Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 242813Projeto enquadradoMecenato

MAMA GUGA, AMANACY E SUCURIS

CENTRAL DE PRODUCAO COLABORATIVA - CPC
Solicitado
R$ 75,0 mil
Aprovado
R$ 0,00
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

0

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Norte 2024 - 2025
Ano
24

Localização e período

UF principal
AP
Município
Macapá
Início
2024-05-15
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Macapá Amapá

Resumo

MAMA GUGA, AMANACY E SUCURIS é um espetáculo híbrido que adapta contos amazônicos e poemas, transformando-se em uma jornada teatral onde atrizes encarnam diversas personagens. Elas dão vida a mulheres amazônicas, representando suas lutas e esperanças de forma única, seja como a mula sem cabeça, Amazona, guerreiras, corujas ou até marés e constelações. Usando máscaras que humanizam a contemporaneidade, o projeto busca traduzir o universo feminino em três apresentações iniciais na capital do Amapá, Macapá.

Sinopse

MAMA GUGA, AMANACY E SUCURIS é uma jornada sensorial pelas histórias de mulheres amazônicas, onde o texto, a música, a voz e o corpo convergem para traduzir as riquezas e desafios desse universo. Adaptado para o teatro a partir dos contos de Fernando Canto e dos poemas de Carla Nobre, o espetáculo se desenrola com as atrizes metamorfoseando-se em diversas personagens, explorando o feminino com suas lutas, esperanças e conquistas. DETALHAMENTO DOS NOMES: MAMA GUGA:Mama Guga emerge como uma figura emblemática, homenageada no livro de contos de Fernando Canto. Estrangeira e misteriosa, ela traz à tona as complexidades da vida nos rios amazônicos, sendo raptada, vendida como escrava e, finalmente, desaparecendo misteriosamente. Seu retorno, mesmo após a morte, simboliza uma reconexão divina e uma imortalidade que dança nas nuvens dos sonhos, ressaltando a dura realidade e os abusos encobertos pelos rios. AMANACY:O nome Amanacy, originário do tupi, significa "mãe da chuva". Essa ave amazônica, cujo canto prenuncia as chuvas, torna-se símbolo da abundância da região. Em nossa narrativa, Amanacy representa a mãe terra, a mãe natureza, desmistificando simbologias patriarcais e exaltando a grandiosidade do espaço geográfico amazônico. SUCURIS:As sucuris, cobras lendárias da Amazônia, incorporam o imaginário dos rios. Escolhemos a sucuri pela sua grandiosidade e presença popular. Ágeis e hábeis debaixo d'água, essas serpentes noturnas refletem a misteriosa e veloz vida aquática. A diversidade dessas cobras destaca a vastidão e complexidade da fauna amazônica. A dramaturgia, assinada por Hayam Chandra e Carla Nobre, sob a direção de Andreia Lopes, busca conectar-se com o universo feminino amazônico. Renato Gemaque e Ricardo Iraguany complementam a equipe, enquanto Mapige Gemaque e Tonny Sillo dão vida ao figurino e cenário, respetivamente, ambos influenciados e conectados à Amazônia. MAMA GUGA, AMANACY E SUCURIS é uma experiência imersiva que desvenda as facetas e a riqueza da vida na Amazônia, dando voz às mulheres que, em sua diversidade, fazem ecoar essa narrativa emocionante.

Objetivos

Objetivo Geral:Realizar o espetáculo híbrido "MAMA GUGA, AMANACY E SUCURIS" com o intuito de promover a valorização e compreensão das histórias das mulheres amazônicas. O projeto busca conectar as diversas manifestações culturais da região por meio do teatro, contribuindo para uma apreciação mais ampla e sensível da diversidade feminina na Amazônia. Objetivos Específicos:1. Adaptação teatral de contos amazônicos e poemas, criando um espetáculo híbrido que explore a riqueza cultural da região.2. Transformação das atrizes em personagens diversas, representando a multiplicidade de papéis e desafios enfrentados pelas mulheres na Amazônia.3. Realização de três apresentações iniciais em Macapá, capital do Amapá, para proporcionar acesso à cultura e arte à comunidade local.4. Utilização de máscaras que humanizem a experiência, conectando o público contemporâneo com as narrativas tradicionais.5. Mensuração do impacto por meio da avaliação da receptividade do público e análise da participação da comunidade nas apresentações, evidenciando a contribuição cultural do projeto.

Justificativa

O projeto MAMA GUGA, AMANACY E SUCURIS visa promover um diálogo sobre o universo feminino, destacando questões relevantes através das histórias de mulheres na Amazônia. Explora-se a problemática do feminicídio na região norte, entrelaçando dados brutos com o mundo onírico das lendas, mitos e poemas de Fernando Canto e Carla Nobre. Este espetáculo é importante para refletir a presença das mulheres na contemporaneidade amazônica. Ao adaptar os contos de Fernando Canto e os poemas de Carla Nobre para o teatro, o projeto oferece uma representação diversificada de retratos femininos. Ambos autores, com significativa contribuição à literatura amapaense, trazem uma rica diversidade de perspectivas sobre as mulheres na Amazônia. A proposta se alinha ao Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, conforme os incisos do Art. 1º da Lei 8313/91, promovendo o acesso à cultura e estimulando o mercado artístico local. Os objetivos do Art. 3º da lei, relacionados à democratização do acesso, inclusão social e estímulo à produção cultural, são integralmente contemplados. Além de contribuir para o enriquecimento cultural local, o projeto oferece um custo-benefício à sociedade, incentivando aspectos econômicos e sociais. Ao realizar três apresentações em Macapá, o espetáculo se propõe a levar a arte a comunidades com baixa acessibilidade a equipamentos culturais, ampliando sua presença em locais improváveis. A aplicação do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais é essencial para viabilizar essa iniciativa única, agregando valor à cultura, inclusão social e democratização do acesso à arte.

Especificação técnica

MAMA GUGA, AMANACY E SUCURIS 1. Espetáculo Teatral Híbrido e Bate-papo com Artistas:: - Duração: Aproximadamente 60 minutos. - Descrição: O espetáculo é uma experiência teatral híbrida, com elementos de texto, música, voz e movimento, cuidadosamente projetados para uma jornada de 40 minutos, destacando as histórias das mulheres amazônicas, seguido por um bate-papo interativo com os artistas, Aproximadamente 20 minutos proporcionando uma visão do processo criativo. 2. Oficina Teatral: - Duração: Variável, adaptada à programação da oficina. - Descrição: A oficina teatral oferece uma experiência prática, com uma duração flexível para atender às necessidades pedagógicas e de participação dos envolvidos. 3. Ensaio Aberto e Bate-papo com Artistas: - Duração:60 minutos (aproximadamente). - Descrição:Este evento inclui um ensaio aberto do espetáculo seguido por um bate-papo interativo com os artistas, proporcionando uma visão aprofundada do processo criativo. 4. Transmissão Online: - Duração: Será sincronizada com a apresentação presencial (40 minutos). - Descrição: A transmissão online permite que o público virtual tenha acesso à experiência completa do espetáculo, com a mesma duração de 40 minutos.

Acessibilidade

O projeto MAMA GUGA, AMANACY E SUCURIS assegura ampla acessibilidade, tanto física quanto de conteúdo, visando atender um público estimado em 1.500 espectadores. Todas as atividades ocorrerão em locais públicos equipados com recursos como banheiros adaptados, rampas de acesso e pisos táteis. Para garantir a Acessibilidade Física, as sessões contarão com tradução simultânea em Linguagem Brasileira de Sinais (LIBRAS), facilitando a comunicação. Além disso, o projeto dispõe de um sistema de tradução simultânea, incluindo 10 rádios receptores, 10 fones auriculares e 01 transmissor portátil headset para atender até 10 pessoas cegas ou com baixa visão por sessão. A Acessibilidade de Conteúdo será abordada mediante a produção de materiais de divulgação com caracteres ampliados, versões auditivas, interpretação em LIBRAS com legenda para surdos, descrição em texto alternativo e/ou legendas com hashtags educativas. Dados de contato serão destacados nas redes sociais do projeto para atendimento personalizado a solicitações especiais. Adicionalmente, o orçamento contempla treinamento/capacitação para a equipe técnica, visando a eliminação de barreiras atitudinais e promovendo um ambiente inclusivo, livre de atitudes capacitistas. Este compromisso atende aos requisitos legais, incluindo os artigos 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146/2015 e normativas associadas.

Democratização do acesso

Em atenção ao Art. 28 da Instrução Normativa MinC nº 1, de 10 de Abril de 2023, o projeto MAMA GUGA, AMANACY E SUCURIS reforça seu compromisso com a Democratização de Acesso, buscando ampla distribuição e comercialização dos produtos da proposta. As apresentações serão de acesso gratuito, estimando atender cerca de 1.500 espectadores. Todas as atividades acontecerão em locais públicos, garantindo facilidades como banheiros adaptados, rampas de acesso e pisos táteis. Para expandir ainda mais o acesso, serão adotadas diversas medidas, como ensaios abertos que proporcionarão ao público uma prévia do espetáculo, aproximando-se do processo criativo. Oficinas paralelas serão oferecidas, permitindo a participação ativa da comunidade, incentivando o engajamento e a compreensão mais profunda do universo abordado no espetáculo. A transmissão online será explorada como uma ferramenta adicional para alcançar um público mais amplo, ultrapassando barreiras geográficas e permitindo que o espetáculo seja apreciado por aqueles que não podem participar presencialmente. Essa estratégia visa democratizar o acesso à cultura, tornando o conteúdo do projeto mais acessível a diversos públicos, independentemente de suas limitações geográficas ou físicas.

Ficha técnica

DRAMATURGIA, ROTEIRO E ELENCO: Hayam Chandra e CARLA NOBRE * Hayam Chandra atua há 19 anos profissionalmente como atriz, poeta e bailarina. Fundou, em 2004, o grupo de teatro, dança e poesia Boca Miúda na cidade de Belém do Pará com o objetivo de desenvolver projetos de saraus e espetáculos poéticos com promovendo a arte do livro e leitura. No ano de 2006 Hayam e sua mãe, Andreia Lopes, retornam para Macapá onde continuam disseminado a arte da literatura com pequenos espetáculos poéticos em saraus da cidade. No ano de 2007 Hayam Chandra e Andreia Lopes se aventuram em Barcelona (Espanha), a atriz, poeta e bailarina desenvolve projetos de teatro, dança e saraus para promover a cultura Amazônica-Brasileira. Em 2008, retorna ao Brasil e conhece o jovem diretor Anderson D’Kassio da Cia. Supernova de Teatro Experimental onde tem o privilégio de participar dos espetáculos: “Via Sacra das Águas”, “Cerejas Amargas”, “Ensaio ou Saio” além de oficinas e leituras dramáticas do SESC-AP. Em 2009, Hayam Chandra junto com Adriana Abreu e Andreia Lopes fundam o “Tatamirô” grupo de poesia, criando espetáculos poéticos e intervenções literárias como “Além do Lalalá com o Blábláblá”, “Vozes da floresta”, “Fogo e Água” participando de diversos evento na cidade de Macapá e fora do estado em feiras literárias. Atualmente mora em Macapá-AP é integrante da Cia. Supernova de Teatro Experimental, Grupo de Teatro, Dança e poesia Boca miúda e a Cia. de Arte e Dança Joanna de Angelis participando de diversos espetáculos de teatro, dança e literatura. Além de ser Professora de teatro e Dança formada pela Escola de Teatro e Dança da Universidade Federal do Pará (UFPA). O trabalho de Hayam Chandra tem dentro de seus objetivos fortalecerem os princípios de democratização da cultura, descentralização cultural, além de promover o intercâmbio entre objeto artístico e comunidade em geral, facilitando o acesso ao produto artístico, através de ações que buscam oportunizar os indivíduos que ainda não conhecem a arte, aproximando o espetáculo da população. A artista acredita numa sociedade capaz de se estabelecer enquanto grupos sociais fortes, que dinamizam a cultura e a convivência de uma nação. "...Vou montada nos meus sonhos e mesmo que eu caia sou cobaia de mim..." Hayam Chandra * CARLA NOBRE, Poeta, professora, graduada em letras pela Universidade Federal do Amapá (UNIFAP), Especialista em língua portuguesa (IESAP), Mestre pelo PPGDAPP/UNIFAP, com o tema “A POESIA DE ELIAKIN RUFINO E A EDUCAÇÃO AMBIENTAL: diálogos possíveis”. Mestre pelo PPGLET/UNIFAP, analisando os personagens dos contos de Mama Guga de Fernando Canto. Desenvolve um trabalho voltado para a difusão da literatura produzida na Amazônia. Organiza e participa de saraus literários. No Amapá, foi Conselheira de Cultura, Coordenadora do PROLER, Membro do GT que organizou a política estadual do livro e da leitura, Presidente do Comitê Executivo da Feira de Livros do Amapá. Lançou as obras SOBRE O ADEUS E O ENCELÁDO DE SATURNO, O AMOR É URGENTE e EXAGEROS E DELICADEZAS. Foi uma das selecionadas no Programa Mais Cultura nas escolas - Projeto OLHO D'GUA, de formação literária para estudantes. Foi selecionada no edital de Bolsas Literárias do MINC - projeto VOZES DA AMAZÔNIA NO AMOR. Foi vencedora na Etapa Estadual do Prêmio Professores do Brasil, em 2017 (Áreas de ressaca: águas cheias de vida) e 2018 (O sabor da minha poesia: fanzines e poemas concretos). Desde 2015 apresenta o Recital O CHARME DA POESIA gratuitamente. Atua no Coletivo Juremas e prepara seu primeiro romance “Divórcio nas águas barrentas”. Prêmios, Menção Honrosa pelos poemas "Eclipse" e "Um beijo longo", pela crônica "Eu sou de significados", 3º lugar com o conto "Os enterros" e o poema "O homem, os garis e uma casca de laranja". DIREÇÃO GERAL: Andreia Lopes Andreia Lopes iniciou a sua carreira artística aos 15 anos de idade como atriz de teatro no espetáculo "Do lado de lá" de Celso Dias com o nome. Inicialmente com nome artístico de "Déia Lopes" começou a construir sua carreira a partir dessa primeira experiência como atriz, participou de diversos Grupos, Projetos, Feiras de Livros, Festivais Independentes e Recitais Poéticos em Belém; São Luiz; São Paulo; Rio de Janeiro; Barcelona e Macapá (AP). Atua como atriz, oficineira, preparadora corporal e produtora na realização de diversos projetos com parceria nos Movimentos Sociais Regional. Em 2008, realizou diversos Recitais Poéticos nas Universidades Estaduais e Federais e outros municípios do Estado com o Grupo Tatamirô de Poesia. Em 2011 participou como Oficineira e Declamadora na Feira do Livro do Amapá - FLAP no Corredor Literário na Expofeira. Integra o Movimento Desclassificáveis como diretora e atriz. Em 2012, circulou como oficineira, declamadora e contadora de história da Feira de livros do Amapá - FLAP em diversos municípios do Estado do Amapá. Contribui ativamente na potencialização do Movimento Cultural Amapaense. MÚSICO: Renato Gemaque Renato Gemaque, é um artista com uma carreira musical diversificada. Começou sua jornada como baterista na Banda Moinhos de Vento, onde contribuiu com seu talento e ritmo distintos. Além disso, ele se destaca na cena da música experimental, explorando ritmos em sua bateria. Renato é também um compositor musical criativo e faz parte do coletivo Juremas, colaborando com poetas do Amapá, incluindo Carla Nobre e Hayam Chandra. Sua versatilidade se estende a acompanhar outros músicos com sua habilidade na bateria e criar solos enérgicos no gênero pop rock. Com uma paixão pela inovação musical, Renato Gemaque continua a cativar o público com sua música distintiva e colaborações criativas. AUTORES : Fernando Canto e CARLA NOBRE * Fernando Canto é um renomado autor com uma extensa obra literária que abrange várias décadas. Ele é conhecido por suas contribuições significativas para a literatura. Seu percurso literário começou em 1984 com a publicação de "Os Periquitos Comem Mangas na Avenida" e "São José de Macapá - Roteiro Poético". Desde então, ele tem participado de várias coletâneas e concursos, conquistando reconhecimento com prêmios como o 1º Lugar e "Menção Honrosa" no concurso de Poesia sobre os 300 anos do Ver-o-Peso em 1988 e o 1º Lugar no I Concurso de Contos das Universidades do Norte em 1993. Entre suas obras mais notáveis estão "A Água Benta e o Diabo" (1998), "ADORADORES DO SOL" (2010), "Piratuba, a cantoria do lago" (2011) e "Mama Guga: Contos da Amazônia" (2017). Fernando Canto também é autor de estudos e ensaios, incluindo "Vertentes Discursivas da Fortaleza de São José de Macapá: Das cartas dos construtores às transformações e apropriações simbólicas contemporâneas" (2014) e "Fortaleza de São José de Macapá: Vertentes discursivas e as cartas dos construtores" (2021). Sua vasta contribuição para a literatura e cultura é um testemunho de sua dedicação à escrita e à preservação das identidades amapaenses. Suas obras estão disponíveis em diversas plataformas, incluindo a Amazon, permitindo que um público amplo aprecie sua rica produção literária. * CARLA NOBRE, Poeta, professora, graduada em letras pela Universidade Federal do Amapá (UNIFAP), Especialista em língua portuguesa (IESAP), Mestre pelo PPGDAPP/UNIFAP, com o tema “A POESIA DE ELIAKIN RUFINO E A EDUCAÇÃO AMBIENTAL: diálogos possíveis”. Mestre pelo PPGLET/UNIFAP, analisando os personagens dos contos de Mama Guga de Fernando Canto. Desenvolve um trabalho voltado para a difusão da literatura produzida na Amazônia. Organiza e participa de saraus literários. No Amapá, foi Conselheira de Cultura, Coordenadora do PROLER, Membro do GT que organizou a política estadual do livro e da leitura, Presidente do Comitê Executivo da Feira de Livros do Amapá. Lançou as obras SOBRE O ADEUS E O ENCELÁDO DE SATURNO, O AMOR É URGENTE e EXAGEROS E DELICADEZAS. Foi uma das selecionadas no Programa Mais Cultura nas escolas - Projeto OLHO D'GUA, de formação literária para estudantes. Foi selecionada no edital de Bolsas Literárias do MINC - projeto VOZES DA AMAZÔNIA NO AMOR. Foi vencedora na Etapa Estadual do Prêmio Professores do Brasil, em 2017 (Áreas de ressaca: águas cheias de vida) e 2018 (O sabor da minha poesia: fanzines e poemas concretos). Desde 2015 apresenta o Recital O CHARME DA POESIA gratuitamente. Atua no Coletivo Juremas e prepara seu primeiro romance “Divórcio nas águas barrentas”. Prêmios Menção Honrosa pelos poemas "Eclipse" e "Um beijo longo", pela crônica "Eu sou de significados" 3º lugar com o conto "Os enterros" e o poema "O homem, os garis e uma casca de laranja". DIREÇÃO MUSICAL: Ricardo Iraguany Ricardo Iraguany, Formado em artes visuais pela UNIFAP. Formado em Direito pela Estácio, casado, 56 anos. Participação no Arraial do pavulagem e coordenou o Banzeiro do Brilho de Fogo. Compõe músicas utilizando-se de células do marabaixo tradicional de Macapá, possui diversas parcerias na música amapaense, as quais podemos citar Enrico Di Miceli, Joaozinho Gomes, João Milhomem, Alam Carvalho, Roni Moraes, Paulo Bastos, Dylan Rocha, Helder Brandão, Brenda Melo, Val Milhomem, Edu Gomes etc. É idealizador e coordenador do Projeto Barca do Iraguany FIGURINISTA: Mapige Gemaque Mapige Gemaque, Mestre em Artes (UFPA), Licenciada em Artes Visuais (UNIFAP), Especialista em Artes Visuais Cultura & Criação (SENAC/AP), Artista-Professora no Centro Cultural Franco Amapaense (SEED/GEA). Tem Formação em Desenho Artístico e Pintura pelo Centro de Educação Profissionalizante em Artes Visuais Cândido Portinari, Formação em Gestão Cultural & Empreendimentos Criativos (SENAC/DF). Fez parte do (Grupo de Estudo, Pesquisa e Experimentação em Teatro e Universidade GEPETU/UFPA), Programa Nacional de Interferência Ambiental (PIA), Coletivo Camaradas Crato-CE e Grupo de Poéticas Visuais Imazônia. Atualmente desenvolve experimentos na área de figurino e cenário no Grupo Imagem & Cia e no Coletivo Psicodélico-AP, trabalha com ensino de artes, com disciplinas práticas e teóricas, processos de criações poéticas em performance, poéticas da visualidade, vídeo arte, instalação, intervenção, fotografia, desenho, pintura, curadoria, audiovisual e ministra oficina e componentes curriculares nos cursos técnicos e FICs de artesanato, artes visuais, teatro e contação de história. E como performer cabocla das ribeiras amazônicas busca compreender os deslocamentos e os encontros que costuma fazer com pessoas e lugares, criando espaços de vivência e atravessamentos artísticos ao viver e experimentar particularidades sociais e antropológicas da vida na Amazônia. Desenvolve experimentos na área de produção de figurinos para espetáculo teatral e performance na linha do ritual com materiais ecosustentáveis. Foi premiada pela 10ª edição do prêmio para artes visuais da FUNARTE em 2013 com Associação Medeirista de Rondônia; Lei Aldir Blanc e ganhou Edital Circula Amapá lhttp://coletivopsicodlico.blogspot.com/ CENÓGRAFO: TONNY SILO TONNY SILO é um artista multifacetado, conhecido por sua criatividade e paixão pelas artes. Sua jornada artística começou cedo, em 2009, com a performance "A vergonha passeia de carroça" no Fórum Social Mundial. Quando retornou a Macapá, juntou-se à Cia de Teatro Òí Noís Akíi, participando do espetáculo "Judas e Jesus: A História da Traição" nos anos de 2010/2011. Em 2012, tornou-se membro do Movimento Cultural Desclassificáveis, atuando no espetáculo "Cabaret Anjos em Crises". Em 2013, atuou como cenógrafo no espetáculo "Curupira: Um Ser Inesquecível" e também participou do espetáculo "Liberdade" da Cia de Artes Tucuju. Tonny é membro da Associação Cultural Berço das Tradições Amapaenses - Berço do Marabaixo, realizando apresentações no Encontro dos Tambores e ciclo do Marabaixo, preservando a história e cultura de seus ancestrais. Em 2014, continuou atuando no espetáculo "Curupira: Um Ser Inesquecível" no papel de Tarumã e permanece como Cenógrafo. O espetáculo foi contemplado pelo edital do Sesc Amazônia das Artes e circulou nos estados de Mato Grosso, Piauí, Maranhão, Pará e Amapá. Em 2015, participou da II Semana Acadêmica de Teatro com o espetáculo "Anjos em Crise". Atuando na cena cultural de Macapá desde 2009 como ator e cenógrafo, Tonny Silo continua a desafiar fronteiras criativas, explorando novas formas de expressão artística e inspirando aqueles ao seu redor com sua visão única e inovadora. PRODUÇÃO GERAL: Raih Amorim Raih Amorim, Possui graduação em Pedagogia pela Universidade Estadual Vale do Acaraú (2014) e Especialização em Gestão e Coordenação Escolar. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Orientação Educacional. Participa do Grupo Abeporá das Palavras que atua na área da literatura e do teatro. Coordenou o Núcleo de Educação do Museu Sacaca, onde desempenhou trabalhos e acompanhou grupos escolares para fazerem visitação no espaço do museu e outras atividades como pesquisas acadêmicas e cientificas. Trabalhou na Feira do Livro do Amapá (FLAP) onde desenvolveu com um grupo na área da literatura e no intercâmbio entre as demais feiras do livro no país trazendo a experiência para o Estado. Participou da produção da Agenda Arte Literária do grupo Abeporá das Palavras. Atualmente produz conteúdo em seu blog autoral https://raihamorim.blogspot.com/ que traz suas fotografias alimentadas em poesia e crítica social. ASSISTENTE DE PRODUÇÃO: Bárbara Primavera Bárbara Primavera, é natural de Afuá-PA, onde iniciou sua carreira como poeta e escritora. Apreciadora da cultura regional sempre buscou reverenciar a diversidade da poesia feminina, cultivando a herança de seus ancestrais e do seu lugar. 2015 Iniciou as publicações de seus poemas e contos no site Recanto das Letras usando o pseudônimo: Alomorfia, inspirada em seu próprio mundo que estava em transformação. Com o incentivo de amigos e colegas das letras, passou a trabalhar seu potencial na poesia, sempre participando de projetos e se apresentando em vários ambientes culturais, como Sesc Amapá, escolas públicas, universidades e outros locais. Vale ressaltar sua participação na curadoria do corredor literário da FLAP, sob orientação da poeta Carla Nobre. Em 2017, fez parte da exposição Biomas Poéticos, no Amapá Garden Shopping. com os poetas amapaenses Thiago Soeiro, Carla Nobre, Mary Paes, Pedro Stkls, Neth Brazão, Cláudia Flor d'Maria, entre outros. Esta mesma exposição também esteve na FLIST - Feira Literária de Santana, em julho do mesmo ano. Em Afuá, sua cidade de nascença, a poeta promoveu o Sarau café e poesia com o cantor e compositor Pedro Júnior, expondo o seu trabalho e de outros artistas afuaenses. Ela também participou do Sarau para Todas as Tribos realizado no SESC Centro, em Macapá. Por um bom período, fez parte da bancada do programa Arte das Artes pela rádio universitária UNIFAP. Em 2019, apresentou seu primeiro recital solo "Por onde nascem as flores" pelo projeto Movimento Literário, no Sesc Araxá, trazendo todo o seu trabalho construído e inspirado em suas vivências ancestrais, em um olhar que passeia entre o rio e o asfalto. Durante a pandemia apresentou lives em suas redes sociais e participou da comemoração de 30 anos DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ – UNIFAP. Seu recital "QUEM ME BENZE" foi exibido em Live do projeto Quarta de arte da Pleta especial de ano novo, no fim do mês de dezembro de 2021. A poeta integra o Coletivo Juremas e junto desse grupo participou de muitos eventos em Macapá, entre esses eventos estão os lançamentos dos livros: “Fortaleza de São José de Macapá: vertentes discursivas e as cartas dos construtores” e “O Centauro e as Amazonas” do escritor Fernando Canto; live em homenagem aos 264 da cidade de Macapá; 1ª Virada Feminista do Coletivo Juremas e atualmente, do Projeto Sextou Poesia, que tem a parceria do Sesc Amapá. ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO: Nathanael Zahlouth Nathanael Zahlouth, Fotográfico, jornalista, produtor de áudio visual, diretor de arte, professor de Filosofia e Jornalista, teve como instrumento de iniciação à arte fotografar. Após, se especializou em cursos de edição e descobriu as múltiplas possibilidades deste segmento tão diverso. Atualmente, atua como fotógrafo e produtor audiovisual de criação de conteúdos artísticos, cultural e multimídia. Desenvolvendo trabalhos em parcerias com artistas amapaenses, como a gravação, edição e direção de artes do espetáculo Novo Amapá na versão de 2021 da cia SuperNova de teatro experimental, lançamento do livro "Cocadas ao sol" entre outros trabalhos.

Providência

Projeto desarquivado em atendimento à sentença da 6ª Vara Federal do Amapá relativa ao Mandado de Segurança n.º 1011948-26.2024.4.01.3100.,