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Circulação do Espetáculo Teatral TABULE, UMA LIBANESA NA AMAZÔNIA e a realização de uma Oficina Virtual intitulada "Criação/Manutenção de Grupos de Teatro e a Mediação Cultural em Artes Integradas.
PRODUTO PRINCIPAL : ESPETÁCULO TABULE, UMA LIBANESA NA AMAZÔNIA PRODUTO SECUNDÁRIO: OFICINA VIRTUAL ESPETÁCULO TEATRAL SINOPSE: Zahara é uma libanesa, muçulmana e sobrevivente de inúmeras guerras pessoais e coletivas. Ela que tem urgência em se desfazer do peso das suas confissões. Uma personagem sem lugar e em constante deslocamento, que se assume como confessora/delatora de sua própria vida. Ela recria sua história expondo seus desejos, defeitos e delitos. Marcada pela impossibilidade de ajustar seu corpo e sua existência perante uma lei implacável, Zahara, faz do público a sua pedra de lamentações, e no dia do velório de seu marido, ela vai aos poucos se revelando e se transformando na Fênix heroína de sua triste história. O espetáculo traz os temas de imigração, o que é ser imigrante e estrangeiro na amazônia, guerras, refúgios, intolerancia, xenofobia e questões de gênero. Classificação indicativa: 12 anos OFICINA VIRTUAL 12 horas PARA 30 PARTICIPANTES: "Criação e Manutenção de Grupos de Teatro e Mediação Cultural em Artes Integradas." Esta oficina virtual irá possibilitar o debate sobre como criar e manter grupos de teatro em locais onde estas possibilidades são mais desafiadoras. É o caso de cidades do interior dos estados da região norte, cidades ribeirinhas, ou cidades que não possuem incentivos especifícos nestas areas. O eixo conceitual será a Mediação Cultural em Artes Integradas, uma vez que acreditamos que por meio da Mediação Cultural podemos estabelecer mais acessos e democratização das artes. Outro ponto de debate é a viés das artes integradas, pois, muitas vezes determinada região/cidade, já tem uma tradição ora na música, festivais, dança populares, poesia, artesanato, etc. e a partir da linguagem artística que a comunidade tiver por maior tradição, podemos traçar pontos de encontro com as artes cênicas e a criação de grupos teatrais. OFICINA VIRTUAL Criação/Manutenção de Grupos de Teatro e a Mediação Cultural em Artes Integradas RESUMO A partir dos conceitos de mediação cultural para as artes (teatro, dança, música, artes visuais) esta OFICINA busca refletir sobre ações de mediação cultural, para pensar e propor projetos de mediação que consigam dialogar com os diferentes públicos na atualidade. Traçar paralelos entre mediação cultural, mediação em artes integradas e mediação tecnológica para as artes por meio de exemplos concretos desenvolvidos no Ebook MEDIAÇÃO CULTURAL EM ARTES INTEGRADAS NA ESCOLA, de Júnior Lopes e publicado pelo SESC-RO. Ao final da oficina, se espera que individual ou coletivamente, os participantes consigam apresentar uma proposta/projeto de mediação cultural em artes integrada para implementação em projetos artísticos, CRIAÇÃO/MANUTENÇÃO DE GRUPOS DE TEATRO e demais projetos que estejam em andamento nas suas respectivas cidades. Objetivo Geral Capacitar artistas, professores, estudantes e demais interessados a desenvolver e implementar projetos de mediação cultural em artes integradas, com foco na criação e manutenção de grupos de teatro, promovendo um diálogo entre as artes e os diferentes públicos, utilizando conceitos de mediação cultural, tecnológica e interdisciplinaridade. Objetivos Específicos Compreender os Conceitos de Mediação Cultural; Investigar a integração interdisciplinar das artes (música, dança, teatro, artes visuais, literatura) no ambiente escolar e comunitário; Examinar exemplos de projetos interdisciplinares em artes integradas; Propor e estruturar a criação e manutenção de grupos de teatro; Refletir sobre os Desafios e Tendências Atuais; Apresentar projetos viáveis para implementação de grupos de teatro e demais projetos artísticos nas cidades dos participantes. JUSTIFICATIVA A mediação cultural tornou-se uma prática indispensável no cenário contemporâneo, especialmente em um mundo cada vez mais conectado e ao mesmo tempo fragmentado. A arte tem o poder de unir diferentes culturas, promover a inclusão social e fomentar o desenvolvimento pessoal e comunitário. No entanto, o acesso às artes e a participação cultural ainda enfrentam barreiras, sejam elas de ordem econômica, social ou educacional. A mediação cultural atua como uma ponte/rotatória entre as artes e a sociedade, facilitando o acesso e a compreensão das diversas formas de expressão artística. Ela se propõe a criar diálogos entre artistas, obras de arte e o público, tornando a experiência cultural mais acessível. Os desafios para manter e aumentar a participação em atividades culturais são inúmeros, indo deste a desigualdade de acesso no que tange a questões socioeconômicas e geográficas, passando pelo desinteresse por falta de conhecimento e por fim as barreiras tecnológicas. Esta oficina visa refletir, dialogar e propor ações juntamente com artistas, educadores e demais interessados em projetos culturais, grupos de teatro e mediação cultural. Além de atualizar sobre as novas tendências contemporâneas nas questões das tecnologias emergentes. A proposta será fundamental para que possamos promover coletivamente novas ações de Mediação Cultural a partir de diferentes projetos artísticos, grupos de teatro, mostras e demais ações culturais implementadas nas cidades dos participantes. Por ser virtual, acreditamos que a oficina poderá englobar um público das diferentes cidades por onde o espetáculo Tabule tenha circulado, formando assim uma rede de mediadores nestes nos três estados de circulação, fortalecendo grupos de teatros e projetos artísticos locais. PROPOSTA DE TRABALHO/CARGA HORÁRIA A oficina será ministrada por José Maria Lopes Júnior, nome artístico Júnior Lopes e contara com carga horária total de 12 horas divididas em três encontros virtuais de 3h e será reservada outras três horas para a elaboração do Projeto Final de Mediação/Criação/Manutenção de Grupos de Teatro com a orientação do ministrante da oficina. A Oficina será ministrada pela plataforma do Zoom. Teremos um grupo de whatssap para dar suporte às atividades. PÚBLICO ALVO: 30 Vagas Artistas, professores, estudantes e demais interessados em Grupos de Teatro, Mediação Cultural, Tecnológica, Arte e Educação ACESSIBILIDADE: A oficina contará com interprete de libras e os envolvidos irão fazer a audiodescrição dos processos necessários. MATERIAL DIDÁTICO A SER UTILIZADO: Será utilizado o ebook de autoria do próprio ministrante da Oficina: Mediação Cultural em Artes Integradas na Escola, publicado pelo SESC-RO. A partir do debate sobre ações de Mediação Cultural, o ministrante/autor vai tratar sobre criação de propostas de mediação cultural e as relações com a criação/manutenção de grupos de teatro. CONTEÚDO A SER TRABALHADO Primeiro Movimento: O que Mediação Cultural? Terceiro Movimento: Estratégias de Mediação Cultural Quarto Movimento: Implementação da Mediação Cultural na Escola, na Cidade JOSÉ MARIA LOPES JÚNIOR (Júnior Lopes): Professor Adjunto da Universidade Federal de Rondônia desde 2008. Atua no Departamento de Artes no Curso de Licenciatura em Teatro. Possui doutorado em Artes Cênicas na UFBA. Mestrado em Estudos Literários na UFMG, na área de Literatura e Outros Sistemas Semióticos (Teatro). Atuou como Mediador Cultural no Palco Giratório do SESC nos anos de 2018, 2019 e 2023. Publicou o Ebook: Mediação Cultural em Artes Integradas na Escola (2023) também pelo SESC-RO a partir das experiências da medição cultural realizadas. Diretor de Assuntos Artísticos da Associação Cultural Peripécias e Coordenador/diretor da Cia Peripécias de Teatro desde 2008 e ator dos espetáculos: Tabule, Cassandra, Yalla Go! Como sobreviver em Guerras e Outras Sabotagens, Desabafos dos Anjos Escreventes. Desde 2016 possui a linha de Pesquisa em Teatro e Guerra: Paralelos entre o Oriente Médio e a América Latina. Realizou residência artística em Capacitação Docente em 2018 em Beirute no Líbano.
Objetivo Geral Realizar 10 apresentações do Espetáculo Teatral TABULE, UMA LIBANESA NA AMAZÔNIA circulando por 10 cidades da região norte localizadas nos Estados de Rondônia, Acre e Amazônas. Objetivos Específicos 1. Realizar, de forma gratuita, 1(uma) apresentação teatral em cada cidade, TOTALIZANDO 10(dez) CIDADES E 10(dez) APRESENTAÇÕES: Porto Velho (RO), Candeias do Jamari (RO), Guajará-Mirim (RO), Ariquemes (RO), São Carlos (RO), Nazaré (RO), Calama (RO), Rio Branco(AC), Humaitá (AM) e Lábrea (AM); 2. Realizar, de forma gratuita, uma OFICINA VIRTUAL de 12h (doze) de "Criação e Manutenção de Grupos de Teatro e Mediação Cultural em Artes Integradas." , preferencialmente para o público das localidades que o espetáculo circulará; 3. Realizar bate- papo com o público após cada apresentação; 4. A peça terá audio descrição e interpretação em libras, caso houver público surdo; 6. A peça teatral tem caráter itinerante (e possui uma tenda, como cenário) e poderá utilizar de teatros, universidades, escolas ou outros espaçõs alternativos para apresentação;
A escolha de utilizar a Lei Rouanet para o financiamento do projeto TABULE, UMA LIBANESA NA AMAZONIA é fundamentada na necessidade de promover e difundir a cultura em regiões específicas do Brasil, oferecendo acesso gratuito a espetáculos teatrais e oficinas culturais. A Lei Rouanet, oficialmente conhecida como Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei 8.313/91), é um mecanismo essencial para viabilizar financeiramente projetos culturais, incentivando a produção artística e a democratização do acesso à cultura. Enquadramento nos Incisos do Art. 1º da Lei Rouanet: TEATRO(art. 18, § 3º, alínea a) Art. 1º, Inciso III - Espetáculos Circenses e/ou de Dança: O projeto se enquadra neste inciso, pois consiste na realização de 10 apresentações teatrais do espetáculo TABULE, UMA LIBANESA NA AMAZÔNIA. Art. 1º, Inciso VII - Formação de Recursos Humanos em Arte e Cultura: A realização da oficina "Criação e Manutenção de Grupos de Teatro e Mediação Cultural em Artes Integradas." contempla a formação de recursos humanos, promovendo o desenvolvimento cultural e artístico local. Objetivos do Art. 3º da Lei Rouanet que serão Alcançados: Art. 3º, Inciso I - Democratização do Acesso: O projeto busca proporcionar espetáculos gratuitos e oficina de capacitação em diferentes cidades de Rondônia, Acre e Amazonas, democratizando o acesso à cultura em regiões muitas vezes carentes de atividades culturais. Neste sentido, o projeto irá contemplar cidades fora do eixo, inclusive cidades ribeirinhas de Rondônia, que o acesso é somente de barco. É o caso de São Carlos, Nazaré e Calama. Art. 3º, Inciso II - Descentralização Geográfica: Ao circular por cidades diversas, o projeto contribui para a descentralização geográfica da produção cultural, levando atrações artísticas a locais que geralmente têm menos acesso a eventos culturais. Art. 3º, Inciso V - Preservação da Memória Cultural: A natureza do espetáculo, centrada nas relações entre a Cultura Árabe e a Brasileira, contribui para a preservação da memória cultural, promovendo a diversidade e a valorização de expressões artísticas pouco exploradas. São muitos sirio-libaneses que migraram para o Brasil, especificamente para a Amazônia. Art. 3º, Inciso VII - Geração de Emprego e Renda: A realização de um projeto cultural dessa magnitude implica a contratação de profissionais locais, como técnicos de som, iluminadores, equipe de produção, contribuindo assim para a geração de emprego e renda nas regiões visitadas. Por que a Lei de Incentivo à Cultura? A Lei Rouanet é uma ferramenta vital para o fomento cultural no Brasil, permitindo que empresas e cidadãos destinem parte do imposto de renda devido para patrocinar projetos culturais. Ao optar por esse mecanismo, o projeto "Tabule, uma libanesa na Amazônia" busca não apenas financiamento, mas também o engajamento da sociedade na promoção da cultura, fortalecendo a identidade cultural dessas comunidades e proporcionando experiências únicas de arte e aprendizado.
As cidades ribeirinhas São Carlos, Nazaré e Calama são distritos de Porto Velho e o acesso é somente feito por barco. A média de viagem de barco é de 3 a 6 horas para São Carlos e Nazaré. E Calama por volta de 16 horas. Não foi possível discriminar este trecho pois não consta na plataforma o nome desses municípios ribeirinhos. A equipe que irá viajar são: Ator - Júnior Lopes Produtor - Helio Xavier Sonoplasta - Gabriel Corvalan Iluminação - Raoní Amaral
Serão 10 (dez) apresentações do Espetáculo Teatral TABULE, UMA LIBANESA NA AMAZÔNIA. O espetáculo se trata de um unipessoal, encenado por Júnior Lopes (proponente). O espetáculo tem duração de 50 minutos, faixa etaria indicativa a partir dos 12 anos de idade. Se trata de uma tragicomédia baseada em contextos sociais, históricos, econômicos, políticos e psicologicos nos paralelos entre o Mundo Árabe e o Brasil, mas especificamente a Amazônia. A peça é protagonizada por Zahara, uma libanesa que vive em Porto Velho. A sonoplastia faz parte do cancioneiro popular árabe. A peça já ganhou prêmio de Melhor peça estrangeira no Festival de Teatro Rosa de Bogotá em 2014. O espetáculo passou por inúmeras repaginações, atualizações e está muito atualizada com as questões de guerra queo mundo vem enfrentado, mais particularmente o Oriente Médio. Junior Lopes fez residência artística em Beirute no Líbano em 2018 pesquisando Guerras, imigração e refugios. A Amazônia é formada por muitos imigrantes que aqui vieram em diferentes épocas e ciclos. Em Porto Velho, Manaus, Belem entre outras cidades da Amazonia, foram marcadas por imigração sirio-libanesa..
O projeto contará com um Mediador Cultural que irá atuar em todas as cidades que o espetáculo circulará. Neste sentido, ele irá definir, juntamente a produção local, às necessidades de acessibilidade arquitetônica, comunicacional e atitutinal; O projeto analisará os espaços físicos que o espetáculo será apresentado e as necessidades de locomoção e outros facilitadores de acesso. A proposta é que o espetáculo aconteça em Universidades e/ou Escolas, espaços culturais destas localidades e que cumpram com a acessibilidade arquitetônica; Contaremos com contratação de interprete de libras e áudio descrição do espetáculo, nas apresentações que assim necessitarem; A oficina virtual também contará com intérprete de libras e será feita a audiodescrição como parte da proposta pedagógica da oficina de mediação cultural; 1. ACESSIBILIDADE do ESPETÁCULO TEATRAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os locais escolhidos para as apresentações irão ser definidos a partir da Acessibilidade Física. O espetáculo circulará por capitais e cidade do interior, bem como distritos ribeirinhos. As apresentações estão previstas para acontecer em parcerias com escolas, universidades ou espaços culturais. Estes espaços serão escolhidos e partir da acessibilidade físicas como: rampas, banheiros, piso tátil, acentos específicos etc. No entanto, como iremos também apresentar em distritos muito pequenos e ribeirinhos, buscaremos solucionar impasses com a presença do mediador cultural que poderá acompanhar de perto as necessidades específicas. Item: Mediador Cultural ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Contaremos com visita tátil revelando o cenário do espetáculo para o deficiente visual. A personagem no início do espetáculo irá fazer, como parte integrante do espetáculo, a sua áudio descrição (maquiagem, figurino, características físicas, adereços e objetos de cena). Além disso, teremos um aparelho de áudio descrição que será operado para o deficiente visual. Temos o texto escrito no formato específico com as rubricas da áudio descrição e também será feita a gravação desta descrição que poderá ser acompanhado pelo deficiente, se caso o espaço não contar com uma cabine específica de transmissão ao vivo. Item: Audiodescrição Item: Mediação Cultural ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Todas as sessões do espetáculo contará com intérpretes de libras Item: Intérprete de Libras ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: O mediador cultural juntamente com o produtor local irá identificar anteriormente as necessidades específicas naquela sessão e buscará mediar/acompanhar este público, caso necessário. Item: Mediador Cultural Item: Produtor Local ACESSIBILIDADE DA OFICINA VIRTUAL PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL OFICINA VIRTUAL Criação/Manutenção de Grupos de Teatro e a Mediação Cultural em Artes Integradas ACESSIBILIDADE FÍSICA: A Oficina ocorrerá em ambiente virtual e não físico. Será na plataforma Zoom. Item: Não se aplica pois será em ambiente virtual. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Contará com áudiodescrição realizada pelos participantes como uma política afirmativa. Cada participante, além do ministrante irá ter atenção e foco na importância da audiodescrição durante a oficina virtual. Item: não se aplica pois será feito como parte da proposta pedagógica de oficina de mediação cultural. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Contaremos com interprete de libras durante a realização de toda a Oficina Virtual. Item: Intérprete de Libras ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: O ministrante irá tratar deste tema durante a oficina (mediação cultural e inclusão) e o próprio ministrante irá acompanhar de perto as necessidades de acompanhamento para pessoas que apresente algum transtorno ou limitação. Esta ação já faz parte dos processos pedagógicos com atenção ao público e suas especificidades. Item: Não se aplica pois já faz parte da ação pedagógica realizada.
Os ingressos serão gratuitos e contaremos com uma oficina virtual de 12h "Criação e Manutenção de Grupos de Teatro e Mediação Cultural em Artes Integradas", também gratuita. Consideramos que a Oficina Virtual ampliará o acesso e será um vínculo que ser formará após a passagem do Espetáculo em cada uma dessas cidades, possibilitando assim, a criação de uma rede de criadores. A oficina também terá audio descrição e interpretação em libras. A presença do mediador cultural e os bate-papo após o espetáculo ampliará a democratização da proposta.
O proponente, inicialmente cadastrado por meio do CPF é JOSE MARIA LOPES JÚNIOR (nome artístico Júnior Lopes). Agora, o proponente é por meio do CNPJ 55.475.881/0001-99 ASSOCIAÇÃO CULTURAL PERIPÉCIAS, em que José Maria Lopes Júnior é um dos dirigentes da Associação. JOSÉ MARIA LOPES JÚNIOR (nome artístico: Júnior Lopes) é membro-administrador na Diretoria Executiva na função de Diretor de Assuntos Artísticos da Associação Cultural Peripécias e será responsável pela coordenação administrativa (produção) e financeira neste projeto de circulação do espetáculo Tabule, além de responsável pela atuação no espetáculo Tabule e ministrante da Oficina Virtual. GABRIEL CORVALAN é o Coordenador Técnico do espetáculo TABULE e na Associação Cultural Peripécias ele membro-administrador na Diretoria Executiva na função de Diretor de Assuntos Técnicos Artísticos. HÉLIO XAVIER é da Coordenação de Produção, Cenário e Mediação no espetáculo TABULE e ocupa na ASSOCIAÇÃO CULTURAL PERIPECIAS, a função de Diretor Financeiro. RAONI AMARAL atua na Concepção de Luz e Iluminador do espetáculo Tabule. Os demais profissionais envolvidos serão contratados no momento em que iniciarmos o período de execução. PRODUTORES LOCAIS: A contratar EQUIPE LIBRAS: A contratar DIVULGAÇÃO E MIDIA: A contratar IDENTIDADE VISUAL E PROJETOS GRÁFICOS: A contratar AUDIO DESCRIÇÃO: A contratar CURRICULO RESUMIDO JOSÉ MARIA LOPES JÚNIOR(Junior Lopes) - é ator, diretor e professor de teatro.É professor do Curso de Licenciatura em Teatro da Universidade Federal de Rondônia desde 2008 e diretor da Cia Peripecias de teatro de Porto Velho, desde 2008. Doutorado em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia; Mestrado em Estudos Literários pela Universidade Federal de Minas Gerais; Pós-Graduação em Andamento em Produção Audivisual para Cinema, TV e Midias Socias pela Unyleya; Graduação em Letras pela Universidade Federal de Minas Gerais.Possui pesquisa desde 2011 em Teatro, guerras e Ditaduras: Paralelos entre o Oriente Médio e América Latina; Ator dos espetaculos Tabule ; Cassandra, Br-Transamazônica; Desabafos dos Anjos Escreventes e Yalla, Go! Como sobreviver em guerras e outras sabotagens. Foi mediador cultural do Palco Giratório em Porto Velho Rondônia nos anos de 2018, 2019 e 2023. Autor dos livros: Mediação Cultural em Artes Integradas na Escola (2023); Neteatro: processos de criação de espetáculos online (2022); GABRIEL CORVALAN: Estudante do Curso de Licenciatura em Teatro da Universidade Federal de Rondônia. Ator, sonoplasta e iluminador. Integrante da Cia Peripécias de Teatro (Associação Cultural Peripécias) e sonoplasta dos espetáculos Tabule; Cassandra BR transamazonica; Cabeça de Tereza; RAONI AMARAL- Ator, iluminador, diretor e produtor teatral. Formado em Licenciatura em Teatro na Universidade Federal de Rondônia. Diretor e dramaturgo do espetáculo Ifé; Ator no espetáculo Lete (Rio do Esquecimento) com circulação do Palco Giratório do Sesc Porto Velho; Diretor do Projeto Caixa Mágica, espaço alternativo de apresentações teatrais e saraus de literatura, música e poesia. Responde pela iluminação do espetáculo Tabule e outros da Cia Peripécias. HELIO XAVIER: Cenografia e Produção da Tenda dos Fundos, Desabafos dos Anjos Escreventes e Tabule. Estudante do curso de Produção Audiovisual (UNOPAR). Tem Capacitaçao em Mediação Cultural em Artes Integradas pelo SESC . Atua na área de administração e logística.
PERÍODO DE EXECUÇÃO DO PROJETO ATUALIZADO.