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O projeto Mãe D’Água e sua trupe na proteção de crianças da Amazônia é uma proposta de produção e circulação de espetáculo de teatro de bonecos, que tem como público principal alunas e alunos do 1º ao 5º ano do ensino fundamental da rede municipal de ensino de 10 cidades do estado do Pará, com o propósito de possibilitar o acesso gratuito à arte, cultura e educação em direitos humanos e cidadania aos estudantes de 20 escolas. Após as apresentações acontecerão rodas de conversa em alusão ao texto, sobre mitos e lendas e proteção integral de crianças, com o acompanhamento dos professores e educadores das escolas.
O projeto Mãe D’Água e sua trupe na proteção de crianças da Amazônia é uma proposta que utiliza a linguagem do teatro de bonecos para abordar situações de violência física e psicológica que podem deixar marcas profundas ao longo da vida de uma criança. É um alerta importante sobre prevenção, cuidado e denúncia, especialmente em um contexto pós-pandêmico, no qual muitas situações ficaram ocultas e silenciadas. Um instrumento de diálogo pedagógico para transformação social e construção de cidadania, por isso traz no seu título uma base cultural referencial de lendas amazônicas, uma tradição de estórias que fazem história, na busca da denúncia e apuração de situações a serem transformadas, ou seja, o enfrentamento a violência contra criança, principalmente o abuso sexual. Nesse sentido entram em ação o Curupira, a Matinta Pereira, a Mãe D’água, a criança Nazaré e o truculento abusador Manoel, também conhecido como Mané. A trama acontece em uma cidade do interior próxima da floresta, mas falamos de maneira figurada nos reportando também ao ambiente doméstico urbano, onde lamentavelmente ainda acontecem situações de violação dos direitos de meninas e meninos. Assim sendo, por meio de linguagem lúdica e adequada para o público infantil, abordamos situações que envolvem o despertar da atenção, sensibilização e prevenção às situações de violências e abusos contra crianças. No enredo o abusador Manoel vive maltratando crianças, ofendendo, colocando crianças para trabalhar pra ele na colheita de açaí, arriscando a vida delas em troca de míseros trocados. Numa de suas idas a floresta para caçar ele encontra a menina Nazaré, de nove anos de idade, que mora no povoado vizinho a sua comunidade. Fica olhando a menina cantar e lavar roupa, se apresenta de forma gentil e quer desviar o caminho de Nazaré de volta pra casa, também a convida, por mais de uma vez para nadar no lago com ele. Mané é caçador e metido a valentão, mata as caças sem necessidade. Começa a sofrer um revés do Curupira que o deixa “mundiado”, desorientado. Depois, a noite recebe a visita da Matinta Pereira que faz alerta pra ele com relação ao seu comportamento com a menina Nazaré. Mané parece que não tem jeito não, continua a perseguir a menina Nazaré, sofre transformação em sua memória pela exuberante Mãe D’Água e vai para na cidade onde faz um depoimento confessando suas maldades no Conselho Tutelar e depois cumpre pena pelo seus abusos e maus tratos com as crianças. Uma trama divertida, onde personagens de mitos e lendas entram em ação encantando, sensibilizando; uma boa trilha musical e sons da floresta. Haverá o incentivo à participação das crianças em diversos momentos do espetáculo. O presente projeto é uma proposta de produção e circulação de espetáculo de Teatro de bonecos que terá como público principal alunas e alunos das escolas públicas, com idade média dos seis aos dez anos de idade, do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental da rede municipal de ensino, com 20 apresentações em de 10 cidades do Estado do Pará: Belém, Barcarena, Ananindeua, Marituba, Benevides, Santa Bárbara do Pará, Santa Izabel, Santo Antônio do Tauá, Castanhal e São Francisco do Pará. Logo após as apresentações acontecerá uma roda de conversa com as crianças, com acompanhamento dos professores, técnicos e gestores das escolas, para saber das crianças sobre o que entenderam, o que mais chamou atenção, os elementares da floresta: curupira, Matinta perira, Mãe D'Água; o que entenderam da mensagem da proteção integral de criança para o seu desenvolvimento físico, psicológico, mental e denúncia da violência sexual.
Objetivo Geral: Possibilitar o acesso gratuito à arte, cultura, educação e informação em direitos humanos e cidadania, às crianças estudantes das escolas de ensino fundamental de 10 cidades do Estado do Pará, por meio do espetáculo teatral: Mãe D’Água e sua trupe na proteção de Crianças na Amazônia. Objetivos Específicos: Realizar 20 apresentações de teatro de bonecos, do espetáculo: Mãe D’Água e sua trupe na proteção de Crianças da Amazônia, direcionadas às crianças de 6 aos 10 anos de idade, do 1º ao 5º ano do ensino fundamental da rede municipal de ensino das cidades de Belém, Barcarena, Ananindeua, Marituba, Benevides, Mojú, Santa Izabel, Santo Antônio do Tauá, Castanhal e São Francisco do Pará. Promover 20 rodas de conversas em alusão ao texto teatral sobre a proteção integral de crianças, permeado pelos mitos e lendas da Amazônia, que serão acompanhadas pelos professores e educadores das escolas onde houver as apresentações. Divulgar por 90 dias as apresentações no site institucional www.radiomargarida.org.br e redes sociais do Centro Artísitico Cultural Belém Amazônia e de parceiros.
O teatro-de-bonecos, assim como o teatro de atores, possui uma tradição tão antiga quanto a da própria história do homem. Sabemos que ele vem sendo praticado desde a antiguidade, possivelmente tendo surgido no Oriente, de onde se expandiu para a Europa e América. O teatro de bonecos surge de raízes religiosas, mostrando-se como grande forma de expressão artística, tanto na visão erudita como na popular. O teatro, especialmente o teatro de bonecos, é um mundo de fantasia e criatividade, permitindo que as crianças explorem novas ideias, histórias e personagens. Isso estimula a imaginação e a capacidade de criar suas próprias narrativas, possibilita que crianças assistam ao teatro de bonecos e desenvolvam suas habilidades linguísticas com a narração de histórias e expressões verbais que podem melhorar seu vocabulário, gramática e habilidades de comunicação, seu desenvolvimento físico, emocional, cognitivo e social. Ao proporcionar experiências de teatro de bonecos, as crianças podem se colocar no lugar dos personagens e entender as situações sob diferentes perspectivas. Isso pode auxilia-las a desenvolver empatia e compreensão pelos outros, inspirar as crianças a explorar suas próprias habilidades artísticas e criativas, seja atuando, desenhando, escrevendo histórias ou criando seus próprios bonecos. A proposta Mãe D’Água e sua trupe na proteção de Crianças da Amazônia é um mergulho no imaginário amazônico paraense, concebido dentro de uma potente perspectiva social das linguagens teatrais, nesse caso ele será uma ferramenta para abordar e enfrentar questões sociais delicadas, como as relacionadas a violências contra as crianças. Ao criar e apresentar peças teatrais que tratam desse tema sensível, é possível promover a conscientização, a empatia e a reflexão na sociedade. Os estudos científicos dizem que aqueles que sofrem violências tais como o abuso sexual sentem-se envergonhadas e com medo de falar sobre suas experiências. Assim sendo o teatro de bonecos pode criar um espaço de reflexão para falar sobre o assunto, incentivando as crianças a compartilharem suas histórias e procurar auxilio, encorajando o rompimento do silêncio que muitas vezes envolve essa situação. Nesse caso essa abordagem será realizada no âmbito escolar, contando assim com esse ambiente para informar o público sobre maus tratos, abuso sexual e seus impactos emocionais e psicológicos e os recursos disponíveis para o acolhimento e encaminhamento de tais situações. Essa conscientização é fundamental para a prevenção e identificação precoce do abuso, além de ter o poder de reunir as pessoas e criar um espaço de diálogo em torno do tema do abuso sexual. Com a participação da comunidade, incluindo educadores, pais, profissionais de saúde e líderes locais, o teatro de bonecos pode se tornar uma ferramenta valiosa para abordar esse problema em nível comunitário. Em suma o teatro de bonecos pode ser uma forma eficaz de enfrentamento as violências cometidas contra crianças, pois promove a conscientização, quebra o silêncio, educa, empodera e engaja a comunidade. É uma maneira de dar voz às vítimas e chamar a atenção da sociedade para uma questão tão importante, contribuindo para a construção de um ambiente mais seguro e solidário para todos. No que diz respeito à Lei de Incentivo à Cultura, podemos dizer que o projeto proposto possibilita que os recursos públicos permitidos pelo mecanismo de incentivo à projetos culturais volte à população em forma de serviços culturais relevantes e de acordo com o Art.1º da Lei 8313/91 se destaca o cumprimento dos seguintes itens: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. Neste sentido os espetáculos do projeto serão GRATUITOS e amplamente divulgados no site e redes sociais da entidade proponente e de parceiros. II _ Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais. Neste sentido o projeto terá a produção realizada por autores locais e artistas locais que atuarão nas apresentações de teatro de bonecos, assim como nas rodadas de conversa sendo os recursos humanos e conteúdos abordados da e na Amazônia Paraense. VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Também neste sentido difundimos valores éticos e morais universais de grande valia ao conhecimento dos direitos humanos no sentido de promover a proteção integral de crianças e adolescentes. Conteúdo este que estará presente no texto, nas apresentações e roda de conversa. Estes itens da lei que servem de base para as políticas públicas governamentais de incentivo à cultura também orientam nossas ações como organização da sociedade civil que trabalha com arte, cultura e educação. No que diz respeito ao artigo Art. 3° da Lei 8313/91 podemos destacar os seguintes itens: I - Incentivo à formação artística e cultural, mediante: d) Estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Quanto ao item I, letra D, do artigo Art. 3° da Lei 8313/91 ressaltamos que o Centro Artístico Cultural Belém Amazônia _ ONG Rádio Margarida é entidade sem fins lucrativos que visa à inclusão social de crianças, adolescentes e jovens, busca trabalhar pelo desenvolvimento sustentável, escrevendo projetos e buscando parcerias e recursos em editais para contribuir e facilitar o livre acesso GRATUITO às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. Os recursos humanos colaboradores que trabalham com a entidade são de artistas locais e regionais, atendendo ao item 1 letra D do artigo 3 da Lei 8313/91. Quanto ao item IV, letra A, do artigo Art. 3° da Lei 8313/91 destacamos que todo o projeto é de veiculação e acesso GRATUITO. O Estatuto da Criança e do Adolescente _ ECA em seu Artigo 4º, diz que: É dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária. Assim sendo entendemos que esse espetáculo permite o acesso a alguns desses direitos fundamentais referentes a vida: saúde, educação, cultura, arte e informação de qualidade. De forma complementar ao que já acontece na rede pública estadual de ensino fundamental, pretendemos oportunizar por meio das apresentações ser um suporte ao professor e técnicos das escolas em seu trabalho cotidiano de acompanhamento e acolhimento de alunos, na identificação de situações de discriminação, intolerância, preconceito, racismo, machismo e outras formas de violência física, abuso e violência sexual, assim como oportunizar aos adolescentes e jovens acesso a arte, cultura e educação pública de qualidade, que de forma lúdica e divertida faz crescer, dar à luz, vir à tona (Educare). Utilizar a linguagem teatral como instrumento de diálogo pedagógico para transformação social e construção de cidadania. "Contribuir e facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais" (Art.1º, item 1 da Lei 8313/91).
O Centro Artístico Cultural Belém Amazônia – ONG Rádio Margarida, uma organização não governamental sem fins lucrativos criada em 1991 na cidade de Belém do Pará, com a missão de produzir e irradiar arte, cultura e educação popular, fortalecendo a conscientização para melhoria da qualidade de vida socioambiental, na Amazônia, no Brasil e no mundo. Com experiencia reconhecida em direitos da criança e do adolescente, cidadania, meio ambiente, saúde, saneamento, comunicação e outros campos de atuação. Desenvolve desde o ano de 1994 o seu método de educação popular de linguagens artísticas e meios de comunicação social, por meio do teatro, teatro de bonecos, palhaços, jogos, brincadeiras, produção audiovisual: radionovelas, podcast, programas de radiodifusão, vídeos educativos, curtas, medias e longas-metragens. Desde o início de sua jornada o teatro e o teatro de bonecos são as linguagens mais adotadas como marca de seu trabalho bem realizado. Desde a primeira viagem (1991) da rádio teatro ambulante, os bonecos e os atores estavam na janela do ônibus, que é símbolo da companhia, da trupe. Por meio da adoção dessas linguagens na realização de inúmeros projetos o Centro Artístico Cultural Belém Amazônia – ONG Rádio Margarida já recebeu premiações nacionais e internacionais (ver currículo). A atual proposta não prevê a compra de bens permanentes, tais como equipamentos, reformas e outros.
O espetáculo tem a seguinte sequência: Um arte-educador acompanhado pelo interprete de libras, demostrando a língua dos sinais às crianças, faz animação e brincadeiras para descontração por cerca de 15 minutos, chama a atenção para o que há de vir, “o espetáculo vai começar”. Uma trupe de três bonequeiros, com bonecos de luva com manipulação de boca, representando personagens, apresentam o texto com cerca de 25 minutos de duração, que mergulha no imaginário de mitos e lendas amazônicos. Após a apresentação se abre uma roda de conversa sobre o que entenderam e dúvidas sobre a temática do texto apresentado, com duração de 30 minutos. No total teremos cerca de 70 minutos de apresentação e roda de conversa. Tempo que pode ser até mais prolongado dependendo da disponibilidade da escola de liberar os alunos, assim como da atenção, perguntas e interação dos alunos e professores com os atores e direção do espetáculo. Um espetáculo teatral, abordando um tema relevante, com base em uma tradição de contar estórias, unindo alguns personagens dos mitos e lendas da Amazônia. Bonecos de cerca de 50 centímetros atrás da panada: a pequena e ingênua menina Nazaré; a Matinta Pereira; o Curupira e a Mãe D’água. O abusador Manoel, mais conhecido como Mané, estará fora da panada em seu tamanho natural, mostrando a relação de desproporção de tamanho e também de atitudes de um adulto em comparação a uma pequena criança, mas com a força da palavra, da imaginação, da lei da natureza e dos homens pode-se mudar essas situações de violências para a condição de proteção da criança. O espetáculo teatral Mãe D’Água e sua trupe na proteção de crianças da Amazônia, construído com base no método de educação popular da ONG Rádio Margarida, busca por meio da arte, cultura e educação, obter o resultado de colocar luz na escuridão da violência. Nesse sentido pretendemos colaborar com a escola como um espaço de educação integral, afetivo de acolhimento às Crianças e encaminhamento das situações a serem tratadas, bem como um espaço de arte, cultura e educação. Espera-se que por meio deste espetáculo artístico-cultural possamos contribuir na Amazônia Paraense, com a Doutrina da Proteção Integral preconizada no ECA - Estatuto da Criança e do Adolescente, bem como divulgar a importância da linguagem teatral para a arte, cultura e educação.
Incluir medidas de inclusão e acessibilidade é sempre uma prioridade para o Centro Artístico Cultural Belém Amazônia - ONG Rádio Margarida em suas produções culturais e projetos sociais. Para a atual proposta: Mãe D’Água e sua trupe na proteção de crianças da Amazônia , destinada ao público composto por alunos do 1º ao 5º ano do ensino fundamental da rede municipal de 10 cidades do Estrado do Pará. PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS COM RELAÇÂO ÀS MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO Trataremos com a direção das escolas onde vier acontecer as apresentações as medidas necessárias para garantir a acessibilidade arquitetônica dos alunos com deficiência física. Para acomodar espectadores com limitações de locomoção, iremos disponibilizar espaços reservados para cadeiras de rodas nas primeiras filas do público. Reconhecemos que as escolas municipais apresentam estruturas variadas, o que pode resultar em necessidades adicionais ao longo das apresentações. Por isso nos comprometemos a enfrentar essas limitações de modo a garantir que todas as crianças tenham acesso à arte, ao teatro de bonecos sem exclusão. COM RELAÇÂO ÀS MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO Planejamos viabilizar a presença de um intérprete de Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) durante os espetáculos, possibilitando a tradução para pessoas surdas. Além disso, buscamos incorporar características audiodescritivas à narração do espetáculo teatral, proporcionando uma compreensão contextual mais ampla da peça. Desejamos, ainda, oferecer uma experiência sensorial aos alunos com cegueira ou baixa visão, permitindo que explorem os figurinos e bonecos utilizados na peça. No que diz respeito ao áudio, pretendemos controlar o volume dos efeitos sonoros e da trilha sonora, evitando sobrecarregar as crianças com hipersensibilidade auditiva. Adicionalmente, reservaremos um espaço sensorial nos bastidores, proporcionando um ambiente tranquilo e confortável para as crianças que necessitarem de um momento de calma durante o espetáculo. Nossa dedicação à inclusão e acessibilidade reflete nosso compromisso em proporcionar experiências enriquecedoras e significativas para todas as crianças, independentemente de suas necessidades específicas.
Com relação a ampliação do acesso adotadas no projeto, conforme artigo 28 da IN nº 01/2023 as medidas adotadas serão as seguintes: IV - Disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - Garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas. Assim sendo, com relação ao item VI, serão realizadas 20 rodas de conversas em alusão ao texto teatral sobre a proteção integral de crianças, com alerta para violências e maus tratos as crianças, em destaque o abuso sexual. Serão realizadas as rodas de conversa com acompanhamento dos professores e educadores das escolas onde houver as apresentações. VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil; X - Outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC). Nesse caso, com relação ao item X as 20 apresentações artísticas de teatro de bonecos serão GRATUITAS, destinada ao público de alunos do 1º ao 5º ano do ensino fundamental da rede municipal de ensino de 10 cidades do Estado do Pará.
As atividades sob a direção do Centro Artístico Cultural Belém Amazônia serão as seguintes: Direção Geral do projeto; Criação do texto teatral “Mãe D’Água e sua trupe na proteção de crianças da Amazônia''; Criação de sonoplastia e trilha sonora Construção de bonecos e cenário; Estudo do texto e ensaios; Planejamento participativo proposto pela direção do Centro Artístico Cultural Belém Amazônia – ONG Rádio Margarida com a equipe de trabalho; Diálogo da diretoria sobre o texto e detalhes da apresentação artística com a equipe de trabalho; Articulação com as Secretarias Municipais de Educação, para elaboração de um calendário de trabalho com escolha dos locais e escolas a serem contatadas para programação das apresentações; Após o planejamento e elaboração de um cronograma inicial de trabalho com a direção das Secretarias de Educação, serão iniciadas as articulações com os gestores, professores e técnicos das escolas para ajustes quanto aos dias e locais para as apresentações artísticas; Planejamento de logística para deslocamento até as escolas nos municípios escolhidos; Ida às escolas e apresentação artística: Animação (15 min.); Espetáculo Lenda de Sombra e Luz (25 min.); Roda de conversa sobre o Espetáculo 30 min.); Registro fotográfico das apresentações; Quantificação do público presente e avaliação junto aos gestores, professores e técnicos presentes; Divulgação no site www.radiomargarida.org.br e redes sociais das da entidade; Relatório final por escrito com a quantificação e qualificação das ações e atividades do projeto e prestação de contas do mesmo. CURRÍCULO RESUMIDO DOS PRINCIPAIS PARTICIPANTES Direção Geral – Osmar Pancera - Doutor em Serviço Social, Mestre em Saúde Pública, Assistente Social, professor, pesquisador, escritor de livros, projetos, textos de teatro, vídeo, radionovelas. Fundador e membro efetivo do Centro Artístico Cultural Belém Amazônia – ONG Rádio Margarida desde 1991, na realização de eventos, campanhas e projetos sociais de arte, educação, cultura, saúde, meio ambiente, prioritariamente voltados a defesa dos direitos humanos de crianças e adolescentes, valorização e difusão de cultura de paz. Autor do método de educação popular Linguagens artísticas e meios de comunicação social, por meio do teatro, teatro de bonecos, jogos, brincadeiras, vídeo popular, programas de rádio difusão, materiais educativos e tecnologias de informação e comunicação, desde 1994. Direção Artística – Maria Eugenia Moreira de Melo – QUALIFICAÇÕES: Direção artística de Teatro e Teatro de bonecos, coordenação de programas e projetos; Fotografia; trabalho com grupos; manipulação de bonecos. FORMAÇÃO: Especialista em jornalismo cidadania e políticas públicas - Título: Radionovelas Educativas: Na difusão de uma cultura de enfrentamento da violência sexual da criança e do adolescente. 2008 a 2009. Graduação em Serviço Social pela Universidade Federal do Pará, - Título: Arte educação, uma nova linguagem para um novo homem - 1994. Membro da Union Internacionale De La marionette de 1991 a 1997. Membro da Associação Brasileira de Teatro de bonecos de 1986 a 1993. Membro da federação Estadual de Atores, Autores e técnicos de Teatro no Pará de 1989 a 1991. Observação: primeira Bonequeira no estado do Pará, atuando desde 1985 na direção e participação como bonequeira em inúmeros espetáculos de teatro e teatro de bonecos desde. Produção Executiva - Adelson de Souza Gonzaga – QUALIFICAÇÕES: Início da carreira artística como ator no ano de 1991 até os anos atuais por diversos grupos teatrais. Tem vasta experiência como ator e arte educador popular. CURSOS e WORKSHOP: Iluminação, sonoplastia, Ator e Direção, Teatro "Solo", Curso Gestão de Projetos para o Terceiro Setor- Introdução a linguagem SIGP, I congresso Paraense de Educação Ambiental. Ator, arte educador e produtor executivo da ONG Rádio Margarida nos seguintes projetos: Projeto ArtEduca- SEMEC 2023; Projeto Art(e)Cidadania (2022); Projeto Awure Ribeirinhos(2021 e 2022); Programa Municípios Verdes (2017 / 2018); Projeto Vento Norte – 2016; Programa Nota Fiscal Cidadã – 2015; Projeto Educação Fiscal (2014 / 2015); Projeto Novas práticas Educativas – 2010 / 2011; Projeto Hanseníase – (2010). Também com participação no Grupo de Teatro Chama – Atuação como ator e Produtor de elenco no espetáculo da “Paixão de Cristo Paixão do Povo” (Barcarena PA, 2006 /2014). Ator / Bonequeiro - Adalgilson do Socorro Barbosa de Araújo. Nome artístico: Gilson Araújo. FORMAÇÃO ACADÊMICA – Tecnólogo. Pós graduação em Arte Na Educação-FACUMINAS 2023. Educador Social – UNIPOP -2023. Gestão em Marketing – 2007– Faculdade de Tecnologia ida Amazônia.Oficina de interpretação Teatral com a Cia -Ave Lola – SESC – PA 2013. Oficina Construção do Clow (Lume)- IAP – Belém 2004. Oficina de direção Teatral com ator, diretor SESI- Araxá-MG – 2003. Cinema Rodrigues SP /20001. Cursos Livres do Corpo ao Son- Laura (Fundação Mazzaropi SP – 2001). Teatro Improviso em Pirandello – 2001 Fundação Osvald de Andrade. Trabalhos como Ator / Bonequeiro: Grupo de Teatro Encenação Cultural do Pará. Esperando Godot – 2002; O Mestre Pedro Pathelin – 2002; O Sitio do Pica-Pau Amarelo – 2001; O Milagre do Calvário – 2000; A Dama e o Vagabundo – 1999; Cinderela – 1999; Vamos à Feira – 1998; A Bela e a Fera – 1997. Grupo de Teatro TEM; O Circo Rataplan – 2021. Com a ONG Rádio Margarida Ator e arte educadores em espetáculos de teatro e teatro com bonecos nos anos de 2000 a 2023. Ator / Bonequeiro – Eduardo Freire Viana. Ator, professor, diretor de teatro, manipulador de boneco, animador e Clown. Trabalha com a linguagem de palhaçaria em diversas expressões artísticas e culturais como contação de história, além de atuar em espetáculos teatrais e de teatro de bonecos Formação Acadêmica na Universidade Federal do Pará - Licenciatura em Teatro. Formação complementar: Teatro de Sombra | Sesi Belém | 2010; Formas Animadas e Manipulação de Bonecos | Sesi Belém | 2007. Experiência Grupo Encenação Cultural do Pará – 1999 a atual. Grupo de teatro em que comecei a atuar como ator profissional, contabilizando 21 espetáculos encenados. Rádio Margarida -Campanha Educativa Ambiental do Programa Municípios verdes, junto aos povos tradicionais Quilombolas (2019); Dia Nacional de Enfrentamento a Violência sexual Infanto Juvenil (2015) Semana do Bebê (2016); Detran – PA - 2009 a 2011. Atriz / Bonequeira – Kyria Melo Rodrigues Monteiro – FORMAÇÃO ACADÊMICA: Ensino Superior completo - Curso: Comunicação Social-Jornalismo- UNAMA. Ensino Superior completo - Curso: Letras Inglês e Português - Anhanguera. FORMAÇÃO ARTÍSTICA: Oficina: Oficina de teatro – Formação de atores, ministrado pelo diretor Fernando Matos. Duração de 1 ano. 2010. Curso Livre: Teatro Musical - Fundação Carlos Gomes, ministrado pelos professores Pedro Alcantara e Pedro Messias. Cursando. TRABALHOS REALIZADOS Teatrais: Grupo Encenação do Pará - Muito Além da lenda: Canta Waldemar. Ano: 2022; Cabanos, uma viagem no tempo. 2016, 2017, 2019, 2022; O sítio do pica-pau amarelo. 2012 e 2018; O Noviço. 2015; Quem vai limpar a kitnet?.2015; A Cigarra e a Formiga.2015; O rapto do coelhinho cinza. 2013; A dama e o vagabundo- 2012 e 2013. Grupo Atorres- A Ratinha Mary. 2013/2014; Amigos como nós - O musical. 2014; Eléboom - O musical. 2018 e 2022; Pra lá que a gente vai. 2017; Espetáculo Online Mercibocú, Belém! 2020. Wicked. Rádio Margarida - Manipulação de bonecos: Diversos Vídeos Educativos Ano: 2023. - Espetáculo: Dona Árvore e Seu Passarinho. 2023. Parte inferior do formulário
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