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Realização em Belém de exposição composta por um panorama da fotografia contemporanea paraense, com imagens em suportes que questionam os processos de fotografia tradicionais, introduzindo alternativas tais como foto- esculturas, vídeos, dos principais fotógrafos da cena paraense, em um recorte que engloba os últimos 30 anos.O projeto ofertará ações formativas no segmento fotografia, atraves de oficina, palestra e visita curatorial guiada. Será também publicado um livro contendo a itinerancia já realizada da mostra em Belo Horizonte e São Paulo, durante o ano de 2023.
Visita guiada curatorial Ministrante: Rosely Nakagawa- curadora 01 Visita guiada após a abertura da exposição, momento em que a curadora fará junto ao publico presente, reflexões sobre as obras e sua integração dentro do conceito curatorial. Carga horária: 01 hora No. participantes: 30 participantes ________________________________________________________________________________________ Palestrante Michel Pinho Palestra: Belém: entre fronteiras e olhares no virada do século XIX. Belém a partir do século XVIII ganhou a atenção de muitos viajantes que se aventuravam pela Amazônia, cronistas, literatos, cientistas e artistas mas somente no século XIX que a capital da província do Grão Pará ganhou contornos da imagem desenhada, pintada e fotografada. Os motivos dos registros são os mais variados, as suas gentes, os seus largos e logradouros, seus mercados e edificações. Quase nada escapou a lente destes produtores de imagens. Quase nada pois ao lado da construção da belle époque estavam os trabalhadores e trabalhadores da cidade, circulando, vendendo, posando, fazendo-se presentes na história da cidade. E como esse vasto repertório imagético que vamos dialogar com um país que se chama Pará. carga horaria: 01 hora Aberto ao publico em geral interessado. Michel Pinho é um historiador, professor e gestor cultural que atuou como presidente da Fundação Cultural de Belém (Fumbel) entre 2020 e 2023. Formado em História pela UFPA e mestre em Comunicação, Cultura e Linguagens pela Unama, ele tem uma longa trajetória na educação e na promoção da cultura na capital paraense. Foi presidente da Fotoativa, uma associação sem fins lucrativos que desenvolve projetos de fotografia, arte e educação, de 2010 a 2016. Na Fumbel, ele coordenou ações de valorização da diversidade cultural, do patrimônio histórico e da participação popular. _______________________________________________________________________________________________
OBJETIVO GERAL: Realizar em Belém a mostra fotográfica "Um País, chamado Pará", composta por um panorama da fotografia feita no estado nortista nos últimos 30 anos, com a participação de renomados e novos talentos desse segmento visual, após a itinerancias realizada em 2023 por Belo Horizonte e São Paulo e realizar o lançamento de livro sobre o Projeto. Irá tambem ofertar atividades formativas, de forma gratuita ao publico interessado, objetivando formaçao de platéia e movimento da ecnomia criativa. OBJETIVOS ESPECIFICOS 1. Produçao e publicação de livro sobre a mostra fotográfica, com tiragem de 1000 (mil) exemplares a ser distribuído de forma gratuita entre os artistas convidados, instituições culturais e curadores. 2. Montagem da mostra fotográfica em espaço cultural em Belém; de forma a ser visitada durante a COP.30 3. Produçao e lançamento da publicação durante a abertura da mostra fotográfica em Belém 4. Realização de 01 oficina de fotografia 5. Realização de uma visita tematica curatorial 6. Realizaçao de 01 palestra.
Considerando que a fotografia representa um importantíssimo campo de trocas sociais e artísticas através de iniciativas afins sempre realizadas e que englobam a sua difusão, produção de conhecimentos, compartilhamento de saberes, formação de público, intercâmbio entre as regiões, de forma a dar visibilidade à produção brasileira e se destaca no Pará desde os anos 1970. Que no cenário cultural, nossa fotografia atua como um núcleo de referência para o desenvolvimento de uma linguagem fotográfica na região amazônica, por incentivar e promover o trabalho coletivo organizado na prática da idéia-ação-reflexão, aprimorando e multiplicando oportunidades de acesso ao exercício de fazer e pensar fotografia, sempre em sintonia com as questões sociais e culturais emergentes. Que o Estado do Pará é um dos maiores e vibrantes expoentes do panorama da fotografia brasileira; que o movimento fotográfico deste Estado nortista foi solidificado nas 03 últimas décadas por livros, críticas, publicações, prêmios e presenças em exposições nacionais e internacionais (como, por exemplo, as Bienais de São Paulo e Veneza). Nosso projeto vem então, de encontro à busca de mais espaços de discussão para os que fazem, pensam e pesquisam fotografia, especialmente a paraense. Dito isso, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; E tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): I - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
A Exposição Um País chamado Pará, apresentará um panorama da fotografia feita no Estado do Pará, ressaltando sua singularidade, expressividade, interrelações geracionais e sua contribuição à arte brasileira, a partir da pesquisa de processos de criação. Com recorte temporal específico (anos 90 do século XX até os dias de hoje), terá como fio condutor o questionamento (e subversão) dos suportes e linguagens tradicionais e seus desdobramentos ao longo dos últimos 30 anos. Assim, através da união de duas gerações de fotógrafos entre talentos reconhecidos e novos, tendo como resultado uma inédita exposição envolvendo em torno de 20 fotógrafos, composta por uma fotografia que se desenvolveu e se desenvolve de maneira muito característica no Pará, iremos mostrar a particularidade temática-estilística dos fotógrafos, olhar singular e como ato de criação no cenário artístico acima da linha do equador.
Publicação sobre a mostra fotográfica: Produção, diagramação, editoração de publicação envolvendo a mostra, com tiragem de 1000 (mil) exemplares a ser distribuído de forma gratuita entre os artistas convidados, instituições culturais e curadores. Especificações técnicas da nova publicação: Tiragem: 1.000 exemplares Formato: 21x28 cm (fechado) Miolo: com 128 páginas, em papel Eurobulk 135 g/ m2, impressão 4x4 cores, verniz total de proteção. Capa Brochura, com orelhas de 19 cm, em papel Masterblank 270 g/m2, impressão 4x4 cores, com verniz total de proteção e aplicação de serigrafia na primeira capa, na quarta capa e na lombada. Acabamento costurado com linha colorida Shrink individual
Levando em conta que pelos dados do IPEA 2010, 70% da população brasileira nunca entrou num museu e 93% nunca foi a uma exposição, a ideia de atrair todos os públicos não usuais e entre eles as pessoas com deficiência é essencial. O projeto trabalhará como mediação pra todos os públicos um áudio guia para descrição do espaço da exposição e das obras, tocado num MP3 com caixas de som ou fones de ouvido. Indicamos material impresso em tinta ampliada nas legendas das obras , para pessoas de baixa visão ou cegas, que são 80% da população com deficiência. E finalmente, para a exposição de fotos haverão réplicas táteis em relevo 2D para toque. O material de divulgação conterá aviso sobre a disponibilidade de interprete de libras e a acessibilidade do local, para atender publico especial. Será mantido durante 02 turnos, mediadores culturais, para atendimento, esclarecimentos e orientações ao público visitante EXPOSIÇAO FOTOGRÁFICA: Acessibilidade física: Local onde será montada a exposiçao terá rampas,corrimões, banheiros adaptados, obedecendo a legislação em vigor. Acessibilidade visual: Para a exposição de fotos haverão réplicas táteis em relevo 2D para toque. Propomos como mediação pra todos os públicos um áudio guia para descrição do espaço da exposição e das obras, tocado num MP3 com caixas de som ou fones de ouvido. Acessibilidade auditiva: material de divulgação conterá aviso sobre a disponibilidade de interprete de libras e a acessibilidade do local, para atender publico especial. Será mantido durante 02 turnos, mediadores culturais, para atendimento, esclarecimentos e orientações ao publico visitante. OFICINA, PALESTRA E VISITA CURATORIAL: Acessibilidade física: Local onde serão realizadas as atividades atenderão à legislaçao em vigor voltadas à acessibilidade, com rampas,corrimões, banheiros adaptados. Acessibilidade auditiva: material de divulgação conterá aviso sobre a disponibilidade de interprete de libras e a acessibilidade do local, para atender publico especial. Acessibilidade visual: haverão réplicas táteis em relevo 2D para toque. LIVRO: Acessibilidade física: não se aplica Acessibilidade visual: Haverá um QRCode que direcionará a um audio dos textos. Acessibilidade auditiva: não se aplica.
- Registro videografico produzido será disponibilizado ao publico em geral via redes sociais. Ao final de cada etapa de circulação, será editado um vídeo em formado mini-doc (06 A 08 minutos de duração) a partir do registro videográfico e fotográfico captado, a ser postado no You Tube para democratização e ampliação do acesso da população à esse conteúdo. - Oficina ofertada gratuitamente ao público interessado . - Livro impresso que será distribuído gratuitamente as bibiliotecas publicas do Pará, instituições culturais e aos artistas que participam da mostra expositiva. - Todas as atividades serão ofertadas gratuitamente ao publico interessado. Será mantido durante 02 turnos, mediadores culturais, para atendimento, esclarecimentos e orientaçao ao publico visitante.
Coordenaçao: Fatinha Silva, diretora da Namazonia, será a responsável pela coord.adm.financeira do projeto. Administradora de empresa, Gestora e produtora cultural atuante desde 2001 e fotógrafa desde 1999. Curso de aperfeiçoamento em Gestão Cultural UFPA.Minc. 2015 - Curso superior em artes visuais Estácio - incompleto - Sócia fundadora da Rede de Produtores Culturais de Fotografia do Brasil; Sócia fundadora da Associação Fotoativa e Diretora Financeira da Associação durante 06 anos, Sócia-fundadora e Diretora da Namazonia desde a sua fundação em 2001. Atuação em projetos Coordenação Geral, coordenação administrativa-financeira e produção dos projetos: Ciranda Cultural 2022, Caminho das Águas 2022, À Luz do Círio-2022, Çairé Festividade Tapajonica 2022 e 2023, O Dia da Caça – Edital Petrobrás Cultural 2018/2019 - Lei Rouanet, Projeto À Luz do Círio- Lei Rouanet – 2018; Projeto Um Lugar chamado Primavera – pesquisa e publicação de livro contendo a história do Município de Primavera–PA – Patrocinio Prefeitura M. de Primavera ; Circuito das Artes – Lei Rouanet - 2013.2015- Premio Rodrigo Melo de Franco-IPHAN Belém – a nível estadual: Oferta de oficinas direcionadas aos alunos das rede publica de ensino, atendendo 2.700 alunos, ação realizada em parceria com a Fundação Cultural do Pará, Projeto VII, IX e X Festival Internacional de Humor Gráfico da Amazônia-Ecologia no Traço –2015/2018 - parceria Secretaria de Estado de Cultura do Pará; Projeto A primeira aventura - O gibi –Edital Banco da Amazonia.; Coordenação do 1º. Encontro Norte e Nordeste de prod. culturais de Fotografia –Fund. Cultural do Pará, Coordenação e produção de diversos projetos premiados pela Funarte: Espetáculo teatral Divagar e Sempre-2013 –Alter do Chão, PA, Arte Viva – Lei Rouanet, Exposição fotográfica Transição - inauguração das atuais instalações do Tribunal de Justiça do Pará, Projeto Fronteira Norte - 1ª. Comissão Brasileira Demarcadora de Limites - Ministério das Relações Exteriores; Gerente Cultural da Fundação Cultural do Pará no período de 2011 a 2014; Produção local exposição Hélio Oiticica – Museu é o Mundo – 2011 – ROSELY NAKAGAWA - CURADORA e ARTE-EDUCADORA Nasceu em 1954 em São Paulo, Brasil onde vive e trabalha. É graduada em Arquitetura pela FAUUSP em 1977. Fez especialização em Museologia pela USP em 1978/80 e em Comunicação e Semiótica pela PUC_SP em 2005. Atuação em curadoria (seleção) Coordenadora de projetos de fotografia FUJIFILM 2013 Curadora da FNAC Brasil desde 2004 Curadora da Casa da Fotografia FUJI 1994 a 2013 Curadora e Festival de mídia eletrônica VideoBrasil 1982 a 2002 Curadora do Espaço SENAC Escola de Comunicações e Artes 1994 a 1998 Curadora do Espaço Cultural CITIBANK de 1987 a 1991 Curadora e Coordenadora da galeria FOTOPTICA 1979/1986 edição de livros (seleção) Editora de Imagem e diretora de arte do livro PENITENTES Guy Veloso_ Rumos Itau Cultural e Tempo d'Imagem, 2020 Habitants – Marco Antonio Robert Alves 2016 Edu Mello Fotografias 2015 OPARA_Onde nasce o São Francisco – 2013 fotografias da Serra da Canastra de Marco Antonio Robert Alves. DIRETOR ARTISTICO: GUY VELOSO - Nascido em 1969 e trabalha em Belém-PA. Principais curadorias e produçoes expositivas: . Félix e Paul Nadar. Aliança Francesa de Brasília. Fotoarte Brasília-2007; Galeria Stella Isaac, Fotoarte Goiás, Goiânia-GO,2007. . Por Enquanto: 10 Anos Sem Renato Russo (curadoria e concepção): IAP - Instituto de Artes do Pará, Belém-PA, 2006; Espaço Cultural Renato Russo, Fotoarte Brasília, Brasília-DF, 2007; Galeria Fotoativa, Belém-PA, 2008. . À Fronteira do Real. Fotografias de Fatinha Silva (com catálogo): Galeria Graça Landeira, Unama, Belém-PA (2007); Galeria Rubem Valentim, Fotoarte Brasília (Festival of Light) – Brasilia-DF (2007). . Extremes. Curadoria-geral da pasta de fotografia contemporânea brasileira na XXIII Bienal Europalia International Festival, Bruxelas-Bélgica, 2011-2012. . 100menos10. Galeria Theodoro Braga, Belém-PA; . O Círio vai passando como um rio. Espaço Cultural Bco da Amazônia, Belém-PA, 2016.; À luz do Círio. Videomapping, Museu do Círio, Belém-PA, 2018. DESIGNER GRÁFICA: iSABEL SANTANA Isabel Santana Terron (Crato, Ceará, 1974) Atua na área editorial como editora, designer gráfica, produtora gráfica e coordenadora editorial e trabalha para diversas editoras e artistas. É sócia da Tempo d’Imagem - editora especializada em livros de fotografia e artes visuais - desde 1996. É uma das coordenadoras do SOLAR Fotofestival - festival internacional de fotografia e artes visuais, que acontece em Fortaleza, Ceará, com periodicidade bienal. É uma das coordenadoras do Prêmio Foto em Pauta para livro de Fotografias criado em 2015, e realizado através da parceria do Festival de Fotografia de Tiradentes, do Solar Fotofestival e da Editora Tempo d’Imagem. Produtora Cultural Patricia Ventura Nível Superior Completo - Serviço Social – UFPA. Atua na area cultural desde 2012. Produções: Projeto Ciranda Cultural - realizado em Barcarena, PA, 2022. Projeto Ciranda das Artes – Lei Rouanet - Santarém, PA.-2019 Projeto Circuito das Artes – Fund.Cultural do Pará - 2012.2015 – Belem, PA.- Lei Rouanet Coord. e produçao de Oficinas do Instituto Arraial do Pavulagem –2015- Parceria: Ponto de Cultura “Arraial do Saber” - Instituto Arraial do Pavulagem; Coordenação e prod. -Projeto “Cordão do Galo”-Cachoeira do Arari-PA-2013. Produção e Acompanhamento das oficinas de adereçagem, canto e dança na Escola Augusto Montenegro vinculadas ao Projeto Arrastão do Peixe-Boi 2013.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.