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PRONAC 242718Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

PAKUÁ - II edição

MONTENEGRO PENSAMENTO CRIATIVO PRODUCOES & EVENTOS LTDA
Solicitado
R$ 1,95 mi
Aprovado
R$ 1,95 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
24

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2024-10-01
Término
2025-10-01
Locais de realização (2)
Goiânia GoiásCampinas São Paulo

Resumo

O projeto consiste na criação de uma exposição de arte itinerante desenvolvida a partir de registros aéreos que deverão compor um mapa da produção agrícola do Brasil, suas paisagens, cenários e particularidades observados de cima. No desenvolvimento do projeto serão convidados artistas, fotógrafos e historiadores que realizarão o mapeamento das regiões para produção das imagens, recortes históricos e panorama atual. A obra final será apresentada em exposição e catálogo.

Sinopse

Construída por meio de grandes painéis fotográficos, a mostra trará registros em formato ampliado de 20 imagens selecionadas pela comissão julgadora que retratem os cenários rurais nacionais sob as mais diferentes óticas. As imagens serão apresentadas em telas digitais e trarão relatos históricos da região fotografada.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Representar o mapa agrácola do território nacional através de diferentes olhares, utilizando a fotografia aérea e a composição de imagens por meio de artistas visuais, para criação de uma obra coletiva inédita. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Identificar as características das paisagens naturais e modificadas, percebendo a ação do homem com o meio ambiente. Incentivar a conscientização de preservação ambiental. Refletir a respeito da importância da ação humana na transformação das paisagens. Analisar a formação das regiões a partir de heranças relacionadas ao meio natural, à ocupação territorial, à economia e aos sistemas. Promover a integração de artistas de diferentes escolas/formações na composição de uma obra única. Realizar releituras artísticas por meio de fotografias, desenhos e pinturas. Estabelecer uma relação original entre o artista, a obra de arte e o espectador. Promover, durante 30 dias, a exposição do resultado desse trabalho, em Curitiba e Campinas, com a circulação prevista de 150 mil pessoas.

Justificativa

De acordo com a Lei Nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991, do capítulo I, do art1º, o projeto tem a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo que: I) contribuir para facilitar, a todos, os meios para o acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II) promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais. E para cumprimento das finalidades expressas no art 3º desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, os seguintes objetivos: II) fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. Quando a fotografia surgiu em 1826 muito se discutiu a respeito do seu valor artístico. Diziam que a imagem era feita pela máquina e não pelo fotógrafo. Muitos teóricos da época, incluindo Baudelaire, um dos mais expressivos representantes da cultura francesa, negavam publicamente a fotografia como forma de expressão artística, alegando que "a fotografia não passa de refúgio de todos os pintores frustrados". A fotografia como um novo advento que permitia a representação fiel da realidade conturbou o mundo cultural e artístico europeu. Acreditavam que a fotografia substituiria a pintura e o desenho. Segundo o filósofo Walter Benjamin "já se haviam gasto vãs sutilezas em decidir se a fotografia era ou não arte mas, preliminarmente, ainda não se haviam perguntado se esta descoberta não transformaria a natureza geral da arte".(Freund, 1982). De fato, o surgimento da fotografia alterou drasticamente o mundo da arte. Por um lado, o surgimento da fotografia fez com que a pintura procurasse outras formas de interpretação da realidade. Ao unir a fotografia aérea com a possibilidade de uma composição artística na produção de uma obra única, o projeto justifica sua relevância cultural. No quesito ineditismo, a exposição retrata as paisagens paranaenses de forma nunca vistas anteriormente, por meio de registros coletivos aéreos de paisagens, cenários e particularidades das regiões do estado para construção de um grande mapa interativo. Pakuá, céu em tupi-guarani, é tema da exposição que apresentará ao público o Brasil sob uma nova perspectiva visual.

Estratégia de execução

De acordo com a INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 23 DE ABRIL DE 20193º, no que diz respeito ao limite de 1 milhão de reais, o projeto enquadra-se entre as excessões, a saber: Limitado ao valor da carteira, aplica-se o valor máximo de R$ 6.000.000,00 (seis milhões de reais) por projeto de: I - inclusão da pessoa com deficiência, educativos em geral, prêmios e pesquisas; II - óperas, festivais, concertos sinfônicos, desfiles festivos e corpos estáveis; III - datas comemorativas nacionais com calendários específicos; e IV - eventos literários, ações de incentivo à leitura e exposições de artes visuais

Especificação técnica

CATÁLOGO 152 páginas + capa Tamanho fechado 17,5 x 24,5 Laminação fosca Papel Pólen Soft, 80 gr Impressão 4x4 tiragem: 1.000 exemplares.

Acessibilidade

O projeto em sua totalidade cumprirá os critérios da Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018, no que diz respeito a acessibilidade física. CAPÍTULO IX, DO DIREITO À CULTURA, AO ESPORTE, AO TURISMO E AO LAZER, Art. 42: a pessoa com deficiência tem direito à cultura em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, sendo-lhe garantido o acesso: I - a bens culturais em formato acessível; II - a programas de televisão, cinema, teatro e outras atividades culturais e desportivas em formato acessível; Art. 44. Nos teatros, cinemas, auditórios, estádios, ginásios de esporte, locais de espetáculos e de conferências e similares, serão reservados espaços livres e assentos para a pessoa com deficiência, de acordo com a capacidade de lotação da edificação, observado o disposto em regulamento. § 1º Os espaços e assentos a que se refere este artigo devem ser distribuídos pelo recinto em locais diversos, de boa visibilidade, em todos os setores, próximos aos corredores, devidamente sinalizados, evitando-se áreas segregadas de público e obstrução das saídas, em conformidade com as normas de acessibilidade. § 2º No caso de não haver comprovada procura pelos assentos reservados, esses podem, excepcionalmente, ser ocupados por pessoas sem deficiência ou que não tenham mobilidade reduzida, observado o disposto em regulamento. § 3º Os espaços e assentos a que se refere este artigo devem situar-se em locais que garantam a acomodação de, no mínimo, 1 (um) acompanhante da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, resguardado o direito de se acomodar proximamente a grupo familiar e comunitário. § 4º Nos locais referidos no caput deste artigo, deve haver, obrigatoriamente, rotas de fuga e saídas de emergência acessíveis, conforme padrões das normas de acessibilidade, a fim de permitir a saída segura da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, em caso de emergência. § 5º Todos os espaços das edificações previstas no caput deste artigo devem atender às normas de acessibilidade em vigor. § 7º O valor do ingresso da pessoa com deficiência não poderá ser superior ao valor cobrado das demais pessoas. Acessibilidade da EXPOSIÇÃO DE ARTES 􀂋 Acessibilidade física: obstáculos nivelados por rampas, vagas de estacionamento reservadas, banheiros adaptados. 􀂋 Audiodescrição 􀂋 Equipe orientada 􀂋 Guia intérprete de língua de sinais 􀂋 Website adaptado Acessibilidade do CATÁLOGO 􀂋 Versão digital acessível de modo que todas as pessoas possam perceber, entender, navegar e interagir de maneira efetiva com as páginas.

Democratização do acesso

As ações de democratização de acesso conforme o art. 21 da IN nº 05/2017 do MinC serão:III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos decaráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; O projeto prevê visitas monitoradas para alunos da rede pública de ensino na exposição.

Ficha técnica

Coordenação Geral e Coordenação Artística: Carolina Montenegro Tyrka Guanabara - EMPRESA MONTENEGRO PENSAMENTO CRIATIVO & EVENTOS (portfolio anexo) O proponente desempenhará a coordenação geral/ artística / administrativa e financeira do projeto, sendo encarregado da coordenação de toda sua execução artística, operacional, técnica, de comunicação, contábil e financeira. Jornalista e gestora cultural com especialização em marketing, comunicação institucional e práticas dirigidas a elaboração de projetos de incentivo e fomento a cultura, educação e economia criativa. Há 11 anos administra a Montenegro Produções Culturais, com sede em Curitiba, responsável por elaborar, captar e executar projetos proprietários e parceiros. Em seu histórico de produção constam mais de 80 projetos desenvolvidos e aproximadamente 300 investidores. Já produziu sete edições de Festivais de Teatro Infantil, quatro edições do Festival No Improviso Jazz & Blues, a série de encontros Conversarte, exposições artísticas, oficinas culturais, de gastronomia, seminários de sustentabilidade, educação, economia criativa e outros. Traz ainda como experiência o gerenciamento de conteúdos, a publicação de livros, catálogos de arte e revistas. Atualmente também desenvolve projetos voltados para formação e aperfeiçoamento de gestores culturais, na constituição de cursos e oficinas práticos sobre a atuação desses profissionais. Projetos culturais executados: • I , II e III Festival de Jazz e Blues – No Improviso / I Festival de Teatro Infantil – Brinque / II Festival de Teatro Infantil – Era uma, eram duas, eram três / II Festival Brinque / I Conversarte/ II Conversarte/ Exposição de arte Eu vejo assim / III Festival de Teatro Infantil Brinque – Folclore do Brasil / II Festival Era uma vez...eram duas, eram três / Exposição Interafetividade/ Exposição Poty por ti. Projetos culturais em execução: Bibliotecarte/ Mapa da gastronomia/ Pakuá/ Exposição Vida/ III Conversarte/ III Festival de Teatro Infantil Era uma vez, eram duas...eram três/ Casa dos Sentidos PRODUÇÃO EXECUTIVA: CAMILA GUANABARA Comprova sua experiência em trabalhos em produção cultural, executiva e consultoria técnica para projetos artísticos. Atuou como produtora executiva em 3 edições do Festival No Improviso Jazz & Blues, nas 3 edições do Festival de Teatro Infantil - Brinque, Era uma vez...Eram duas...Eram três, Conversarte, Eu vejo assim. Atua na gestão executiva de projetos em captação, tais como Pakuá - Prêmio de fotografia aérea e Conversarte - Geração Z. DESIGNER GRÁFICO: CAIO VITORIANO Atualmente é doutorando em design e lecionou, como substituto, a cadeira de Estética Contemporânea para o Mestrado em Criação Artística Contemporânea na Universidade de Aveiro (UA), em Portugal. Foi professor da graduação e pós-graduação da Universidade Potiguar (UnP) e Estácio (RN). É ex-diretor de criação da Pandora Comunicação (agência que trabalhou por 10 anos), colabora como designer para o selo cultural DoSol, o escritório Z3 Design, dentre outros parceiros culturais e empresas pelo mundo. É graduado em Jornalismo (UFRN, 2000), Publicidade e Propaganda (UnP, 2000), especialização em Design Estratégico (Uni-RN, 2004) e Mestre em Design (UFRN, 2016). Possui prêmios acadêmicos e de mercado publicitário nacionalmente e internacionalmente.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.