Belém/PA, é graduada (2021) em Licenciatura Plena em História pela Universidade Estadual do Pará (UEPA), concentra sua pesquisa na temática de gênero, História Indígena e Ditadura Militar brasileira. Também é Artista Visual autoditada desde o ano de 2015, já participou das exposições coletivas Os tempos das deusas (2019) na Galeria Jupati com a curadoria de Ursula Bahia e Sentido Expresso (2020) na galeria da Estação Cultural de Icoaraci com a curadoria de Werne Sousa. Teve a sua primeira exposição individual na Galeria Jupati chamada Entre-mundos: memórias de um tempo fora do tempo (2022) com a curadoria de Camila Fialho, exposição essa que seguiu em exposição (junho/2022) na Galeria de Artes do SESC- Castanhal. Desenvolveu a pesquisa artística de modelagem em argila e pintura chamada Figurando o Invisível pela Terra (2021) que foi financiada pela Lei AldirBlanc/Fotoativa. Em 2021 participou com esculturas de argila e alguns escritos poéticos da publicação coletiva Mundos Imaginados pela Raio Verde/PA. 2. Curadora: Camila do Nascimento Fialho (Mulher Cis) Mini Currículo: Radicada em Belém desde 2014, é artista, curadora e articuladora | ativadora de processos artísticos. Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Artes da Universidade Federal do Pará, tem graduação e mestrado em Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e especialização em Práticas Curatoriais e Gestão Cultural pela Faculdade Santa Marcelina/SP. Suas pesquisas transitam entre poéticas do deslocamento, paisagem, corpo e espaço, com especial interesse nas práticas colaborativas e na publicação como suporte para criação. No campo curatorial, destaque para as exposições: Fotoativa: une expérience photosensible (curadoria coletiva), parte do festival Rencontres Photographiques de Guyane, Caiena/Guiana Francesa, 2021; Matérias, individual de José Viana, na Galeria Theodoro Braga, Belém/PA, 2020; Sobre sueños abismos y otras fronteras – Fotoativa ayer y hoy, em uma cooperação com Irene Almeida no Centro de Fotografia de Montevideo, 2019; e Atravessamento: Fotoativa ontem e hoje, Sesc Sorocaba, Sesc Ribeirão Preto e Associação Fotoativa, 2018-2019. Como articuladora de processos artísticos e curadoria processual, destaque para o projeto Mundos Imaginados, que resultou em publicação homônima em 2021, recebeu o Prêmio Preamar de Cultura e Arte (Secult/PA) para o seu desenvolvimento, compreendendo a condução de 3 laboratórios experimentais online de criação em rede. Colaboradora da Associação Fotoativa desde 2014, onde coordena o Programa de Residências, tendo contribuído para a implementação da Mostra de Projeções e da Marca d'água: feira de impressos e publicações independentes, além de articular e desenvolver projetos com outros artistas, exposições e programações públicas. Em 2020, foi contemplada pela Bolsa Funarte de Estímulo à Conservação Fotográfica Solange Zúñiga para desenvolver pesquisa junto dos arquivos da instituição. Atualmente está na coordenação de gestão/execução dos editais de Artes Visuais, Cultural Digital e Pontos e Pontões da Lei Paulo Gustavo - Pará, e em 2021 foi coordenadora do edital de Artes Visuais da Lei Aldir Blanc Pará, ambas em uma parceria entre a Fotoativa a Secult/PA. Mediação/oficineira: Beatriz Paiva (mulher cis, negra e LGBTQIAPN+) Mini currículo: Originária de Belé/PA, é bacharel em Artes Visuais e Tecnologia da Imagem pela Universidade da Amazônia, artista visual e arte educadora independente. Integrante do coletivo Ilustra Pretice PA, Nacional TROVOA e criadora da plataforma Goma de Tapioca. Através de multilinguagens como pintura, poesia e o cartaz lambe-lambe, investigo a relação entre arte e cidade, gênero e sexualidade focadona afetividade da mulher negra lésbica, ancestralidade diaspórica e territorialidade. Já tendo participado de exposições como Salão Internacional de Arte Contemporânea Carrousel do Louvre, Paris - FR (2022) e Tocar o Céu, Lamber a Cidade, Exposição Individual em Conjunto, Galeria Graça Landeira, Belém - PA (2023). Assessoria de imprensa/Fotógrafa: Nailana Thiely (mulher cis e LGBTQIAPN+) Mini currículo: Nascida em Belém/PA, é jornalista, documentarista e artista visual. Trabalha para a mídia nacional e local e desenvolve pesquisas em artes visuais e comunicação, com ênfase em direitos humanos, sustentabilidade e processos relacionais. É mestranda em Comunicação, Cultura e Amazônia pela Universidade Federal do Pará (UFPA), especialista em design gráfico e multimídia pelo Instituto de Ensinos Superiores da Amazônia (IESAM) e Bacharel em Comunicação Social/ Habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Pará (UFPA).Seu trabalho já fez parte de exposições nacionais e internacionais, como a COP26 (2021); o Festival de Fotografia de Tiradentes (2021); a coletiva Sobre Sueños, abismos y otras fronteras, Centro de Fotografia de Montevidéu (2019); e Light and Lightness, Newport University / Reino Unido (2010). Ela também foi agraciada com uma bolsa de pesquisa em Artes Visuais pelo Centre Vu, na cidade de Québec, Canadá (2009). Social Media: Laís Gabrielle de Lima (mulher cis) Mini currículo: Nascida em Belém/PA, é bacharel em comunicação social: Multimídia (Estácio) e especialista em Marketing em ambientes digitais (FGV), as primeiras experiéncias em produção cultural e artística foi na exposição “ÁGORA” (2019) pela Sierra Belém e com a BANDA PAJARO no mesmo ano. Intitula-se Multiartista por atuar entre linguagens das artes visuais, urbanas e literárias assinando seus trabalhos como "Laís du Lírios". Em 2020 iniciou suas experimentações artísticas com o projeto #PaisagensTbmSãoMemórias e teve sua estreia com a exposição "Sentido Expresso" (2020) .

Providência

PROJETO ARQUIVADO.