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PRONAC 242750Expirado o prazo de captação parcialMecenato

CIRCULAÇÃO DO ESPETÁCULO TEATRAL BATISTA EM CORPO E FÚRIA

GRUPO DE TEATRO PALHA
Solicitado
R$ 199,9 mil
Aprovado
R$ 199,9 mil
Captado
R$ 199,9 mil
Outras fontes
R$ 10,5 mil

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
00000000000191BANCO DO BRASIL SA1900-01-01R$ 199,9 mil

Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Norte 2024 - 2025
Ano
24

Localização e período

UF principal
PA
Município
Belém
Início
2024-05-06
Término

Resumo

Circulação do espetáculo Batista em Corpo e Fúria, nos municípios de Belém, Acará, Abaetetuba, Barcarena, Mojú, Cametá e Baião; com 3 apresentações em cada, totalizando 21 apresentações, para 200 pessoas por apresentação, alcançando 4.200 pessoas. Além das oficinas de Elaboração de Projetos para Captação de Recursos, Iniciação Teatral e Visagismo para o Teatro, para 20 pessoas por Oficina, totalizando 21 Oficinas para 420 pessoas. O Projeto será ofertado de forma gratuita e contará com acessibilidade para deficientes físicos, auditivos, visuais e intelectual.

Sinopse

Sinopse O espetáculo é uma livre adaptação da obra original Batista, do autor paraense Carlos Correia Santos. O espetáculo trás para os palcos traços da vida e do legado ideológico de um dos maiores revolucionários da História Brasileira, o Cônego Batista Campos, mentor de uma das maiores revoluções populares da América Latina, a Cabanagem. Batista Campos religioso, advogado e jornalista foi ferrenhamente perseguido pelas forças imperais, amarrado a um cavalo e arrastado pelas ruas de Belém como forma de punição e moeda de troca para que os cabanos se entregassem, sem sucesso, ele resistiu e sobreviveu. A estratégia de amarrá-lo a boca do canhão para que os rebeldes se entregassem também deu errado e Batista Campos sai incólume após desistência de seus algozes. Ele desafiou a força política e social da comunidade portuguesa. Desafiou o poder do Presidente da Província do Grão-Pará. Foram várias emboscadas para pôr fim a língua e a liderança popular de Cônego Batista Campos. Batista foi principal articulador da adesão do Pará a independência do Brasil. Batista Campos escapou, fugiu e voltou a Belém só pra ver a derrota do governo. Juntou-se a negros, índios, caboclos em defesa da ideia de um Pará livre dos domínios lusos. Morreu sozinho nas matas de Barcarena próximo a Belém, numa de suas várias fugas. Pasmem, morreu por causa de uma espinha carnal necrosada (assim reza a história). Loquaz, palavroso, eloquente, persuasivo, Batista Campos tinha na oratória sua principal arma de combate aos desmandos na Província do Grão-Pará. E se Batista Campos voltasse hoje a Belém? “BATISTA EM CORPO E FÚRIA” Livre adaptação da obra “BATISTA” de Carlos Correia Santos Com Stéfano Paixão no papel de Batista Campos e Kesynho Houston no papel de índio, caboclo, soldado Adaptação de Stéfano Paixão e Paulo Santana

Objetivos

GERAL: Conforme Decreto nº 10.7555/21, Art. 2º Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; Dessa forma, o projeto será realizado com objetivo geral de realizar circulação do espetáculo Circulação do espetáculo Batista em Corpo e Fúria, iniciando em Belém, e pelos municípios de Acará, Abaetetuba, Barcarena, Moju, Cametá e Baião, refazendo o caminho percorrido pelos Cabanos, desbravadores da liberdade, como forma de retribuir essa narrativa a partir da perspectiva de pertencimento local. Todas as apresentações serão acompanhadas de oficinas de: Elaboração de Projetos para Captação de Recursos; Iniciação Teatral; e, Visagismo para o Teatro. Tudo de forma gratuita para a população. ESPECÍFICOS: · Proporcionar ao público dos municípios de Belém, Acará, Abaetetuba, Barcarena, Moju, Cametá e Baião, um mergulho em traços da biografia do Cônego Batista Campos, um dos grandes líderes da Cabanagem no Estado do Pará; · Realizar três apresentações do espetáculo Batista em Corpo e Fúria na cidade de Belém, para um público estimado de 200 pessoas por apresentação, perfazendo um público total de 600 pessoas; · Realizar Oficinas de Elaboração de Projetos para Captação de Recursos, Iniciação Teatral, e Visagismo para o Teatro; para agentes culturais do município de Belém; · Realizar três apresentações do espetáculo Batista em Corpo e Fúria na cidade de Acará, cidade onde nasceu o Cônego Batista Campos, para um público estimado de 200 pessoas por apresentação, perfazendo um público total de 600 pessoas; · Realizar Oficinas de Elaboração de Projetos para Captação de Recursos, Iniciação Teatral, e Visagismo para o Teatro; para agentes culturais do município do Acará; · Realizar três apresentações do espetáculo Batista em Corpo e Fúria na cidade de Abaetetuba, para um público estimado de 200 pessoas por apresentação, perfazendo um público total de 600 pessoas; · Realizar Oficinas de Elaboração de Projetos para Captação de Recursos, Iniciação Teatral, e Visagismo para o Teatro; para agentes culturais do município do Abaetetuba; · Realizar três apresentações do espetáculo Batista em Corpo e Fúria na cidade de Barcarena, para um público estimado de 200 pessoas por apresentação, perfazendo um público total de 600 pessoas; · Realizar Oficinas de Elaboração de Projetos para Captação de Recursos, Iniciação Teatral, e Visagismo para o Teatro; para agentes culturais do município do Barcarena; · Realizar três apresentações do espetáculo Batista em Corpo e Fúria na cidade de Moju, para um público estimado de 200 pessoas por apresentação, perfazendo um público total de 600 pessoas; · Realizar Oficinas de Elaboração de Projetos para Captação de Recursos, Iniciação Teatral, e Visagismo para o Teatro; para agentes culturais do município do Moju; · Realizar três apresentações do espetáculo Batista em Corpo e Fúria na cidade de Cametá, para um público estimado de 200 pessoas por apresentação, perfazendo um público total de 600 pessoas; · Realizar Oficinas de Elaboração de Projetos para Captação de Recursos, Iniciação Teatral, e Visagismo para o Teatro; para agentes culturais do município do Cametá; · Realizar três apresentações do espetáculo Batista em Corpo e Fúria na cidade de Baião, para um público estimado de 200 pessoas por apresentação, perfazendo um público total de 600 pessoas; · Realizar Oficinas de Elaboração de Projetos para Captação de Recursos, Iniciação Teatral, e Visagismo para o Teatro; para agentes culturais do município do Baião; · Possibilitar a continuidade da pesquisa do grupo de teatro PALHA em montagens de grandes vultos da história paraense; · Apostar no sentido e valor do teatro como agente transformador da sociedade; · Comemorar a (re)sistência da arte feita pelos grupos de teatro, juridicamente constituído, criado nos idos dos anos de 1980; · Possibilitar o exercício de criação cênica pelo foco relativo a dramaturgia do corpo e do ator, centrado nos fundamentos da interpretação, sem abrir mão dos conteúdos e da relação com o conhecimento do teatro; · Promover o fomento do teatro produzido na capital do Pará, para os municípios do interior do Estado, com o intuito de formar plateia para este fazer.

Justificativa

O grupo de teatro palha é uma Associação Cultural Sem Fins Lucrativos Grupo de Teatro PALHA, fundado em 03/09/1980, juridicamente constituído que desenvolve as seguintes atividades: promover palestras, conferências, seminários e cursos na área social, tais como: promoção da valorização da mulher e de combate a violência contra ela cometida, combate à exploração sexual contra crianças e adolescentes, combate ao trabalho infantil, entre outras ações que possam mitigar as desigualdades sociais em todos os seus aspectos; promover palestras, conferências, seminários, cursos, espetáculos e outras atividades afins na área da saúde; Desenvolver intercâmbio com outros grupos e entidades afins, celebrando convênios com entidades privadas ou públicas, de âmbito municipal, estadual e federal, nacional e internacional, visando a aquisição de recursos e meios, além de parcerias, nacionais e internacionais para a realização de seus objetivos; Desenvolver na comunidade o interesse pelo teatro, estimulando o público infanto-juvenil, no sentido de prevenir sua exclusão e evitar que os mesmos trilhem os caminhos de drogas e a marginalidade. Desenvolver na comunidade o interesse pelo teatro, estimulando o público infanto-juvenil, no sentido de prevenir sua exclusão e evitar que trilhem os caminhos de drogas e a marginalidade. Além de realizar montagens de espetáculos teatrais. De trinta e nove montagens que já realizou, nove foram produzidas com recursos próprios, vinte e oito foram com recursos oriundos de premiações, três produzidos com recursos captados por intermédio das Leis de Incentivo à Cultura e dois produzidos por contratação direta para atender eventos empresariais. Além de já ter realizado três circulações nacionais sob o patrocínio da Funarte e da Petrobras. A longa trajetória do Palha só é possível mediante a existência de Editais e das Leis de Incentivo à Cultura, já que praticamente todos os seus espetáculos foram montados graças aos prêmios e patrocínios por ele obtidos. A produção do grupo é bem diversificada e ao longo dos seus trinta e oito anos, produziu obras de criação coletiva, de autores regionais, nacionais e internacionais, sempre tratando de temas que se identificam com o modo de ver, pensar e produzir teatro em Belém do Pará. Para este Edital, O Grupo Palha traz como proposta a circulação do espetáculo Circulação do espetáculo Batista em Corpo e Fúria, montado no ano de 2020, com recursos de uma Emenda Parlamentar do então deputado Federal Edmilson Rodrigues, que por conta da pandemia só estreia em 2021. O espetáculo é uma livre adaptação da obra original Batista, do autor paraense Carlos Correia Santos. O espetáculo trás para os palcos traços da vida e do legado ideológico de um dos maiores revolucionários da História Brasileira, o Cônego Batista Campos, mentor de uma das maiores revoluções populares da América Latina, a Cabanagem. Projeto prevê ainda, oficina de Elaboração de Projetos para Captação de Recursos; oficina de Iniciação Teatral; e, oficina de Visagismo para o Teatro, para 20 pessoas por Oficina, totalizando 21 Oficinas para 420 pessoas. No rico depoimento "Batista em corpo e fúria", narramos uma outra história da Cabanagem, não distante daquela que os documentos de governo nos revelam, porém, dão conta de relatar uma história da Guerra que perpassa pelo Baixo Tapajós, Acará, Abaetetuba, Barcarena, Mojú, Cametá e Baião, e queremos refazer o caminho percorrido por esses desbravadores da liberdade realizando essa itinerância do espetáculo e retribuir essa narrativa a partir da perspectiva de pertencimento local. Além de apresentar essa narrativa sobre a Cabanagem, com traços locais que não estão contemplados em sua totalidade nas documentações da época, mas se fazem presentes no campo da memória social. Deve ser, portanto, ofício do historiador e dos criadores artistas ir de encontro à tese do "apagar as pegadas", "apagar os vestígios" de Bertold Brecht. O historiador/pesquisador artista deve realizar por meio de uma tinta invisível a construção dos elementos minúsculos e recortados que permeiam o documento escrito e a memória. Batista Campos religioso, advogado e jornalista foi ferrenhamente perseguido pelas forças imperais, amarrado a um cavalo e arrastado pelas ruas de Belém como forma de punição e moeda de troca para que os cabanos se entregassem, sem sucesso, ele resistiu e sobreviveu. A estratégia de amarrá-lo a boca do canhão para que os rebeldes se entregassem também deu errado e Batista Campos sai ileso após desistência de seus algozes. Ele desafiou a força política e social da comunidade portuguesa. Desafiou o poder do Presidente da Província do Grão-Pará. Foram várias emboscadas para pôr fim a língua e a liderança popular de Cônego Batista Campos. Batista foi principal articulador da adesão do Pará a independência do Brasil. Batista Campos escapou, fugiu e voltou a Belém só pra ver a derrota do governo. Juntou-se a negros, índios, caboclos em defesa da ideia de um Pará livre dos domínios lusos. Morreu sozinho nas matas de Barcarena próximo a Belém, numa de suas várias fugas. Pasmem, morreu por causa de uma espinha carnal necrosada (assim reza a história). Loquaz, palavroso, eloquente, persuasivo, Batista Campos tinha na oratória sua principal arma de combate aos desmandos na Província do Grão-Pará. E se Batista Campos voltasse hoje? Em sua primeira temporada o espetáculo ficou em cartaz no período de 27 a 29 de agosto de 2021, para um público de 150 (cento e cinquenta) espectadores por apresentação, respeitando os protocolos Covid 19, perfazendo um público total de 450 (quatrocentos e cinquenta) pessoas; em sua segunda temporada, no período de 01 a 30 de julho de 2022, para um público estimado de 2.000 (dois mil) espectadores, realizou circulação pelas sete Usinas de Paz da cidade de Belém, e nas Usinas de Paz dos municípios de Ananindeua e Marituba. É por dentro desse labirinto delicado e obscuro entre o individual e social, do jogo da sensibilidade e do entendimento, que o Grupo de Teatro Palha propõe ao seu público um salto sem redes, um mergulho na história do Brasil, conduzido por Batista Campos, personagem histórico e ainda pouco conhecido da maioria das pessoas e pouco também citado por pesquisadores. No espetáculo atemporal Batista em Corpo e Fúria, ancorado em fatos reais de nossa história, atores e plateia dividem sentimentos e dúvidas sobre quem são os verdadeiros heróis de nossas resistências, e/ou, o que a história oficial não nos contou? A concepção do espetáculo criada pelo encenador somada a entrega dos atores em cena, permite que o palco se torne capaz de levar ao espectador a ilusão de estar diante da vida, dos próprios fatos ocorridos. Um personagem e dois atores presos em uma estrutura cênica em que a própria percepção da plateia definirá se trata de uma prisão, porão de navio, uma baia de animais ou apenas um estado alterado de consciência da personagem. Que o teatro nos redima das crueldades da realidade, que Batista Campos renasça nos corações de nossas batalhas diárias, e que a Cabanagem reacenda em nós a capacidade de se indignar com as injustiças. Viva Batista Campos, Salve a Cabanagem! Dessa forma, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do art. 1º da Lei 8.313/1991: II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; Com relação ao art. 3º da Lei 8313/1991, o projeto pretende alcançar também o seguinte objetivo: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;

Estratégia de execução

O projeto propõe circulação do espetáculo Batista em Corpo e Fúria, iniciando em Belém, seguindo pelos municípios de Acará, Abaetetuba, Barcarena, Mojú, Cametá e Baião; com 3 apresentações em cada cidade, num total de 30 apresentações, para um público estimado de 200 pessoas por apresentação, num total de 6.000 pessoas. Acompanharão o Projeto, oficina de Elaboração de Projetos para Captação de Recursos; oficina de Iniciação Teatral; e, oficina de Visagismo para o Teatro, para 20 pessoas por Oficina, totalizando 18 Oficinas para 360 pessoas. Para a circulação há necessidade do deslocamento de 06 (seis) pessoas que são imprescindíveis para a realização do projeto, ou seja que necessitarão se deslocar para os municípios de Acará, Abaetetuba, Barcarena, Mojú, Cametá e Baião. As cidades escolhidas estão localizadas na Região de Integração do Estado do Pará denominada Baixo Tocantins, onde o movimento da Cabanagem ganhou força. Na proposta, as apresentações e as oficinas, deverão ocorrer sempre às sextas-feiras, sábados e domingos, porque acreditamos que será melhor para o público alvo, desta forma, as viagens deverão ser, sempre no trecho: Belém/Município/Belém, com a necessidade de deslocamento das seguintes pessoas e funções no Projeto: Paulo Santana - Direção e encenação Stéfano Paixão - Ator Kesynho Houston - Ator Nelson Borges - Visagismo e Paisagem Sonora (operação) Sônia Lopes - Designer de Luz e operação Tânia Santana - Produção Executiva

Especificação técnica

O produto proposto é a e circulação do espetáculo Circulação do espetáculo Batista em Corpo e Fúria, que traz para os palcos traços da vida e do legado ideológico de um dos maiores revolucionários da História Brasileira, o Cônego Batista Campos, mentor de uma das maiores revoluções populares da América Latina, a Cabanagem. O espetáculo fará pequena temporada na capital paraense, Belém, e fará circulação nos municípios de Acará, Abaetetuba, Barcarena, Moju, Cametá e Baião. Serão sempre três apresentações em cada cidade, perfazendo um total de vinte e uma apresentações. Ao término de cada apresentação será realizado um bate papo com o público interessado, sobre o processo de montagem do espetáculo, como forma de dividir conhecimento sobre o processo de dramaturgia, encenação, cenografia, confecção de figurinos, adereços, visagismo, sonoplastia e sobre a vida e obra do Cônego Batista Campos e sua importância para o movimento da Cabanagem. Outro ponto muito importante no projeto é a percepção da baixa qualificação de artistas e produtores culturais, principalmente no que diz respeito à elaboração de projetos para captação de recursos e a produção e organização de espetáculos, para o que o Grupo de Teatro Palha propõe a realização de três Oficinas, em cada município, sendo uma de Elaboração de Projetos para Captação de Recursos, outra de Iniciação Teatral e outra de Visagismo para o teatro, com Carga Horária de 20 horas/aula cada, para 20 pessoas em cada oficina, com entrega de certificado. Ementa das Oficinas: Elaboração de Projetos Culturais para Captação de Recursos A oficina objetiva orientar e ensinar os participantes a desenvolverem projetos culturais viáveis, capacitando-os a consolidar suas propostas culturais em função de diferentes editais de fomento à cultura e às leis de incentivo. Visa proporcionar conhecimentos básicos para a elaboração e desenvolvimento dos projetos, transformando ideias em planejamento, estrutura de ações e contrapartidas, comunicando por escrito todas as informações necessárias para se chegar aos objetivos propostos, por meio de metodologias que vão desde aulas expositivas, com a utilização de projeção de slides exclusivos, perpassando técnicas participativas, através de exercícios práticos individuais ou em grupos, estudos de caso, e técnicas práticas que orientam os participantes na inscrição de projetos em sistemas de apoio às Leis de Incentivos e Editais. Criação e conceituação de ideias para projetos culturais. Planejamento e técnicas de modelagem. Conhecimento das etapas de Produção: pré-produção (captação de recursos e cronogramas), produção e realização das etapas de produção e pós-produção de um projeto cultural; Desenvolvimento de orçamentos, planos de comunicação e distribuição. Formatação de projetos para as leis de incentivo à cultura e editais. O Objetivo desse projeto é fornecer conhecimento para que os pequenos negócios que atuam na indústria criativa assimilem as várias dimensões dos projetos culturais incentivados e se habilitarem para a disputa das fontes de financiamento previsto nas leis de incentivo à Cultura e e lastreadas pelos mecanismos de renuncia fiscal ou não. Ao final o aluno deverá ter competência para escrever um projeto cultural com: Apresentação; Objetivo; Justificativa; Público-alvo; Equipe; Etapas de Trabalho/Comercialização; Plano de distribuição e Plano de contrapartida. Iniciação Teatral A Oficina trabalhará os princípios, procedimentos e dispositivos para a preparação do atuante. O atuante na tentativa de serem outros sem deixar de ser ele mesmo. Experimentações do corpo do atuante, potencialização de formas, evocações da dramaturgia pelo sentido do texto e/ou do contexto poético, do espaço-tempo da cena. Tempo e espaços preenchidos por formas, movimentos, energias, dinâmicas, e outras qualidades de presença emitidas pela voz e pelo corpo do artista da cena. O objetivo da oficina é Capacitar participantes dos grupos de teatro dos municípios para o ato de ser atuante capaz de discernir as entrelinhas de uma dramaturgia e a preparação de seus personagens. Ao final da oficina, os participantes deverão: Conhecer fundamentos epistemológicos e filosóficos da Interpretação; Conhecer e compreender a diversidade cultural da criação artística, alicerçada no contexto amazônico; Conhecer e dominar concepções e práticas do fazer teatral, a partir da diversidade de poéticas e de fundamentos teóricos e históricos; Ter a capacidade de mobilizar ferramentas para produção, sistematização, formatação e comunicação de poéticas cênicas; Ter a capacidade de articular conhecimentos de dramaturgia, cenografia, figurino cênico, iluminação cênica e atuação, para a produção, criação, supervisão e avaliação de processos criativos em teatro. Visagismo para o Teatro A oficina trabalhará os fundamentos e história da maquiagem. Os princípios gerais. Noções teóricas e princípios gerais sobre maquiagem cênica. Aspectos estéticos, históricos e culturais relacionados a estilos de maquiagem. Processos de concepção e execução da maquiagem para a cena, reflexões conceituais e suas conexões no contexto da criação cênica. Criação de materiais alternativos e sua utilização em maquiagem cênica. Inovações tecnológicas amazônicas em maquiagem cênica. A oficina tem como objetivo a capacitação formativa do ator na criação de sua visagem a partir do estudo do texto dramatúrgico. O conhecimento de técnicas de material e pratica da preparação da pele ate o risco final da visagem da figura do personagem. A oficina será desenvolvida com base na organização de atividades teórico/práticas, através de: aulas expositivas dialogadas, leituras dirigidas, discussão do texto em aula, elaboração e apresentação de trabalhos individual (Visagismo) aplicação de conteúdo, assiduidade e participação. Ao final, os alunos deverão apresentar as seguintes competências: Conhecer fundamentos epistemológicos e filosóficos da maquiagem (visagismo); Conhecer e compreender a diversidade cultural da criação artística, alicerçada no contexto amazônico; Conhecer e dominar concepções e práticas do fazer teatral, a partir da diversidade de poéticas e de fundamentos teóricos e históricos; Ter a capacidade de mobilizar ferramentas para produção, sistematização, formatação e comunicação de poéticas cênicas.

Acessibilidade

Considerando que a acessibilidade consiste na possibilidade e condição de alcance, percepção e entendimento para a utilização com segurança e autonomia de edificações, espaço, mobiliário, equipamento urbano e elementos. Além disso, compreende dar acesso a todo e qualquer material produzido, em áudio ou vídeo, adaptando todos os meios que a tecnologia permite. Considerado a acessibilidade como um direito, assegurado na Lei de Inclusão, que garante à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida viver de forma independente e exercer seus direitos de cidadania e de participação social. Considerando ainda a importância da realização de espetáculos e apresentações verdadeiramente acessíveis, respeitando e reconhecendo os direitos das pessoas com deficiência, assegurando a efetivação da acessibilidade nas atividades culturais e artísticas, visando à construção de uma sociedade mais inclusiva e justa. Em face ao exposto, o projeto prevê as Acessibilidades Física e de Conteúdo assegurando as seguintes condições. Produto: Realização de 30 (quinze) com Apresentações do Espetáculo em sete municípios/localidades (Belém, Acará, Abaetetuba, Barcarena, Mojú, Cametá e Baião), sendo 3 apresentações em cada município. Quanto à acessibilidade física, o projeto prevê todas as suas apresentações em Teatros e/ou Espaços acessíveis, que dispõem de rampas, banheiros adaptados e guias táteis, que serão mapeados pelo Grupo de Teatro Palha. Em relação à acessibilidade para deficientes visuais e auditivos, o projeto prevê, também, a contratação de Tradutores de Libras, para tradução em tempo real do espetáculo para o público com deficiência auditiva e/ou surdos; e contratação de Audiodescritores, para audiodescrição do espetáculo para o público com deficiência visual ou cego. Além de visita sensorial, ao término de cada apresentação, para o público com deficiência visual e/ou cegos presente. Vale ressaltar que a produção se responsabilizará com a divulgação do espetáculo, em cada cidade percorrida, nas Associações de Surdos, Cegos e Portadores de Deficiência, em uma busca ativa para que os mesmos possam de fato, assistir ao espetáculo, exercendo assim seus direitos de cidadania. Além do que, o projeto disponibilizará de forma acessível transporte para a condução desse público ao teatro. Em relação à acessibilidade para pessoas com deficiência intelectual, o Grupo de Teatro Palha proporcionará treinamentos com a equipe para que todos estejam preparados para atender ao público com esse tipo de deficiência, para que se possa utilizar uma linguagem simples e objetiva, de forma que os mesmos possam enteder o que se quer repassar. O Grupo realizará uma parceria com a APAE Estadual, de forma que possamos interagir com as APAES municipais, em busca de parcerias para a execução do Projeto e atendimento do público com deficiência intelecutual. Produto: Oferta de 07 (sete) Oficinas de Elaboração de Projetos para Captação de Recursos; 07 (sete) Oficinas sobre Iniciação Teatral; e, 07 (sete) Oficinas de Visagismo para o Teatro. Como medida para garantir a acessibilidade física, o projeto irá selecionar locais/espaços para realização das oficinas culturais que disponham de rampas e banheiros adaptados. Será providenciado ainda, a acessibilidade para deficientes visuais e auditivos, com a contratação de Tradutores de Libras, para tradução em tempo real do conteúdo e atividades das oficinas para o público com deficiência auditiva e/ou surdos; e contratação de Audiodescritores, para audiodescrição do espetáculo para o público com deficiência visual ou cego. Em relação à acessibilidade para pessoas com deficiência intelectual, o Grupo de Teatro Palha proporcionará treinamentos com a equipe para que todos estejam preparados para atender ao público com esse tipo de deficiência, para que se possa utilizar uma linguagem simples e objetiva, de forma que os mesmos possam enteder o que se quer repassar. O Grupo realizará uma parceria com a APAE Estadual, de forma que possamos interagir com as APAES municipais, em busca de parcerias para a execução do Projeto e atendimento do público com deficiência intelecutual. Além disso, em cada cidade percorrida, será realizada divulgação das oficinas culturais nas Associações de Surdos, Cegos e Portadores de Deficiência, em uma busca ativa para que os mesmos possam de fato participar das atividades formativas, exercendo assim seus direitos de cidadania.

Democratização do acesso

A Democratização de Acesso em projetos culturais são medidas que visam facilitar, promover ou ampliar a possibilidade de fruição de bens, produtos, serviços e ações culturais, especialmente a população menos assistidas ou excluídas, que normalmente ficam distantes dos eventos culturais, como: estudantes de escolas públicas, terceira idade, deficientes, moradores da área rural ou distantes dos centros urbanos. Desta forma, em atenção ao Art. 23 da IN SECULT/MTUR n. 01/2022 de 04/02/2022, os produtos culturais resultantes do projeto (as Apresentações do Espetáculo, as oficinas de Elaboração de Projetos para Captação de Recursos, Oficinas de Iniciação Teatral Oficinas de Visagismo para o Teatro, serão ofertados à população de forma inteiramente gratuita, ou seja, não serão cobrados ingressos. Considerando ainda o que está previsto no Art. 24 da referida IN n. 01/2022, serão adotadas as seguintes medidas visando ampliar o acesso do público aos produtos culturais do projeto: III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas. IV – além da Ação Formativa Cultural prevista no art. 25 desta Instrução Normativa, realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como: a) ensaios abertos com rodas de conversas em backstage de forma proporcional a vinte por cento do tempo de duração e do quantitativo das apresentações; XIV - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela autoridade competente.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA Realização: Grupo de Teatro Palha Obra: Circulação do espetáculo Batista em Corpo e Fúria Dramaturgia: Carlos Correia Santos Direção e encenação: Paulo Santana Elenco: Batista: Stéfano Paixão Alter Ego: Kesynho Houston Cenografia: Paulo Santana e Nelson Borges Figurino, Visagismo e Paisagem Sonora: Nelson Borges Designer de Luz e operação: Sônia Lopes Designer Gráfico: Raphael Andrade Assessoria de Comunicação: Leandro Oliveira Produção: Tânia Santana. CURRÍCULO RESUMIDO DA EQUIPE TÉCNICA Carlos Correia Santos – Violinista e letrista, Correia é parceiro musical de nomes como Nilson Chaves e Lucinha Bastos. Foi ganhador do I Concurso de Literatura promovido pela Prefeitura Municipal de Belém, em 2003, com o conto “Toda saudade é vil e vã”. Em 2004, conquistou o primeiro lugar na Categoria Teatro Adulto, do Prêmio Funarte de Dramaturgia, com o texto Júlio Irá Voar, baseado na vida do inventor paraense Júlio Cezar Ribeiro de Souza. A adaptação da vida do cientista para o teatro tenta reparar um equívoco histórico. Júlio Cezar, o paranaense inventor dos princípios básicos da aerodinâmica. Nesse mesmo ano, Santos foi agraciado com o Prêmio IAP de Literatura, Categoria Teatro com a peça Nu Nery, baseada em traços biográficos do pintor e poeta Ismael Nery. Suas peças já foram traduzidas para o francês e espanhol e foram apresentadas em Belém, São Luís, Natal, Recife, Camaçari, Piracicaba, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Stéfano da Paixão Santos – Ator e Doutorando Memória Social e Patrimônio Cultural pela Universidade Federal de Pelotas (UFPEL). Mestre em Memória Social e Patrimônio Cultural pela Universidade Federal de Pelotas (UFPEL). Especialista em Arte-Educação pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais- PUC Minas (2007). Graduação em Serviço Social pela Universidade da Amazônia (2006). Atuando principalmente nos seguintes temas: direitos sociais, patrimônio cultural, serviço social, políticas públicas, comunidade, educação e cultura e arte. Kesynho Houston (Malaquias Vieira Ferreira Filho) – Artista Marajoara. Fundador da companhia teatral Musas. Aluno do curso técnico em teatro pela Escola de Teatro e Dança da UFPA - ETDUFPA; como ator realizou o espetáculos “O QUARTO” inspirado nas obras Barrela e Navalha na Carne de Plínio Marcos, com dramaturgia de Paulo Santana; “Batista em Corpo e Fúria” livre adaptação da obra BATISTA de Carlos Correia Santos com o Grupo de Teatro Palha; “Foi o Mar”, livre adaptação da obra “Senhora dos Afogados” de Nelson Rodrigues pelo Grupo de Teatro MUSAS; “Morte do Caixeiro Viajante” de Arthur Miller, pela Escola de Teatro e Dança da UFPA-ETDUFPA, com direção de Karine Janssen; Dirigiu “A Babá McPhee” de Christianne Brand; “Gabriela Cravo e Canela” de Jorge Amado, “O Ninho” adaptação da obra de Nelson Rodrigues, “O Auto da Compadecida” de Ariano Suassuna, “O mágico de Oz” de Lyman Frank Baum. Paulo Santana – Doutor e Mestre em Artes pelo Programa de Pós-Graduação em Artes da UFPA. Professor da Escola de Teatro e Dança da UFPA, nos cursos Técnicos e Graduação em teatro, dança, figurino e produção cênica. Ator, cantor, diretor teatral, encenador, cenógrafo, dramaturgo e publicitário. Fundador do grupo de teatro PALHA (06091980), no qual exerce as funções de diretor e encenador teatral. Possui mais de quarenta e oito anos de experiência neste fazer, tendo atuado e dirigido mais de noventa espetáculos nas áreas de Teatro, Dança e Música. Desenvolve atividades de extensão e pesquisa teatral, com ênfase na interpretação teatral. Nelson Carlos Borges – Possui graduação em Marketing pela Universidade Paulista (2014). Atualmente é proprietário - BORGES MAKE-UP. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Artes Cênicas e visuais. Graduado como Gestor em marketing. Maquiador especializado em maquiagens sociais e maquiagens artísticas e cenográficas de efeitos especiais incluindo para fotos, vídeos, cinema e teatro. Ator, Cenógrafo, Fotógrafo e desenvolve pesquisas sobre maquiagens de efeitos, utilizando diversos tipos de materiais, tanto profissionais quanto a utilização e pesquisa com materiais alternativos. Possui trabalhos reconhecidos Nacional e internacionalmente por grandes marcas de referências mundiais como Catharine Hill, Kryolan. Ministra cursos, workshops e palestras. Iniciou sua carreira teatral com o Grupo de teatro Palha dirigida por Paulo Santana, este com longa trajetória artística desde a década de 80. Sônia Lopes –Iniciou sua carreira como iluminadora em 1999, depois de ter participado de uma oficina de iluminação cênica na Escola de Teatro e Dança da UFPA. Participou de cursos de iluminação com professores da Unicamp - Hamilton Saraiva, Roberto Gil Camargo, Ronaldo Costa e com Michael Borowski (Alemanha). Participou do II Curso de Formação em Ópera 2021 do XIX Festival de Ópera do Theatro da Paz. Assinou direção de luz dos seguintes espetáculos teatrais: Deborah Rope (teatrofilme) - Grupo Teatro de Apartamento Aldeotas - Grupo Gruta. De eterno e belo há apenas o sonho (Melhor iluminação200020012002) - Grupo Palha. A casa do rio - Grupo Gruta. Iracema Voa - Grupo Independente. Desertos - Teatro de Apartamento. Por um segundo apenas - Teatro de Apartamento. Assinou direção de luz das seguintes Óperas: Don Pasquale de Gaetano Donizetti. La Traviata de Giuseppe Verdi. Ópera Pagliacci de Leoncavallo. A Fada e o Girassol, ópera digital de Kalynka Cruz e Isabelle Sabrié. Leandro Oliveira Ferreira – Graduado em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade da Amazônia - UnamaPA, ator de formação técnica pelo Curso Técnico de Formação em Ator da Universidade Federal do Pará - UFPA e graduando em Direito pela Universidade Federal do Pará - UFPA. Atualmente está na Assessoria de Comunicação do Departamento de Trânsito do Estado do Pará - DetranPA e atua em diversas companhias de teatro na cidade de Belém-PA. Suas principais áreas de interesse são artes cênicas, comunicação e cultura, identidades, gênero e direitos humanos. Tânia Santana – Mestre em Artes, pelo Programa de Pós Graduação em Artes da Universidade Federal do Pará (2018). Mestre em Teoria Econômica, com graduação em Ciências Econômicas, ambas realizadas na UNAMA Especialista em Elaboração de Projetos e Captação de Recursos pela FGV (Fundação Getúlio Vargas). Desde 2000 é produtora cultural e captadora de recursos do Grupo de Teatro Palha, para o qual já produziu 30 (trinta) espetáculos; a partir de 2014 foi eleita Presidente do Grupo. Foi produtora da Usina de Teatro da UNAMA (2002 a 2004), Grupo Ecoarte (2005 a 2007), entre outros, tendo produzido mais de vinte espetáculos durante esta trajetória. Desde 2011 é produtora do Auto do Círio, evento que reúne as artes cênicas (teatro, música e dança) em um só espetáculo. Na área musical, já produziu: Yuri Guedelha e Adelbert Carneiro. Na área do cinema e audiovisual já produziu os documentários de Jussara Derenji, Dita Acatauassú, Jurandir Bezerra e Ubiratan de Aguiar (Pierre Beltrand). Na área da Literatura escreveu e produziu os projetos: Publicação de Livro, Livro de partituras, 4 CDs e DVD de Sebastião Tapajós; Livro Físico da obra Lundu. Canto e Dança do Negro no Pará, de Vicente Salles; e, Memória Literária do IAP (publicação dos suplementos literários do Jornal Folha do Norte).

Providência

Periodo para captação de recursos encerrado.

2026-03-31
Locais de realização (7)
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