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O projeto "Hutukara" visa a realização de uma Mostra Itinerante de Cinema Yanomamicomexibiço~es 100% gratuitas de 4 filmes em Terra Indi´gena Yanomami (cinema ao ar livre) e em 3 cidades amazônicas (salas de cinema) de: 1 longa-metragem, "A Queda do Ce´u", dirigido por Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha; e 3 curtas-metragens dirigidos por cineastas Yanomami "A A´rvore dos Sonhos", dirigido por Morzaniel Iramari, "Uma Mulher Pensando" e "A Pesca Com Timbo´", ambos dirigidos por Aida Harika, Roseane Yariana e Edmar Tokorino. Um dia de exibiça~o em cada lugar: Demini, Missa~o Catrimani, Boa Vista, Bele´m e Manaus.
Circulação em Terra Indígena Yanomami (TIY)A circulação em Terra Indígena Yanomami está prevista para ter duração aproximada de 10 dias:Contará com a exibição dos 4 filmes + Conversa com os moradores de duas diferentes comunidades Yanomami. Circulação em 3 Cidades AmazônicasSerão realizadas sessões de exibição com a presença do xamã e personagem principal do longa-metragem (Davi Kopenawa), juntamente com os diretores Yanomami dos curtas-metragens e do longa-metragem.As exibições serão acompanhadas de uma palestra de Davi Kopenawa e pela apresentação dos filmes pelos diretores Yanomami.Será uma exibição por cidade.Classificação etária indicativa de todos os filmes: LIVRE. Sobre o Palestrante: Davi Kopenawa Yanomami, nasceu na região do Alto Rio Toototopi, no estado Amazonas, Terra Indígena Yanomami, Brasil. É xamã, líder político mundialmente reconhecido por sua luta em defesa dos povos indígenas e da floresta amazônica e presidente da Hutukara Associação Yanomami (HAY). É autor do livro “A Queda do Céu: palavras de um xamã yanomami”, escrito em coautoria com o antropólogo Bruce Albert e traduzido para diversas línguas. O livro é considerado por muitos especialistas como um dos trabalhos mais importantes da produção literária contemporânea. Por 25 anos, ele liderou incansavelmente uma campanha nacional e internacional para garantir os direitos à terra Yanomami. Como consequência de sua luta, o território Yanomami foi reconhecido e demarcado pelo governo brasileiro em 1992. Sua coragem, espírito combativo e perspicácia estão representados por seu nome na língua Yanomami “Kopenawa” ou vespa. Em 1989, Davi recebeu ser primeiro prêmio, o Global 500 das Nações Unidas, em reconhecimento à sua luta pelo território Yanomami e por garantir um futuro para o povo Yanomami. Desde então, Davi realizou inúmeras viagens nacionais e internacionais para encontros com representantes de Governo e organizações da sociedade civil para denunciar as constantes ameaças de garimpeiros e outros invasores e para promover alianças em defesa da floresta. O reconhecimento de Kopenawa se traduz em uma série de prêmios e distinções que tem recebido ao longo de décadas. Em 2019, ele e a Hutukara Associação Yanomami receberam o Prêmio Right Livelihood, ou o “Nobel alternativo”, pela longa e combativa trajetória em defesa do meio ambiente e dos povos indígenas. Em 2020, o líder Yanomami falou na plenária de abertura da 43a Sessão do Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra, na Suíça, levando denúncias sobre a situação dos povos indígenas no Brasil, sob risco de etnocídio, e dos povos isolados, sob risco de genocídio. Em 2022, ele recebeu o título de doutor honoris causa pela Universidade Federal de Roraima (UFRR) e em março deste ano recebeu o mesmo título pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Como disse na cerimônia, em 2021, para integrar a Academia Brasileira de Ciências (ABC), “a sua escola foi a floresta; o seu professor, foi a mãe terra; e a natureza foi quem deu experiência, sabedoria e conhecimento tradicional. A floresta é minha casa; a floresta é meu lugar”.
Objetivo Geral O objetivo desse projeto é a circulação do longa-metragem "A Queda do Céu", dirigido por Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha, juntamente com três curtas-metragens "A Árvore do Sonho", de Morzaniel Iramari; "Uma Mulher Pensando" e "A Pesca com Timbó", ambos dirigidos por Aida Harika, Roseane Yariana e Edmar Tokorino. Objetivos Específicos 1) Circulaça~o dos 4 filmes: realizar a circulaça~o gratuita dos 4 filmes dentro do territo´rio Yanomami (cinema ao ar livre), em duas comunidades: Demini e Missa~o Catrimani. E realizar exibiço~es gratuitas dos 4 filmes em 3 capitais da regia~o amazônica (cinema fechado) com uma palestra de Davi Kopenawa em cada uma.2) Conversas/debates após as exibições. Estimular que os Yanomami falem sobre os filmes assistidos, sem a mediação de não-indígenas. 3) Contrapartidas Sociais: As exibições dos filmes e as palestras serão totalmente gratuitas.4) Doação Equipamentos de Exibição para a Hutukara Associação Yanomami. Os equipamentos que serão utilizados na circulação em Terra Indígena, ao final serão doados para que as comunidades tenham equipamento para futuras exibições.5) Art. 1o da Lei 8.313/91: o projeto primordialmente conecta-se com "I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exerci´cio dos direitos culturais".6) Pu´blico: Atingir 1.000 pessoas, sendo 200 pessoas em cada dia de exibiça~o. Sendo duas exibiço~es em Terra Indi´gena Yanomami (Demini e Missa~o Catrimani) e 3 exibiço~es em Boa Vista, Bele´m e Manaus.
A Aruac Filmes vem desenvolvendo, desde 2017, um fecundo trabalho arti´stico com o xama~ Davi Kopenawa, um dos mais importantes li´deres indi´genas do mundo; seu filho Da´rio Vito´rio Kopenawa; o antropo´logo francês, Bruce Albert; a Hutukara Associaça~o Yanomami e a comunidade Yanomami de Watorikɨ atrave´s da realizaça~o do filme de longa-metragem "A Queda do Ce´u" (homônimo do livro escrito por Davi e Bruce) bem como da produça~o e distribuiça~o nacional e internacional de 3 curtas-metragens dirigidos por 4 jovens cineastas Yanomami (Morzaniel Ɨramari, Aida Harika, Roseane Yariana, Edmar Tokorino). Esse intercâmbio arti´stico e operacional (a Aruac vem equipando e ministrando cursos de filmagem e po´s-produça~o na comunidade de Watorikɨ, na regia~o do Demini da Terra Indi´gena Yanomami) tem sido um fe´rtil terreno para o cinema brasileiro. Foi atrave´s dessas trocas com Davi e Da´rio Kopenawa, que surgiu a ideia para a realizaça~o de uma circulaça~o dos quatro filmes em terra indi´gena. Histo´rico dos filmes - como surgiram? Sob qual contexto? Como parte da Campanha de Impacto do filme "A Queda do Ce´u", os 3 curtas coproduzidos pela Aruac, e Hutukara, com direça~o dos Yanomami, foram filmados na TIY juntamente com as filmagens do longa. Naquele momento, a Aruac Filmes realizou uma oficina com jovens comunicadores Yanomami de produça~o e filmagem e os comunicadores tambe´m trabalharam como operadores de câmera do longa-metragem. Com equipe hi´brida, o longa e´ como um novo capi´tulo do livro "A Queda do Ce´u" e traz Davi Kopenawa como protagonista e voz xamânica da floresta. Em uma segunda fase, a Campanha de Impacto promoveu uma segunda oficina, em Boa Vista (RR), visando a po´s-produça~o dos 3 curtas. Em cada etapa equipamentos foram doados: Câmeras, cabos e acesso´rios (nas filmagens), ilha de ediça~o profissional (na po´s-produça~o) e nessa etapa de distribuiça~o em TIY sera´ feita a doaça~o dos equipamentos necessa´rios para exibiça~o de filmes (projetor, equipamentos de som, tela~o, etc). O filme "A Queda do Ce´u" esta´ neste momento em po´s-produça~o e tem seu lançamento internacional previsto para acontecer em um grande festival internacional ainda no primeiro semestre de 2024. Os 3 curtas-metragens ja´ esta~o ha´ um ano circulando em alguns dos principais festivais do mundo. A saber: E´ Tudo Verdade, Festival de Gramado, Festival de Veneza, Sheffield, Forumdoc, entre dezenas de outros. O filme "A A´rvore do Sonho" tem feito uma trajeto´ria especificamente marcante, tendo recebido os prêmios: E´ Tudo Verdade 2023 - Melhor Curta Documenta´rioFestival Gramado 2023 - Melhor Fotografia e Prêmio Especial do Juri Festival Guarnicê 2023 - Mença~o HonrosaFestival de Vito´ria 2023 - Melhor Contribuiça~o Arti´sticaFestival de Goiânia2023 - Melhor Curta-metragemFICValdivia - (Chile) - Prêmio Mença~o honrosa do ju´ri para Ame´rica Latina O prêmio de Melhor curta documenta´rio no "E´ Tudo Verdade" qualificou o filme "A A´rvore do Sonho" a concorrer a uma vaga entre os indicados ao Oscar. Tambe´m entrou na conceituada shortlist do IDA Documentary Awards, conhecido como um termômetro do Oscar. E e´ a primeira vez que um filme dirigido por indi´genas brasileiros, que tem a força dos povos origina´rios e trabalha a sua visa~o cosmolo´gica do mundo, tem a capacidade de furar a bolha do cinema branco norte-americano. Circular com os filmes na Terra Indi´gena Yanomami e´ uma forma de retornar com os produtos culturais ao seu territo´rio de origem, à pro´pria comunidade. Muitas filmes e projetos sa~o filmados em terras indi´genas pelo Brasil todo, mas raras sa~o as produtoras que trabalham a repercussa~o do trabalho junto a essas comunidades. A exibiça~o dos filmes em TIY permite que outros Yanomami possam identificar-se com os trabalhos realizados e serem instigados a trabalhar com audiovisual. Na~o e´ mais possi´vel, em pleno 2023, que os na~o-indi´genas captem imagens, depoimentos e personagens nessas regio~es protegidas pelos povos origina´rios e na~o tenham contrapartidas socioculturais e econômicas para apoia´-las verdadeiramente. Tambe´m sera~o realizadas exibiço~es em 3 grandes capitais amazônicas: Boa Vista, Manaus e Bele´m. Essas grandes cidades, que esta~o na proximidade da floresta amazônica, muitas vezes tem grande parte da populaça~o contra´ria a conservaça~o e ampliaça~o das a´reas demarcadas e a favor da mineraça~o e exploraça~o sem controle sustenta´vel da floresta. A ideia e´ que essas exibiço~es sejam realizadas com a presença do grande xama~ Davi Kopenawa, justamente para trazer a discussa~o sobre a importância do cinema e das artes tambe´m como ferramentas de luta para os povos da Amazônia. O uso da Lei 8313/91 e´ fundamental para que essa iniciativa possa ser concretizada, uma vez que o acesso à Terra Indi´gena Yanomami e´ extremamente difi´cil e de alto custo. E´ necessa´rio o frete particular de transporte ae´reo a partir de Boa Vista para que a equipe consiga chegar às comunidades. Nessa circulaça~o pretende-se atingir duas regio~es distantes entre si na TIY de forma que o maior nu´mero possi´vel de Yanomami seja beneficiado. Esse projeto na~o sera´ possi´vel sem o enquadramento no Art. 18 da Lei 8.313/91. A proposta se enquadra no seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exerci´cio dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalizaça~o da produça~o cultural e arti´stica brasileira, com valorizaça~o de recursos humanos e conteu´dos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestaço~es culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expresso~es culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsa´veis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; IX - priorizar o produto cultural origina´rio do Pai´s. A proposta se enquadra nos seguintes incisos, do art. 3o da Lei 8313/91: III - preservaça~o e difusa~o do patrimônio arti´stico, cultural e histo´rico, mediante: d) proteça~o do folclore, do artesanato e das tradiço~es populares nacionais;IV - esti´mulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuiça~o gratuita e pu´blica de ingressos para espeta´culos culturais e arti´sticos;V - apoio a outras atividades culturais e arti´sticas, mediante: a) realizaça~o de misso~es culturais no pai´s e no exterior, inclusive atrave´s do fornecimento de passagens. A proposta esta´ adequada ao Art. 25 da IN 01/23, visto que fara´ exibiço~es em espaços preparados para acessibilidade no aspecto arquitetônico e comunicacional, bem como tem em orçamento a previsa~o orçamenta´ria para as adaptaço~es propostas no campo "Acessibilidade". Ressalta-se que as exibiço~es ao ar livre em Terra Indi´gena Yanomami tem acessibilidade arquitetônica condicionada à realidade desses espaços e das pro´prias comunidades. Estamos falando de exibiço~es no coraça~o da Amazônia.
TRECHOS AÉREOS: São Paulo - Boa vista - São Paulo 2 Diretores Gerais1 Produtor Executivo1 Coordenador de Produção Boa Vista - Manaus - Boa vista 1 Palestrante - Davi Kopenawa 1 Produtora local / Antropóloga 1 Coordenador de Produção 4 diretores dos curtas Boa Vista - Belém - Boa vista 1 Palestrante - Davi Kopenawa 1 Produtora local / Antropóloga1 Coordenador de Produção 4 diretores dos curtasBoa Vista - Barcelos* 2 Diretores filme "A Queda do Céu" 1 Produtor Executivo1 Coordenador de Produção1 Produtora local / Antropóloga * Esse trecho,para dentro da Terra Indígena, é realizado de avião fretado, pois é o único acesso possível. O avião sai de Boa Vista para Barcelos. E a produção precisa pagar o seu retorno, vazio, para Boa Vista. Barcelos - Caracaraí**2 Diretores filme "A Queda do Céu" 1 Produtor Executivo1 Coordenador de Produção1 Produtora local / Antropóloga1 Palestrante - Davi Kopenawa 4 diretores dos curtas** Esse trecho é inteiramente dentro da Terra Indígena, é realizado de avião fretado, pois é o único acesso possível. O avião sai de Boa Vista, vazio, para Barcelos. Pega a equipe toda, inclusive os diretores indígenas e Davi Kopenawa, que moram em Barcelos e vai para Caracaraí. A produção precisa pagar o seu retorno, vazio, para Boa Vista. Caracaraí - Barcelos - Boa Vista***2 Diretores filme "A Queda do Céu" 1 Produtor Executivo1 Coordenador de Produção1 Produtora local / Antropóloga1 Palestrante - Davi Kopenawa 4 diretores dos curtas*** Para esse trecho o avião sai vazio de Boa Vista até Caracaí, pega toda equipe no município, deixa metade em Barcelos (indígenas residentes) e a outra metade em Boa Vista (não indígenas).
Equipamentos: Serão adquiridos, para posterior doação à Hutukara Associação Yanomami, equipamentos para exibição em Terra Indígena, de forma a equipar um cinema ao ar livre para as comunidades que recebrão a circulação. Projetor, equipamentos de som e telão. Será montado um grande cinema ao ar livre, em área comunitária das comunidades. Os equipamentos não serão utilizados nas exibições de Boa Vista, Belém e Manaus, visto que serão utilizadas salas de cinemas fechadas. Frete aéreo: Será necessária a locação de frete aéreo privado, visto que é a única forma viável de realização do projeto em terra indígena. Plano de Exibição: dimensão do público e do espaço, sua disposição, equipamentos necessários, dinâmica e fluxo de funcionamento dos momentos de exibição, processo de montagem e desmontagem, equipe a ser mobilizada (tipos e quantidade de profissionais), entre outras informações relevantes. Se for possível, anexe croquis e esquemas que ilustrem o Plano. O projeto pretende alcançar entre 3000 e 8000 pessoas nos circuitos de exibição de dois territórios que compõem a chamada Terra Yanomami, utilizando espaços como escolas locais e áreas abertas de convívio comum das comunidades, como os já utilizados pela produtora em exibições menores realizadas anteriormente. As exibições contarão com debates e conversas envolvendo a comunidade antes e depois dos filmes, contando com a presença de diretores e equipes que vivem nas próprias aldeias. A equipe responsável da Aruac Filmes levará os equipamentos de exibição e projeção tais como projetor móvel, tela ajustável e caixas de som com capacidade para oferecer uma boa qualidade de exibição nos espaços comunitários e comuns das aldeias e comunidades. Ao fim das sessões os equipamentos serão alocados e guardados na sede da Hutukara Associação Yanomami, de modo a garantir a segurança dos objetos. A equipe mobilizada contará com uma produtora executiva, uma assistência de produção, assistentes de montagem e uma produtora de eventos que cuidará dos contatos locais e da mobilização de diretores e públicos.
A Aruac Filmes está comprometida em promover a acessibilidade em todas as suas atividades, tanto no aspecto arquitetônico quanto para pessoas com diferentes deficiências ou necessidades. No entanto, há que se falar que a distribuição do produto principal irá ocorrer dentro de território indígena, no meio da floresta amazônica. Então a possibilidade de execução do projeto com medidas efetivas de acessibilidade no aspecto arquitetônico será limitada. Circulação em Terra Indígena Yanomami (TIY) Acessibilidade no aspecto arquitetônico: os filmes serão exibidos dentro das comunidades indígenas, nos espaços por eles já utilizados e que atendem às necessidades de suas comunidades. Não haverá possibilidade de escolha de espaço, uma vez que os espaços já são de uso toda a coletividade.É importante salientar que as comunidades que receberão as exibições são previamente conhecidas pela produção dos filmes. A Hutukara Associação Yanomami informará todas as necessidades existentes nas comunidades. Presença de monitor treinado para auxiliar no espaço.Acessibilidade para PcD Visuais: audiodescriçãoAcessibilidade para PcD Auditivos: Intérpretes de libras e legenda descritiva.Acessibilidade para PcD Intelectuais: Monitor treinado (assistente de produção que passará por treinamento prévio) Circulação em Cidades Amazônicas Acessibilidade no aspecto arquitetônico: rampas, banheiros adaptados e monitor treinado (assistente de produção que passará por treinamento prévio).Acessibilidade para PcD Visuais: audiodescriçãoAcessibilidade para PcD Auditivos: Intérpretes de libras e legenda descritivaAcessibilidade para PcD Intelectuais: Monitor treinado (assistente de produção que passará por treinamento prévio) Com essas medidas, o projeto buscará assegurar que todas as suas ações sejam acessíveis e inclusivas, permitindo a participação plena e igualitária de todas as pessoas. Dos 4 filmes, o longa-metragem e um dos curtas já estão com as acessibilidades acima. Será preciso apenas incluir em dois curtas.As medidas serão adotadas em 100% das atividades.
A proposta do projeto “Aldeando Olhares” busca promover a democratização de acesso às artes e à valorização de artistas indígenas. Para alcançar esse objetivo, serão adotadas medidas que visam ampliar o alcance do projeto e facilitar o acesso a seus produtos. Com o intuito de democratizar o acesso às ações do projeto, tornando-as acessíveis a diferentes públicos, ampliando o impacto social e cultural e contribuindo para a construção de uma sociedade mais inclusiva e igualitária, todas as exibições serão 100% gratuitas, portanto observam tanto o Art. 27 quanto o Art. 28 da IN 01/23. Não há cobranças de ingressos ou taxas voltadas para o projeto, todo conteúdo oferecido será gratuito e amplamente divulgado. A ausência de cobranças e a ampla divulgação são pilares fundamentais para que o projeto alcance seu objetivo de democratizar o acesso à qualificação especializada em artes, à valorização do talento de artistas em potencial situação de vulnerabilidade e à promoção do empoderamento artístico. Observando o Art. 28. vamos adotar as seguintes medidas de ampliação do acesso:I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); - Ressalta-se que todo o projeto tem distribuição gratuita.
Direção Geral: Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha Coordenação Geral e elaboração: Tárik PugginaProdução Executiva: Margarida SerranoProdução Local (antropóloga): Marília SenllePalestrante: Davi KopenawaAssessoria de Imprensa: Anna Luiza Müller Designer Gráfico: João Marcos de Almeida Coprodução: Hutukara Associação Yanomami Realização: Aruac Filmes O proponente desempenhará as funções de direção geral e administração do projeto. Direção Geral: Eryk Aruac Gaitan Rocha (responsável pelas decisões técnicas, operacionais, administrativas e financeiras do projeto)Cineasta nascido no Brasil em 1978, formou-se em 2002 na escola de cinema de Los Baños, Cuba, onde dirigiu seu primeiro longa-metragem: ROCHA QUE VOA. O filme foi selecionado em Veneza, Rotterdam, Locarno e outros importantes festivais, ganhando o prêmio de Melhor Filme no Brasil, Argentina e em Cuba. Os próximos trabalhos também coletaram presença prestigiosa em eventos nacionais e internacionais tais como Cannes, Sundance, Nova Iorque, Montevidéu, Guadalajara, Buenos Aires, Marseille e Amsterdam. CINEMA NOVO (2016), seu sétimo longa , recebeu o L’Oeil d’Or de Melhor Documentário no Festival de Cannes, um dos mais importantes prêmios de documentário do mundo. Dirigiu INTERVALO CLANDESTINO (2006), que recebeu prêmio de Menção Honrosa no festival mexicano de Guadalajara; TRANSEUNTE (2011), seu primeiro longa metragem de ficção, foi selecionado para Telluride e ganhou 25 prêmios nacionais e internacionais, tendo sido considerado o Melhor Longa Metragem Brasileiro de 2011 pela Abraccine (Associação Brasileira de Críticos); JARDS (2013) com o qual recebeu o Prêmio de Melhor Diretor no Festival do Rio e teve sua prèmire internacional no New Directors MoMa em Nova Iorque; CAMPO DE JOGO (2016) lançado no circuito de cinemas do Brasil e dos EUA e selecionado em distintos festivais como CPH:DOX e Fortnight MoMa. Em 2019, lança a ficção BREVE MIRAGEM DE SOL, o filme teve sua estreia mundial no BFI London e foi premiado no Festival do Rio, Havana, Panorama e Indie Lisboa. Seu mais recente filme, EDNA (2021), teve sua estreia mundial no prestigiado festival suíço Visions du Réel e estreia brasileira no É Tudo Verdade. Atualmente, Eryk Rocha está trabalhando na pós-produção dos longas- metragens 'Elza', um documentário sobre a vida da cantora Elza Soares e o filme 'A Queda do Céu' co-dirigido com Gabriela Carneiro da Cunha e baseado na obra literária homônima escrita pelo xamã e líder indigena Yanomami Davi Kopenawa e o antropólogo francês Bruce Albert. Parte da sua obra foi adquirida pelo MoMA e foram integrados à coleção permanente do museu. Direção Geral: Gabriela Carneiro da Cunha (responsável pelas decisões técnicas, operacionais, administrativas e financeiras do projeto)É uma artista brasileira, formada em artes cênicas pela Casa das Artes de Laranjeiras/ CAL, trabalha hoje, nos campos da atuação, direção e pesquisa no cinema e no teatro.É Idealizadora do Projeto Margens - Sobre Rios, Buiunas e Vagalumes, projeto que engloba as peças Guerrilheiras Ou Para a Terra Não Há Desaparecidos e Altamira 2042, que estrearam respectivamente em 2015 e 2020 e viajaram integrando a programação de importantes festivais internacionais como por exemplo o Festival D'automne Paris, International Summer - Festival Kampnagel Hamburg Festival, Wiener Festwochen, MEXE Portugal, assim como em renomados espaços culturais como Centre Pompidou e Théâtre Vidy-Lausanne.Atualmente, Gabriela prepara seu próximo trabalho sobre o rio Tapajós que estreará em 2024 ao mesmo tempo que dirige, em parceria com Eryk Rocha, o filme A Queda do Céu baseado na obra do xamã Yanomami Davi Kopenawa e do antropólogo Bruce Albert, produzido pela Aruac Filmes, da qual é sócia e onde também produziu o longa Edna com direção de Eryk Rocha. No teatro trabalhou com diretores como Ariane Mnouchkine, Georgette Fadel, Felipe Vidal, Ivan Sugahara, Celina Sodré, Isaac Bernart e Pedro Brício. No cinema, atuou nos longas “Anna” de Heitor Dhalia, “Breve Miragem de Sol” de Eryk Rocha, “O Duelo” de Marcos Jorge e “Jards” de Eryk Rocha. Assina o argumento do curta de ficção “Igor”, dirigido por Eryk Rocha e produzido por Gael Garcia Bernal e do longa “Edna" de Eryk Rocha. Produtora Local e Antropóloga: Marília Garcia Senlle Antropóloga formada em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo. Atua desde 2011 na área de Antropologia, com ênfase em Etnologia Indígena. Entre 2011 e 2017, trabalhou no Programa de Monitoramento de Áreas Protegidas do Instituto Socioambiental (ISA), produzindo pesquisas sobre os povos indígenas no Brasil, acompanhando questões sobre as áreas por eles habitadas (Terras Indígenas-TIs) e sobre a política indigenista do Estado brasileiro e desenvolvendo conteúdos para os sites do ISA. Pelo ISA, fez parte da equipe editorial de diversas publicações impressas e digitais, dentre as quais destacam-se as publicações da Enciclopédia “Povos Indígenas no Brasil”, em duas edições, para o período 2006-2011, e 2011-2016; e a organização da publicação “Xawara: rastros da covid-19 na Terra Indígena Yanomami e a omissão do Estado”. Tem experiência na realização de documentários, com formação complementar pela Academia Internacional de Cinema de São Paulo (AIC). Realizou os curtas-metragens “Caminho de Mutum” (2018), com o povo Ticuna do Alto Rio Solimões (AM), e “Casa do Povo” (2013), um registro poético sobre a casa de mesmo nome situada no bairro Bom Retiro da cidade de São Paulo (SP).Desde 2017 vive em Boa Vista (RR), onde atua junto aos povos Yanomami e Ye’kwana. Entre 2017 e 2022, como membro da equipe do Instituto Socioambiental, desenvolveu projetos interculturais com os Yanomami e Ye'kwana e atuou como assessora da Hutukara Associação Yanomami (HAY), a principal associação da TI Yanomami, e da Associação Wanasseduume Ye’kwana (Seduume). Desde 2018, desenvolve um processo de elaboração participativa com estes povos para a produção de conteúdos audiovisuais. Atualmente, compõe a equipe da Aruac desenvolvendo a Campanha de Impacto para o projeto “A Queda do Céu” e integra a Rede Pró-Yanomami e Ye'kwana, formada por pesquisadores e apoiadores de diferentes áreas que atuam junto a estes povos. Coordenação Geral e Elaboração: Tárik Tonniges Puggina Produtor Cultural, formado em Artes Cênicas pela UNIRIO, com MBA em Gestão e Produção Cultural, pela FGV-RJ, tem 25 anos de trajetória no setor da cultura, tendo produzido algumas dezenas de espetáculos teatrais, entre eles: “Conselho de Classe”, da Cia dos Atores (espetáculo com o maior número de indicações em 2014 e, pelo qual, concorreu ao prêmio APTR de Melhor Produção); “Beija-me como nos Livros” (realizado pelo CCBB-RJ), da Cia Os Dezequilibrados; “A Importância de ser Perfeito”, direção de Daniel Herz (vencedor de diversos prêmios Shell, APTR e Cesgranrio, no ano de 2014); "Red Bull Sounderground", que foi um festival de músicos de metrô com carreira internacional que tocaram durante uma semana em várias estações do Rio; "Tudo que não invento é falso", espetáculo de dança infantil no CCBB-RJ; entre muitos outros. Idealizou, viabilizou e produziu o espaço Sede da Cias, localizado na Lapa (RJ), importante polo de criação carioca. Puggina foi parecerista do Ministério da Cultura, para projetos da Lei Rouanet entre 2010 e 2011, tendo amplo conhecimento das leis de incentivo. Atualmente é Controller na Aruac Filmes. Em 2016, foi convidado pela Comissão de Cultura da Câmara dos deputados a debater sobre a Lei Rouanet, quando fez uma análise crítica detalhada da Lei, suas fragilidades e importância para o setor. Seu TCC do MBA da FGV foi uma análise crítica sobre a Lei Rouanet, suas fragilidades e acertos.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.